914: Rússia estava preparada para atacar o Japão, antes de invadir a Ucrânia

– Ou seja, o que este putinocrata terrorista assassino russonazi ☠️卐☠️ pretende é andar à batatada seja com que país for… Japão, Ucrânia… e depois? Quem virá a seguir? E a habitual e sistemática propaganda de chamar nazi e fascista é a mesma que está a ser empregue na Ucrânia. Quando um puro ariano russonazi ☠️卐☠️ – que até deixaria Hitler envergonhado – chama nazis a outros, está a ver-se ao espelho, exclamando: espelho meu, espelho meu, existe alguém mais NAZI que eu? E que tal umas bojardas a caírem sobre Moscovo e S. Petersburgo para lhe passar a tosse? Hajam 🍅🍅 para isso!

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ORC RUSSONAZI ☠️卐☠️ /TERRORISTA/ASSASSINO/PUTINOCRATA

A informação é conhecida graças a uma carta de um denunciante do Serviço Federal de Segurança (FSB) da Rússia, partilhada num email com a revista Newsweek.

Em Agosto de 2021, a Rússia estava “a preparar-se seriamente para um conflito militar localizado com o Japão”, disse o agente num e-mail a Osechkin, em Março.

“A confiança de que os países entrariam em estágio de confronto agudo e até mesmo de guerra era alta. A razão pela qual a Ucrânia foi escolhida para a guerra no final cabe a outros responderem”, escreveu ainda o agente.

O denunciante detalhou movimentos de helicópteros de guerra com o intuito de eventualmente atacarem o Japão. A propaganda de Moscovo também planeava rotular os japoneses de “nazis” e “fascistas”.

O email é datado de 17 de Março e foi enviado por um agente, apelidado de “Wind of Change”, a Vladimir Osechkin, activista russo de direitos humanos exilado em França.

O agente secreto russo revela ainda o descontentamento e revolta dentro da FSB depois do início da guerra na Ucrânia.

As várias cartas enviadas a Osechkin foram traduzidas e estão disponíveis para download mediante doação ao Wind of Change Research Group, uma organização não governamental sediada em Washington, nos EUA.

Christo Grozev, um especialista no FSB mostrou uma das cartas a “dois contactos” da principal sucessora da KGB da URSS, que garantiram que “sem dúvida que foi escrita por um colega”.

Uma paz que nunca foi alcançada

Depois do fim da Segunda Guerra Mundial, Rússia e Japão nunca assinaram um tratado de paz, principalmente devido à disputa das ilhas Curilhas.

Embora o Japão disputa a soberania das ilhas mais a sul, a que denomina “Territórios do Norte”, todo o arquipélago permanece sob administração da Rússia desde o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, como resultado do Tratado de São Francisco, fazendo parte do Oblast de Sacalina.

A principal actividade é a pesca, com a região a ter um valor económico muito grande, devido a riquezas minerais e pesca em abundância. Além disso, devido à sua localização Hokkaido e a península russa de Kamchatka, as ilhas oferecem vários benefícios militares e políticos.

Em Agosto de 2021, o FSB desclassificou informações gráficas sobre como cidadãos soviéticos foram torturados por serviços especiais japoneses durante a Segunda Guerra Mundial. O denunciante do FSB disse que o serviço foi encarregado de lançar uma “campanha de informação contra o Japão na sociedade russa”.

“Eles meio que trocaram o Japão pela Ucrânia”, acrescentou o whistleblower. “Basta olhar para as coisas que a Rússia estava a considerar [antes] de atacar o Japão, é insano, assim como o facto de a Rússia ter atacado a Ucrânia é insano. É insano”.

Daniel Costa, ZAP //
25 Novembro, 2022




 

913: Artemis 1: Hoje é um dia especial, a nave Orion entra na órbita lunar (vídeo)

CIÊNCIA/TECNOLOGIA/NASA/LUA/ARTEMIS 1

A nave espacial Orion da missão Artemis 1 DA ASA chegará à órbita da Lua hoje, sexta-feira dia 25 de Novembro, e poderá assistir ao momento marcante ao vivo. O evento, que acontecerá pelas 21:52 hora de Lisboa, irá por à prova a cápsula, dado que o caminho até lá chegar é sinuoso.

Com mais esta etapa, a nave não tripulada atinge com sucesso o seu objectivo principal. A entrada em órbita será acompanhada da Terra e poderá assistir a tudo em directo. Veja como.

Artemis 1: Hoje será batido um novo recorde

Hoje, pelas 21:52 horas de Portugal continental, a Orion está programado para ligar o motor que irá atirar a nave espacial numa órbita retrógrada distante à volta da Lua.

A cápsula irá utilizar o Módulo de Serviço Europeu, projectado e implantado pela Agência Espacial Europeia (ESA), que realizará uma manobra com suporte da gravidade da Lua. É esse movimento que é chamado de “órbita retrógrada distante” (DRO).

Segundo informações a DRO levará Orion cerca de 64.000 quilómetros para além da lua no seu ponto mais distante. Ao percorrer este caminho, a cápsula estabelecerá um novo recorde, afastando-se mais da Terra do que qualquer outra nave espacial anterior de classificação humana.

A actual marca de 400.171 km é mantida pela missão Apollo 13 da NASA, que não se destinava a viajar tão longe. A Apollo 13 deu a volta à Lua em vez de aterrar no solo lunar, depois da explosão de um tanque de oxigénio no módulo de serviço da nave espacial.

Orion vai chegar, cumprimentar a Lua e vir embora

A Orion passará um pouco menos de uma semana na DRO. A cápsula deixará a órbita lunar com o impulso gerado após ligar o motor no dia 1 de Dezembro, depois começará a viagem para casa, para a Terra.

A nave chegará aqui no dia 11 de Dezembro com um mergulho no Oceano Pacífico ao largo da costa da Califórnia, se tudo correr como planeado.

A missão Artemis 1 de quase 26 dias foi concebida para testar a Orion e o enorme foguetão, o SLS (Sistema de Lançamento Espacial), que enviou a cápsula para o céu na semana passada, antes das missões planeadas da tripulação para a Lua.

O primeiro desses voos dos astronautas, Artemis 2, enviará a Orion à volta da Lua em 2024. A missão Artemis 3 vai então aterrar no solo lunar perto do Polo Sul da Lua em 2025 ou 2026. Seguir-se-ão outras missões de alunagem, à medida que a NASA constrói um posto de investigação da tripulação na região polar sul – um objectivo-chave do seu programa Artemis.

Veja aqui em directo a entrada da Orion na órbita retrógrada distante da Lua:

Pplware
Autor: Vítor M
25 Nov 2022



 

912: Ucrânia proíbe exportação de lenha devido a cortes na electricidade

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UCRÂNIA/LENHA/EXPORTAÇÃO/CANCELAMENTO

Kiev já havia vetado a exportação de carvão em Setembro e agora fez o mesmo com a lenha.

© EPA/SERGEY DOLZHENKO

O Governo ucraniano ordenou esta sexta-feira a proibição da exportação de lenha, assumindo que pode ser um material fundamental para garantir o aquecimento face a um inverno que, em princípio, será marcado por problemas no abastecimento de electricidade.

Kiev já havia vetado a exportação de carvão em Setembro e agora fez o mesmo com a lenha.

O primeiro-ministro ucraniano, Denis Shmigal, explicou que em algumas zonas, sobretudo as próximas da frente de combate, a lenha já é a principal fonte de aquecimento, segundo a agência de notícias UNIAN.

Os ataques russos à infra-estrutura de energia da Ucrânia provocaram cortes de electricidade, inclusive em Kiev, onde apenas um terço das casas tiveram o aquecimento restaurado na manhã desta sexta-feira.

O presidente da câmara da capital ucraniana, Vitali Klitschko, adiantou no serviço de mensagens Telegram que foram instalados 400 pontos de aquecimento na cidade para garantir o bem-estar da população.

Esses postos também permitem o carregamento de dispositivos electrónicos, como telemóveis.

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Novembro 2022 — 23:20



 

911: Ucrânia: Milhões em Kiev ainda sem luz e aquecimento dois dias após ataques russos

– Estes ORCS russonazis terroristas assassinos ☠️卐☠️ putinocratas de merda, não passam de uma seita de cobardolas que, não conseguindo ganhar no terreno e tendo de recuar fugindo dos ucranianos, atacam cobardemente e assassinam civis indefesos de todas as idades.

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TERRORISTAS/ASSASSINOS/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /PUTINOCRATAS/COBARDOLAS

O presidente do conselho de administração da empresa estatal de electricidade Ukrenergo referiu que o sistema energético ucraniano passou agora “a fase mais difícil” após o ataque.

© EPA/OLEG PETRASYUK

Quase metade dos habitantes de Kiev continuavam esta sexta-feira sem electricidade e dois terços sem aquecimento, dois dias depois dos ataques russos terem voltado a visar infra-estruturas críticas, numa altura em que as temperaturas negativas chegam à região.

“Um terço das casas em Kiev já tem aquecimento, os especialistas continuam a trabalhar para restaurar o abastecimento de energia. Metade dos utilizadores ainda estão sem electricidade”, disse Vitaly Klitschko, o presidente da câmara da capital ucraniana, onde residem cerca de três milhões de pessoas.

“Durante o dia, as empresas de energia planeiam ligar a electricidade a todos os utilizadores”, disse, numa altura em que as temperaturas na região estão próximas de zero graus.

O presidente do conselho de administração da empresa estatal de electricidade Ukrenergo, Volodymyr Kudrytsky, referiu que o sistema energético ucraniano passou agora “a fase mais difícil” após o ataque.

A electricidade está parcialmente restaurada e “o sistema energético está mais uma vez ligado ao sistema energético da União Europeia”,explicou.

A estratégia de Moscovo de bombardear instalações energéticas, seguida desde Outubro num cenário de recuos militares, é considerada “crime de guerra” pelos aliados ocidentais da Ucrânia e qualificada como um “crime contra a humanidade” pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

“Temos de aguentar este inverno – um inverno que todos vão recordar”, disse na sexta-feira no Facebook.

Por seu lado, o governador da região sul de Kherson, Yaroslav Yanushevich, anunciou a retirada de todos os pacientes de hospitais da cidade, de onde as tropas de Moscovo se retiraram há duas semanas, devido a “constantes bombardeamentos russos”.

A Rússia, por seu lado, afirma visar apenas infra-estruturas militares e atribui os cortes de energia aos disparos das defesas aéreas ucranianas.

Na frente, os combates continuaram em várias áreas e um ataque russo na noite de quinta-feira em Kherson matou 11 pessoas e feriu quase 50, de acordo com a Presidência ucraniana.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou pelo menos 6.595 mortes de civis e 10.189 feridos, segundo a ONU, que sublinhando que estes são os números que foi possível confirmar mas estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Novembro 2022 — 16:07




 

910: Ucrânia: Quinze civis mortos em bombardeamento russo contra Kherson

– E os ataques, destruição, assassínios, continuam, continuam e continuam sem parar e a falta de 🍅🍅 é notória… Não lhes toca…

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TERRORISMO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /PUTINOCRATAS/ASSASSINOS

Morreram 15 habitantes da cidade e 35 ficaram feridos, incluindo uma criança, referiu a chefe da administração militar da cidade.

© EPA/ROMAN PILIPEY

Os bombardeamentos russos na cidade de Kherson, no sul da Ucrânia, provocaram esta sexta-feira quinze mortos entre civis, adiantou uma autoridade militar daquela cidade, da qual as forças de Moscovo se retiraram há duas semanas.

“Morreram 15 habitantes da cidade e 35 ficaram feridos, incluindo uma criança”, como resultado dos ataques russos, referiu Galyna Lugova, chefe da administração militar da cidade, numa publicação nas redes sociais.

A mesma fonte, citada pela agência France-Presse (AFP) acrescentou que várias “habitações particulares e prédios” ficaram danificados nos ataques.

Galyna Lugova tinha referido mais cedo que os hospitais em Kherson foram evacuados devido aos constantes ataques russos nesta cidade.

Uma chuva de mísseis atingiu pelo segundo dia consecutivo a cidade recentemente libertada pelos ucranianos após uma ocupação russa de oito meses.

Estes ataques fazem parte de um esforço de Moscovo para intensificar os ataques com mísseis, que têm atingido a rede eléctrica da Ucrânia e outras infra-estruturas civis críticas.

As autoridades ucranianas estimam que cerca de 50% das instalações de energia da Ucrânia foram danificadas nos recentes ataques.

O governador ucraniano de Kherson, Yaroslav Yanushevych, tinha realçado esta de manhã que dois bairros da cidade estiveram “sob fogo maciço de artilharia”.

Os soldados daquela região tinham alertado que Kherson enfrentaria uma intensificação de ataques à medida que as tropas russas avançassem pelo rio Dnieper, na sua retirada da região.

Os ataques causaram destruição em alguns bairros residenciais que não tinham sido atingidos anteriormente na guerra.

Natalia Kristenko, de 62 anos, e o seu marido, foram duas das vítimas dos ataques e o corpo da ucraniana ficou durante horas à porta do prédio, noticiou a agência Associated Press (AP). O marido morreu horas depois no hospital, devido a hemorragias internas.

A filha deste casal tentou chamar uma ambulância para o pai, mas sem rede eléctrica não conseguiu que a ajuda chegasse imediatamente.

A população de Kherson diminuiu para cerca de 80.000, quando antes da guerra era de perto de 300.000. O Governo já manifestou intenção de ajudar quem pretende sair da região, mas muitos referem que não têm para onde ir.

“Não há trabalho [noutro lugar], não há trabalho aqui”, realçou Ihor Novak enquanto examinava na rua as consequências dos bombardeamentos.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Novembro 2022 — 20:02



 

909: Alemanha e França prometem ajudar Kiev até ao fim do conflito

– Eu só leio que todo o mundo ajuda Kiev e os ucranianos, mas o putinocrata assassino terrorista russonazi ☠️卐☠️ continua impávido, sereno e impunemente a bombardear, destruir, assassinar civis inocentes, sem qualquer peso de consciência – que não a tem. Para quando uma resposta de força bruta contra este terrorista e os seus terroristas da seita?

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FRANÇA/ALEMANHA/APOIO/UCRÂNIA

Olaf Scholz indicou que a Alemanha e a França estão a trabalhar para ajudar a Ucrânia a “reconstruir as suas infra-estruturas energéticas”, parcialmente destruídas.

Primeira-ministra francesa, Elisabeth Borne, e o chanceler alemão, Olaf Scholz
© EPA/FILIP SINGER

A Alemanha e a França comprometeram-se esta sexta-feira a apoiar a Ucrânia até ao fim do conflito desencadeado pela invasão russa, numa declaração feita pelos respectivos chefes de Governo após uma reunião em Berlim.

“Desde o primeiro dia desta brutal guerra, os nossos dois países têm dado um apoio inabalável à Ucrânia… estamos, chanceler, totalmente alinhados: continuaremos a fazê-lo, apoiaremos a Ucrânia até ao fim deste conflito”, disse a primeira-ministra francesa, Elisabeth Borne.

O chanceler alemão, Olaf Scholz, acrescentou que “a Rússia deve pôr fim a esta guerra e retirar as suas tropas imediatamente”.

“A política russa de terror através de bombas contra infra-estruturas civis na Ucrânia tem de acabar”, sublinhou o chefe do Governo alemão.

Olaf Scholz indicou que a Alemanha e a França estão a trabalhar para ajudar a Ucrânia a “reconstruir as suas infra-estruturas energéticas”, parcialmente destruídas.

Enfrentando já temperaturas próximas de zero, quase metade dos residentes de Kiev continuavam sem electricidade esta sexta-feira, dois dias depois dos ataques russos terem voltado a visar infra-estruturas críticas.

A estratégia de Moscovo de bombardear instalações energéticas, seguida desde Outubro num cenário de recuos militares, constitui “crime de guerra” para os aliados ocidentais da Ucrânia e foi qualificada como um “crime contra a humanidade” pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Novembro 2022 — 17:26



 

Geórgia diz que ataques a infra-estruturas na Ucrânia são “crimes de guerra”

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GEÓRGIA/ACUSAÇÃO/CRIMES DE GUERRA/RUSSONAZIS ☠️卐☠️

A Presidente da Geórgia garantiu que Tbilisi continuará a dar apoio “firme” à Ucrânia.

Salomé Zurabishvili, presidente da Geórgia
© EPA/IRAKLI GEDENIDZE / POOL

A Presidente da Geórgia, Salomé Zurabishvili, assegurou esta sexta-feira que os ataques russos contra infra-estruturas de energia na Ucrânia são “crimes de guerra” que estão a provocar uma crise humanitária.

“Estes são crimes de guerra inaceitáveis, visando a população civil”, declarou Zurabishvili na rede social Twitter.

A Presidente georgiana garantiu que Tbilisi continuará a dar apoio “firme” à Ucrânia.

Salomé Zurabishvili acrescentou que os ataques russos causam uma crise que afecta milhões de ucranianos.

A Geórgia apoia a Ucrânia em todas as plataformas internacionais e acolheu cerca de 30.000 refugiados daquele país.

Ao mesmo tempo, o país caucasiano não impôs sanções a Moscovo, argumentando que isso teria sérias consequências para a economia da Geórgia.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Novembro 2022 — 10:24




 

907: Governo ucraniano acusa russos de deixarem explosivos em brinquedos

– Minar brinquedos? Estes russonazis ☠️卐☠️ não são humanos, são a pior raça animal existente ao cimo da Terra, dementes psicopatas assassinos!

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ORCS/TERRORISTAS/ASSASSINOS/INFANTICIDAS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Nos territórios libertados da região de Kherson e na sua capital as equipas já retiraram mais de 5.000 objectos explosivos.

© EPA/ROMAN PILIPEY

O Governo ucraniano acusou esta sexta-feira as tropas russas de deixarem explosivos escondidos em brinquedos durante a sua retirada da cidade de Kherson, no sul do país, o que aumenta o perigo para a população civil.

O assessor do Ministério de Assuntos Internos da Ucrânia, Rostyslav Smirnov, fez esta declaração durante a transmissão de um programa de arrecadação de fundos para que é transmitido simultaneamente por todos os canais de televisão ucranianos, segundo a agência de notícias local Ukrinform.

Smirnov indicou que após a saída dos soldados russos da importante cidade que Moscovo chegou a ocupar totalmente, a principal tarefa do Exército ucraniano é desminar a área para a tornar segura.

“Actualmente, o foco principal é a desminagem. O número de minas é extremamente grande (em Kherson). Eu recebo constantemente documentos fotográficos (sobre munição descoberta) em brinquedos infantis, havia uma mina entre duas bolas de futebol (…)”, declarou o funcionário do Governo ucraniano.

Smirnov acrescentou que nos territórios libertados da região de Kherson e na sua capital, as equipas já retiraram mais de 5.000 objectos explosivos.

Os soldados russos abandonaram parte da região de Kherson e a sua capital homónima há apenas algumas semanas e retiraram-se para a margem direita do rio Dnieper, que divide a cidade.

Kherson, no sul da Ucrânia, é uma das quatro regiões ucranianas que a Rússia anexou unilateralmente, juntamente com a vizinha Zaporijia, bem como Lungansk e Donetsk, no leste do país.

Apesar da declaração de anexação, o Exército russo nunca controlou totalmente nenhuma dessas regiões e teve que se retirar de grande parte de Kherson após o avanço das tropas ucranianas.

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Novembro 2022 — 11:49




 

NATO destaca “início horrível do inverno” na Ucrânia e promete ajuda

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NATO/UCRÂNIA/INVERNO/APOIO

Jens Stoltenberg, secretário-geral da NATO, disse que a Europa vive “tempos difíceis”, mas deixou um alerta: “Se deixarmos Putin ganhar, a Europa pagará um preço muito mais elevado durante muitos anos”.

Jens Stoltenberg, secretário-geral da NATO
© EPA/STEPHANIE LECOCQ

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), Jens Stoltenberg, admitiu esta sexta-feira o “início horrível do inverno” na Ucrânia devido à escalada de ataques russos, prometendo apoio às autoridades ucranianas “o tempo que for necessário”.

“O presidente [russo, Vladimir] Putin está a falhar na Ucrânia e está a responder com mais brutalidade [com] vagas de ataques deliberados de mísseis contra cidades e infra-estruturas civis, privando os ucranianos de calor, luz e comida. Este é um início horrível do inverno para a Ucrânia”, disse Jens Stoltenberg, em conferência de imprensa em Bruxelas.

Falando à imprensa dias antes de ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO se reunirem na Roménia, na terça-feira e quarta-feira, o responsável admitiu que “estes são também tempos difíceis para o resto da Europa e em todo o mundo com o aumento dos preços da energia e dos alimentos”.

“Sim, estamos todos a pagar um preço pela guerra da Rússia contra a Ucrânia, mas o preço que pagamos não se compara ao preço que os ucranianos pagam e, se deixarmos Putin ganhar, a Europa pagará um preço muito mais elevado durante muitos anos”, avisou Jens Stoltenberg.

De acordo com o líder da Aliança Atlântica, “se Putin e outros líderes autoritários virem que a força é recompensada, usarão novamente a força para alcançar os objectivos que tornarão o mundo mais perigoso e todos mais vulneráveis”.

“Portanto, é do nosso interesse em termos de segurança apoiar a Ucrânia”, adiantou Jens Stoltenberg, prometendo que a NATO “continuará a apoiar a Ucrânia durante o tempo que for necessário”.

“Não iremos recuar”, garantiu ainda.

Na próxima terça-feira e quarta-feira, decorre em Bucareste, capital da Roménia, uma reunião do Conselho do Atlântico Norte, principal organismo de decisão política da NATO, ao nível dos ministros dos Negócios Estrangeiros, que estará centrada na guerra da Ucrânia causada pela invasão russa.

A guerra na Ucrânia foi desencadeada pela Rússia em 24 de Fevereiro deste ano, quando invadiu o país vizinho.

O conflito mergulhou a Europa naquela que é considerada como a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Novembro 2022 — 10:51



 

905: O campeonato no Qatar e a final em Moscovo

“… Essa é a táctica russa para os meses do frio: uma rendição da Ucrânia com base no sofrimento dos ucranianos, em casas geladas e sem água, em empresas paradas, em hospitais arrasados. Por isso fazem criminosamente chover dia e noite sobre a Ucrânia dezenas de mísseis e de drones que visam destruir a infra-estrutura eléctrica do país. Já conseguiram desmantelar o sistema de abastecimento de água em Kyiv. Estes são crimes contra as populações civis, muito próximos da figura jurídica do genocídio. Os comentadores que não denunciem essas práticas, são, no meu modo de ver, cúmplices desses crimes.”

OPINIÃO

Escrever sem mencionar o Campeonato Mundial de Futebol, que se iniciou esta semana no Qatar, poderia ser visto como pedante. Nessa armadilha, não quero cair. Assim, do que se passou até agora, saliento a coragem da selecção iraniana, que permaneceu em silêncio, sem o cantar, quando o seu hino nacional foi tocado.

Essa atitude foi extraordinária. Marcou de modo expressivo o apoio dos jogadores ao povo do seu país, que está há semanas nas ruas a desafiar o poder medieval dos clérigos xiitas e a lutar pela liberdade e a igualdade no tratamento de todos, homens e mulheres. Não se trata de misturar futebol com política.

Há outros, no topo de Estado, a fazê-lo. É, sim, lembrar que os direitos humanos devem estar acima de tudo. Sempre que se fizer política nessa base, ao nível doméstico e internacional, o mundo será muito diferente, mais harmonioso e benevolente. E menos cínico, no campo político.

O espectáculo que decorre no Qatar serve para nos recordar três factos maiores. Primeiro, a diversidade das nações do globo. A cultura de cada uma delas deve ser respeitada e apreciada.

Temos sempre a possibilidade de aprender algo com os outros. E não há lugar para o racismo, nem no desporto nem na vida quotidiana. Segundo, há rios de dinheiro em torno do futebol. Já não falo dos milhares de milhões gastos pelo país anfitrião.

Menciono, apenas, que as grandes selecções de futebol estão no hemisfério norte: dos 32 participantes no torneio, cerca de 22 provêm dos países mais ricos. O jogo é praticado em quase todos os cantos do mundo, as grandes estrelas são conhecidas por toda a parte, mas sem recursos não há vitórias, sem moeda sonante os clubes e as selecções não passam da cepa torta.

Terceiro, o futebol faz reviver os nacionalismos primários, o vale tudo desde que se ganhe, incluindo a bênção da mão de Deus, na célebre versão de Maradona. Não é o melhor que deve ganhar, mas sim a minha selecção. Isso não é desporto, é a cegueira do vale tudo, de velinha acesa e fé em Deus.

Por falar em velinhas, lembro que os militares de Vladimir Putin estão a tentar reduzir a Ucrânia a um país que deverá passar o inverno à luz das candeias.

Essa é a táctica russa para os meses do frio: uma rendição da Ucrânia com base no sofrimento dos ucranianos, em casas geladas e sem água, em empresas paradas, em hospitais arrasados.

Por isso fazem criminosamente chover dia e noite sobre a Ucrânia dezenas de mísseis e de drones que visam destruir a infra-estrutura eléctrica do país. Já conseguiram desmantelar o sistema de abastecimento de água em Kyiv.

Estes são crimes contra as populações civis, muito próximos da figura jurídica do genocídio. Os comentadores que não denunciem essas práticas, são, no meu modo de ver, cúmplices desses crimes.

Mas a táctica russa poderá não resultar. Não há nenhum indício visível de negociações e quem fala de um ultimato russo deve ser frequentador habitual das ruas do desvario.

É verdade que a Rússia dá sinais de querer negociar, não só por estar a perder no terreno, mas também por causa do isolamento diplomático que a guerra lhe tem provocado. Mas não quer aceitar a única possibilidade de acabar com a guerra: uma retirada negociada dos territórios ocupados.

Do lado ucraniano, a resposta política foi transmitida ao G20 pelo presidente Zelensky. E a resposta militar assenta em dois grandes pilares: no reforço da defesa antiaérea e na preparação e contínua projecção de vários grupos de operações especiais.

Estes grupos funcionam como pontas de lança, capazes de se infiltrar para lá da margem leste do rio Dnipro, para além de Kherson e no Donbass, de se aproximar das zonas costeiras do mar de Azov, da Crimeia inclusive.

Deverão causar grandes estragos e debandadas às massas de recrutas russos, que não têm experiência de guerra e que pelo seu número e necessidades logísticas são um alvo relativamente fácil de identificar.

O objectivo é atingir o moral russo. Uma vez tal conseguido, tudo pode acontecer, ou no Kremlin ou à mesa das negociações. Mas, sobretudo no Kremlin. Sem comparações com Doha, a verdade é que ainda não se sabe como nem quando terminará o embate.

Conselheiro em segurança internacional.
Ex-secretário-geral-adjunto da ONU

Diário de Notícias
Victor Ângelo
25 Novembro 2022 — 06:20