Grupo Wagner diz que vai formar “milicianos” para defender a Rússia

“… “Quem pretende a paz, prepara a guerra. É necessário estar-se sempre preparado para defender a sua terra” (Evgueni Prigozhin)”.

Estes ORCS terroristas assassinos russonazis ☠️卐☠️ contradizem-se em cada palavra que proferem! DEFENDER A SUA TERRA!!! É o que está a fazer o povo ucraniano, a defender a sua terra dos terroristas ASSASSINOS russonazis que invadiram a Ucrânia!

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GRUPO WAGNER/ASSASSINOS/ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️

O chefe do grupo paramilitar russo Wagner, Evgueni Prigozhin, afirmou esta sexta-feira que a sua organização vai formar milicianos e construir fortificações em duas regiões da Rússia fronteiriças com a Ucrânia.

© (EPA/GEORGE IVANCHENKO)

“A companhia militar privada Wagner ajuda e vai ajudar a população dos territórios fronteiriços [da Ucrânia] a receberem uma formação, a construírem instalações, a prepararem pessoas e a organizarem milícias”, indicou Prigozhin, citado pelo serviço de imprensa da sua empresa Concord.

Segundo declarou, estas actividades já se iniciaram nas regiões russas de Belgorod e Kursk, regularmente atingidas nos últimos meses por disparos atribuídos por Moscovo ao exército ucraniano.

O objectivo, de acordo com Prigozhin, consiste em construir “instalações fortificadas e centros de formação de milicianos nas regiões fronteiriças”. “Quem pretende a paz, prepara a guerra. É necessário estar-se sempre preparado para defender a sua terra”, acrescentou.

Na semana passada, o chefe da Wagner tinha já mencionado este projecto, assegurando que vai financiá-lo sem a ajuda do Estado russo.

Desde 2014 que os mercenários do grupo Wagner são acusados de servir os interesses do regime de Vladimir Putin em numerosas zonas de conflito, que se estendem da Síria à Ucrânia, passando por África e América do Sul.

Nos últimos meses, o grupo operou activamente na frente ucraniana, em apoio ao exército russo. Foi ainda acusado de ter efectuado uma deslocação a diversas prisões russas e recrutar detidos para combater, em troca de uma redução das penas.

Em Setembro, Evgueni Prigozhin, 61 anos, reconheceu ter fundado esta organização paramilitar, após anos de negação. Esta semana, também admitiu ter promovido operações de ingerência eleitoral nos Estados Unidos.

Desde então, promove as suas actividades na Rússia sem encobrimento, um sinal de um reforço do seu poder desde a ofensiva do Kremlin na Ucrânia e o início de uma mobilização militar no país face aos recuos de Moscovo em diversas linhas da frente.

Em Outubro, Evgueni Prigozhin abriu o actual “quartel-general” do grupo Wagner, uma torre envidraçada em São Petersburgo.

O complexo foi inaugurado oficialmente no início de Novembro, mas Prigozhin afirmou que as autoridades de São Petersburgo recusaram conceder-lhe uma licença de exploração.

Face a esta recusa, Prigozhin acusou na quinta-feira o governador de São Petersburgo, Alexandre Beglov, de apoiar os interesses dos “nacionalistas ucranianos que matam russos”. Os dois homens estão há longa data em conflito.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.490 civis mortos e 9.972 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
11 Novembro 2022 — 15:19



 

Zelensky celebra após retirada russa: “Kherson é nossa, do nosso povo”

“… Cidade do sul do país desocupada pelas forças russas, que citaram a superioridade numérica do inimigo para justificar a retirada.”

Os cobardolas ORCS russonazis ☠️卐☠️ não possuindo capacidade técnica e militar para derrubar e vergar os bravos soldados ucranianos, FOGEM desculpando-se com uma “retirada”… Em contrapartida, estes cobardolas assassinos, matam civis de todas as idades e destroem infra-estruturas necessárias à sobrevivência do Povo ucraniano! É assim que estes merdas se vangloriam de feitos militares, acusando os invadidos, que apenas se estão a defender do invasor russonazi, de “terroristas”. Propaganda já por demais conhecida da velha URSS.

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UCRÂNIA/KHERSON/FUGA DOS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Cidade do sul do país desocupada pelas forças russas, que citaram a superioridade numérica do inimigo para justificar a retirada.

Pessoas celebram na Praça Maidan, em Kiev, a libertação de Kherson.
© Genya SAVILOV / AFP

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou esta sexta-feira nas redes sociais que a cidade de Kherson, no sul do país, era novamente do povo ucraniano, depois de a Rússia ter anunciado que havia concluído uma retirada do centro regional.

“Kherson é nossa, do nosso povo”, escreveu no Telegram ao lado de um emoji da bandeira da Ucrânia e imagens de vídeo amador que pareciam mostrar tropas ucranianas a reunir-se com moradores da cidade.

“A população de Kherson nunca desistiu”, acrescentou. “Hoje é um dia histórico!”, proclamou Zelensky.

Mais de 30.000 soldados russos passaram para a margem esquerda do Rio Dniepre, que divide a região de Kherson, no sul da Ucrânia, anunciou esta sexta-feira o Ministério da Defesa em Moscovo.

“No total, mais de 30.000 militares russos e quase 5.000 unidades de armamento e veículos militares foram retirados” da margem ocidental do rio, disse o ministério russo, citado pelas agências francesa AFP e espanhola EFE.

O ministério acrescentou que as suas tropas não deixaram nada para trás, nem mesmo carros e equipamento avariado.

© EPA/SERGEY DOLZHENKO

A operação deveu-se ao avanço das tropas ucranianas, que entraram esta sexta-feira na cidade de Kherson, a capital da região com o mesmo nome.

A Rússia citou a superioridade numérica do inimigo para justificar a retirada.

Disse também que se deveu à necessidade de enviar parte deste contingente para outras zonas da frente, o Donbass (Donetsk e Lugansk, no leste) ou Zaporijia (sudeste).

Kherson, Zaporijia, Donetsk e Lugansk são as quatro regiões ucranianas anexadas pela Rússia em 30 de Setembro, numa decisão considerada ilegal por Kiev e pela generalidade da comunidade internacional.

A cidade de Kherson, onde as tropas russas entraram poucos dias depois da invasão (24 de Fevereiro), era a única capital regional ucraniana conquistada pela Rússia em quase nove meses de guerra.

No início de Setembro, Kiev lançou um ataque-surpresa na região de Kharkiv (nordeste) e reivindicou, desde então, a reconquista de importantes centros logísticos, como Izium, Kupiansk e Lyman (leste).

A retirada foi anunciada pelo comandante russo na Ucrânia, general Serguei Surovikin, na quarta-feira, e foi considerada a maior derrota sofrida desde o início da ofensiva militar no país vizinho.

O revés é ainda mais significativo por ocorrer menos de dois meses depois de o líder russo, Vladimir Putin, ter ordenado a mobilização de 300.000 reservistas para consolidar as tropas em dificuldade perante a contra-ofensiva ucraniana.

A retirada de Kherson foi apoiada por figuras altamente críticas da estratégia do exército russo na Ucrânia, como o líder tchetcheno, Ramzan Kadyrov, mas mal recebida por especialistas próximos do Kremlin (Presidência).

“A rendição de Kherson é a maior derrota geopolítica da Rússia desde o desmembramento da União Soviética”, considerou Serguei Markov, antigo conselheiro de Putin, citado pelas agências espanhola EFE e norte-americana AP.

Apesar da retirada, o Kremlin afirmou esta sexta-feira que Kherson continua a ser uma região da Federação Russa.

“É um assunto da Federação Russa. Não pode haver mudança”, disse o porta-voz presidencial, Dmitri Peskov.

Ao anunciar a mobilização dos reservistas, Putin avisou que a Rússia usaria todos os meios para defender a sua integridade territorial, numa referência à possibilidade de utilização de armas nucleares.

Na perspectiva da Moscovo, as quatro regiões agora anexadas e a península ucraniana da Crimeia, anexada em 2014, fazem parte do território da Federação Russa.

Diário de Notícias
DN/AFP
11 Novembro 2022 — 18:45



 

668: A Minha Cozinha

Não dispenso importância a datas específicas de calendário, apesar de hoje ser, para mim, uma data especial dado que é o Aniversário do meu Pai.

Faleceu quando eu tinha 16 anos, deixando-me a responsabilidade de gerir a economia doméstica. Aguentei-me dado que já trabalhava desde os 14 anos e possuía meios para o fazer.

Assim, a minha filha Vera cozeu castanhas para lembrar o São Martinho e embora não tivesse conhecido o Avô, é uma homenagem que indirectamente lhe presta.

O jantar foi uma refeição simples, rápida a requerer apenas forno e micro-ondas, acompanhado de uma guarnição de Arroz Basmati com Açafrão das Índias (corcuma) .

GRELHADOS DE FRANGO
COM MOLHO BARBECUE

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667: Retirada de Kherson envolveu mais de 30 mil soldados russos

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UCRÂNIA/KHERSON/RETIRADA ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

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O ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as suas tropas não deixaram nada para trás, nem mesmo carros e equipamento avariado.

© EPA/STRINGER

Mais de 30.000 soldados ​​​​​​​russos passaram para a margem esquerda do Rio Dniepre, que divide a região de Kherson, no sul da Ucrânia, anunciou esta sexta-feira o Ministério da Defesa em Moscovo.

“No total, mais de 30.000 militares russos e quase 5.000 unidades de armamento e veículos militares foram retirados” da margem ocidental do rio, disse o ministério russo, citado pelas agências francesa AFP e espanhola EFE.

O ministério acrescentou que as suas tropas não deixaram nada para trás, nem mesmo carros e equipamento avariado.

A operação deveu-se ao avanço das tropas ucranianas, que entraram esta sexta-feira na cidade de Kherson, a capital da região com o mesmo nome.

A Rússia citou a superioridade numérica do inimigo para justificar a retirada.

Disse também que se deveu à necessidade de enviar parte deste contingente para outras zonas da frente, o Donbass (Donetsk e Lugansk, no leste) ou Zaporijia (sudeste).

Kherson, Zaporijia, Donetsk e Lugansk são as quatro regiões ucranianas anexadas pela Rússia em 30 de Setembro, numa decisão considerada ilegal por Kiev e pela generalidade da comunidade internacional.

A cidade de Kherson, onde as tropas russas entraram poucos dias depois da invasão (24 de Fevereiro), era a única capital regional ucraniana conquistada pela Rússia em quase nove meses de guerra.

No início de Setembro, Kiev lançou um ataque-surpresa na região de Kharkiv (nordeste) e reivindicou, desde então, a reconquista de importantes centros logísticos, como Izium, Kupiansk e Lyman (leste).

A retirada foi anunciada pelo comandante russo na Ucrânia, general Serguei Surovikin, na quarta-feira, e foi considerada a maior derrota sofrida desde o início da ofensiva militar no país vizinho.

O revés é ainda mais significativo por ocorrer menos de dois meses depois de o líder russo, Vladimir Putin, ter ordenado a mobilização de 300.000 reservistas para consolidar as tropas em dificuldade perante a contra-ofensiva ucraniana.

A retirada de Kherson foi apoiada por figuras altamente críticas da estratégia do exército russo na Ucrânia, como o líder tchetcheno, Ramzan Kadyrov, mas mal recebida por especialistas próximos do Kremlin (Presidência).

“A rendição de Kherson é a maior derrota geopolítica da Rússia desde o desmembramento da União Soviética”, considerou Serguei Markov, antigo conselheiro de Putin, citado pelas agências espanhola EFE e norte-americana AP.

Apesar da retirada, o Kremlin afirmou esta sexta-feira que Kherson continua a ser uma região da Federação Russa.

“É um assunto da Federação Russa. Não pode haver mudança”, disse o porta-voz presidencial, Dmitri Peskov.

Ao anunciar a mobilização dos reservistas, Putin avisou que a Rússia usaria todos os meios para defender a sua integridade territorial, numa referência à possibilidade de utilização de armas nucleares.

Na perspectiva da Moscovo, as quatro regiões agora anexadas e a península ucraniana da Crimeia, anexada em 2014, fazem parte do território da Federação Russa.

Diário de Notícias
DN/Lusa
11 Novembro 2022 — 16:39



 

666: Exército ucraniano já começou a entrar em Kherson

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UCRÂNIA/KHERSON/LIBERDADE/OCUPAÇÃO RUSSONAZI ☠️卐☠️

As “unidades das forças armadas da Ucrânia estão a entrar na cidade” de Kherson, informou o Ministério da Defesa ucraniano. Os soldados russos que ainda estão na região devem render-se “imediatamente”, acrescentou.

As “unidades das forças armadas da Ucrânia estão a entrar na cidade” de Kherson, informou o Ministério da Defesa ucraniano. Os soldados russos que ainda estão na região devem render-se “imediatamente”, acrescentou.

Kiev informou esta sexta-feira que as forças ucranianas entraram na cidade de Kherson, no sul do país, depois de a Rússia anunciar a retirada dos seus militares para posições defensivas na margem leste do rio Dnipro.

“Kherson está a regressar ao controlo ucraniano e unidades das Forças Armadas da Ucrânia estão a entrar na cidade”, informou o Ministério da Defesa ucraniano nas redes sociais.

“As rotas de retirada dos invasores russos estão sob controlo do exército ucraniano. Qualquer tentativa de se opor às Forças Armadas da Ucrânia será evitada”, refere Kiev.

Na nota divulgada nas redes sociais, os serviços de inteligência do Ministério de Defesa ucraniano dizem que os militares russos devem render-se “imediatamente”.

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Soldados russos!
Como esperado, após a retirada do principal grupo de tropas do exército russo do Kherson ucraniano, o seu comando abandonou-o ao seu destino.
Os seus comandantes instam-no a vestir roupas civis e tentar escapar de Kherson sozinho. Obviamente não podes fazer isto.
Kherson retorna sob o controle da Ucrânia. Caminhos de retirada dos ocupantes russos estão sob o controlo de fogo do exército ucraniano. Quaisquer tentativas de contrariar as Forças Armadas da Ucrânia serão evitadas. Todo soldado russo que resistir será destruído.
Só tem uma chance de evitar a morte – render-se imediatamente.
Em caso de cativeiro voluntário, a Ucrânia garante sobrevivência e segurança. Cumprimos as Convenções de Genebra, garantimos aos prisioneiros de guerra alimentos, cuidados médicos e a possibilidade de sua troca por soldados das Forças Armadas da Ucrânia mantidos em cativeiro na Federação Russa.
É seguro render-se ao cativeiro depois de discutir prévia as condições de rendição com representantes autorizados do comando ucraniano chamando a linha directa do projecto estatal da Ucrânia “Eu quero viver”:
☎️ +38 066 580 34 98
☎️ +38 093 119 29 84
( 24 horas)
ou use o chatbot “Eu quero viver”
Se você não está conseguindo entrar em contacto com o projecto “Eu quero viver”, siga o seguinte algoritmo:
▪️Desbloqueie a loja e pendure a arma no seu ombro esquerdo com um cano para baixo, levante as mãos com uma bandeira branca (qualquer pano branco serve), grite “Eu me rendo! », aproxime-se dos militares ucranianos no comando e cumpra todas as suas exigências.
Como se render como parte de um grupo ou unidade:
▪️Baixe todas as armas e afaste-se, fique à frente do seu equipamento militar (antes disso, silencie-o – não deve estar em combate), envie o negociador (oficial ou sénior em classificação) – ele deve estar desarmado e ter uma bandeira branca.
Se é um cidadão da Ucrânia dos territórios ocupados e for “chamado” à força e forçado a lutar ao lado da Federação Russa, informe isto os militares ucranianos.
No interrogatório, terá de informar os militares ucranianos os seus dados: sobrenome, nome, paternidade, título, data de nascimento, número pessoal e outras informações relevantes.
Preservem suas vidas – rendam-se!

Também nas redes sociais começam a surgir imagens e vídeos que mostram soldados ucranianos a serem recebidos pela população da cidade de Kherson.

Diário de Notícias
DN/AFP
11 Novembro 2022 — 14:17



 

Zelensky celebra após retirada russa: “Kherson é nossa, do nosso povo”

– Uma machadada no orgulho do psicopata demente mental filho da Putina e de toda a sua seita de terroristas assassinos! E uma nota de pesar para todos os ORCS pró-russonazis e indigentes intelectualóides que alimentam essa escumalha nazi, estejam onde estiverem!

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UCRÂNIA/RETIRADA ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /KHERSON/LIBERTAÇÃO

Cidade do sul do país desocupada pelas forças russas, que citaram a superioridade numérica do inimigo para justificar a retirada.

© EPA/SERGEY DOLZHENKO

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou esta sexta-feira nas redes sociais que a cidade de Kherson, no sul do país, era novamente do povo ucraniano, depois de a Rússia ter anunciado que havia concluído uma retirada do centro regional.

“Kherson é nossa, do nosso povo”, escreveu no Telegram ao lado de um emoji da bandeira da Ucrânia e imagens de vídeo amador que pareciam mostrar tropas ucranianas a reunir-se com moradores da cidade.

“A população de Kherson nunca desistiu”, acrescentou. “Hoje é um dia histórico!”, proclamou Zelensky.

Mais de 30.000 soldados russos passaram para a margem esquerda do Rio Dniepre, que divide a região de Kherson, no sul da Ucrânia, anunciou esta sexta-feira o Ministério da Defesa em Moscovo.

“No total, mais de 30.000 militares russos e quase 5.000 unidades de armamento e veículos militares foram retirados” da margem ocidental do rio, disse o ministério russo, citado pelas agências francesa AFP e espanhola EFE.

O ministério acrescentou que as suas tropas não deixaram nada para trás, nem mesmo carros e equipamento avariado.

A operação deveu-se ao avanço das tropas ucranianas, que entraram esta sexta-feira na cidade de Kherson, a capital da região com o mesmo nome.

A Rússia citou a superioridade numérica do inimigo para justificar a retirada.

Disse também que se deveu à necessidade de enviar parte deste contingente para outras zonas da frente, o Donbass (Donetsk e Lugansk, no leste) ou Zaporijia (sudeste).

Kherson, Zaporijia, Donetsk e Lugansk são as quatro regiões ucranianas anexadas pela Rússia em 30 de Setembro, numa decisão considerada ilegal por Kiev e pela generalidade da comunidade internacional.

A cidade de Kherson, onde as tropas russas entraram poucos dias depois da invasão (24 de Fevereiro), era a única capital regional ucraniana conquistada pela Rússia em quase nove meses de guerra.

No início de Setembro, Kiev lançou um ataque-surpresa na região de Kharkiv (nordeste) e reivindicou, desde então, a reconquista de importantes centros logísticos, como Izium, Kupiansk e Lyman (leste).

A retirada foi anunciada pelo comandante russo na Ucrânia, general Serguei Surovikin, na quarta-feira, e foi considerada a maior derrota sofrida desde o início da ofensiva militar no país vizinho.

O revés é ainda mais significativo por ocorrer menos de dois meses depois de o líder russo, Vladimir Putin, ter ordenado a mobilização de 300.000 reservistas para consolidar as tropas em dificuldade perante a contra-ofensiva ucraniana.

A retirada de Kherson foi apoiada por figuras altamente críticas da estratégia do exército russo na Ucrânia, como o líder tchetcheno, Ramzan Kadyrov, mas mal recebida por especialistas próximos do Kremlin (Presidência).

“A rendição de Kherson é a maior derrota geopolítica da Rússia desde o desmembramento da União Soviética”, considerou Serguei Markov, antigo conselheiro de Putin, citado pelas agências espanhola EFE e norte-americana AP.

Apesar da retirada, o Kremlin afirmou esta sexta-feira que Kherson continua a ser uma região da Federação Russa.

“É um assunto da Federação Russa. Não pode haver mudança”, disse o porta-voz presidencial, Dmitri Peskov.

Ao anunciar a mobilização dos reservistas, Putin avisou que a Rússia usaria todos os meios para defender a sua integridade territorial, numa referência à possibilidade de utilização de armas nucleares.

Na perspectiva da Moscovo, as quatro regiões agora anexadas e a península ucraniana da Crimeia, anexada em 2014, fazem parte do território da Federação Russa.

Diário de Notícias
DN/AFP
11 Novembro 2022 — 18:45



 

664: Kremlin considera Kherson como região russa, apesar da retirada militar

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RETIRADA DOS ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /UCRÂNIA/KHERSON

O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov recusou-se a comentar a decisão dos comandantes militares sobre Kherson, depois da sua retirada e acrescentou que a presidência russa “não lamenta” a grande cerimónia organizada para a anexação das quatro cidades.

© EPA/STANISLAV KOZLIUK

A região ucraniana de Kherson, incluindo a capital com o mesmo nome, continua a fazer parte da Rússia, apesar da retirada das tropas russas devido à contra-ofensiva das forças de Kiev, declarou esta sexta-feira o Kremlin (Presidência).

A região de Kherson “é um assunto da Federação Russa”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, citado pela agência francesa AFP.

“Não pode haver mudança”, acrescentou Peskov, no primeiro comentário da Presidência russa sobre a retirada das suas forças de Kherson, que foi concluída hoje.

“Às 5:00, hora de Moscovo [2:00 em Lisboa], foi concluída a redistribuição das tropas russas para a margem esquerda do rio Dniepre”, disse o Ministério da Defesa russo, assegurando que a operação decorreu sem registo de vítimas.

A agência Ukrinform noticiou esta quarta-feira, com a publicação de uma fotografia, que “patriotas ucranianos” içaram a bandeira da Ucrânia na Praça da Liberdade, no centro de Kherson, segundo a agência espanhola EFE.

As autoridades ucranianas têm apelado para a prudência por receio de que o anúncio da retirada possa ser uma estratégia para atrair as suas tropas para uma armadilha.

Sete meses depois de ter invadido a Ucrânia, a Rússia anexou Kherson (sul) em 30 de Setembro, juntamente com as regiões de Zaporijia (sudeste) e as de Donetsk e Lugansk, que constituem o Donbass (leste).

A anexação das quatro regiões, que correspondem a 18 por cento do território da Ucrânia, foi considerada ilegal por Kiev e pela generalidade da comunidade internacional.

Peskov acrescentou que a presidência russa “não lamenta” a grande cerimónia organizada para a anexação realizada em Setembro.

A Rússia já tinha anexado a península ucraniana da Crimeia em 2014.

Kherson foi ocupada pelo exército russo pouco depois de ter invadido a Ucrânia, em 24 de Fevereiro.

A cidade de Kherson era mesmo a única capital regional ucraniana conquistada pelas tropas russas em quase nove meses de guerra.

Nos últimos meses, as forças ucranianas lançaram uma contra-ofensiva em várias zonas do país, que forçaram à retirada das tropas russas de Kherson.

A contra-ofensiva foi possível com o fornecimento de armamento a Kiev pelos seus aliados ocidentais, incluindo o sistema de lançamento de foguetes de alta precisão Himars.

Com as novas armas, as forças ucranianas destruíram linhas de abastecimento russas, o que terá forçado o exército de Moscovo a retirar-se de Kherson.

Peskov recusou-se a comentar a decisão dos comandantes militares sobre Kherson, um novo revés na campanha militar ordenada pelo Presidente Vladimir Putin.

O anúncio da retirada de Kherson vem juntar-se à da região de Kharkiv (nordeste), em Setembro, e ao falhanço da conquista de outras regiões mais a norte, incluindo a da capital, Kiev.

A retirada é ainda mais significativa depois de Putin ter ordenado, em 21 de Setembro, a mobilização de 300.000 reservistas para consolidar as linhas russas em dificuldade perante a contra-ofensiva ucraniana.

Putin também tinha avisado que Moscovo iria defender o que agora considera o seu território “por todos os meios”, incluindo a possibilidade de utilização de armas nucleares, por estar em causa uma ameaça à integridade territorial da Rússia, do ponto de vista russo.

Diário de Notícias
DN/Lusa
11 Novembro 2022 — 11:29



 

663: Tropas russas já saíram, há uma ponte destruída e uma bandeira ucraniana. O que se sabe sobre a retirada total de Kherson

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A ponte Antonovsky, única travessia rodoviária da cidade ucraniana de Kherson para a margem leste do rio Dnipro, colapsou, avança a estação pública da Ucrânia, citada pela Reuters.

Tropas russas já saíram, há uma ponte destruída e uma bandeira ucraniana. O que se sabe sobre a retirada total de Kherson © TVI24

A Suspilne, que cita relatos dos moradores de Kherson, divulgou mesmo uma fotografia que mostra várias secções da ponte destruídas. Até ao momento, não são conhecidos outros detalhes sobre o colapso da ponte, nomeadamente se os ataques que resultaram no colapso da travessia foram do lado russo ou ucraniano.

Para José Azeredo Lopes, comentador da CNN Portugal, a destruição de infra-estruturas-chave quando de uma retirada de tropas é uma “acção comum”. “Quando se dá uma retirada que pode ser planeada, procura-se destruir um conjunto de infra-estruturas que possam servir ao novo ocupante do espaço”.

Por seu turno, o major-general Carlos Branco afirma que a retirada russa “é uma operação de extrema complexidade”, e garante que, ao contrário dos receios ucranianos, “não havia nenhuma armadilha ou operação camuflada”.

“A situação tinha-se tornado insustentável. Não se pode apoiar logisticamente a margem direita [do Dniepre] apenas com pontes improvisadas. Foi uma decisão correta.”

O alegado colapso da ponte deu-se horas antes de a Rússia anunciar que as suas tropas já se retiraram totalmente de Kherson. De acordo com o Ministério da Defesa do país, citado pela RIA Novosti, a operação foi concluída às cinco da manhã de Moscovo (duas da manhã em Portugal Continental), “sem que se registasse qualquer perda de vidas ou ou de equipamentos”.

Entretanto, também nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira, a bandeira ucraniana voltou a ser hasteada na cidade, a única capital de um oblast que a Rússia conquistou durante a invasão. Segundo os canais locais de Telegram, escreve Pjotr Sauer, jornalista do The Guardian, terão sido os residentes a colocar as bandeiras, assinalando a saída dos russos.

Mas a cidade de Kherson encontrar-se-á, por agora, deserta, com a maioria dos locais a preferir resguardar-se em casa. Há relatos, na imprensa russa, de que as forças especiais ucranianas já entraram na cidade.

Há também relatos de que os russos deixaram soldados feridos para trás na retirada e que a algumas unidades foi dito para escaparem da forma que conseguissem.

MSN Notícias
TVI TVI
CNN Portugal
11.11.2022



 

662: Pai

Francisco Gomes

FRANCISCO GOMES, jogador do Clube de Futebol Os Belenenses, defesa central, uma das 3 Torres de Belém, portador da Medalha de Valor e Mérito Desportivo do C.F.B., Campeão Nacional pelo Belenenses na época de 1945/46.

No Dia do teu aniversário e após 60 anos da tua ausência na minha vida, nunca te esqueci. Continuas sempre na minha lembrança e no meu coração.

Descansa em Paz que um dia voltaremos a encontrarmo-nos por aí, em qualquer lado.

11.11.2022



 

661: Torniquete autárquico, precisa-se!

OPINIÃO

A questão autárquica tem estado na ordem do dia nos últimos meses. Não pelas melhores razões.

Há um pouco de tudo. Contratos ilícitos, prevaricação, favorecimento de empresas, negócios duvidosos. A Operação Teia e Éter desencadeadas pela Polícia Judiciária trouxeram a lume um conjunto de irregularidades e ilegalidades que cabe agora aos tribunais avaliar e julgar.

Há vários de nomes de autarcas e ex-autarcas envolvidos. Alguns destacam-se pela sua já conhecida expressão junto da opinião pública, como é caso de Isaltino Morais. Outros pela posição política que desempenham na actualidade, como Miguel Alves, secretário-adjunto do primeiro-ministro.

A estes, recentemente juntou-se também Rodrigues Gonçalves, vereador da Câmara de Oeiras e vogal da Comissão Política Nacional do PSD.

Convém referir que para todos funciona o princípio da presunção inocência até trânsito em julgado. Contudo alguns foram já constituídos arguidos. É sabido que a responsabilidade política tem uma dimensão diferente da responsabilidade judicial.

A primeira funciona com a ética republicana e com a avaliação que os próprios fazem da sua situação. Ou da avaliação que os seus responsáveis políticos fazem da sua actuação. Discute-se assim a assertividade da afirmação” à política o que é da política, à Justiça o que é da Justiça”.

É difícil separar uma da outra ainda que ambas possam ter diferentes consequências. Na Europa democrática temos políticos que se demitem pela má utilização de um cartão de crédito, ou por um qualquer comportamento menos próprio.

Por cá, aquela mesma afirmação, possibilita a permanência em cargos políticos de protagonistas de alguma maneira expostos negativamente à opinião pública com consequências nefastas para os próprios e para os organismos políticos que integram. Expostos ao desgaste mediático torna-se esgotante não tirarem consequências da situação de fragilidade política para que foram arrastados.

Esteve, por isso, bem Luís Montenegro em suspender, temporariamente, Rodrigues Gonçalves das suas funções de vogal da Comissão Política do PSD.

O actual líder do PSD foi lesto a agir e tirou corretas conclusões da sua afirmação de que ” a criminalidade que está investigação é grave e os partidos devem ser os primeiros interessados que estas investigações sejam levadas até às últimas consequências”.

O mesmo não terá acontecido com Miguel Alves, secretário-adjunto do primeiro-ministro antigo presidente da Câmara Municipal de Caminha, que permaneceu no exercício das suas funções políticas escudado na cobertura de António Costa.

Não sabemos, verdadeiramente, o que ganha o Governo com esta atitude. Acrescentará desgaste á sua imagem, retirará capacidade de actuação a um protagonista político que deveria estar liberto de qualquer constrangimento para exercer, tranquilamente, as suas funções, não só pela enorme responsabilidade das mesmas, como pela posição de proximidade do chefe do Governo.

Não é de somenos importância a actuação do ex-presidente da Câmara de Caminha ao validar um contrato de construção do Centro de Exposições Transfronteiriça no valor de 300 mil euros sem garantias. No mínimo poderá existir aqui uma componente de incompetência.

É, pois, com frequência que vamos assistindo a situações anacrónicas de ilegalidade e irregularidade nas autarquias locais. Dá a ideia que a fiscalização deveria ser mais apertada. A função autárquica é importante e muitas vezes as autarquias são um instrumento vital no apoio às populações, nomeadamente as mais carenciadas. Não descuramos esse aspecto.

Mas num país como o nosso, com acentuadas dificuldades financeiras, é bom que exista um maior escrutínio legal e institucional no modo como são geridos os dinheiros públicos, com natural origem nos impostos de todos os portugueses.

Seria bom que o Governo, a Assembleia da República, os partidos, e outras instituições agissem no sentido de um maior rigor e fiscalização na utilização de dinheiros por parte das Câmaras Municipais. Um torniquete que pusesse cobro ao desmando que parece existir nalgumas autarquias na gestão das suas finanças.

Jornalista

Diário de Notícias
Antonio Capinha
11 Novembro 2022 — 00:05