686: Rússia proíbe entrada de navios estrangeiros no mar de Azov

– O ayatollah terrorista russonazi putineiro ☠️卐☠️ como não tem capacidade para ganhar a guerra que ele próprio iniciou, pensando que a anexação da Ucrânia ao território russonazi ☠️卐☠️ eram favas contadas, vale-se destas “traquinices” de cobardolas insano e psicopata, para tentar mostrar aos seus súbditos russonazis ☠️卐☠️ que não perdeu (ainda) a guerra! Este tipo padece de demência mental bastante acentuada e é um perigo acrescido para a Paz mundial. Ele e toda a seita terrorista ☠️卐☠️ que o acompanha.

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UCRÂNIA/PORTOS UCRANIANOS/IMPEDIMENTOS

Os portos ucranianos de Mariupol e Berdyansk, entre a península da Crimeia, que Moscovo anexou em 2014 e a Rússia, situam-se neste mar.

Navio com cereais ucranianos em Istambul. Estreito do Bósforo é a entrada para o mar Negro, onde o estreito de Kerch leva ao mar de Azov e aos portos de Mariupol e Berdyansk.
© EPA/ERDEM SAHIN

O Ministério dos Transportes turco informou este sábado que as autoridades russas proibiram a entrada no Mar de Azov de navios carregados no exterior.

Os portos ucranianos de Mariupol e Berdyansk, entre a península da Crimeia, que Moscovo anexou em 2014 e a Rússia, situam-se no mar de Azov.

Numa mensagem na rede social Twitter e citando a administração marítima russa, a autoridade turca que tutela o tráfego marítimo afirma que “é proibida a transferência para o norte de navios carregados fora do território russo”.

O Mar de Azov, cuja entrada é o estreito de Kerch localizado na parte nordeste do Mar Negro, cuja entrada é controlada pela Turquia através do estreito do Bósforo, em Istambul.

O estreito de Kerch é atravessado por uma ponte que liga a Rússia à Crimeia e que foi substancialmente danificada há várias semanas por uma explosão de que Moscovo culpa a Ucrânia.

No Mar de Azov estão os portos ucranianos de Mariupol e Berdyansk, controlados pela Rússia após a invasão da Ucrânia iniciada em 24 de Fevereiro.

Diário de Notícias
DN/Lusa
12 Novembro 2022 — 20:45



 

685: Russas ameaçam ir para a linha da frente e trazer os maridos para casa

“… “Os rapazes ficaram presos numa armadilha, foram mortos tanto pelo inimigo como pelo nosso exército russo”, referiram os familiares.”

Os vossos “rapazes” andaram a matar civis inocentes a que vocês chamam de “inimigo”, a destruir um país soberano que não é uma colónia dos russonazis ☠️卐☠️ a que vocês pertencem. Peçam contas ao ayatollah terrorista assassino putineiro! Por isso… paciência! Quem com ferro mata, com ferro morre ou quem vai à guerra… dá e leva!

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ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /GUERRA/UCRÂNIA

Esposas de soldados russos estão a ameaçar ir para a linha da frente na Ucrânia e trazer os maridos de volta para casa após uma operação que deixou múltiplos feridos, de acordo com vídeos que circulam nas redes.

Vitaly V. Kuzmin / Wikimedia

No vídeo, publicado no Telegram do Verstka, ouve-se uma mulher a dizer aos oficiais para devolverem os maridos ou então seriam “despedaçados”, relatou a Newsweek.

Segundo a publicação, mais de 20 familiares de homens convocados para lutar na Ucrânia, no âmbito da mobilização parcial decretada pelo Presidente Vladimir Putin, a de 21 de Setembro, dirigiram-se na quarta-feira a uma unidade militar na cidade de Valuyki, em Belgorod, perto da fronteira com a Ucrânia, exigindo respostas.

Os familiares, das regiões de Voronezh, Kursk e Belgorod, disseram que os homens tinham sido atacados em Makiivka, uma cidade na região de Donetsk, na Ucrânia. Relataram ainda que muitos ficaram feridos e exigiram que os seus maridos regressassem a casa.

Os sobreviventes do ataque tentam regressar a pé à região de Belgorod – uma distância de cerca de 150 quilómetros -, muitos a carregar os feridos às costas.

As mulheres pediram aos oficiais russos que fossem buscar os deslocados de carro, ameaçando irem elas próprias à Ucrânia para os levar para casa caso os militares se recusassem a ajudar.

Noutro vídeo, um grupo de mulheres exigia respostas após a aparente retirada das forças de Putin da cidade de Kherson, na Ucrânia.

No vídeo, as mulheres falam com um homem, supostamente um administrador da cidade. “Esposas de soldados mobilizados de Kursk numa discussão com a administração da cidade”, pode ler-se na legenda da publicação.

“Os homens foram enviados para a linha da frente, as suas unidades foram destruídas uma a uma, pelo que alguns se retiraram para Starobilsk. Note-se a linguagem utilizada pelo representante da administração”, lê-se ainda.

O Meduza, sediado na Letónia, também informou na quinta-feira que familiares de russos enviados para a Ucrânia com pouca ou nenhuma formação exigiam que voltassem a casa.

Os residentes de Vologda, na Rússia, apelaram ao governador regional para que os seus familiares, mobilizados no início de Outubro, foram enviados para a região de Luhansk, na Ucrânia, e transferidos para a linha da frente perto de Svatovo.

“Os rapazes ficaram presos numa armadilha, foram mortos tanto pelo inimigo como pelo nosso exército russo”, referiram os familiares.

ZAP //
12 Novembro, 2022



 

684: Banksy grafita parede de edifício em ruínas na Ucrânia

INTERNACIONAL/BANKSY/GRAFITIS/UCRÂNIA

O grafíti foi feito num edifício em ruínas na cidade de Borodyanka. Foi partilhado no Instagram do artista o que, segundo o portal ucraniano Ukrinform, verifica a sua autenticidade.

© Instagram Banksy

O enigmático e reivindicativo artista britânico Banksy pintou um dos seus grafítis na parede de um edifício em ruínas na cidade ucraniana de Borodyanka, na região de Kiev, adianta o portal Ukrinform.

A imagem mostra uma rapariga a fazer um exercício de ginástica apoiada no chão e num equilíbrio quase impossível sobre os restos de uma das paredes destruídas pelos bombardeamentos.

O grafíti foi inicialmente partilhado através da conta da rede social Instagram do artista anónimo, o que, segundo o portal ucraniano, verifica a sua autenticidade por esta ser a forma habitual de Banksy difundir as suas obras.

O artista britânico também já pintou grafítis reivindicativos noutros territórios em conflito, como na Cisjordânia, como forma de expressar a sua solidariedade para com o povo palestiniano.

O portal Ukrinform recorda que recentemente foi leiloado em Londres um grafíti do artista com o propósito de apoiar um hospital infantil ucraniano que alcançou 81 mil libras (cerca de 93 mil euros).

Diário de Notícias
DN/Lusa
12 Novembro 2022 — 10:15



 

683: Activistas pelo clima invadiram a Ordem dos Contabilistas

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS/ACTIVISTAS/MANIF

Alguns dos manifestantes invadiram a Ordem dos Contabilistas, onde estava o ministro da Economia em reunião, durante a tarde deste sábado.

© Diana Quintela/ Global Imagens

Dezenas de manifestantes invadiram este sábado um edifício em Lisboa, onde decorria um evento privado com o ministro da Economia, António Costa Silva, durante uma marcha contra o Fracasso Climático.

No exterior do edifício, na Avenida Defensores de Chaves, centenas de manifestantes da marcha pelo clima, iniciativa organizada pela coligação “Unir Contra o Fracasso Climático”, cantavam “Fora, fora Costa Silva”.

Alguns manifestantes entraram dentro do edifício onde se encontrava o ministro da Economia, tendo sido chamadas as forças de segurança.

Duas unidades das forças de segurança entraram dentro do prédio, estando os manifestantes a ser retirados, alguns deles arrastados pelas forças de segurança.

“Não vamos sair daqui enquanto ele [ministro da Economia] não sair”, sublinhavam.

Posteriormente, foi criado um cordão formado por entre 15 a 20 forças de segurança à entrada do edifício.

Entretanto, os manifestantes abandonaram o local, passando pelo Arco do Cego, onde fizeram uma paragem de cerca de 15 minutos, seguindo para o Liceu Camões, onde chegaram por volta das 16:30.

Várias organizações ambientalistas juntam-se este sábado numa marcha pelo clima em Lisboa para exigirem “políticas climáticas compatíveis com a realidade climática”. Alguns dos manifestantes invadiram a Ordem dos Contabilistas na deste sábado para fazer frente ao ministro da economia.

Sob o lema “Unir contra o fracasso climático”, a marcha, que começa às 14:00 no Campo Pequeno e termina junto ao Instituto Superior Técnico, é convocada quando decorre, no Egipto, a 27.ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas.

A marcha é organizada por associações como a Climáximo, a DiEM25, a Scientist Rebellion Portugal e a Zero, bem como a Greve Climática Estudantil, que ao longo da última semana promoveu um protesto que passou pela ocupação de seis escolas secundárias e faculdades em Lisboa para apelar ao fim dos combustíveis fósseis.

Desde segunda-feira, o movimento Greve Climática Estudantil Lisboa iniciou um protesto que incluiu a ocupação de seis escolas e universidades de Lisboa, iniciativa que visa exigir o fim aos combustíveis fósseis até 2030 e a demissão do ministro da Economia e do Mar.

Diário de Notícias
DN/Lusa
12 Novembro 2022 — 15:21



 

682: Ensaio fotográfico @ 12.11.2022

Flag for PortugalLisboa, Portugal

O céu visto da minha janela em fim de tarde…

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12.11.2022



 

681: Ucrânia reconquista Kherson. Um dia histórico, uma “humilhação para Putin”, um ponto de viragem

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UCRÂNIA/KHERSON/LIBERDADE

Após a retirada das tropas russas da cidade ucraniana de Kherson esta sexta-feira, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, celebrou o que chamou de “um dia histórico”.

ZAP // Gerashchenko / Twitter

Pela primeira vez em mais de oito meses, esta sexta-feira, as tropas ucranianas voltaram a hastear bandeiras nacionais em Kherson.

A cidade, com cerca de 300 mil habitantes, tinha sido tomada pelas tropas russas quase no início da invasão do território, a 3 de Março.

Kherson é nossa“, escreveu Zelensky no seu canal no Telegram. Na mensagem, o presidente ucraniano confirmou que unidades especiais das Forças Armadas ucranianas já estavam na cidade após a saída de Moscovo.

Fotos tiradas na cidade mostram centenas de ucranianos nas ruas a comemorar a retirada russa.

Num vídeo verificado pela BBC, habitantes da cidade são vistos a agitar bandeiras e a cantar em homenagem aos soldados ucranianos: “Glória à Ucrânia! Glória aos Heróis!, Glória às Forças Armadas da Ucrânia!”.

Anteriormente, o Ministério da Defesa russo já tinha anunciado que cerca de 30.000 dos seus homens tinham deixado a região de Kherson em direcção à margem leste do rio Dnipro.

A cidade foi a única grande capital regional capturada por Moscovo desde o início da invasão, em Fevereiro.

Humilhação para Putin

Embora o governo russo não use a palavra “retirada”, o abandono de Kherson pelas suas tropas é visto por muitos analistas como “um revés humilhante” para os planos de Vladimir Putin.

O ministro da Defesa britânico, Ben Wallace, descreveu este sábado a retirada de Kherson como “outro fracasso estratégico” para Moscovo, e reiterou o apoio do Reino Unido à Ucrânia.

“A retirada da Rússia de Kherson marca outro fracasso estratégico. Em Fevereiro, a Rússia não conseguiu alcançar nenhum dos seus principais objectivos, excepto Kherson”, disse Wallace, em nota de imprensa citada pela agência  EFE.

Andrei Goryanov, director da delegação da BBC em Moscovo, recorda que há apenas um mês Putin tinha proclamado que este território permaneceria “para sempre” na Rússia.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, nega no entanto que a reconquista de Kherson pelos ucranianos seja uma humilhação para Putin.

“Há muitos especialistas diferentes — uns dizem isso, outros dizem outras coisas. Não queremos comentar nenhuma das declarações, disse Peskov aos jornalistas que o questionaram sobre o tema. “A operação militar especial continua“.

Mas, até agora, Kherson tinha sido fundamental para a estratégia de Moscovo na Ucrânia.

A ocupação da cidade permitiu que a Rússia tivesse acesso terrestre do continente à península da Crimeia, controlo que o Kremlin pretendia usar para alcançar as cidades ocidentais de Odessa e Nikolaiev para isolar a Ucrânia do Mar Negro.

Mas os avanços militares ucranianos no sul, somados a operações como as que levaram ao naufrágio do Moskva, principal navio da frota russa do Mar Negro, expuseram as deficiências e a má preparação do Exército de Putin.

Graças a mísseis HIMARS fabricados nos EUA, as tropas ucranianas também conseguiram destruir as pontes que ligam as duas margens do rio Dnipro, o que cortou o fornecimento de munições e suprimentos para os soldados russos.

“As tropas russas em Kherson morreriam de fome se ficassem lá mais tempo“, diz Goryanov, para quem a retirada “era inevitável e apenas uma questão de tempo”.

No entanto, como explica o enviado especial da BBC na Ucrânia, Jeremy Bowen, também é possível que, em termos estritamente militares, esta retirada seja a “coisa mais sensata que os russos fizeram desde o início da guerra”.

Ao deixar a sua posição no oeste da cidade, que já estava a tornar-se insustentável, para reorganizar as tropas do outro lado do rio, os russos podem na realidade ter complicado uma eventual ofensiva ucraniana, diz Bowen.

A margem leste do Dnipro está fortificada desde a barragem de Nova Kakhovka até ao Mar Negro, como mostram imagens de satélite — as quais revelam também que as tropas russas cavaram mais de 160 quilómetros de defesas ao longo do rio e terão construido bunkers de betão para defender essa margem do rio.

A imprensa ucraniana comparou essas fortificações à “Muralha do Atlântico“, criada pelos nazis para tentar impedir os desembarques aliados durante a 2ª Guerra Mundial.

O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, considera que a Rússia está sob pressão e afirmou que a retirada russa é “mais uma vitória” para os ucranianos.

Mas a retirada das tropas não está isenta de perigo, advertiu Mijailo Podoliak, conselheiro do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky.

Em primeiro lugar, as forças russas podem ter minado a cidade e deixado armadilhas para as tropas ucranianas que entram no território.

Ao sair da margem oeste do rio, as tropas russas também “evacuaram”, muitas vezes à força, um grande número de civis. Dessa forma, a Rússia pode agora, segundo Podoliak, bombardear Kherson sem piedade.

Além disso, recorda o conselheiro, sempre que a Rússia sofreu um revés militar, a sua resposta foi punir ainda mais a população. Assim, ataques com mísseis e drones poderiam dificultar ainda mais o inverno para os ucranianos.

Na quarta-feira, Zelensky assegurou que estava a agir “com muito cuidado, sem emoção, sem riscos desnecessários, com o objectivo de libertar todas os territórios de modo a que as perdas sejam as menores possíveis“.

Ponto de viragem

A cidade de Kherson, que antes da guerra tinha uma população de 380.000 habitantes, “é a porta de entrada para a Crimeia“, explica Marina Miron, investigadora de Estudos de Defesa do Kings College de Londres, à BBC.

“Recuperar Kherson pode facilitar o caminho para a reconquista da Crimeia, algo que a Ucrânia procura alcançar nesta guerra.”

A retirada de Kherson tem, segundo Andrei Goryanov, “um enorme impacto militar, simbólico e político“.

Além do efeito desmoralizador que a derrota impõe sobre as tropas russas, a retirada de Kherson e a construção de uma nova linha de defesa contra um eventual ataque à península da Crimeia muda o curso do conflito: a partir de agora, torna-se uma guerra de defesa para a Rússia.

Simbolicamente, Kherson também representa um fracasso para Moscovo: após oito meses de guerra, as forças russas não conseguiram mostrar resultados significativos.

Mas o impacto político é, segundo o correspondente russo da BBC, muito mais severo. “O regime de Putin é baseado na ideia da Rússia como uma super-potência. A derrota significativa contra um país muito menor coloca toda essa ideia em xeque”, explica Goryanov.

Como consequência, o presidente russo tem recebido críticas da ala mais dura do seu regime e, cada vez mais, a palavra “negociações” é ouvida com frequência entre os russos.

A Ucrânia, por sua vez, já disse que não está pronta para negociar até que a Rússia se retire de todos os territórios ocupados — e pague uma indemnização pelos danos causados pela invasão do país.

ZAP // BBC
12 Novembro, 2022


 

680: Governo gastou 21 mil euros numa mesa e em 24 cadeiras

“Governo gastou 21 mil euros numa mesa e em 24 cadeiras”…

Eu, quando deixar de pagar o IRS, que pago desde 2016, equivalente à soma dos subsídios de férias e de natal (fico sem eles e já nem chegam), também quero comprar uma mesa e 24 cadeiras por 21.000 €uros!

GOVERNO/PORTUGAL/DESPESAS EXÓTICAS

A Secretaria-Geral da Presidência do Conselho de Ministros comprou 24 cadeiras e uma mesa à marca portuguesa Olaia por cerca de 21 mil euros. Uma compra por ajuste directo que o gabinete de António Costa explica como “adequado em função do valor em causa”.

partyofeuropeansocialists / Flickr
O primeiro-ministro, António Costa

O contrato público foi assinado em Fevereiro deste ano, conforme divulga agora o Jornal de Notícias (JN).

Em causa está uma “mesa caravela São Bento” e 24 “cadeiras caravela”, em “madeira de carvalho natural”, da marca história portuguesa Olaia, como se pode ler no contrato a que o jornal teve acesso.

“O preço máximo a pagar pelo fornecimento e instalação é de 17 mil e 119 euros, acrescido do IVA”, o que dá cerca de 21 mil euros, acrescenta o JN.

A mobília foi adquirida no âmbito da mostra Design em São Bento, onde esteve exposta a par de outras peças de designers portugueses e de outras marcas nacionais.

Mais de 80 autores e 30 marcas portuguesas estão representadas nesta mostra, que conta com a colaboração de municípios, museus, empresas, designers e colecções privadas”, explica o gabinete do primeiro-ministro em nota enviada ao JN.

A compra foi uma “aquisição pontual” e foi feita por ajuste directo “em função do valor em causa”, como nota ainda o gabinete de Costa.

“O mobiliário adquirido integra o inventário dos bens móveis da residência oficial e, assim, permanecerá por tempo indeterminado”, acrescenta a mesma nota.

A Olaio é uma marca história portuguesa fundada em 1886, em Lisboa. Em 2016, ganhou nova vida pelas mãos dos neto e bisneto do fundador da marca, José Olaio. Nos anos de 1970, a marca chegou a vender peças à Ikea.

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ZAP //




 

679: NASA: Foguetão lunar resistiu ao furacão e está pronto para 1.º voo de teste

CIÊNCIA/NASA/FOGUETÃO LUNAR

A missão Artemis está já em curso e dela fazem parte vários ensaios até ao dia em que a cápsula Orion aterrará na Lua. Até lá, a NASA terá de enviar a Artemis I, que tem como objectivo chegar a orbitar o nosso satélite natural sem tripulação e regressar.

Contudo, o lançamento do SLS, o foguetão que levará a nave Orion para o espaço, tem sofrido vários atrasos. O último deveu-se a um novo furação que passou pela plataforma.

Com uma tempestade que ainda atingiu o foguetão, a equipa queixou-se que não foi avisada antecipadamente de mais este evento meteorológico que atingiu o SLS. Ao que parece está tudo OK com o veículo que está de novo pronto a voar. A data parece já ter sido marcada!

Missão Artemis I está de novo a mexer

O foguetão lunar da NASA necessita apenas de pequenas reparações após ter sofrido um furacão no bloco e está no bom caminho para o seu primeiro voo de ensaio na próxima semana, disse um alto funcionário na sexta-feira.

Neste momento, nada nos impede” de tentar um lançamento na quarta-feira.

Disse Jim Free, administrador da NASA.

Segundo Free, o vento nunca ultrapassou os limites do projecto do foguetão, pois o furacão Nicole varreu o Kennedy Space Center na quinta-feira. Mas o responsável da NASA reconheceu que se a equipa de lançamento tivesse sabido antecipadamente que um furacão iria atingir, provavelmente teriam mantido o foguete dentro de casa.

O foguete foi transferido para a plataforma no final da semana passada para a sua missão de demonstração de 4,1 mil milhões de dólares.

As rajadas atingiram os 160 km/h no topo da torre de lançamento, mas não foram tão fortes quanto no foguete. Os modelos de computador indicam que não deve haver problemas de força ou fadiga devido à tempestade, mesmo no interior do foguetão, referiu Free.

A NASA tinha como objectivo um lançamento antecipado na segunda-feira, mas colocou-o em espera durante dois dias por causa da tempestade.

Foguetão da NASA mais poderoso alguma vez construído

O foguete de 98 metros (que pesa 2.608 toneladas), conhecido como SLS (Space Launch System), é o mais poderoso alguma vez construído pela NASA. Uma cápsula da tripulação no topo do foguetão, com três manequins de teste a bordo, disparará para a Lua – o primeiro voo deste tipo em 50 anos, quando os astronautas da Apollo visitaram o nosso satélite pela última vez.

A NASA quer testar todos os sistemas antes de colocar os astronautas a bordo em 2024 para uma viagem à volta da lua.

Duas tentativas anteriores de lançamento, no final do verão, foram frustradas por fugas de combustível. O furacão Ian também forçou um regresso ao hangar no final de Setembro.

Pplware
Autor: Vítor M.
12 Nov 2022



 

678: Pró-russos escolhem capital regional provisória após perderem Kherson

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UCRÂNIA/ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /NOVA CAPITAL REGIONAL

As autoridades pró russas estão concentradas em Henichesk, que foi escolhida como capital administrativa provisória da região.

© EPA/HANNIBAL HANSCHKE

As autoridades pró russas de ocupação na Ucrânia escolheram a cidade portuária de Henichesk, na margem sul do Rio Dniepre, como capital provisória da região ucraniana de Kherson, noticiou este sábado a agência oficial russa TASS.

A cidade de Kherson é a capital da região com o mesmo nome, mas foi reocupada pelas forcas de Kiev na sexta-feira, após a retirada das tropas russas para a margem esquerda do Rio Dniepre.

“Hoje, a capital administrativa provisória da região de Kherson é Henichesk. Todas as principais autoridades estão aí concentradas”, disse Alexander Fomin, da administração pró-russa à TASS, que usa a transliteração do nome russo da cidade ucraniana.

As tropas russas ocuparam Henichesk em 27 de Fevereiro deste ano, quatro dias depois de terem invadido a Ucrânia.

A cidade tem o mesmo nome de um estreito que liga o sistema de lagoas que separa a Crimeia do resto da Ucrânia com o Mar de Azov.

Em Outubro, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinou um decreto que criou 20 administrações militares na região de Kherson, incluindo em Henichesk, de acordo com a agência Ukrinform.

Kherson é uma das quatro regiões anexadas pela Rússia desde que invadiu a Ucrânia, juntamente com Zaporijia (sudeste), Donetsk e Lugansk (leste).

A Rússia já tinha anexado a península ucraniana da Crimeia (sul) em 2014. A Ucrânia e a generalidade da comunidade internacional consideram as anexações ilegais.

A TASS lembrou que a ordem de retirada foi dada pelo ministro da Defesa, Serguei Shoigu, em 09 de Novembro, por sugestão do comandante das tropas russas na Ucrânia, general Serguei Surovikin.

Segundo Surovikin, “a decisão de retirar as forças está ligada, entre outras coisas, à ameaça de isolamento do grupo devido à inundação dos territórios abaixo da central hidroeléctrica de Kakhovskaya”, noticiou a agência oficial.

Mais de 115.000 civis foram também transferidos da margem direita do Dniepre, onde se situa a cidade de Kherson, para a margem esquerda, disse também o general russo.

A cidade de Kherson era a única capital regional ucraniana controlada pelas tropas de Moscovo.

A sua reconquista é considerada como uma das vitórias mais significativas de Kiev e uma humilhação para Moscovo.

A reconquista foi possível com o armamento que as forças armadas da Ucrânia receberam dos seus aliados ocidentais, que lhes permitiu lançar uma contra-ofensiva no sul e no leste há cerca de dois meses.

A guerra na Ucrânia, em curso há quase nove meses, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Desconhece-se o número de baixas civis e militares, mas diversas fontes, incluindo a ONU, têm alertado que será elevado.

Diário de Notícias
DN/Lusa
12 Novembro 2022 — 11:17



 

Jerónimo de Sousa aponta ao “reforço” do PCP, contra “campanha de calúnias”

– Engraçado… Ao ler este artigo e contextualizando-o internacionalmente, parece estar a ver/ouvir os discursos dos ORCS russonazis ☠️卐☠️ a proferirem o mesmo tipo de linguagem – forças reaccionárias, natureza da NATO, a guerra e as sanções -, embora a ex-URSS já não tenha nada a ver com comunismo – até a bandeira mudaram da cor vermelha com a foice e o martelo para as três listas branca, vermelha e azul). Interessante, mas nada de estranhar…!

POLÍTICA/PZP/CONFERÊNCIA NACIONAL

Na sua última intervenção como líder do PCP, Jerónimo de Sousa insurgiu-se contra a “campanha antidemocrática” contra o partido e deixou um caderno de encargos ao sucessor Paulo Raimundo, que será eleito em Comité Central ao final desta tarde de sábado. E despediu-se com muito afecto.

Jerónimo de Sousa
© Reinaldo Rodrigues / Global Imagens

Jerónimo de Sousa, naquele que foi o último discurso como líder ao partido, entrou no Pavilhão Alto do Moinho, em Corroios, Seixal, sob forte aplauso e o grito em uníssono “PCP, PCP” e punhos erguidos dos delegados comunistas que participam na Conferência Nacional que marcará a mudança de liderança do PCP para as mãos de Paulo Raimundo.

“Sabemos dos impactos negativos nos planos eleitorais, da expressão institucional, das nossas dificuldades, das nossas insuficiências e atrasos que estão identificados e importa superar”, assumiu perante os seus camaradas.

A Internacional abriu os trabalhos e Jerónimo, nestas últimas palavras enquanto secretário-geral, reafirmou os princípios do PCP e recebeu novamente palmas quando disse que o partido é vítima “de campanhas de deturpação” de “calúnias e tentativas de chantagem”.

“A classe dominante – os senhores do mando do país – ambicionaria que, perante a ofensiva, o partido tivesse soçobrado e abdicado dos seus princípios, se submetesse a sua agenda e aos seus critérios.

Que escondesse ao povo a verdade sobre os aproveitamentos da pandemia, as opções de classe do PS, os projectos das forças reaccionárias, a natureza da NATO, a guerra e as sanções. Enganaram-se e vão continuar enganados!” As palmas irromperam novamente no Pavilhão.

Jerónimo de Sousa já se tinha insurgido contra “o imperialismo” e contra a o “aproveitamento da pandemia, da instigação da confrontação e principalmente das sanções”. Nunca mencionou a palavra Rússia, apenas aludiu à intensificação da guerra na Ucrânia.

Que, disse, resulta num processo de degradação de condições de vida dos portugueses, sem que o Orçamento do Estado para 2023, a ser debatido no Parlamento, responda ao “aumento do custo de vida”.

“A governação mostra cada vez mais um PS inclinado para a direita”, afirmou. Ele que deu a mão ao PS em 2015 para formar a geringonça, mas que em 2021 chumbou o OE para este ano e ajudou a fazer cair o governo de António Costa.”A proposta de Orçamento do Estado aprofundará o empobrecimento da maioria da população”, assegurou.

Além do “embuste do aumento das reformas”, da “farsa da revalorização salarial” do chamado Acordo de Rendimentos, da “retoma do processo privatizador da TAP”, o líder comunista cessante atacou o processo de revisão constitucional em curso e para o qual também contribuiu com um projecto de lei.

“É explicito e crescente o confronto com a Constituição portuguesa por parte de forças reaccionárias com o objectivo da sua revisão e subversão”. Jerónimo associou sempre PS, PSD, CDS, Chega e IL tudo num mesmo bolo.

Caderno de encargos para o país e partido

Mesmo de saída da liderança., e continuando a participar na vida do partido como prometeu, Jerónimo de Sousa deixou um caderno de encargos para o país e para o partido. Paulo Raimundo, sentado na mesa da direcção do partido ouviu-o, a poucas horas de lhe suceder. Entrou, aliás, no Pavilhão ao seu lado.

Das “lutas” para Portugal: aumento dos salários; promoção dos direitos das crianças e pais; bater-se por melhores condições de vida da juventude; valorização das reformas e das funções sociais do Estado, entre outras.

O “reforço” do partido foi a grande mensagem deixada para o camarada que lhe vai suceder. Jerónimo de Sousa apontou à “formação de quadros”, ao recrutamento de novos militantes, maior intervenção junto “da classe operária”, tal como “promover uma ampla iniciativa a partir das organizações locais do partido”.

No plano da imprensa, o líder comunista cessante, que deixa estas funções no partido após 18 anos (em 2004 foi eleito secretário-geral do PCP) sublinhou a campanha em torno do órgão oficial do PCP, O Avante!, a iniciar em Abril de 2023, para aumentar a promoção e venda do jornal.

Com o quadro de fundo de um partido que tem encolhido nas urnas – de 12 deputados ainda saídos das eleições de 2019, a bancada parlamentar passou para 6 nas de 2022 – Jerónimo de Sousa rematou a garantir que “o PCP influenciou e influencia a evolução da vida nacional”, “um dever do qual o PCP não abdica”.

A Conferência Nacional rendeu-se em palmas e “assim se vê a força do PC” soou no Pavilhão do Alto do Moinho com grande intensidade. Uma ovação de sete minutos de pé.

Os trabalhos prosseguem esta tarde com intervenções de delegados dos vários distritos do país e culminará amanhã com a intervenção do novo secretário-geral comunista, Paulo Raimundo, que será eleito ao final da tarde na reunião do Comité Central.

A Conferência Nacional do PCP, a quarta em 100 anos, foi organizada com o objectivo de reenquadrar a acção do partido em contexto de maioria absoluta do PS, aumento da inflação e consequente degradação das condições de vida da generalidade da população, e também de incerteza em relação ao redesenho do mapa geopolítico internacional.

Diário de Notícias
Paula Sá
12 Novembro 2022 — 11:21