700: NASA lançou um “disco voador” insuflável (vídeo)

CIÊNCIA/ESPAÇO/NASA/TECNOLOGIA

Na passada quinta-feira, o foguetão Atlas V descolou da Base da Força Espacial de Vandenberg na Califórnia e tinha na agenda duas tarefas para executar. Uma era convencional, mas a outra era… especial. Lançar um espécie de disco voador.

A primeira tarefa foi transportar um novo satélite meteorológico (JPSS-2) que nos ajudará na nossa previsão, monitorização e controlo de crises climáticas. A segunda… bom, vamos conhecer esse tal “disco voador”.

O foguete Atlas V da United Launch Alliance transportou o satélite JPSS-2 e lançou um sistema bizarro, que se chama LOFTID – Low-Earth Orbit Flight Test of an Inflatable Decelerator.

Embora o seu nome não diga muito, pode tornar-se um dos nossos aliados mais valiosos em missões espaciais a Marte, Vénus ou Titan.

O que é o LOFTID?

Basicamente, consiste numa espécie de travão para facilitar os desembarques, tanto noutros planetas ou luas, como no regresso à Terra.

Isto porque Marte tem uma atmosfera muito menos densa do que a do nosso planeta, o que representa um desafio considerável quando se trata de travar as naves espaciais e aterrá-las na sua superfície.

A atmosfera é suficientemente espessa para proporcionar alguma resistência, mas demasiado fina para desacelerar a nave tão rapidamente como o faria na atmosfera terrestre.

Explicou a NASA.

Segundo a NASA, actualmente, podemos transportar cerca de uma tonelada métrica para a superfície do planeta vermelho, o suficiente para levar algo como o Rover Perseverança. Contudo, como será possível aterrar cargas maiores para futuras missões mais ambiciosas ou até mesmo levar equipamento experimental, ou tripulações humanas?

De facto tem de haver forma de fazer aterrar estes equipamentos mais pesados para explorações bem mais exigentes.

NASA prepara um disco voador para aterrarmos em Marte

A NASA sabe que os actuais aeroshells (aero-escudos), as conchas rígidas que ajudam à desaceleração e protegem as naves espaciais durante a entrada atmosférica, representam uma solução limitada e decidiu procurar uma alternativa.

Então criaram um modelo insuflável que pode ser fabricado e implantado numa escala muito maior. Este “disco gigante”, é protegido por um escudo térmico flexível e – uma vez activo na atmosfera – actua como um enorme sistema de travagem.

Esta é a filosofia do LOFTID, capaz de iniciar a desaceleração nas zonas superiores da atmosfera, a uma maior altitude.

Cada vez mais com o foco em Marte e noutros planeta (e luas) a agência espacial norte-americana desenvolveu um modelo que os cientistas testaram esta semana. O disco tem cerca de seis metros de diâmetro e é constituído por várias camadas, incluindo carboneto de silício.

Com um dispositivo como o LOFTID, relata a CNN, poderíamos chegar a Marte com 20 a 40 toneladas métricas, muito mais do que a tecnologia que utilizamos agora.

A concha aerodinâmica destacável de LOFTID, uma estrutura insuflável protegida por um escudo térmico flexível, actua como um travão gigante ao atravessar a atmosfera marciana. O dispositivo está preparado para sobreviver a descidas para a atmosfera a velocidades vertiginosas que, entre outras coisas, o sujeitam a temperaturas de cerca de 1.600 °C e pode ser armazenado num cilindro relativamente pequeno, com cerca de 1,2 metros de largura.

Revelou a NASA no seu site dedicado a esta missão.

A experiência desta semana, para a qual a NASA forneceu actualizações com cada novo desenvolvimento, dará aos cientistas uma melhor compreensão das capacidades do LOFTID.

Cerca de 90 minutos após a descolagem, o dispositivo separou-se do satélite polar e empreendeu a sua própria experiência, reentrando na atmosfera terrestre durante uma manobra que foi cuidadosamente registada pelos seus sensores incorporados.

Os investigadores recolheram dados para avaliar o comportamento do seu escudo térmico e a resposta do material.

Mais um pequeno passo para conquistar Marte

O material acabou por cair no Oceano Pacífico, a cerca de 800 do Havai, um par de horas após a descolagem. O processo foi bem documentado e mostra o LOFTID a descer sob um para-quedas mesmo antes de acabar a flutuar na água.

Os peritos recuperaram tanto o escudo térmico como o módulo de dados de ejecção, um pequeno dispositivo que foi ejectado com uma cópia de segurança de todos os eventos registados durante o teste.

Uma breve e curiosa experiência que pode um dia facilitar-nos muito mais a colocação dos pés no planeta vermelho ou durante as manobras de regresso ao nosso próprio planeta.

Pplware
Autor: Vítor M.
13 Nov 2022



 

Zelensky diz que atrocidades russas em Kherson são “as mesmas” que noutras regiões

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“Os investigadores já documentaram mais de 400 crimes de guerra russos, os corpos de tanto civis como pessoal militar estão a ser encontrados”, indicou o presidente.

Uma imagem do vídeo com a declaração do presidente.
© DR/Facebook Zelensky

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse este domingo que os militares de Kiev descobriram provas das atrocidades russas na região de Kherson semelhantes às descobertas noutras localidades da Ucrânia previamente ocupadas por Moscovo.

“Na região de Kherson, o exército russo deixou para trás as mesmas atrocidades que noutras regiões do nosso país onde conseguiu entrar”, disse na sua intervenção diária, publicada nas redes sociais, sem dar contudo mais pormenores.

Após a retirada russa de localidades como Bucha ou Izium, foram encontrados indícios de massacres e valas comuns.

“Os investigadores já documentaram mais de 400 crimes de guerra russos, os corpos de tanto civis como pessoal militar estão a ser encontrados”, indicou o presidente, não sendo claro se está a referir-se apenas a Kherson.

“Vamos encontrar e trazer à justiça cada assassino, sem dúvida”, prometeu.

“A detenção dos soldados russos e dos mercenários que foram deixados para trás neste território e a neutralização dos sabotadores está a acontecer”, indicou.

O presidente diz que está a ser feito tudo para recuperar a electricidade, a água e a Internet na região, que os russos abandonaram na semana passada. Mas Zelensky avisa que “a situação em Kherson ainda é muito perigosa”, referindo, por exemplo, as minas.

Diário de Notícias
DN
13 Novembro 2022 — 21:18



 

698: Putin ordena desmobilização de estudantes de Donetsk e Lugansk

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UCRÂNIA/ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ DESMOBILIZAÇÃO

Nas últimas semanas, as forças ucranianas recuperaram parte do território que tinham perdido para a Rússia desde a invasão do seu país lançada em 24 de Fevereiro deste ano.

O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou a desmobilização dos estudantes das chamadas repúblicas populares de Donetsk e Lugansk (no Donbass), que tinham sido chamados antes da sua anexação por Moscovo, anunciou este domingo o Kremlin.

“Putin ordenou a desmobilização dos estudantes e a organização para o seu regresso à escola”, disse o porta-voz presidencial russo, Dmitri Peskov, citado pela agência Efe.

Peskov acrescentou que as milícias em Donetsk e Lugansk foram integradas nas Forças Armadas russas após a incorporação destas entidades na Federação Russa, em 30 de Setembro.

As autoridades pró-Moscovo nestas apelidadas repúblicas populares ordenaram uma mobilização geral em 19 de Fevereiro, cinco dias antes de a Rússia lançar a sua “operação militar especial” na Ucrânia.

Na ocasião, todos os homens com idades compreendidas entre os 18 e os 27 anos foram chamados, tendo os homens até 55 anos ficado proibidos de abandonar os territórios das entidades separatistas.

Nas últimas semanas, as forças ucranianas recuperaram parte do território que tinham perdido para a Rússia desde a invasão do seu país lançada em 24 de Fevereiro deste ano.

Para isso, têm em curso uma contra-ofensiva no sul e no leste da Ucrânia tornada possível com o armamento que têm recebido dos seus aliados ocidentais.

A recuperação da cidade de Kherson (sul), na sexta-feira, após a retirada de milhares de soldados russos, foi o mais recente sucesso da contra-ofensiva ucraniana.

A guerra iniciada pela Rússia mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1930-1945).

Além de baixas ainda por determinar e a destruição de muitas zonas da Ucrânia, a guerra e as sanções impostas à Rússia provocaram perturbações em muitos sectores a nível global, particularmente nos mercados de energia e alimentar.

Esta crise ocorre numa altura em que a economia mundial ainda está a tentar recuperar das perturbações causadas pela pandemia de covid-19, questões que serão discutidas no G20.

Diário de Notícias
DN/Lusa
13 Novembro 2022 — 17:23



 

697: Kremlin quer tirar passaporte a cidadãos que critiquem a guerra

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ORCS/DITADURA RUSSONAZI ☠️卐☠️

O presidente russo, Vladimir Putin, vai propor uma medida que permitirá que as autoridades do país retirem o passaporte a cidadãos que não nasceram na Rússia, por críticas ao governo e à guerra na Ucrânia.

Segundo a agência de notícias independente russa Meduza, citada pela Sky News, a notícia surge depois da retirada dos russos de Kherson, com o Kremlin a querer apontar o dedo a cidadãos ucranianos que receberam passaportes russos durante a ocupação. A Meduza diz que a medida quer criminalizar a “descredibilização do exército russo, espalhar notícias falsas e participar em atividades de organização indesejável”.

Notícias ao Minuto
Hélio Carvalho
13.11.2022



 

696: Bandeira ucraniana pendurada sobre a ponte Antonivskyi em Kherson

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UCRÂNIA/KHERSON/FUGA/ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Um vídeo filmado por soldados ucranianos, e divulgado este domingo nas redes sociais, mostra uma bandeira da Ucrânia a ser pendurada na ponte Antonivskyi.

Este local, de acordo com o The Kyiv Independent, é uma “passagem estratégica entre a margem oeste de Kherson e a margem leste para onde os russos recuaram”.

Notícias ao Minuto
Daniela Carrilho
13.11.2022



 

695: Estudo descobre como a Parkinson se espalha pelo cérebro

CIÊNCIA/PARKINSON

A pesquisa pode ter resolvido um mistério antigo sobre a doença e descoberto como os agregados de alfa-sinucleína se espalham pelo cérebro e causam a progressão da Parkison.

(CC0/PD) StockSnap / pixabay

Um novo estudo publicado na Nature Communications resolveu um mistério sobre a doença de Parkinson. De acordo com a pesquisa, os agregados da proteína alfa-sinucleína espalham-se nos cérebros de pacientes com a doença de Parkinson através de um processo de ejecção do lixo celular.

Durante este processo, conhecido como exocitose de lisossomos, os neurónios libertam lixo de proteínas que não pode ser degradado ou reciclado. Esta descoberta tem grandes implicações nos tratamentos e na prevenção da doença.

A Parkinson é uma doença neurológica caracterizada pela perda de neurónios num padrão que se espalha pelo cérebro. Ao longo de vários anos, a doença progride e os pacientes começam a sofrer com tremores e a ter problemas de mobilidade.

Ainda não se sabe muitos detalhes sobre a progressão da doença, pelo que os actuais tratamentos apenas aliviam alguns dos tremores, mas não conseguem travar o avanço da doença.

Nas últimas décadas, foi descoberto que a morte dos neurónios causada pela doença surge no seguimento da propagação de agregados anormais de alfa-sinucleína pelo cérebro, relata o SciTech Daily. Experiências anteriores e ratos e primatas não-humanos mostraram que injectar estes agregados no cérebro pode iniciar alguma da degeneração típica da Parkinson.

Os detalhes sobre como os neurónios fazem esta transmissão entre si nunca foram bem entendidos. No novo estudo, a equipa mostrou que estes agregados de alfa-sinucleína originam-se dentro dos próprios neurónios e depois acumulam-se dentro dos “caixotes do lixo” em forma de cápsula que existem nos lisossomos.

Os lisossomos contém enzimas que desfazem as proteínas e outro lixo molecular e transformam-nas em blocos de construção, essencialmente digerindo e reciclando-o.

Mas os investigadores encontraram provas de que os agregados não são degradados pelos lisossomos e que são simplesmente cuspidos dos seus neurónios de nascença.

Nesse processo, chamado de exocitose, o lisossomo move-se para a membrana celular e funde-se com ela, de modo que o conteúdo do lisossomo é descarregado – como está, sem qualquer encapsulamento – no fluido que envolve a célula.

Os investigadores também mostraram em outros experimentos que, ao reduzir a taxa de exocitose lisossomal, é possível reduzir a concentração aparente de agregados capazes de se espalhar — o que pode vir a ser usado nos tratamentos da Parkinson.

A equipa está agora a dedicar-se a estudos sobre o impacto deste fenómeno no desenvolvimento da Alzheimer.

ZAP //
13 Novembro, 2022



 

694: Inflação não justifica assalto nas portagens

– “… E contar com o bom-senso dos accionistas das autoestradas para que repartam as vicissitudes da guerra por todos. Ou estamos com a Ucrânia, ou não estamos.”

Estes aumentos não me afectam porque não possuo viatura, mas estes gajos não estão com ninguém! Eles querem lá saber dos milhares de mortos na guerra da Ucrânia; eles querem lá saber da destruição de infra-estruturas de todo o tipo na Ucrânia provocadas pela invasão de um país pária russonazi ☠️卐☠️, chefiado por um assassino terrorista profissional que continua a dormir descansado como se nada se passasse! Eles apenas olham para o seu umbigo e dizem se eu estou bem, os outros que se fodam!

OPINIÃO

1 A partir de terça-feira, o governo tem de dizer se aceita o crescimento dos preços das portagens, em linha com a inflação – em redor de 10%. É o que está na lei. Ora, como se sabe, as concessionárias das autoestradas não têm pena da perda de rendimento dos portugueses nem da espiral inflacionista. Que boas razões para se evitar então esta aparente inevitabilidade?

Para começar, temos de verificar se as autoestradas são realmente atacadas pela inflação. Olhando, não parece. As concessionárias têm três grandes custos: de capital (o montante para investimento inicial); o de salários + operação; e o de manutenção + alargamento de vias. Não é difícil concluir que o serviço da dívida constitui uma parte significativa.

Portanto, se um dos custos principais do negócio são as taxas de juro de investimento, e estas, felizmente, estão muito abaixo da inflação, então a Brisa, Ascendi, etc., têm de fazer contas tendo por base a taxa de referência do BCE (2%) e a Euribor (abaixo dos 3%). Acrescentando-se às contas o aumento dos salários e custos operacionais, não há evidência que justifique um aumento de 10% nas portagens.

Em 2021, a principal empresa, a Brisa, facturou 529 milhões em portagens. Quer um jackpot automático de 10% (mais 50 milhões)? Num negócio com concorrência, isto não sucederia.

Olhemos em detalhe para as contas da Brisa. A concessionária teve em 2021 um volume de negócios global próximo dos 580 milhões, dos quais 262 milhões são resultados antes de impostos – que se transformaram em 183 milhões de lucros e uma distribuição de dividendos de 129 milhões. “Lucros excessivos”?

O conceito até pode ser injusto para empresas que actuam em mercados com concorrência, mas este caso das autoestradas é ainda mais especial. Viver da exploração de bens públicos únicos tem de obrigar a mitigações do negócio em função da realidade do país. Mas talvez nem seja preciso usar-se este princípio. Vejamos um princípio mais prático.

Governo e concessionárias preparam-se para o brilharete: alargar o número de anos em que continuaremos a pagar portagens.

Sabe-se que as concessionárias invocam os direitos contratuais de aumentar as portagens segundo a inflação. Mas a “letra da lei” pede que vejamos também o “espírito da lei”. Inflação e taxas de juro já não são hoje quase sinónimos – como seriam em 1997 quando, por exemplo, o Decreto-Lei 294/97 foi redigido.

Perante uma diferença de 7% ou 8% entre inflação e juros, provem que 100% do negócio sofre com 10% de inflação. O detalhe dos relatórios e contas mostra que não têm essa legitimidade.

2 Aumentar as portagens é um atentado económico profundamente desigual face às diferentes zonas do país. Quem paga os (exorbitantes) preços na classe 1 de veículos ligeiros, não faz ideia de quão ainda mais absurdo é o custo das classes 2, 3 e 4.

O valor das portagens, associado ao dos combustíveis, aumenta cada vez mais o risco de deixarmos as maçãs nas macieiras e as peças de olaria na loja da vila.

Porque o baixo valor de muita da economia portuguesa – de sobrevivência em tantas pequenas terras – não aguenta esta economia-falcão liderada por empresas muito sofisticadas que manobram o Estado com conceitos jurídicos que presidentes com responsabilidade social como o da Brisa, Pires de Lima, podem e devem afastar.

Além disso o custo global das viagens é o maior travão para o desenvolvimento do turismo interno – disto a Confederação do Turismo não fala nem manda fazer estudos apesar de ser o segmento mais fiável para ajudar hotéis e restauração em todas as épocas do ano.

É mais caro viajar-se entre o norte e o sul do país do que apanhar um avião low-cost para um fim de semana numa cidade europeia.

E mais um ponto: não nos façam chorar de rir com argumentos sobre o clima para legitimar a subida das portagens – que aumentam sempre, nunca descem.

Menos emissão de carbono deve ser conseguido através de mais ou menos impostos sobre os combustíveis e melhores transportes. Viajar em Portugal, mesmo que por estrada, pode ser menos poluente do que apanhar um avião (que não paga impostos no combustível).

3 Questão decisiva: a maioria dos cidadãos pensa que as autoestradas serão eternamente da Brisa ou Ascendi. Não é assim. Por exemplo, há prazos de concessões da Brisa a acabarem em 2035.

As vias passarão a ser do Estado – eventualmente sem portagens ou com portagem mínima para custos de manutenção. Imaginam o impacto disto na economia e na vida de tantos trabalhadores?

Daí estarem-nos a levar para esta solução. Sempre a mesma solução. Qual? Governo e concessionárias preparam-se para o brilharete: alargar o número de anos em que continuaremos a pagar portagens.

Menos custo este ano, mais X anos de concessão. Assim não dói. O futuro é um lugar distante (onde se pagam portagens…). Com esta táctica, os governos mantêm-se populares. Só que não queremos mais anestesias e dilações de prazos de concessão.

É altura de olhar para as regras e ver quão absurdas e anacrónicas são. E contar com o bom-senso dos accionistas das autoestradas para que repartam as vicissitudes da guerra por todos. Ou estamos com a Ucrânia, ou não estamos.

Jornalista

Diário de Notícias
Daniel Deusdado
13 Novembro 2022 — 07:00



 

693: Guerra na Ucrânia impede comunicado final da cimeira da Ásia Oriental

– Estes parasitas russonazis ☠️卐☠️ pensam que o Mundo tem de obedecer às suas directrizes imperialistas. Saiam da ONU e do Conselho de Segurança e formem uma nova organização onde apenas podem caber Estados párias, terroristas, repressivos, assassinos! Tão fácil! E dizerem que este gajo é chefe da “diplomacia” russa é ridículo! Terroristas não possuem diplomacia!

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ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ASEAN

Segundo Serguei Lavrov, “os Estados Unidos e os seus aliados insistem numa linguagem absolutamente inaceitável em relação à situação na Ucrânia” na Associação das Nações do Sudeste Asiático.

A cimeira da Ásia Oriental, em que participam Estados Unidos e Rússia, terminou este sábado em Phnom Penh sem um comunicado conjunto devido a referências à guerra na Ucrânia, anunciou o chefe da diplomacia russa.

“Não houve acordo”, disse Serguei Lavrov numa conferência de imprensa após a cimeira que juntou a Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) e os seus principais parceiros.

“Os Estados Unidos e os seus aliados insistem numa linguagem absolutamente inaceitável em relação à situação na Ucrânia, pelo que será emitida uma declaração presidencial”, disse Lavrov, citado pela agência espanhola EFE.

A cimeira juntou na capital do Cambodja os 10 países da ASEAN e Austrália, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, Índia, Japão, Nova Zelândia, Rússia e União Europeia.

A ASEAN é formada por Brunei, Cambodja, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Myanmar (antiga Birmânia), Singapura, Tailândia e Vietname.

Myanmar não enviou qualquer representante à cimeira porque a junta militar, no poder desde o golpe de Estado de 2021, foi vetada pela ASEAN por não facilitar uma solução para a crise política no país.

A reunião juntou na mesma sala Serguei Lavrov, o Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, o primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, e o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel.

Numa atmosfera de divisão e à porta fechada, esperava-se que o encontro fosse dominado pela guerra na Ucrânia, a crise energética e alimentar, e a rivalidade entre China e Estados Unidos, entre outras questões.

O primeiro-ministro cambojano, Hun Sen, cujo país preside à ASEAN este ano, disse antes da reunião que estava ciente das divisões, mas também confiante de que era possível chegar a acordos para construir uma região “mais pacífica, harmoniosa e próspera”.

Lavrov chefia a delegação russa, face à ausência do Presidente Vladimir Putin, que não se deslocou a Phnom Penh nem participará na cimeira do G20, na terça e quarta-feira, na Indonésia.

O Kremlin (Presidência) alegou problemas de agenda e a necessidade de Putin permanecer na Rússia para justificar a sua ausência nas reuniões.

A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de Fevereiro deste ano, mergulhando a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1930-1945).

A generalidade da comunidade internacional condenou a Rússia pela invasão e decretou sanções contra interesses russos.

Os aliados ocidentais da Ucrânia têm fornecido armamento às tropas ucranianas, que lançaram recentemente uma contra-ofensiva e reconquistaram zonas que estavam sob controlo russo, incluindo parte da região de Kherson, no sul.

Diário de Notícias
DN/Lusa
13 Novembro 2022 — 10:47



 

692: Kiev restabelece poder em Kherson e o exército começa a desminar a cidade

– A prova mais que provada da propaganda russonazi ☠️卐☠️ em que se afirmava, durante o referendo ilegal, que 90% da população de Kherson pretendia a anexação à Rússia! Vêem-se os tais 90%!

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UCRÂNIA/KHERSON/LIBERTAÇÃO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Os ucranianos celebraram, no sábado, a retirada das tropas russas de Kherson. E as autoridades de Kiev adiantaram que o exército ucraniano está a registar crimes cometidos pelos russos, para restabelecer o poder em toda a região.

Ucranianos celebram retirada das tropas russas de Kherson © OLEKSANDR GIMANOV/AFP or licensors

Kherson era uma das quatro regiões da Ucrânia que o Presidente russo Vladimir Putin afirmou ter anexado em Setembro. Mas semanas depois, a retirada russa da cidade reforçou a resistência ucraniana depois de quase nove meses de combate.

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse no sábado que as forças ucranianas tinham estabelecido o controlo de 60 assentamentos na região de Kherson. Agradeceu também às tropas que ajudaram a reconquistar a cidade.

A televisão pública russa mostrou imagens residentes de Nova Kakhovka, na região de Kherson, escondidos em abrigos durante os bombardeamentos. Antes de fugirem de Kherson, os ocupantes russos destruíram todas as infra-estruturas críticas: comunicações, abastecimento de água, aquecimento e electricidade.

MSN Notícias
Euronews Português Euronews Português
Patricia Tavares
13.11.2022



 

691: Guerra na Ucrânia: como retirada russa de Kherson pode abalar imagem de Putin

– Cantaste de galo e não conseguiste galar… 🙂

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UCRÂNIA/GUERRA/INVASÃO ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Como a mensagem mudou.

Vladimir Putin comemorou anexação declarada de regiões ucranianas em Setembro © Getty Images

Logo depois que a Rússia invadiu a Ucrânia, os apresentadores de programas de TV aqui estavam prevendo com confiança que em poucos dias as tropas russas estariam marchando por Kiev.

Isso foi há quase nove meses.

Esta semana, os mesmos apresentadores anunciaram a “difícil decisão” do Exército de retirar as forças russas de Kherson – a única capital regional ucraniana que a Rússia conseguiu capturar e ocupar desde a invasão do país em 24 de Fevereiro.

Apenas seis semanas atrás, o presidente Vladimir Putin afirmou ter anexado a região de Kherson, juntamente com outros três territórios ucranianos, insistindo que eles seriam parte da Rússia para sempre.

“Eu queria que nossa bandeira estivesse hasteada em Kiev em Março”, disse o âncora Vladimir Solovyov aos telespectadores de seu programa.

É exactamente assim que o Kremlin está tentando retratar tudo isso: culpando o Ocidente. A mensagem da média estatal russa é que, na Ucrânia, a Rússia está enfrentando o poder combinado dos Estados Unidos, Reino Unido, União Europeia e NATO.

Em outras palavras, os contratempos no campo de batalha não são culpa do Kremlin, mas obra de inimigos externos.

Há outra mensagem também: não critique o Exército russo ou o presidente da Rússia pelo que deu errado na Ucrânia. Em vez disso, cumpra seu dever e junte-se à luta.

É um conselho que, por enquanto, vozes russas proeminentes e poderosas parecem estar seguindo.

O líder tchetcheno, Ramzan Kadyrov, e Yevgeny Prigozhin, fundador do grupo mercenário Wagner, têm criticado abertamente a liderança militar russa. Mas sobre a retirada de Kherson, ambos postaram mensagens de apoio ao comandante russo na Ucrânia, o general Surovikin, que havia recomendado a retirada.

O mesmo não pode ser dito dos blogueiros militares russos pró-guerra. Eles estão escrevendo mensagens raivosas, como:

“Nunca esquecerei esse assassinato das esperanças da Rússia. Essa traição ficará gravada em meu coração por séculos.” – Zastavny.

“Esta é uma enorme derrota geopolítica para Putin e a Rússia… o Ministério da Defesa perdeu a confiança da sociedade há muito tempo… agora, a confiança no presidente vai desaparecer.” – Zloi Zhurnalist.

Não se o Kremlin puder evitar, porque tem se esforçado para distanciar o presidente Putin da retirada, sabendo que muitos na Rússia a verão como um revés militar e um golpe duro contra o prestígio russo.

No início desta semana, foram os generais que anunciaram que as forças russas seriam retiradas de parte da região de Kherson.

A TV russa mostrou o ministro da Defesa, Sergei Shoigu, emitindo a ordem, após consultas com o general Surovikin. Putin não estava à vista em lugar algum.

O general Surovikin (esq.) disse que a retirada, ordenada pelo ministro da Defesa (dir,) foi uma decisão difícil © Ministério da Defesa da Rússia

“O ministro da Defesa tomou a decisão, não tenho nada a dizer sobre isso”, disse o porta-voz de Putin, Dmitry Peskov, a jornalistas na sexta-feira (11/11). O Kremlin está deixando os militares assumirem a responsabilidade pela retirada. Ou pelo menos tentando.

Mas foi Putin que ordenou a invasão da Ucrânia. O que ele chama de “operação militar especial” foi ideia dele. Distanciar-se de qualquer aspecto ligado à invasão não será fácil.

Há um perigo aqui para Vladimir Putin, mas que antecede a retirada de Kherson. Os acontecimentos dos últimos nove meses correm o risco de mudar a forma como o presidente é visto em casa: não tanto pelo público russo, mas – crucialmente – pela elite russa, pelas pessoas ao seu redor, pelas pessoas no poder.

Durante anos, eles viram Putin como um mestre estrategista, como alguém que sempre consegue sair por cima… como um vencedor. Eles o viram como o eixo central do sistema do qual fazem parte e que foi construído em torno dele.

Vitórias, no entanto, estão em falta desde 24 de Fevereiro. A invasão de Vladimir Putin não saiu conforme o planeado.

Não só resultou em morte e destruição na Ucrânia, mas perdas militares significativas para seu próprio exército. Ele havia prometido que apenas “soldados profissionais” lutariam, mas depois convocou centenas de milhares de cidadãos para as Forças Armadas para participar da guerra.

Os custos económicos para a Rússia também foram consideráveis.

O Kremlin costumava retratar Vladimir Putin como o “sr. Estabilidade” na Rússia. Isso se tornou muito mais difícil de concretizar.

– Texto originalmente publicado em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63611690

MSN Notícias

BBC News BBC News
12.11.2022 às 23:13