715: A Minha Cozinha

Um só tacho, vários ingredientes e uma receita deliciosa. Um guisado de grão com cubos de pota é tão bom quanto simples. Sirva com folhas de hortelã (utilizei coentros frescos) e bom apetite!

GUISADO DE GRÃO COM CUBOS DE POTA

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Ingredientes:

– 500 g de tiras de pota congeladas
– 840 g de grão-de-bico cozido (1 lata grande)
– azeite extra-virgem q.b.
– 100 g de cebola picada congelada Pingo Doce
– 200 g de cenoura baby
– 200 g courgette (não utilizei)
– 200 g de batatas
– 200 g de polpa de tomate com cebola e alho
– hortelã fresca q.b. (não utilizei)
– sal marinho e pimenta de moinho q.b.

Preparação:

01.- Descongele e corte as tiras de pota em cubos. Deite o azeite num tacho a cobrir o fundo e deixe aquecer. Junte depois a cebola, a cenoura, a courgette e a batata cortadas em cubos, tempere com o sal e pimenta moída na altura, tape e cozinhe sobre lume médio cerca de 5 minutos.

02.- Entretanto, deite os cubos de pota num coador e passe-os por água. Escorra-os bem, junte-os aos legumes e salteie, mexendo até ficarem opacos.

03.- Adicione a polpa de tomate, o grão e dois pés de hortelã (ou coentros). Cozinhe com o tacho tapado sobre lume brando durante cerca de 20 minutos.

04.- Retire os pés de hortelã (não utilizei) e junte algumas folhas frescas ao cozinhado.

– Não utilizei a courgette nem a hortelã.

Resumo nutricional

Por dose e por % do VDR*

Energia – 302 Kcal 15%
Gordura – 10,7 g 15%
Gorduras saturadas – 2,1 g 11%

* VDR: Valor Diário de Referência: Adulto

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Uma receita Pingo Doce

14.11.2022



 

714: Lavrov tem problema cardíaco?

– Que peninha tenho do russonazi ☠️卐☠️ que, em Abril disse que havia um “perigo real” de começar em breve a III Guerra Mundial. Este era outro que devia despir a fatiota e a gravata e agarrar numa kalashnikov e ir para a linha da frente! ‘Tá quieto…!!! Nas a russanazi ☠️卐☠️ Maria Zakharova diz que é mentira, então ’tá bem…

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LAVROV/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /BALI/G20/HOSPITAL

Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia seguiu para o hospital mal chegou à Indonésia. “Cúmulo da falsidade”, reage o ministério.

Maxim Shipenkov / EPA
Chefe da diplomacia russa, Sergei Lavrov

Sergey Lavrov foi conduzido para o hospital quando chegou a Bali, Indonésia, onde vai decorrer a cimeira G-20.

O governador de Bali deixou essa indicação e as autoridades indonésias indicaram o mesmo à agência Associated Press.

A informação partilhada aponta para um problema de saúde do ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, mais concretamente um problema cardíaco.

De acordo com as mesmas fontes governamentais, Lavrov ainda foi tratado no local onde estava hospedado e depois seguiu para o Hospital Sanglah – que não comentou o caso.

O governador de Bali afirmou que o ministro foi para o hospital assim que chegou à ilha, mas também assegurou que Lavrov está de boa saúde e que passou pelo hospital apenas para realizar um check-up.

A embaixada da Rússia em Jacarta, capital da Indonésia, não reagiu a esta informação, mas o ministério dos Negócios Estrangeiros já negou este caso.

“Isso, obviamente, é o cúmulo da falsidade“, declarou Maria Zakharova, porta-voz do ministério.

Entretanto, fontes russas indicam que Lavrov já publicou um vídeo para assegurar que está bem.

Sendo o ministro dos Negócios Estrangeiros do país que invadiu a Ucrânia, Sergey Lavrov tem sido um dos responsáveis mais presentes em declarações sobre a guerra.

Em Abril, chegou a avisar que havia um “perigo real” de começar em breve a III Guerra Mundial.

Nuno Teixeira da Silva, ZAP //
14 Novembro, 2022



 

713: Putin decreta que russos com segunda cidadania podem cumprir serviço militar

– Mobiliza o teu amigo Steven Seagal das artes marciais e dos filmes de porrada, a quem deste passaporte russo! Este psicopata encontra-se em estado demencial terminal! Tudo serve para carne para canhão! Se és tão machão, tira o fatinho e a gravata, veste um camuflado, pega numa kalashnikov e vai para a frente de combate dar o litro e incentivar os teus rapazes!

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RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /MOBILIZAÇÃO/PASSAPORTE RUSSO

O decreto assinado por Putin estabelece que o serviço militar obrigatório será efectuado por cidadãos russos, incluindo os que possuam outra nacionalidade ou autorização de residência no estrangeiro.

O presidente russo, Vladimir Putin
© EPA/ALEKSEY BABUSHKIN / KREMLIN

Os cidadãos russos com outra nacionalidade ou autorização de residência no estrangeiro poderão cumprir serviço militar obrigatório, de acordo com um decreto assinado esta segunda-feira pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin.

O documento contém emendas à regulação sobre o procedimento do serviço militar, informou a agência noticiosa oficial TASS.

Até ao momento, apenas as pessoas com cidadania russa podiam ser integradas no serviço militar obrigatório de um ano e dirigido aos homens entre os 18 e os 27 anos.

Os estrangeiros apenas podiam cumprir esta formação militar sob contrato e nas fileiras de soldados, marinheiros, sargentos ou oficiais subalternos.

O decreto hoje assinado por Putin estabelece que o serviço militar obrigatório será efectuado por “soldados, marinheiros, sargentos, oficiais subalternos que são cidadãos da Federação russa, incluindo os que possuam nacionalidade de um Estado estrangeiro ou uma residência, autorização ou outro documento que confirme o direito da residência permanente no estrangeiro”.

Diário de Notícias
DN/Lusa
14 Novembro 2022 — 17:09



 

712: Caravana humanitária da ONU chega a Kherson com bens essenciais para milhares

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ONU/UCRÂNIA/KHERSON/CARAVANA HUMANITÁRIA

É a primeira vez que trabalhadores humanitários conseguem entrar em Kherson com ajuda humanitária desde o início de Março, segundo revelaram as Nações Unidas.

© FADEL SENNA / AFP

As Nações Unidas anunciaram esta segunda-feira a entrega de um conjunto de bens de primeira necessidade à população civil de Kherson, menos de 72 horas após as forças da Ucrânia terem recuperado o controlo desta cidade do sul do país.

Num comunicado, as Nações Unidas adiantam que a operação realizada por várias organizações do seu sistema foi liderada pela Coordenadora Humanitária da ONU, Denise Brown, e permitiu, entre outros aspectos, a entrega de alimentos, água e medicamentos a milhares de civis que estavam em falta desde que as tropas russas assumiram o controlo da cidade, nas primeiras semanas de Março passado.

É a primeira vez que trabalhadores humanitários conseguem entrar em Kherson com ajuda humanitária desde o início de Março, segundo frisa a organização internacional na mesma nota informativa.

“O povo de Kherson está a lutar para satisfazer as suas necessidades básicas, o que faz aumentar o trauma por ter sofrido meses de bombardeamentos constantes, por ter sido forçado a fugir das suas próprias casas, assistindo, pelo meio, à morte de familiares. As pessoas precisam de apoio urgente e estamos a agir rapidamente para as ajudar”, disse Denise Brown.

A cidade enfrenta falta de água e de electricidade, enquanto os mercados estão com pouca comida e as instalações de saúde carecem de medicamentos.

A caravana humanitária trouxe comida, água, ‘kits’ de higiene, materiais de abrigo e utensílios domésticos essenciais, incluindo roupas de cama, cobertores térmicos e lâmpadas solares, para mais de 6.000 pessoas em Kherson.

No próximo mês, acrescentou Denise Brown, um dos centros de saúde de Kherson irá receber mais medicamentos para tratar mais de mil pacientes.

Nesta caravana humanitária estiveram envolvidas a Organização Internacional para as Migrações (OIM), a Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o Programa Alimentar Mundial (PAM).

Segundo as Nações Unidas, a comunidade humanitária vai continuar a mobilizar recursos, alimentos e medicamentos nos próximos dias para expandir as operações e levar mais ajuda às pessoas em todas as áreas da região de Kherson, agora sob controlo ucraniano.

Nas últimas semanas, a ajuda humanitária da ONU já apoiou com bens de primeira necessidade mais de 12 mil pessoas noutras cidades e localidades na região de Kherson, entretanto recuperadas pelo exército ucraniano, incluindo Novovorontsovka, Novooleksandrivka, Velyka Oleksandrivka e Vysokopillia.

Até agora, as organizações humanitárias já auxiliaram cerca de 100.000 pessoas, a maioria delas com dinheiro, na região de Kherson.

“Com o apoio dos nossos parceiros, principalmente das organizações locais, estou confiante de que poderemos fazer muito mais nos próximos dias e semanas. Devemos apoiar o povo de Kherson nesta altura em que tanto necessita”, afirmou a Coordenadora Humanitária da ONU.

Kherson foi umas regiões anexadas em Setembro pela Rússia, tal como aconteceu com Lugansk, Donetsk e Zaporijia, acção que foi condenada pela generalidade da comunidade internacional.

Além disso, Kherson é também um dos alvos de uma contra-ofensiva lançada pelas forças de Kiev há cerca de dois meses.

Kherson era a única capital regional que as forças russas tinham ocupado nos mais de oito meses de guerra na Ucrânia, iniciada em 24 de Fevereiro com uma invasão de território ucraniano por parte da Rússia.

Diário de Notícias
DN/Lusa
14 Novembro 2022 — 13:09



 

711: Ucrânia: Pró-russos de Lugansk receiam reforços ucranianos a partir de Kherson

– É simples! Pró-russos deixem a Ucrânia e vão viver para a Rússia, caso arrumado! Se não consideram a Ucrânia a vossa casa… ala que já se faz tarde!

E a comunicação social apelidar de “autoridades” russas ou pró-russas é uma blasfémia dado que eles podem ser “autoridades” mas na terra deles, não na terra que não lhes pertence e que invadiram e ocuparam ILEGALMENTE!

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PRÓ-RUSSOS/UCRÂNIA/LUGANSK

Todos os dias as tropas ucranianas tentam quebrar as defesas russas e pró-russas em Lugansk, que têm repelido os ataques, segundo porta-voz militar da região.

© EPA/ALESSANDRO GUERRA

As autoridades pró-russas alertaram esta segunda-feira que a Ucrânia vai enviar tropas adicionais para a região de Lugansk (leste), anexada pela Rússia, depois de terem reconquistado Kherson.

“Há informações de que cada vez mais forças estão a ser transferidas para lá, logo abaixo de Svatove, incluindo de Kherson, de acordo com as nossas agências de inteligência”, disse o porta-voz militar de Lugansk, Andrei Marochko, à televisão estatal russa Rossiya-24.

Segundo Marochko, todos os dias as tropas ucranianas tentam quebrar as defesas russas e pró-russas em Lugansk, que têm repelido os ataques.

“A situação na linha de contacto é bastante grave. De facto, o inimigo tenta diariamente quebrar as nossas defesas de diferentes direcções, mas os rapazes estão firmes, não estão a desistir de um centímetro da sua terra”, acrescentou.

A Rússia anexou as regiões de Kherson, Lugansk, Donetsk e Zaporijia em 30 de Setembro, no âmbito da ofensiva que lançou em 24 de Fevereiro deste ano.

Moscovo já tinha anexado a península ucraniana da Crimeia em 2014.

A Ucrânia e a generalidade da comunidade internacional não reconhecem a soberania russa nas regiões anexadas.

O governador de Lugansk leal a Kiev, Serguei Gaidai, disse esta segunda-feira que as tropas ucranianas libertaram Makiivka, cerca de 41 quilómetros a sudoeste de Svatove.

“Incluindo Makiivka, 12 localidades na região de Lugansk já foram libertadas”, disse Gaidai na rede social Telegram, citado pela agência espanhola EFE.

O governador ucraniano disse também que os russos continuam a atacar diariamente a cidade já destruída de Bilohorivka, a oeste de Lysychansk e Severodonetsk.

Gaidai reportou ainda uma “grande concentração” em Lugansk de mercenários e presos russos recentemente mobilizados pelo grupo paramilitar Wagner, controlado por Yevgeny Prigozhin, aliado do Presidente russo, Vladimir Putin.

A Ucrânia reconquistou parte da região de Kherson na sexta-feira, incluindo a capital regional com o mesmo nome, depois de Moscovo ter ordenado a retirada de milhares dos seus soldados face à contra-ofensiva de Kiev.

As autoridades pró-russas escolheram a cidade portuária de Henichesk, na margem sul do Rio Dniepre, como capital provisória da região de Kherson, noticiou a agência oficial russa TASS no sábado.

A reconquista de Kherson é considerada como um dos êxitos mais significativos das forças ucranianas na guerra com a Rússia.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, visitou esta segunda-feira Kherson e saudou a vitória das suas tropas como o “início do fim da guerra”.

A invasão da Ucrânia pela Rússia mergulhou a Europa naquela que é considerada como a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Desconhece-se o número de baixas civis e militares, mas diversas fontes, incluindo a ONU, têm alertado que será elevado.

A guerra e as sanções impostas à Rússia também perturbaram a economia a nível global, particularmente os sectores da energia e alimentar, quando o mundo estava a tentar recuperar da crise provocada pela pandemia de covid-19.

Diário de Notícias
DN/Lusa
14 Novembro 2022 — 14:05



 

710: Soldado russo executado à marretada pelo Grupo Wagner. Zelensky visitou Kherson esta manhã

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RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /GRUPO WAGNER/ASSASSINOS

O Grupo Wagner consiste numa empresa militar privada russa com fortes ligações ao governo do país, tendo células em várias regiões do mundo.

Sergey Dolzhenko/EPA
Volodymyr Zelensky

O Grupo Wagner divulgou nas últimas horas um vídeo onde é possível ver Yevgeny Nuzhin, soldado russo que acabou por se entregar às tropas ucranianas, a ser assassinado por via de uma marreta que lhe esmaga a cabeça. As imagens foram divulgadas no Telegram pelo Grey Zone, um site ligado ao grupo, com o título “Punição de um traidor”.

Segundo o Observador, quando Nuzhin se juntou à milícia, em Setembro, os seus planos já eram claros: entregar-se aos opositores e, posteriormente, lutar contra os russos.

A história e a confissão foram até gravadas para um programa de televisão ucraniano e, agora, incluídas no vídeo divulgado. Nele é ainda possível ver as últimas palavras do homem. “Chamo-me Yevgeny Nuzhin, e nasci em 1967”.

Não é claro como é que o homem voltou ao controlo do Grupo Wagner, especulando-se que tal possa ter ocorrido no decorrer de uma troca de prisioneiros de guerra. Yevgeny Nuzhin terá sido originalmente detido, na Rússia, em 1999, por assassino.

Já o Grupo Wagner consiste numa empresa militar privada russa com fortes ligações ao governo do país, tendo células em várias regiões do mundo, nomeadamente no leste da Ucrânia (Donbass), Síria e África.

Há ainda quem especule que a organização pertence ao Departamento Central de Inteligência das Forças Armadas Russas, sendo utilizado como apoio não oficial nos conflitos em que a Rússia está envolvida.

A sua associação ao neonazismo é frequente, assim, como o seu papel para encobrir baixas e custos financeiros nos conflitos em que a Rússia participa.

No que respeita às movimentações no terreno, o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou ontem que o exército russo fez “as mesmas atrocidades” em Kherson que em outras regiões do país durante a sua ocupação, e afirmou que já foram documentados “mais de 400 crimes de guerra russos”.

Na habitual intervenção diária ao país, Zelensky afirmou que o exército russo “deixou para trás as mesmas atrocidades que em outras regiões onde conseguiu entrar” e que “os investigadores já documentaram mais de 400 crimes de guerra russos e estão a ser encontrados corpos de civis e soldados“.

“Vamos encontrar e levar à justiça todos os assassinos. Sem dúvida”, garantiu.

Volodymyr Zelensky adiantou que as autoridades ucranianas estão a recuperar as comunicações, a Internet e a televisão, e estão a fazer “todo o possível para restabelecer as capacidades técnicas normais de fornecimento de electricidade e água, o mais rapidamente possível”, acrescentou.

“A região de Kherson ainda é muito perigosa. Em primeiro lugar, existem minas. Infelizmente, um dos nossos sapadores foi morto e outros quatro ficaram feridos enquanto limpavam as minas”, advertiu ainda o Presidente ucraniano. Horas mais tarde soube-se que o grupo de quatro pessoas consistia numa família, da qual fazia parte uma criança de 11 anos.

Apesar dos avisos, o presidente ucraniano visitou Kherson esta manhã, felicitando as tropas que participaram na operação de reconquista da cidade.

Zelensky referiu igualmente no seu discurso que os combates na região de Donetsk são tão intensos quanto nos dias anteriores. “O nível de ataques russos não está a diminuir”, sublinhou.

ZAP //
14 Novembro, 2022



 

709: Zelensky visita Kherson após retirada das tropas russas

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UCRÂNIA/KHERSON/VISITA/ZELENSKY

Presidente ucraniano caminhou pelas ruas da cidade com um traje militar mas sem capacete nem colete à prova de bala.

© Volodymyr Zelensky/Facebook

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky visitou esta segunda-feira Kherson, cidade estratégica do sul do país recuperada após vários meses de ocupação russa, informou à AFP uma fonte do seu gabinete.

O governante, que usou um traje militar mas sem capacete nem colete à prova de bala, caminhou pelas ruas da cidade ao lado de seguranças fortemente armados, de acordo com vídeos publicados nas redes sociais.

“Glória à Ucrânia!”, gritaram moradores em um edifício. “Glória aos heróis!”, responderam o presidente e os seguranças, como determina a tradição.

As tropas russas abandonaram Kherson há alguns dias, após oito meses de ocupação, deixando o caminho livre para que os soldados ucranianos entrassem na cidade na sexta-feira.

Zelensky disse este domingo que o exército russo fez “as mesmas atrocidades” em Kherson que em outras regiões do país durante a sua ocupação, e afirmou que já foram documentados “mais de 400 crimes de guerra russos”.

Zelensky disse, na habitual intervenção diária na televisão, que o exército russo “deixou para trás as mesmas atrocidades que em outras regiões onde conseguiu entrar” e que “os investigadores já documentaram mais de 400 crimes de guerra russos e estão a ser encontrados corpos de civis e soldados”.

“Vamos encontrar e levar à justiça todos os assassinos. Sem dúvida”, garantiu.

Volodymyr Zelensky adiantou que as autoridades ucranianas estão a recuperar as comunicações, a Internet e a televisão, e estão a fazer “todo o possível para restabelecer as capacidades técnicas normais de fornecimento de electricidade e água, o mais rapidamente possível”, acrescentou.

“A região de Kherson ainda é muito perigosa. Em primeiro lugar, existem minas. Infelizmente, um dos nossos sapadores foi morto e outros quatro ficaram feridos enquanto limpavam as minas”, advertiu ainda o Presidente ucraniano.

Zelensky referiu igualmente que os combates na região de Donetsk são tão intensos quanto nos dias anteriores. “O nível de ataques russos não está a diminuir”, sublinhou.

Já após esta visita, o Kremlin insistiu que Kherson ainda faz parte da Rússia.

“Deixamos isto sem comentários”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, sobre a visita de Zelensky a Kherson, acrescentando, no entanto: “Este território faz parte da Federação Russa”.

– Nota do webmaster: Este gajo faz-me lembrar o 8 de Abril de 2003, quando Mohammed Saeed al-Sahhaf encarava os repórteres, determinado. No topo do Palestine Hotel, em Bagdade, o ministro da informação de Saddam negava o inegável. Por trás de si, o fumo enchia o céu e podiam escutar-se sirenes em ruído de fundo. Os soldados dos Estados Unidos invadiam a cidade. Mas Sahhaf mantinha a sua convicção: “There are no American troops in Baghdad!” [«Não há tropas americanas em Bagdade!»]. Seria a sua última comunicação pública enquanto ministro da informação de Saddam Hussein. No dia seguinte, Bagdade caía. 🙂 O Peskov foi tirado a papel químico!

Diário de Notícias
DN/AFP
14 Novembro 2022 — 10:18



 

Ministro dos Negócios Estrangeiros russo hospitalizado em Bali. “É o cúmulo da falsidade”, diz Rússia

“… O governador de Bali disse que Lavrov estava bem de saúde e estava no hospital para um check-up”. Um gajo que se encontra num país estrangeiro desloca-se a um hospital para fazer um check-up y no se pasa nada? 🙂 Nunca desejei a morte a ninguém, não faz parte do meu modo e estilo de enfrentar as situações mais negativas da vida mas a este traste, assim como a todos os trastes que infelizmente existem por esse mundo fora, um “apagão” definitivo até era bem vindo a fim de não poder cometer mais crimes, tenham eles a natureza que tiverem. Até parece que estas virgens inocentes não produzem fakenews quando é do seu interesse… ‘Tadinhos!

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BALI/ORC RUSSONAZI ☠️卐☠️ /LAVROV/HOSPITALIZADO?

Serguei Lavrov terá tido um problema de coração. Estava na Indonésia para participar no G20. Rússia partilhou vídeo em que o MNE russo nega e acusa os jornalistas ocidentais de mentir.

© EPA/KITH SEREY

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, foi hospitalizado hoje “com problemas de saúde” após a chegada a Bali onde deve participar na Cimeira do G20, disseram autoridades da Indonésia.

Três fontes oficiais indonésias disseram à Associated Press (AP) que o ministro dos Negócios Estrangeiros russo foi tratado de imediato no local onde se encontrava hospedado, em Bali.

As fontes não quiseram ser identificadas e não forneceram mais detalhes.

Mesmo assim, duas fontes indonésias disseram à AP que Lavrov estava a ser tratado a “um problema de coração”.

A embaixada da Rússia em Jacarta declinou fazer qualquer comentário.

À Reuters, o Ministério dos Negócios Estrangeiros já negou a informação. “É o cúmulo da falsidade”, disse a porta-voz Maria Zakharova, que partilhou um vídeo de Lavrov sentado ao ar livre num pátio, de calções e t-shirt a ler documentos.

Nessas imagens, o próprio Lavrov diz estar bem e lembra que há uma década que o ocidente diz que Putin está doente. “Este é um tipo de jogo que não é novo na política”, disse Lavrov, 72 anos, com um sorriso irónico. “Os jornalistas ocidentais precisam ser mais verdadeiros – eles precisam escrever a verdade.”

O governador de Bali disse que Lavrov estava bem de saúde e estava no hospital para um check-up.

Diário de Notícias
Lusa/DN
14 Novembro 2022 — 09:44



 

Diabetes. “A educação é o instrumento principal além da própria medicação”

SAÚDE PÚBLICA/DIA MUNDIAL DA DIABETES

Prevenir, diagnosticar e educar são as três componentes essenciais para combater a diabetes. Vida nas cidades pode causar aparecimento da doença, segundo José Manuel Boavida.

Presidente da Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal garante que é necessário reforçar o diagnóstico da doença.
© Jorge Amaral/Global Imagens

“Cerca de 537 milhões de adultos no mundo vivem com diabetes – número que poderá aumentar se não forem tomadas medidas que revertam esta tendência”. Este é o alerta que o médico José Manuel Boavida e o arquitecto Gonçalo Folgado pretendem deixar no Dia Mundial da Diabetes, que se assinala esta segunda-feira.

Em Portugal a situação da diabetes é preocupante e o panorama actual é difícil de identificar devido à falta de diagnósticos, segundo José Manuel Boavida, presidente da Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP). A isto, junta-se as consequências da pandemia na doença, que ainda estão por apurar…

“O impacto da pandemia ainda é difícil de avaliar, mas há estudos que apontam para o aumento do aparecimento da diabetes induzida pela própria infecção de covid-19.

O facto de as pessoas terem estado mais resguardadas e com receio da actividade física pode ter levado a alterações até na alimentação”, explica ao DN.

Segundo José Boavida, “grande parte do número de novas pessoas com diabetes está associado a zonas de pobreza e vulnerabilidade” e as fragilidades da covid-19 podem ter afectado especialmente a saúde dos mais necessitados .

“Acredito que estejamos perante um aumento que é temporário, mas poderá tornar-se profundo se a crise económica e social se agravar. Hoje, a diabetes é uma doença social muito determinada por esses factores”, diz.

Nesse sentido, o médico alerta para o reforço dos diagnósticos precoces. “É muito mais fácil tratar a diabetes e fazer com que entre em remissão quando é diagnosticada nos primeiros anos”, logo “é necessário que existam rastreios sistemáticos das pessoas em risco e fazer-se análises apropriadas para determinar se têm ou não têm diabetes”.

No âmbito do Dia Mundial da Diabetes, a principal mensagem de José Manuel Boavida remete para a educação e consciencialização da prevenção e tratamento da doença.

“A diabetes é essencialmente uma doença tratada pelos próprios doentes, com o conhecimento que adquirem após educação, sabendo gerir a medicação, hábitos e recorrendo aos profissionais de saúde sempre que existem alterações”, justifica.

“A educação é a fonte para a autonomia e para a capacidade de as pessoas atingirem o controlo da diabetes. Essa educação tem de ser sistematicamente implementada antes de as pessoas em risco desenvolverem diabetes e posteriormente também. A educação é o instrumento principal além da própria medicação”, reforça.

Prevenir a doença em Lisboa

De acordo com José Manuel Boavida, a diabetes é uma “doença social” que se verifica essencialmente nas zonas urbanas graças à mudança para hábitos alimentares menos saudáveis causados pelo afastamento das zonas rurais. Portanto, “as cidades têm que ser olhadas como fonte de aparecimento da diabetes e devemos encontrar correcção para alguns dos problemas”.

Em vista ao combate da diabetes nas cidades, o Programa de prevenção da Diabetes e Obesidade na cidade de Lisboa – Cities Changing Diabetes – lança esta segunda-feira o Foodscapes Toolkit, uma ferramenta que permite avaliar o impacto do ambiente urbano na saúde pública, com vista à definição de medidas que promovam o bem-estar físico e social.

Ao DN, Gonçalo Folgado, arquitecto e presidente da associação LOCALS APPROACH (parceira do projecto), explica que durante cerca de um ano, foram realizados estudos no bairro 2 de Maio na Ajuda, em Lisboa, para entender os comportamentos dos residentes e “poder tornar Lisboa mais saudável no combate à diabetes”.

Entre os resultados, concluiu-se que a freguesia da Ajuda tem uma oferta reduzida de alimentos saudáveis e que existe, na generalidade, alguma dificuldade no acesso aos estabelecimentos de venda de bens essenciais.

“55% dos inquiridos deste estudo admitem que subir a encosta com o peso das compras é um dos desafios para uma alimentação saudável”, partilha Gonçalo.

Perante estes dados, a equipa responsável pela Foodscapes Toolkit defende a aplicação de benefícios como a instalação de uma cozinha comunitária, workshops de culinária, a instalação de escadas rolantes “para ligar o alto da Ajuda à parte de baixo da Ajuda”, um livro de receitas da comunidade, descontos em ginásios locais e a criação de um supermercado no Polo Universitário da Ajuda para aumentar a oferta alimentar.

Fora estas dificuldades, Gonçalo Folgado realça ainda o dinheiro e a literacia alimentar como desafios que podem impedir uma alimentação saudável. “Com a inflação, tem sido cada vez mais difícil conseguir comprar alimentos não processados e até nos estabelecimentos muitas vezes fica mais barato beber uma cerveja do que uma garrafa de água”, afirma.

Além disso admite que em Portugal “ainda há alguma resistência no sentido de comer mais saudável”. “Somos um povo um pouco conservador porque achamos que as receitas dos nossos avós e dos nossos pais são sempre as mais nutritivas, o que nem sempre é verdade e há que haver esforço para uma alimentação saudável e uma vida activa que possa prevenir o aparecimento da diabetes”, resume.

ines.dias@dn.pt

Diário de Notícias
Inês Dias
14 Novembro 2022 — 07:00



 

706: Alunos russos vão voltar a ter treino militar nas escolas como nos tempos soviéticos

– Os russonazis ☠️卐☠️ vão ensinar os putos a matar sem remorsos de qualquer espécie, nem pesos de consciência, como faz o actual ayatollah terrorista nazi putineiro ao invadir um país soberano chamado UCRÂNIA e assassinando milhares de pessoas desde crianças a idosos.

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O projecto tinha acabado em 1993 e incluía aprender a manusear e a disparar uma Kalashnikov.

Criança com uma bandeira ucraniana em Kherson, já livre dos russos.
© AFP

Os alunos russos vão voltar a ter treino militar nas escolas a partir de Setembro de 2023, segundo o ministro da Educação da Rússia, Sergey Kravstov, citado pela Agência TASS e pelo boletim diário dos Serviços de Informação Militares do Reino Unido.

Segundo esta última fonte, é o regresso de um programa dos tempos soviéticos (que acabou em 1993) que incluía planos de contingência para um ataque químico ou nuclear, primeiros socorros e experiência a manusear e a disparar uma Kalashnikov.

Este treino, que os russos já tentaram retomar depois da invasão da Crimeia em 2014, “pretende provavelmente dotar os alunos de habilidades militares à medida que se aproximam da idade da recruta e aumentar a aceitação de campanhas de mobilização e recruta”, de acordo com os britânicos.

“Esta iniciativa fará também provavelmente parte de um projecto mais amplo para incutir na população russa uma ideologia de patriotismo e confiança nas instituições públicas”, acrescentam.

O Ministério da Defesa russo, que apoia a iniciativa, defende que devem ser destinadas pelo menos 140 horas no ano académico para esta formação.

Entretanto, o presidente russo, Vladimir Putin, ordenou a desmobilização dos estudantes das chamadas repúblicas populares de Donetsk e Lugansk, que tinham sido chamados antes da sua anexação por Moscovo.

De acordo com o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, será organizado o seu regresso às escolas. As milícias das duas regiões foram integradas nas Forças Armadas russas após a incorporação destas entidades na Federação Russa, em 30 de Setembro, depois dos referendos não reconhecidos internacionalmente.

Save the Children

Metade das crianças que fugiram da guerra para viver em oito países da Europa (Portugal não faz parte deste estudo) sentem ansiedade e estão preocupadas com o seu futuro, segundo um relatório da organização Save the Children. Os dados são referentes a mil crianças ucranianas que estão na Finlândia, Itália, Lituânia, Países Baixos, Noruega, Polónia, Roménia e Suécia.

De acordo com a Save the Children, 50% das crianças com menos de 16 anos têm ansiedade, com o número a subir para 78% quando falamos dos menores entre os 16 e os 18 anos.

Da mesma forma, 44% das crianças dizem sentir-se sozinhas e 55% estão preocupadas com o seu futuro, com 57% a dizer-se um pouco ou muito menos felizes desde que deixaram a Ucrânia.

Desde a invasão a 24 de Fevereiro, cerca de 7,7 milhões de refugiados deixaram a Ucrânia e procuraram abrigo na Europa – estima-se que 40% sejam crianças.

“Mesmo com o acolhimento caloroso das famílias da Ucrânia, este relatório mostra que muitas crianças continuam ansiosas e solitárias. É verdadeiramente preocupante que um quarto das crianças que ouvimos não pretendia ou não tinha a certeza de se ir inscrever numa escola nas suas comunidades.

Isto é especialmente verdade desde que muitas indicam que gostariam de ter amigos, fazer desporto ou aprender a língua local. As escolas podem providenciar tudo isto para as crianças”, indicou a directora do Save the Children, Ylva Sperling, citada no comunicado de imprensa.

susana.f.salvador@dn.pt

Diário de Notícias
Susana Salvador
14 Novembro 2022 — 07:00