752: Entre espancamentos e electrocussões, o cativeiro de um ucraniano na ocupação russa de Kherson

– Dirão os russonazis ☠️卐☠️ Lavrov, Peskov, Medvedev, Prighozin & companhia, que tudo isto é mentira, culpando o ocidente satânico de falsas informações. Os presos dos russonazis ☠️卐☠️ até são tratados com carinho, humanismo, blá, blá, blá…

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TERRORISMO/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ASSASSINOS

Anatoli Stozki foi preso duas vezes pelas forças russas e na segunda foi espancado de tal forma que chegou a urinar sangue.

Foto International Observers Ukraine

Foto International Observers Ukraine

Detido duas vezes em Kherson, cidade no sul da Ucrânia que esteve sob ocupação russa durante oito meses, Anatoli Stozki relatou à AFP os interrogatórios a que foi submetido pelos serviços russos e pró-russos, pontuados por espancamentos e choques eléctricos.

Anatoli que, armado com uma metralhadora, entrou numa unidade da força de defesa territorial ucraniana a 24 de Fevereiro, no início da invasão russa, estava em Kherson a 2 de Março quando as forças de Moscovo entraram na cidade. Ele foi ordenado a ficar em casa com a sua arma e aguardar instruções.

“Depois de duas ou três semanas, os russos encontraram a lista daqueles que havíamos recrutados para a defesa territorial e começaram a prender-nos”, contou a repórteres da AFP na sua casa no centro da cidade, alguns dias depois da libertação de Kherson, a 11 de Novembro.

A 25 de Abril, “eles chegaram”. “Eu estava com a minha esposa e a minha filha de 3 anos. Dei-lhes a minha arma porque ameaçaram matar a minha família”, explicou.

Anatoli Stozki foi então levado, encapuçado, para o que acredita ser uma esquadra de polícia próxima. Foi colocado numa cela e “amarrado a uma cadeira”.

“Três ou quatro pessoas interrogaram-me. Bateram-me com um bastão e colocaram uma pistola, ou uma espingarda na minha cabeça. Bateram dos dois lados da cabeça, em cima e nas orelhas, mas não deixaram marcas”, disse.

Segundo ele, homens encapuçados – dos serviços de segurança russos – questionaram-no sobre a sua arma. “Eles perguntaram-me onde é que eu a consegui, quem me a deu e por que não a entreguei” depois de os russos terem entrado na cidade.

Ficaram com o seu passaporte, tiraram as suas impressões digitais e amostras de ADN e disseram que agora estava numa base de dados, que deveria ficar na cidade e colaborar com os russos.

Foi libertado a 4 de Maio, na rua, com a cabeça tapada.

Coberto de hematomas

“Quando cheguei a casa, estava coberto de hematomas”, contou Anatoli. “Pensei em sair da cidade, mas tive medo”, acrescentou.

Em vez disso, enviou a sua esposa e filha para um posto de controlo em Zaporizhzhia, 300 quilómetros a nordeste de Kherson.

Foi então preso pela segunda vez a 6 de Julho. Desta vez, por homens do Ministério da Segurança do Estado da República Popular de Donetsk, região anexada por Moscovo no final de Setembro.

“Vieram à minha casa e disseram-me: ‘sabemos que já foi preso, mas o interrogatório foi incompleto. Agora vai dizer-nos quem conhece e onde estão os depósitos de armas'”, relatou.

“Nos primeiros cinco ou seis dias espancaram-me. À noite, não me deixavam dormir. A cada duas horas, entravam na minha cela e obrigavam-me a levantar e a dizer o meu nome.

Ficava algemado a um cano”, afirmou. Cada vez que os seus captores entravam na cela, devia colocar um saco na cabeça para não os ver. Um dia, foi levado para outra cela para interrogatório.

Descargas eléctricas

“Amarraram as minhas mãos e pés, atiraram-me ao chão e electrocutar-me”, relatou Anatoli, acreditando que foi electrocutado com “um dispositivo especial, porque a energia vinha de uma caixa”.

Segundo ele, raramente era permitido ir à casa de banho. Urinava em garrafas vazias entregues na cela.

“Durante as duas primeiras semanas eu urinava sangue. Os meus rins estavam em mau estado. Nas celas havia buracos na parede, e eu conseguia comunicar-me com outros presos. Isso permitiu-me não perder a minha sanidade”, acrescentou, especificando que era alimentado uma vez a cada três dias.

No final, foi libertado a 20 de agosto, após um mês e meio de detenção. Não voltou para casa e escondeu-se com parentes, temendo ser preso novamente. Perdeu 25 quilos durante o cativeiro.

Segundo ele, o segundo local de detenção foi um antigo prédio comercial no centro da cidade. De lá, podia ver as bandeiras do Japão, dos Estados Unidos e da Ucrânia caídas no chão na entrada. O prédio de quatro andares está localizado na rua Pylypa Orlyk.

Os jornalistas da AFP tentaram entrar, sem sucesso, porque “está a decorrer uma investigação”, disseram no acesso ao local.

“Pensei em suicídio”, comentou Anatoli, que completou 50 anos na prisão. “Mas pensar na minha família me deu forças para suportar tudo isso”, desabafou.

Diário de Notícias
DN/AFP
16 Novembro 2022 — 17:33



 

Zelensky deixa garantia: “Não tenho dúvidas. Não foi o nosso míssil”

– Zelensky tem razão e todos os intervenientes devem aceitar a inclusão de técnicos ucranianos na equipa de investigação do incidente dado que, mesmo não sendo culpa ucraniana, eles são directamente interessados em que se apure a verdade. É que não se pode confiar em tudo o que os russonazis ☠️卐☠️ dizem!

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INVESTIGAÇÃO/MISSEIS/POLÓNIA/UCRÂNIA

As declarações do presidente da Ucrânia baseiam-se nas informações que recebeu do seu comando das forças armadas. Varsóvia e NATO consideraram “provável” que o míssil que atingiu a localidade polaca era um projéctil da defesa antiaérea ucraniana.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky
© Genya SAVILOV / AFP

Volodymyr Zelensky afirmou esta quarta-feira que não tem dúvidas de que o míssil que atingiu a localidade polaca de Przewodów, junto à fronteira com a Ucrânia, não era ucraniano. Duas pessoas morreram na sequência da queda do projéctil.

“Não tenho dúvidas de que não foi o nosso míssil”, disse o presidente ucraniano, citado pela agência de notícias Interfax. As declarações de Zelensky surgem depois da NATO e de Varsóvia considerarem “provável” que o projéctil era da defesa antiaérea ucraniana, de acordo com informações preliminares sobre o que aconteceu na terça-feira em solo polaco.

A afirmação de Zelensky é sustentada por relatórios do comando das forças armadas e pela força aérea ucranianas.

“Acredito que foi um míssil russo com base na credibilidade dos relatórios dos militares”, destacou.

O presidente ucraniano defende que as autoridades de Kiev devem ter acesso ao local, em Przewodów, que foi atingido pelo míssil. “Temos direito de estar na equipa de investigação? Claro”, afirmou em declarações a jornalistas.

Antes, já o secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional ucraniano, Oleksiy Danilov, pedia acesso ao local, onde decorreu a explosão provocada pela queda do projéctil. “A Ucrânia pede acesso imediato, para representantes da Defesa e da Guarda de Fronteiras, ao local atingido”, escreveu, na rede social Twitter.

Danilov disse querer “um exame conjunto do incidente”. “Estamos prontos para entregar a prova do vestígio russo que temos”, referiu, depois de Moscovo ter negado formalmente ser responsável por este lançamento.

O secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional ucraniano acrescentou que Kiev “está à espera de informações dos parceiros, os quais concluíram que se tratava de um míssil de defesa aérea ucraniano”.

Afirmações de Zelensky são “irresponsáveis”, acusa a Hungria

A Hungria já reagiu às afirmações de Zelensky sobre o míssil que atingiu a localidade polaca Przewodów considerando que se tratam de declarações “irresponsáveis”.

Gergely Gulyas, chefe de gabinete do primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, disse que os líderes mundiais reagiram de forma responsável aos desenvolvimentos na Polónia. Mas “o presidente ucraniano, ao acusar imediatamente os russos, foi um mau exemplo”, afirmou Gulyas, citado pela AFP.

O presidente polaco, Andrzej Duda, disse considerar “altamente provável” que o míssil que matou duas pessoas na terça-feira em Przewodów, perto da fronteira com a Ucrânia, tenha sido utilizado pela defesa aérea ucraniana.

Também o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), Jens Stoltenberg, declarou hoje que a explosão ocorrida na Polónia “foi provavelmente causada” por um míssil ucraniano, mas ressalvou que “não é culpa da Ucrânia”.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo convocou, entretanto, o embaixador polaco em Moscovo, indicou a diplomacia russa, um dia após um míssil ter feito dois mortos em território da Polónia, fazendo temer uma escalada do conflito na Ucrânia.

“O embaixador polaco foi convocado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros russo”, escreveu na plataforma digital Telegram a porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova, sem fornecer mais pormenores.

Kiev tinha acusado Moscovo da autoria de um ataque com um míssil à Polónia, o que a Rússia imediatamente negou.

Já esta quarta-feira, William Burns, o director dos serviços de informação dos EUA, CIA, esteve reunido com o presidente da Polónia, Andrzej Duda, em Varsóvia, na sequência do míssil que atingiu território polaco. O encontro sucedeu após a visita de Burns a Kiev.

A “situação geral de segurança” e os “recentes acontecimentos” em Przewodów foram os temas principais do encontro, informou Jacek Siewiera, o chefe dos serviços de segurança nacional da Polónia nas redes sociais.

Diário de Notícias
Com Lusa
Notícia actualizada às 19:13



 

750: Somos oito mil milhões de paradoxos

OPINIÃO

O planeta esgotou-se! Isto dito por um designer é um paradoxo, pois o que está na génese desta profissão é o ato de criar.

Mas a verdade é que designers, arquitectos, engenheiros e outros que tais esgotaram esta esfera azul onde habitamos que é a nossa única alternativa.

Paradoxalmente são também as profissões que melhoraram e reinventaram os modos de vida e as vivências do ser humano. Mas fomos longe de mais.

E paradoxalmente também, são as mesmas profissões que tentam, quase em desespero, reverter os consumos do planeta, tentar criar alternativas e soluções que nos ensinem não só cuidar do planeta, mas também a reutilizar a quantidade absurda de artefactos que o mundo viu nascer.

E oito mil milhões é muita gente. É muita gente para a relação que criámos entre o mundo natural e o mundo fabricado. Ou melhor, não é muita gente, porque o problema não são as pessoas. Mas, e de forma antagónica, também são as pessoas, porque continuamos a não abdicar. Continuamos a não renunciar. A não resignar.

Estamos no tempo do digital. Estamos nos tempos dos desequilíbrios sociais, e estes são cada vez maiores, apesar de fecharmos os olhos a outras classes ou geografias.

© Carlos Rosa

Não tenho grande solução ou sugestão para abordar este problema. O que sei é que daqui por uns tempos teremos mais interesse numa notícia sobre água e hortaliças do que sobre a última startup ou sobre a compra de uma rede social.

Ao escorrer-se este texto, pode aparentar que coloco o problema no número de pessoas que o mundo integra. E não!

Nascemos mais, morre-se menos e cada vez mais tarde, é verdade, mas não me parece que seja esse o problema.

O problema está ali, umas linhas acima.

Nós não queremos abdicar. Resignar ou renunciar.

Não queremos mudar porque estamos confortáveis.

Sabemos que esgotámos o planeta, mas paradoxalmente queremos tudo o que temos e mais ainda. Queremos o que existe e o que ainda não existe. Queremos criar e criar mais e mais!

Estamos talvez no momento de olhar verdadeiramente a sério para as profissões que podem pôr a criação e a inovação ao serviço do planeta. Olhar e ouvi-las!

Este texto é um pedido, que quase, quase roça o paradoxo, pois este criativo pede que o ato de criar seja mais contido ou pelo menos mais regrado. Mais consciente e mais sustentável. Mais ouvido!

Porque sem critério, este planeta não chega!

Designer e director do IADE – Faculdade de Design, Tecnologia e Comunicação da Universidade Europeia

Diário de Notícias
Carlos Rosa
16 Novembro 2022 — 00:40



 

749: Rússia diz que imagens mostram que míssil que atingiu Polónia é da defesa ucraniana

“… A Rússia negou ainda ter atacado Kiev na terça-feira e afirmou que os danos na capital ucraniana foram provocados pela defesa antiaérea ucraniana. “Toda a destruição nas áreas residenciais da capital ucraniana (…) é resultado directo da queda e autodestruição de mísseis antiaéreos lançados pelas forças ucranianas”, afirmou o ministério russo em comunicado.”

A desculpa mais porca e badalhoca que estes russonazis ☠️卐☠️ poderiam inventar nesta invasão e guerra que eles iniciaram contra a Ucrânia! Então a destruição causada em Kiev foi obra dos mísseis anti-aéreos ucranianos? O nazi que disse isto devia estar encharcado em vodka da mais reles! Um “ataque de precisão” precisavam os russonazis ☠️卐☠️ sobre Moscovo!

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ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /FANTOCHES

Ministério da Defesa russo diz que imagens mostram “fragmentos de um míssil antiaéreo guiado de um sistema de defesa aérea S-300 ucraniano”. E garante que também não é responsável pela destruição causada em Kiev por ataques na terça-feira.

A Rússia disse esta quarta-feira que as imagens captadas a partir do local da explosão na Polónia mostram fragmentos de um míssil ucraniano e que o ataque russo na Ucrânia mais próximo da Polónia foi a 35 quilómetros da fronteira polaca.

“Fotografias dos destroços foram inequivocamente identificadas por especialistas militares russos como fragmentos de um míssil antiaéreo guiado de um sistema de defesa aérea S-300 ucraniano”, disse o Ministério da Defesa russo num comunicado citado pela AFP.

“Ataques de precisão foram realizados em alvos apenas no território da Ucrânia e a uma distância não inferior a 35 quilómetros da fronteira ucraniana-polaca”, acrescentou.

A Rússia negou ainda ter atacado Kiev na terça-feira e afirmou que os danos na capital ucraniana foram provocados pela defesa antiaérea ucraniana.

“Toda a destruição nas áreas residenciais da capital ucraniana (…) é resultado directo da queda e autodestruição de mísseis antiaéreos lançados pelas forças ucranianas”, afirmou o ministério russo em comunicado.

A Associated Press avançou esta quarta-feira que os responsáveis norte-americanos acreditam que o incidente poderá ter sido causada pelo sistema de defesa antiaérea da Ucrânia, através de disparos feitos pelas forças ucranianas contra os mísseis russos.

Esta quarta-feira, Joe Biden terá dito isso mesmo aos membros do G7 e da NATO, segundo avança a Reuters, que cita uma fonte da NATO.

O presidente norte-americano já havia afirmado publicamente que é “improvável” que o ataque com recurso a míssil que atingiu esta terça-feira a Polónia tenha sido lançado a partir da Rússia.

Questionado sobre se o míssil foi disparado a partir da Rússia, o líder norte-americano disse que havia “informações preliminares que contestam” essa possibilidade. “É improvável que tenha sido disparado da Rússia, mas veremos”, acrescentou.

“Concordamos em apoiar a investigação da Polónia sobre a explosão. Vamo-nos certificar de que vamos descobrir exactamente o que aconteceu e vamos determinar colectivamente o nosso próximo passo”, afirmou, à margem da cúpula dos G20.

Uma declaração que o Kremlin elogiou. “Deve prestar-se atenção à resposta comedida e mais profissional do lado americano”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, acrescentando que: “Quanto ao incidente na Polónia, a Rússia não tem nada a ver com isso”.

Também a ministra da Defesa da Bélgica, Ludivine Dedonder, já admitiu que a explosão poderá ter sido provocada pela acção da defesa antiaérea da Ucrânia com a intenção de interceptar mísseis russos.

“De acordo com as informações disponíveis, os ataques foram da responsabilidade dos sistemas de defesa antiaérea ucranianos, utilizados para contra-atacar os mísseis russos”, afirmou em comunicado, antes de sugerir que o incidente está a ser objecto de uma “profunda investigação”.

A explosão na Polónia, um membro da NATO, despertou imediatamente a preocupação de que a aliança fosse atraída directamente para a guerra, uma vez que um ataque a um dos aliados é considerado um ataque à NATO.

No entanto, o próprio presidente polaco, Andrzej Duda, pediu calma, referindo que não havia “evidência inequívoca” de onde veio o míssil e que o via como um incidente “isolado”. “Nada nos indica que haverá mais”, prosseguiu.

Já o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que é “absolutamente essencial evitar a escalada da guerra na Ucrânia”.

Também a presidência francesa pediu “extrema cautela” sobre a origem do ataque, sublinhando que muitos países tinham os mesmos mísseis e alertando sobre os “riscos significativos de escalada”.

Já esta quarta-feira, a China pediu “calma” a todas as partes. “Na situação actual, todas as partes envolvidas devem manter a calma e a contenção para que seja evitada uma escalada”, disse Mao Ning, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, em Pequim.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, rapidamente culpou a Rússia pelo que chamou de “terror de mísseis russos”.

O incidente ocorreu depois de a Rússia ter lançado uma onda de ataques com mísseis na Ucrânia durante o dia de terça-feira, o que deixou milhões de residências ucranianas sem energia. Esses ataques foram apelidados de “bárbaros” por Biden e de “chapada na cara” do G20 por Zelensky.

Diário de Notícias
DN/AFP
16 Novembro 2022 — 10:16



 

748: PPM italiana diz que Moscovo é responsável por queda de míssil na Polónia

POLÓNIA/MÍSSEIS/UCRÂNIA/DEFESA ANTI-AÉREA

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, considerou esta quarta-feira a Rússia responsável pela explosão de um míssil dentro do território polaco, que matou duas pessoas na terça-feira, embora o incidente tenha sido provavelmente causado por um míssil antiaéreo ucraniano.

Giorgia Meloni
© EPA/ANSA/MASSIMO PERCOSSI

“A hipótese de que foi um míssil antiaéreo ucraniano que caiu sobre a Polónia não altera a substância (do incidente), no nosso entendimento, e a responsabilidade pelo que aconteceu é totalmente russa”, disse Meloni numa conferência de imprensa após a cimeira do G20 (grupo das maiores economias mundiais) em Bali, Indonésia.

“Tivemos um brusco acordar com as notícias vindas da Polónia, pedimos informações, reunimo-nos e consultámos os nossos aliados”, disse a chefe do Governo de Itália.

“E com os nossos aliados, condenamos os ataques de mísseis de Moscovo”, afirmou.

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), Jens Stoltenberg, disse hoje que a explosão ocorrida na Polónia “foi provavelmente causada” por um míssil ucraniano, mas ressalvou que “não é culpa da Ucrânia”.

“A nossa análise preliminar sugere que o incidente foi provavelmente causado por um míssil de defesa aérea ucraniano disparado para defender o território ucraniano contra ataques de mísseis de cruzeiro russos, mas deixem-me ser claro, isto não é culpa da Ucrânia”, afirmou Jens Stoltenberg numa conferência de imprensa em Bruxelas.

Também o Presidente polaco, Andrzej Duda, admitiu hoje que o míssil “tenha sido lançado pela Ucrânia”, e que nada indica que tenha sido um “ataque intencional” de nenhum dos lados do conflito.

A guerra na Ucrânia foi desencadeada pela Rússia em 24 de Fevereiro deste ano, quando invadiu o país vizinho.

O conflito mergulhou a Europa naquela que é considerada como a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Diário de Notícias
DN/Lusa
16 Novembro 2022 — 14:20



 

747: NATO diz que míssil ucraniano atingiu Polónia mas não é culpa da Ucrânia

“… O Kremlin (Presidência russa) saudou a contenção dos Estados Unidos e reiterou que a Rússia “não tem nada a ver com o incidente na Polónia”.”

A ser verdade que foi um míssil ucraniano em defesa aérea dos mísseis russonazis ☠️卐☠️ não venham agora os russonazis ☠️卐☠️ com cinismo e hipocrisia dizerem que não têm nada a ver com o incidente quando são eles que invadiram a Ucrânia, iniciaram uma guerra ilegal ao arrepio da Carta das Nações Unidas e do Direito Internacional, organização a que os russonazis ☠️卐☠️ pertencem – e que já deveriam ter sido expulsos pelos actos terroristas e assassinos praticados contra um país soberano – e são eles os responsáveis máximos pelo incidente! ORCS merdosos sem princípios, sem nada de nada!

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ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /CINISMO/HIPOCRISIA/FANATISMO

Jens Stoltenberg admitiu que a NATO vai “vai continuar focada na defesa antiaérea da Ucrânia”.

© EPA/FABIO FRUSTACI

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), Jens Stoltenberg, disse esta quarta-feira que a explosão que matou duas pessoas na Polónia “foi provavelmente causada” por um míssil ucraniano, mas ressalvou que “não é culpa da Ucrânia”.

“A nossa análise preliminar sugere que o incidente foi provavelmente causado por um míssil de defesa aérea ucraniano disparado para defender o território ucraniano contra ataques de mísseis de cruzeiro russos, mas deixem-me ser claro, isto não é culpa da Ucrânia”, afirmou Jens Stoltenberg.

Falando em conferência de imprensa em Bruxelas após ter presidido a uma reunião do Conselho do Atlântico Norte para discutir a explosão de terça-feira na Polónia, perto da fronteira com a Ucrânia, o líder da Aliança Atlântica vincou: “A Rússia tem a responsabilidade última, uma vez que continua a sua guerra ilegal contra a Ucrânia”.

De acordo com Jens Stoltenberg, “está em curso uma investigação sobre este incidente”, mas até ao momento não há “qualquer indicação de que este tenha sido o resultado de um ataque deliberado”.

“E não temos qualquer indicação de que a Rússia esteja a preparar acções militares ofensivas contra a NATO”, concluiu o secretário-geral da organização.

“Manifestamos total solidariedade para com a Polónia”, vincou, assegurando que o foco da NATO “vai continuar focada na defesa antiaérea da Ucrânia”.

Nestas declarações à imprensa no final de uma reunião do Conselho do Atlântico Norte, o principal organismo de decisão política da NATO, Jens Stoltenberg assegurou que desde a invasão russa da Ucrânia a Aliança Atlântica “aumentou a vigilância” na região da Polónia e “acompanha a situação numa base contínua”.

“Ontem [terça-feira] à noite, falei com o Presidente polaco, Andrzej Duda, e com o Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e concordámos que precisamos de permanecer vigilantes e estreitamente coordenados”, assinalou.

“A NATO mantém-se unida e faremos sempre o necessário para proteger e defender os Aliados”, garantiu, apelando à Rússia para “pôr fim a esta guerra sem sentido”.

O Presidente polaco, Andrzej Duda, admitiu esta quarta-feira que o míssil que matou duas pessoas na Polónia, na terça-feira, “tenha sido lançado pela Ucrânia”, mas disse que nada indica que tenha sido um “ataque intencional”.

Duda declarou que a Polónia não vai invocar o artigo da NATO que prevê consultas entre aliados sempre que esteja ameaçada a “integridade territorial, a independência política ou a segurança” de qualquer dos Estados-membros da Aliança Atlântica.

A Polónia convocou uma reunião de emergência com os seus aliados da NATO depois de ter anunciado que um “projéctil de fabrico russo” tinha caído na localidade de Przewodów, que faz fronteira com a Ucrânia, na terça-feira, matando duas pessoas.

Pouco depois do incidente se ter tornado conhecido, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que a explosão na Polónia tinha sido causada por um míssil russo.

O Ministério da Defesa russo negou que o míssil tenha sido disparado pelas suas forças, que bombardearam infra-estruturas de energia por toda a Ucrânia na terça-feira.

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse hoje que havia informações preliminares que punham em causa que o míssil tivesse sido disparado a partir da Rússia.

O Kremlin (Presidência russa) saudou a contenção dos Estados Unidos e reiterou que a Rússia “não tem nada a ver com o incidente na Polónia”.

Fotos publicadas nos meios de comunicação social mostraram um veículo agrícola danificado junto a uma grande cratera e, de acordo com a imprensa polaca, as duas vítimas mortais eram trabalhadores agrícolas.

A guerra na Ucrânia foi desencadeada pela Rússia em 24 de Fevereiro deste ano, quando invadiu o país vizinho.

O conflito mergulhou a Europa naquela que é considerada como a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Diário de Notícias
DN
16 Novembro 2022 — 13:19



 

746: Dois mísseis russos atingem território polaco e matam duas pessoas, dizem EUA

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O primeiro-ministro da Polónia, Mateusz Morawiecki, convocou uma reunião urgente do Comité para Assuntos de Segurança e Defesa Nacional, afirmou o porta-voz do governo, Piotr Müller, no Twitter.

Um membro dos serviços de inteligência norte-americanos avançou esta terça-feira que dois mísseis russos atravessaram a fronteira da Ucrânia com a Polónia, matando pelo menos duas pessoas nesse país, membro da NATO. © Reuters

Müller não referiu o que será discutido pelo comité, mas os órgãos de comunicação polacos estão a avançar que a reunião está relacionada com a explosão na fronteira da Polónia com a Ucrânia.

Está igualmente a decorrer uma reunião do Conselho de Segurança Nacional polaco.

Enquanto isso, estão a ser divulgadas na Internet imagens de destroços e de um veículo capotado no local, perto da cidade polaca de Przewodow.

O Pentágono declarou entretanto que ainda não pode confirmar as informações sobre os dois mísseis.

O Pentágono disse ainda que os EUA farão todos os esforços para proteger a Polónia caso se tenha realmente tratado de um ataque por parte da Rússia. “Estamos muito confiantes em quaisquer medidas de protecção que tenhamos de tomar”, frisou Patrick Ryder, porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, em conferência de imprensa esta tarde.

O Pentágono declarou ainda que aguarda que os parceiros ucranianos forneçam actualizações sobre o que está a acontecer no terreno. Nessa altura haverá uma “discussão robusta sobre as necessidades de segurança da Ucrânia”, adiantou Ryder.

Mísseis atingiram Polónia na mesma altura em que Ucrânia foi atingida.

Esta terça-feira, a Rússia bombardeou cidades e instalações de energia por toda a Ucrânia, incluindo em Lviv, cidade no oeste do país que fica perto da Polónia.

Os mísseis atingiram a cidade polaca na mesma altura em que o oeste da Ucrânia foi também atingido.

As autoridades húngaras também convocaram o seu Conselho de Defesa, anunciou o porta-voz do Governo, Zoltan Kovacs. “Em resposta à interrupção do fornecimento de petróleo através do oleoduto Druzhba e ao ataque com mísseis no território da Polónia, o primeiro-ministro Viktor Orban convocou o Conselho de Defesa da Hungria”, escreveu no Twitter.

Já o ministro da Defesa da Letónia, Artis Pabriks, escreveu no Twitter que “o criminoso regime russo disparou mísseis que atingiram não apenas os civis ucranianos, mas também o território da NATO na Polónia”.

“A Letónia apoia totalmente os amigos polacos e condena este crime”, acrescentou, dando as condolências as “irmãos de armas polacos”.

Moldávia com cortes de energia em todo o país

De acordo com a Força Aérea ucraniana, a Rússia disparou esta terça-feira sobre as infra-estruturas de produção de energia eléctrica de várias regiões ucranianas “cerca de” 100 mísseis, causando cortes de electricidade, além de ter atingido igualmente zonas residenciais e feito pelo menos um morto na capital ucraniana, Kiev.

Mais de sete milhões de habitações da Ucrânia estão sem electricidade após os novos bombardeamentos russos.

A Moldávia registou hoje “enormes cortes de electricidade em todo o país”, depois de os ataques militares russos às infra-estruturas energéticas da Ucrânia terem deitado abaixo um importante cabo de energia que alimenta a nação, indicou um responsável.

“Na sequência do bombardeamento russo ao sistema de produção de energia eléctrica ucraniano, na última hora, um dos cabos eléctricos que assegura o fornecimento de electricidade ao nosso país foi desligado”, declarou o ministro moldavo das Infra-estruturas, Andrei Spinu, num comunicado.

MSN Notícias
RTP RTP
15.11.2022 às 18:58



 

745: Desvendado o segredo da juventude eterna das anémonas-do-mar

CIÊNCIA/BIOLOGIA MARINHA/ANÉMONAS-DO-MAR

Os genes altamente conservados garantem a diferenciação vitalícia entre os neurónios e as células glandulares nas anémonas-do-mar.

aurelienbaudoin / Flickr
As anémonas-do-mar não envelhecem – vivem para sempre e proliferam, tornando-se cada vez maiores

As anémonas-do-mar parecem saber onde está a fonte da juventude, já que não mostram sinais de envelhecimento. Há muito que a causa exacta desta juventude eterna intriga os cientistas.

Um novo estudo publicado na Cell Reports pode ter finalmente desvendado este mistério. A impressão digital genética da anémona-do-mar Nematostella vectensis revela que os membros deste filo usam as mesmas cascatas genéticas para a diferenciação de células neurais que outros organismos mais complexos.

Estes genes também são responsáveis pelo equilíbrio das células do organismo ao longo da vida da anémona. A equipa descobriu assim a diversidade e a evolução de todos os tipos de células nervosas e glandulares nesta anémona-do-mar. Para descobrirem isto, os cientistas usaram transcriptómicas de células únicas.

As células com impressões digitais sobrepostas foram agrupadas, o que permitiu aos cientistas distinguir tipos de células já definidas ou células em momentos de transição de desenvolvimento, cada uma com combinações de expressões únicas. Isto também ajudou na identificação do progenitor comum e das populações de células estaminais com tecidos diferentes.

Os cientistas descobriram que, contrariamente ao que se pensava anteriormente, os neurónios, as células gladulares e outras células sensoriais originam-se de uma população de progenitores comum. Dado que há vertebrados com células gladulares com funções neuronais, isto indica que há uma relação evolutiva muito antiga entre as células glandulares e os neurónios.

O gene especial que ajuda no desenvolvimento destas células progenitoras comuns é o SoxC, que também tem um papel importante na formação do sistema nervoso nos humanos e noutros animais, relata o SciTech Daily.

Os autores descobriram ainda que os processos genéticos de desenvolvimento de neurónios mantém-se ao longo da vida das anémonas-do-mar, desde que são embriões até à vida adulta, o que significa que, ao contrário de nós, as anémonas conseguem substituir os neurónios danificados ao longo da vida.

ZAP //
15 Novembro, 2022



 

744: NASA vai protagonizar o primeiro negócio na Lua — e abrir um precedente perigoso

NASA/LUA/NEGÓCIOS/STARTUP JAPONESA

A NASA e uma startup japonesa vão protagonizar a primeira transacção comercial no Espaço. O objectivo é abrir um precedente.

ispace

O Japão concedeu a uma startup a primeira licença de sempre para realizar actividades comerciais na Lua. A ispace vai recolher e vender uma pequena quantidade de solo lunar à NASA.

“Se a ispace transferir a propriedade dos recursos lunares para a NASA de acordo com o seu plano, será o primeiro caso no mundo de transacções comerciais de recursos espaciais na Lua por um operador privado”, sublinhou Sanae Takaichi, ministro de Estado do Japão para a Política Espacial.

“Este será um primeiro passo inovador para o estabelecimento da exploração espacial comercial por operadores privados”, acrescentou.

A transacção comercial pode não tardar. A empresa sediada em Tóquio planeia enviar a sua nave Hakuto-R para a Lua através da Falcon 9, da SpaceX, já no dia 22 de Novembro.

Segundo o Singularity Hub, o lander ajudará a entregar uma variedade de cargas, incluindo dois rovers, além de cumprir o contrato com a NASA.

O negócio está muito longe de ser lucrativo para a startup nipónica, que vai receber 5 mil dólares pelo regolito recolhido. O plano é dar à NASA qualquer sujidade que fique acumulada na base da nave. Afinal de contas, a poeira lunar pouco interessa à agência espacial.

O único objectivo é abrir um precedente de negociação entre empresas privadas para extrair e vender recursos na Lua.

O regolito é uma camada solta de material heterogéneo e superficial que cobre uma rocha sólida. Trata-se, portanto, de um material não consolidado e residual, uma vez que é formado por material originário da rocha fresca imediatamente subjacente.

A sua mineração pode extrair água, oxigénio, metais e um isótopo chamado hélio-3, que pode abastecer reactores de fusão nuclear, gerando energia livre de resíduos.

Estima-se que exista um milhão de toneladas de hélio-3 na Lua, ainda que apenas 25% possa ser trazido para a Terra. No entanto, esta quantidade é suficiente para responder à demanda de energia do nosso planeta durante, pelo menos, dois séculos. O hélio-3 pode valer quase 5 mil milhões de dólares por tonelada – e pode mesmo tornar-se o novo “ouro negro”, mas da Lua.

A exploração lunar é controversa. Os EUA têm promovido activamente a exploração comercial de recursos espaciais, nomeadamente através dos chamados Acordos de Artemis.

EUA, Japão, Luxemburgo e Emirados Árabes Unidos assinaram uma legislação nacional que concede às empresas os direitos sobre os recursos que extraem.

Uma voz de contestação chegou da Rússia. No ano passado, o director-geral da Roscosmos, Dmitry Rogozin, disse que países não deveriam usar a legislação nacional para tomar decisões sobre o quer fazer com os recursos espaciais.

Daniel Costa, ZAP //
16 Novembro, 2022



 

743: A humanidade está mais próxima da Lua! Lançamento do Artemis da NASA foi um sucesso

CIÊNCIA/NASA/ARTEMIS

Depois de inúmeros contratempos, a Missão Artemis 1 foi finalmente lançada. Inicialmente marcado para 29 de Agosto, o lançamento do foguetão que será o primeiro passo para voltar a levar terráqueos à Lua.

Está assim marcado oficialmente o início do programa Artemis da NASA.

A primeira parte da Missão da NASA está concluída

Foram fugas de combustíveis, depois tempestades tropicais e furacões. O universo parecia que estava a conspirar contra a missão da NASA, mas depois de um investimento na ordem dos quatro mil milhões de dólares, eis que o programa Artemis I arrancou oficialmente.

Este voo de teste destina-se a colocar uma cápsula de tripulação na órbita da Lua pela primeira vez em 50 anos. O foguetão, de 98 metros de altura, é o mais poderoso de sempre construído pela NASA, ultrapassando o Saturn V que levou os astronautas à Lua há meio século.

Depois do sucesso de Artemis I…

O lançamento destina-se a colocar em órbita lunar a cápsula Orion, que em vez de astronautas transporta três manequins de teste. A missão de órbita lunar tem uma duração prevista de seis semanas.

Além disso, ao longo do caminho, a cápsula implantará 10 CubeSats projectados para realizar as suas próprias investigações científicas destinadas a ajudar futuras missões no espaço profundo.

O Artemis I irá fornecer à NASA os dados necessários para garantir que os astronautas possam voar com segurança para a Lua a bordo da cápsula Orion.

Dará também a oportunidade de verificar se o escudo térmico do veículo pode proteger adequadamente os astronautas a bordo quando ele reentrar na nossa atmosfera e cair no Oceano Pacífico.

Se tudo correr como esperado, a NASA poderá começar a planear a missão Artemis II, que será a primeira missão tripulada da Orion e enviará astronautas num sobrevoo lunar.

Antes mesmo desta última tentativa bem sucedida, a equipa da Space Force dos EUA teve que enfrentar mais uma fuga de hidrogénio e ainda um problema num radar de monitorização do foguetão. Tudo contratempos resolvidos a tempo do lançamento, ainda que tenha sido adiado por 1 hora, algo que já estava de certa forma nos planos.

Pplware
Autor: Maria Inês Coelho
16 Nov 2022