879: Ucrânia: 30 vítimas civis entre mortos e feridos e milhões sem luz e aquecimento

– Que porra de merda é esta onde um estado que faz parte da ONU e do Conselho de Segurança, com direito de veto, considerado estado terrorista pelo Parlamento Europeu, continuar a fazer parte destas organizações sem SER EXPULSO? E que desde há NOVE MESES, depois de ter invadido um país soberano, não ter parado de destruir, bombardear estruturas civis, assassinar milhares de civis desde crianças (487) a idosos? Isto é permitido só porque são os russonazis ☠️卐☠️ que o fazem? Estão a massacrar um Povo, a destruir o seu País, provocando um genocídio que faz lembrar a II Guerra Mundial quando os nazis de Hitler mataram milhões de pessoas e estes novos nazis seguem o mesmo rumo? Que COBARDIA é esta senhores da guerra?

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TERRORISMO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ASSASSÍNIOS/BOMBARDEAMENTOS

Escalada de ataques deixou completamente sem electricidade regiões como Lviv, no oeste, Zaporijia e Odessa, no sul, e Chernihiv, no norte.

© GENYA SAVILOV / AFP

Novos ataques russos na Ucrânia fizeram 30 vítimas civis, entre mortos e feridos, e deixaram esta quarta-feira milhões de pessoas sem electricidade, acesso a água e aquecimento, quando se registam já temperaturas negativas nalgumas regiões, segundo as Nações Unidas.

Um balanço feito pelo Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA, na sigla em inglês) indica que a escalada de ataques deixou completamente sem electricidade regiões como Lviv, no oeste, Zaporijia e Odessa, no sul, e Chernihiv, no norte.

Os apagões estão também a afectar grandes partes das regiões centrais de Vinnytsya e Dnipro, Khmelnitsk, mais a oeste, Kharkiv e Sumi no nordeste, Mykolaiv no sul e a capital, Kiev.

Em Kiev, toda a população – estimada em cerca de três milhões de pessoas – ficou esta quarta-feira sem água, e as autoridades informaram que estão a trabalhar 24 horas por dia para restabelecer o abastecimento, o que também aconteceu em partes de Odessa.

Os ataques atingiram, além de infra-estruturas, edifícios residenciais em Kiev e nas cidades de Chabany e Vyshhorod, nos arredores da capital, e as autoridades confirmaram que pelo menos 30 civis foram mortos ou feridos nas três localidades.

Na região de Zaporijia, há relatos de um recém-nascido morto devido a um ataque aéreo que atingiu uma maternidade em Vilniansk, e de crianças mortas e feridas nos distritos de Kherson e Berislav.

Os ataques também atingiram pessoas que tentavam receber ajuda, quando uma instalação governamental em Zaporijia, usada por voluntários para distribuir mantimentos, foi atingida, matando e ferindo alguns civis que ali se encontravam, refere o balanço da OCHA.

As equipas de assistência humanitária na Ucrânia estão a trabalhar para apoiar as pessoas que enfrentam os desafios impostos pela crise energética, que já era grave e agora piorou com a nova vaga de ataques desta quarta-feira.

Nas últimas semanas, mais de 430.000 pessoas receberam algum tipo de assistência directa para enfrentarem o inverno, e quase 400 geradores foram entregues pela Organização Internacional para as Migrações (OIM), pela UNICEF, pela Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e a Organização Mundial de Saúde (OMS) para garantir energia em hospitais, escolas e outras instalações críticas.

O Governo informou a população de que foram estabelecidos mais de 4.000 pontos de aquecimento em todas as regiões da Ucrânia, e as Nações Unidas e os parceiros humanitários estão a fornecer abastecimentos a essas instalações.

De acordo com o Ministério da Energia, falhas temporárias de energia afectaram todas as centrais nucleares ucranianas.

Os ataques desta quarta-feira ocorreram horas depois de o Parlamento Europeu ter aprovado uma resolução declarando a Federação Russa como “estado patrocinador do terrorismo”, afirmando que ataques deliberados e atrocidades cometidas contra a Ucrânia violam os direitos humanos e o direito humanitário internacional.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
23 Novembro 2022 — 20:11



 

878: Ucrânia: Pentágono diz que Rússia regista falta de munições, Moscovo desmente

– Falta de munições? Os russonazis ☠️卐☠️ ? Só hoje foram SETENTA MÍSSEIS sobre Kiev e outras cidades, uma maternidade atingida e um bebé MORTO! Perguntem aos fornecedores deles (Irão e Koreia do Norte), como vai o negócio! Deixem eles continuarem a ASSASSINAR, a DESTRUIR, quando já não existir um ucraniano vivo, é que vão agir? Falta de 🍅🍅

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“Os russos enfrentam problemas logísticos desde o início” da invasão da Ucrânia, e “ainda estão numa situação fragilizada com a logística”, declarou o ministro da Defesa norte-americano

A Rússia regista uma “penúria significativa” de munições para a sua artilharia e que poderão limitar no futuro as suas operações na Ucrânia, afirmou esta quarta-feira o ministro da Defesa norte-americano Lloyd Austin, e apesar dos desmentidos de Moscovo.

“Os russos enfrentam problemas logísticos desde o início” da invasão da Ucrânia, e “ainda estão numa situação fragilizada com a logística”, declarou Austin a um grupo de jornalistas a bordo de um avião militar.

“[Os russos] registam uma penúria significativa de mísseis de artilharia”, em particular pelo facto de Kiev ter destruído diversas reservas de munições russas”, precisou o chefe do Pentágono.

A Rússia tem utilizado com frequência a sua artilharia desde o início da guerra, disparando numerosos rockets em direcção às forças ucranianas antes de se movimentarem no terreno.

“Para este género de operação, são necessárias numerosas munições. Não estou seguro de que [os russos] possuam as suficientes para permitir este género de situações no futuro”, acrescentou Austin.

O chefe do Pentágono precisou que as reservas russas de mísseis de precisão foram “significativamente reduzidas” nos nove meses de guerra, e que Moscovo não terá capacidade de as substituir rapidamente devido às sanções económicas impostas à Rússia, em particular os microprocessadores.

Em paralelo, e através de uma mensagem no Telegram, o vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitri Medvedev, assegurou que, ao contrário das expectativas dos “inimigos”, o país possui suficientes reservas de armamentos para prosseguir os ataques.

“Os inimigos continuam a contar cuidadosamente os nossos lançamentos e as nossas reservas [de armamento]. Deveriam estar mais bem informados e não aguardar por uma escassez dos nossos recursos”, disse.

“Vai prosseguir. Existem [munições] em quantidade suficiente para todos!”, ironizou.

Medvedev disse ter visitado uma companhia estatal russa onde abordou “um aumento do fornecimento de armamento de alta precisão para as Forças armadas russas”, tendo ainda divulgado um vídeo no interior do complexo junto a bombas e torpedos, indicou a agência oficial russa TASS.

Esta empresa, fundada em 1969, é uma das maiores da Rússia na produção de torpedos e bombas.

Esta quarta-feira, a Rússia disparou cerca de 70 mísseis de cruzeiro sobre diversas regiões da Ucrânia, tendo sido abatidos 51 segundo o Exército ucraniano, apesar destes bombardeamentos terem provocado importantes cortes no fornecimento de energia.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus –, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia — foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
23 Novembro 2022 — 18:58



 

Lisboa “está cheia de alojamento local ilegal” e “há descontrolo” na abertura de bares

– Lisboa é terra de “xicos espertos”, onde a trafulhice, o oportunismo & outras coisas mais se juntam para lixar o parceiro em benefício próprio, onde o estacionamento selvagem em cima dos passeios, passadeiras, paragens de transportes públicos é Rei e a polícia nada faz para combater os infractores. Onde o lixo impera sem ser recolhido nos dias programados. Onde as ruas apenas são lavadas quando chove, etc., etc., etc..

LISBOA/ALOJAMENTO LOCAL/ILEGALIDADES

Vereadora do Urbanismo na Câmara Municipal de Lisboa diz que “descontrolo” na abertura de bares, inclusive no Bairro Alto, que prejudica o descanso dos moradores.

A vereadora do Urbanismo na Câmara Municipal de Lisboa disse esta quarta-feira que a cidade “está cheia de alojamento local ilegal” e que “há um descontrolo” na abertura de bares, inclusive no Bairro Alto, que prejudica o descanso dos moradores.

“Nas zonas de contenção, obviamente que, a partir do momento que não se aceita mais alojamento local, como há procura, aparece o alojamento local ilegal e estamos cheios de alojamento local ilegal pela cidade”, declarou a vereadora Joana Almeida (independente eleita pela coligação ‘Novos Tempos’ PSD/CDS-PP/MPT/PPM/Aliança), sem apresentar dados concretos.

A vereadora falava no âmbito de uma audição na Assembleia Municipal de Lisboa sobre a proposta de orçamento para 2023, em que revelou que a verba total para o pelouro do Urbanismo, prevista para o próximo ano, é de 3.587.842 euros, que se reparte por 2.481.976 euros para a Direcção Municipal de Urbanismo, 726.954 euros para obras de urbanização e 378.912 euros para o ReSist, programa municipal de promoção da resiliência sísmica do parque edificado, privado e municipal e infra-estruturas urbanas municipais.

Entre as prioridades assumidas na proposta de orçamento de Lisboa para 2023 está a revisão do Regulamento Municipal para o Alojamento Local (RMAL), indicou Joana Almeida, referindo que o executivo terminou na semana passada uma fase de auscultação prévia com as 24 juntas de freguesia da cidade e com as associações do sector, assim como com representantes dos proprietários e dos inquilinos.

Na audição, o tema do alojamento local motivou questões dos deputados municipais Vasco Barata (BE), Jorge Marques (PS), Isabel Mendes Lopes (Livre) e Jorge Nuno Sá (Aliança), nomeadamente sobre qual a posição da liderança PSD/CDS-PP na Câmara de Lisboa relativamente a esta área, se é a favor ou contra que as licenças tenham um prazo e caduquem e sobre qual a estratégia para identificar o alojamento turístico ilegal.

Ressalvando que o alojamento local ilegal é da responsabilidade da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), a vereadora disse que o pelouro do Urbanismo está a actuar no âmbito das suas competências, começando por fazer vistorias, o que “não se fazia no passado”, verificando que existem obras ilegais no alojamento local, assim como situações de incumprimento dos requisitos para funcionamento.

Joana Almeida disse que há “várias frentes possíveis” para prevenir o alojamento local ilegal, nomeadamente através de dados das plataformas de reservas, como a Airbnb e o Booking, assim como “através da taxa turística ou do contador de água”.

Sobre a posição da liderança PSD/CDS-PP relativamente à revisão do RMAL, Joana Almeida defendeu a necessidade de um equilíbrio entre o alojamento local e a habitação, “exactamente por se constatar que na zona central, na zona histórica da cidade, esse equilíbrio não existe”, apoiando a existência de zonas de contenção, mas ressalvando que é importante considerar o perfil do titular do alojamento local.

Em relação à abertura de bares em zonas residenciais, o problema foi levantado por Angélique da Teresa (IL), que disse existir “quase uma guerra entre residentes e interesses comerciais” e defendeu “zonas amigas de diversão nocturna e zonas inimigas desses locais de diversão nocturna”, e por Jorge Nuno Sá (Aliança), que pediu um levantamento da abertura de bares.

A presidente da Junta de Freguesia da Misericórdia, Carla Madeira (PS), propôs a regulamentação dos horários dos estabelecimentos locais e alertou que, apesar de o Plano de Urbanização do Núcleo Histórico do Bairro Alto e Bica proibir a abertura de bares, as casas de ferragens e tabacarias “viraram bares”, ao abrigo do Licenciamento Zero, porque procederam a alteração das licenças, inclusive para casas de chá, mas “não vendem chá, vendem muita cerveja, muito álcool”.

“Esses estabelecimentos estão a funcionar ilegalmente. Esses estabelecimentos deviam ser imediatamente encerrados”, apelou Carla Madeira.

Em resposta, a vereadora do Urbanismo reconheceu que os bares são “um problema transversal” na cidade de Lisboa, referindo que, “neste momento, há um descontrolo” em resultado do Licenciamento Zero, em que “um proprietário pode mudar de restaurante para bar”, sem passar por um novo licenciamento urbanístico.

“Julgo que chegou a altura de trabalhar num regulamento para minimizar este tipo de conflitos”, expôs Joana Almeida, apontando a necessidade de controlar os horários dos estabelecimentos e de limitar o ruído, o que deve passar, também, por um reforço da fiscalização, possivelmente com o apoio das juntas de freguesia.

A proposta de orçamento municipal de Lisboa para 2023 prevê uma despesa de 1.305 milhões de euros, superior à calculada para este ano (1,16 mil milhões), esperando a câmara ter um crescimento de 15% nas receitas correntes, bem como um investimento de 138 milhões financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Este é o segundo orçamento municipal de Lisboa do actual mandato, 2021-2025, sob a presidência do social-democrata Carlos Moedas, que governa sem maioria absoluta, com sete eleitos da coligação “Novos Tempos” (PSD/CDS-PP/MPT/PPM/Aliança) entre os 17 elementos que compõe o executivo camarário.

Diário de Notícias
DN/Lusa
23 Novembro 2022 — 18:47



 

876: Os críticos de Vladimir Putin: mortos, presos ou exilados

– Que esperam de um ditador assassino terrorista russonazi ☠️卐☠️ ?

DITADORES/TERRORISTAS/ASSASSINOS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️

O político russo da oposição Ilya Yashin é o mais recente de uma longa fila de críticos do Kremlin a arriscar pesada pena de prisão

(imagem do presidente russo, Vladimir Putin © EPA/ALEXEI BABUSHKIN / SPUTNIK / KREMLIN)

O político russo da oposição Ilya Yashin, que viu a sua prisão preventiva estendida por mais seis meses por um tribunal de Moscovo esta quarta-feira, corre o risco de se tornar o mais recente de uma longa fila de críticos do Kremlin a ser condenado a pesadas penas de prisão – arrisca até 10 anos de cadeia por ter condenado a invasão russa na Ucrânia.

Outros foram mortos ou escaparam por pouco à morte enquanto outros ainda foram para o exílio. Aqui está uma lista dos críticos mais conhecidos de Putin.

MORTOS

Boris Nemtsov, um crítico do Kremlin e antigo vice-primeiro-ministro, foi morto a tiro em 2015 ao caminhar para casa através de uma ponte de Moscovo perto do Kremlin. Cinco homens tchetchenos foram condenados por matar Nemtsov, mas o cérebro do assassinato nunca foi encontrado.

Os aliados de Nemtsov apontaram o dedo da culpa ao Kremlin, bem como ao líder tchetcheno Ramzan Kadyrov, que negou a acusação. O carismático orador tinha atacado a anexação por Putin da Crimeia em 2014 e participado regularmente em protestos da oposição. Ele tinha 55 anos na altura da sua morte.

Em 2006, o assassinato da jornalista Anna Politkovskaya fora da sua casa em Moscovo tinha já chocado o mundo. Politkovskaya, jornalista da Novaya Gazeta, o principal jornal independente da Rússia, foi uma crítica feroz das tácticas do Kremlin na Chechénia.

O editor do jornal, Dmitry Muratov, dedicou este ano o seu Prémio Nobel da Paz a Politkovskaya e a outros jornalistas russos mortos pelo seu trabalho.

Outros críticos de Putin escaparam por pouco à morte.

PRESOS

O principal político russo da oposição, Alexei Navalny, foi envenenado com Novichok, um agente nervoso de fabrico soviético, numa viagem à Sibéria em 2020. Foi submetido a tratamento na Alemanha e regressou à Rússia em Janeiro de 2021, onde foi detido ao aterrar num aeroporto de Moscovo.

O opositor de 46 anos está a cumprir uma pena de nove anos de prisão por desvio de fundo. Navalny denunciou a ofensiva da Ucrânia de Putin a partir da prisão, chamando-lhe “tragédia” e um “crime contra o meu país”.

Vladimir Kara-Murza, um político da oposição, foi preso em Abril por espalhar informações “falsas” sobre o exército russo. Mais tarde foi acusado de alta traição e enfrenta até 20 anos de prisão. Kara-Murza, 41 anos, diz ter sido envenenado duas vezes.

Em Agosto, Yevgeny Roizman, antigo presidente da câmara de Yekaterinburg, foi detido pela sua crítica ao ataque da Rússia à Ucrânia. Após a sua prisão ter suscitado protestos, o político de 60 anos foi libertado, aguardando julgamento sob a acusação de “desacreditar” o exército russo.

EXILADOS

Alguns dos críticos de Putin têm estado no estrangeiro há anos, como o antigo magnata do petróleo Mikhail Khodorkovsky, que passou uma década na prisão depois de ter desafiado o líder russo no início do seu governo. Khodorkovsky está baseado em Londres e tem financiado projetos mediáticos críticos do Kremlin.

Muitos dos proeminentes aliados da Navalny fugiram da Rússia após as suas organizações terem sido banidas como “extremistas” no ano passado.

Mas a decisão de enviar tropas para a Ucrânia, que deu início a uma repressão sem precedentes em casa, provou ser um último prego no caixão para o movimento de oposição russo.

Os russos que se opõem ao ataque de Moscovo à Ucrânia estão agora espalhados pelo mundo, com muitos a fugir para a Europa e Israel.

O apresentador de televisão e animador Maxim Galkin, o marido da ícone pop russa Alla Pugacheva, tornou-se uma voz de liderança improvável contra a ofensiva da Ucrânia nas redes sociais. Com sede em Israel, a estrela televisiva de 46 anos de idade denuncia regularmente a ofensiva do exército russo na sua conta no Instagram.

AGENTES ESTRANGEIROS

Apesar de uma rara intervenção de Pugacheva – que é amplamente considerada intocável – Galkin tem sido rotulado como um “agente estrangeiro”. O rótulo, que tem conotações que remontam à era de Estaline, tem sido utilizado pelas autoridades para aumentar a pressão sobre os críticos.

Putin endureceu recentemente a lei draconiana do “agente estrangeiro” de 2012.

Muitos jornalistas e os principais meios de comunicação social independentes da Rússia foram condenados com esse rótulo, o que tornou o seu dia-a-dia muito mais difícil.

Todas as principais organizações de meios de comunicação independentes na Rússia foram encerradas ou suspenderam as operações.

Outras figuras populares que se pronunciaram contra a ofensiva da Ucrânia de Moscovo – tais como os rappers muito populares Oxxxymiron e Noize MC, bem como o escritor de ficção científica exilado Dmitry Glukhovsky – foram também rotulados de “agentes estrangeiros”.

Diário de Notícias
DN/AFP
23 Novembro 2022 — 17:19



 

875: Zelensky pede reunião urgente na ONU para debater ataques russos

– “… “Assassinato de civis, destruição de infra-estrutura civil são actos de terror. A Ucrânia continua a exigir uma resposta resoluta da comunidade internacional a esses crimes”, disse Zelensky”

Parece que os “valentões” acagaçaram-se perante os russonazis 卐 putinocratas mas penso que é mais falta de 🍅🍅 ! Até quando deixam os assassinos de civis inocentes de todas as idades, assassinarem? Até quando não existirem mais ucranianos para abaterem? E depois entram de galo na Ucrânia a proclamarem que a terra é deles?

 

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Presidente ucraniana vai estar presente via videoconferência. Ataques russos causaram apagões na vizinha Moldávia.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, discursará numa reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU na quarta-feira sobre os ataques russos que causaram apagões na vizinha Moldávia, disseram fontes diplomáticas à AFP.

Zelensky vai marcar presença no debate de emergência – solicitado por Kiev e previsto para começar às 21 horas de Lisboa – via videoconferência, disseram dois diplomatas à agência francesa.

O líder ucraniano disse num tweet que havia instruído o embaixador do seu país no órgão mundial, Sergiy Kyslytsya, a solicitar a reunião.

“Assassinato de civis, destruição de infra-estrutura civil são actos de terror. A Ucrânia continua a exigir uma resposta resoluta da comunidade internacional a esses crimes”, disse Zelensky.

Numa carta ao presidente do Conselho a solicitar a reunião, vista pela AFP, Kyslytsya escreveu que a Rússia “cometeu outro ato de terror contra a população civil da Ucrânia” com os ataques de quarta-feira.

O ataque aéreo atingiu a rede eléctrica da Ucrânia, que já estava a falhar, tendo provocado vários mortos e desconectado três centrais nucleares da rede.

Os militares ucranianos disseram que as forças russas dispararam esta quarta-feira cerca de 70 mísseis de cruzeiro contra alvos em todo o país.

A vizinha Moldávia chegou a dizer que estava a sofrer apagões generalizados causados ​pela nova barragem e a sua presidente, Maia Sandu, acusou a Rússia de deixar o seu país “no escuro”.

Diário de Notícias
DN/AFP
23 Novembro 2022 — 17:55



 

874: Site do Parlamento Europeu alvo de ciber-ataque

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TERRORISMO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /CIBER-ATAQUE/PARLAMENTO EUROPEU

Ciber-ataque acontece no dia em que a instituição aprovou uma resolução em que reconhece a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo.

A página de Internet do Parlamento Europeu foi esta quarta-feira alvo de um ciber-ataque, no dia em que a instituição aprovou uma resolução em que reconhece a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo, confirmou fonte oficial.

Fonte da assembleia europeia disse à agência Lusa que “o site do Parlamento Europeu foi alvo de um ciber-ataque”, levando a que a página da Internet da instituição esteja inacessível.

O porta-voz do Parlamento Europeu, Jaume Duch, escreveu na rede social Twitter que “a disponibilidade do site do Parlamento Europeu está actualmente afectada por elevados níveis de tráfego de rede externa”, garantindo tratar-se de um “ataque” cibernético.

A presidente da instituição, Roberta Metsola, acusou através do Twitter um grupo ligado à Presidência russa (Kremlin), de ter cometido “um ciber-ataque sofisticado” e respondeu escrevendo “Glória à Ucrânia”.

“O Parlamento está a ser alvo de um ciber-ataque sofisticado. Um grupo pró-Kremlin reivindicou a responsabilidade, [mas] os nossos peritos em tecnologias de informação estão a combatê-lo e a proteger os nossos sistemas”, referiu Roberta Metsola.

“Isto, depois de termos proclamado a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo”, lembrou a responsável.

E adiantou: “A minha resposta é ‘Slava Ukraini [Glória à Ucrânia]'”.

Outra fonte do Parlamento Europeu, sob a condição de anonimato, disse que o ataque informático foi o “mais sofisticado da história recente” contra a instituição.

O eurodeputado do Partido Pirata Europeu, Mikulas Peksa, disse que “há relatos de que o grupo de hackers pró-Rússia Killnet reivindicou a responsabilidade pelo ataque”. “Se isso for verdade, este é um ataque maciço à democracia europeia e que exigirá mais acções”, afirmou.

Nos últimos meses, a Killnet reivindicou ataques a sites do governo dos EUA e disse que tomou medidas contra outros países que se opõem à invasão da Ucrânia pela Rússia.

O eurodeputado alemão Rasmus Andresen disse ainda não saber se o ataque está relacionado com a resolução sobre a Rússia, mas insistiu que os sistemas do parlamento “não estão suficientemente preparados”.

“Espero que os acontecimentos de hoje nos levem a proteger melhor nossos dados e as nossas democracias, porque certamente não será a última vez que seremos vítimas de tais ataques”, afirmou.

O anúncio surge no dia em que o Parlamento Europeu aprovou uma resolução em que reconhece a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo, apresentada pelo grupo político dos Conservadores e Reformistas Europeus (centro-direita).

Os eurodeputados aprovaram, na sessão plenária em Estrasburgo (França), uma resolução que denuncia como “actos de terror e crimes de guerra” os ataques de Moscovo à Ucrânia, nomeadamente a alvos e infra-estruturas civis, informou a instituição em comunicado.

Assim, o Parlamento Europeu classifica a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo que “utiliza métodos de terrorismo”, apelando ainda à adopção de um nono pacote de sanções a Moscovo.

A resolução foi aprovada por 494 votos a favor, 58 contra e 44 abstenções.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
23 Novembro 2022 — 17:11



 

873: Rússia lança mais de 70 mísseis. Três mortos em Kiev, cortes de água e luz

– Ó senhora embaixadora, não basta os EUA estarem com a Ucrânia! É preciso de IMEDIATO, começarem a bombardear Moscovo e S. Petersburgo! Os ucranianos estão a servir de carne para canhão sem que exista qualquer tipo de represália contra os nazis! Esta merda já está a cheirar mais que mal! Quando é que começam a mandar umas bojardas de “alta precisão” para aterrarem em Moscovo e S. Petersburgo (para começar…) ??? Estes FDP enquanto elas não começarem a cair-lhes em cima da cornadura, não param! Isto é a retaliação russonazi ☠️卐☠️ sobre a decisão do Parlamento Europeu ter considerado – e bem – os russonazis ☠️卐☠️ como estado terrorista!

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TERRORISMO/NAZISMO/ASSASSINOS/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Há relatos que indicam cortes de energia no norte e no centro de Kiev na sequência do mais recente ataque russo. Foram ainda reportadas explosões em Lviv e Kremenchuk.

© SERGEI SUPINSKY/AFP

As forças russas lançaram esta quarta-feira mais de 70 mísseis e atingiram várias cidades, incluindo a capital da Ucrânia, Kiev, disseram as autoridades ucranianas.

Foram danificadas infra-estruturas críticas, nomeadamente na capital, naquele que é o mais recente ataque de uma série que provocou apagões em todo o país, isto numa altura em que descem as temperaturas. Pelo menos três pessoas morreram em Kiev.

“O inimigo está a lançar ataques com mísseis contra a infra-estrutura crítica na cidade de Kiev. Fiquem em abrigos até ao fim do alerta aéreo”, disse o município nas redes sociais, com o presidente da Câmara, Vitali Klitschko, a revelar que infra-estrutura crítica foi atingida.

“Como resultado do ataque, um prédio residencial de dois andares foi danificado. Três pessoas morreram e seis ficaram feridas”, disse a administração militar da cidade numa mensagem divulgada na rede social Telegram.

Há cortes de energia no norte e no centro de Kiev. Também há falhas no abastecimento de água na cidade.

Devido a esta nova série de ataques russos, “o abastecimento de água foi suspenso em Kiev”, disse Vitali Klitschko nas redes sociais. “Toda” a região circundante de Kiev ficou sem energia, avançou também o governador regional, Oleksiy Kuleba.

Estão a ser reportados outros ataques das forças de Moscovo nas regiões de Mykolaiv e Dnipropetrovsk, mas também em Lviv e Kremenchuk, na região de Poltava, segundo o jornal britânico The Guardian. Cortes de energia estão a ser relatados um pouco por todo o país.

A cidade de Lviv, no oeste, ficou completamente sem energia, disse o presidente da autarquia.

“Toda a cidade está sem energia. Estamos a aguardar informações adicionais de especialistas em energia”, disse o autarca Andriy Sadovyi nas redes sociais, alertando que também pode haver interrupções no abastecimento de água da cidade.

Perante esta nova série de ataques das forças russas, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia voltou a reforçar a necessidade do país em ter “todos os sistemas de defesa aérea o mais rápido possível”.

Dmytro Kuleba escreveu na rede social Twitter que a Rússia está a “celebrar” o reconhecimento, por parte do Parlamento Europeu, de que é “um Estado terrorista”, com o lançamento de “novos mísseis contra a capital da Ucrânia e outras cidades”.

Mykhailo Podolyak, assessor do gabinete do presidente da Ucrânia, declarou esta quarta-feira, nas redes sociais, que está em curso um novo “ataque maciço” às infra-estruturas críticas do país.

Três centrais nucleares desligadas da rede

Todas as três centrais nucleares ainda sob controlo ucraniano foram desligadas da rede eléctrica, disse a operadora nuclear da Ucrânia, devido aos novos ataques aéreos russos que atingiram o país.

A Energoatom disse em comunicado que os ataques activaram protocolos de emergência nas centrais nucleares de Rivnenska, Pivdennoukrainska e Khmelnytska e que “como resultado… todos os reactores foram automaticamente desligados” da rede eléctrica, informou a empresa nas redes sociais.

Apagões na vizinha Moldávia devido aos ataques russos contra a Ucrânia

A Moldávia anunciou que o país estava a enfrentar apagões generalizados como resultado de uma nova onda de ataques russos às infra-estruturas de energia na vizinha Ucrânia.

“Como resultado dos bombardeamentos da Rússia no sistema de energia ucraniano, na última hora tivemos apagões de electricidade em todo o país. A [empresa] Moldelectrica está a trabalhar para restabelecer o fornecimento de electricidade”, escreveu o vice-primeiro-ministro da Moldávia, Andrei Spinu, no Facebook.

A embaixadora dos EUA em Kiev afirmou que Moscovo está a “punir a Ucrânia por ousar ser livre” ao lançar novos ataques “cruéis” em todo o país.

Numa mensagem divulgada nas redes sociais, Bridget A. Brink destaca a “força do povo ucraniano” e diz que irá falhar “a tentativa da Rússia de dominar a Ucrânia, mergulhando-a no frio e na escuridão”. A diplomata norte-americana reforça que os EUA estão com a Ucrânia.

Em actualização

Diário de Notícias
DN/AFP
23 Novembro 2022 — 15:06



 

Parlamento Europeu reconhece Rússia como “estado patrocinador do terrorismo”

– A rússia não é um estado patrocinador de terrorismo! A rússia é um estado terrorista porque é de lá que avançam todos os ataques, bombardeamentos e assassínios sobre a Ucrânia e o Povo ucraniano!

PARLAMENTO EUROPEU/TERRORISMO/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /RECONHECIMENTO

Parlamento Europeu pede agora aos 27 Estados-membros da UE para também reconhecerem a Rússia como um “estado patrocinador do terrorismo” devido à guerra contra a Ucrânia.

© EPA/JULIEN WARNAND

O Parlamento Europeu reconheceu, esta quarta-feira, a Rússia como um “estado patrocinador do terrorismo” devido à guerra contra a Ucrânia, em curso desde 24 de Fevereiro, e instou os 27 países da União Europeia a declararem o mesmo.

“Os ataques deliberados e as atrocidades perpetradas pela Federação Russa contra a população civil da Ucrânia, a destruição de infra-estrutura civil e outras graves violações dos direitos humanos e do direito humanitário internacional constituem actos de terror”, refere a resolução aprovada esta quarta-feira.

O presidente da Ucrânia aproveitou as redes sociais para reagir à decisão do Parlamento Europeu em reconhecer a Rússia como um “estado patrocinador do terrorismo e como Estado que utiliza meios de terrorismo”.

Para Volodymyr Zelensky, “a Rússia deve ser isolada a todos os níveis e responsabilizada”, de modo a “acabar com sua política de terrorismo de longa data na Ucrânia e em todo o mundo”.

Diário de Notícias
DN/AFP
23 Novembro 2022 — 12:05



 

871: Do catering ao poder. Líder do Grupo Wagner é uma ameaça para Putin

– Pior a emenda que o soneto…

RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ASSASSINOS/GRUPO WAGNER

A influência do líder do Grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, tem crescido de vento em popa. O oligarca que se começou por destacar no catering é agora uma ameaça para Putin.

Kremlin / Wikipedia
Yevgeny Prigozhin (dir), o cozinheiro-chefe de Vladimir Putin (c)

Yevgeny Viktorovich Prigozhin é o oligarca russo responsável pelo infame Grupo Wagner e confidente próximo do Presidente russo, Vladimir Putin.

Prigozhin é conhecido comochef de Putin” porque os seus restaurantes e empresas de catering ofereciam jantares aos quais Putin comparecia com dignitários estrangeiros.

O Grupo Wagner surgiu pela primeira vez na Crimeia após a sua anexação, em 2014, e desde então tem presença na Síria, na Líbia e noutras zonas de África.

Prigozhin sempre negou qualquer ligação ao grupo até Setembro de 2022, altura em que admitiu ter criado a empresa paramilitar privada numa publicação na rede social russa VKontakte.

“Eu mesmo limpei as armas antigas, separei os coletes à prova de bala e encontrei especialistas que poderiam ajudar-me com isto. A partir desse momento, no dia 1 de maio de 2014, nasceu um grupo de patriotas, que mais tarde passou a ser chamado Batalhão Wagner”, disse o oligarca no comunicado, publicado pela sua empresa de catering, Concord.

O russo é até procurado pelo FBI “pelo seu alegado envolvimento em conspirações para afectar os EUA, prejudicando e obstruindo a Comissão Eleitoral dos EUA”, lê-se num comunicado da autoridade norte-americana.

Prigozhin será responsável pela proliferação de desinformação, tanto nas eleições dos EUA, como noutros processos eleitorais na Europa.

O jornal Público falou com especialistas que realçam a crescente influência do chef de Putin, que “pode mesmo ser uma ameaça” para o Presidente russo.

Embora seja um confidente de Putin, isso não o impediu de criticar as acções militares de Moscovo na Ucrânia em várias ocasiões. Num encontro em Outubro, Prigozhin terá mesmo confrontado Putin pela má gestão no campo de batalha, segundo o The Washington Post.

“A saída da sombra de Prigozhin pode ser vista como uma afirmação de poder”, disse uma fonte do projecto All Eyes on Wagner (AEW), ao jornal português.

Em Setembro, Yevgney Prigozhin foi filmado numa prisão a tentar recrutar reclusos para lutar na guerra na Ucrânia. “Ninguém volta a ficar atrás das grades”, prometeu.

Mais recentemente, o Grupo Wagner esteve em destaque pelas piores razões, ao divulgar um vídeo onde é possível ver Yevgeny Nuzhin, soldado russo que acabou por se entregar às tropas ucranianas, a ser assassinado por via de uma marreta.

As imagens foram divulgadas no Telegram pelo Grey Zone, um site ligado ao grupo, com o título “Punição de um traidor”.

A associação do grupo paramilitar ao neonazismo é frequente, assim, como o seu papel para encobrir baixas e custos financeiros nos conflitos em que a Rússia participa.

Citado pelo jornal The Guardian, o dissidente Mikhail Khodorkovsky sublinha que Prigozhin já tem tanto poder quanto alguns dos membros do Governo russo.

“Faz parte do círculo mais próximo de Putin. E no sistema russo é tudo sobre Putin. Só que ele tem-se destacado dos restantes devido ao Grupo Wagner, que, por exemplo, em África funciona como uma extensão de Moscovo, actuando nos locais onde as forças ocidentais fraquejam, como o Mali ou a República Centro-Africana”, descreve Christopher Kinsey, investigador do Kings College, citado pelo Público.

Daniel Costa ZAP //
23 Novembro, 2022



 

870: Uma notícia falsa pode destruir o mundo?

“… Ostensivamente, este grupo decidiu ignorar os chefes de Estado e de governo do restante G20 (as maiores economias do planeta), incluindo líderes de grandes democracias: África do Sul, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, México, China, Índia, Indonésia e Turquia (para não falar da Rússia) ficaram de fora de uma discussão que, basicamente, tinha este tema: “Vamos, ou não, para a guerra com a Rússia?…””

Por considerar lixo tóxico as crónicas deste autor, não se publica o artigo que pode ser lido, a quem interessar, na sua origem. Mas apelidar de “grandes democracias” a países como Brasil, China, Rússia, etc. (apenas faltou mencionar Coreia do Norte, Cuba, Venezuela…), é significativo de um certo tipo de demência política que o cronista emprega na defesa dos seus ideais comunas. Enfim… siga o baile!

OPINIÃO

Diário de Notícias
23 Novembro 2022 — 00:15