891: Varsóvia rejeita sistema anti-mísseis de Berlim e diz que deveria ir para Kiev

POLÓNIA/BERLIM/ANTI-MÍSSEIS

O Governo polaco rejeitou um sistema anti-mísseis oferecido pela Alemanha, dizendo que deveria ser dado à Ucrânia, uma proposta que não é válida para Berlim, porque aumentaria o envolvimento da NATO no conflito russo-ucraniano.

© EPA/Tytus Zmijewski

A resposta da Polónia à oferta alemã foi recebida pela Ucrânia, que está desesperada para proteger o seu espaço aéreo, enquanto bombardeamentos russos danificam as estruturas de energia em todo o país.

Mas, entretanto, a ministra da Defesa da Alemanha, Christine Lambrecht, salientou que a utilização dos sistemas de defesa da NATO fora do seu território precisa ser acordada por todos os Estados-membros.

“É importante para nós que a Polónia possa contar com aliados para que haja apoio entre todos, mesmo em tempos difíceis”, disse Lambrecht à imprensa em Berlim.

“É por isso que nos oferecemos para apoiar o policiamento aéreo e os [mísseis] Patriot, que fazem parte de uma defesa aérea integrada da NATO, ou seja, destinam-se ao território da NATO. Se foram usados fora da área da NATO, isso deve ser previamente acordado com a NATO e com os aliados”, acrescentou.

Na Polónia, os críticos do partido populista no poder acusaram-no de sacrificar a segurança do país com uma guerra vizinha na Ucrânia em prol de um combate político doméstico que explora o sentimento anti-alemão para lucros de curto prazo.

“Esta proposta afecta a credibilidade da Polónia e, pior de tudo, a sua segurança. Os alemães recebem um sinal claro de que não queremos a ajuda deles, o potencial de defesa do céu polaco vai ser menor.

Na pior guerra na Europa desde 1945, este é um erro imperdoável”, escreveu o vice-editor diário Rzeczpospolita, Michal Szuldrzynski.

O partido populista no poder da Polónia, que vai enfrentar eleições no próximo outono e que vê a sua popularidade prejudicada devido a uma inflação de 18%, vem a intensificar a sua mensagem anti-alemã — que há muito faz parte da sua retórica.

Após a invasão russa da Ucrânia, a NATO reforçou as suas defesas ao longo do seu flanco oriental, incluindo a Polónia, enquanto Varsóvia trabalhou para fortalecer as suas forças armadas com a aquisição de armas.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
24 Novembro 2022 — 22:13



 

Putin ordena envio de mais armamento “de qualidade” ao Exército russo

– Canalha terrorista assassino russonazi ☠️卐☠️ , pena não te cair em cima da careca um míssil teleguiado de alta precisão!

🇷🇺 UBIYTSA! 🇷🇺
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TERRORISMO/ASSASSINO/ORC RUSSONAZI ☠️卐☠️ PUTINOCRATA

Os serviços de informações norte-americano e britânico indicam desde há alguns meses que o Exército russo enfrenta escassez de efectivos, armamento e munições.

Putin ordena envio de mais armamento “de qualidade” ao Exército russo © Mikhail Metzel

O Presidente russo, Vladimir Putin, ordenou esta quinta-feira o fornecimento de mais armamento “de qualidade” às tropas que combatem na Ucrânia, quando se cumprem nove meses do início da campanha militar desencadeada por Moscovo.

“É importante não apenas aumentar o volume e a variedade dos fornecimentos, mas também melhorar a sua qualidade”, disse Putin durante uma reunião do Conselho Coordenador destinado a garantir as necessidades das Forças Armadas.

Putin pediu a melhoria do funcionamento do mecanismo de comunicação entre os militares, os produtores e os fabricantes, com o objectivo de introduzir correcções nos pedidos quando seja necessário.

Não há necessidade de introduzir medidas extraordinárias. Mas temos de pôr em marcha um trabalho preciso, de qualidade, bem coordenado. Isso é sempre útil, mas neste caso é simplesmente necessário garantir oportunamente tudo o que seja necessário para as nossas Forças Armadas durante a operação militar especial”, indicou, utilizando a designação dada pelo Kremlin à invasão da Ucrânia.

Neste sentido, considerou que os soldados no terreno devem receber o armamento e equipamento em datas e quantidades previamente determinadas.

Os serviços de informações norte-americano e britânico indicam desde há alguns meses que o Exército russo enfrenta escassez de efectivos, armamento e munições na Ucrânia.

O secretário da Defesa norte-americano, Lloyd Austin, considerou na quarta-feira que a Rússia enfrenta uma “penúria significativa” de munições para a sua artilharia, em grande medida devido aos problemas logísticos que enfrenta e que poderão limitar no futuro as suas operações no terreno.

Austin também garantiu que as tropas russas possuem cada vez manos mísseis de precisão e que a sua indústria de Defesa enfrenta graves dificuldades para fabricar com rapidez novo armamento teleguiado.

Diversos peritos europeus citados por diversos ‘media’ têm considerado que a retirada russa do terço norte da região de Kherson foi motivada, mais que o avanço do inimigo ou problemas de abastecimento, pela escassez de munições, que apenas chegariam para mais um mês de combates.

No caso dos mísseis de cruzeiro Iskander, que provocaram elevados danos na infra-estrutura militar e civil ucraniana, a Rússia apenas disporia de mais 120 unidades.

Perante a impossibilidade de garantir avanços significativos no campo de batalha, o Exército russo optou por desencadear bombardeamentos massivos contra a infra-estrutura energética ucraniana e quando se aproxima o inverno, com Kiev a pedir ao ocidente o urgente envio de baterias antiaéreas.

MSN Notícias
SIC Notícias SIC Notícias
Lusa
24.11.2022




 

889: Rússia não está em guerra só com a Ucrânia. Há uma nova guerra entre os russos

RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /GUERRA INTERNA

População local dispara mais em todo o país. Neste ano, crimes com armas de fogo subiram 675%, só em Kursk. CIA procura russos “aliados”.

Jonathan Mallard / Flickr

A Rússia invadiu a Ucrânia no início de 2022, ainda em Fevereiro, e assim iniciou uma guerra.

Mas em 2022 há outro tipo de guerra, interna, a subir como nunca dentro do país: os crimes com armas de fogo.

A estação televisiva russa RBC destacou nesta quarta-feira que, entre Janeiro e Outubro deste ano, houve um aumento de 29,7% de crimes com recurso a armas de fogo, munições, artefactos explosivos.

A RBC cita dados do ministério da Administração Interna da Rússia, que também divide os dados por regiões.

A cidade que se destaca, de longe, é Kursk, onde os crimes com armas de fogo subiram 675% nos primeiros 10 meses deste ano. Segue-se Belgorod, com uma subida de 213% destes crimes.

Refira-se que estas duas cidades ficam perto da Ucrânia, junto à fronteira. Zonas onde há diversos bombardeamentos, por isso seria natural os números subirem.

No entanto, destaca-se a cidade que está no terceiro lugar: Moscovo. A capital fica a mais de 500 quilómetros da Ucrânia e registou um aumento de 203% de crimes com armas de fogo. Ou seja, mais do que triplicaram, em relação a 2021.

Também subiu o número de roubo e extorsão de armas, munições e explosivos (12,6%) e de crimes graves cometidos por grupos organizados aumentaram (21,5%).

Também de acordo com o ministério da Administração Interna da Rússia, diminuiu (7,3%) o número de crimes relacionados com tráfico ilegal de armas.

CIA procura russos insatisfeitos

A Agência Central de Inteligência (CIA) está à procura de russos insatisfeitos com a guerra na Ucrânia.

David Marlowe, director de operações da CIA, anunciou: “Estamos à procura, em todo o mundo, de russos que estão tão insatisfeitos com isto quanto nós. Estamos abertos a negociar“.

Citado pelo The Wall Street Journal, David Marlowe comentou que a guerra é um fracasso para Vladimir Putin, presidente da Rússia.

“Putin estava no seu auge até ao dia em que invadiu a Ucrânia. Conseguia coagir a Ucrânia, influenciar a NATO e demonstrar que a Rússia é uma nação poderosa. Deitou tudo isso fora, cada pedacinho disso”.

Nuno Teixeira da Silva, ZAP //
24 Novembro, 2022



 

888: Três centrais nucleares religadas à rede eléctrica ucraniana

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UCRÂNIA/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ENERGIA

A Rússia disparou mais de 70 mísseis de cruzeiro contra a Ucrânia na quarta-feira. Segundo o Ministério da Energia, estes ataques deixaram sem electricidade “a grande maioria dos consumidores” do país.

A central nuclear de Zaporíjia, em Enerhodar.
© STRINGER/AFP

As três centrais nucleares ucranianas sob controlo de Kiev foram esta quinta-feira religadas à rede eléctrica, depois de a conexão ter sido interrompida na quarta-feira, após ataques massivos da Rússia, anunciou o Ministério da Energia ucraniano.

“Após os bombardeamentos massivos de quarta-feira, os trabalhadores do sector da energia conseguiram (…) religar três centrais nucleares à rede eléctrica durante a manhã” de hoje, declarou o ministério na rede social Telegram, acrescentando que estas instalações devem começar a fornecer electricidade “até a noite de hoje”.

As centrais nucleares em causa são Khmelnytsky e Rivne (oeste) e a de Pivdennooukraïnsk (sul), que foram desligadas pelo sistema de proteção automática após os ataques russos que atingiram várias infra-estruturas eléctricas ucranianas.

“Se não houver novos ataques, conseguiremos reduzir consideravelmente a falta [de electricidade] no sistema energético até ao final do dia”, referiu o ministro da Energia ucraniano, Guerman Galouchtchenko, citado no comunicado do seu ministério.

Em todo o país, “a situação em geral é difícil”, mas em algumas regiões “o fornecimento de electricidade já aumentou”, garantiu Galushchenko, sublinhando ainda que “as infra-estruturas críticas em todo o país” podem ser religadas à rede eléctrica.

O autarca de Kiev, Vitaly Klitschko, anunciou no Telegram que cerca de “70 por cento da capital permaneceu sem electricidade na manhã de hoje”.

O abastecimento de água, interrompido na quarta-feira em quase toda a cidade após os cortes de energia, foi restabelecido nos bairros situados na margem esquerda do rio Dnieper, precisou o autarca. Klitschko espera que o resto de Kiev seja abastecida com água durante o dia desta quinta-feira..

A Rússia disparou mais de 70 mísseis de cruzeiro contra a Ucrânia na quarta-feira, aprofundando a crise energética após semanas de bombardeamentos que atingiram particularmente a infra-estrutura de energia.

Segundo o Ministério da Energia, estes ataques deixaram sem electricidade “a grande maioria dos consumidores” do país, que contava com cerca de 40 milhões de habitantes antes do início da invasão russa lançada a 24 de Fevereiro.

Diário de Notícias
DN/Lusa
24 Novembro 2022 — 11:53



 

887: EUA receiam que Rússia possa usar armas químicas na Ucrânia

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UCRÂNIA/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /GUERRA QUÍMICA

Oficiais norte-americanos consideram que esta pode ser uma hipótese de Moscovo caso as forças russas continuem a perder terreno na Ucrânia, avança o Politico. Não há, no entanto, uma ameaça iminente.

© EPA/RUSSIAN DEFENCE MINISTRY

Os Estados Unidos temem que a Rússia possa usar armas químicas na guerra contra a Ucrânia, que começou há nove meses. A notícia está a ser avançada pelo site Politico, que cita seis fontes que têm conhecimento sobre a matéria. Oficiais norte-americanos consideram que esta pode ser uma hipótese para o Kremlin caso as forças russas continuem a perder terreno na Ucrânia.

De acordo com o Politico, as autoridades norte-americanas não acreditam, no entanto, que haja uma ameaça iminente de um ataque químico na Ucrânia.

Oficiais da administração de Joe Biden consideram, porém, que o presidente russo, Vladimir Putin, pode recorrer a armas químicas antes “de um confronto nuclear com a NATO se as suas tropas continuarem a perder terreno”, na Ucrânia, escreve a publicação.

Os EUA querem assegurar que os aliados estão preparados para esta eventualidade e que possam mobilizar recursos e investimento para sistemas de detecção destas armas químicas.

As pessoas ouvidas pelo Político, que preferiram o anonimato, algumas das quais são funcionários do departamento de Defesa, indicam que Moscovo pode recorrer a armas químicas na guerra na Ucrânia caso haja de perdas contínuas no campo de batalha.

Armas essas que são mais difíceis de detectar e mais fáceis de esconder. “Alguns produtos químicos podem ser transformados em aerossóis ou usados ​​em munições para infligir danos a um grande grupo de pessoas”, refere a publicação, dando o exemplo de um ataque em massa. O Conselho de Segurança Nacional dos EUA não teceu comentários sobre o assunto.

“Sempre estivemos cientes de que eles têm os meios e a capacidade de usar esse tipos de armas”, disse um funcionário do Pentágono. “A nossa avaliação continua a mesma. Mantemos uma observação atenta deste conflito, mas não vimos nada que nos fizesse mudar de postura”, afirmou a fonte.

É recordado que a Rússia afirmou publicamente que os EUA tinham um programa secreto de armas biológicas, mas sem apresentar evidências.

Acrescenta ainda o Politico que os EUA já forneceram à Ucrânia equipamentos de protecção química, biológica e nuclear como parte do pacote de ajuda de Washington a Kiev.

Diário de Notícias
DN
24 Novembro 2022 — 11:07



 

886: Presidente bielorrusso avisa que Ucrânia será destruída se não negociar

– Já há algum tempo que este ORC oligarca russonazi ☠️卐☠️, fiel fantoche do kremlin não vomitava! Teve ordem do patrão putinocrata para cagar postas de pescada? Tira a fatiota, veste um camuflado, pega numa kalashnikov e vai para a frente de combate ajudar os teus amigos, pá! ‘Tá quieto! Os putinocratas ORCS russonazis terroristas já estão à rasca com munições e pessoal para combater?

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ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /BIELORRÚSSIA/AMEAÇAS

“É preciso parar. Temos de acabar com isto. Porque o que se seguirá será a destruição total da Ucrânia”, alertou o presidente da Bielorrússia.

O presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko
© SHAMIL ZHUMATOV / POOL / AFP

O presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, pediu esta quinta-feira à Ucrânia para negociar um acordo com a Rússia, para acabar com o conflito, avisando que, caso contrário, o país será totalmente destruído.

“É preciso parar. Temos de acabar com isto. Porque o que se seguirá será a destruição total da Ucrânia”, alertou o Presidente bielorrusso, aliado de Moscovo, perante um grupo de jornalistas russos, à margem da cimeira da Organização do Tratado de Segurança Colectiva pós-soviética, que se realizou na quarta-feira em Erevan.

Lukashenko – que ressalvou não querer pressionar o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky – disse que “tudo depende da Ucrânia”, ao responder a uma pergunta sobre a possibilidade da assinatura de um tratado de paz entre Kiev e Moscovo.

O presidente bielorrusso admitiu que este objectivo é “difícil, complicado, mas necessário”.

Hoje, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, já tinha dito que a Ucrânia depende de si própria, para “recuperar a normalidade”, bastando que atenda “às exigências do lado russo e, assim, colocando um fim ao sofrimento da população civil”.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,7 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

Diário de Notícias
DN/Lusa
24 Novembro 2022 — 14:22



 

885: Lisboa vai ter limites no número de trotinetes

“… não é possível conseguir uma monitorização a 100% das trotinetes por parte da polícia, “porque obviamente a polícia tem muitas outras coisas com que se preocupar, esta é apenas uma das coisas que a polícia tem como preocupação”“.

As “muitas outras coisas” que a polícia tem como preocupação mas não actua convenientemente contra os infractores, é o estacionamento selvagem e ilegal em cima dos passeios, obrigando as pessoas a circularem pela estrada com risco de vida; é o estacionamento ilegal em cima das passadeiras; é o estacionamento ilegal nas zonas de paragem dos transportes públicos; é o estacionamento ilegal em cima do passeio com bloqueio de portas de prédios. Muito mais preocupante que o caso das trotinetes.

LISBOA/C.M.L./TROTINETES

No início de Junho, a Câmara de Lisboa revelou que existiam na altura na capital portuguesa 11.000 trotinetas e bicicletas partilhadas sem doca.

Tim Evanson / Flickr

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa disse esta terça-feira que o memorando de entendimento com os operadores de trotinetes será assinado em breve e terá “aspectos muito claros” relativamente à redução da velocidade e limitação do número de veículos.

“Estou a semanas de assinar um memorando com aqueles que são os promotores das trotinetes, em que espero que todos assinem esse memorando, um memorando que virá antes de um regulamento”, declarou Carlos Moedas (PSD), na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa.

Considerando que o memorando de entendimento é “um bom sinal à cidade”, o autarca de Lisboa disse que o acordo com os operadores destes veículos eléctricos terá “aspectos muito claros, o primeiro é uma redução da velocidade das trotinetes”.

“Temos velocidades que vão acima dos 20 quilómetros por hora e sabemos que em cidades europeias, como é o caso de Paris, tem havido limitações”, indicou o presidente da Câmara de Lisboa, referindo que na capital francesa a velocidade das trotinetes foi limitada para “oito quilómetros por hora, o que tem reduzido muito os acidentes”.

Além desse aspecto, Carlos Moedas disse pretender ter “um comprometimento do lado destes promotores numa limitação do número de trotinetes”, relembrando que Lisboa tem “o dobro ou o triplo das trotinetes que existem numa cidade como Madrid e isso não é normal”.

“Vai ter que haver um acordo nesse sentido e, depois, um acordo também naquilo que é o comportamento em relação a andar em cima dos passeios, andar em contra-mão, e temos hoje sistemas tecnológicos que permitem evitar que isso aconteça”, acrescentou.

O autarca de Lisboa ressalvou que não é possível conseguir uma monitorização a 100% das trotinetes por parte da polícia, “porque obviamente a polícia tem muitas outras coisas com que se preocupar, esta é apenas uma das coisas que a polícia tem como preocupação”.

“Temos que ter sistemas tecnológicos em que as trotinetes não andem nos sítios errados, em que quando estão em cima do passeio não conseguem andar, que são estacionadas em pontos específicos da cidade”, explicou.

Sem anunciar a data concreta da assinatura do memorando de entendimento, Carlos Moedas disse que é preciso saber se “todos vão assinar”.

“Se assinarem esse memorando, já ficam comprometidos para aquilo que vai ser o próprio regulamento e penso que isso seria muito positivo na cidade”, defendeu o presidente da Câmara de Lisboa.

O autarca referiu ainda os casos de acidentes com trotinetes, em que “hoje, pela primeira vez, há uma preocupação de muitos médicos em relação a este assunto”.

Em Setembro, Moedas revelou que o Executivo camarário já tinha tido uma primeira reunião com alguns operadores, na qual perguntou quantas trotinetes é que cada um tinha no mercado: “contámos 15 mil trotinetes”, adiantou.

Na reunião, Carlos Moedas ficou também a saber, por parte de um operador espanhol, que a cidade de Madrid, com cinco vezes mais população e tamanho do que Lisboa, tem seis mil trotinetes.

A elaboração do Regulamento Municipal da Mobilidade Partilhada (RMMP) da cidade de Lisboa está em processo de participação dos cidadãos, fase que se iniciou em 30 de Setembro e termina na sexta-feira, para entrar em vigor em 2023.

No início de Junho, em resposta à agência Lusa, a Câmara de Lisboa revelou que existiam na altura na capital portuguesa 11.000 trotinetas e bicicletas partilhadas sem doca (não necessitam de serem arrumadas e os clientes podem deixá-las em qualquer lugar das ruas da cidade) e quatro operadoras.

O município adiantou, então, que estava a estudar a forma de “melhor regular a actividade” e que pretendia ter um regulamento em vigor tão brevemente quanto possível, para permitir a monitorização e controlo efectivo da actividade de partilha de trotinetas e bicicletas sem docas.

Lusa // ZAP
23 Novembro, 2022



 

Ucrânia: Zelensky denuncia à ONU “crime contra a humanidade”

🇷🇺 SMERTʹ RUSONAZAM 🇷🇺

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TERRORISMO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /UCRÂNIA/ZELENSKY

Presidente ucraniano diz que “vários milhões de pessoas sem abastecimento de energia, sem aquecimento e sem água”, num contexto de “temperaturas abaixo de zero”.

© EPA/UKRAINIAN PRESIDENTIAL PRESS SERVICE

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, denunciou esta quarta-feira à ONU o ataque da Rússia à infra-estrutura energética do país, o que classificou como um “crime contra a humanidade”.

“Com temperaturas abaixo de zero, vários milhões de pessoas sem abastecimento de energia, sem aquecimento e sem água, trata-se, obviamente, de um crime contra a humanidade”, afirmou Zelensky, que falava, por vídeo, ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, no âmbito de uma reunião de emergência que o próprio solicitou.

Novos ataques russos na Ucrânia fizeram 30 vítimas civis, entre mortos e feridos, e deixaram esta quarta-feira milhões de pessoas sem electricidade, acesso a água e aquecimento, quando se registam já temperaturas negativas nalgumas regiões, segundo as Nações Unidas.

Um balanço feito pelo Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA, na sigla em inglês) indica que a escalada de ataques deixou completamente sem electricidade regiões como Lviv, no oeste, Zaporijia e Odessa, no sul, e Chernihiv, no norte.

Os apagões estão também a afectar grandes partes das regiões centrais de Vinnytsya e Dnipro, Khmelnitsk, mais a oeste, Kharkiv e Sumi no nordeste, Mykolaiv no sul e a capital, Kiev.

Os ataques atingiram, além de infra-estruturas, edifícios residenciais em Kiev e nas cidades de Chabany e Vyshhorod, nos arredores da capital, e as autoridades confirmaram que pelo menos 30 civis foram mortos ou feridos nas três localidades.

Diário de Notícias
DN/Lusa
24 Novembro 2022 — 00:00



 

883: Ucrânia: Eurodeputados portugueses divididos no reconhecimento da Rússia como Estado terrorista

– A cartilha do PZP é igual à cartilha soviética russonazi ☠️卐☠️. EUA, NATO e UE são entidades satânicas do Ocidente! Uma VERGONHA!

Os eurodeputados do PCP, que votaram contra a resolução, reafirmaram, segundo uma nota informativa enviada à Lusa, que é urgente que os Estados Unidos, a NATO e a União Europeia (UE) “cessem de instigar e alimentar a guerra na Ucrânia e que se abram vias de negociação com os demais intervenientes, nomeadamente a Federação Russa, visando alcançar uma solução política (…), sendo necessário defender o diálogo com vista à paz”.

UCRÂNIA/EURODEPUTADOS/RÚSSIA/ESTADO TERRORISTA

Alguns socialistas e bloquistas a abstiveram-se, por considerar contraproducente reconhecimento da Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo.

A resolução esta quarta-feira aprovada no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, que reconhece a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo, dividiu os eurodeputados portugueses, com alguns socialistas e bloquistas a absterem-se por a considerarem contraproducente.

Com 494 votos a favor, 58 contra e 44 abstenções, os eurodeputados aprovaram esta quarta-feira, na sessão plenária em Estrasburgo (França), uma resolução que denuncia os ataques russos à Ucrânia como “actos de terror e crimes de guerra”.

No Partido Socialista, as opiniões estiveram divididas, com cinco deputados a favor e quatro abstenções.

Para a eurodeputada socialista Isabel Santos, segundo uma nota informativa enviada à Lusa, “a adopção desta classificação arrisca condicionar negativamente o futuro”, e é “um caminho perigoso que pode colocar em causa o devido julgamento dos crimes de guerra cometidos no território e contra a população da Ucrânia”.

Maria Manuel Leitão Marques, igualmente do PS, defendeu, por sua vez, que “seria preferível continuar a condenar a Rússia no quadro do Direito Internacional, para que, no futuro, se possa julgar pelos crimes de guerra que tenha cometido contra a população da Ucrânia”.

Os eurodeputados do Bloco de Esquerda abstiveram-se, considerando a resolução inútil do ponto de vista do apoio à Ucrânia e contraproducente do ponto de vista da luta por uma paz justa.

O partido considerou, também numa nota enviada à Lusa, que a resolução “visa inviabilizar quaisquer caminhos para a paz, bem como quaisquer diálogos com quem na Rússia se opõe [ao Presidente russo, Vladimir] Putin, transformando a caracterização do regime de Putin numa caracterização de toda a Rússia e do seu povo, incluindo daqueles que, na Rússia, se têm oposto a esta invasão”.

Já o chefe da delegação do PSD, José Manuel Fernandes, cujo partido votou favoravelmente a resolução, disse à Lusa que “o primeiro-ministro e secretário-geral do Partido Socialista, António Costa, tem de explicar porque é que metade dos deputados socialistas no Parlamento Europeu se abstiveram numa resolução onde se apoia a Ucrânia e se condena o patrocínio do regime russo a grupos terroristas”.

“O PS e o seu secretário-geral têm de garantir que não subsistem quaisquer dúvidas no apoio à Ucrânia e na condenação do regime russo de Vladimir Putin”, afirmou.

O CDS-PP referiu, por seu lado, que esteve em concordância ao votar a favor na resolução do Parlamento Europeu por considerar que “os ataques deliberados e as atrocidades cometidas pelas forças russas na Ucrânia e a destruição de infra-estruturas civis e outras violações graves do Direito Internacional e humanitário equivalem a actos de terror e constituem crimes de guerra”.

Os eurodeputados do PCP, que votaram contra a resolução, reafirmaram, segundo uma nota informativa enviada à Lusa, que é urgente que os Estados Unidos, a NATO e a União Europeia (UE) “cessem de instigar e alimentar a guerra na Ucrânia e que se abram vias de negociação com os demais intervenientes, nomeadamente a Federação Russa, visando alcançar uma solução política (…), sendo necessário defender o diálogo com vista à paz”.

O texto da resolução defende ainda um maior isolamento da Rússia e o fecho e proibição de instituições com ligações ao Estado russo que funcionam como promotoras de propaganda.

A resolução pede também ao Conselho da UE que inclua na lista de organizações terroristas a organização paramilitar russa “Grupo Wagner”, o 141.º Regimento Especial Motorizado, também conhecido como ‘Kadyrovites’ e outros grupos armados, milícias e forças financiadas pelo Kremlin (Presidência russa).

A resolução, votada no dia em que se completam nove meses da invasão russa na Ucrânia, não tem carácter vinculativo.

Os eurodeputados têm oito dias para apresentarem as declarações de voto para justificar a sua posição.

Diário de Notícias
DN/Lusa
23 Novembro 2022 — 21:14



 

882: Desempregados de longa duração vão poder acumular subsídio com salário

– Estas cabecinhas pensadoras da governança devem andar muito desfasadas da realidade! Ó pessoal, os DESEMPREGADOS DE LONGA DURAÇÃO já não têm qualquer subsídio de desemprego, subsequente ou social! ZERO é o que eles recebem para (sobre)viverem se não tiverem alguém que os ajude a isso! A minha filha Vera está DESEMPREGADA há mais de SEIS ANOS vítima de DESPEDIMENTO COLECTIVO, não tem qualquer apoio social, negaram-lhe o RSI (não é de cor nem pertence a nenhuma etnia) e se não fosse eu, era mais uma sem-abrigo a dormir num vão de escada ou debaixo da ponte!

DESEMPREGO LONGA DURAÇÃO/SUBSÍDIOS/SALÁRIOS/CONVERSA DA TRETA

Governo apresentou proposta aos parceiros sociais com o intuito de fornecer “apoio ao regresso ao mercado de trabalho dos desempregados de longa duração”.

O Governo apresentou esta quarta-feira aos parceiros sociais uma medida que vai permitir conciliar uma parte do subsídio de desemprego com salário para desempregados de longa duração, disse a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho.

“Apresentámos aos parceiros sociais uma medida sobre a concretização de um dos pontos previstos no acordo para apoio ao regresso ao mercado de trabalho dos desempregados de longa duração”, afirmou a ministra no final de uma reunião da Concertação Social sobre o ponto de situação do acordo de médio prazo para melhoria de rendimentos, salários e competitividade, assinado em 9 de Outubro.

Ana Mendes Godinho explicou que se trata de “uma proposta inicial” a discutir com os parceiros sociais “para construção da medida que permita conciliar uma parte do subsídio de desemprego com o salário dos desempregados de longa duração que regressam ao mercado de trabalho”.

A ministra referiu que existe uma medida actualmente que permite complementar o salário com uma parte do subsídio mas que “tem pouca utilização”, sendo diferente da que está a ser avaliada agora na Concertação Social.

“Aqui o objectivo é permitir que haja acumulação de uma parte do subsídio de desemprego numa lógica regressiva, portanto que vai diminuindo ao longo dos meses em que a pessoa está a trabalhar, com acumulação do salário”, explicou Ana Mendes Godinho.

Sobre o ponto de situação do acordo assinado em Outubro com as confederações patronais e a UGT, a ministra disse que “quase metade” das medidas estão realizadas, considerando que a execução “é um sinal de confiança” de que o acordo está a ser concretizado.

O secretário-geral da UGT, Mário Mourão, manifestou-se satisfeito com o balanço da execução do acordo, enumerando algumas das medidas ao nível fiscal, nomeadamente os incentivos ao IRC Jovem.

Já o presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), João Vieira Lopes, disse que há necessidade de clarificar a medida que prevê incentivo fiscal em sede de IRC às empresas que aumentem salários como definido no acordo.

Sobre este tema, a ministra indicou que “não haverá alterações” à proposta de Orçamento do Estado para 2023 (OE2023) cuja discussão e votação decorre no parlamento.

Segundo Ana Mendes Godinho, os parceiros pediram para ficarem clarificados quais os requisitos para o benefício fiscal em sede de IRC, nomeadamente “a forma como se vai verificar a existência de contratação colectiva dinâmica”.

Questionada sobre se as empresas abrangidas por portarias de extensão terão direito ao incentivo fiscal, a ministra disse que “o objectivo é abranger todas as empresas que aumentem os salários no valor ou no valor acima do que está previsto no acordo de concertação e que sejam abrangidas pelos Instrumento de Regulamentação Colectiva de Trabalho”.

“Se têm portaria de extensão que lhes aplica todas as regras que resultam do diálogo social, estas regras também se lhes aplicam”, acrescentou.

Diário de Notícias
DN/Lusa
23 Novembro 2022 — 20:31