40: Cessar-fogo (temporário) na Ucrânia

 

– Esta ordem de cessar-fogo temporário do russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 putinofantoche, em obediência ao russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 patriarca Kirill, para celebração do natal dos ortodoxos russos, é da mais elementar NOJEIRA humana! Estes dois russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 (putinofantoche e Kirill), que apoiam o genocídio do povo ucraniano e a destruição de um país soberano, têm a distinta lata de pedirem uma trégua para os russos celebrarem o natal deles. E os russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 deixaram os ucranianos celebrarem o seu natal? Bombardearam-nos com tudo o que tinham, assassinaram, destruíram, sem qualquer contemplação! Em minha opinião, era Zelensky mandar artilharia pesada, HIMARS, drones e tudo o que destruísse os russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 nestas “tréguas” cínicas, hipócritas e propagandísticas! ARRASEM-NOS!

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦

🇺🇦 UCRÂNIA // TRÉGUAS // RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

Vladimir Putin anunciou um cessar-fogo a partir das 12h desta sexta-feira. É altura de celebrar o Natal no calendário ortodoxo.

A guerra na Ucrânia vai parar, pela primeira vez. Pelo menos do lado russo. É uma paragem temporária, mas vai acontecer.

Vladimir Putin apelou nesta quinta-feira a um cessar-fogo entre as 12 horas desta sexta-feira e as 23h59 deste sábado.

Motivo: dia 7 de Janeiro, sábado, é o dia de Natal no calendário da Igreja Ortodoxa – que é seguido pela maioria dos russos.

“Com base no facto de que um grande número de cidadãos que professam a ortodoxia vivem nas áreas de combate, pedimos ao lado ucraniano que declare um cessar-fogo e lhes dê a oportunidade de assistir aos serviços religiosos na véspera de Natal, bem como no dia da Natividade de Cristo”, escreveu o presidente da Rússia, citado pela agência Interfax.

Putin já deixou essa ordem de cessar-fogo ao ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, seguindo assim o apelo do patriarca russo Kirill.

“Atendendo ao apelo de Sua Santidade o patriarca Kirill, instruí o ministro da Defesa para introduzir um regime de cessar-fogo ao longo de toda a linha de contacto na Ucrânia desde as 12:00 de 06 de Janeiro deste ano até à meia-noite de 07 de Janeiro”, lê-se no comunicado.

O Patriarca tinha apelado oficialmente a uma trégua de Natal por “todas as partes envolvidas no conflito destrutivo”.

Do lado ucraniano, no gabinete do presidente Volodymyr Zelensky, acredita-se que este pedido de Kirill, agora transformado em anúncio oficial, é “uma armadilha cínica e um elemento de propaganda“.

Mikhail Podolyak, conselheiro do chefe do gabinete de Zelensky, disse que a Igreja Ortodoxa Russa não é uma autoridade para a ortodoxia global e “age como propagandista de guerra”, pedindo até “o genocídio dos ucranianos”, cita o portal Meduza.

O dia 7 de Janeiro também era o dia de Natal para milhões de ucranianos, desde há gerações.

Mas nos últimos anos começou a ser aberta a possibilidade de escolher o dia 25 de Dezembro. Já com a guerra a decorrer, a Igreja Ortodoxa ucraniana anunciou que vai assinalar o Natal no dia 25 de Dezembro. Sem obrigar os fiéis a mudar a sua rotina, mas vai “medir a adesão nos lugares de culto”.

Em Portugal, averiguou o ZAP, os ucranianos apontam que 2022 tenha sido o último ano com celebrações a 7 de Janeiro, em casas ou igrejas.

Nuno Teixeira da Silva, ZAP //
5 Janeiro, 2023



 

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39: Detectados em Portugal casos da linhagem XBB da variante Ómicron

 

🇵🇹 SAÚDE PÚBLICA // PANDEMIA // COVID-19 // LINHAGEM XBB

published in: 4 semanas 

Na quarta-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) indicou estar a avaliar o risco da nova XBB.1.5, que está a propagar-se rapidamente em vários países, como os Estados Unidos, onde já representa cerca de 40% dos casos de covid-19.

O Instituto Ricardo Jorge (INSA) detectou em Portugal “algumas dezenas de casos” da linhagem XBB do vírus que provoca a covid-19, mas apenas um foi classificado como sendo da sub-linhagem XBB.1.5, associada a uma maior transmissibilidade.

“A recombinante XBB.1.5 é uma sub-linhagem da linhagem XBB – uma das múltiplas linhagens da variante Ómicron -, a qual, tal como a própria XBB, se pensa estar associada à fuga ao sistema imunitário”, explicou esta quinta-feira à Lusa o investigador do INSA João Paulo Gomes.

Na quarta-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) indicou estar a avaliar o risco da nova XBB.1.5, que está a propagar-se rapidamente em vários países, como os Estados Unidos, onde já representa cerca de 40% dos casos de covid-19.

A líder técnica da OMS na resposta à covid-19, Maria Van Kerkhove, foi mais longe e afirmou, na videoconferência de imprensa, que a XBB.1.5 “é a sub-variante mais transmissível detectada até agora”.

Segundo João Paulo Gomes, que coordena o estudo sobre a diversidade genética do SARS-CoV-2 em Portugal, a sub-linhagem XBB.1.5 “poderá estar associada a uma maior transmissibilidade, dado o seu significativo aumento de frequência em algumas regiões” do mundo.

No entanto, “será prudente aguardar pela sua evolução de frequência em múltiplos países para se perceber o seu real impacto epidemiológico”, adiantou o especialista do INSA.

Para o investigador, “ainda é cedo” para se perceber se esta sub-linhagem terá algum impacto significativo nas hospitalizações por covid-19 por ser diferente das outras linhagens já em circulação da variante Ómicron.

O INSA está a coordenar, desde Abril de 2020, o estudo de monitorização da disseminação do SARS-CoV-2 em Portugal, através da análise do genoma deste vírus pandémico, contando com a colaboração de uma rede de hospitais e laboratórios a nível nacional.

A XBB.1.5 é uma recombinante de duas sub-linhagens da BA.2 e foi originalmente identificada em Outubro de 2022, tendo já sido detectada em 29 países.

A covid-19 é uma doença respiratória infecciosa causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, um tipo de vírus detectado há três anos na China e que se disseminou rapidamente pelo mundo, tendo assumido várias variantes e sub-variantes, umas mais contagiosas do que outras.

A doença é uma emergência de saúde pública internacional desde 30 de Janeiro de 2020 e uma pandemia desde 11 de Março de 2020.

Diário de Notícias
Lusa
05 Janeiro 2023 — 14:58



 

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AMT diz que é “urgente” regulamentar características técnicas e de circulação de trotinetas eléctricas

“… Uma das principais críticas por parte dos cidadãos à utilização de trotinetas nas cidades prende-se com estes veículos serem ‘largados’ no espaço público após utilização, causando perigo para os peões”.

É “pena” esta gente não se preocupar também, com o estacionamento selvagem de viaturas com duas e quatro rodas em cima dos passeios, em completa infracção ao Código da Estrada – e aqui não existem lacunas de qualquer espécie -, nomeadamente aos artigos 48º. e 49º., obrigando os peões, com risco de vida, a circularem pela estrada. Cidadania e civismo, são palavras desconhecidas de uma maioria de grunhos labregos que fizeram (teriam feito mesmo?) o exame de código e depois da carta na sua posse, desatam a estacionar em cima dos passeios, bloqueio de portas de prédios, das passadeiras de peões e nas paragens dos transportes públicos.

🇵🇹 TROTINETES // REGRAS // ESTACIONAMENTO

Para a produção do decreto regulamentar deverá ser auscultada a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária e o Instituto da Mobilidade e dos Transportes, “organismos com competências em matéria de segurança rodoviária e regulamentação técnica de veículos”.

© Paulo Jorge Magalhães / Global Imagens

A Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) defende que é “urgente” e “prioritária” a definição das características técnicas de bicicletas e trotinetas eléctricas, num estudo com diversas recomendações ao Governo e aos municípios. Defende também alterações ao código da estrada para obrigar ao estacionamento das trotinetas e bicicletas eléctricas em espaços próprios.

No estudo “Linhas de Orientação sobre a Regulação da Micro-mobilidade Partilhada”, que é apresentado esta quinta-feira em Lisboa, a AMT propõe um aditamento ao Código da Estrada, por forma a serem definidas em decreto regulamentar aquelas matérias.

A entidade presidida por Ana Paula Vitorino, antiga secretária de Estado dos Transportes, entre 2005 e 2009, lembra que a actual redacção do Código da Estrada apenas remete para regulamentação “as regras de circulação e as características técnicas dos veículos (velocípedes) que sejam mais potentes (potência máxima superior a 0,25 kw) e capazes de atingir velocidade máxima em patamar superior a 25 quilómetros/hora”.

Esta regulamentação está para ser publicada desde Dezembro de 2020.

“Ora, os veículos afectos à micro-mobilidade, incluindo os da micro-mobilidade partilhada são, sobretudo, para além dos velocípedes com motor, as trotinetas com motor eléctrico e demais dispositivos de circulação, com potência máxima até 0,25 kW e capazes de atingir velocidade máxima em patamar de até 25 kms/h”, recorda a AMT.

A definição da regulamentação técnica dos veículos afectos ao mercado da micro-mobilidade partilhada deve considerar aspectos como a marca, modelo e ano de construção, o número de série, o peso do equipamento, o peso do veículo em ordem de marcha, as dimensões, o sistema de travagem e as dimensões e materiais das rodas e pneus, entre outras.

Para a produção do decreto regulamentar deverá ser auscultada a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária e o Instituto da Mobilidade e dos Transportes, “organismos com competências em matéria de segurança rodoviária e regulamentação técnica de veículos”.

“Só com o conhecimento das características técnicas dos equipamentos é que será possível não só o utilizador conhecer o equipamento que está a usar, bem como a fiscalização/verificação dos critérios que permitem aos VMP circular na via pública”, lê-se no documento.

No estudo, a AMT propõe a criação do conceito de Veículos de Micro-mobilidade Pessoal (VMP), a aplicar, além dos velocípedes com motor, às trotinetas com motor eléctrico e demais dispositivos de circulação, com potência máxima até 0,25 kW (quilowatt) e capazes de atingir velocidade máxima em patamar de até 25 km/h (quilómetros/hora).

“[Estes veículos] devem ser objecto de regras específicas de circulação, estacionamento […]”, reitera a AMT.

É também proposta a introdução na legislação do conceito de “micro-mobilidade partilhada”, definida como o “transporte disponibilizado aos utilizadores em modelos de partilha, designadamente através de meios digitais, realizado em distâncias curtas, utilizando veículos de reduzida potência, dimensão, peso e velocidade, maioritariamente velocípedes, movidos, na maior parte dos casos, por energia eléctrica”.

No documento hoje apresentado, a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes considera que a Assembleia da República e o Governo/Ministério da Administração Interna devem também aprovar uma alteração ao Código da Estrada para tornar obrigatória a utilização dos espaços dedicados ao estacionamento das trotinetas e bicicletas, como as estações virtuais ou ‘hotspots’, bem como requisitos específicos para a condução destes veículos na estrada, designadamente ao nível da idade mínima.

Uma das principais críticas por parte dos cidadãos à utilização de trotinetas nas cidades prende-se com estes veículos serem ‘largados’ no espaço público após utilização, causando perigo para os peões.

O estudo refere que “apesar de os ‘hotspots’ serem os locais indicados para estacionar trotinetas e bicicletas, é cada vez mais frequente encontrá-las espalhadas pela cidade, ainda que haja ‘hotspots’ nas proximidades”.

“Tal é justificado pelo facto de a sua utilização não ser de carácter obrigatório”, lê-se no estudo.

“Assim, de forma a evitar a proliferação do estacionamento de trotinetas e bicicletas nos passeios e bermas da estrada, recomenda-se a introdução de uma alteração ao Código da Estrada, de forma a tornar obrigatória a utilização dos espaços dedicados ao estacionamento das trotinetas e bicicletas — estações virtuais ou ‘hotspots'”, pode ler-se no documento a que a Lusa teve acesso.

De acordo com o estudo, “não existe no Código da Estrada qualquer regra específica relativamente ao estacionamento das trotinetas e bicicletas”.

“Esta omissão contribui e potencia o ‘abandono’ das trotinetas e das bicicletas na via pública (nos passeios e bermas da estrada), constituindo um perigo para a circulação de peões, com particular gravidade para as pessoas com mobilidade reduzida ou invisuais”, acrescenta.

Outras recomendações prendem-se com tornar obrigatório o uso de capacete por crianças e jovens com idade até aos 16 anos e a revisão dos limites de velocidade em zonas de coexistência.

Segundo o documento, também devem ser introduzidas “restrições” à condução destes veículos na estrada”, tendo em conta que o Código da Estrada “não estabelece uma idade mínima para a condução de velocípedes, considerando que as crianças podem andar de bicicleta ou trotinetas na via pública, partilhando-a com automóveis e outros veículos, representando um enorme risco para a sua própria segurança e para os demais utentes”.

Tendo em conta que a última alteração ao Código da Estrada aboliu a obrigatoriedade de utilização de capacete para todos os condutores de velocípedes, independentemente da sua idade, “dada a vulnerabilidade desses utilizadores” é recomendado “que se torne obrigatório o uso de capacete por crianças e jovens com idade até aos 16 anos”.

“Recomenda-se que se torne obrigatório, sempre que circulem nos locais onde é legalmente permitido, o uso de capacete por crianças e jovens com idade até aos 16 anos, tendo como racional ser essa a idade a partir da qual é possível obter habilitação legal para a condução de determinados motociclos”, refere o documento.

Em algumas destas matérias, a AMT apresenta mesmo propostas de alteração de legislação em vigor ou de novos diplomas.

Por outro lado, a AMT defende que os municípios, no âmbito das suas competências e no respeito pelas regras do Código da Estrada, devem, “através de instrumento regulamentar próprio estabelecer, em concreto, as regras de circulação dos veículos de micro-mobilidade partilhada, ponderando a necessária partilha de espaço público e estabelecendo medidas para a protecção dos mais vulneráveis”.

No sumário executivo do estudo, a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes argumenta que a entrada “desregulada” de bicicletas e trotinetas eléctricas em contexto urbano “tem provocado graves problemas na maioria das cidades europeias, sobretudo no que respeita à segurança rodoviária e dos utilizadores – os próprios utilizadores dos sistemas de micro-mobilidade partilhada, bem como os outros utentes dos espaços públicos – onde a convivência entre veículos e peões é uma realidade inultrapassável”.

A entidade justifica a realização deste estudo com a “inexistência de dados fiáveis e coerentes, tendo em conta a quase ausência de regulamentação, bem como de legislação sem conexão sistemática”, e face “ao crescimento exponencial de veículos e modelos do universo da micro-mobilidade partilhada”.

Nas recomendações surge também a geo-referenciação, de forma a estabelecer zonas em que a circulação é proibida, designadamente zona de tráfego mais intenso (congestionadas) ou outras (zonas históricas).

Este sistema irá também impedir que a viagem termine e o veículo seja estacionado em local distinto dos locais de estacionamento obrigatório, além de controlar a lotação máxima do veículo em ordem de marcha.

De acordo com a informação disponibilizada pela Câmara Municipal de Lisboa, em Junho de 2022, citada no estudo, operavam na cidade quatro empresas privadas: a Bolt, com uma frota de trotinetas e de bicicletas eléctricas sem doca; a Bird, que disponibiliza apenas trotinetas, mas que prevê lançar bicicletas; a Link, que apenas oferece trotinetas; e a Lime, uma empresa da Uber que também só disponibiliza trotinetas.

Ao todo, existirão por Lisboa cerca de 11 mil trotinetas e bicicletas partilhadas sem doca.

Diário de Notícias
DN/Lusa
05 Janeiro 2023 — 10:52

– No slideshow a seguir, uma pequena amostra de trotinetes deixadas nos passeios, na estrada, em frente a portas de residências.



 

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37: Por que procrastinamos?

 

OPINIÃO

published in: 4 semanas 

Procrastinar significa adiar sucessivamente uma decisão ou acção, apesar de existir essa intenção em decidir ou fazer. É um termo constituído por duas palavras latinas: pro (que significa para) e cras (que significa amanhã). Ou seja, significa que adiamos decidir ou fazer algo e, muitas vezes, nada acontece.

Uma leitura rápida e simplista deste tipo de situações gera frequentemente a ideia de que a pessoa que procrastina é preguiçosa ou que não tem força de vontade suficiente. Mas não é assim tão simples.

Uma das principais razões para esta situação é o medo. O medo de falhar, de não ser suficientemente bom, de desiludir ou de frustrar.

Da mesma forma, a procrastinação surge habitualmente associada à desmotivação, à sobrecarga de trabalho, ao elevado stress, ao pessimismo e à baixa sensação de controlo, muitas vezes potenciados pelas metas muito abstractas ou demasiado ambiciosas.

Outras pessoas procrastinam porque evidenciam elevada distracção ou impulsividade e estão mais centradas no “aqui e agora” (valorizando o prazer imediato), minimizando as possíveis consequências negativas a médio ou longo prazo.

É também frequente uma crença de perfeccionismo: “Tenho de fazer sempre tudo bem e, se assim não for, nem vale a pena fazer”. E, de mãos dadas com esta crença, pode existir uma elevada insegurança, baixa auto-estima e sentimentos de inferioridade face aos outros.

“A procrastinação surge habitualmente associada à desmotivação, à sobrecarga de trabalho, ao elevado stress, ao pessimismo e à baixa sensação de controlo.”

O que podemos fazer para não procrastinar?

Não existe uma receita universal, na medida em que diferentes pessoas procrastinam por diferentes motivos. Assim, o primeiro e mais importante passo é olhar para dentro e aumentar o seu auto-conhecimento.

O que penso? Como me sinto? O que receio? Em que acredito? O que valorizo? Quais são as principais razões que me levam a procrastinar?

Ao mesmo tempo, é importante definir objectivos concretos e mensuráveis (ao invés de metas muito abstractas), com etapas mais curtas e atingíveis. Pense em babysteps e não em passos de gigante. Um de cada vez.

Devemos ainda minimizar as distracções externas e definir um sistema de auto-reforço por cada etapa que se consiga atingir, o que ajuda a aumentar a motivação e a sensação de auto-eficácia. Aqui, recordo-me de uma cliente que, por cada artigo que lia para a sua tese de mestrado, se recompensava vendo um episódio da sua série favorita.

Por fim, sugere-se ainda uma planificação realista das diversas actividades, prevendo algum tempo para pausas e lazer e emparelhando tarefas mais e menos atractivas.

Se as suas resoluções de Ano Novo envolvem decisões ou acções que tem vindo a adiar sucessivamente, esta é uma reflexão que pode ser importante.

Psicóloga clínica e forense, terapeuta familiar e de casal

Diário de Notícias
Rute Agulhas
05 Janeiro 2023 — 00:25



 

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36: Nova secretária de Estado da Agricultura com contas arrestadas

– O Livre defende – e bem, no meu entender “… que uma das soluções para que este tipo de situações não volte a acontecer “é o escrutínio através de audições prévias dos candidatos a governantes na Assembleia da República”, como acontece em vários países, assim como na União Europeia, “onde esta averiguação prévia é feita para minimizar situações irregulares e possíveis conflitos de interesses”

São broncas atrás de broncas! Mas esta gente (da governança) quando escolhe ministros, secretários, sub-secretários, não tem conhecimento do passado desta nova gente que vai ocupar lugares públicos e, neste caso, de governo? Já começa  a tresandar…

🇵🇹 GOVERNO // BRONCAS SOBRE BRONCAS

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Carla Alves Pereira, a secretária de Estado da Agricultura ontem empossada, tem diversas contas arrestadas, na sequência de uma investigação que visa o marido, avança esta quinta-feira o Correio da Manhã. Está previsto que a governante faça, ainda hoje, uma declaração.

© Leonardo Negrão / Global Imagens

A nova secretária de Estado da Agricultura, Carla Alves Pereira, ontem empossada pelo presidente da República, tem diversas contas arrestadas, na sequência de uma investigação que visa o marido, Américo Pereira, ex-presidente da Câmara de Vinhais, segundo avança o Correio da Manhã na edição desta quinta-feira.

A governante irá fazer, durante o dia de hoje, uma declaração no seguimento desta notícia. O mesmo deve fazer o marido.

De acordo com a publicação, a PJ conseguiu o levantamento do segredo bancário concluindo que a agora governante, então funcionária em instituições públicas, recebia mais dinheiro do que aquele que declarava.

Segundo o jornal, em 2015, o casal declarou rendimentos de 135 mil euros, mas na banca entraram 338 mil euros. Em 2017, o casal terá ganho cerca de 61 mil euros e acabou por depositar 107 mil nas contas conjuntas.

As contas conjuntas do casal estarão arrestadas desde Março de 2022 e pretende-se a devolução de cerca de 700 mil euros ao Estado.

Ainda segundo o CM, o Ministério Público terá pedido o julgamento do marido da governante por suspeitas de corrupção e prevaricação no negócio da venda do seminário.

Carla Alves Pereira, natural de Bragança, tem 52 anos e é licenciada em Engenharia Zootécnica pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Era directora regional de Agricultura e Pescas do Norte desde Dezembro de 2018, tendo sido antes, a partir de 2007, directora do Parque Biológico de Vinhais. Carla Alves faz parte do quadro técnico da Câmara Municipal de Vinhais desde 2000.

Carla Alves substituir Rui Martinho que abandonou as funções de Secretário de Estado da Agricultura por motivos de saúde.

Diário de Notícias
DN
05 Janeiro 2023 — 09:12



 

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