68: Dois mortos em bombardeamento de mercado e combates intensificam-se no leste

 

– Para estes russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 do putinofantoche, os mercados e supermercados são nazis, as residências civis são nazis, os hospitais são nazis, as creches são nazis, as escolas são nazis, as infra-estruturas de electricidade, gás e água são nazis, os civis desde crianças a idosos são todos nazis, tudo é nazi na Ucrânia, por isso na demente mente psicopata do putinofantoche nazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺, há que assassinar, bombardear, destruir tudo, para que a raça russa (neste caso não é a ariana), surja limpa de todo este nazismo doentio de um povo e de uma nação soberana. QUEM PRECISA DE SER DESNAZIFICADO 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 É O PUTINOFANTOCHE E OS SEUS FANTOCHES AMESTRADOS ASSALARIADOS! E é bom não esquecer que a união soviética foi aliada da Alemanha nazi de Adolfo Hitler, na invasão da Polónia em 1941

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, VIOLADOR 🇷🇺

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦,
NÃO É DOS RUSSONAZIS
🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

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O exército ucraniano confirmou que Bakhmut, cidade do leste da Ucrânia, permanece “o ponto mais quente da frente” de combate, onde “decorrem intensos combates”.

© Direitos Resevados Facebook governador da região de Kharkiv

Pelo menos duas pessoas foram hoje mortas num ataque russo que atingiu um mercado na povoação de Chevtchenkove, nordeste da Ucrânia, indicaram as autoridades locais, enquanto prosseguiam os combates no leste do país.

“Seis pessoas foram feridas num ataque com lança-foguetes sobre Chevtchenkove. Duas outras morreram”, indicou, através da plataforma Telegram, Oleg Synegoubov, governador da região de Kharkiv, ao publicar fotos de bombeiros no local do impacto.

Já em Kherson, no sul, o governador local, Iaroslav Ianouchevitch, referiu-se a um morto e um ferido num bombardeamento russo que atingiu um bairro residencial.

No leste, as tropas russas efectuaram um “bombardeamento massivo” sobre Kourakhivka, que provocou pelo menos dois feridos e danificou cerca de 20 habitações, informou, por seu lado, o governador Pavlo Kyrylenko.

Segundo a presidência ucraniana, duas pessoas morreram e dez ficaram feridas no decurso das últimas 24 horas em todo o país.

Por sua vez, o exército ucraniano confirmou que Bakhmut, cidade do leste da Ucrânia, permanece “o ponto mais quente da frente” de combate, onde “decorrem intensos combates”.

“O inimigo concentrou o máximo de forças preparadas para combater, incluindo unidades do grupo Wagner”, um grupo paramilitar cujos mercenários combatem ao lado das tropas russas, indicou Serguii Tcherevaty, porta-voz do comando oriental do exército ucraniano.

No domingo, a vice-ministra da Defesa ucraniana, Ganna Maliar, também se referiu a uma situação “muito difícil” em Soldear, 15 quilómetros a nordeste de Bakhmut.

Segundo os serviços de informações ucranianos, a Rússia prepara-se para desencadear novos ataques ao sistema energético do país, numa altura em que as temperaturas registam uma nova descida.

Estes combates ocorrem após um cessar-fogo unilateral de 36 horas decretado pelo Presidente russo, Vladimir Putin, por ocasião do Natal ortodoxo na sexta-feira e sábado. No entanto, as hostilidades prosseguiram durante a trégua, mas com menor intensidade.

A ofensiva militar da Rússia na Ucrânia começou há quase um ano e a ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.919 civis mortos e 11.075 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Os ataques causaram também o deslocamento, dentro e para fora da Ucrânia, de mais de 14 milhões de pessoas, numa crise de refugiados que a ONU classifica como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com o envio de armamento e ajuda económica e humanitária à Ucrânia e a imposição de sanções políticas e económicas sem precedentes a Moscovo.

Diário de Notícias
DN/Lusa
09 Janeiro 2023 — 16:29



 

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67: Trotinetas em Lisboa com um limite de 20 km/hora e locais de estacionamento obrigatório

 

– “Moedas lembrou esta segunda-feira, garantindo ainda que a Polícia Municipal vai continuar a fiscalizar o uso indevido destes veículos. “As pessoas não têm noção lá em casa, mas nós apreendemos trotinetas todos os dias, muitas centenas todos os dias, e depois os operadores têm de pagar multas quando as vão buscar à PM e, portanto, a fiscalização estará sempre aí” e vai ser reforçada.

Esta, é a que eu chamo de conversa da treta. Tanta agitação com as trotinetes estacionadas na estrada, deitadas ou em diagonal nos passeios (já tive de retirar uma que estava a bloquear a porta do prédio onde resido), e não existe a mesma agitação quanto ao estacionamento selvagem de viaturas de duas e de quatro rodas em cima dos passeios, das paragens de transporte público, de bloqueio de portas de prédios, das passadeiras, em infracção aos artigos 48º. e 49º. do Código da Estrada? E com conhecimento da Polícia Municipal e da C.M.L.? Ou já não existe Código da Estrada ou proibição de estacionar nestes locais?

🇵🇹 LISBOA // TROTINETES // REGULAMENTOS

Câmara tem 60 dias para informar os operadores dos locais onde será permitido estacionar. Foi ainda estabelecido um máximo de 7.500 veículos em circulação na época baixa e de 8.750 na alta.

© Nuno Pinto Fernandes/ Global Imagens

As trotinetas em Lisboa vão passar a ter locais de estacionamento próprios obrigatórios e um limite de velocidade de 20 quilómetros por hora, segundo um acordo assinado esta segunda-feira entre a Câmara Municipal e os cinco operadores presentes na cidade. Foi ainda estabelecido um limite máximo de veículos em circulação, que será de 1.500 por empresa no inverno e de 1.750 no verão.

Os três principais pontos deste acordo entre a Câmara de Lisboa e os cinco operadores com este tipo de veículos na capital – Link, Whoosh, Bolt, Bird e Lime – têm como objectivo reduzir o número de trotinetas, acabar com o problema do estacionamento e do excesso velocidade.

“Eu lembro-me perfeitamente nos meus primeiros meses como presidente da câmara de ver a situação que se vivia na cidade, uma situação que era das primeiras coisas que as pessoas se queixavam, trotinetas caídas no chão, no meio da estrada, que não deixavam as pessoas passar, a situação era realmente caótica”, referiu Carlos Moedas pouco depois da assinatura do acordo.

Em relação ao estacionamento, a Câmara de Lisboa vai criar aquilo a que chama de hotspots e onde as trotinetas terão de ser estacionadas obrigatoriamente, “caso contrário, os utilizadores não conseguem concluir a viagem”, continuando assim a pagar o serviço, explicou Moedas, acrescentando que a autarquia tem agora um prazo de 60 dias para comunicar aos operadores onde irão ficar estes hotspots.

A par desta obrigatoriedade, o presidente da autarquia lisboeta adiantou ainda que “fica proibido o estacionamento de trotinetas nos passeios, em edifícios históricos, nas zonas próximas das entradas nos monumentos, nos acessos ao metro, em lugares de estacionamento, entre outros”, como terminais rodoviários e ferroviários. É ainda proibida a circulação nos passeios e em sentido contrário ao trânsito.

Outro dos problemas identificados tem a ver com o excesso de velocidade a que estes meios de mobilidade suave circulam em Lisboa, com Carlos Moedas a dizer que “as velocidades que nós andamos a detectar nas trotinetas vão muitas vezes acima dos 25 km/hora, chegam mesmo aos 30 km/hora”.

O acordado agora entre a autarquia e os cinco operadores é a imposição de um limite máximo de velocidade de 20 km/hora, um entendimento que o autarca confessou que “gostaria que tivesse sido um bocadinho mais abaixo”, mas que disse respeitar pois “já é uma grande diferença”.

“Aqui temos que ter um limite muito cuidadoso, estamos a falar aqui de muitos jovens, jovens que muitas vezes vêm nestas trotinetas a acelerar e com o perigo que nós sabemos. Os acidentes existem e são mais do que muitos”, sublinhou Moedas.

O estudo Acta Médica Portuguesa, divulgado em Novembro, mostra que o número de acidentados que chegam às urgências tem vindo a aumentar – entre Outubro de 2018 e Outubro de 2019, foram registadas 257 urgências no Centro Hospitalar Lisboa Central na sequência de acidentes com condutores e passageiros de trotinetas, assim como atropelamentos devido a estes veículos. Destes, 65 apresentaram fracturas, que em 35 casos terminaram em cirurgia.

Em 2022, até Novembro, o serviço de urgência do Centro Hospitalar Lisboa Central já tinha recebido mais de 200 episódios de urgência, devido a acidentes com trotinetas eléctricas.

“O primeiro problema até a ser identificado tem a ver com o número de trotinetas na cidade. E nós chegámos à conclusão que tínhamos muito mais do que 15 mil trotinetas e que Madrid, por exemplo, só tinha umas seis mil. Então conseguimos, de acordo com a estação do ano, períodos em que os operadores sabem que têm um número máximo de trotinetas possível”, referiu Carlos Moedas.

Na sequência deste acordo ficou estabelecido que no chamado período de inverno – entre 1 de Novembro e 31 de Março – cada operador pode ter a circular um máximo de 1.500 trotinetas. Ou seja, haverá em Lisboa um máximo de 7.500 destes veículos em Lisboa. Haverá ainda o período de verão – entre 1 de Abril e 31 e Outubro – em que o limite sobe para 1.750 trotinetas por cada um dos cinco operadores, ou seja, um total de 8.750.

As regras deste acordo devem ser respeitadas até à entrada em vigor do Regulamento de Mobilidade Suave Partilhada, cuja elaboração foi aprovada por unanimidade em reunião de câmara em Setembro.

Apelo ao governo

O presidente da Câmara de Lisboa aproveitou ainda para pedir ao Governo a delegação de competências nas autarquias para que possam ser responsáveis pelo licenciamento de trotinetas, o que actualmente não acontece. “Tem de haver claramente, da parte do governo, a passagem destas competências para o presidente da Câmara.

É urgente que as câmaras municipais tenham esse poder de licenciamento”, disse, lembrando que sem este poder o acordo ontem assinado é apenas um entendimento entre a autarquia e os cinco operadores, “mas o que é que acontece se vierem mais 20 ou 30 ou 40 operadores? O que é que eu posso fazer? Qualquer pessoa pode lançar uma nova empresa de trotinetas, não respeita o nosso memorando e como é? Ficamos todos mal”.

Na semana passada, Ana Paula Vitorino, presidente da Autoridade da Mobilidade e Transportes, já havia defendido que o Governo deveria fazer alterações ao Código da Estrada, de forma a regular a circulação de trotinetas e bicicletas na via pública.

Algo que Moedas lembrou esta segunda-feira, garantindo ainda que a Polícia Municipal vai continuar a fiscalizar o uso indevido destes veículos.

“As pessoas não têm noção lá em casa, mas nós apreendemos trotinetas todos os dias, muitas centenas todos os dias, e depois os operadores têm de pagar multas quando as vão buscar à PM e, portanto, a fiscalização estará sempre aí” e vai ser reforçada.

ana.meireles@dn.pt

Diário de Notícias
Ana Meireles
09 Janeiro 2023 — 17:30



 

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66: Há mais de 1.500 pessoas à espera de vaga nos cuidados continuados

 

🇵🇹 SAÚDE PÚBLICA // CUIDADOS CONTINUADOS // ESPERAS

published in: 4 semanas 

A 31 de Dezembro de 2022 havia 1.562 utentes a aguardar vaga nos cuidados continuados, mais 252 pessoas do que no ano anterior. Devido ao envelhecimento da população, a procura dos serviços que compõem a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) é cada vez maior.

Martha Dominguez de Gouveia / Unsplash

Num relatório divulgado em Outubro, citado pelo Público, a Entidade Reguladora da Saúde (ERS) informou que, mesmo com o crescimento da oferta na rede, o que existe não chega para satisfazer as necessidades.

Citando os dados divulgados pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), a ERS referiu que a 31 de Dezembro de 2021 havia mais 1,16% de utentes a aguardar por uma vaga na RNCCI do que no ano anterior.

Em termos absolutos, eram 1.310 pessoas. Os valores de Dezembro confirmam uma tendência de aumento.

De acordo com dados do Portal da Transparência, a 03 de Janeiro já tinha havido um pequeno decréscimo das pessoas em espera (1521), mas o número voltou a subir para 1543 logo no dia seguinte.

“As EGA [Equipas de Gestão de Alta dos hospitais] fazem um trabalho diário, em articulação com os profissionais de saúde, utentes e familiares, de apoio e referenciação de todos os casos enquadráveis para a RNCCI”, disse ao Público Filomena Cardoso, da direcção executiva do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

“O tempo de espera” por uma vaga não é critério para “a não referenciação”, indicou a responsável, numa alusão às críticas que têm surgido, nomeadamente por parte da Associação Nacional de Cuidados Continuados (ANCC).

“O tempo de espera para colocação na RNCCI não é igual em todas as tipologias, nem em todas as regiões, sendo maior na tipologia de Longa Duração e nos grandes centros urbanos, não ficando nenhum lugar da rede por ocupar com doentes à espera”, continuou.

No caso das Unidades de Longa Duração e Manutenção (ULDM), havia 707 utentes à espera no final de 2022. O segundo serviço com mais utentes a aguardar vaga, as Unidades de Média Duração e Reabilitação (UMDR), tinha em espera 377 pessoas.

O relatório da ERS, que analisa dados referentes ao ano de 2021, refere, além disso, que as ULDM são também os serviços com tempos de espera mais longos.

Contudo, “nota-se que a mediana do tempo de espera por vaga nas ULDM apresentou, face aos anos anteriores, uma redução em todas as regiões, destacando-se as do Alentejo e do centro.

Também nas UMDR se observou uma redução, ainda que menos expressiva, com excepção da região Norte, cuja mediana do tempo de espera aumentou em cerca de 8% face a 2020″, refere o relatório.

Amir Arabshahi / Unsplash

As vagas na rede têm aumentado: em Novembro de 2022 eram 15.800, mais 22 do que no ano anterior e mais 1.530 do que em 2018.

As camas disponíveis em internamento passaram de 9.797 em 2021 para 9.783 no fim de Novembro.

José Bourdain, presidente da ANCC, garante que, nos últimos dois anos, as perdas de lugares em toda a rede foram muito maiores. Os dados da associação, que recolheu informação junto de cinco instituições, indicam que nos últimos dois anos fecharam 207 camas, 155 em ULDM e as restantes 55 em UMDR.

Para o presidente da ANCC há apenas uma razão para isto, que é a que o leva a desconfiar da eficácia da intenção do Governo de criar 5.500 novas camas até ao final de 2025, ao abrigo do PRR.

“Ainda há um ano, foram à falência duas unidades de cuidados continuados, porque o dinheiro que o Governo paga para prestação de serviços está abaixo do preço de custo.

Pedimos um estudo à Faculdade de Economia da Universidade do Porto que nos diz que a rede está altamente subfinanciada, mesmo com a última actualização em Novembro” afirmou.

E questionou: “se o Governo não cuida dos cuidados continuados que já existem, qual é a lógica de dar dinheiro a fundo perdido para abrir mais camas? Quem é que no seu perfeito juízo se vai endividar em milhões para construir algo que sabe que vai dar prejuízo?”.

Filomena Cardoso, por sua vez, lembrou que aposta no reforço e alargamento das unidades e equipas da RNCCI foi “expressamente inscrita no programa do actual Governo”, acreditando que não faltarão interessados à construção de novos espaços e abertura de novas vagas.

“Temos conhecimento de vários promotores que já manifestaram o seu interesse em responder a este desafio”, disse, indicando que “a portaria de preços” que lhe diz respeito “é revista periodicamente e que está a ser efectuado um trabalho consistente, com elementos do Ministério da Saúde, do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e do Ministério das Finanças, para a revisão e actualização da tabela existente”.

Segundo avançou ainda o jornal diário, um utente não deveria permanecer mais do que 30 dias numa unidade de convalescença, mas os dados da ERS demonstram que, em termos médios, esse período foi ultrapassado em todas as regiões, chegando mesmo ao dobro (60 dias) no Alentejo. O Norte é a região que aparece com uma média de internamento de 37 dias.

A ERS conclui que as regiões do país em que há maior tempo de espera para encontrar uma vaga são também aquelas em que, depois, os utentes passam mais tempo internados.

“Estes resultados evidenciam dificuldades na identificação de resposta adequada para os utentes a jusante da RNCCI, condicionando as altas da rede, o que, consequentemente, diminui a sua capacidade de resposta para admitir novos utentes em tempo útil”, avançou ainda a entidade.

ZAP //
9 Janeiro, 2023



 

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65: Obras condicionam trânsito na Ponte 25 de Abril entre terça-feira e dia 20

 

🇵🇹 LISBOA // PONTE 25 DE ABRIL // TRÂNSITO CONDICIONADO

published in: 4 semanas 

Trabalhos de repavimentação do piso vão decorrer entre as 21:00 e as 07:00 durante dez dias.

O trânsito na Ponte 25 de Abril vai sofrer condicionamentos a partir de terça-feira e até ao dia 20 de Janeiro, entre as 21:00 e as 07:00, devido a obras de manutenção, anunciou a Lusoponte.

Segundo um comunicado da empresa concessionária da ponte que liga Lisboa a Almada (distrito de Setúbal), durante 10 dias vão ser executados trabalhos de repavimentação do piso.

Os trabalhos vão decorrer todos os dias úteis.

No dia 18 de Janeiro, e no mesmo período horário (entre as 21:00 e as 07:00), os acessos à Avenida da Ponte pela Autoestrada 5 e pelo ramo das Amoreiras no sentido norte/sul serão encerrados, estando assegurados desvios alternativos.

“A Lusoponte agradece desde já a compreensão de todos os senhores automobilistas para os eventuais incómodos que esta intervenção possa vir a causar”, acrescenta a empresa no comunicado.

Diário de Notícias
DN/Lusa
09 Janeiro 2023 — 11:13



 

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64: Funcionários de escola negam que ataque russo tenha matado 600 militares ucranianos

 

– A propaganda nazi dos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 tem de se manter activa para continuar a enganar o povo russo e os pró-russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺. Mas a realidade é outra… As tropas ucranianas não se comparam aos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 cobardolas que assassinam civis de todas as idades e rebentam com escolas, hospitais, maternidades, infra-estruturas, creches, etc., porque não possuem capacidade para lutarem com a “heroicidade” que o putinofantoche 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 reclama!

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, VIOLADOR 🇷🇺

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦,
NÃO É DOS RUSSONAZIS
🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

published in: 4 semanas 

Responsável de uma escola no leste da Ucrânia refere que apenas se verificaram danos nas janelas e salas de aula.

© Sameer Al-DOUMY / AFP

A responsável de uma escola no leste da Ucrânia rejeitou esta segunda-feira as alegações da Rússia de que matou ali centenas de soldados ucranianos num ataque com mísseis, dizendo que apenas se verificaram danos nas janelas e salas de aula.

A Rússia nomeou especificamente a escola profissional de Kramatorsk como alvo de um ataque, sábado, em que os seus mísseis teriam atingido duas bases temporárias que albergavam 1300 soldados ucranianos na cidade, matando 600.

Os repórteres da Associated Press que visitaram o local viram um edifício de quatro andares com a maioria das janelas rebentadas, mas sem sinais de presença militar ucraniana nem de baixas.

Lá dentro, funcionários estavam a limpar destroços, a varrer vidros partidos e a atirar móveis partidos para uma cratera feita pelo rebentamento de mísseis na rua.

Yana Pristupa, directora-adjunta da escola, contestou as alegações de Moscovo de que teria atacado e atingido ali uma base e concentração de tropas ucranianas.

“Ninguém viu uma única mancha de sangue em lado nenhum”, garantiu nas declarações à AP, explicando ainda que a escola tinha, antes da guerra, mais de 300 alunos, mas a maioria das aulas passaram a ser ‘online’ devido aos ataques russos.

As autoridades ucranianas tinham já negado, no domingo, as alegações russas de que Kiev tinha perdido um grande número de soldados neste ataque.

O Ministério da Defesa da Rússia reivindicou sábado ter matado mais de 600 soldados ucranianos numa “operação de represália” ao ataque do Ano Novo contra as forças russas em Makiivka, leste da Ucrânia, que provocou a morte de 89 militares.

O ataque a Makiivka, na disputada região de Donetsk, é considerado um dos maiores reveses das forças russas desde o início da invasão da Ucrânia, a ponto de o regime de Moscovo, que confirmou 89 baixas, embora a Ucrânia estima que o número de vítimas seja muito maior, falando de centenas.

Durante a guerra, ambos os lados têm afirmado regularmente ter matado centenas de soldados uns dos outros em ataques. As alegações raramente podem ser verificadas independentemente por causa dos combates.

A ofensiva militar da Rússia na Ucrânia começou há quase um ano e a ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.919 civis mortos e 11.075 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Os ataques causaram também o deslocamento, dentro e para fora da Ucrânia, de mais de 14 milhões de pessoas, numa crise de refugiados que a ONU classifica como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com o envio de armamento e ajuda económica e humanitária à Ucrânia e a imposição de sanções políticas e económicas sem precedentes a Moscovo.

Diário de Notícias
DN/Lusa
09 Janeiro 2023 — 13:31

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦



 

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63: Carris vai investir 169,6 milhões em 342 autocarros e 25 eléctricos até 2026

 

– Será que com este investimento a Carris irá encurtar os tempos (imensos) de espera entre carreiras? Só vendo…

🇵🇹 CARRIS // LISBOA // TRANSPORTES PÚBLICOS // FROTA

published in: 4 semanas 

A empresa de transportes públicos tem ainda prevista a extensão da linha de eléctrico 15E para Santa Apolónia e para o Jamor e da 24E até ao Cais do Sodré. Os bilhetes vão passar a poder ser pagos através de telemóvel ou cartão de crédito ou de débito.

A Carris vai começar a receber autocarros novos ainda no decorrer deste ano.
© André Luís Alves / Global Imagens

A Carris vai investir 169,6 milhões de euros na aquisição de 342 novos autocarros e 25 eléctricos até 2026. Este montante representa 68% do valor do plano de investimento da empresa para estes três anos, de acordo com o Plano de Actividades e Orçamento para 2023 a que o DN teve acesso.

Os 342 novos autocarros fazem parte da aposta da Carris em ter uma frota mais amiga do ambiente, tendo como objectivo chegar ao final deste ano com um número de “autocarros eléctricos e a gás correspondente a quase 50% da frota global” da empresa.

Desta forma, o pacote de compras inclui 80 autocarros standard eléctricos, 37 mini eléctricos, 24 autocarros articulados a Gás Natural Comprimido (GNC), 200 standard a GNC e um standard a hidrogénio.

“Em 2023 ocorrerá a recepção dos veículos cujos processos de aquisição foram já iniciados, nomeadamente 30 autocarros standard 100% eléctricos e 24 autocarros articulados a Gás Natural Comprimido (GNC)”, pode ler-se no Plano de Actividades e Orçamento para 2023, no qual estava ainda programado “proceder à aquisição de 14 autocarros mini eléctricos”, um procedimento que se iniciou ainda no ano de 2022, além de “adquirir 90 autocarros standard a GNC, com a chegada de 20 ainda em 2023, e dos restantes 70 em 2024”, refere a Carris.

Do plano da empresa municipal de transportes públicos de Lisboa, faz ainda parte a compra de 15 novos eléctricos articulados que servirão para expandir a Linha 15E. Nove destes eléctricos chegam já este ano e os restantes seis em 2024.

“Posteriormente, pretende-se reforçar a frota de eléctricos “históricos” em 2025 e 2026, com a aquisição de 10 novos veículos de aparência coerente com os eléctricos “clássicos” que constituem uma marca identitária da cidade de Lisboa”, refere o mesmo documento.

“A política de investimentos futuros, centrada na renovação da frota de autocarros e de eléctricos, que no global se estima em cerca de 169,6 milhões de euros, para o período de 2023/2026, será financiada por receita própria, por recurso a financiamento europeu, a financiamento no Plano de Recuperação e Resiliência, e, quando se verificar necessidade, por outras formas de financiamento, nomeadamente junto de entidades multilaterais e/ou junto da banca comercial”, refere a empresa de transportes públicos.

Mais eléctrico em Lisboa

Este período de três anos, até 2026, vai ficar também marcado pela extensão de duas linhas de eléctrico que já se encontram em funcionamento: a 15E, que actualmente liga o Cais do Sodré a Algés e é a única com veículos articulados, mas também a 24E, que funciona entre a Praça Luís de Camões a Campolide.

De acordo com a Carris, “a curto prazo, pretende-se expandir a linha de eléctrico 24E até ao Cais do Sodré, retomando assim a antiga ligação entre o Chiado (Largo de Camões) e o Cais do Sodré, importante interface intermodal, através da Rua do Alecrim”.

No que diz respeito à linha 15E, está prevista também, a curto prazo, a sua extensão, “quer a ocidente até ao Jamor, garantindo o acesso directo do centro de Lisboa a uma das principais áreas desportivas, recreativas e de lazer da Área Metropolitana de Lisboa, quer a oriente, a Santa Apolónia (numa primeira fase)”.

“Esta expansão é essencial para garantir a ligação a um dos principais nós ferroviários de Lisboa, um interface essencial para dezenas de milhares de pessoas que diariamente chegam a Lisboa em serviços de comboio suburbanos, regionais, nacionais e até internacionais, facultando desta forma a ligação da rede de eléctricos da Carris à rede trans-europeia de transportes.

Este prolongamento permite ainda servir o Terminal de Cruzeiros de Lisboa, um ponto de entrada de milhares de turistas em Lisboa que passam assim a beneficiar de uma ligação em transporte público à Baixa Pombalina, ao Cais do Sodré e à zona de Belém”, explica a Carris, adiantando que em estudo está a extensão desta linha até ao Parque das Nações.

Pagar bilhetes por telemóvel ou cartão bancário

Tendo como meta o ano de 2026, a Carris também pretende levar a cabo uma reestruturação do seu sistema de bilhética e a adopção de novas formas de pagamento dos bilhetes.

Uma das principais mudanças diz respeito a “soluções de desmaterialização”, ou seja, “viabilizando o pagamento por telemóvel ou outros meios convenientes para o passageiro, nomeadamente a utilização de todo o tipo de cartões a débito/crédito, abrindo a possibilidade de venda de bilhetes por terceiros com vista ao crescimento de soluções de mobilidade como serviço”.

A outra grande novidade é a implementação de máquinas de venda automática, “por forma a aumentar e diversificar a rede de vendas”.

ana.meireles@dn.pt

Diário de Notícias
Ana Meireles
09 Janeiro 2023 — 00:04



 

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