68: Dois mortos em bombardeamento de mercado e combates intensificam-se no leste

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– Para estes russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 do putinofantoche, os mercados e supermercados são nazis, as residências civis são nazis, os hospitais são nazis, as creches são nazis, as escolas são nazis, as infra-estruturas de electricidade, gás e água são nazis, os civis desde crianças a idosos são todos nazis, tudo é nazi na Ucrânia, por isso na demente mente psicopata do putinofantoche nazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺, há que assassinar, bombardear, destruir tudo, para que a raça russa (neste caso não é a ariana), surja limpa de todo este nazismo doentio de um povo e de uma nação soberana. QUEM PRECISA DE SER DESNAZIFICADO 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 É O PUTINOFANTOCHE E OS SEUS FANTOCHES AMESTRADOS ASSALARIADOS! E é bom não esquecer que a união soviética foi aliada da Alemanha nazi de Adolfo Hitler, na invasão da Polónia em 1941

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, VIOLADOR 🇷🇺

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦,
NÃO É DOS RUSSONAZIS
🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

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O exército ucraniano confirmou que Bakhmut, cidade do leste da Ucrânia, permanece “o ponto mais quente da frente” de combate, onde “decorrem intensos combates”.

© Direitos Resevados Facebook governador da região de Kharkiv

Pelo menos duas pessoas foram hoje mortas num ataque russo que atingiu um mercado na povoação de Chevtchenkove, nordeste da Ucrânia, indicaram as autoridades locais, enquanto prosseguiam os combates no leste do país.

“Seis pessoas foram feridas num ataque com lança-foguetes sobre Chevtchenkove. Duas outras morreram”, indicou, através da plataforma Telegram, Oleg Synegoubov, governador da região de Kharkiv, ao publicar fotos de bombeiros no local do impacto.

Já em Kherson, no sul, o governador local, Iaroslav Ianouchevitch, referiu-se a um morto e um ferido num bombardeamento russo que atingiu um bairro residencial.

No leste, as tropas russas efectuaram um “bombardeamento massivo” sobre Kourakhivka, que provocou pelo menos dois feridos e danificou cerca de 20 habitações, informou, por seu lado, o governador Pavlo Kyrylenko.

Segundo a presidência ucraniana, duas pessoas morreram e dez ficaram feridas no decurso das últimas 24 horas em todo o país.

Por sua vez, o exército ucraniano confirmou que Bakhmut, cidade do leste da Ucrânia, permanece “o ponto mais quente da frente” de combate, onde “decorrem intensos combates”.

“O inimigo concentrou o máximo de forças preparadas para combater, incluindo unidades do grupo Wagner”, um grupo paramilitar cujos mercenários combatem ao lado das tropas russas, indicou Serguii Tcherevaty, porta-voz do comando oriental do exército ucraniano.

No domingo, a vice-ministra da Defesa ucraniana, Ganna Maliar, também se referiu a uma situação “muito difícil” em Soldear, 15 quilómetros a nordeste de Bakhmut.

Segundo os serviços de informações ucranianos, a Rússia prepara-se para desencadear novos ataques ao sistema energético do país, numa altura em que as temperaturas registam uma nova descida.

Estes combates ocorrem após um cessar-fogo unilateral de 36 horas decretado pelo Presidente russo, Vladimir Putin, por ocasião do Natal ortodoxo na sexta-feira e sábado. No entanto, as hostilidades prosseguiram durante a trégua, mas com menor intensidade.

A ofensiva militar da Rússia na Ucrânia começou há quase um ano e a ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.919 civis mortos e 11.075 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Os ataques causaram também o deslocamento, dentro e para fora da Ucrânia, de mais de 14 milhões de pessoas, numa crise de refugiados que a ONU classifica como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com o envio de armamento e ajuda económica e humanitária à Ucrânia e a imposição de sanções políticas e económicas sem precedentes a Moscovo.

Diário de Notícias
DN/Lusa
09 Janeiro 2023 — 16:29



 

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