Turquia apoia o plano de paz de Zelensky e diz que “Rússia está pronta para negociações”

 

– Blá, blá, blá… conversa da treta! O russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 putinofantoche apenas aceita negociar se ele ficar de posse com as regiões anexadas ilegalmente pela rússianazi. E não esquecer que não se pode confiar na palavra de um nazi que foi aliado da Alemanha nazi de Adolf Hitler! E quais são os dez pontos do Zelensky?

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO PÁRIA, TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, GENOCIDA, VIOLADOR 🇷🇺

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦,
NÃO É DOS RUSSONAZIS
🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

🇺🇦 UCRÂNIA // 🇹🇷 TURQUIA // NEGOCIAÇÕES PAZ // RÚSSIANAZI 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

published in: 3 semanas 

“A Rússia assegura que está pronta para negociações agora. Zelensky propôs um plano de paz de dez pontos. Nós, a Turquia, apoiamos esse plano e prosseguiremos o nosso trabalho”, afirmou o chefe da diplomacia turca.

O ministro turco dos Negócios Estrangeiros, Mevlut Cavusoglu
© EPA/NECATI SAVAS

O chefe da diplomacia da Turquia, Mevlut Çavusoglu, anunciou esta terça-feira o apoio de Ancara ao plano de paz proposto pelo presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, baseado em dez pontos de segurança abrangentes e garantias para o fim do conflito.

“A Rússia assegura que está pronta para negociações agora. Zelensky propôs um plano de paz de dez pontos. Nós, a Turquia, apoiamos esse plano e prosseguiremos o nosso trabalho”, indicou Çavusoglu no decurso com a sua homóloga sul-africana, Naledi Pandor.

O ministro dos Negócios Estrangeiros turco assegurou que Ancara aposta no diálogo para terminar com um conflito que se prolonga há perto de 11 meses. “Cremos que esta guerra terminará na mesa das conversações. Quanto mais depressa, melhor”, disse.

A Turquia tem-se revelado como um dos principais mediadores na guerra instalada no leste da Europa, e em conjunto com as Nações Unidas facilitou um acordo entre a Rússia e a Ucrânia para a exportação de cereais ucranianos e fertilizantes russos a partir dos portos do Mar Negro.

Nesse sentido, Çavusoglu insistiu que “deverão ser enviados mais cereais e fertilizantes para os países em desenvolvimento, para o continente africano”, segundo registou a agência noticiosa oficial turca Anatolia.

A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada a 24 de Fevereiro do ano passado, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Diário de Notícias
DN/Lusa
10 Janeiro 2023 — 17:00



 

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72: Letras e tretas

 

OPINIÃO

published in: 4 semanas 

Passou-se num concurso de admissão à carreira diplomática. O examinador perguntava à candidata se sabia quem era um grande romancista português do século XIX que tinha sido cônsul e fizera carreira no Ministério, culminando em Paris.

A candidata respondeu-lhe, com desenvoltura: “Ah, Senhor Embaixador, eu nunca leio romances portugueses, só leio obras em língua inglesa”.

Não sei se hoje teria sido considerada justa a decisão tomada pelo júri de excluir a infeliz candidata. De um ponto de vista geral, ponderemos que os leitores, portanto os consumidores, da produção romanesca em português, são um número ínfimo, ao lado dos leitores das obras em língua inglesa, no original ou em tradução.

De um ponto de vista específico, repare-se que qualquer romance de língua inglesa que seja traduzido entre nós merece uma atenção dos jornais que nenhuma obra nacional consegue ter e que o Booker Prize tem nos nossos suplementos literários um eco que nenhum prémio literário nacional consegue suscitar (com excepção talvez do Prémio Camões), como há algumas semanas assinalava António Guerreiro.

Não, do ponto de vista da nossa opinião pública, a candidata a diplomata portuguesa que dispensava conhecer Eça de Queirós, porque só lia livros anglo-saxónicos, mereceria certamente simpatia e compreensão.

O romance tornou-se, para os fazedores de opinião, o único género literário e a língua portuguesa tornou-se demasiado pequena para a vastidão da cultura entre nós dominante: a língua inglesa, respiração do mundo, é onde a cosmopolita gente “cultivada” se sente mais à vontade e em casa.

Melhor representaria pois a cultura actual do nosso país aquela aspirante a diplomata que o Ministério injustamente recusou, por apenas ler em língua inglesa.

Muitos portugueses sentem-se infelizes por não serem ingleses ou americanos. Chamamos-lhes “os inglusos”: vivem a lamentar a “piolheira” em que vivem e os “indígenas” que se atrevem a ser seus compatriotas.

Lá fora, sim, lá fora seriam “filhos do Rei”, como na Pasárgada de Manuel Bandeira. Mas aqui na pátria, ai, a mediocridade geral não os deixa prosperar…

Compartilhando essa mágoa, as nossas principais universidades passaram a ter aulas em inglês e não me surpreenderia até que nos nossos estudos literários o cânone anglo-americano viesse a ser a matéria principal de estudo, leccionada, é claro, em língua inglesa, a que se juntariam eventuais cursos facultativos de literatura portuguesa, ministrados não mais do que por um semestre…

Será culpa dos jornalistas literários? Ou do pouco espaço de que dispõem nos jornais, onde o cinema e a música “pop” dominam o magro quinhão da cultura?

Podemos, neste contexto e nesta conjuntura, condená-los por se terem tornado meros delegados de propaganda editorial e terem abdicado de qualquer função crítica?

Todos dependemos de um meio e de uma circunstância e não só do talento que nos tenha sido dado. Sucede que a actuação de cada um de nós é determinada cada vez mais pela nossa circunstância e menos pelo nosso talento.

O jornalismo literário que temos é a consequência do espaço reduzido que os livros e a leitura têm na nossa sociedade e não de qualquer especial má vontade ou ignorância dos jornalistas.

O valor simbólico da literatura já foi maior, mas hoje que pode significar face à presente transmutação dos valores, em que só passaram a contar os valores monetários?
Simplesmente o que Pessoa/Álvaro de Campos já dizia:

Só o parvo dum poeta ou um louco
Que fazia filosofia
Ou um geómetra maduro
Sobrevive a esse tão pouco
Que está lá para trás no escuro
E nem a História já historia.

Diplomata e escritor

Diário de Notícias
Luís Castro Mendes
10 Janeiro 2023 — 00:39



 

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71: A Linda de Suza que há em nós

 

OPINIÃO

published in: 4 semanas 

Concluídas as festas de Natal e Ano Novo, as águas – as vidas – voltam por estes dias ao seu curso habitual. Já regressaram a casa aquelas e aqueles que foram “à terra”, aos seus lugares de origem, para as celebrar. Já voltaram ao trabalho os que puderam descansar.

E já estão em muitas cabeças os propósitos – mas também as inquietações – típicos de um novo começo. É um fenómeno generalizado, mas com características particulares para um grupo específico de europeus: são os 13,3 milhões de cidadãos de países da União que vivem noutro Estado-Membro (dados do Eurostat).

Representam 3% da população como um todo e são, sem dúvida, uma das principais forças para a construção do projecto comum europeu, seja pelo trabalho, seja pelo afecto.

Muitos destes europeus aproveitam as festividades tradicionais da família para ir “à terra”. De mochila às costas, trólei numa mão e entregando a outra ao telemóvel, misturam-se e confundem-se na mole de passageiros, mas certamente já se terão perguntado: “Afinal, donde sou? Do meu país de origem? Daquele que me acolhe e dá trabalho? Porventura de algum lugar solitário, por vezes amargo, suspenso entre os dois”? Este já não é o tempo da “mala de cartão”, mas…

Mais de três milhões de romenos, um milhão e meio de polacos e outros tantos italianos e um milhão de portugueses constituem os quatro maiores grupos nacionais de deslocados para outros países da União Europeia.

E é espantoso constatar que, em alguns casos, os expatriados representam uma quota imponente do segmento laboral em idade activa (dos 20 aos 65 anos) nos respectivos países: 18% da população romena, 17% croatas, 10% portugueses… – tanta energia, quantas vidas se constroem noutros lugares.

Em 2010 a média de europeus deslocados era de 2,4%; em 2020 subia para 3,3% e, em geral, tudo indica que a maré continua a subir e com ela cresce o projecto europeu.

Em resumo, cada um com sua história – e suas respostas mutáveis – esses 13 milhões de pessoas, herdeiros de muitas linhagens, são a ponta de lança na construção de um novo espírito de pertença europeu. Os tempos que vivemos exigem que a Europa dê um grande salto na integração.

Dos flagelos pandémico e climático às ameaças à ordem global vindos das super-potências – a começar na Rússia, que reacendeu a guerra no nosso continente – a única resposta plausível é mais união, muito mais União Europeia.

A linhagem de europeus com uma pátria-mãe (que não escolheram e os formou) e outra como pátria-adoptiva (que escolheram depois) aí está, para sustentar esse salto integrador com a sua própria existência.

Podem os europeus deslocados ter dias de dúvidas, saudades, quantas saudades, mas é certamente nestes corações de duas assoalhadas que a batida, mesmo que imperceptível, oxigena mais o caminho da história europeia na direcção certa.

E, por paradoxal que pareça, são os rebentamentos e os estilhaços da guerra que reacendem nos corações europeus a velha utopia renascentista que se resume na palavra paz. A mesma utopia que animou Erasmo – filósofo humanista, amigo de Tomás Moro e do nosso Damião de Góis – o rosto mais profético do pacifismo.

Ele que passou a vida fugindo da peste e dos seus inimigos, enquanto lutava contra a barbárie instigada pelo fanatismo e pelo nacionalismo; defendeu que o mundo inteiro é a nossa pátria, concebeu uma Europa unida como aliança de culturas; defendeu a luz contra as trevas, a inteligência contra as armas, e o diálogo contra a algazarra, o ódio e a guerra.

Para ele, mais que um território, a Europa era uma ideia moral e a sua bandeira, paz, diversidade, tolerância e universalismo. Assim seja!

Jornalista

Diário de Notícias
Afonso Camões
10 Janeiro 2023 — 00:19



 

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70: O guiché está de volta

 

OPINIÃO

published in: 4 semanas 

À custa de erros meus e má fortuna, tive que me deparar com “os serviços”. No caso, para que não haja discussões ideológicas, um público e outro que também o era, mas foi privatizado.

A “Loja de Cidadão”, assim mesmo, com de, como reclamou em tempos o Bloco de Esquerda para o cartão de cidadão, é nova, ampla, espaçosa e bem iluminada.

E, dito isto, ficamos por aqui no que diz respeito a pontos positivos dos “serviços”. O resto é um teste à paciência, à literacia e à própria condição humana.

Começa logo no quiosque electrónico para tirar as senhas de ordem de chegada. Como está agrupado em quatro grandes áreas, as dúvidas de quem chega são muitas na hora de carregar no botão certo.

E há de tudo. Idosos que não percebem as siglas, nem conseguem ver o monitor do quiosque. Cidadãos estrangeiros que ainda não dominam o idioma do país que os acolheu, muito menos as siglas que “os serviços” acham que todos devemos saber de cor.

Depois, o quiosque está apenas em português, pelo que paquistaneses, indianos, nepaleses e ucranianos ficam a olhar para o monitor. Não há ninguém para ajudar.

Vai daí, os cidadãos e as cidadãs interrompem sistematicamente a funcionária do balcão 1, que teve o azar de ser colocada logo ao lado do quiosque das senhas. Passa o dia a ajudar quem tem dúvidas. Por isso, a fila dos cidadãos e cidadãs do espaço de cidadão no balcão 1, não anda.

Quando chega a minha vez, está de volta o velho guiché. “Com isto” da pandemia, voltaram os acrílicos e as divisões e o que nos permite chegar aos serviços é apenas uma ranhura inferior onde mal cabe uma folha A4.

Seja. Sento-me. Não consigo ver a cara do senhor dos serviços porque, apesar de a divisória ser transparente, ele tem diante de si um monitor gigante que lhe tapa a cara. Eu tenho outro, mais pequeno, virado para fora, para ir seguindo o que ele faz.

É estranho. Estamos a menos de 40 centímetros um do outro e eu não sei como é a cara da voz.

Claro que, apesar de eu ter uma carta dos serviços a dizer que é naquele serviço que tenho tratar do assunto – o ofício diz, assim mesmo, “que me devo dirigir a uma loja do cidadão” -, a voz atrás do acrílico e do monitor não me pode ajudar.

– “Mas a carta diz que é aqui que me devo dirigir”.

Pois. Só que não.

Aqui não podemos fazer nada. Tem de ir ao outro “serviço”.

Hei de ir ao outro serviço.

Agora, antes disso, nova paragem. Num serviço privado que já foi público.

O espaço está renovado, é amplo, espaçoso e bem iluminado. Também há acrílicos e um pequeno guiché, mas desta vez consigo ver bem a cara da funcionária.

Pois, também não me consegue ajudar, a carta registada que os serviços me enviaram já foi devolvida ao remetente.

– “Pode contactar o remetente”.

Pois posso. Mas no remetente só diz “República Portuguesa”. Que raio quererá de mim a República Portuguesa? Aquela senhora que está no parlamento e que simboliza o regime? Sempre achei que ela era uma estátua, mas, afinal, manda cartas. Registadas.

O guiché está de volta. Mesmo que seja tudo moderno, arejado, amplo, espaçoso e bem iluminado, há tiques salazarentos dos serviços que permanecem 50 anos depois, mesmo que a “loja” se chame “de” cidadão.

Jornalista

Diário de Notícias
Pedro Cruz
10 Janeiro 2023 — 00:25



 

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69: Moscovo nega combater Kiev, mas diz estar a destruir o seu exército

 

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O regime russo ora diz que não está a lutar contra os ucranianos, ora avança com números estratosféricos de danos causados às forças armadas de quem diz não combater.

Míssil russo atingiu um mercado em Shevchenkove, uma aldeia em Kharkiv.
© SERGEY BOBOK / AFP

Há uma realidade paralela na Rússia. Não é uma opinião, são factos: o governo prepara-se para criminalizar quem use mapas do país sem as regiões anexadas; o Ministério da Defesa continua a apregoar números irreais; e o secretário do Conselho de Segurança, no dia em que um míssil matou duas mulheres e feriu seis ucranianos num mercado de uma localidade na região de Kharkiv, afirmou que o que se passa é tão-só uma “experiência sangrenta do Ocidente para destruir o povo fraterno da Ucrânia”.

Há uma frase atribuída a Soljenítsin, mas escrita por Elena Gorokhova, que viveu na União Soviética antes de emigrar para os EUA, definidora da relação do poder soviético com a sociedade: “As regras são simples: eles mentem-nos, nós sabemos que estão a mentir, eles sabem que nós sabemos que estão a mentir, mas continuam a mentir à mesma e nós continuamos a fingir que acreditamos.”

O actual regime russo, que olha com saudosismo para o papel de super-potência da URSS, aparenta seguir o manual soviético descrito no livro de memórias de Gorokhova, A Mountain of Crumbs.

A dissonância com a realidade é tal que o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov, se viu na contingência de afirmar que o Kremlin tem “plena confiança” nas informações prestadas pelo Ministério da Defesa.

No domingo, alegou que um “ataque em represália” ao bombardeamento de ano novo – que matou 89 soldados russos segundo Moscovo e cerca de 400 segundo Kiev – havia atingido Kramatorsk e eliminado 600 militares ucranianos.

Uma jornalista do New York Times visitou os locais atingidos – um edifício industrial e uma escola de formação profissional – pouco depois de os sete mísseis terem caído e não viu vestígios de baixas.

As autoridades ucranianas dizem que os danos limitaram-se aos edifícios daquela cidade da região de Donetsk.

Os aviões e helicópteros que o Ministério da Defesa russo diz ter destruído são mais do dobro do que aqueles que a Ucrânia possui.

No dia seguinte, o mesmo ministério fez um balanço dos danos provocados no exército ucraniano desde o início da “operação militar especial”. Segundo o tenente-general Igor Konashenkov, porta-voz da Defesa, a Rússia abateu 367 aviões de combate, 200 helicópteros, 2.856 veículos aéreos não tripulados, 400 sistemas de mísseis terra-ar, 7.460 tanques e outros veículos blindados de combate, 972 lançadores de foguetes múltiplos, 3.793 armas de artilharia e morteiros e 7.978 veículos motorizados militares.

Só para dar um exemplo dos dados inflacionados, a Ucrânia não tem sequer metade dos aviões e dos helicópteros que a Rússia diz ter destruído.

O site Oryx, que documenta os equipamentos destruídos de parte a parte com base em fotografias e vídeos, contabiliza 56 aviões e 28 helicópteros ucranianos destruídos ou capturados.

Enquanto o Ministério da Defesa diz ter esmagado o equipamento das forças armadas ucranianas, Nikolay Patrushev, tido como um dos conselheiros mais próximos de Vladimir Putin, nega que a Rússia esteja sequer a combater os ucranianos. “Os acontecimentos na Ucrânia não são um confronto entre Moscovo e Kiev.

É um confronto militar da NATO, primeiro que tudo dos EUA e do Reino Unido, com a Rússia. Temendo um envolvimento directo, os instrutores da NATO empurram os homens ucranianos para a morte certa”, afirmou em entrevista à agência estatal TASS.

Não satisfeito, Patrushev, que chefia a segurança da Rússia, voltou a repetir desinformação sobre uma alegada perseguição aos russófonos: “Milhões de pessoas estão proibidas de falar russo, a sua língua nativa, e forçadas a esquecer as suas origens.”

Quem vai ser forçado a usar mapas com as regiões anexadas são os cidadãos russos – caso contrário arriscam-se a multas e prisão, noticia a TASS.

Para já, o governo russo deu parecer positivo à iniciativa da Duma de equiparar a distribuição de mapas que não estejam em conformidade com as pretensões de “integridade territorial” do Kremlin a material extremista.

Nas últimas horas, Moscovo diz ter capturado uma localidade perto de Bakhmut, Bakhmutske, e renovou os ataques àquela cidade, bem como a Soledar.

Neste último caso, o dono do grupo mercenário Wagner, Yevgeny Prigozhin, fez saber que o assalto é feito em exclusivo pelas suas tropas.

Além destas incursões, a Rússia atingiu nas últimas horas múltiplos civis, fosse num supermercado em Kherson (um morto e um ferido) ou num hospital em Mykolaiv (dez feridos), no sul; ou fosse a um mercado numa aldeia em Kharkiv (dois mortos e seis feridos), no norte; fosse ainda na localidade de Nevske, em Lugansk, onde foi reportado um número indeterminado de baixas entre civis.

cesar.avo@dn.pt

Diário de Notícias
César Avó
10 Janeiro 2023 — 00:12



 

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