118: Militares russos feridos voltam à guerra sem terem alta médica

 

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO PÁRIA, TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, GENOCIDA, VIOLADOR 🇷🇺

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦,
NÃO É DOS RUSSONAZIS
🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

-“… O próprio Kremlin estabeleceu um decreto que anuncia uma perícia médica militar. São os médicos que, na teoria, realizam exames para, depois, decidirem se o paciente pode voltar à guerra.

… A lei indica que ferimentos de guerra e o respectivo tratamento são motivos suficientes para não combater. Mas as regras não estão a ser cumpridas.

Pura fantochada! Para o putinofantoche terrorista russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺, não existem leis e as que ele próprio faz é pura propaganda! São fakenews!

RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 // GUERRA // 🇺🇦 UCRÂNIA // CARNE PARA CANHÃO

Médicos não aprovam regresso dos soldados feridos à linha da frente – mas os soldados vão na mesma.

ZAP // DALL-E-2

Chegam novos relatos de alegadas violações internas russas, na guerra da Ucrânia.

O portal de investigação Agentstvo revela que há diversos soldados feridos que, mesmo sem receberem alta médica, estão a voltar à linha da frente para combater no conflito.

Há soldados “devolvidos” para a guerra com membros feridos e com balas nos pulmões.

Médicos de duas clínicas, em Donestk e Moscovo, pediram ao Conselho de Direitos Humanos que tentasse perceber porque esses pacientes são enviados para a guerra, em vez de continuarem em reabilitação ou outros tratamentos adicionais. Os casos estão a ser investigados.

O próprio Kremlin estabeleceu um decreto que anuncia uma perícia médica militar. São os médicos que, na teoria, realizam exames para, depois, decidirem se o paciente pode voltar à guerra.

Mas, na prática, e desde que a guerra na Ucrânia começou, são os comandantes a substituírem os médicos e a decidirem quem regressa ao combate. Mesmo que não haja alta médica.

Exemplo: dois soldados tinham ferimentos graves nos pulmões. Receberam tratamento médico durante dois meses; após esse período, os comandantes anunciaram que não os iriam enviar para a comissão médica – iam directos para a guerra.

Pacientes com estilhaços de explosões nos membros, outros com úlceras e ainda alguns que sofreram ataques cardíacos e derrames (antes do conflito)… Todos estão na guerra.

O mesmo portal avisa que isto acontece desde que a guerra começou. Não é uma prática recente.

A lei indica que ferimentos de guerra e o respectivo tratamento são motivos suficientes para não combater. Mas as regras não estão a ser cumpridas.

Um dos motivos para esta violação, além da necessidade de ter mais soldados, será poupar nos pagamentos aos militares.

E aqui volta a entrar a lei: por lei, os militares feridos na guerra podem exigir vários pagamentos (únicos, mensais e seguros). Dificilmente algum estará a receber, apesar das garantias do presidente Vladimir Putin.

ZAP //
15 Janeiro, 2023

 


– O porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov, no relatório diário de guerra, faz-me lembrar o ministro da propaganda (gatekeeper) de Saddam Hussein, Mohammed Saeed al-Sahhaf que se recusou a aceitar a tomada de Bagdad pelas Forças Armadas dos EUA! Essas declarações celebrizaram-no como Baghdad Bob…! O gatekeeper russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 produz diariamente fakenews de bradar aos céus e será um Igor Bob russonazi!



 

 16 total views

117: Ocidente vai entregar mais armas pesadas num futuro próximo à Ucrânia

 

– Se logo no início da invasão terrorista dos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 do putinofantoche tivessem entregue armamento pesado aos ucranianos, a actual situação já não se verificaria! Agora e num “futuro próximo”, quando a Ucrânia já estiver completamente arrasada, sem mais nada para destruir pelos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 terroristas psicopatas putinofantoches, o “Ocidente” irá então entregar mais armas pesadas…!!! Cinismo e hipocrisia q.b. !

– “… Os Estados ocidentais têm-se mostrado reticentes em entregar armamento mais pesado à Ucrânia, alegando terem receio de serem arrastados para a guerra ou de provocar a Rússia.

Provocar a rússia? um estado terrorista que não respeita a Carta das Nações Unidas, o Direito Internacional, a soberania de um país independente, invadindo, destruindo infra-estruturas básicas de sobrevivência, residências civis, hospitais, maternidades, escolas, creches, assassinando e torturando milhares de civis desde crianças a idosos? Afinal quem é o provocado e o provocador nesta estória?

© Sameer Al-DOUMY / AFP

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO PÁRIA, TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, GENOCIDA, VIOLADOR 🇷🇺

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦,
NÃO É DOS RUSSONAZIS
🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

published in: 3 semanas 

“As recentes promessas de armamento pesado são significativas – e espero que mais venham no futuro próximo”, disse Jens Stoltenberg.

Jens Stoltenberg.
© EPA/OLIVIER HOSLET

O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, afirmou este domingo que Kiev vai receber mais armas pesadas dos seus aliados ocidentais “num futuro próximo”, um pedido que tem sido frequentemente repetido pelas autoridades da Ucrânia.

“As recentes promessas de armamento pesado são significativas – e espero que mais venham no futuro próximo”, disse Jens Stoltenberg, citado pelo jornal diário alemão Handelsblatt.

A garantia do secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO, na sigla em inglês) foi dada poucos dias antes de uma nova reunião, agendada para 20 de Janeiro, dos países ocidentais que fornecem ajuda à Ucrânia, que irá decorrer na base norte-americana de Ramstein, na Alemanha.

“Estamos numa fase decisiva da guerra”, acrescentou Stoltenberg, admitindo que “é importante fornecer à Ucrânia as armas de que precisa para vencer”.

Os Estados ocidentais têm-se mostrado reticentes em entregar armamento mais pesado à Ucrânia, alegando terem receio de serem arrastados para a guerra ou de provocar a Rússia.

Ainda assim, a gama de armas que têm fornecido à Ucrânia alargou-se recentemente.

No início do mês, França, Alemanha e Estados Unidos prometeram enviar veículos blindados com tanques de infantaria ou de reconhecimento – 40 Marders alemães, 50 Bradleys norte-americanos e AMX-10 RC franceses.

O Reino Unido anunciou no sábado que vai entregar tanques Challenger 2 à Ucrânia, tornando-se assim no primeiro país a fornecer tanques pesados de construção ocidental a Kiev.

Moscovo denunciou que a decisão não vai mudar a situação no terreno, assegurando que a única consequência será a escalada do conflito.

Segundo o secretário-geral da NATO, o Presidente russo, Vladimir Putin, cometeu um erro ao atacar a Ucrânia, “sobrestimando as suas próprias forças armadas”.

Consegue-se ver “os erros, a falta de moral, os problemas de comando, o equipamento deficiente” que tornam a ofensiva russa num erro, disse, reconhecendo, no entanto, que os russos “demonstraram que estão prontos para suportar pesadas perdas para atingir o seu objectivo”.

A ofensiva militar lançada em 24 de Fevereiro de 2022 é justificada por Putin com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

Diário de Notícias
DN/Lusa
15 Janeiro 2023 — 17:16

 




 

 15 total views

Após ataques, Zelensky pede armas para “parar aqueles que semeiam morte”

 

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO PÁRIA, TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, GENOCIDA, VIOLADOR 🇷🇺

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦,
NÃO É DOS RUSSONAZIS
🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

🇺🇦 UCRÂNIA // BOMBARDEAMENTOS // RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

published in: 3 semanas 

Na óptica de Zelensky, não há persuasão ou tempo que faça parar “os terroristas que estão metodicamente a matar pessoas com mísseis, drones comprados no Irão, a sua própria artilharia, tanques e morteiros”, apelando, por isso, ao fornecimento de armas.

Num registo diferente, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, arrancou o seu habitual discurso nocturno à nação sem qualquer tipo de cumprimento, o que fez questão de assinalar.

Isto porque, face aos ataques das forças russas em diversos pontos da Ucrânia, este sábado, o chefe de Estado quer “ser ouvido por aqueles que ainda hesitam se vale a pena dar à Ucrânia armamento que ajude o país a derrotar o estado terrorista, ainda este ano”.

Enumerando os ataques massivos que assolaram cidades como Kyiv, Kharkiv, Odessa, Kryvy Rih, Dnipro, Vinnytsia, Ladyzhyn, Burshtyn, e as regiões de Lviv e Khmelnytsky, Zelensky notou que há “civis por todo o lado” nestes alvos dos “terroristas”.

Na verdade, em Dnipro, o líder ucraniano recordou que um “edifício residencial foi destruído”, tratando-se de “um prédio normal de nove andares, como há vários em diversas cidades da Europa de Leste e Central” .

“Todos os pisos deste edifício – desde o segundo ao nono – foram esmagados na explosão do míssil russo. Foi possível salvar dezenas de pessoas – feridas, traumatizadas, que estão a ser tratadas.

Entre elas estão crianças, a mais nova tem três anos”, disse, complementando que as operações de resgate e de limpeza ainda estão em andamento, e continuarão durante toda a noite.

“Ainda não se sabe quantas pessoas estão sob os escombros. Infelizmente, o número de mortos cresce a cada hora… Os meus sentimentos aos familiares e amigos”, lamentou.

“O terror russo pode ser parado? Sim. É possível fazer isso de forma diferente do que no campo de batalha na Ucrânia? Infelizmente, não. Isso pode e deve ser feito na nossa terra, no nosso céu, no nosso mar.

O que é necessário? Aquelas armas que estão nos armazéns dos nossos parceiros e que as nossas tropas tanto esperam”, acrescentou Zelensky.

Na óptica do responsável, não há persuasão ou tempo que faça parar “os terroristas que estão metodicamente a matar pessoas com mísseis, drones comprados no Irão, a sua própria artilharia, tanques e morteiros”.

“O mundo inteiro sabe o que pode parar e como é possível parar aqueles que semeiam a morte”, disse.

Zelensky salientou ainda que o bloco de apartamentos atingido situa-se na rua Naberezhna Peremohy, que é uma ode à vitória contra os nazis na Segunda Guerra Mundial.

“Os russos tomaram conta de tudo daquele inimigo do mundo livre. É óbvio. E devemos fazer tudo o que pudermos para parar o ‘ruscismo’, assim como o mundo livre parou o nazismo”, lançou, agradecendo a todos aqueles que se posicionam ao lado da Ucrânia.

De notar que, segundo o balanço mais recente, registaram-se pelo menos 60 feridos, entre eles 12 crianças, e cinco mortos neste ataque, de acordo com o governador local, Valentyn Reznichenko.

Lançada a 24 de Fevereiro, a ofensiva militar russa na Ucrânia já provocou a fuga de mais de 14 milhões de pessoas, segundo os dados mais recentes da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A entidade confirmou ainda que já morreram 6.952 civis desde o início da guerra e 11.144 ficaram feridos, sublinhando, contudo, que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
História de Daniela Filipe
14.01.2023 às 19:30

 




 

 15 total views

115: Por fim, os cientistas conseguiram captar o raro nascimento de uma baleia cinzenta

 

CIÊNCIA // BIOLOGIA MARINHA

published in: 3 semanas 

Grupo de turistas experienciou um momento único, do qual não havia registos.

Foi pura sorte, mas um grupo de observadores de baleias foi presenteado com um lugar na primeira fila para um espectáculo único e raro da Natureza: o nascimento de uma cria de baleia cinzenta.

As imagens captadas neste avistamento configuram até os primeiros registos de sempre do nascimento de um indivíduo da espécie. O episódio aconteceu a 2 de Janeiro, a algumas milhas da Ponta de Dana, na Califórnia.

Num primeiro momento, os turistas avistaram uma fêmea sozinha, com um comprimento estimado entre os 12 e os 15 metros, apenas para minutos depois o animal começar a ter um comportamento estranho e uma mancha de sangue surgir à tona da água.

O primeiro pensamento dos presentes apontava para um ataque de tubarão, até que se aperceberam de uma pequena cria na superfície.

Através dos vídeos captados — que se tornaram autênticos testemunhos da evolução de uma espécie —, é possível ver mãe e cria a nadarem lado a lado, com a mãe, em alguns momentos, a empurrar a cria para a superfície ou aconchegando-as na sua cara, de forma a permitir-lhes descansar.

Segundo o Live Science, a cria media cerca de 4,5 metros, apresentava uma tonalidade muito mais escura do que a sua mãe e uma cauda extremamente flexível — o que dificultava o ato de nadar.

A baleia mãe parecia igualmente orgulhosa da sua cria, ao ponto de ambas nadarem por baixo da embarcação para que todos pudessem visualizar a recém-nascida.

Regra geral, as baleias cinzentas dão à luz nas lagoas da Baja California, México, que são mais quentes do que o mar aberto e fornecem abrigo de predadores, tais como as baleias assassinas.

É provável que a baleia em questão estivesse a migrar para sul, em direcção a Baja California, tendo partido das proximidades do Alasca.

Esta localização também representa um perigo acrescido para a cria, que viu as suas hipóteses de sobrevivência diminuírem, aponta a mesma fonte.

ZAP //
15 Janeiro, 2023



 

 16 total views

114: Nova vacina Pfizer / BioNTech ligada a derrames em adultos mais velhos

 

SAÚDE PÚBLICA // VACINAS // COVID-19 // PFIZER-BIONTECH // AVISOS

published in: 3 semanas 

Um sistema de monitorização de segurança nos Estados Unidos identificou um possível problema de segurança com a recente actualização da vacina Pfizer / BioNTech, de acordo com o qual pessoas com 65 anos ou mais têm maior probabilidade de sofrer um derrame 21 dias após a toma.

ZAP // Rawpixel

O sistema de monitorização de segurança identificou que a recente actualização da vacina contra a covid-19 da farmacêutica norte-americana Pfizer e sua parceira alemã BioNTech pode estar ligada a um tipo de derrame cerebral em adultos mais velhos.

De acordo com dados preliminares analisados pelas autoridades de saúde dos EUA, citados pela agência Reuters, pessoas com idade superior a 65 anos podem ser mais propensas a sofrer um derrame isquémico 21 dias após receberem a injecção bivalente Pfizer / BioNTech, por comparação com a probabilidade no período de 22 a 44 dias.

O possível problema de segurança foi descoberto após análise de dados do Vaccine Safety Datalink (VSD), sistema de monitorização de segurança dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, e foi divulgado pelo regulador de saúde norte americano, a Food and Drug Administration (FDA).

Um acidente vascular cerebral isquémico, também conhecido como isquemia cerebral, é causado pela obstrução ou redução brusca do fluxo sanguíneo numa artéria do cérebro, originando a falta de circulação vascular na região, e é responsável por 85% dos casos de acidente vascular cerebral.

Segundo a FDA e o CDC, outros grandes estudos, nomeadamente do Sistema de Relato de Eventos Adversos de Vacinas do CDC, dos bancos de dados de outros países e dos bancos de dados da Pfizer / BioNTech, não sinalizaram este problema de segurança, pelo que o alerta requer investigação adicional.

“Embora a totalidade dos dados disponíveis actualmente sugira que é muito improvável que este alerta do VSD represente um verdadeiro risco clínico, acreditamos que é importante compartilhar essas informações com o público”, adiantaram as autoridades de saúde norte-americanas.

A Pfizer e a BioNTech confirmaram, em comunicado, ter sido informadas de relatos limitados de derrames isquémicos em pessoas com 65 anos ou mais após a vacinação com a vacina actualizada.

“Nem a Pfizer e a BioNTech, nem o CDC ou a FDA identificaram casos semelhantes em vários outros sistemas de monitorização nos EUA e no mundo, e não há evidências que permitam concluir que o AVC isquémico esteja associado ao uso das vacinas Covid-19″ das duas empresas”, refere o comunicado.

O alerta de segurança não foi identificado com a vacina bivalente da Moderna.

ZAP //
15 Janeiro, 2023



 

 13 total views,  1 views today

113: Os últimos oito anos foram os mais quentes jamais registados

 

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS // AQUECIMENTO GLOBAL

published in: 3 semanas 

A Organização Meteorológica Mundial, OMM, confirmou esta quinta-feira que os últimos oito anos foram os mais quentes já registados em todo o planeta.

(CC0/PD) josealbafotos / pixabay

O aquecimento foi causado por concentrações cada vez maiores de gases de efeito estufa e acumulação de calor.

O ano passado, a temperatura média global foi cerca de 1,15 °C acima dos níveis pré-industriais, fazendo com o que 2022 fosse o 8º ano consecutivo em que as temperaturas globais anuais atingiram pelo menos 1°C acima dos níveis pré-industriais.

Assim, o período de 2015 a 2022 é considerado o mais quente desde que há registos globais de temperatura — o que aumenta a probabilidade de, temporariamente, ser ultrapassado o limite de 1,5°C do Acordo de Paris.

De acordo com a OMM, devido ao fenómeno de arrefecimento La Niña, que se regista agora pelo terceiro ano consecutivo, 2022 não foi o ano mais quente já registado, mas o quinto mais quente.

Entretanto, o impacto desse arrefecimento será de curta duração e não reverterá a tendência de aquecimento de longo prazo causada por níveis recordes de gases de efeito estufa que retêm o calor na nossa atmosfera.

O La Niña deve continuar até Março de 2023.

Desde a década de 1980, cada década tem sido mais quente que a anterior. A previsão é de que a tendência continue.

Os anos de 2016, 2019 e 2020 são os três mais quentes já registados. O fenómeno El Niño, excepcionalmente forte, ocorreu em 2016, o que contribuiu para temperaturas globais recordes.

Ondas de calor extremas, secas e inundações devastadoras afectaram milhões e custaram milhares de milhões este ano, de acordo com o relatório provisório Estado do Clima Global de 2022.

No final de Dezembro, fortes tempestades afectaram grandes áreas da América do Norte. Ventos fortes, neve pesada e baixas temperaturas levaram a perturbações generalizadas no leste, e chuvas fortes, neve nas montanhas e inundações afectaram áreas no oeste.

O secretário-geral da OMM, Petteri Taalas, lembra os vários desastres climáticos de 2022, que destruíram vidas e meios de subsistência, prejudicando a segurança e  infra-estruturas de saúde, alimentação, energia e água.

Grandes áreas do Paquistão foram inundadas, com grandes perdas económicas e mortes. Ondas de calor recorde foram observadas na China, Europa, América do Norte e América do Sul.

Taalas alerta ainda que há necessidade de aumentar o nível de preparação contra tais eventos extremos.

Actualmente, apenas metade dos 193 estados membros da organização têm serviços de alerta precoce adequados, o que leva a perdas económicas e humanas muito maiores.

ZAP // ONU News
15 Janeiro, 2023



 

 16 total views

112: Invasões bárbaras

 

🇵🇹 OPINIÃO

published in: 3 semanas 

Nem tudo o que é previsível perde relevância ou deixa de ser ameaçador. A invasão de Brasília de 8 de Janeiro de 2023 parecia estar marcada nas cartas – mas ficará na História como um dos momentos de maior risco para a Democracia brasileira.

Dá razão ao Presidente dos EUA, Joe Biden, quando escolhe como bandeira do seu mandato a defesa das democracias liberais perante o avanço dos comportamentos autocráticos.

As “invasões bárbaras” dos nossos tempos são protagonizadas por quem apoia os poderes de perfil autocrático e se sente autorizado a pisar as regras democráticas.

Não são feitas pelo “outro”, mas por quem acha que deve manter o poder. O mesmo processo eleitoral que elegeu líderes com esses traços é recusado quando estes falham as reeleições.

Nesta estranha terceira década do século XXI, o bizarro passou a parecer-nos normal. Primeiro foi a eleição de Trump para a Casa Branca: o comportamento inaceitável do 44.º Presidente dos EUA começou por chocar e indignar – mas a repetição levou a um encolher de ombros de demasiada gente.

Depois foi Bolsonaro no Brasil. Não, não podia ser: aquela linguagem, aquela boçalidade, o ataque descarado à diferença e aos outros poderes. E o negacionismo criminoso durante a pandemia.

Só que o passar do tempo tem um efeito normalizador que devia ser, no mínimo, assustador.

A cartilha de ataque às instituições democráticas, negacionismo eleitoral e tendência para justificar os próprios insucesso com supostas conspirações montadas “pelos outros poderes” teve como precedente o ataque ao Capitólio a 6 de Janeiro de 2021 (Washington DC) e como réplica tosca e sem propósito aparente os ataques simultâneos ao Palácio do Planalto, ao Congresso e ao Supremo Tribunal Federal de 8 de Janeiro de 2023 (Brasília).

Claro que houve diferenças. O ataque ao Capitólio foi feito duas semanas antes da tomada de posse de Biden e horas depois do então Presidente Trump ter incitado a multidão a marchar para a sede do poder político norte-americano, enquanto os congressistas certificavam a vitória presidencial de Joe Biden.

O ataque aos Três Poderes de Brasília ocorreu uma semana depois da posse de Lula, com Bolsonaro oportunamente recolhido na Florida, num domingo sem qualquer ato político relevante a influenciar ou perturbar.

Mas a base dos comportamentos revelados foi a mesma. O que os ocupantes de Washington e Brasília fizeram quando entraram nos edifícios foi incrivelmente semelhante.

E mesmo o que disseram parecia advir do mesmo guião populista (“Esta é a nossa casa”, “Somos o povo e quiseram roubar-nos”).

Nesse domingo à noite, quando notei tal semelhança, lembrei-me dos avisos de Steve Bannon, o “ideólogo” da campanha Trump 2016: “Vocês ainda não perceberam ou não querem acreditar, mas isto é uma revolução. E numa revolução vale tudo para destruir o sistema vigente”.

Pode ser que a invasão dos Três Poderes em Brasília tenha, finalmente, tirado as dúvidas que se mantinham em certas cabeças da “direita moderada” sobre quão errado é para a democracia insistir em “falsas equivalências” do estilo “Trump é mau, mas Biden está velho” ou “Bolsonaro e Lula são dois extremos igualmente condenáveis”.

Obviamente, não são. Bolsonaro ataca a democracia. Lula terá a tarefa imensa de a tentar salvar.

Um dos mais aspectos mais chocantes do que vimos a 8 de Janeiro de 2023 tem a ver com o desligamento daqueles ocupantes destruidores com a realidade objectiva – tamanho será o grau de adesão que têm à esfera de desinformação e “fake news” montada há anos, com igual competência técnica e descaramento de conteúdos, pelo bolsonarismo.

Será que os vândalos de Brasília, mesmo depois do que centenas de pessoas a cumprir pena nos EUA pelo ataque ao Capitólio, não tinham a noção que estavam a auto-incriminar-se, quando publicaram vídeos e tiraram selfies a partir vidros, destruir quadros, riscar mesas e roubar material de trabalho que os contribuintes brasileiros pagaram?

Estariam cientes que os esperam processos judiciais e prováveis condenações exemplares?

Ou foram instrumentalizados – em mistura de ignorância, desinformação e crença ideológica cega – por quem tem interesse em manter uma massa ignara, pronta a voltar a votar no populismo extremista?

Nem tudo é mau: sondagem saída quatro dias depois aponta para que 93% dos brasileiros condenam energicamente os tristes acontecimentos de Brasília.

Mas terá Lula a capacidade e as condições de trazer para o arco democrático grande parte de quem votou Bolsonaro no segundo turno e não se revê nos actos criminosos de 8 de Janeiro?

No livro Joe Biden – o Homem e as suas Circunstâncias: o Regresso da América na Era da Polarização Extrema dediquei um capítulo inteiro à invasão do Capitólio. A certo ponto, escrevi: “Há um aiC e um diC na História da democracia americana: antes da invasão do Capitólio e depois da invasão do Capitólio.

O ato inominável de 6 de Janeiro de 2021 ficará como marca inegável, indisfarçável e inapagável da pior presidência americana das últimas nove décadas. As instituições, depois de atacadas, têm que fazer respeitar-se”.

Dois anos depois, o diagnóstico alarga-se dos EUA ao Brasil. As instituições democráticas não podem deixar em claro, por mera leitura táctica do momento, ataques tão miseráveis. Ou reagem com firmeza e autoridade ou deixam de existir.

Autor de cinco livros sobre presidências dos EUA

Diário de Notícias
Germano Almeida
15 Janeiro 2023 — 07:00



 

 14 total views

111: O impasse ético

 

🇵🇹 OPINIÃO

published in: 3 semanas 

O tema da semana foi o escrutínio de novos membros do governo. Este é o resultado de um período em que se acumularam as demissões no executivo, devidas a situações de incompatibilidade ou de curriculum que, numa leitura a olho nu, sugeriam a inelegibilidade para integrarem o mais crítico dos órgãos que velam pela coisa pública.

A situação é, de facto, preocupante. Algo não vai bem na sociedade lusitana. E digo sociedade porque a política é, e será sempre, um reflexo dos valores e comportamentos do colectivo nacional.

É-me difícil conceber que alguém que saiu há uns meses de uma empresa pública com uma choruda indemnização ou que tem as suas contas bancárias arrestadas não pondere os riscos de reputação que tal implica e opte por aceitar um convite para integrar um governo, desconsiderando e ocultando esses factos.

Este quase-princípio de inimputabilidade, que normaliza valores, percursos e atitudes, parece ganhar dimensão num país que, apesar do potencial e eterna esperança, continua enredado em dinâmicas pouco edificantes, que inexoravelmente retardam o futuro que ambiciona e merece.

Por muito que a gritaria popular se avolume, continuo a ver nestes comportamentos das elites uma continuidade de uma cultura que, apesar de ter melhorado, ainda é demasiado prevalente na sociedade portuguesa. O nacional-espertismo manifesta-se em demasiadas vertentes da nossa vida colectiva.

É o comerciante que foge aos impostos, é o colega que usa um conhecimento para saltar na fila de um serviço público, é o primo que recebe uma prestação social, mas que trabalha por fora sem recibo, é o canalizador que nos cobra o concerto da torneira, mas sem recibo, esquivando-se ao IVA. Enfim, não faltam exemplos.

Esta atitude perante o colectivo atravessa a sociedade e chega, fatalmente, aos órgãos do Estado.

Ouço aqui e ali que, se ganhássemos e vivêssemos melhor, tal não aconteceria. Não sou capaz de vestir essa camisola, pois, por muitas dificuldades que a vida nos coloque, há linhas que não deveríamos cruzar, sob pena de transformarmos o mundo numa selva em que impera a lógica do olho-por-olho e do dente-por-dente.

A questão é, por conseguinte, de ética, individual e colectiva. E o problema da ética é ser um conceito demasiado inespecífico para ser convenientemente legislado.

A lei e o controlo administrativo são apenas respostas parciais e imperfeitas para um tema que é, intrinsecamente, cultural.

Por tudo isto, as tentativas do Primeiro-Ministro de criar um mecanismo formal de controlo da idoneidade das escolhas para o elenco governativo, apesar de compreensíveis e meritórias, esbarram na natureza do problema. O inquérito que acabou por ser aprovado em Conselho de Ministros irá sobretudo afugentar candidatos.

Do lado positivo, afugentará os que têm esqueletos pouco recomendáveis no seu passado, que agora temem um escrutínio mais musculado.

Do lado negativo, afugentará os que, sendo pessoas de bem e tendo mérito para a função governativa, estão pouco disponíveis para ver a sua vida e a dos seus familiares extravasada e virada do avesso, sabe-se lá por quem.

Sim, porque tudo acabará por ser público. Não seriam suficientes o registo criminal e a declaração de não-dívida da Autoridade Tributária e da Segurança Social?

O que sobra no fim do dia? Um encolher do universo de escolha para a governação, que beneficia os aparelhistas afoitos, em desfavor do talento sério e integro da sociedade civil.

Professor catedrático
(Partido Socialista)

Diário de Notícias
José Mendes
15 Janeiro 2023 — 07:00



 

 16 total views,  1 views today

110: Se o IVA básico descesse, para onde ia o dinheiro?

 

🇵🇹 OPINIÃO

published in: 3 semanas 

1. Tocar no IVA é tocar num dos mais sensíveis pilares do país. Ele representa quase tanto como IRS+IRC juntos – 22 mil milhões contra 23. É por isso algo arrepiante ouvir defender-se a descida do IVA, citando-se Espanha, sabendo-se quão difícil é apurar quem fica com a margem não cobrada.

Na verdade, há enormes razões para se acreditar que em Portugal a medida não funcionaria. Estamos demasiado atomizados em oligopólios.

As multas milionárias da Autoridade da Concorrência aos cartéis (todas contestadas em tribunal) são gigantescas e provam isso: perto de 500 milhões aos hipermercados, 225 milhões aos bancos, 54 milhões às seguradoras, 304 milhões às cervejeiras e um valor ainda por decretar aos laboratórios de análises.

Isto para não falarmos do alinhamento às milésimas dos preços dos combustíveis nas autoestradas (mas a Galp, Cepsa, Repsol e BP não conseguem ser apanhadas…).

Não há, portanto, qualquer garantia de que os preços finais desceriam se o IVA fosse eliminado na alimentação. Alguém ficaria com o valor. Veja-se como o PS desceu o IVA da restauração para 13%.

As refeições ficaram mais baratas? Esqueçam. E tudo o que Estado perde em IVA, cobra mais tarde ou mais cedo em IRS…

2. A inflação é outro tema terrível para a economia portuguesa. Se a pandemia já tinha distorcido brutalmente a situação económica entre sectores, agora a guerra na Ucrânia, as questões energéticas e o preço dos cereais geraram uma inflação média impensável há poucos anos e de novo muito assimétrica entre quem pode ou não repercutir impactos.

Um dos exemplos paradigmáticos desta distorção é a que se verifica no arrendamento comercial e de escritórios, com subidas de 10% (ou mais) das rendas.

Noutro caso, também em formato “rendas”, o Governo limitou a subida das portagens em 5% + 140 milhões pagos pelo Estado às concessionárias, admitindo um valor final de inflação de 8%.

A pergunta é: estes sectores, essencialmente rentistas, tiveram esta subida de custos em 2022? Basta olhar para as taxas de juro (na casa dos 3%) para percebermos como estão apenas a ganhar margem de lucro e a espalhar o veneno inflacionista transversalmente.

A petrificação de conceitos jurídicos nos contratos está a consolidar o direito à captação de rendas, pelos “landlordes financeiros”, sem um confronto com novas realidades. E não é o lucro que está errado. É o esventrar da economia sem qualquer equilíbrio entre produção e capital.

A agravar a situação está também o facto de atravessarmos um momento de tanto afluxo de capital e procura estrangeira. A pequena e média economia nacional começa a não conseguir suportar a escalada de custos da “selva” imobiliária.

O mundo dirige-se exactamente para este ponto: acumulação de capital na mão de muito poucos “rendeiros”, quase sempre pouco ou não-produtivos, transferindo milhões de milhões para offshores ou zonas francas.

Isso sucede no imobiliário, mas igualmente no digital e nas estruturas de comércio online, onde a dimensão conta e reduz cada vez mais a capacidade competitiva dos mais pequenos.

Portugal está muito vulnerável nesta economia de capital e tecnologia intensiva. E obviamente esta tensão acabará mal se desampararmos as pequenas lojas ou escritórios urbanos, cujo fecho representará muito menos emprego, o que não é bom para ninguém.

Como tal, para se começar por algum lado, deveríamos limitar a capacidade dos especuladores imobiliários decidirem rendas sem qualquer crivo. Eles precisam de travão, sob pena de matarem o seu próprio negócio por excesso de ganância.

Jornalista

Diário de Notícias
Daniel Deusdado
15 Janeiro 2023 — 07:00



 

 20 total views

109: Sobe para 21 o número de mortos de ataque aéreo russo em Dnipro

 

– É pena que estas imagens não sejam de residências em Moscovo, do Kremlin ou em S. Petersburgo… Talvez assim a saga psicopata demencial do putinofantoche russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 e seus fantoches amestrados, começassem a pensar duas vezes antes de bombardearem, destruírem, assassinarem e ferirem civis inocentes e bens pessoais ucranianos. Mas o que eu ainda não consegui entender é a razão porque ucranianos e o designado Ocidente, anunciam com pompa e circunstância o envio de equipamentos que ajudarão a derrotar os psicopatas russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺, sabendo de antemão que estes, a cada comunicado, serve de justificativo para novos bombardeamentos, assassínios e destruição… Francamente, existe aqui falta de estratégia militar… O ditado popular diz que o segredo é a alma do negócio…

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO PÁRIA, TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, GENOCIDA, VIOLADOR 🇷🇺

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦,
NÃO É DOS RUSSONAZIS
🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

published in: 3 semanas 

Cerca de 73 pessoas ficaram feridas, 35 estão desaparecidas e 38 sobreviventes foram retirados dos escombros. O míssil destruiu 72 apartamentos e deixou mais de 230 danificados.

Foto EPA/STR

Imagens de: Foto EPA/SERGEY KOZLOV; Foto EPA/STATE EMERGENCY SERVICE OF UKRAINE; Foto EPA/STR

As equipas de resgate continuam este domingo a procurar sobreviventes nos escombros de um prédio de nove andares em Dnipro, no leste da Ucrânia, alvo de um ataque de mísseis russos.

O número de mortos aumentou para 21, com outras 73 pessoas feridas, e 35 desaparecidos, informaram as autoridades ucranianas.

Um vídeo publicado pelos serviços de emergência ucranianos nas redes sociais Facebook e Telegram mostra equipas de resgate a escavar nos escombros do edifício de apartamentos durante a madrugada.

Os serviços de emergência disseram que os bombeiros estavam a tentar desesperadamente salvar uma mulher, presa sob os escombros, com quem tinham conseguido falar.

“Há 21 mortos, incluindo uma criança”, escreveu o presidente do conselho regional da região de Dnipropetrovsk, Mykola Lukashuk, numa mensagem na rede social Telegram, citada pela agência noticiosa ucraniana Ukrinform.

De acordo com o relato do governante, 73 pessoas ficaram feridas, incluindo 14 crianças, e 38 pessoas foram resgatadas, incluindo seis menores. ​​​​​​

Mykola Lukashuk informou, ainda, que 35 estão desaparecidos.

Numa mensagem anterior, o presidente do conselho regional da região de Dnipropetrovsk lembrou que o impacto do míssil destruiu 72 apartamentos e deixou mais de 230 danificados.

De acordo com a mesma fonte, foram destruídas 3.450 toneladas de estruturas e ficaram danificados 39 veículos.

As autoridades ucranianas admitem que os moradores dos apartamentos, o que corresponde a mais de 400 pessoas, terão de ser realojados.

Várias regiões ucranianas declararam alerta na tarde de sábado na sequência de um novo conjunto de ataques de mísseis russos que atingiram áreas residenciais e infra-estruturas estratégicas.

No sul da Ucrânia, em Kryvyi Rig, uma pessoa foi morta e outra ferida em vários edifícios de apartamentos atingidos por bombardeamentos, segundo um relatório oficial.

A Rússia “realizou três ataques aéreos e cerca de 50 ataques com mísseis durante o dia” de sábado, referiu o Estado-Maior do Exército ucraniano. “Além disso, os ocupantes lançaram 50 ataques com vários lançadores de foguetes”, acrescentou.

O ministro da Energia ucraniano, German Galushchenko, anunciou no sábado, na rede social Facebook, que foram ordenados cortes de electricidade na maioria das regiões do país, na sequência dos ataques russos.

Os ataques russos foram realizados pouco depois de o primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, ter telefonado ao seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, para lhe anunciar que o Reino Unido será a primeira potência ocidental a enviar tanques de primeira linha para Kiev.

Isto apesar dos receios, no seio da NATO, de que esta decisão possa ser considerada pela Rússia como uma escalada da guerra.

A ofensiva militar lançada pela Rússia contra a Ucrânia em 24 de Fevereiro de 2022 foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e sanções políticas e económicas a Moscovo.

A invasão russa causou, até agora, a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,9 milhões para países europeus –, de acordo com os mais recentes dados das Nações Unidas, que classificam esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a II Guerra Mundial (1939-1945).

As Nações Unidas consideram confirmados 6.952 civis mortos e 11.144 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
15 Janeiro 2023 — 09:51

 




 

 15 total views