109: Sobe para 21 o número de mortos de ataque aéreo russo em Dnipro

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– É pena que estas imagens não sejam de residências em Moscovo, do Kremlin ou em S. Petersburgo… Talvez assim a saga psicopata demencial do putinofantoche russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 e seus fantoches amestrados, começassem a pensar duas vezes antes de bombardearem, destruírem, assassinarem e ferirem civis inocentes e bens pessoais ucranianos. Mas o que eu ainda não consegui entender é a razão porque ucranianos e o designado Ocidente, anunciam com pompa e circunstância o envio de equipamentos que ajudarão a derrotar os psicopatas russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺, sabendo de antemão que estes, a cada comunicado, serve de justificativo para novos bombardeamentos, assassínios e destruição… Francamente, existe aqui falta de estratégia militar… O ditado popular diz que o segredo é a alma do negócio…

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO PÁRIA, TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, GENOCIDA, VIOLADOR 🇷🇺

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦,
NÃO É DOS RUSSONAZIS
🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

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Cerca de 73 pessoas ficaram feridas, 35 estão desaparecidas e 38 sobreviventes foram retirados dos escombros. O míssil destruiu 72 apartamentos e deixou mais de 230 danificados.

Foto EPA/STR

Imagens de: Foto EPA/SERGEY KOZLOV; Foto EPA/STATE EMERGENCY SERVICE OF UKRAINE; Foto EPA/STR

As equipas de resgate continuam este domingo a procurar sobreviventes nos escombros de um prédio de nove andares em Dnipro, no leste da Ucrânia, alvo de um ataque de mísseis russos.

O número de mortos aumentou para 21, com outras 73 pessoas feridas, e 35 desaparecidos, informaram as autoridades ucranianas.

Um vídeo publicado pelos serviços de emergência ucranianos nas redes sociais Facebook e Telegram mostra equipas de resgate a escavar nos escombros do edifício de apartamentos durante a madrugada.

Os serviços de emergência disseram que os bombeiros estavam a tentar desesperadamente salvar uma mulher, presa sob os escombros, com quem tinham conseguido falar.

“Há 21 mortos, incluindo uma criança”, escreveu o presidente do conselho regional da região de Dnipropetrovsk, Mykola Lukashuk, numa mensagem na rede social Telegram, citada pela agência noticiosa ucraniana Ukrinform.

De acordo com o relato do governante, 73 pessoas ficaram feridas, incluindo 14 crianças, e 38 pessoas foram resgatadas, incluindo seis menores. ​​​​​​

Mykola Lukashuk informou, ainda, que 35 estão desaparecidos.

Numa mensagem anterior, o presidente do conselho regional da região de Dnipropetrovsk lembrou que o impacto do míssil destruiu 72 apartamentos e deixou mais de 230 danificados.

De acordo com a mesma fonte, foram destruídas 3.450 toneladas de estruturas e ficaram danificados 39 veículos.

As autoridades ucranianas admitem que os moradores dos apartamentos, o que corresponde a mais de 400 pessoas, terão de ser realojados.

Várias regiões ucranianas declararam alerta na tarde de sábado na sequência de um novo conjunto de ataques de mísseis russos que atingiram áreas residenciais e infra-estruturas estratégicas.

No sul da Ucrânia, em Kryvyi Rig, uma pessoa foi morta e outra ferida em vários edifícios de apartamentos atingidos por bombardeamentos, segundo um relatório oficial.

A Rússia “realizou três ataques aéreos e cerca de 50 ataques com mísseis durante o dia” de sábado, referiu o Estado-Maior do Exército ucraniano. “Além disso, os ocupantes lançaram 50 ataques com vários lançadores de foguetes”, acrescentou.

O ministro da Energia ucraniano, German Galushchenko, anunciou no sábado, na rede social Facebook, que foram ordenados cortes de electricidade na maioria das regiões do país, na sequência dos ataques russos.

Os ataques russos foram realizados pouco depois de o primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, ter telefonado ao seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, para lhe anunciar que o Reino Unido será a primeira potência ocidental a enviar tanques de primeira linha para Kiev.

Isto apesar dos receios, no seio da NATO, de que esta decisão possa ser considerada pela Rússia como uma escalada da guerra.

A ofensiva militar lançada pela Rússia contra a Ucrânia em 24 de Fevereiro de 2022 foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e sanções políticas e económicas a Moscovo.

A invasão russa causou, até agora, a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,9 milhões para países europeus –, de acordo com os mais recentes dados das Nações Unidas, que classificam esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a II Guerra Mundial (1939-1945).

As Nações Unidas consideram confirmados 6.952 civis mortos e 11.144 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
15 Janeiro 2023 — 09:51

 




 

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