148: Rússia tentou provocar golpe de Estado em três países

 

– Está no ADN dos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺! Enquanto não levarem uma valente coça, não param! Nas teorias propagandísticas dos putinofantoches terroristas, a culpa disto tudo é do Ocidente que pretende desrussificar a rússia! Siga o baile…

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO PÁRIA, TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, GENOCIDA, VIOLADOR 🇷🇺
 

🇧🇬 BULGÁRIA // RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 // GOLPE DE ESTADO // TERRORISTAS

published in: 2 semanas 

Informação dada por um jornalista da Bulgária, que está a ser procurado pelo Governo de Moscovo.

A Rússia invadiu a Ucrânia porque, segundo o seu Governo, quer mudar o regime no país vizinho.

Desde o anúncio de Vladimir Putin no dia 24 de Fevereiro do ano passado que se repete a ideia: a guerra é “uma operação militar especial para desmilitarização e desnazificação” da Ucrânia.

Mas a Rússia de Putin já tentou mudar o regime noutro país europeu: a Bulgária.

A informação foi dada por Christo Grozev, jornalista búlgaro que é um “alvo” do Governo de Moscovo.

Grozev revelou esta informação durante um debate sobre desinformação e crises geopolíticas, no Parlamento da Bulgária.

A agência EFE relata que, segundo o jornalista, a Rússia instigou uma tentativa de golpe de Estado na Bulgária, em Abril de 2016.

Com o apoio da Igreja Ortodoxa local, a ideia era realizar um golpe de Estado concretizado por dois grupos de paramilitares e centenas de militares.

Mas a maioria foi detida antes da tentativa: “Esta operação foi levada a cabo com o apoio da Igreja Ortodoxa russa e fracassou pela detenção preventiva de centenas de paramilitares, dos quais apenas 30 conseguiram chegar até Sofia”.

“Estamos a verificar a activação de membros pertencentes a grupos de sabotagem fora da Rússia. Muito provavelmente a Bulgária será objecto do seu interesse“, avisou.

E, ainda de acordo com Christo Grozev, a Rússia “orquestrou” esquemas parecidos no Quirguistão e no Cazaquistão.

O búlgaro está numa lista negra do Kremlin desde o mês passado porque denunciou a participação dos serviços secretos russos no envenenamento do ex-espião Sergei Skripal e do opositor Alexei Navalny.

Está nos Estados Unidos da América, por questões de segurança, e não deverá voltar em breve à Bulgária: “Sinto-me ameaçado se voltar à Bulgária.

As nossas investigações mostram uma infiltração importante de agentes russos no nosso país. Se caminhar pela minha cidade natal, Plovdiv, ou junto ao mar, estarei em perigo”.

Grozev já tinha comentado que, para os agentes russos, é “muito mais fácil” encontrar cúmplices e colaboradores na Bulgária, devido ao baixo nível de vida no seu país. “Esta actividade é muito barata para os russos. É um lugar relativamente fácil para se infiltrarem”, completou.

ZAP //
18 Janeiro, 2023



 

 22 total views

147: Guiné-Bissau

 

“… Muitos portugueses que estiveram na Guiné-Bissau, antes da independência, gostariam de lá voltar na perspectiva de recordarem os tempos da juventude aí passados. Quase todos como soldados.”

Na condição de ex-combatente da guerra do Ultramar ou colonial como melhor entenderem chamar, nunca estive minimamente interessado em regressar a um país – na altura colónia portuguesa – do qual apenas tenho bem vivas – passados que foram já 55 anos – as memórias da guerra passada no mato, dos ataques terroristas aos aquartelamentos com morteiros, roquetes, canhão sem recuo e armas automáticas, assim como as minas nos caminhos que as colunas percorriam e destruiam viaturas de transporte e mataram tantos camaradas, por mercenários financiados e armados pela união soviética e treinados por Cuba. Sei que muitos camaradas (termo castrense) já visitaram a Guiné-Bissau, regressaram aos locais onde sofreram ataques mortíferos, mas pessoalmente nem que me pagassem a viagem em executiva e estadia com tudo pago em hotel de 5 estrelas em Bissau (Hotel Ceiba Bissau, Ledger Plaza Bissau Hotel, Hala Hotel & Aqua Park, Dunia Hotel Bissau, Coimbra Hotel and Spa, Bissau Royal Hotel), eu acederia a essa viagem.

🇵🇹 OPINIÃO 🇬🇼

Muitos portugueses que estiveram na Guiné-Bissau, antes da independência, gostariam de lá voltar na perspectiva de recordarem os tempos da juventude aí passados.

Quase todos como soldados. Muito provavelmente, o interesse em regressar às matas guineenses acontece com mais frequência quando comparado com circunstâncias análogas de outras antigas colónias de África.

Assim sendo, como justificar este desejo em remexer a memória por quem ali tanto sofreu a combater os guerrilheiros do PAIGC?

Antes de mais, pelo reconhecimento que a guerra era injusta e, como tal, inglória. Mas, também, porque a Guiné é muitíssimo especial.

País tropical composto por uma componente continental e por belíssimas ilhas atlânticas, é habitado por população de diversas etnias e religiões, mas irmanada pelo profundo sentimento nacional, cimentado de forma expressiva, no tempo de Amílcar Cabral ao conduzir a Luta de Libertação. Fulas, Mandingas, Balantas, Papeis ou Felupes, muitos deles muçulmanos, outros animistas e alguns cristãos, formam, desde a proclamação de 1973, a República da Guiné-Bissau.

Ao contrário do Brasil, de Angola ou de Moçambique, os portugueses não emigravam para a Guiné. Historicamente, não se registaram fluxos migratórios a caminho de Bissau. Em rigor, a Guiné constituiu um modelo de colonialismo, mas sem colonização.

– A Guiné-Bissau era – e parece que continua a ser – um país pobre em quase tudo. Não possuis os recursos de um Brasil, Angola ou Moçambique. Por isso o quase nulo fluxo migratório.

A presença de Portugal ao longo dos séculos traduziu-se pela exploração das suas riquezas naturais, em termos de comércio, sem ignorar a marcante traficância de escravos que partiam de Cacheu para Cabo Verde e daqui para as Américas e Europa.

“Em rigor, a Guiné constituiu um modelo de colonialismo, mas sem colonização.”

Então, como explicar a genuína vontade que tantos manifestam em “matar saudades” e ir à Guiné?

Antes de tudo, importa sublinhar a gentileza natural da população guineense, associada à beleza ímpar da paisagem que mistura diferentes tonalidades de verde que compõem a imensa flora guineense.

As elegantes palmeiras que sobressaem nas savanas exóticas, por vezes animadas pela imagem de um jovem trepador a extrair o precioso shabéu (ou coconote ou dendém), destinado ao fabrico de óleo alimentar.

A riqueza e diversidade da alimentação, sobretudo pescada nos rios, a começar pelos camarões apanhados pelas redes que as mulheres colocam para aproveitar as marés.

Também as ostras gigantes de Quinhamel abertas na grelha em cima da brasa e depois saboreadas juntamente com sumo de lima e malagueta são imperdíveis.

As frutas estão abundantemente representadas pelos saborosos mangos da Índia, toranjas gigantes e cajus (consumidos quer frescos em sumo, quer sob a forma de castanha assada). Amendoins torrados completam escolhas exigentes.

– As referidas ostras, apenas as saboreei aquando do regresso à Metrópole em fim de comissão, já com o N/T Uíge ao largo do cais de Pidjiguiti, na cidade de Bissau, numa esplanada do Café-Restaurante-Cervejaria Portugal. Quanto aos amendoins (mancarra em crioulo), uma tigela de sopa comprada aos jubis (rapazinhos jovens) custava meio peso (moeda guineense que valia menos 10% que o Escudo)

Um episódio, tão pitoresco como inesquecível, é o aparecimento repentino, de um dia para outro, de milhões de grilos que saltam e cantam durante uma semana por todo o lado. Entram nas casas, incluindo nos quartos de dormir… Alguns dias depois desaparecem. Um mistério da natureza.

Mini-enciclopédia
Na língua portuguesa a origem da expressão GUINÉ significa “terras com gente de pele escura”. Por isso, a nível mundial, compreende-se a existência de quatro guinés:

Guiné-Bissau; Guiné-Conacri; Guiné Equatorial e Papua-Guiné.

Ex-director-geral da Saúde
franciscogeorge@icloud.com

Diário de Notícias
Francisco George
18 Janeiro 2023 — 00:27





 

 25 total views

Lavrov acusa ocidente de querer impor “solução final” à Rússia

 

– Este, é outro putinofantoche russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 que ainda não percebeu ou faz-de-conta que não percebe nada do que o “patrão” fez e continua a fazer em ordem à invasão da Ucrânia, um país soberano que apenas ele (país) e o seu Povo podem e devem decidir do seu caminho e destino a seguir! Foi a rússianazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 que invadiu a Ucrânia, não foi a Ucrânia que invadiu a rússianazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺! Foi e continua a ser a rússianazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 que assassina milhares de civis desde crianças a idosos! Foi e continua a ser a rússianazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 que bombardeia alvos civis e destrói escolas, maternidades, hospitais, residências civis, infra-estruturas de electricidade, gás e água a fim de MATAR o povo ucraniano! E vem este sociopata putinofantoche acusar o Ocidente de estar a confrontar a rússianazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺? O Ocidente apenas está a ajudar a Ucrânia a defender-se de um invasor assassino e terrorista, apoiado por mercenários pró-russosnazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺! O tentar comparar o genocídio nazi-alemão do povo russo, com o apoio do Ocidente à Ucrânia, pode ser invertido no genocídio nazi-russo à Ucrânia! Todo o restante palavreado são meras fakenews para consumo interno dos russos que ainda acreditam nestes nazis! Aliás, países com regimes de partido único, de ditaduras repressivas, NUNCA poderiam ser aceites na ONU e muito menos com direito a VETO, sob pena de esta organização estar implicitamente de acordo com esses regimes terroristas.

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO PÁRIA, TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, GENOCIDA, VIOLADOR 🇷🇺

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦,
NÃO É DOS RUSSONAZIS
🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

O ministro dos Negócios Estrangeiros russo considera que o ocidente quer impor uma estratégia semelhante à imposta pelo regime nazi para exterminar os judeus.

O chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, acusou esta quarta-feira o ocidente em geral e os Estados Unidos em particular de pretenderem impor uma “solução final” à Rússia, comparável à imposta pelo regime nazi para exterminar os judeus.

“À semelhança de Napoleão que mobilizou quase toda a Europa contra o Império russo, como Hitler mobilizou e conquistou a maioria dos países europeus para os lançar contra a União Soviética, hoje os Estados Unidos promoveram uma coligação” contra Moscovo, declarou Lavrov no decurso da sua conferência de início do ano, onde efectuou um balanço do ano findo e assinalou os objectivos para 2023.

Para o ministro russo, cujo país invadiu a Ucrânia há cerca de um ano depois de ter anexado a península da Crimeia em 2014, o objectivo ocidental é semelhante: “A mesma ‘solução final’ para a questão russa. Tal como Hitler pretendia resolver a questão judia, agora os dirigentes ocidentais (…) dizem sem ambiguidade que a Rússia deve registar uma derrota estratégica”, acrescentou.

O ministro dos Negócios Estrangeiros russo insistiu que a coligação “fomentada pelos norte-americanos com praticamente todos os países europeus, que formam parte da NATO e da União Europeia, promove uma guerra” contra a Rússia “com o mesmo objectivo, a solução definitiva da questão russa”.

Assegurou ainda que “esta guerra vai terminar algum dia” e que a Rússia “defenderá a sua verdade”, para assinalar que os futuros desenvolvimentos dependerão “das conclusões que a Europa extrair”.

Neste contexto, Lavrov também reafirmou que Moscovo está disposto a analisar qualquer “proposta séria” de negociações proveniente do ocidente para resolver o conflito ucraniano.

“Ainda não vimos uma proposta séria, mas estaremos prontos a estudá-las e tomar decisões”, prosseguiu, apesar de excluir qualquer diálogo com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

“Entendemos o pensamento nas capitais ocidentais segundo o qual ‘não podemos falar da Ucrânia sem a Ucrânia’ (…) mas de qualquer forma é o ocidente quem decide”, sublinhou.

Em paralelo, Lavrov considerou “absurdo” o plano de paz de dez pontos apresentado pelo Presidente ucraniano na cimeira do G20 em Novembro passado, que também exige a retirada das tropas russas e a recuperação da integridade territorial da Ucrânia.

“Eles [os ocidentais] proibiram Zelensky de chegar a um acordo com a Rússia em finais de Março quando o acordo estava quase preparado. O ocidente decidiu que ainda não era o momento e agora também dizem que é necessário entregar mais armas, esgotar mais a Federação russa”, disse.

“Assim, esse palavreado do ocidente de que estão dispostos [a negociar] não é mais que mentiras”, considerou.

A Rússia, afirmou ainda, marcou presença com a Ucrânia em Istambul em Março de 2022 e estava disposta a chegar a um acordo sobre garantias de segurança para a Ucrânia através do respeito do seu estatuto neutral, a renúncia do país è sua aspiração expressa na Constituição de se converter num membro da NATO.

“A Ucrânia recebeu instruções de que era demasiado cedo para o fazer”, alegou Lavrov.

“A nossa posição é bem conhecida, mas falar com ocidente apenas sobre a Ucrânia não teria sentido. O ocidente utiliza a Ucrânia para destruir o sistema de segurança euro-atlântico que se baseava no princípio do consenso, a segurança indivisível e a resolução dos problemas mediante a cooperação e o diálogo”, frisou.

E reafirmou que a Rússia tem “objectivos concretos e não imaginários” na guerra da Ucrânia, determinados por “interesses fundamentais da segurança do país”.

“Na Ucrânia, à semelhança de qualquer outro território fronteiriço com a Rússia, não devem existir infra-estruturas militares que representem uma ameaça directa”, reiterou.

Desta forma, o responsável pela diplomacia russa voltou ainda a exigir a retirada de toda a “infra-estrutura militar” existente na Ucrânia e os países fronteiriços e que “ameaçam directamente” Moscovo, e ainda o fim das “discriminações” contra as populações russófonas da Ucrânia.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro de 2022 pela Rússia na Ucrânia causou até agora a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,9 milhões para países europeus –, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia — foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

Relações Moscovo-Pequim “atravessam o melhor momento da história”

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, disse que as relações de Moscovo com a China atravessam “o melhor momento da sua história”, apesar de alegadas tentativas do ocidente em distanciar os dois países.

“Perguntam-nos se temos provas de que o ocidente tenta de alguma forma gerar discórdias nas nossas relações. Não é sequer necessário procurar essas provas porque são de acesso livre”, afirmou o chefe da diplomacia russa no decurso da sua conferência de início do ano onde efectuou um balanço do ano findo e assinalou os objectivos para 2023.

Lavrov proclamou que estão votadas ao fracasso as aspirações do ocidente de vencer a Rússia na Ucrânia e, em consequência, “permitir” que Moscovo se torne num aliado na sua luta contra a China.

“As nossas relações com a República Popular da China atravessam o melhor momento da sua história”, disse.

O ministro dos Negócios Estrangeiros russo recordou que os presidentes da Rússia e da China, Vladimir Putin e Xi Jinping, assinalaram os termos desta relação em Fevereiro de 2022, quanto o líder russo visitou o seu vizinho asiático.

“Recordam como em dado momento os nossos amigos chineses descreveram esta relação, ao indicaram que não é uma aliança, não é uma união, mas em muitos sentidos é muito mais que uma união”, disse.

O chefe da diplomacia russa assinalou que “as estratégias aprovadas pelos Estados Unidos, as doutrinas de segurança e as declarações conjuntas da NATO e da UE mencionam quer a Rússia quer a China”.

“Um pequeno detalhe: a nós consideram-nos uma ameaça imediata que é necessário acabar de imediato, enquanto consideram a China um desafio a longo prazo, o mais importante e grave, de carácter sistémico”, acrescentou.

O ministro dos Negócios Estrangeiros russo assinalou que os Estados Unidos “não conseguem apenas com as suas próprias forças” impor o objectivo de dominação global e a contenção da Rússia e da China, “e por isso o que agora fazem é uma mobilização parcial, ou mesmo total, do ocidente”.

“É mais uma confirmação de que compreendem estar a perder as suas forças para enfrentar a tendência objectiva e histórica da emergência de um mundo multipolar”, argumentou.

Por esse motivo, adiantou que o ocidente continuará a procurar situações destinadas a irritar Pequim.

“A China compreende perfeitamente a doutrina ocidental de ‘primeiro a Rússia e depois a China’ e sabe que não é uma invenção”, disse, após recordar que no ocidente “já marcaram as suas posições em relação a Taiwan, totalmente inaceitáveis para a China e para o direito internacional”.

Lavrov indicou que o ocidente “procura novas possibilidades concretas para “irritar” a China também no Tibete, em Xinjiang, em Hong Kong, e por isso a China percebe que continuar a fazer parte do sistema ocidental, depender totalmente do ocidente, representa riscos muito graves”.

Em simultâneo, e no decurso da conferência de imprensa anual, Lavrov também sublinhou que as relações entre a Rússia e os países da América Latina estão no auge e que Moscovo valoriza a história bilateral com muitos Estados e a sua solidariedade em iniciativas internacionais.

“As relações com a América Latina estão no auge. Criámos mecanismos de coordenação de orientações”, disse Lavrov, numa referência particular à interacção no formato Rússia-CELAC, a comunidade de Estados latino-americanos e caribenhos.

Nesse sentido, acrescentou que representantes de Moscovo e de quatro países desta comunidade se reuniram por diversas ocasiões no passado, apesar de o surto da pandemia de covid-19 ter prejudicado esse fluxo.

“Renovaremos em breve essa cooperação”, prometeu.

O chefe da diplomacia russa sublinhou ainda que na região latino-americana existem países com que a Rússia coopera “há muito tempo”.

Em particular, destacou os laços com Cuba, Venezuela e Nicarágua, e acrescentou que Moscovo valoriza as relações bilaterais com esses e outros países e a sua solidariedade nos fóruns internacionais.

“Argentina, México, Bolívia, Peru… estamos interessados em cooperar”, prosseguiu o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, ao destacar que as exportações para a América Latina aumentaram 10% em 2022.

Diário de Notícias
DN/Lusa
18 Janeiro 2023 — 14:56

 



 

 17 total views

145: Putin ressalta importância do reconhecimento do genocídio soviético na invasão nazi

 

– Um sociopata demente mental nazi em estado terminal, a falar do genocídio nazi sobre o povo soviético. Estes russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 nem possuem a mínima noção do que dizem e vomitam a toda a hora! O que chamar ao genocídio do povo Ucraniano pela invasão do seu país pelos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 putinofantoches? O que chamar à destruição das infra-estruturas de electricidade, gás e água pelos bombardeamentos dos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 putinofantoches? O que chamar aos bombardeamentos cobardes de residências civis, supermercados, escolas, lares, maternidades, etc. pelos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 putinofantoches? O que chamar à tortura e ao assassínio premeditado e programado de civis de todas as idades desde crianças a idosos pelos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 putinofantoches? O QUE CHAMAR A TODOS  ESTES FILHOS DA PUTINA 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 merdosos? Este putinofantoche pretende ressuscitar a “glória” do império da antiga URSS, embora muitas das ex-repúblicas “socialistas” soviéticas sejam hoje países independentes e soberanos como a Ucrânia. O partido nazi alemão do Adolfo Hitler também se designava de “socialista”: (Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães – Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei). Não difere absolutamente nada do regime nazi soviético de partido único e ditadura terrorista! Este animal, esta Besta do Leste, está completamente louco ao mencionar o genocídio nazi alemão contra o povo soviético quando está a fazer o mesmo ao povo ucraniano!

🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 RUSSONAZIS // URSS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 // PUTINOFANTOCHE 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 // ANEDOTAS

published in: 2 semanas 

“O reconhecimento do genocídio cometido contra a população civil da União Soviética é extraordinariamente importante”, disse Vladimir Putin.

O Presidente da Rússia ressaltou esta quarta-feira a importância do reconhecimento do genocídio da população soviética durante a invasão nazi, nas celebrações do 80.º aniversário do fim do cerco a Leninegrado, que provocou mais de um milhão de mortos.

“O reconhecimento do genocídio cometido contra a população civil da União Soviética é extraordinariamente importante”, disse Vladimir Putin em São Petersburgo (que na Segunda Guerra Mundial se chamava Leninegrado) diante de veteranos de guerra e de representantes de organizações patrióticas, citado pela agência oficial de notícias TASS.

Putin recordou que o Tribunal Militar Internacional de Nuremberga, que julgou criminosos de guerra nazis, abordou esta questão “em geral”, mas que, depois, “nem sequer foi possível apresentar ou examinar provas desse genocídio”.

“Recentemente, na ONU, um documento condenando a ‘heroização’ do nazismo foi colocado a votação e 50 países votaram contra. Quem pode opor-se ao reconhecimento da ‘heroização’ do nazismo como criminosa?”, perguntou o Presidente russo.

“Isto não é apenas amnésia”, acrescentou o líder do Kremlin, argumentando que se trata de “transferir a pressão política para a Rússia”.

“Para quê? Para manter uma frente comum de pressão contra o nosso país a partir da actual conjuntura política. Neste sentido, infelizmente pouco está a mudar. E isto significa que temos de defender consistentemente a verdade histórica”, sublinhou o Presidente russo.

Putin lembrou que, no cerco a Leninegrado, de 08 de Setembro de 1941 a 27 de Janeiro de 1944, “muitos países europeus participaram e cometeram crimes militares”.

“Nunca falamos deles antes por causa de uma certa tolerância e para não estragar o clima das relações com muitos países”, acrescentou, indicando, porém, que o mesmo cenário ocorreu noutras frentes, como com a “Divisão Azul” (espanhola) em Estalinegrado, que marcou um ponto de viragem na Segunda Guerra Mundial, em que as tropas alemãs sofreram um forte revés na campanha militar.

“Em todo o caso, aqui, na frente de Leninegrado, durante o bloqueio, houve participantes de muitos países “, acrescentou.

Ao início da manhã, o Presidente russo iniciou os actos comemorativos da ruptura do bloqueio de Leninegrado com a deposição de uma coroa de flores no memorial de guerra na chamada “Praça Neva”, nas margens do rio homónimo, onde o seu pai lutou.

Putin colocou um buquê de flores vermelhas com uma fita de luto preta, permaneceu em silêncio e curvou-se diante do monumento, após o que seguiu para São Petersburgo para participar noutros eventos comemorativos alusivos à data.

Como o próprio Putin relatou em várias ocasiões, o seu pai, também Vladimir, lutou na “Praça Neva”, onde foi gravemente ferido e salvo por um companheiro.

A mãe permaneceu em Leninegrado durante todo o cerco à cidade, de 08 de Setembro de 1941 a 27 de Janeiro de 1944, em que morreu mais de um milhão de pessoas, incluindo o irmão mais velho de Putin, Viktor, vítima de difteria dez anos antes de nascer o Presidente russo.

Cerca de 20 mil pessoas tombaram em defesa da cidade e outras 10 mil morreram sob as bombas, mas foi a fome e o inverno, com temperaturas de 40 graus abaixo de zero, que mais estragos causaram entre os habitantes.

Embora o levantamento total do bloqueio tenha ocorrido a 27 de Janeiro de 1944, as tropas soviéticas juntaram-se por terra 11 dias antes, razão pela qual o fim do cerco é lembrado a 18 de Janeiro.

Putin também colocou uma coroa de flores junto ao monumento da Pátria e das valas comuns do Cemitério Memorial Piskaryov, tendo ainda visitado o Museu de Defesa e Bloqueio de Leninegrado.

Diário de Notícias
DN/Lusa
18 Janeiro 2023 — 13:00

 




 

 16 total views

144: Kissinger defende integração da Ucrânia na NATO

 

– Agora já vai tarde! A adesão a ter acontecido deveria ter sido logo no início da invasão dos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 terroristas sociopatas putinofantoches! O Ocidente acagaçou-se com uma rússianazi miserável e terrorista!

🇺🇸 EUA // KISSINGER // 🇺🇦 UCRÂNIA // Flag of NATO.svg NATO

“Agora, a ideia de uma Ucrânia neutra já não tem significado”, defendeu antigo conselheiro de Segurança Nacional dos EUA.

Kissinger, com 99 anos, participou no Fórum Económico Mundial por videoconferência.
© EPA/GIAN EHRENZELLER

Henry Kissinger, antigo conselheiro de Segurança Nacional e antigo chefe da diplomacia dos Estados Unidos, defendeu esta terça-feira que a guerra acabou completamente com a ideia da Ucrânia como país neutro e que agora o melhor seria entrar na NATO.

Figura mítica das relações internacionais, Kissinger, de 99 anos, fez uma análise da situação geopolítica para os participantes no Fórum Económico Mundial de Davos, na Suíça, embora de forma virtual, devido a dificuldades de deslocação relacionadas com a idade avançada.

O facto de ser por videoconferência não dissuadiu uma grande quantidade de participantes de formar uma longa fila para conseguir um lugar na sala onde foi transmitida a sua intervenção e onde se encontrava o politólogo norte-americano Graham Allison, que fez o papel de moderador.

Kissinger sustentou que antes da invasão russa, a 24 de Fevereiro de 2022, discordava da entrada da Ucrânia na NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental), mas que “agora, a ideia de uma Ucrânia neutra já não tem significado” e que a Aliança Atlântica deveria oferecer ao país algum tipo de garantia de segurança.

“A entrada da Ucrânia na NATO é um resultado apropriado” à situação actual, sublinhou.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro do ano passado pela Rússia na Ucrânia causou até agora a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,9 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra, que hoje entrou no seu 328.º dia, 7.031 civis mortos e 11.327 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
17 Janeiro 2023 — 21:01



 

 17 total views

143: Marcas ocidentais continuam a vender na Rússia apesar de sanções

 

– … “Parece só ter mudado o espírito das pessoas. Apesar de termos um stock muito grande e diversificado, continuamos a ser abastecidos de diferentes formas”, afirmou a funcionária.”

E assim vai reinando o cinismo, a hipocrisia e o capitalismo selvagem, aliados à dessensibilização de quem está a ser assassinado diariamente por nazis, num genocídio terrorista sem qualquer justificação!

CAPITALISMO // CINISMO // HIPOCRISIA // NAZISMO

published in: 2 semanas 

Três grandes marcas suspenderam a sua actividade em território da Federação: a espanhola Zara, a sueca H&M e a McDonald’s.

A H&M encerrou a sua actividade na Rússia
© Kirill KUDRYAVTSEV / AFP

Algumas das principais marcas italianas, alemãs ou norte-americanas continuam a facturar em centros comerciais russos, ainda que menos do que antes das sanções ocidentais a Moscovo, que começaram a ser impostas há quase um ano após a invasão da Ucrânia.

No Fort, uma grande superfície localizada na região norte da capital russa, a esmagadora maioria das casas comerciais esteve sempre de portas abertas e continua a funcionar normalmente, conforme constatou a Lusa no início da semana.

Os clientes russos continuam a afluir às lojas da sul-coreana Samsung, das italianas Terra Nova, Intimissimi, Tezenis, Calzedonia e Franco Vello, das francesas Yves Rocher e L’Occitane, das alemãs GipFel, Woolstreet, Gerry Weber e Bulmer, ou da norte-americana U.S. Polo Assn e a Scandi Finland.

Ekaterina, lojista na Yves Rocher, disse à Lusa que o ponto de venda de cosméticos franceses nunca fechou e que “o fluxo e poder de compra dos clientes mantém-se como antes do conflito”.

“Parece só ter mudado o espírito das pessoas. Apesar de termos um stock muito grande e diversificado, continuamos a ser abastecidos de diferentes formas”, afirmou a funcionária.

Com receio de que a administração das lojas reaja negativamente, alguns vendedores recusaram-se a prestar declarações à Lusa, caso da Calzedonia.

Na Tezenis, especializada em roupa interior feminina, Zinaída assegurou que não notou “qualquer diferença no funcionamento da loja” desde o início da invasão russa da Ucrânia, mantendo-se o “volume do negócio”.

Já relato de Piotre, na loja da Samsung, é menos animador: “O número de clientes é claramente inferior, talvez por assistirmos a uma queda do poder de compra”.

“Há a considerar que os nossos artigos são de preço elevado, e que os clientes pensam duas vezes antes de se decidirem por uma aquisição. Mas foi pior em Março, no início da invasão. Depois, as coisas foram estabilizando”, disse à Lusa o vendedor da marca electrónica sul-coreana.

Natacha está à frente da italiana Intimissimi, que também nunca fechou. Antes da guerra, “recebíamos três fornecimentos por semana, agora um”, relata.

“As vias logísticas, essas são agora outras, mas as quantidades são as mesmas. Até penso que o poder de compra dos russos tenha crescido ligeiramente”. Parte da mercadoria é feita no Sri Lanka, “embora passe sempre por um controlo de qualidade efectuado em Itália”, disse Natacha à Lusa.

Apesar das sanções impostas ao país devido à invasão da Ucrânia, o vice-primeiro ministro da Federação da Rússia, Alexandre Novak, disse recentemente, no quadro de uma reunião governamental, que as receitas da venda de gás e petróleo cresceram 28 por cento em 2022.

Já a inflação, segundo números oficiais, ficou nos 11,65 por cento no ano passado, percentagem essa que terá baixado no início deste ano.

Entre outras, há três grandes marcas muito apreciadas na capital russa que suspenderam a sua actividade em território da Federação: a espanhola Zara, a sueca H&M e a McDonald’s.

Os restaurantes russos McDonald’s foram comprados pelo magnata Alexandre Govor, que dirigia mais de 25 estabelecimentos da McDonald’s na Sibéria e era director-geral de várias minas de carvão.

Baptizou o seu novo empreendimento, que mimetiza o conceito, as imagens e as ementas da multinacional norte-americana, de ‘Saboroso e Ponto Final’.

Diário de Notícias
Lusa
18 Janeiro 2023 — 08:50



 

 17 total views

142: Helicóptero caiu perto de Kiev 🇺🇦. Ministro entre as vítimas mortais

 

🇺🇦 UCRÂNIA // QUEDA DE HELI // BROVARY

published in: 2 semanas 

Três crianças e três membros do governo ucraniano morreram na queda do helicóptero, em Brovary, nos arredores de Kiev. Há ainda a registar 29 feridos, entre os quais 15 crianças.

Queda de helicóptero na cidade de Brovary, nos arredores de Kiev
Foto Sergei SUPINSKY / AFP

Pelo menos 18 pessoas, entre as quais três crianças, morreram na sequência da queda de um helicóptero dos serviços de emergência junto a um infantário em Brovary, nos arredores de Kiev, disseram esta quarta-feira as autoridades ucranianas. O ministro da Administração Interna, Denis Monastyrsky, de 42 anos, é uma das vítimas mortais, confirmou o chefe da Polícia Nacional da Ucrânia, Ihor Klymenko. Há 29 feridos, incluindo 15 crianças, indicou o governador da região de Kiev, Oleksii Kuleba.

Foto Sergei SUPINSKY / AFP

Hoje, 18 de Janeiro, um helicóptero dos Serviços de Emergência caiu em Brovary. Como consequência do acidente morreram os dirigentes do Ministério da Administração Interna: o ministro, o vice-ministro e o secretário de Estado”, refere a nota da Polícia Nacional.

Foto Sergei SUPINSKY / AFP

Inicialmente, as autoridades ucranianas davam conta de 16 mortos.

Anton Gerashchenko, assessor do Ministério da Administração Interna, falou em “perdas trágicas” ao confirmar a morte dos três membros do governo.

“O Ministro da Administração Interna, Denys Monastyrsky, o seu primeiro vice, Yevhen Yenin, e o secretário de Estado, Yurii Lubkovych, morreram hoje na região de Kiev. Os meus colegas, os meus amigos. Que perda trágica. As mais profundas condolências às suas famílias”, escreveu na rede social Twitter.

Já o presidente ucraniano referiu-se ao acidente como uma “tragédia terrível”. “A dor é indescritível”, referiu Volodymyr Zelensky no Facebook.

O presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, enviou as “mais sinceras condolências às famílias das vítimas”, ao presidente [Volodymyr] Zelensky, ao primeiro-ministro Denis Shmyhal e ao povo da Ucrânia”.

“Juntamo -nos à Ucrânia no luto após o trágico acidente de helicóptero em Brovary. O ministro Denys Monastyrsky era um grande amigo da UE”, escreveu Charles Michel no Twitter.

Nove das vítimas mortais seguiam a bordo do helicóptero, detalhou o chefe da Polícia Nacional da Ucrânia.

Ainda não se conhecem as circunstâncias que levaram à queda do helicóptero e ainda não foram divulgadas informações sobre o tipo de aparelho.

Ainda de acordo com a polícia a queda do helicóptero provocou um incêndio.

As primeiras informações foram divulgadas pela presidência ucraniana que já indicava a existência de vítimas.

“Na cidade de Brovary, leste de Kiev, um helicóptero caiu perto de um infantário e de um edifício de apartamentos (…). Há vítimas”, disse Kyrylo Timochenko, do gabinete da presidência através de um mensagem difundida pelo sistema digital de mensagens Telegram,

“No momento da tragédia, crianças e funcionários da instituição estavam no jardim de infância. Nesta altura, foram todos retirados nesta altura”, informou o governador da região de Kiev, Oleksii Kuleba.

“Ambulâncias, polícia e bombeiros encontram-se no local”, acrescentou.

Até ao momento, desconhece-se as circunstâncias que provocaram a queda do aparelho.

A cidade de Brovary está localizada a cerca de 20 quilómetros de Kiev. As forças russas e ucranianas lutaram pelo controlo de Brovary nas fases iniciais da guerra, em curso desde 24 de Fevereiro, até que as tropas russas se retiraram no início de Abril.

Com AFP

Diário de Notícias
DN/Lusa
18 Janeiro 2023 — 09:29



 

 18 total views

141: Rússia exigiu respeito pelos Direitos Humanos dos ucranianos na ONU

 

– Tinha de existir (mais uma) anedota dos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 terroristas assassinos em ordem ao que eles diariamente praticam na invasão que fizeram à Ucrânia, país soberano, com a desculpa esfarrapada de “desnazificação”. Quem precisa de ser desnazificado, com a máxima urgência, são todos os putinofantoches russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 terroristas! Têm tido a complacência do cinismo e hipocrisia do “Ocidente” que deveria ter resolvido a situação logo no início desta guerra genocida, esmagando o imperialismo nazi soviético e as Bestas do Leste. O QUE FAZEM PAÍSES NAZIS TERRORISTAS NA ONU?

RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 // ONU // PUTINOFANTOCHES // TERRORISTAS

published in: 2 semanas 

Declarações dos russos foram prontamente rebatidas e criticadas por vários embaixadores de países ocidentais, como do Reino Unidos, França, Albânia ou Estados Unidos.

O embaixador russo junto da ONU, Vasily Nebenzya
© EPA/JUSTIN LANE

A Rússia foi esta terça-feira acusada de “cinismo” no Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU), após convocar uma reunião para denunciar alegadas violações dos Direitos Humanos e religiosos dos cidadãos ucranianos ortodoxos por parte de Kiev.

Numa reunião do Conselho de Segurança sobre o tema “Ameaças à Paz e Segurança Internacional”, convocada pela Rússia, o presidente do departamento de Relações Externas da Igreja do Patriarcado de Moscovo, Volokolamsk Anthony, afirmou estar “muito preocupado com as violações dos Direitos Humanos e Constitucionais dos crentes ortodoxos na Ucrânia”.

“Estão a ser levadas a cabo tentativas de destruir a igreja ortodoxa na Ucrânia por parte de lideranças ucranianas. (…) Repressões políticas contra bispos da igreja ortodoxa ucraniana são o culminar de uma política repressiva religiosa das autoridades ucranianas, cujo objectivo final é o controlo total da vida religiosa da sociedade por parte do Estado, o que é anticonstitucional”, disse Anthony, apoiado pelo embaixador russo junto da ONU, Vasily Nebenzya.

Contudo, as declarações dos russos foram prontamente rebatidas e criticadas por vários embaixadores de países ocidentais, como do Reino Unidos, França, Albânia ou Estados Unidos, que acusaram Moscovo de cinismo.

“Se a Rússia se preocupasse com os direitos dos ucranianos não teria lançado esta invasão ilegal sem sentido, uma invasão que o próprio líder ortodoxo russo apoiou. A Rússia apenas nos está a tentar distrair dos seus próprios actos”, argumentou o diplomata do Reino Unido James Kariuki.

Já o representante permanente da França junto à ONU, Nicolas de Rivière, afirmou que a convocatória desta reunião por Vasily Nebenzya trata-se de “mais uma tentativa de distrair” o Conselho de Segurança, “algo que Moscovo já vem fazendo há quase um ano”.

“Esta é mais uma tentativa cínica de desinformação, disfarçada pela alegada defesa de liberdade religiosa, quando a própria Rússia não deu descanso à população ucraniana durante as recentes festividades ortodoxas”, disse Rivière.

Durante a reunião, também a secretária-geral adjunta das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Ilze Brands Kehris, fez um ponto da situação em solo ucraniano, afirmando que o ataque armado da Russia contra a Ucrânia “trouxeram as formas mais graves de violações dos Direitos Humanos e do direito humanitário internacional para o quotidiano do povo ucraniano”.

Entre a série de preocupações e violações que a ONU documentou desde o início desta guerra, Kehris disse que a Organização está “preocupa com as restrições à liberdade religiosa e à liberdade de associação em toda a Ucrânia, tanto no território controlado pelo Governo, quanto no território ocupado pela Federação Russa”.

“Embora as tensões entre as comunidades ortodoxas na Ucrânia existam há décadas, elas se deterioraram após o ataque armado da Federação Russa contra a Ucrânia e houve alguns desenvolvimentos recentes preocupantes”, afirmou.

Em Novembro e Dezembro, segundo a representante da ONU, o serviço de segurança da Ucrânia realizou buscas em instalações e locais de culto da Igreja Ortodoxa Ucraniana.

Pelo menos três clérigos enfrentam acusações criminais, inclusive por traição e negação da agressão armada da Rússia contra a Ucrânia, frisou a secretária-geral adjunta.

“Instamos as autoridades ucranianas a garantir que tais buscas em instalações e locais de culto estejam em total conformidade com o direito internacional, que sejam concedidos direitos a um julgamento justo para aqueles que enfrentam acusações criminais e que quaisquer sanções criminais sejam compatíveis com os direitos de liberdade de opinião, expressão e religião”, frisou.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro de 2022 pela Rússia na Ucrânia causou até agora a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,9 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 7.031 civis mortos e 11.327 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
17 Janeiro 2023 — 23:03

 



 

 23 total views