156: Zelensky diz que Portugal está entre países prontos a enviar tanques à Ucrânia

  • 1 semana 
  • 6Minutes
  • 1120Words
  • 13Views

 

– Quando a Ucrânia estiver reduzida apenas a pó e repleta de cadáveres de civis inocentes, destruídos e assassinados pelos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 terroristas psicopatas, montes de merda putrefacta 💩, o “Ocidente” oferecem-vos os Leopard 2, artilharia pesada, ligeira, munições, etc.. Entretanto, os montes de merda 💩 russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 vão atacando e destruindo impunemente o vosso País e continuando a assassinar civis de todas as idades desde crianças a idosos, sem que o Ocidente pare com este genocídio!

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO PÁRIA, TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, GENOCIDA, VIOLADOR 🇷🇺

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦,
NÃO É DOS RUSSONAZIS
🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

🇺🇦 UCRÂNIA // DEFESA // INVASÃO // RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

published in: 1 semana 

Presidente ucraniano instou Alemanha a permitir o fornecimento à Ucrânia de tanques de guerra ocidentais, como o ‘Leopard 2’.

© EPA/SERGEY DOLZHENKO

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, instou esta quinta-feira a Alemanha a permitir o fornecimento à Ucrânia de tanques de guerra ocidentais, como o ‘Leopard 2’, assegurando que vários países europeus, incluindo Portugal, estão disponíveis para os fornecer.

“Muitos países estão preparados para nos entregar tanques, estão motivados e apoiam-nos, mas estão à espera dos documentos relevantes dos países que têm o direito de autorizar (…)

Estamos todos à espera do consentimento do país [fabricante] que detém os direitos sobre as respectivas licenças”, afirmou o chefe de Estado ucraniano, citado pela agência Interfax-Ukraine.

Zelensky citou, em particular, Portugal, Espanha, Polónia e Finlândia como países que estão dispostos a enviar tanques de guerra, alguns deles “até um pequeno número dos tanques que têm”.

Numa conferência de imprensa em Kiev com o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, o Presidente ucraniano reconheceu que esta é uma questão “muito delicada”, que “depende de muitas razões” e não apenas da “vontade da Ucrânia”.

Horas antes, o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dmytro Kuleba, e o Ministro da Defesa da Ucrânia, Oleksii Reznikov, emitiram um comunicado conjunto a apelar “aos Estados que dispõem de tanques Leopard 2 em serviço, incluindo o Canadá, a Dinamarca, a Finlândia, a Alemanha, a Grécia, os Países Baixos, a Noruega, a Polónia, Portugal, Espanha, a Suécia e a Turquia”, para que os enviassem para solo ucraniano.

“Garantimos que utilizaremos estas armas de forma responsável e exclusiva para proteger a integridade territorial da Ucrânia dentro das nossas fronteiras internacionalmente reconhecidas”, afirmaram os governantes.

“Apelamos a todos estes e a todos os outros países que possuem capacidades adequadas para se juntarem à iniciativa de criação de uma coligação internacional de tanques em apoio à Ucrânia e que dêem os seus contributos práticos para esta causa.

Exortamos-vos a fazê-lo em nome dos milhões de cidadãos pacíficos da Ucrânia, que permanecerão sob perigo mortal perante a Rússia, Estado-agressor e Estado-terrorista, se as Forças Armadas da Ucrânia não receberem os reforços necessários em tempo útil.

Exortamos-vos a fazê-lo em nome dos vossos cidadãos, que exigem que o Estado-terrorista seja detido, para que os crimes que comete não cheguem até às suas terras e às suas casas”, escreveram Kuleba e Reznikov.

O fornecimento de tanques de guerra ocidentais como o ‘Leopard 2’ alemão será um dos tópicos de discussão desta sexta-feira na reunião do Grupo de Contacto de Defesa da Ucrânia, em Ramstein, na Alemanha.

Questionada sobre a possibilidade de fornecimento de carros de combate à Ucrânia, fonte do Ministério da Defesa referiu à agência Lusa que a ministra da Defesa, Helena Carreiras, participará na reunião do Grupo de Contacto de Defesa e que apenas após a reunião entre parceiros e aliados é que serão divulgados os próximos passos no apoio a Kiev.

Qualquer remessa de veículos blindados de fabrico alemão para um terceiro país deve ser autorizada pelo governo de Berlim, mas a Alemanha até agora recusou-se a autorizar a sua entrega a Kiev, pretendendo que a decisão seja tomada em coordenação com os aliados.

Sobre a reunião de Ramstein, o Presidente ucraniano sublinhou esta quinta-feira que serão abordadas questões que nesta altura são “prioritárias” para Kiev, porque “o resultado do combate depende das decisões” tomadas, realçando que as expectativas do seu governo sobre o mesmo eles são “positivos”.

A Alemanha tem estado sob forte pressão de vários dos seus aliados para fornecer a Kiev tanques Leopard 2, depois de já ter fornecido blindados do tipo Gepard (viatura alemãs de combate antiaéreo de alta tecnologia) e de se ter comprometido a enviar Marder (veículos de combate de infantaria da Alemanha, usados na Guerra Fria), enquanto na segunda-feira começou a levar baterias do sistema Patriot para a Polónia.

O Reino Unido já prometeu 14 tanques pesados Challenger 2 e 600 mísseis Brimstone e a Polónia diz estar pronta a enviar 14 tanques Leopard 2 de fabrico alemão, se Berlim permitir o seu envio para a Ucrânia.

Os Estados Unidos já forneceram tanques de guerra Bradley para Ucrânia e continuarão a enviar equipamento militar para as forças de Kiev.

Os Bradleys são tanques de batalha com blindagem mais leve e um canhão menor, normalmente de 25 mm em comparação com os Abrams, de 120 mm, que os EUA consideram inapropriados para o conflito na Ucrânia.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro de 2022 pela Rússia na Ucrânia causou até agora a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e quase oito milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 7.031 civis mortos e 11.327 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
19 Janeiro 2023 — 22:13



 

 14 total views,  1 views today

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *