218: Angola insiste em cessar-fogo na Ucrânia. MNE (russo) culpa Kiev pelo conflito

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO PÁRIA, TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, GENOCIDA, VIOLADOR 🇷🇺

– Esta Besta do Leste, um anti-semita, “Lavrov, que está em Luanda, lembrou a solidariedade de Moscovo a Angola e culpou a Ucrânia pelo conflito”. A “solidariedade” deste russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 foi a de armar e municiar os terroristas na luta armada contra Portugal, fazendo o mesmo a Moçambique e Guiné-Bissau! Culpar a Ucrânia pelo “conflito”, além de ridículo, demonstra o espírito animalesco desta horda de assassinos que invadiram a Ucrânia, um país soberano, destruindo tudo o que lhes aparece pela frente e assassinando civis de todas as idades, sem qualquer remorso! FDS!!!

🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺  RUSSONAZIS // LAVROV // 🇦🇴 ANGOLA

Serguei Lavrov está em Luanda, onde comparou conflito actual na Ucrânia com guerra em Angola.

O ministro das Relações Exteriores angolano pediu esta quarta-feira ao seu homólogo russo um cessar-fogo com a Ucrânia, enquanto Lavrov, que está em Luanda, lembrou a solidariedade de Moscovo a Angola e culpou a Ucrânia pelo conflito.

Téte Antonio e Serguei Lavrov encabeçam as delegações dos dois países, que mantêm esta quarta-feira o primeiro encontro bilateral enquadrado na visita do chefe da diplomacia russo ao país, inserida numa série de contactos com parceiros africanos.

Num discurso que antecedeu o encontro entre as duas delegações Téte António reafirmou o compromisso no fortalecimento e aperfeiçoamento nos laços de amizade e cooperação que unem os dois países, mas falou da ameaça que o conflito russo-ucraniano representa para a paz mundial e insistiu na procura de uma solução através do diálogo

“Teremos ainda oportunidade de continuar a abordar essa questão, tendo em conta a sua experiência estaremos muito atento a escutar a sua análise sobre este diferendo”, disse Téte António a Serguei Lavrov, encorajando as autoridades russas a “dar uma chance para o resgate do estatuto e do prestígio do país, estabelecendo, como defendeu o Presidente angolano, um cessar-fogo definitivo que possa restabelecer um clima de paz mundial”.

A Rússia foi um dos principais apoiantes do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, no poder) na guerra civil angolana.

O ministro angolano afirmou que a visita de Lavrov “é mais uma oportunidade para o reforço das relações entre os dois países” e aprofundar a cooperação nas áreas existente e identificar novas áreas como agricultura, agro-indústria e indústria transformadora entre outros, lembrando que a prioridade do executivo é a diversificação da economia.

“Os dois países estão conectados por relações tradicionalmente amigáveis”, o que constitui também uma garantia para um diálogo franco, de amigos tradicionais sobre as nossas relações e outras questões de interesse, sublinhou.

Enquanto discursava o ministro russo, os jornalistas que acompanhavam o encontro foram informados que teriam de abandonar a sala, uma situação que fez com que Lavrov questionasse a retirada da imprensa.

Segundo funcionários do Mirex, Téte Antonio terá indicado que os jornalistas se poderiam manter na sala, mas o ‘staff’ da embaixada russa contrariou a orientação, pelo que todos os profissionais de comunicação acabaram mesmo por abandonar a sala onde decorre ainda o encontro bilateral, que deverá ser seguido por uma conferência de imprensa.

Lavrov compara conflito actual com guerra em Angola

O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov fez uma comparação entre o conflito na Ucrânia e a guerra em Angola.

Em causa, explicou o ministro russo no encontro com o seu homólogo angolano, está o facto de Kiev estar a prejudicar os russófonos do país, levando Moscovo a ter de intervir para proteger essa parte da população.

“O mesmo conflito baseado na vontade da população de defender os seus direitos deflagrou na Ucrânia depois do golpe inconstitucional, depois do golpe de Estado militar e sangrento chegaram ao poder os nazis, neonazis declarados inclusive que apelavam a matar os russos, os judeus, os polacos”, disse Lavrov, numa referência à deposição, em 2014, do Presidente eleito, Viktor Yanukovytch.

Na ocasião, a Rússia ocupou a península da Crimeia e o leste da Ucrânia, um conflito que continuou em Fevereiro 2022 com uma invasão russa do resto do país, classificada por Moscovo como uma operação especial.

Lavrov disse que Rússia tentou por vários meios acabar com esse conflito, mas apesar disso o regime de Kiev optou pela deflagração deste conflito, proibindo a língua e cultura russas e convidando os que associam a ela a abandonar o país.

“O Ocidente não reagiu as essas declarações racistas e colonialistas. Mais ainda, os EUA e seus aliados fizeram tudo para cultivar esse ódio e transformar a Ucrânia numa praça de armas tendo objectivo de colocar lá bases militares e criar ameaça a toda a região”, disse Lavrov.

O “objectivo declarado” dessa estratégia era “envolver e atrair a Ucrânia para a NATO”, afirmou, recordando o apoio da então União Soviética ao Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, no poder) na sua guerra contra Portugal e depois na guerra civil, contra a União para a Independência Total de Angola (UNITA), apoiada pelos Estados Unidos e pelo regime do ‘apartheid’ da África do Sul.

“O povo angolano sabe bem qual é o preço da independência, qual o preço do livre exercício dos direitos tradicionais dos direitos de cada angolano e, da mesma maneira, Angola participa (agora) activamente no esforço do estabelecimento da paz noutros países para segurança, paz e prosperidade nesses países”, vincou, fazendo uma comparação entre os dois conflitos.

As relações entre Moscovo e o partido no poder em Angola têm as relações que “remontam a longos anos atrás, ao período da guerra da libertação”, realçando o objectivo de chegar a uma parceria estratégica entre os dois países.

Lavrov elogiou também a posição “equilibrada” de Angola nas Nações Unidas sobre decisões, “que dividem a comunidade internacional, nomeadamente as resoluções relativas ao conflito na Ucrânia”.

Diário de Notícias
Lusa/DN
25 Janeiro 2023 — 10:23



 

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210: Encontros bilaterais marcam visita de trabalho de Sergei Lavrov a Angola

 

– Percebe-se a “aflição” do russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 terrorista Lavrov e do regime fantoche nazi do kremlin (horda de Neandertais do século XXI), em ordem a perder um aliado africano da dimensão de Angola. É bom recordar que, nos tempos do colonialismo português, a URSS armava e municiava os mercenários terroristas africanos pseudo-“libertadores” das ex-colónias portuguesas.

🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 RUSSONAZIS // ÁFRICA // 🇦🇴 ANGOLA

A visita do ministro dos Negócios Estrangeiros russo acontece numa altura em que Angola, após se posicionar de forma neutra perante a guerra na Ucrânia, juntou-se em Outubro à maioria dos países que condenaram a anexação de territórios ucranianos pela Rússia.

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov inicia hoje uma visita de trabalho a Angola, onde chegou terça-feira à noite, para se encontrar com o seu homólogo, Téte António, e o Presidente angolano, João Lourenço.

O chefe da diplomacia russa, acompanhado da sua delegação, vai encontrar-se de manhã com o ministro das Relações Exteriores, Téte António, seguindo depois para uma audiência com o chefe de Estado angolano, João Lourenço.

Segundo o programa distribuído, às 12:30, o ministro russo visita o Memorial Dr. António Agostinho Neto, bem como o jazigo do ex-presidente angolano José Eduardo dos Santos, que morreu em 08 de Julho do ano passado.

Lavrov segue logo depois para uma visita guiada ao Museu Nacional de História Militar e irá passar ainda antes do almoço pela Escola da Embaixada da Federação Russa.

O diplomata regressa a Moscovo na quinta-feira de manhã.

A visita de trabalho do responsável dos Negócios Estrangeiros acontece numa altura em que Angola, após se posicionar de forma neutra perante a guerra na Ucrânia, abstendo-se de votar uma resolução das Nações Unidas condenando a invasão russa, em Março, juntou-se em Outubro à maioria dos países que condenaram a anexação de territórios ucranianos pela Rússia.

Angola tem vindo a reposicionar-se nos últimos meses em termos de política externa, aproximando-se dos Estados Unidos da América e da União Europeia, e distanciando-se da Rússia.

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Janeiro 2023 — 07:32



 

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