Zelensky pede que Bielorrússia não entre em guerra “absolutamente vergonhosa”

 

– As manobras propagandísticas que estes russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 bielorrussos produzem para desestabilizarem a região! Este Lukashenko está bem sintonizado com o putinofantoche terrorista russonazi!

🇺🇦 UCRÂNIA // 🇧🇾 BIELORRÚSSIA // GUERRA VERGONHOSA

“Não temos a intenção de atacar a Bielorrússia”, afirmou o presidente ucraniano, apelando ao país vizinho para “não perder a independência”.

Volodomyr Zelensky, presidente da Ucrânia
© EPA/SERGEY DOLZHENKO

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, garantiu esta terça-feira que Kiev nunca teve a intenção de atacar a Bielorrússia, apelando a que o país-vizinho não entre numa guerra “absolutamente vergonhosa” ao lado do invasor russo.

Segundo a agência noticiosa bielorrussa Belta, o Presidente ucraniano reagia às declarações do homólogo bielorrusso, Alexander Lukashenko, que sugeriu que a Ucrânia continua a treinar “militares e extremistas”, ao mesmo tempo que “sugere a assinatura de um pacto de não-agressão”.

“Não temos a intenção de atacar a Bielorrússia. Este é o principal sinal que todo o povo ucraniano envia ao povo bielorrusso”, disse Zelensky, que apelou ao país vizinho para “não perder a independência” .

Zelensky exortou as autoridades bielorrussas a “respeitar a Ucrânia” e a impedir que militares de países terceiros – numa alusão à Rússia – entrem no território ucraniano, segundo a agência noticiosa ucraniana Ukrinform.

As autoridades ucranianas alertaram recentemente para a possibilidade de a Rússia lançar uma ofensiva terrestre através da Bielorrússia, embora tenham descartado que o próprio Exército bielorrusso esteja envolvido nisso.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro de 2022 pela Rússia na Ucrânia causou até agora a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e quase oito milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão, justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia, foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Minsk e com a imposição de sanções políticas e económicas a Moscovo.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 7.068 civis mortos e 11.415 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
24 Janeiro 2023 — 16:25



 

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Bielorrússia fala em “situação complexa” com forças nos países vizinhos

 

– Estes montesdemerda 💩💩💩 russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 podem fazer o que muito bem entenderem mas acusam os outros (inimigos) se fizerem o mesmo que eles! FDS!!! 🖕 🖕

… Moscovo e Minsk decidiram formar uma força regional conjunta e a Rússia enviou mais tropas para a Bielorrússia recentemente, mas disse que participam apenas em exercícios militares regulares.

Os putinofantoches também afirmaram o ano passado que não iriam invadir a Ucrânia! Mas ainda existe gente que acredita nestes terroristas assassinos?

🇧🇾 BIELORRÚSSIA // 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 RUSSONAZIS //
🇺🇦 UCRÂNIA

O Presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, alertou hoje para uma “situação complexa” na fronteira do país, com a concentração de cerca de 23.500 militares da Ucrânia e de Estados-membros da União Europeia (UE).

“A peculiaridade deste ano é que, como nunca antes, a situação em torno da Bielorrússia é complexa”, disse Lukashenko durante uma reunião com representantes do Conselho de Segurança, do exército e do Serviço de Guarda de Fronteiras (SBC) do país, citado pela agência oficial Belta.

Lukashenko, o principal aliado da Rússia na guerra na Ucrânia, disse que a protecção da fronteira bielorrussa envolve também a “polícia e as autoridades locais”, além de uma força própria, segundo a agência espanhola EFE.

Referiu ainda o apoio dado por unidades das forças armadas, depois de ter ouvido um relatório do presidente do Comité de Fronteiras do Estado, tenente-general Anatoli Lappo, sobre a situação fronteiriça.

“As formações militares mais numerosas estão concentradas na Ucrânia, 17.200, e na Polónia, 3.700”, disse o SBC no relatório, segundo o portal “SB Bielorus Today”, citado pela agência russa TASS.

O comité fronteiriço referiu que os países vizinhos continuam a construir uma “cortina de ferro” ao longo da fronteira bielorrussa, “não só a partir de estruturas e barreiras de engenharia estacionárias, mas também de campos minados no sul”.

A Bielorrússia tem uma fronteira de cerca de 3.600 quilómetros (km) de extensão que partilha com cinco países: Rússia (1.312 km), Ucrânia (1.111 km), Lituânia (640 km), Polónia (375 km) e Letónia (161 km).

O SBC disse que “mais de 980 km de barreiras de engenharia de vários tipos foram erguidos” desde 01 de Janeiro, dos quais 553 km pela Lituânia, 202 km pela Polónia, 141 km pela Ucrânia e 86 km pela Letónia.

Polónia, Letónia e Lituânia são membros da UE e da NATO (sigla em inglês da Organização do Tratado do Atlântico Norte), organizações a que a Ucrânia pediu a adesão.

A possibilidade de a Ucrânia aderir à NATO foi uma das razões citadas pela Rússia para ter invadido o país, exactamente há 11 meses.

A força fronteiriça informou também Lukashenko de que o território bielorrusso tem sido alvo de reconhecimento aéreo por ‘drones’ (aeronaves não tripuladas), com o registo de 463 voos desde a invasão da Ucrânia.

Num encontro que manteve em Minsk com o chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, na quinta-feira, Lukashenko acusou o Ocidente de tentar utilizar a Ucrânia contra a Bielorrússia e disse estar “agradavelmente surpreendido” com a resistência de Kiev a essas pressões.

“Conhece as intenções dos nossos vizinhos ocidentais, não apenas as da Ucrânia. Eles estão a tentar usar a Ucrânia contra a Bielorrússia”, disse a Lavrov, segundo uma transcrição disponibilizada no ‘site’ da Presidência bielorrussa.

“Mas o que me surpreende, e surpreende agradavelmente, é que a Ucrânia tem conseguido resistir até agora. Ainda não se envolveu em provocações contra a Bielorrússia, embora seja activamente encorajada pelos nossos vizinhos ocidentais”, acrescentou.

A Ucrânia tem manifestado o receio de que a Rússia use a Bielorrússia para atacar o país pelo norte.

Moscovo e Minsk decidiram formar uma força regional conjunta e a Rússia enviou mais tropas para a Bielorrússia recentemente, mas disse que participam apenas em exercícios militares regulares.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
23/01/23 13:27
por Lusa



 

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