257: Putin equipara ucranianos a nazis no dia da memória do Holocausto

 

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦

NÃO É DOS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

A UCRÂNIA FOI INVADIDA POR TROPAS E MERCENÁRIOS RUSSONAZIS

– Putinofantoche, um puro ariano russonazi a classificar os ucranianos de neonazis, é obra! Isto, quando o grupo wagneriano oficialmente integrado nas tropas russonazis, tem nazis nas suas hostes terroristas assassinas. Não existe qualquer tipo de moral para os russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 fantoches do kremlin cagarem 💩💩💩 constantemente propaganda fakenews das suas matracas para consumo interno. Além do mais, o Exército Vermelho era composto por uma maioria de soldados russos, mas também das outras nacionalidades. A contribuição dos ucranianos é estimada entre 4,5 milhões e 7 milhões de militares entre um total de 34 milhões durante a Grande Guerra Patriótica, o nome dado por Moscovo à Segunda Guerra Mundial.

HOLOCAUSTO // 🇵🇱 POLÓNIA // RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

Na mesma declaração em que insulta os ucranianos, líder russo realça a importância de não esquecer as lições da história. “Provocação indigna”, comentou a MNE francesa.

Sobreviventes de campos de concentração nazis e seus familiares depositam flores junto do “muro da morte” de Auschwitz.
© EPA/Zbigniew Meissner

Vladimir Putin continua a interpretar a história à sua maneira, ao comparar os crimes do regime nazi a alegados crimes praticados por Kiev, enquanto fez prédica sobre as lições a reter do passado, desta vez por ocasião do dia da memória do Holocausto.

A data também foi assinalada pelo líder ucraniano, num dia marcado pela intensificação de combates no leste do país.

O presidente da Ucrânia exortou o mundo a unir-se contra a “indiferença” e o “ódio” por ocasião do dia da memória do Holocausto, que comemora a libertação do campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau – construído pela Alemanha nazi na Polónia – pelo Exército Vermelho. “Hoje, como sempre, a Ucrânia honra a memória de milhões de vítimas do Holocausto.

Sabemos e recordamos que a indiferença mata juntamente com o ódio”, disse Volodymyr Zelensky, que tem ascendência judaica, numa declaração em vídeo.

O líder ucraniano não misturou a data com a guerra no seu país, ao contrário do homólogo russo. Putin repetiu a alegação de que neonazis estão a cometer crimes na Ucrânia, uma das suas justificações para escalar a guerra por procuração iniciada em 2014 para a invasão, em Fevereiro do ano passado. “Isto é evidenciado pelos crimes contra civis, limpeza étnica e acções punitivas organizadas por neonazis na Ucrânia.

É contra esse mal que os nossos soldados combatem corajosamente”, disse Putin numa declaração em que ainda fez um apelo à memória: “Esquecer as lições da história leva à repetição de tragédias terríveis.”

No 78.º aniversário da libertação de Auschwitz pelos militares soviéticos, Putin advertiu ainda que “qualquer tentativa de rever as contribuições” da Rússia para a “Grande Vitória equivalem na realidade a justificar os crimes do nazismo e a abrir o caminho para o renascimento da sua ideologia mortífera”.

A política do regime de Putin em exaltar os feitos da União Soviética ganhou novas dimensões com o início da “operação militar especial”, com Moscovo a apelar ao orgulho patriótico e a não perder qualquer oportunidade para pintar os órgãos eleitos em Kiev como ilegítimos e criminosos.

Nesse contexto, chegou a dizer que a população do Donbass, no leste do país, estava a ser vítima de um genocídio por ser russófona. E ao lançar a invasão em Fevereiro disse que um dos objectivos era a “desnazificação” da Ucrânia.

Em Moscovo, a ausência da cerimónia em Auschwitz é vista como uma “humilhação” pelo rabino-chefe.

A data foi comemorada no antigo campo de extermínio com a presença de políticos polacos, o embaixador dos Estados Unidos em Varsóvia e o marido da vice-presidente Kamala Harris, Douglas Emhoff, além de sobreviventes e familiares.

No entanto, devido à ofensiva na Ucrânia, o Museu de Auschwitz não convidou representantes russos para a cerimónia. “A Rússia vai precisar de uma auto-avaliação extremamente longa e muito profunda após este conflito a fim de poder regressar às reuniões do mundo civilizado”, disse à AFP o porta-voz do museu Piotr Sawicki.

Também a essa agência, o rabino-chefe da Rússia, Berel Lazar, que na véspera fora recebido por Putin, mostrou-se indignado. “Isto é claramente uma humilhação porque conhecemos e recordamos perfeitamente o papel do Exército Vermelho na libertação de Auschwitz e na vitória sobre o nazismo. Estes jogos políticos não têm lugar no dia do Holocausto”, criticou Lazar.

O Exército Vermelho era composto por uma maioria de soldados russos, mas também das outras nacionalidades. A contribuição dos ucranianos é estimada entre 4,5 milhões e 7 milhões de militares entre um total de 34 milhões durante a Grande Guerra Patriótica, o nome dado por Moscovo à Segunda Guerra Mundial.

De visita à Roménia depois de ter estado na Ucrânia e na Moldávia, a ministra dos Negócios Estrangeiros francesa resumiu a posição europeia às declarações de Putin. “É uma provocação indigna num dia como o de hoje”, comentou Catherine Colonna.

Ataque antes dos reforços

No terreno, as forças russas estão a intensificar as operações ofensivas em particular na região de Donetsk, onde continua a tentativa de assalto a Bakhmut, e agora também a Vuhledar, a sul.

Na sua mensagem diária, Zelensky reconheceu a situação “extremamente grave” em Donetsk, tendo dito ainda que as forças russas não estavam apenas a atacar as posições ucranianas, mas também a destruir as cidades e aldeias à sua volta.

Segundo o analista militar britânico Sean Bell, em comentários à Sky News, a Rússia procura “ganhar alguma dinâmica”antes de os tanques ocidentais estarem ao serviço de Kiev.

A este propósito, o primeiro-ministro polaco Mateusz Morawiecki disse que o seu país vai enviar 60 tanques adicionais aos 14 Leopard 2 já anunciados.

Os parceiros tinham comprometido no envio de pelo menos 105 tanques, número que já foi excedido, mas que está muito aquém dos “300 a 500 que a Ucrânia precisa agora”, segundo uma avaliação de Zelensky em entrevista à Sky.

cesar.avo@dn.pt

Diário de Notícias
César Avó
27 Janeiro 2023 — 22:41



 

published in: 1 semana 

 

 10 total views

253: Polónia acusa Putin de construir novos campos de concentração

 

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦

NÃO É DOS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

A UCRÂNIA FOI INVADIDA POR TROPAS E MERCENÁRIOS RUSSONAZIS

🇵🇱 POLÓNIA // HOLOCAUSTO // RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

“Temos de nos defender, juntos e fortes, contra os criminosos que mais uma vez cometem genocídio na Europa Oriental”, afirma o primeiro-ministro polaco, Mateusz Morawiecki, a propósito do Dia da Memória do Holocausto.

© EPA/MAREK ZAKRZEWSKI POLAND OUT

O primeiro-ministro polaco, Mateusz Morawiecki, acusou o presidente russo, Vladimir Putin, nesta sexta-feira, de construir “novos campos”, numa declaração feita no Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.

“Seis milhões – é esse o número de vítimas do Holocausto. Um terço desse número eram crianças. Uma grande parte das pessoas mortas eram cidadãos polacos”, começa por dizer.

“Hoje, temos de nos defender, juntos e fortes, contra os criminosos que mais uma vez cometem genocídio na Europa Oriental. Por respeito às vítimas do Holocausto e sabedoria desta tragédia”, acrescentou.

“No dia da libertação do campo de extermínio Auschwitz-Birkenau, recordemos que, a leste, Putin está a construir novos campos”, escreveu ainda Morawiecki no Facebook, pedindo apoio para a Ucrânia: “Solidariedade e apoio consistente à Ucrânia são formas eficazes para garantir que a história não se repita”, acrescentou.

6 milhões – esse é o número de vítimas do Holocausto. Um terço desse número eram crianças. Uma grande parte dos assassinados no Holocausto eram cidadãos polacos.
Hoje celebramos o Dia Internacional da Memória do Holocausto, estabelecido pelas Nações Unidas em 2005.
Há exactamente um ano eu escrevi – “Quando o fantasma de uma nova guerra paira sobre a Europa, só a verdade, a cooperação, a solidariedade e tirar as conclusões corretas de uma história trágica podem garantir que ela não se repetirá. “Nunca estas palavras foram tão relevantes como são hoje.
A memória do Holocausto faz parte da nossa identidade nacional, história europeia e mundial. Uma lição, um aviso e um símbolo. Aceitar o totalitarismo para continuar e o imperialismo para prosperar termina sempre da mesma forma. O drama de milhões.
Hoje, temos de nos defender forte e juntos contra os demónios criminosos que mais uma vez cometem genocídio na Europa Oriental. Por respeito às vítimas do Holocausto e sabedoria desta tragédia.
No dia da libertação do campo de morte de Hitler alemão Auschwitz Memorial / Muzeum Auschwitz -Birkenau lembre-se que Putin está a construir mais campos no leste. Solidariedade e apoio consistente à Ucrânia são métodos eficazes para garantir que a história não volte atrás.
🇵🇱

Já em Outubro, Zelensky falou de Olenivka como sendo “um campo de concentração onde os prisioneiros ucranianos são mantidos”.

Investigadores da ONU também afirmaram ter documentado mais de 400 detenções arbitrárias e desaparecimentos por forças russas na Ucrânia.

A Polónia assinalou esta sexta-feira o 78.º aniversário da libertação de Auschwitz-Birkenau no local do antigo campo na cidade de Oswiecim, no sul da Polónia.

Estiveram presentes líderes religiosos, sobreviventes do Holocausto e Douglas Emhoff, o marido judeu da vice-presidente dos EUA, Kamala Harris.

O museu de Auschwitz havia anunciado que a Rússia não fora convidada para as comemorações deste ano devido à “agressão contra uma Ucrânia livre e independente”.

O museu denunciou a ofensiva russa como um “ato bárbaro”.

Auschwitz-Birkenau tornou-se um símbolo do genocídio de seis milhões de judeus europeus, um milhão dos quais morreram no campo entre 1940 e 1945, além de mais de 100 mil não-judeus.

Diário de Notícias
DN
27 Janeiro 2023 — 16:35



 

published in: 1 semana 

 

 9 total views

220: Rússia excluída de comemorações da libertação de Auschwitz

 

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO PÁRIA, TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, GENOCIDA, VIOLADOR 🇷🇺

AUSCHWITZ // COMEMORAÇÕES // EXCLUSÃO RUSSONAZIS

No dia da invasão da Ucrânia pela Rússia, o museu classificou a ofensiva russa como “um ato de barbárie” que “será julgado pela história” e “os seus autores pelo Tribunal Internacional de Justiça”.

Campo de Concentração de Auschwitz
© JANEK SKARZYNSKI / AFP

A Rússia não foi convidada para as comemorações do 78.º aniversário da libertação, pelo Exército Vermelho, do campo de morte nazi de Auschwitz-Birkenau, devido à invasão e guerra russas na Ucrânia, anunciou esta quarta-feira o museu do local.

Tendo em conta a agressão a uma Ucrânia livre e independente, os representantes da Federação da Rússia não foram convidados para participar na comemoração do aniversário da libertação de Auschwitz deste ano“, que decorrerá na próxima sexta-feira, disse o porta-voz do museu, Piotr Sawicki, citado pela agência de notícias francesa AFP.

Até agora, a Rússia sempre participou nas cerimónias que se realizam anualmente a 27 de Janeiro, discursando o seu representante sempre na cerimónia principal.

O director do museu, Piotr Cywinski, considerou “evidente” que não podia “assinar qualquer carta ao embaixador russo em tom de convite” no contexto da guerra russa na Ucrânia, iniciada a 24 de Fevereiro de 2022, há quase um ano.

“Espero que isso mude no futuro, mas temos um longo caminho a percorrer (…). A Rússia precisará de um período extremamente longo e de uma introspecção muito profunda após este conflito, para voltar aos salões do mundo civilizado“, declarou, citado pela agência polaca PAP.

Construído na Polónia ocupada durante a Segunda Guerra Mundial, Auschwitz-Birkenau é o símbolo do genocídio perpetrado pela Alemanha nazi de seis milhões de judeus europeus, um milhão dos quais foi morto naquele campo entre 1940 e 1945, juntamente com mais de 100 mil não-judeus.

Este campo onde cerca de 80.000 polacos não-judeus, 25.000 ciganos e 20.000 soldados soviéticos foram também mortos foi libertado pelo Exército Vermelho a 27 de Janeiro de 1945

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Janeiro 2023 — 18:51



 

published in: 1 semana 

 

 11 total views

Indecisão sobre tanques mostra “nervosismo” dos aliados, diz Rússia

 

“A Polónia anunciou esta segunda-feira que vai pedir autorização à Alemanha para enviar os seus tanques Leopard, de fabrico alemão, para a Ucrânia. Mas deixou claro que, mesmo sem essa autorização, estava disponível para os fornecer a Kiev, considerando que ao negar-se a enviar os seus próprios tanques, Berlim “cai no isolamento internacional”… O Kremlin parece congratular-se com esta discussão, alegando que a indecisão mostra o “nervosismo” dos aliados. Mas avisa que serão os ucranianos a “pagar o preço” desta “pseudo ajuda”.

Os russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 terroristas vão aproveitando estas indecisões dos aliados europeus para lançarem a sua propaganda já gasta mas ainda admissível para consumo interno dos russos que, coitados, vivem na sua grande maioria, na ignorância de um regime de ditadura nazi, chefiada por um putinofantoche terrorista 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 e secundada pelos fantoches amestrados do regime. O “nervosismo” propalado pelos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 deve ser visto ao contrário, ou seja, os Leopard 2 ao chegarem à Ucrânia, vão dar um sério revés às falaciosas “conquistas” russonazis.

🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 RUSSONAZIS // TANQUES //
🇺🇦 UCRÂNIA // LEOPARD 2

Polónia vai pedir autorização à Alemanha para enviar os seus Leopard para a Ucrânia, mas está disposta a cedê-los mesmo sem o acordo de Berlim.

“Libertem os leopardos”, diz o cartaz no protesto em Bruxelas, num jogo de palavras entre os tanques alemães e os animais.
© EPA/OLIVIER HOSLET

A Polónia anunciou esta segunda-feira que vai pedir autorização à Alemanha para enviar os seus tanques Leopard, de fabrico alemão, para a Ucrânia. Mas deixou claro que, mesmo sem essa autorização, estava disponível para os fornecer a Kiev, considerando que ao negar-se a enviar os seus próprios tanques, Berlim “cai no isolamento internacional”.

O Kremlin parece congratular-se com esta discussão, alegando que a indecisão mostra o “nervosismo” dos aliados. Mas avisa que serão os ucranianos a “pagar o preço” desta “pseudo ajuda”.

A um mês do primeiro aniversário da invasão russa – e numa altura em que se teme uma nova investida de larga escala das forças de Moscovo -, o debate tem estado centrado no envio dos Leopard 2.

Uma análise recente do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS), de Londres, concluiu que “para terem um efeito significativo” nos combates, seria preciso fornecer a Kiev “cerca de cem” destes tanques pesados. Os ucranianos querem 300 e há países europeus dispostos a fornecê-los, mas precisam da autorização da Alemanha para o fazer.

A Polónia está disponível para enviar 14 dos seus Leopard, com o primeiro-ministro Mateusz Morawiecki a dizer que estava à espera de uma “declaração clara” da parte de Berlim sobre se os podia transferir.

A Alemanha tem-se mostrado reticente em enviar os que tem no seu arsenal, dizendo que é necessário analisar os prós e os contra de tal decisão – temendo por um lado uma escalada do conflito da parte da Rússia.

“O argumento da escalada do conflito não funciona, porque a Rússia continua essa escalada”, alegou o chefe da diplomacia da Letónia, Edgars Rinkevics.

Na sexta-feira, numa reunião do Grupo de Contacto de Defesa da Ucrânia em Ramstein, a Alemanha recusou tomar uma decisão, dizendo que esta poderia ainda demorar dias. Mas entretanto, parece ter aberto a porta a autorizar que países terceiros forneçam os seus a Kiev.

“Se nos fizerem a pergunta, então não nos iremos meter no caminho”, disse no domingo à noite, a chefe da diplomacia alemã, Annalena Baerbock, alegando que não tinha sido feito ainda qualquer pedido.

Mas o porta-voz do executivo, Steffen Hebestreit, foi menos claro, dizendo que se o pedido for feito, então o governo vai seguir “os procedimentos bem estabelecidos” para tomar uma decisão.

Diante destas declarações, Morawiecki anunciou que irá pedir então essa autorização. Mas também deixou claro que esta seria secundária. “Mesmo que não consigamos o acordo deles, daremos os nossos tanques à Ucrânia, juntamente com outros países, no âmbito de uma pequena coligação, mesmo que a Alemanha não faça parte dela”, indicou o primeiro-ministro polaco.

Há 16 países da NATO que têm tanques Leopard 2 (de diferentes modelos), estimando-se que só os alemães tenham 200 em armazéns, além de mais de 300 em acção.

Os polacos têm cerca de 250, os gregos mais de 300, tal como os espanhóis. Portugal tem 37. A Finlândia, que tal como a Polónia também já se mostrou disponível para fornecer à Ucrânia, tem 200 (100 deles armazenados). O relatório do IISS indicava que os tanques destes dois países seriam os que mais rapidamente poderiam ser colocados no terreno.

Além de fornecer os tanques, será necessário garantir a formação dos militares ucranianos – habituados aos veículos de fabrico soviético. Portugal já se ofereceu para dar formação e manifestou disponibilidade para “identificar, de forma coordenada com os seus parceiros, formas de apoiar a Ucrânia com esta capacidade”, não sendo claro se está disponível para fornecer os próprios tanques.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, coloca Portugal no leque dos países disponíveis para o fazer.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, falou nestes “malabarismos jurídicos” e “troca de declarações entre as capitais europeias”, dizendo que tudo isto ameaça “isolar Berlim internacionalmente”. Considerou, por isso, que isto mostra como cresce “o nervosismo entre os membros da Aliança Atlântica”.

E deixou o aviso: “Todos os países, que de um modo ou outro participam no envio de armamento e no aumento do nível tecnológico das forças ucranianas, vão ser responsabilizados”. E quem vai pagar são os ucranianos.

Entretanto, a União Europeia anunciou que vai disponibilizar mais 500 milhões de euros do mecanismo europeu de apoio à paz na Ucrânia, além de mais 45 milhões para a “missão de assistência militar”, isto é, para treino de militares na Polónia e Alemanha. O acordo foi alcançado na reunião de chefes da diplomacia, em Bruxelas.

susana.f.salvador@dn.pt

Diário de Notícias
Susana Salvador
23 Janeiro 2023 — 20:46



 

published in: 2 semanas 

 

 12 total views,  1 views today

177: Primeiro-ministro polaco considera inaceitável recusa da Alemanha em fornecer tanques

 

– A Alemanha acobardou-se perante o putinofantoche russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 terrorista, quiçá efeitos reflexivos da época Merkelreich…

🇵🇱 POLÓNIA // 🇩🇪 ALEMANHA // 🇺🇦 UCRÂNIA // LEOPARD 2

Dois dias depois de uma reunião de Ramstrin, Mateusz Morawiecki lembra que “mulheres e crianças estão a ser assassinadas” pelas bombas russas.

© EPA/CLEMENS BILAN / POOL

O primeiro-ministro polaco, Mateusz Morawiecki, considerou este domingo “inaceitável” a recusa de Berlim em fornecer tanques de combate Leopard à Ucrânia, que os reclama com urgência para combater as forças russas.

“A atitude da Alemanha é inaceitável. Já passou quase um ano desde que a guerra começou. Pessoas inocentes morrem todos os dias. As bombas russas estão a causar estragos nas cidades ucranianas. Alvos civis estão a ser atacados, mulheres e crianças estão a ser assassinadas”, disse Mateusz Morawiecki à agência PAP.

As declarações do chefe de estado polaco acontecem dois dias depois de uma reunião que juntou cerca de 50 países na base norte-americana em Ramstein, na Alemanha.

Os aliados da Ucrânia anunciaram novas entregas substanciais de armas à Ucrânia, mas não conseguiram chegar a acordo sobre a entrega de tanques de combate Leopard, apesar dos repetidos pedidos da Ucrânia.

O primeiro-ministro polaco disse estar à espera de “uma declaração clara” de Berlim a autorizar o envio dos Leopard, dos quais é produtor, pelos países que os têm.

A Polónia, que declarou estar pronta para entregar 14 tanques Leopard a Kiev, diz estar em conversações com cerca de 15 países sobre o assunto, escreve a AFP.

Morawiecki sublinhou que, se Berlim se recusar a fornecer estes tanques de combate a Kiev, criarão “uma pequena coligação de países” que estão prontos a doar “algum do seu equipamento moderno, os seus tanques modernos, a uma Ucrânia em dificuldades”.

No sábado, os ministros dos Negócios Estrangeiros da Estónia, Letónia e Lituânia apelaram ao Governo alemão para que envie “imediatamente” os tanques Leopard para a Ucrânia para ajudar o exército ucraniano contra a invasão russa.

Diário de Notícias
DN/Lusa
22 Janeiro 2023 — 10:10



 

published in: 2 semanas 

 

 13 total views

Kiev avança para os Leopard 2 e pede a Berlim: “Pensem mais rápido”

 

🇩🇪 ALEMANHA // LEOPARD 2 // ATRASOS // MEDOS // RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

Polónia vai treinar ucranianos a manusear os tanques alemães enquanto a pressão para o governo alemão se decidir prossegue. Moldávia discute fim da neutralidade.

Kiev não vai esperar pela decisão de Berlim e vai ter militares na Polónia a receber formação para poderem manobrar os Leopard 2.
© Wojtek RADWANSKI / AFP

Os dirigentes ucranianos e os seus aliados mais próximos digeriram com dificuldade a indecisão de Berlim em avançar com os seus veículos de combate Leopard 2 para a guerra na Ucrânia durante a reunião de sexta-feira na base de Ramstein, Alemanha, que juntou cerca de 50 aliados e países parceiros.

O novo ministro da Defesa alemão Boris Pistorius disse não saber quando poderá Berlim responder e em que sentido sobre os tanques de guerra. O ministro da Defesa ucraniano Olekseii Reznikov contornou a questão ao anunciar que militares ucranianos vão receber formação na Polónia.

“Os países que já têm tanques Leopard podem iniciar missões de treino para as nossas tripulações de tanques”, comentou.

Ainda assim, mostrou-se satisfeito com o resultado do oitavo encontro do grupo de contacto presidido pelo secretário da Defesa norte-americano Lloyd Austin, tendo destacado o fortalecimento da defesa antiaérea.

“Falámos em Ramstein não só sobre os Patriot, mas também sobre outros sistemas. Estamos a falar de sistemas de curto, médio e longo alcance, inclusive em termos de amplitude de altitude”, disse Reznikov.

Sobre a questão mais badalada, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros Andriy Melnyk, que ficou bem conhecido junto dos alemães enquanto embaixador em Berlim, não escondeu estar “desapontado” e disse ser “ridículo” que o exército e a indústria da Alemanha, “após 331 dias de guerra brutal ainda esteja a fazer um inventário das existências para verificar se têm algo a enviar para a Ucrânia”, disse à CNN.

– Os alemães não querem “ofender” o putinofantoche russonazi

Por fim, o conselheiro do presidente Zelensky – que participou nas cerimónias fúnebres dos 14 mortos da queda do helicóptero que vitimou o ministro do Interior e dois subalternos – criticou a “indecisão global” que irá, de qualquer modo, acabar na ajuda à Ucrânia “com as armas necessárias”, disse Mikhailo Podolyak.

“Mas a indecisão de hoje está a matar mais pessoas. Cada dia de atraso é a morte de ucranianos. Pensem mais rápido.” Apelo similar foi subscrito pelos chefes da diplomacia da Estónia, Letónia e Lituânia.

No terreno, a Rússia está a anunciar avanços, quer em Donetsk, em especial em redor de Bakhmut, quer em Zaporíjia, embora em termos gerais o conflito esteja “em ponto morto”, segundo a avaliação dos serviços de informações da Defesa britânicos.

Chisinau move-se

A invasão russa da Ucrânia teve outras consequências geopolíticas. A Suécia e a Finlândia abandonaram a neutralidade e juntaram-se à NATO, mas apesar de um processo rápido de adesão, estão dependentes da ratificação dos parlamentos da Hungria e da Turquia.

O líder turco Erdogan tem explorado o dossier ao máximo para consumo doméstico e para perseguição aos seus opositores, sejam curdos, sejam do movimento gulenista.

Ancara obteve concessões de Estocolmo: o parlamento sueco aprovou uma emenda constitucional que abre o caminho para perseguir organizações terroristas, caso do PKK.

No entanto, os turcos dizem que a ratificação depende agora da extradição de pessoas que acusa de terrorismo ou de ter desempenhado um papel na tentativa de golpe de Estado de 2016, algo que não depende do governo.

РA escola deste turco ̩ a mesma do putinofantoche russonazi

Com eleições presidenciais em Maio como pano de fundo, o governo turco cancelou uma visita do ministro da Defesa sueco porque as autoridades suecas permitiram uma manifestação de um activista anti-islâmico em Estocolmo.

Rasmus Paludan, um político de direita sueco-dinamarquês liderou um protesto em frente à embaixada da Turquia, no qual criticou o islão e ateou fogo a um exemplar do Alcorão.

Outro país que planeia abandonar a neutralidade é a Moldávia. A presidente Maia Sandu, em declarações ao Político, disse que decorre um debate nacional sobre se o pequeno país tem condições para se defender ou “se deve fazer parte de uma aliança maior”, sem nomear a NATO.

Além de ter uma base russa em seu território contra vontade, no território separatista da Transnístria, a Moldávia tem sido um dos países mais afectados pela agressão russa: é o estado que mais refugiados recebeu per capita e sofre consequências directas dos bombardeamentos às infra-estruturas ucranianas, uma vez que o seu sistema energético depende do ucraniano.

Como antigo estado soviético, Chisinau tem sido advertido pelo regime de Putin sobre as consequências de se aproximar do Ocidente.

“A propaganda russa conseguiu convencer parte da população de que a neutralidade significa que não é necessário investir no sector de defesa, que a neutralidade significa que não se faz nada e que há capacidade de se defender, o que é errado”, disse Sandu.

cesar.avo@dn.pt

Diário de Notícias
César Avó
21 Janeiro 2023 — 23:38



 

published in: 2 semanas 

 

 13 total views

Tanques Leopard 2? Polónia pronta para tomar medidas “fora do normal”

 

🇵🇱 POLÓNIA // TANQUES LEOPARD 2 // 🇺🇦 UCRÂNIA

O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Polónia admitiu que há “um risco sério” de a Rússia atacar outras partes da Ucrânia, uma vez que “está constantemente a mobilizar recrutas”. Assim, na sua óptica, “quanto mais cedo transferirmos mais tanques para a Ucrânia, mais segura também ficará a Polónia”.

© Getty Images

Face à indecisão da Alemanha, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Polónia, Paweł Jabłoński, apontou, esta sexta-feira, que o país poderá “tomar decisões fora do normal” e fornecer os tanques Leopard 2 à Ucrânia, mesmo sem a luz verde alemã.

“Se houver forte resistência, estaremos prontos para tomar acções fora do normal, mesmo que alguém se ofenda com isso, mas não vamos antecipar-nos aos factos. Vamos tentar garantir que o maior número possível de países, juntamente connosco, tem um impacto efectivo na Alemanha”, disse, em entrevista à rádio polaca RMF FM.

Na óptica do responsável, “é disso que se trata a diplomacia”.

“Às vezes, os nossos parceiros nem sempre querem realizar certas acções, mas se forem submetidos a vários tipos de persuasão, pressão, podem mudar de ideias, como já aconteceu”, considerou.

Questionado quanto à possibilidade de o aumento de ajuda militar à Ucrânia significar que o Ocidente dispõe de informações sobre um eventual ataque a Kyiv, Jabłoński foi taxativo: “Daquilo que posso dizer publicamente, uma coisa deve ficar clara – não podemos descartar absolutamente nada”, salientou.

“A Rússia tem, certamente, intenções muito agressivas. Se permitirmos que tenha uma vantagem sobre a Ucrânia e possa atacar, certamente que o vai fazer. Não acho que facto de os tanques serem entregues seja motivo de preocupação.

Se há algo que nos preocupa é a indecisão de fornecer equipamento. Mas é bom que comece a surgir essa mobilização, porque quanto mais cedo transferirmos mais tanques para a Ucrânia, mais segura também ficará a Polónia”, esclareceu.

Ainda assim, o vice-ministro admitiu que há “um risco sério” de a Rússia atacar outras partes da Ucrânia, uma vez que “está constantemente a mobilizar recrutas”.

“Embora todos consigamos ver que a qualidade do exército russo não é das melhores, os números são grandes e, com esses números, a Rússia pode simplesmente compensar as suas deficiências técnicas”, apontou, considerando que a indecisão da Alemanha quanto ao fornecimento de tanques Leopard 2 passa por “questões de simpatia”.

“Muitas pessoas têm muita vergonha disso mas, na realidade, agem de forma a não causar muito dano à Rússia”, por o país ter “influenciado as esferas política, industrial, e empresarial” daquele país.

Contudo, o responsável considerou que o presidente russo, Vladimir Putin, “não precisa de provocações”.

“Se alguma coisa provoca Putin, é a fraqueza. Vimos isso nestes 11 meses. Putin atacou a Ucrânia, convencido de que a Ucrânia era fraca, e que não receberia apoio. Contava com a sorte. No entanto, age de tal forma que apenas a força pode detê-lo”, disse, rematando que “a Ucrânia está a defender-se e tem todo o direito”.

De notar que o primeiro-ministro da Polónia, Mateusz Morawiecki, indicou, na quinta-feira, que o país poderia enviar os tanques Leopard 2, que são fabricados na Alemanha, sem a aprovação daquele país.

“O consentimento é de importância secundária, ou obtemos esse consentimento rapidamente ou faremos o que for necessário”, reforçou, citado pela agência Reuters.

Recorde-se ainda que o Grupo de Contacto para a Ucrânia criado e liderado pelos Estados Unidos e que integra cerca de 50 países reúne-se, esta sexta-feira, na base aérea norte-americana de Ramstein, na Alemanha, para coordenar o fornecimento de mais ajuda a Kyiv.

A questão dos tanques Leopard 2 pesa sobre o novo ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, que tomou posse esta semana e reuniu-se na quinta-feira, pela primeira vez, com o seu homólogo norte-americano. Após o encontro, Boris Pistorius insistiu que não haveria “decisões unilaterais” do lado alemão.

Lançada a 24 de Fevereiro, a ofensiva militar russa na Ucrânia já provocou a fuga de mais de 14 milhões de pessoas, segundo os dados mais recentes da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A entidade confirmou ainda que já morreram 6.952 civis desde o início da guerra e 11.144 ficaram feridos, sublinhando, contudo, que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
20/01/23 09:31
por Daniela Filipe



 

published in: 2 semanas 

 11 total views