285: Alunos russos vão aprender a matar com granadas e Kalashnikovs

 

– Treino de novos recrutas terroristas assassinos russonazis para serem ensinados a matar! É esta a desnazificação que este Estado terrorista, assassino e altamente perigoso para a Humanidade, a começar pelos psicopatas russonazis  do kremlin precisa com a maior urgência! Enquanto na Alemanha nazi de Hitler existiu a Juventude Hitleriana (Hitlerjugend), na rússia nazi vai existir novamente, como anteriormente existiu na união zoviética e terminado em 1993, a juventude nazi 卐 putinofantoche. Enquanto estas Bestas do Leste estiverem no poder, não existirá paz no Mundo porque a seguir à Ucrânia outras “conquistas” imperialistas nazis  卐 surgirão!

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦

NÃO É DOS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

A UCRÂNIA FOI INVADIDA POR TROPAS E MERCENÁRIOS

RUSSONAZIS

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦

RUSSONAZIS // ADOLESCENTES // FORMAÇÃO DE NOVOS ASSASSINOS

Intenções anunciadas no ano passado vão mesmo acontecer: os alunos russos vão ter treino militar no ensino secundário e superior. Pentágono pode autorizar envio de F-16 para Kiev.

O novo programa escolar do Ensino Secundário russo, que deverá começar a 1 de Setembro deste ano, passará a incluir – garantem os Serviços Secretos Militares britânicos, que dizem ter tido acesso detalhado aos planos, anunciados em Novembro, do Ministério russo da Educação – “treino com armas de assalto da série AK e granadas de mão, exercícios militares básicos, uso de equipamento de protecção pessoal e saudações militares”.

É, dizem os britânicos, uma “evocação da União Soviética” e um regresso a um programa escolar que tinha terminado em 1993. O módulo militar é semelhante ao já anunciado também para os estudantes do Ensino Superior.

Em Novembro, o ministro da Educação da Rússia tinha garantido que os alunos russos voltariam a ter treino militar nas escolas a partir de Setembro de 2023.

Nessa altura, os britânicos afirmaram que o módulo militar ensinaria a disparar uma Kalashnikov, primeiros socorros e a saber o que fazer em caso de ataque químico ou nuclear.

Pentágono pressionado?

O site Politico garante que sim. A notícia refere, citando fontes sob anonimato, que um “contingente de oficiais militares está discretamente a pressionar o Pentágono para que aprove o envio de caças F-16 para a Ucrânia”.

O objectivo é conseguir travar mais eficazmente os ataques de mísseis e drones russos agora que já foi aprovado o envio dos cerca de 100 tanques pesados Leopard 2, de fabrico alemão, e os Abrams, de fabrico norte-americano, juntamente com os veículos Bradley e Marder prometidos e os Patriot.

Se, como dizem as fontes citadas, a Ucrânia se prepara para uma nova ofensiva, na primavera, para reconquistar território, o envio dos aviões de combate F-16 será “essencial”, para além de mais 300 a 400 tanques.

No sábado, Mykhailo Podolyak, assessor de Zelensky, garantia haver conversações entre os aliados ocidentais para acelerar a entrega de mísseis de longo alcance e de aeronaves militares, mas, sublinhou também, que alguns dos parceiros ocidentais da Ucrânia mantinham uma atitude “conservadora” em relação à entrega destas armas, “devido ao medo de mudanças na arquitectura internacional”.

Não fechar as portas

O chanceler alemão Olaf Scholz disse este domingo que quer manter aberta a linha de comunicação com o presidente russo Vladimir Putin. Em declarações ao jornal alemão Tagesspiegel de Berlim, Scholz disse que iria “voltar a falar ao telefone com Putin, porque é necessário [falar]uns com os outros”.

– Este chanceler alemão quer dar-se bem com deus e com o diabo. É pena que a Alemanha haja com esta “suavidade” com um Estado terrorista nazi assassino!

As conversações tidas até ao momento, garante o chanceler alemão, não são em “tom indelicado”, mas Putin mantém a posição “inaceitável” de incorporar à força partes da Ucrânia na Rússia.

Scholz acrescentou que nessas conversas se discutem também problemas específicos, tais como a exportação de cereais ucranianos ou a segurança da central nuclear de Zaporíjia, apesar de regressarem “sempre à questão central” da guerra e de como sair da actual situação.

Para Scholz, cabe a Putin retirar as tropas da Ucrânia e pôr fim a uma guerra “terrivelmente absurda” que já destruiu “centenas de milhares de vidas”.

Diário de Notícias
Artur Cassiano
29 Janeiro 2023 — 19:14

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284: Ataques da artilharia russa contra Kherson matam três civis e fere outros cinco

 

– Estes russonazis  terroristas assassinos que propagandearam que os ucranianos bombardearam um hospital em Lugansk onde morreram 14 pessoas e agora? Não propagandeiam o bombardeamento nazi a este hospital em Kherson onde mataram 3 civis e feriram outros cinco, fora muitos outros hospitais anteriormente bombardeados, além de residências civis, lares, creches, escolas, infra-estruturas civis? Ainda existe gente que continua a acreditar na propaganda destes nazis  russos? FDS! Vãol todos à 💩💩💩.

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO PÁRIA, TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, GENOCIDA, VIOLADOR 🇷🇺

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦,
NÃO É DOS RUSSONAZIS
🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦

Os ataques da artilharia russa também danificaram uma série de infra-estruturas civis, como o Hospital Clínico Regional de Kherson – onde uma enfermeira foi ferida -, uma escola, uma via rodoviária, um posto de correio e um banco, além de vários edifícios residenciais.

© EPA/RUSSIAN DEFENCE MINISTRY PRESS SERVICE HANDOUT

As autoridades ucranianas revelaram que os ataques da artilharia russa contra a cidade de Kherson, sul do país, causaram, durante o dia deste domingo, a morte de pelo menos três civis, noticiou a agência EFE.

“Neste momento, estamos cientes de que, até ao momento, há oito vítimas dos ataques russos: três pessoas morreram e cinco ficaram feridas com gravidade variável”, disse a administração militar de Kherson na rede Telegram.

Os feridos receberam atendimento médico e um deles permanece em estado grave, acrescentou a mesma fonte.

Os ataques da artilharia russa também danificaram uma série de infra-estruturas civis, como o Hospital Clínico Regional de Kherson – onde uma enfermeira foi ferida -, uma escola, uma via rodoviária, um posto do correio e um banco, além de vários edifícios residenciais.

A cidade de Kherson, capital da região com o mesmo nome e tomada pelas forças russas em Março do ano passado, foi reconquistada pelo exército ucraniano em 11 de Novembro.

Desde então, está sob fogo da artilharia russa, que se retirou para a margem direita do rio Dnieper.

Diário de Notícias
DN/Lusa
29 Janeiro 2023 — 16:31

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283: Às armas. Pacifistas juntam-se à tendência de investimento na defesa

 

INTERNACIONAL // CORRIDA AO ARMAMENTO

Japão e Alemanha, em resposta à China e à Rússia, revertem décadas de políticas de secundarização das forças de segurança e de defesa motivadas pelo expansionismo que desembocou na Segunda Guerra. Tóquio e Berlim validam máxima do chanceler Bismarck: “A diplomacia sem armas é como uma orquestra sem instrumentos”.

Miniatura de um tanque soviético T-80BV. Indiferente às sanções económicas, Vladimir Putin diz não haver restrições de financiamento aos militares.
© NATALIA KOLESNIKOVA/AFP

Há coisa de 11 meses, dias depois de Vladimir Putin ter dado ordem para a “desmilitarização” e “desnazificação” da Ucrânia, o chanceler alemão proferia um discurso no parlamento sobre os “tempos de mudança” (Zeitenwende) e no qual anunciou cem mil milhões de euros para reequipar o exército.

O Japão, outro país que carrega o peso do militarismo associado a um regime totalitário, respondeu ao fortalecimento militar da China (e à contínua ameaça da Coreia do Norte) com uma nova estratégia de segurança nacional e um orçamento a condizer.

Não por acaso, Zeitenwende foi a palavra de 2022 para os alemães e os monges japoneses do templo de Kioymizu escolheram como ideograma do ano o que significa batalha ou guerra.

Estes são os exemplos de maior simbolismo e que implicam movimentos tectónicos nas respectivas sociedades. Porém, da América do Norte ao Extremo Oriente está em curso, se não uma corrida ao armamento, pelo menos um movimento de investimento militar, que não foi desencadeado com a invasão russa, antes ganha novas dimensões.

Em 2021, os gastos combinados das forças armadas ultrapassaram os 2,1 biliões de dólares, um crescimento de 0,7 pontos percentuais em relação ao ano anterior e um máximo de sempre, segundo contabilidade do Instituto Internacional de Estudos para a Paz de Estocolmo (SIPRI). E a tendência é para agravar.

A ascensão da China a potência militar desencadeou uma resposta musculada dos Estados Unidos e do Japão, mas também da Índia, cujos cidadãos veem agora Pequim como a maior ameaça militar e não o arqui-inimigo Paquistão.

O país que mais gasta em defesa, os Estados Unidos, tem um orçamento para 2023 de 858 mil milhões, um aumento de oito pontos percentuais. O seu grande rival económico, a China, aprovou para 2022 um orçamento de 229 mil milhões de dólares, um aumento de 7,1 pontos percentuais.

A desaceleração económica – o produto interno bruto cresceu 3% em 2022, o valor mais baixo desde 1976 se excluirmos 2020, marcado pela pandemia – trará um dilema aos decisores do regime comunista, que por norma fazem acompanhar o crescimento orçamental militar a par do económico.

Nos últimos meses, e em particular depois da visita da então presidente da Câmara dos Representantes dos EUA Nancy Pelosi a Taiwan, Pequim respondeu com uma agressividade inédita.

As demonstrações de poderio militar chinês sucederam-se no estreito de Formosa ou na zona de identificação aérea e o líder chinês Xi Jinping não excluiu o uso da força para tomar a ilha, ao que o presidente norte-americano Joe Biden disse que as forças do seu país apoiariam Taipé.

O contratorpedeiro de mísseis guiados INS Mormugao é o segundo da sua classe da Marinha indiana, construído em Mazagão. O seu nome presta homenagem ao porto de Mormugão, em Goa.
© THOMAS KIENZLE / AFP

A fechar o pódio dos mais gastadores em defesa (e o maior importador de armamento) está a Índia. A maior democracia do mundo, que historicamente olha com desconfiança para o Paquistão, está agora mais preocupada com a China.

É o que revela uma sondagem recente, segundo analisa a Foreign Policy: 43% dos inquiridos veem em Pequim a maior ameaça, e 22% em Washington, ficando Islamabade a par de Moscovo, com 13% de respostas.

A Índia é o país que mais armas adquiriu no estrangeiro entre 2017 e 2021, 11% do bolo total. O PM Modi quer a indústria indiana a produzir tudo e cancelou compras de aviões e helicópteros, mas peritos avisam que o país pode ficar sem equipamento suficiente.

O que leva a estes resultados explica-se em parte com as recentes disputas fronteiriças, ao que não ajudará o facto de a linha ao longo de mais de 3400 quilómetros entre ambos os países não estar definida – o problema que levou à guerra de 1962 e que terminou com uma vitória chinesa.

Por outro lado, Nova Deli vê com preocupação a presença crescente da marinha chinesa no Índico, enquanto Pequim se prepara para ter um terceiro porta-aviões.

A China, uma vez mais, é também o factor decisivo para a viragem histórica do Japão. Nos últimos anos, o primeiro ultrapassou o segundo na vice-liderança económica enquanto os orçamentos militares também acompanharam essa expansão.

Sete décadas de pacifismo não chegam ao fim no papel, uma vez que a Constituição não foi objecto de mudança e mantém-se o princípio de umas forças de defesa e sem recurso a armas nucleares.

Artigo 9.º A Constituição japonesa estipula que “renuncia para sempre à guerra como um direito soberano da nação e à ameaça ou uso da força como meio de resolução de disputas internacionais”.

No entanto, a aprovação da nova estratégia de segurança nacional, que premeia o esforço de anos de Shinzo Abe, o ex-líder japonês assassinado no ano passado, aponta o dedo a Pequim: “um inédito e maior desafio estratégico” para a paz e a segurança do Japão e da região.

Em concreto, Tóquio vê com preocupação as actividades militares chinesas em redor das ilhas Senkaku, que a RPC reclama suas (bem como Taiwan) e o lançamento de mísseis balísticos que caíram em águas próximas do Japão.

O PM japonês Fumio Kishida e o presidente norte-americano Joe Biden na Casa Branca.
© EPA/JIM LO SCALZO

O governo de Fumio Kishida apresentou o orçamento da defesa de 2023 para um recorde de 55 mil milhões de dólares, mais 20% que no ano anterior. Além disso planeia quase duplicar o orçamento dentro de cinco anos.

As prioridades passam por melhorar a cibersegurança e os serviços de informações, e pela aquisição de centenas de mísseis de cruzeiro Tomahawk, que podem ser instalados nos navios e ter capacidade para atingir locais de lançamento de mísseis, seja na China, seja na Coreia do Norte, uma permanente ameaça à paz na região.

500 Tomahawk. Entre outros investimentos, o plano japonês a cinco anos passa pela aquisição de meio milhar de mísseis de longo alcance Tomahawk, de fabrico norte-americano.No final do período, o país deverá ter o terceiro maior orçamento em defesa.

O norte-coreano Kim Jong Un quer um “aumento exponencial” do arsenal de armas nucleares do país já nos próximos meses, e Pyongyang está a construir uma frota de lança-foguetes móveis de grandes dimensões com a capacidade de atingir qualquer ponto do Sul com uma ogiva nuclear.

A febre atómica do ditador pode traduzir-se em até 300 armas nucleares nos próximos anos.

A reacção de Seul não se fez esperar e, pela primeira vez, o presidente Yoon Suk Yeol sugeriu a entrada no clube nuclear, enquanto afirmou que o caminho para prevenir ataques passa por ter uma capacidade para “ripostar cem vezes ou mil vezes mais”.

Contas feitas, o orçamento da defesa para 2023 sofre um aumento de 4,6% em relação a 2022 e situa-se nos 42 mil milhões de dólares.

A Rússia, na sequência do ataque lançado em larga escala à Ucrânia, viu-se na obrigação de rever em alta o orçamento da defesa, que é agora de 84 mil milhões de dólares.

Vladimir Putin, que disse não haver “restrições de financiamento” para os militares, planeia gastar um total de 600 mil milhões de dólares na defesa nacional, segurança e ordem pública entre 2022 e 2025.

O chanceler Scholz, de visita às instalações da empresa Hensoldt, observa um sistema de vigilância.
© THOMAS KIENZLE / AFP

A Alemanha, que desde a reunificação apostou no desenvolvimento de relações económicas com a Rússia como um factor de mudança pró-ocidental, ou pelo menos de estabilidade, em especial com os gasodutos Nord Stream, acordou para a realidade e o chanceler Olaf Scholz denunciou o “imperialismo” de Putin.

Anunciou também um pacote de cem mil milhões de euros para investir em equipamento militar e em cumprir de então em diante, o compromisso de reservar o equivalente a 2% do PIB em despesas de defesa.

67% de apoio. Segundo sondagem publicada em Junho no portal T-online, dois terços dos alemães aprovam o pacote de cem mil milhões para equipar o exército, mas as regiões orientais mostram-se divididas.

Mas é mais fácil de dizer do que fazer num país que carrega às costas o passado nazi, ao que se juntam repetidos escândalos de neonazis infiltrados nas forças armadas.

A isto acrescente-se uma burocracia tão extensa como o nome do departamento responsável pela aquisição (Gabinete Federal de Equipamento, Tecnologias de Informação e Apoio ao Serviço do Exército). Uma encomenda de um artigo como uma mochila tem de passar por 12 repartições, segundo revela a NPR.

Um funcionário da empresa construtora dos tanques Leopard, KMW, diz que nem um euro foi encomendado, o que ajudará a explicar porque nem o orçamento anual de 50 mil milhões foi gasto na totalidade (300 milhões a menos) e que, em consequência, o objectivo de atingir 2% do PIB esteja muito longe de alcançar.

Na sexta-feira, o novo ministro da Defesa, Boris Pistorius, mostrou que quer agitar as águas: disse que o processo de aquisição tem de ser mais rápido, é da opinião que os cem mil milhões não chegam para as encomendas, nem o orçamento.

Na base aérea de Mont-de-Marsan, o presidente Macron anunciou que o orçamento da Defesa vai aumentar em um terço em sete anos.
© EPA/Bob Edme/POOL

O par de Berlim na construção europeia pós-guerra, Paris, não é indiferente aos desafios da Rússia. E estes não se restringem ao continente europeu.

Em África, o presidente Macron anunciou o fim da operação Barkhane, de combate aos grupos jihadistas, com os mercenários russos a preencherem o vazio.

Mais concentradas na Europa, as forças armadas francesas vão receber mais de 400 mil milhões de euros para o período 2024-2030, um aumento de 30% em relação ao período em vigor.

“Depois de repararmos as forças armadas, vamos transformá-las”, prometeu o líder francês, apostando na rapidez de acção e no incremento da força, em paralelo com um maior investimento nas defesas aéreas, na cibersegurança e nos serviços de informações militares.

cesar.avo@dn.pt

Diário de Notícias
César Avó
29 Janeiro 2023 — 00:12



 

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Jornalistas revelam conversa privada de Viktor Orbán: “Ucrânia não pode vencer nem com a ajuda ocidental”

 

– E para terminar a minha intervenção neste Blogue, nesta data, nada como denunciar – o que é demais sabido por muita gente -, da posição política deste ultra-fascista húngaro pró-russonazi  que, pasme-se, pertence à ONU e tem vetado sanções aos seus amigos russonazis 卐 terroristas psicopatas assassinos!

🇭🇺 HUNGRIA // ORBÁN //  AMIZADES RUSSONAZIS

O primeiro-ministro da Hungria terá dito a um grupo de jornalistas estrangeiros que a Rússia vai ganhar a guerra e que poderá usar armas nucleares de forma “táctica”: “Não é loucura dizer que haverá em breve soldados da NATO a lutar na Ucrânia”

Viktor Orbán defende que é impossível a Rússia perder a guerra © Thierry Monasse/Getty Images

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, terá comentado à porta fechada com um grupo de jornalistas que os russos começam as guerras de forma débil, mas acabam por corrigir os erros e tornam-se imparáveis, escreve o site 444.hu.

Orbán concluiria que os esforços dos ucranianos são, assim, em vão, porque, a longo prazo, a “Ucrânia não pode vencer nem com a ajuda ocidental”.

Os comentários chegaram a Kiev onde o Governo chamou o embaixador húngaro para que respondesse pela opinião do seu chefe de Governo, e porque sustenta ele que Moscovo quer transformar a Ucrânia num monte de destroços ingovernável.

O representante húngaro tinha ainda de responder porque é que o primeiro-ministro húngaro comparava a Ucrânia, com um dos melhores exércitos do mundo, ao Afeganistão e porque chama à Ucrânia “terra de ninguém”.

O porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros ucraniano declarou as asserções de Orbán como “completamente inaceitáveis” e perniciosas para a relação entre os dois países.

O 444.hu escreve que Viktor Orbán acrescentou nessa altura que “é impossível a Rússia perder” e que, “o no caso de um golpe de Estado seria ainda pior porque só alguém pior pode suceder a Putin”.

Moscovo pode usar armas nucleares “tácticas” na Ucrânia

Num encontro com jornalistas estrangeiros no Castelo de Buda, Viktor Orbán explicou no sábado passado o ponto de vista do seu Governo sobre vários assuntos.

“Estamos em apuros”, terá dito, de acordo com a mesma fonte, referindo que a esperada ofensiva de primavera da Rússia obrigará a NATO a decidir entrar ou não fisicamente em guerra.

Orbán disse que os americanos não pensam nisso, porém cresce o número de países europeus que o pensam, escreve a rtl.hu. Donde não é loucura dizer que dentro em breve haverá soldados da NATO a lutar na Ucrânia, terá sustentado Orbán. Na opinião do PM húngaro, não será de excluir o uso de armas nucleares tácticas pela Rússia.

MSN Notícias
Expresso
29.01.2023

O anti-Cristo chegou à Terra



 

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281: Adolescente russa enfrenta pena de prisão por criticar invasão da Ucrânia

 

RUSSONAZIS // DITADURA NAZI 卐 //
🇺🇦 UCRÂNIA

A jovem de 19 anos está detida em prisão domiciliária.

© Reprodução/Twitter

Olesya Krivtsova, uma adolescente russa de 19 anos, residente na região de Arkhangelsk, encontra-se a aguardar julgamento em prisão domiciliária após ter sido acusada de desacreditar o Exército da Rússia e de ter justificado o terrorismo por criticar a invasão russa da Ucrânia.

Segundo a CNN Internacional, a jovem, estudante universitária, foi também adicionada à lista de terroristas e extremistas da Rússia, na qual se incluem membros do Estado Islâmico, Al Qaeda e talibãs.

Em causa está uma publicação na rede social Instagram sobre a explosão da ponte da Crimeia, ocorrida em Outubro, onde também criticou a Rússia, e a republicação de um texto de um crítica na guerra numa conversa entre estudantes na rede social social VK.

Em declarações à CNN Internacional, a mãe de Olesya, Natalya Krivtsova, afirmou que o Kremlin está a usar a filha como exemplo. “Vivemos na região de Arkhangelsk, é uma região vasta, mas demasiado afastada do centro. Já não há protestos em Arkhangelsk, por isso estão a tentar estrangular tudo o que resta na fase inicial”, afirmou.

Os problemas de Olesya com as autoridades russas começaram em maio, quando enfrentou acusações administrativas por distribuir cartazes anti-guerra, mas tornaram-se mais graves com as publicações nas redes sociais.

“Ela tem um elevado sentido de justiça, o que torna a sua vida difícil. A incapacidade de permanecer em silêncio é agora um grande pecado na Federação Russa”, declarou a mãe.

O conflito entre a Ucrânia e a Rússia começou com o objectivo, segundo Vladimir Putin, de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia. A operação foi condenada pela generalidade da comunidade internacional.

A ONU confirmou que cerca de sete mil civis morreram e mais de 11 mil ficaram feridos na guerra, sublinhando que os números reais serão muito superiores e só poderão ser conhecidos quando houver acesso a zonas cercadas ou sob intensos combates.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
29/01/23 11:43
por Notícias ao Minuto

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“Quando os soldados ucranianos chegarem tenho de me ajoelhar?”

 

🇺🇦 UCRÂNIA // RUSSONAZIS  // RENDIÇÕES

Mais de 6.500 russos já usaram a linha especial de rendição para fugirem à guerra. Conselheiros de Zelensky dizem esperar para breve a entrega de mísseis de longo alcance.

© EPA/OLEG PETRASYUK

A linha telefónica especial “Eu quero viver” criada em Setembro do ano passado já recebeu, até 20 de Janeiro – a garantia é de Vitaly Matvienko, porta-voz do Departamento Ucraniano de Prisioneiros de Guerra -, mais de 6500 pedidos de rendição de russos que “muitas vezes estão na linha da frente”.

Para garantir a veracidade deste serviço foram ontem divulgadas gravações das chamadas telefónicas. Numa delas, um homem, cuja voz foi distorcida, explica que lhe deram aquele número e disseram que podia ligar para se “render voluntariamente”.

Quem atende a chamada, uma mulher, pergunta se já foi mobilizado ou se já está no Exército. A resposta é afirmativa: “Sim, fui mobilizado. Em breve vou ser enviado para Kherson”. A seguir é-lhe pedido que vá ao Telegram, procure o chatbot “Eu quero viver” e responda ao que lhe é pedido.

Há um silêncio e o homem pergunta: “Quando os soldados ucranianos chegarem tenho de me ajoelhar? Como me rendo?”. A pergunta é ignorada.

A “telefonista” diz-lhe para ligar de novo “quando estiver na linha da frente”. “Não estou sozinho”, diz o homem. “Estou com um grupo de soldados que se querem render, mas dizem que podemos ser presos na Ucrânia por dez anos”.

A explicação é simples e a mulher em momento algum altera o tom de voz: “Os que se renderem voluntariamente serão registados como tendo sido capturados no campo de batalha”. O homem pede garantias de que “não serão filmados nem agredidos”.

A resposta aponta dois caminhos: “Asilo político na Ucrânia, Alemanha ou Países Baixos” ou dar “entrevistas” que sejam vistas na Rússia para que possam integrar as “trocas de prisioneiros” e assim regressar a casa.

Mísseis de longo alcance?

Mykhailo Podolyak, conselheiro de Zelensky, citado pela AP, assegurou este sábado que Kiev e os “aliados ocidentais” estão envolvidos em negociações que classificou de “rápidas” sobre a possibilidade de fornecer à Ucrânia “mísseis de longo alcance” e “aeronaves militares” que garantem protecção aos veículos blindados prometidos por Estados Unidos e Alemanha, entre outros.

Yuriy Sak, conselheiro do Ministério da Defesa da Ucrânia, entrevistado pela Lusa, diz esperar que não se repita a demora no entendimento para o envio de tanques nem impedimentos burocráticos e refere que “esta é a maior guerra a que o mundo assistiu desde o fim da II Guerra Mundial, em que “todo o tipo de armamento é usado muito, muito intensamente”.

É por isso que insiste no pedido de Kiev de “intensificar o apoio” e no envio de aviões de combate: “Vamos começar o treino de pilotos ucranianos em F-16 e outras versões de aeronaves de quarta geração. Isso garantirá que a guerra possa ser terminada mais cedo ou mais tarde”.

Diário de Notícias
Artur Cassiano
28 Janeiro 2023 — 21:25

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O relato de uma criança de Mariupol: “Todos os meus amigos morreram”

 

🇺🇦 UCRÂNIA // INVASÃO // GUERRA // ASSASSINOS
RUSSONAZIS  // MORTE

Uma menina que vivia na cidade portuária de Mariupol, que esteve durante meses cercada pelas tropas russas, contou sobre como foi viver no local e ver todos os seus amigos morrer.

© Reuters

Uma criança relatou como foi perder todos os amigos em Mariupol, na Ucrânia, devido à guerra, e o relato foi registado e partilhado, este sábado, nas redes sociais.

“Todos os meus amigos morreram”, explica a jovem rapariga, contando que um dos seus colegas estava num jardim quando viu algo a brilhar e pegou no objecto, sem saber que era uma mina. “Pegou-lhe  explodiu-lhe nas mãos”, refere.

Ainda quanto ao barulho das explosões, a rapariga conta que houve vezes em que pensou que seria uma espécie de explosão, mas que não associou a uma bomba.

“Eu disse: ‘Avô, olha explosivos’. Ele olhou e havia uma casa já a arder”, recordou, explicando que isto aconteceu a alguma distância. Quando o familiar viu o que se passava, assim como algumas coisas no céu, pediu a todos: “‘Vão depressa para debaixo da mesa no corredor'”.

A criança diz que “passaram toda noite” nesse abrigo improvisado com cobertores e almofadas e que esteve sempre muito frio. “Ele era como um pai para mim”, referiu, não especificando se o avô ainda está vivo ou não.

Voltando aos amigos, a criança conta que tinha uma chamada Polina. “Ela tinha um irmão mais velho e outro mais novo, e uma irmã mais velha. Pai e mãe. Alguma coisa voou até à casa deles. Morreram todos”, apontou.

Também o prédio de uma amiga, Anya, foi atingido. O edifício de nove andares foi atingido por uma bomba e caiu, tendo todos sido afectados explosão e atingidos pelos detritos.

“A guerra mudou bastante. Estou muito cansada. Sorrio muito menos. Se alguém me tenta fazer rir, normalmente, não resulta”, rematou.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
28/01/23 17:28
por Notícias ao Minuto

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272: Zelensky critica COI sobre participação de atletas russos em competições

 

– Não só a não participação de atletas russos e bielorrussos em competições internacionais, como a expulsão da federação russa nazi da ONU! Esta organização não deve ter membros nazis, terroristas e assassinos no seu seio.

COI // ATLETAS // RUSSONAZIS

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO PÁRIA, TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, GENOCIDA, VIOLADOR 🇷🇺

A Associação dos Comités Olímpicos Nacionais (ANOC) apoiou a declaração do COI, que recomenda a readmissão de atletas russos e bielorrussos sob bandeira neutra e caso não tenham apoiado “activamente” a guerra na Ucrânia.

© EPA/SERGEY DOLZHENKO

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, opôs-se este sábado à participação de atletas russos e bielorrussos em competições internacionais, conforme recomendado pelo Comité Olímpico Internacional (COI) esta semana.

“Os princípios olímpicos e a guerra são opostos fundamentais. A Rússia deve parar a agressão e o terror e, só então, será possível falar sobre a participação russa no contexto do movimento olímpico”, escreveu o presidente no Telegram.

Por sua vez, o conselheiro do presidente ucraniano, Mikhailo Podolyak, criticou no Twitter a decisão: “O COI propõe ao mundo promover a violência, o assassinato em massa, a destruição. Por isso insiste que os atletas russos participem nas competições como verdadeiros ’embaixadores da morte'”, escreveu.

Podolyak enfatizou não ser possível separar desporto e política, considerando que a decisão do COI promove “políticas anti-humanas russas”.

A Associação dos Comités Olímpicos Nacionais (ANOC) apoiou a declaração do COI, que recomenda a readmissão de atletas russos e bielorrussos sob bandeira neutra e caso não tenham apoiado “activamente” a guerra na Ucrânia.

“Compartilhamos a firme convicção, dentro do Movimento Olímpico”, afirma a ANOC em nota divulgada, “de que os atletas não devem ser impedidos de competir com base no passaporte que possuem e que deve ser explorado um caminho para o retorno de atletas russos e bielorrussos à competição sob condições”.

Diário de Notícias
DN/Lusa
28 Janeiro 2023 — 14:07

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271: Moscovo diz que 14 pessoas morreram em ataque ucraniano a hospital de Lugansk

 

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NÃO É DOS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

A UCRÂNIA FOI INVADIDA POR TROPAS E MERCENÁRIOS

RUSSONAZIS

– “… “Um ataque de mísseis deliberado numa instalação médica activa conhecida é, sem dúvida, um grave crime de guerra do regime de Kiev”, acrescentou o ministério.

Desconheço se esta informação é verdadeira dado que a propaganda nazi 卐 russa é extremamente competente neste tipo de acções. Contudo, a forma como estes russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 psicopatas terroristas informam, é de perguntar-lhes o que é que eles têm feito, ao longo de um ano de invasão a um país soberano – 🇺🇦 UCRÂNIA -, senão destruir, bombardeando com mísseis de “alta precisão” e artilharia pesada, escolas, hospitais, creches, residências civis, infra-estruturas de abastecimento de electricidade, gás e água, além de TORTURAREM e ASSASSINAREM milhares de civis inocentes de todas as idades, desde crianças a idosos? Este tipo de propaganda nazi 卐 apenas serve para “justificarem” a continuação dos bombardeamentos de mísseis e artilharia pesada a aldeias, vilas e cidades ucranianas, até à sua total destruição! Que moral possuem estes russonazis 卐 psicopatas assassinos de merda 💩💩💩 para efectuarem esta acusação – a ser verídica – e que carece de confirmação?

RUSSONAZIS // ACUSAÇÕES //
🇺🇦 UCRÂNIA // ATAQUES

Segundo o ministério da Defesa russo, as forças armadas ucranianas atacaram deliberadamente o prédio de um hospital com foguetes de um sistema de foguetes de lançamento múltiplo HIMARS fabricado nos Estados Unidos.

Moscovo diz que terá sido utilizado um sistema de foguetes de lançamento múltiplo (HIMARS) fabricado nos Estados Unidos
© EPA/HANNIBAL HANSCHKE

O Ministério da Defesa da Rússia acusou este sábado o exército ucraniano de atacar um hospital na região leste de Lugansk, deixando 14 mortos e 24 feridos.

Na manhã de sábado, na cidade de Novoaidar, “as forças armadas ucranianas atacaram deliberadamente o prédio de um hospital distrital com foguetes de um sistema de foguetes de lançamento múltiplo HIMARS fabricado nos Estados Unidos”, disse o ministério em comunicado.

O ministério acrescentou que 14 pessoas morreram e 24 ficaram feridas de entre os “pacientes do hospital e equipa médica”.

Disse ainda que o hospital tem fornecido “assistência médica necessária à população local e aos militares há vários meses”.

“Um ataque de mísseis deliberado numa instalação médica activa conhecida é, sem dúvida, um grave crime de guerra do regime de Kiev”, acrescentou o ministério.

Diário de Notícias
DN/AFP
28 Janeiro 2023 — 15:38

– O que os nazis 卐 do kremlin deveriam anunciar, era a destruição e o assassínio de milhares de civis inocentes de todas as idades, num GENOCÍDIO terrorista ao povo ucraniano!

O anti-Cristo desceu à Terra



 

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261: Rússia encerra o Centro Sakharov, último bastião da liberdade para a oposição

 

– Envenenamentos, prisões, assassínios, torturas, são componentes habituais deste regime russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 do putinofantoche psicopata terrorista. Portanto, nada de espantar o encerramento de vozes da oposição que denunciam as atrocidades do ariano nazi 卐 de primeiríssima ordem. Cada decisão do putinofantoche russonazi 卐, cada tiro no pé e quem irá pagar as decisões desta Besta do Leste, será o povo russo, impedido de exprimir a sua opinião em Liberdade.

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO PÁRIA, TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, GENOCIDA, VIOLADOR 🇷🇺
 

🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 RUSSONAZIS // DITADURA NAZI // CENTRO SAKHAROV

O Ministério Público russo decidiu expulsar a instituição histórica com o fundamento de que representa uma ameaça à segurança e à ordem constitucional na Rússia.

© Yuri KADOBNOV / AFP

A Rússia decidiu encerrar o Centro Sakharov, o último bastião de liberdade para os opositores do Kremlin, defensores dos direitos humanos e opositores da campanha militar na Ucrânia.

“Num país que não é livre, não pode haver uma ilha de liberdade. Vivemos sob uma ditadura”, disse Sergey Lukashevsky, director do centro, que está exilado em Berlim desde o início do conflito.

O Centro Sakharov, fundado sete anos após a morte do vencedor do Prémio Nobel da Paz em 1989, acolhe exposições, conferências, concertos, filmes e peças de teatro, a maioria dos quais são independentes.

Além disso, os seus dois edifícios albergam uma biblioteca e duas exposições permanentes, uma sobre a vida de Sakharov e a outra sobre a história do movimento dissidente na União Soviética. O jardim contíguo é dominado por um fragmento do Muro de Berlim.

Os dias do centro estão contados, já que o Ministério Público decidiu expulsar a instituição histórica com o fundamento de que representa uma ameaça à segurança e à ordem constitucional neste país.

“A acusação de que minamos a segurança do Estado é ridícula. O que está a acontecer é que, porque o Kremlin tem um medo atroz da liberdade de expressão, somos uma plataforma perigosa”, diz Lukashevsky, que na sexta-feira foi multado, à revelia, em 3 milhões de rublos (cerca de 39.560 euros).

Recordou que ao longo dos anos o seu espaço tem reunido pessoas que discordam da política e do estado de espírito dominante na Rússia, baseado “na xenofobia, no chauvinismo, na repressão dos direitos humanos e no desrespeito pela dignidade humana”.

Primeiro foi a vez da principal Organização Não Governamental (ONG) russa, Memorial. No início desta semana foi a vez da mais antiga, o Grupo Moscovo Helsínquia, e agora a mais influente.

Neste caso, a desculpa é uma nova emenda que estipula que os agentes estrangeiros também não podem receber financiamento estatal, o que permitiu à Câmara Municipal de Moscovo rescindir o contrato de arrendamento e emitir a ordem de despejo.

O despejo, que vem juntar-se aos 5 milhões de rublos (mais de 64.400 euros) de multa que a organização recebeu em Dezembro, “é o primeiro passo para a liquidação”, de acordo com o seu director.

O director do Centro Sakharov disse que as actividades do Centro estão estreitamente ligadas ao edifício que o alberga, mas, tal como as outras organizações liquidadas, continuará a trabalhar.

O Presidente russo, Vladimir Putin, “não precisa da sociedade civil, ou seja, de uma voz independente para denunciar os problemas dos direitos humanos”.

Lukashevski acredita que a Rússia já ultrapassou a linha vermelha e se tornou uma “típica ditadura personalista”.

“Um regime que se baseia na força, que controla a sociedade através do medo, onde não há alternância política e onde uma pessoa dirige o Estado quase sozinha durante mais de 20 anos é uma ditadura”, acusou.

Na Rússia dificilmente se pode sair à rua, não há imprensa independente, não há liberdade de expressão ou de reunião e as últimas alavancas da liberdade foram eliminadas, acrescentou.

Diário de Notícias
DN/Lusa
28 Janeiro 2023 — 10:53



 

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