285: Alunos russos vão aprender a matar com granadas e Kalashnikovs

 

– Treino de novos recrutas terroristas assassinos russonazis para serem ensinados a matar! É esta a desnazificação que este Estado terrorista, assassino e altamente perigoso para a Humanidade, a começar pelos psicopatas russonazis  do kremlin precisa com a maior urgência! Enquanto na Alemanha nazi de Hitler existiu a Juventude Hitleriana (Hitlerjugend), na rússia nazi vai existir novamente, como anteriormente existiu na união zoviética e terminado em 1993, a juventude nazi 卐 putinofantoche. Enquanto estas Bestas do Leste estiverem no poder, não existirá paz no Mundo porque a seguir à Ucrânia outras “conquistas” imperialistas nazis  卐 surgirão!

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦

NÃO É DOS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

A UCRÂNIA FOI INVADIDA POR TROPAS E MERCENÁRIOS

RUSSONAZIS

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦

RUSSONAZIS // ADOLESCENTES // FORMAÇÃO DE NOVOS ASSASSINOS

Intenções anunciadas no ano passado vão mesmo acontecer: os alunos russos vão ter treino militar no ensino secundário e superior. Pentágono pode autorizar envio de F-16 para Kiev.

O novo programa escolar do Ensino Secundário russo, que deverá começar a 1 de Setembro deste ano, passará a incluir – garantem os Serviços Secretos Militares britânicos, que dizem ter tido acesso detalhado aos planos, anunciados em Novembro, do Ministério russo da Educação – “treino com armas de assalto da série AK e granadas de mão, exercícios militares básicos, uso de equipamento de protecção pessoal e saudações militares”.

É, dizem os britânicos, uma “evocação da União Soviética” e um regresso a um programa escolar que tinha terminado em 1993. O módulo militar é semelhante ao já anunciado também para os estudantes do Ensino Superior.

Em Novembro, o ministro da Educação da Rússia tinha garantido que os alunos russos voltariam a ter treino militar nas escolas a partir de Setembro de 2023.

Nessa altura, os britânicos afirmaram que o módulo militar ensinaria a disparar uma Kalashnikov, primeiros socorros e a saber o que fazer em caso de ataque químico ou nuclear.

Pentágono pressionado?

O site Politico garante que sim. A notícia refere, citando fontes sob anonimato, que um “contingente de oficiais militares está discretamente a pressionar o Pentágono para que aprove o envio de caças F-16 para a Ucrânia”.

O objectivo é conseguir travar mais eficazmente os ataques de mísseis e drones russos agora que já foi aprovado o envio dos cerca de 100 tanques pesados Leopard 2, de fabrico alemão, e os Abrams, de fabrico norte-americano, juntamente com os veículos Bradley e Marder prometidos e os Patriot.

Se, como dizem as fontes citadas, a Ucrânia se prepara para uma nova ofensiva, na primavera, para reconquistar território, o envio dos aviões de combate F-16 será “essencial”, para além de mais 300 a 400 tanques.

No sábado, Mykhailo Podolyak, assessor de Zelensky, garantia haver conversações entre os aliados ocidentais para acelerar a entrega de mísseis de longo alcance e de aeronaves militares, mas, sublinhou também, que alguns dos parceiros ocidentais da Ucrânia mantinham uma atitude “conservadora” em relação à entrega destas armas, “devido ao medo de mudanças na arquitectura internacional”.

Não fechar as portas

O chanceler alemão Olaf Scholz disse este domingo que quer manter aberta a linha de comunicação com o presidente russo Vladimir Putin. Em declarações ao jornal alemão Tagesspiegel de Berlim, Scholz disse que iria “voltar a falar ao telefone com Putin, porque é necessário [falar]uns com os outros”.

– Este chanceler alemão quer dar-se bem com deus e com o diabo. É pena que a Alemanha haja com esta “suavidade” com um Estado terrorista nazi assassino!

As conversações tidas até ao momento, garante o chanceler alemão, não são em “tom indelicado”, mas Putin mantém a posição “inaceitável” de incorporar à força partes da Ucrânia na Rússia.

Scholz acrescentou que nessas conversas se discutem também problemas específicos, tais como a exportação de cereais ucranianos ou a segurança da central nuclear de Zaporíjia, apesar de regressarem “sempre à questão central” da guerra e de como sair da actual situação.

Para Scholz, cabe a Putin retirar as tropas da Ucrânia e pôr fim a uma guerra “terrivelmente absurda” que já destruiu “centenas de milhares de vidas”.

Diário de Notícias
Artur Cassiano
29 Janeiro 2023 — 19:14

O anti-Cristo chegou à Terra




 

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284: Ataques da artilharia russa contra Kherson matam três civis e fere outros cinco

 

– Estes russonazis  terroristas assassinos que propagandearam que os ucranianos bombardearam um hospital em Lugansk onde morreram 14 pessoas e agora? Não propagandeiam o bombardeamento nazi a este hospital em Kherson onde mataram 3 civis e feriram outros cinco, fora muitos outros hospitais anteriormente bombardeados, além de residências civis, lares, creches, escolas, infra-estruturas civis? Ainda existe gente que continua a acreditar na propaganda destes nazis  russos? FDS! Vãol todos à 💩💩💩.

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO PÁRIA, TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, GENOCIDA, VIOLADOR 🇷🇺

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦,
NÃO É DOS RUSSONAZIS
🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦

Os ataques da artilharia russa também danificaram uma série de infra-estruturas civis, como o Hospital Clínico Regional de Kherson – onde uma enfermeira foi ferida -, uma escola, uma via rodoviária, um posto de correio e um banco, além de vários edifícios residenciais.

© EPA/RUSSIAN DEFENCE MINISTRY PRESS SERVICE HANDOUT

As autoridades ucranianas revelaram que os ataques da artilharia russa contra a cidade de Kherson, sul do país, causaram, durante o dia deste domingo, a morte de pelo menos três civis, noticiou a agência EFE.

“Neste momento, estamos cientes de que, até ao momento, há oito vítimas dos ataques russos: três pessoas morreram e cinco ficaram feridas com gravidade variável”, disse a administração militar de Kherson na rede Telegram.

Os feridos receberam atendimento médico e um deles permanece em estado grave, acrescentou a mesma fonte.

Os ataques da artilharia russa também danificaram uma série de infra-estruturas civis, como o Hospital Clínico Regional de Kherson – onde uma enfermeira foi ferida -, uma escola, uma via rodoviária, um posto do correio e um banco, além de vários edifícios residenciais.

A cidade de Kherson, capital da região com o mesmo nome e tomada pelas forças russas em Março do ano passado, foi reconquistada pelo exército ucraniano em 11 de Novembro.

Desde então, está sob fogo da artilharia russa, que se retirou para a margem direita do rio Dnieper.

Diário de Notícias
DN/Lusa
29 Janeiro 2023 — 16:31

O anti-Cristo chegou à Terra




 

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Jornalistas revelam conversa privada de Viktor Orbán: “Ucrânia não pode vencer nem com a ajuda ocidental”

 

– E para terminar a minha intervenção neste Blogue, nesta data, nada como denunciar – o que é demais sabido por muita gente -, da posição política deste ultra-fascista húngaro pró-russonazi  que, pasme-se, pertence à ONU e tem vetado sanções aos seus amigos russonazis 卐 terroristas psicopatas assassinos!

🇭🇺 HUNGRIA // ORBÁN //  AMIZADES RUSSONAZIS

O primeiro-ministro da Hungria terá dito a um grupo de jornalistas estrangeiros que a Rússia vai ganhar a guerra e que poderá usar armas nucleares de forma “táctica”: “Não é loucura dizer que haverá em breve soldados da NATO a lutar na Ucrânia”

Viktor Orbán defende que é impossível a Rússia perder a guerra © Thierry Monasse/Getty Images

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, terá comentado à porta fechada com um grupo de jornalistas que os russos começam as guerras de forma débil, mas acabam por corrigir os erros e tornam-se imparáveis, escreve o site 444.hu.

Orbán concluiria que os esforços dos ucranianos são, assim, em vão, porque, a longo prazo, a “Ucrânia não pode vencer nem com a ajuda ocidental”.

Os comentários chegaram a Kiev onde o Governo chamou o embaixador húngaro para que respondesse pela opinião do seu chefe de Governo, e porque sustenta ele que Moscovo quer transformar a Ucrânia num monte de destroços ingovernável.

O representante húngaro tinha ainda de responder porque é que o primeiro-ministro húngaro comparava a Ucrânia, com um dos melhores exércitos do mundo, ao Afeganistão e porque chama à Ucrânia “terra de ninguém”.

O porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros ucraniano declarou as asserções de Orbán como “completamente inaceitáveis” e perniciosas para a relação entre os dois países.

O 444.hu escreve que Viktor Orbán acrescentou nessa altura que “é impossível a Rússia perder” e que, “o no caso de um golpe de Estado seria ainda pior porque só alguém pior pode suceder a Putin”.

Moscovo pode usar armas nucleares “tácticas” na Ucrânia

Num encontro com jornalistas estrangeiros no Castelo de Buda, Viktor Orbán explicou no sábado passado o ponto de vista do seu Governo sobre vários assuntos.

“Estamos em apuros”, terá dito, de acordo com a mesma fonte, referindo que a esperada ofensiva de primavera da Rússia obrigará a NATO a decidir entrar ou não fisicamente em guerra.

Orbán disse que os americanos não pensam nisso, porém cresce o número de países europeus que o pensam, escreve a rtl.hu. Donde não é loucura dizer que dentro em breve haverá soldados da NATO a lutar na Ucrânia, terá sustentado Orbán. Na opinião do PM húngaro, não será de excluir o uso de armas nucleares tácticas pela Rússia.

MSN Notícias
Expresso
29.01.2023

O anti-Cristo chegou à Terra



 

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“Esta é a guerra que a Ucrânia vai ganhar no campo de batalha”

 

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦

🇺🇦 UCRÂNIA // GUERRA // RUSSONAZIS

O conselheiro do Ministério da Defesa ucraniano Yuriy Sak afirma que a solução para o conflito com a Rússia será militar, afastando a perspectiva de negociações com o Presidente russo, que compara a um louco como Hitler.

“Acreditamos apenas na solução militar. Esta é a guerra que a Ucrânia vai ganhar no campo de batalha por completo”, afirma o conselheiro do Ministério da Defesa em entrevista à Lusa, esperando que tal possa acontecer já em 2023, rejeitando qualquer possibilidade de negociações com Moscovo.

Desde a invasão russa, em 24 de Fevereiro do ano passado, “as primeiras tentativas de negociar com o agressor foram inúteis”, disse Yuriy Sak, devido ao perfil do Presidente russo, Vladimir Putin, “um louco que precisa ser parado e colocado atrás das grades e julgado pelos crimes de guerra que cometeu”.

Depois de derrotar a Rússia no campo de batalha, o conselheiro admite alguma forma de processo negocial, relacionada com reparações pelos danos causados na Ucrânia e criação de um tribunal internacional de crimes de guerra.

Apesar da dificuldade de prever o que vai acontecer em 2023, Sak espera, no entanto, que, com o rápido apoio internacional, este seja o ano em que esta guerra vai terminar.

“Faremos tudo do nosso lado e garanto-vos que o mundo inteiro deve estar interessado em parar esta guerra em 2023 e certificar-se de que a Rússia é um estado terrorista e um estado agressor, com total responsabilidade pelos crimes de guerra que cometeu, pela chantagem nuclear que realizou e pelo risco da crise alimentar global que criou”, sustentou.

As autoridades ucranianas esperam “uma ofensiva em larga escala” russa a qualquer momento e também receber os tanques pesados que os aliados prometeram na semana passada, antes que ela aconteça.

É incerto, segundo o conselheiro militar, tanto o número de tanques a receber como o local onde os ataques acontecerão, embora tenha informações de grandes concentrações de efectivos na região do Donbass, no leste da Ucrânia.

“Então, talvez essa seja a direcção a partir da qual eles tentarão empurrar-nos novamente”.

É por isso, prossegue, que as forças ucranianas estão a ser reforçadas não só no Donbass, com também no norte, junto da fronteira com a Bielorrússia e ainda no sul, onde reconquistaram território no final do ano passado.

Mas o Exército ucraniano também tenciona lançar novos ataques, sem detalhes: “Estamos sempre a preparar um contra-ataque todos os dias”, afirmou, rejeitando a palavra contra-ofensiva, porque esta “é uma guerra defensiva, cujo objectivo é expulsar o inimigo” da Ucrânia e sem qualquer pretensão de atacar território russo.

“Nós não precisamos do terror russo”, declarou, comparando-o a um vírus: “Nós, como comunidade internacional, temos uma experiência de isolar áreas afectadas pela covid e portanto, a Rússia terá que ficar isolada de maneira semelhante por um longo período para que o vírus não se espalhe”.

Quase um ano após o início da guerra, Yuriy Sak destaca que “a Ucrânia continua de pé”, quando, em 24 de Fevereiro de 2022 “muita gente em todo o mundo, incluindo os aliados, não acreditavam que conseguisse resistir sete dias, alguns deram 72 horas”.

Contra as estimativas, conseguiu não só resistir, mas recuperar território ocupado, dando os exemplos da região de Kiev, Chernihiv, no norte, depois Kharkiv, no leste, e mais recentemente Kherson, no sul. “Onze meses depois desta agressão, estamos cá e a Ucrânia está a mostrar ao mundo que o Exército ucraniano e o povo ucraniano são heróicos e resilientes e lutamos por valores globais”.

O conselheiro militar insiste numa ideia sempre repetida por Kiev de que a Ucrânia não está a lutar apenas pelo seu futuro. “É muito claro para todos agora que esta guerra vai determinar o futuro de todos nós, do continente europeu, da comunidade internacional global, da ordem mundial”, defendeu, salientando as atrocidades que a Rússia cometeu.

“Não há quase nenhum crime de guerra que não tenha sido cometido na Ucrânia até hoje”, disse Sak, comparando Putin a Adolf Hitler e descrevendo o Exército russo como um grupo de “assassinos, assassinos em massa, saqueadores e violadores”, em representação de “um estado terrorista que mata pessoas inocentes”

Sak salienta que a Rússia “também não tem nenhuma consideração pela vida do seu próprio povo”, apontando que em média, “todos os dias o exército ucraniano mata cerca de 800 soldados russos”, usados como com carne para canhão: “É um matadouro. Eles estão mal equipados, na maioria mal treinados”.

Do lado das forças de Kiev, Sak não fornece números, apenas referiu que “é uma guerra e claro que há baixas”, recordando, porém, declarações do Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, de que em média, por cada 10 soldados russos mortos, há um ucraniano perdido.

Essa é a razão pela qual, segundo o conselheiro militar, Moscovo está a preparar uma mobilização entre um milhão e um milhão e meio de militares, “usando as suas tácticas de triturador de carne”, acrescentando que “a Rússia é um país grande que tem muitas pessoas desempregadas e alcoólicos, e muitos em prisões”, o que leva a que “a qualidade do seu exército seja muito, muito duvidosa”, alertando que “ninguém quer ver esse exército de saqueadores e violadores” à solta na Europa.

Da parte ucraniana, está envolvido na guerra um efectivo de cerca de um milhão de pessoas, e há margem para ser reforçado.

“Estamos bem por enquanto”, declarou, concluindo: “Esperamos que possamos terminar isto em breve para que todas as pessoas possam voltar para casa e começar a reconstruir o nosso país”.

MSN Notícias

Notícias ao Minuto Notícias ao Minuto
Lusa • 28.01.2023 às 08:12



 

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“Quando os soldados ucranianos chegarem tenho de me ajoelhar?”

 

🇺🇦 UCRÂNIA // RUSSONAZIS  // RENDIÇÕES

Mais de 6.500 russos já usaram a linha especial de rendição para fugirem à guerra. Conselheiros de Zelensky dizem esperar para breve a entrega de mísseis de longo alcance.

© EPA/OLEG PETRASYUK

A linha telefónica especial “Eu quero viver” criada em Setembro do ano passado já recebeu, até 20 de Janeiro – a garantia é de Vitaly Matvienko, porta-voz do Departamento Ucraniano de Prisioneiros de Guerra -, mais de 6500 pedidos de rendição de russos que “muitas vezes estão na linha da frente”.

Para garantir a veracidade deste serviço foram ontem divulgadas gravações das chamadas telefónicas. Numa delas, um homem, cuja voz foi distorcida, explica que lhe deram aquele número e disseram que podia ligar para se “render voluntariamente”.

Quem atende a chamada, uma mulher, pergunta se já foi mobilizado ou se já está no Exército. A resposta é afirmativa: “Sim, fui mobilizado. Em breve vou ser enviado para Kherson”. A seguir é-lhe pedido que vá ao Telegram, procure o chatbot “Eu quero viver” e responda ao que lhe é pedido.

Há um silêncio e o homem pergunta: “Quando os soldados ucranianos chegarem tenho de me ajoelhar? Como me rendo?”. A pergunta é ignorada.

A “telefonista” diz-lhe para ligar de novo “quando estiver na linha da frente”. “Não estou sozinho”, diz o homem. “Estou com um grupo de soldados que se querem render, mas dizem que podemos ser presos na Ucrânia por dez anos”.

A explicação é simples e a mulher em momento algum altera o tom de voz: “Os que se renderem voluntariamente serão registados como tendo sido capturados no campo de batalha”. O homem pede garantias de que “não serão filmados nem agredidos”.

A resposta aponta dois caminhos: “Asilo político na Ucrânia, Alemanha ou Países Baixos” ou dar “entrevistas” que sejam vistas na Rússia para que possam integrar as “trocas de prisioneiros” e assim regressar a casa.

Mísseis de longo alcance?

Mykhailo Podolyak, conselheiro de Zelensky, citado pela AP, assegurou este sábado que Kiev e os “aliados ocidentais” estão envolvidos em negociações que classificou de “rápidas” sobre a possibilidade de fornecer à Ucrânia “mísseis de longo alcance” e “aeronaves militares” que garantem protecção aos veículos blindados prometidos por Estados Unidos e Alemanha, entre outros.

Yuriy Sak, conselheiro do Ministério da Defesa da Ucrânia, entrevistado pela Lusa, diz esperar que não se repita a demora no entendimento para o envio de tanques nem impedimentos burocráticos e refere que “esta é a maior guerra a que o mundo assistiu desde o fim da II Guerra Mundial, em que “todo o tipo de armamento é usado muito, muito intensamente”.

É por isso que insiste no pedido de Kiev de “intensificar o apoio” e no envio de aviões de combate: “Vamos começar o treino de pilotos ucranianos em F-16 e outras versões de aeronaves de quarta geração. Isso garantirá que a guerra possa ser terminada mais cedo ou mais tarde”.

Diário de Notícias
Artur Cassiano
28 Janeiro 2023 — 21:25

O anti-Cristo chegou à Terra



 

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O relato de uma criança de Mariupol: “Todos os meus amigos morreram”

 

🇺🇦 UCRÂNIA // INVASÃO // GUERRA // ASSASSINOS
RUSSONAZIS  // MORTE

Uma menina que vivia na cidade portuária de Mariupol, que esteve durante meses cercada pelas tropas russas, contou sobre como foi viver no local e ver todos os seus amigos morrer.

© Reuters

Uma criança relatou como foi perder todos os amigos em Mariupol, na Ucrânia, devido à guerra, e o relato foi registado e partilhado, este sábado, nas redes sociais.

“Todos os meus amigos morreram”, explica a jovem rapariga, contando que um dos seus colegas estava num jardim quando viu algo a brilhar e pegou no objecto, sem saber que era uma mina. “Pegou-lhe  explodiu-lhe nas mãos”, refere.

Ainda quanto ao barulho das explosões, a rapariga conta que houve vezes em que pensou que seria uma espécie de explosão, mas que não associou a uma bomba.

“Eu disse: ‘Avô, olha explosivos’. Ele olhou e havia uma casa já a arder”, recordou, explicando que isto aconteceu a alguma distância. Quando o familiar viu o que se passava, assim como algumas coisas no céu, pediu a todos: “‘Vão depressa para debaixo da mesa no corredor'”.

A criança diz que “passaram toda noite” nesse abrigo improvisado com cobertores e almofadas e que esteve sempre muito frio. “Ele era como um pai para mim”, referiu, não especificando se o avô ainda está vivo ou não.

Voltando aos amigos, a criança conta que tinha uma chamada Polina. “Ela tinha um irmão mais velho e outro mais novo, e uma irmã mais velha. Pai e mãe. Alguma coisa voou até à casa deles. Morreram todos”, apontou.

Também o prédio de uma amiga, Anya, foi atingido. O edifício de nove andares foi atingido por uma bomba e caiu, tendo todos sido afectados explosão e atingidos pelos detritos.

“A guerra mudou bastante. Estou muito cansada. Sorrio muito menos. Se alguém me tenta fazer rir, normalmente, não resulta”, rematou.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
28/01/23 17:28
por Notícias ao Minuto

O anti-Cristo desceu à Terra



 

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272: Zelensky critica COI sobre participação de atletas russos em competições

 

– Não só a não participação de atletas russos e bielorrussos em competições internacionais, como a expulsão da federação russa nazi da ONU! Esta organização não deve ter membros nazis, terroristas e assassinos no seu seio.

COI // ATLETAS // RUSSONAZIS

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO PÁRIA, TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, GENOCIDA, VIOLADOR 🇷🇺

A Associação dos Comités Olímpicos Nacionais (ANOC) apoiou a declaração do COI, que recomenda a readmissão de atletas russos e bielorrussos sob bandeira neutra e caso não tenham apoiado “activamente” a guerra na Ucrânia.

© EPA/SERGEY DOLZHENKO

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, opôs-se este sábado à participação de atletas russos e bielorrussos em competições internacionais, conforme recomendado pelo Comité Olímpico Internacional (COI) esta semana.

“Os princípios olímpicos e a guerra são opostos fundamentais. A Rússia deve parar a agressão e o terror e, só então, será possível falar sobre a participação russa no contexto do movimento olímpico”, escreveu o presidente no Telegram.

Por sua vez, o conselheiro do presidente ucraniano, Mikhailo Podolyak, criticou no Twitter a decisão: “O COI propõe ao mundo promover a violência, o assassinato em massa, a destruição. Por isso insiste que os atletas russos participem nas competições como verdadeiros ’embaixadores da morte'”, escreveu.

Podolyak enfatizou não ser possível separar desporto e política, considerando que a decisão do COI promove “políticas anti-humanas russas”.

A Associação dos Comités Olímpicos Nacionais (ANOC) apoiou a declaração do COI, que recomenda a readmissão de atletas russos e bielorrussos sob bandeira neutra e caso não tenham apoiado “activamente” a guerra na Ucrânia.

“Compartilhamos a firme convicção, dentro do Movimento Olímpico”, afirma a ANOC em nota divulgada, “de que os atletas não devem ser impedidos de competir com base no passaporte que possuem e que deve ser explorado um caminho para o retorno de atletas russos e bielorrussos à competição sob condições”.

Diário de Notícias
DN/Lusa
28 Janeiro 2023 — 14:07

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271: Moscovo diz que 14 pessoas morreram em ataque ucraniano a hospital de Lugansk

 

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦

NÃO É DOS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

A UCRÂNIA FOI INVADIDA POR TROPAS E MERCENÁRIOS

RUSSONAZIS

– “… “Um ataque de mísseis deliberado numa instalação médica activa conhecida é, sem dúvida, um grave crime de guerra do regime de Kiev”, acrescentou o ministério.

Desconheço se esta informação é verdadeira dado que a propaganda nazi 卐 russa é extremamente competente neste tipo de acções. Contudo, a forma como estes russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 psicopatas terroristas informam, é de perguntar-lhes o que é que eles têm feito, ao longo de um ano de invasão a um país soberano – 🇺🇦 UCRÂNIA -, senão destruir, bombardeando com mísseis de “alta precisão” e artilharia pesada, escolas, hospitais, creches, residências civis, infra-estruturas de abastecimento de electricidade, gás e água, além de TORTURAREM e ASSASSINAREM milhares de civis inocentes de todas as idades, desde crianças a idosos? Este tipo de propaganda nazi 卐 apenas serve para “justificarem” a continuação dos bombardeamentos de mísseis e artilharia pesada a aldeias, vilas e cidades ucranianas, até à sua total destruição! Que moral possuem estes russonazis 卐 psicopatas assassinos de merda 💩💩💩 para efectuarem esta acusação – a ser verídica – e que carece de confirmação?

RUSSONAZIS // ACUSAÇÕES //
🇺🇦 UCRÂNIA // ATAQUES

Segundo o ministério da Defesa russo, as forças armadas ucranianas atacaram deliberadamente o prédio de um hospital com foguetes de um sistema de foguetes de lançamento múltiplo HIMARS fabricado nos Estados Unidos.

Moscovo diz que terá sido utilizado um sistema de foguetes de lançamento múltiplo (HIMARS) fabricado nos Estados Unidos
© EPA/HANNIBAL HANSCHKE

O Ministério da Defesa da Rússia acusou este sábado o exército ucraniano de atacar um hospital na região leste de Lugansk, deixando 14 mortos e 24 feridos.

Na manhã de sábado, na cidade de Novoaidar, “as forças armadas ucranianas atacaram deliberadamente o prédio de um hospital distrital com foguetes de um sistema de foguetes de lançamento múltiplo HIMARS fabricado nos Estados Unidos”, disse o ministério em comunicado.

O ministério acrescentou que 14 pessoas morreram e 24 ficaram feridas de entre os “pacientes do hospital e equipa médica”.

Disse ainda que o hospital tem fornecido “assistência médica necessária à população local e aos militares há vários meses”.

“Um ataque de mísseis deliberado numa instalação médica activa conhecida é, sem dúvida, um grave crime de guerra do regime de Kiev”, acrescentou o ministério.

Diário de Notícias
DN/AFP
28 Janeiro 2023 — 15:38

– O que os nazis 卐 do kremlin deveriam anunciar, era a destruição e o assassínio de milhares de civis inocentes de todas as idades, num GENOCÍDIO terrorista ao povo ucraniano!

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TV russa retrata Ucrânia sob jugo “da CIA e MI6” e Zelensky como cocainómano

 

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦

NÃO É DOS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

A UCRÂNIA FOI INVADIDA POR TROPAS E MERCENÁRIOS RUSSONAZIS

– Com a habitual e permanente propaganda nazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 russa, este fantoche vomita as habituais bacoradas, comuns a Peskov’s, Lavrov’s, Medvedev’s & Companhia russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 assassina terrorista, possivelmente por ingerirem excesso de Stolichnaya antes de vomitarem esta propaganda nazi 卐. E depois, existem os fantoches russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 pró-kremlin que vão debitando ódio contra o Ocidente 🖕🖕. Quanto à TV russa não passa de um veículo de propaganda nazi, a mando do putinofantoche-mor.

“… Para Viatcheslav Nikonov, moderador do programa, ao agradecer publicamente na quarta-feira o novo fornecimento de tanques, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, apareceu de “orelhas caídas”, aparentemente depois de uma “festa de cocaína”.

Para Viatcheslav Nikonov, moderador do programa, Volodymyr Zelensky, apareceu de “orelhas caídas”, aparentemente depois de uma “festa de cocaína”, ao agradecer publicamente na quarta-feira o novo fornecimento de tanques.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky
© EPA/SERGEY DOLZHENKO

A Ucrânia é retratada, na televisão estatal russa, como controlada pela “CIA e MI6”, respectivamente as ‘secretas’ norte-americana e britânica, e com um Presidente cocainómano, enquanto se especula sobre a entrega de tanques ocidentais culminar com tropas russas “no Reichstag”, parlamento alemão.

Ao mesmo tempo que vários países ocidentais se comprometiam a enviar tanques para as forças armadas ucranianas, no debate televisivo ‘Grande Jogo’ diversos intervenientes dispararam nos últimos dias contra o apoio ocidental ao país-vizinho, invadido há quase um ano por forças russas.

Para Viatcheslav Nikonov, moderador do programa, ao agradecer publicamente na quarta-feira o novo fornecimento de tanques, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, apareceu de “orelhas caídas”, aparentemente depois de uma “festa de cocaína”.

Também, no seu entendimento, a Alemanha ficou consternada com a decisão do chanceler Olaf Scholz permitir que tanques Leopard 2 de fabrico alemão sejam disponibilizados aos ucranianos.

Isto porque, disse, largos sectores da sociedade alemã sabem que “nada poderá unir mais os russos do que ver tanques alemães na frente da batalha”, numa clara alusão à II Grande Guerra.

“Esses tanques que vão ser entregues à Ucrânia farão alguma diferença?”, questionou no programa de quinta-feira Nikonov, ex-deputado e historiador.

Ivan Safrantchuk, director do Centro de Persquisas Euroasiáticas do Instituto Estatal de Relações Internacionais, foi mais longe e estabeleceu um paralelo entre a entrega de tanques e a tomada de Berlim pelas forças soviéticas na II Guerra Mundial.

“A população lembra-se que, certa vez, tanques alemães foram atirados contra a então União Soviética, e isso teve como consequência a tomada do Reichstag. Daí a lógica da pergunta: não se repetirá agora tal desta situação?”, especulou Safrantchuk.

A “profunda crise estatal”, que “afecta a sociedade alemã”, opinou, “já chegou ao Bundestag”.

O resultado, prosseguiu, é a “liquidação do povo ucraniano, embora as forças russas procurem preservar – o que é difícil num contexto de guerra – os recursos humanos da Ucrânia”.

Alexei Leonkov, perito militar da revista “Arsenal da Pátria” opinou, sobre os prazos de entrega à Ucrânia dos blindados alemães e norte-americanos, que estes últimos “sempre foram astutos”, alegando que a preparação dos tanques envolverá o essencialmente a capacitação de operadores polacos.

“Não será pessoal norte-americano a manobrar os tanques oferecidos à Ucrânia, até porque a posição actual de [Joe] Biden [Presidente dos Estados Unidos] é muito frágil”, alegou Leonkov, sem apresentar factos que corroborem a tese.

Iliá Kiva, ex-deputado do Parlamento ucraniano pela Plataforma Oposicionista Pela Vida, partido entretanto ilegalizado pelo Presidente Zelensky, proclamou que “os EUA querem recuperar o controlo da Ucrânia”.

“Todos sabem que o regime de Zelensky está sob a influência de duas estruturas anglo-saxónicas: o MI6 e a CIA [serviços de informações britânico e norte-americano, respectivamente]. Podem até ter interesses em comum, como desferir um golpe estratégico contra a Rússia, mas cada um tem métodos próprios”, alegou Kiva.

A ‘galeria de horrores’ apresentada por Kiva incluiu a corrupção na Ucrânia – que na semana passada levou à detenção de dezenas de altos funcionários, incluindo no Ministério da Defesa – e uma suposta “campanha da Primavera” das forças armadas urcranianas que está a fazer com que sejam “procurados por todo o país os homens que fogem à mobilização”, usados “pelo Ocidente como carne para canhão”.

“Deste modo, acercamo-nos da momento em que a Federação Russa, tenho a certeza, vai pôr um ponto final” no conflito, proclamou o activista pró-Kremlin.

Diário de Notícias
DN/Lusa
28 Janeiro 2023 — 10:53



 

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257: Putin equipara ucranianos a nazis no dia da memória do Holocausto

 

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦

NÃO É DOS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

A UCRÂNIA FOI INVADIDA POR TROPAS E MERCENÁRIOS RUSSONAZIS

– Putinofantoche, um puro ariano russonazi a classificar os ucranianos de neonazis, é obra! Isto, quando o grupo wagneriano oficialmente integrado nas tropas russonazis, tem nazis nas suas hostes terroristas assassinas. Não existe qualquer tipo de moral para os russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 fantoches do kremlin cagarem 💩💩💩 constantemente propaganda fakenews das suas matracas para consumo interno. Além do mais, o Exército Vermelho era composto por uma maioria de soldados russos, mas também das outras nacionalidades. A contribuição dos ucranianos é estimada entre 4,5 milhões e 7 milhões de militares entre um total de 34 milhões durante a Grande Guerra Patriótica, o nome dado por Moscovo à Segunda Guerra Mundial.

HOLOCAUSTO // 🇵🇱 POLÓNIA // RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

Na mesma declaração em que insulta os ucranianos, líder russo realça a importância de não esquecer as lições da história. “Provocação indigna”, comentou a MNE francesa.

Sobreviventes de campos de concentração nazis e seus familiares depositam flores junto do “muro da morte” de Auschwitz.
© EPA/Zbigniew Meissner

Vladimir Putin continua a interpretar a história à sua maneira, ao comparar os crimes do regime nazi a alegados crimes praticados por Kiev, enquanto fez prédica sobre as lições a reter do passado, desta vez por ocasião do dia da memória do Holocausto.

A data também foi assinalada pelo líder ucraniano, num dia marcado pela intensificação de combates no leste do país.

O presidente da Ucrânia exortou o mundo a unir-se contra a “indiferença” e o “ódio” por ocasião do dia da memória do Holocausto, que comemora a libertação do campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau – construído pela Alemanha nazi na Polónia – pelo Exército Vermelho. “Hoje, como sempre, a Ucrânia honra a memória de milhões de vítimas do Holocausto.

Sabemos e recordamos que a indiferença mata juntamente com o ódio”, disse Volodymyr Zelensky, que tem ascendência judaica, numa declaração em vídeo.

O líder ucraniano não misturou a data com a guerra no seu país, ao contrário do homólogo russo. Putin repetiu a alegação de que neonazis estão a cometer crimes na Ucrânia, uma das suas justificações para escalar a guerra por procuração iniciada em 2014 para a invasão, em Fevereiro do ano passado. “Isto é evidenciado pelos crimes contra civis, limpeza étnica e acções punitivas organizadas por neonazis na Ucrânia.

É contra esse mal que os nossos soldados combatem corajosamente”, disse Putin numa declaração em que ainda fez um apelo à memória: “Esquecer as lições da história leva à repetição de tragédias terríveis.”

No 78.º aniversário da libertação de Auschwitz pelos militares soviéticos, Putin advertiu ainda que “qualquer tentativa de rever as contribuições” da Rússia para a “Grande Vitória equivalem na realidade a justificar os crimes do nazismo e a abrir o caminho para o renascimento da sua ideologia mortífera”.

A política do regime de Putin em exaltar os feitos da União Soviética ganhou novas dimensões com o início da “operação militar especial”, com Moscovo a apelar ao orgulho patriótico e a não perder qualquer oportunidade para pintar os órgãos eleitos em Kiev como ilegítimos e criminosos.

Nesse contexto, chegou a dizer que a população do Donbass, no leste do país, estava a ser vítima de um genocídio por ser russófona. E ao lançar a invasão em Fevereiro disse que um dos objectivos era a “desnazificação” da Ucrânia.

Em Moscovo, a ausência da cerimónia em Auschwitz é vista como uma “humilhação” pelo rabino-chefe.

A data foi comemorada no antigo campo de extermínio com a presença de políticos polacos, o embaixador dos Estados Unidos em Varsóvia e o marido da vice-presidente Kamala Harris, Douglas Emhoff, além de sobreviventes e familiares.

No entanto, devido à ofensiva na Ucrânia, o Museu de Auschwitz não convidou representantes russos para a cerimónia. “A Rússia vai precisar de uma auto-avaliação extremamente longa e muito profunda após este conflito a fim de poder regressar às reuniões do mundo civilizado”, disse à AFP o porta-voz do museu Piotr Sawicki.

Também a essa agência, o rabino-chefe da Rússia, Berel Lazar, que na véspera fora recebido por Putin, mostrou-se indignado. “Isto é claramente uma humilhação porque conhecemos e recordamos perfeitamente o papel do Exército Vermelho na libertação de Auschwitz e na vitória sobre o nazismo. Estes jogos políticos não têm lugar no dia do Holocausto”, criticou Lazar.

O Exército Vermelho era composto por uma maioria de soldados russos, mas também das outras nacionalidades. A contribuição dos ucranianos é estimada entre 4,5 milhões e 7 milhões de militares entre um total de 34 milhões durante a Grande Guerra Patriótica, o nome dado por Moscovo à Segunda Guerra Mundial.

De visita à Roménia depois de ter estado na Ucrânia e na Moldávia, a ministra dos Negócios Estrangeiros francesa resumiu a posição europeia às declarações de Putin. “É uma provocação indigna num dia como o de hoje”, comentou Catherine Colonna.

Ataque antes dos reforços

No terreno, as forças russas estão a intensificar as operações ofensivas em particular na região de Donetsk, onde continua a tentativa de assalto a Bakhmut, e agora também a Vuhledar, a sul.

Na sua mensagem diária, Zelensky reconheceu a situação “extremamente grave” em Donetsk, tendo dito ainda que as forças russas não estavam apenas a atacar as posições ucranianas, mas também a destruir as cidades e aldeias à sua volta.

Segundo o analista militar britânico Sean Bell, em comentários à Sky News, a Rússia procura “ganhar alguma dinâmica”antes de os tanques ocidentais estarem ao serviço de Kiev.

A este propósito, o primeiro-ministro polaco Mateusz Morawiecki disse que o seu país vai enviar 60 tanques adicionais aos 14 Leopard 2 já anunciados.

Os parceiros tinham comprometido no envio de pelo menos 105 tanques, número que já foi excedido, mas que está muito aquém dos “300 a 500 que a Ucrânia precisa agora”, segundo uma avaliação de Zelensky em entrevista à Sky.

cesar.avo@dn.pt

Diário de Notícias
César Avó
27 Janeiro 2023 — 22:41



 

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