254: Grupo de especialistas da ONU pede à Rússia para travar escalada de repressão

 

– Não se pode dialogar com Bestas, estas naturais do Leste, porque as Bestas não possuem sentimentos, inteligência, humanismo. A finalidade destas Bestas russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺, a competirem em igualdade de circunstâncias com as Bestas nazis alemãs de Adolf Hitler, são destruir, assassinar, ocupar indiscriminadamente, sem olhar a mais nada que não seja a sua ambição desmedida e psicopata de terroristas assassinos imperialistas nazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺. Esta horda terrorista e assassina russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺, desconhece completamente qualquer forma de diálogo para o acto que programou e executou, ao invadir um país soberano, ao arrepio do Direito Internacional e da Carta das Nações Unidas, do qual faz parte com direito a veto! E depois existem os fantoches amestrados que transmitem a voz do fantoche-mor, na expectativa de culparem os outros, o tal Ocidente que está em guerra com a rússianazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺, quando estão a ver o filme ao contrário. Para estas Bestas do Leste, não existe Direito Internacional, Carta das Nações Unidas e as únicas leis que esta horda conhece são as que o putinofantoche-mor aplica ao arrepio de qualquer acto de respeito pela Liberdade de Expressão e pelo Direito à Oposição, à Democracia. Gostava de entender porque este Estado terrorista e assassino continua a fazer parte da ONU e do Conselho de Segurança. Simples falta de 🍅🍅 para serem EXPULSOS!

🇺🇳 ONU // RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 // ESCALADA DE REPRESSÃO

Especialistas dizem que “escalada de repressão da sociedade civil” ​​​​​​​russa põe em risco as liberdades de expressão, de reunião pacífica e associação naquele país.

Um grupo de especialistas das Nações Unidas pediu esta sexta-feira às autoridades da Rússia para travarem a “escalada de repressão da sociedade civil” ​​​​​​​russa, que põe em risco as liberdades de expressão, de reunião pacífica e associação naquele país.

Os especialistas da ONU exortaram também a Rússia a acabar com as perseguições judiciais e o clima de intimidação contra organizações da sociedade civil, defensores de direitos humanos e comunicação social.

Num comunicado divulgado esta sexta-feira, o grupo de relatores pediu ainda ao Governo russo que deixe de se referir a esses grupos como “agentes estrangeiros”, termo que tem uma conotação negativa e remete à era soviética, sugerindo espionagem.

A Presidência russa (Kremlin) ordenou esta semana o encerramento de uma das principais e mais antigas organizações de direitos humanos da Rússia, o Moscow Helsinki Group.

Esta organização não-governamental (ONG) foi fundada em maio de 1976 para monitorizar o cumprimento soviético dos Acordos de Helsínquia e relatar ao Ocidente as violações dos direitos humanos na União Soviética (URSS).

O julgamento contra a conhecida ONG começou na quarta-feira e a leitura da sentença realizou-se apenas seis horas depois do início da audiência.

Nos últimos meses, outras associações como a Memorial International, vencedora do Prémio Nobel da Paz em 2022, foram dissolvidas de forma semelhante.

Na opinião dos especialistas das Nações Unidas, “a decisão de ordenar a dissolução do Moscow Helsinki Group mostra que as autoridades russas continuam a violar as obrigações impostas pelo direito internacional” e a “fomentar um clima de medo” no país.

Entre os signatários da declaração apresentada esta sexta-feira contam-se o relator para os direitos à liberdade de associação e de reunião, Clément Nyaletsossi, a relatora para os direitos à liberdade de opinião e expressão, Irene Khan, e a relatora para a situação dos defensores dos direitos humanos, Mary Lawlor.

Diário de Notícias
DN/Lusa
27 Janeiro 2023 — 17:21



 

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144: Kissinger defende integração da Ucrânia na NATO

 

– Agora já vai tarde! A adesão a ter acontecido deveria ter sido logo no início da invasão dos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 terroristas sociopatas putinofantoches! O Ocidente acagaçou-se com uma rússianazi miserável e terrorista!

🇺🇸 EUA // KISSINGER // 🇺🇦 UCRÂNIA // Flag of NATO.svg NATO

“Agora, a ideia de uma Ucrânia neutra já não tem significado”, defendeu antigo conselheiro de Segurança Nacional dos EUA.

Kissinger, com 99 anos, participou no Fórum Económico Mundial por videoconferência.
© EPA/GIAN EHRENZELLER

Henry Kissinger, antigo conselheiro de Segurança Nacional e antigo chefe da diplomacia dos Estados Unidos, defendeu esta terça-feira que a guerra acabou completamente com a ideia da Ucrânia como país neutro e que agora o melhor seria entrar na NATO.

Figura mítica das relações internacionais, Kissinger, de 99 anos, fez uma análise da situação geopolítica para os participantes no Fórum Económico Mundial de Davos, na Suíça, embora de forma virtual, devido a dificuldades de deslocação relacionadas com a idade avançada.

O facto de ser por videoconferência não dissuadiu uma grande quantidade de participantes de formar uma longa fila para conseguir um lugar na sala onde foi transmitida a sua intervenção e onde se encontrava o politólogo norte-americano Graham Allison, que fez o papel de moderador.

Kissinger sustentou que antes da invasão russa, a 24 de Fevereiro de 2022, discordava da entrada da Ucrânia na NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental), mas que “agora, a ideia de uma Ucrânia neutra já não tem significado” e que a Aliança Atlântica deveria oferecer ao país algum tipo de garantia de segurança.

“A entrada da Ucrânia na NATO é um resultado apropriado” à situação actual, sublinhou.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro do ano passado pela Rússia na Ucrânia causou até agora a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,9 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra, que hoje entrou no seu 328.º dia, 7.031 civis mortos e 11.327 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
17 Janeiro 2023 — 21:01



 

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133: Guterres condena ataque e Kiev inicia operação de charme em Davos

 

– O que é preciso mais para classificar TODOS os ataques, bombardeamentos, assassínios de civis de todas as idades, destruição de infra-estruturas de electricidade, gás e água, escolas, maternidades, hospitais, supermercados, etc., como CRIMES DE GUERRA praticados pelos putinofantoches terroristas russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺? Que a Ucrânia fique reduzida a pó? Que os seus habitantes sejam dizimados? Que esses animais, autênticas Bestas do Leste, possam continuar a bombardear, assassinar, destruir, sem que ninguém mexa uma palha para acabar com este GENOCÍDIO? Tristes figuras fazem estes dirigentes do “Ocidente” neste espectáculo dantesco de morte e destruição! Mais vale darem um abraço ao russonazi terrorista putinofantoche 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 e entregar-lhe a Ucrânia! Topa-se que a destruição mostrada na imagem abaixo é de alvos militares!  “”As forças armadas russas não atingem edifícios residenciais ou infra-estruturas sociais. Atacam alvos militares”, disse o animal russonazi terrorista assassino 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 , porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.”

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦

🇺🇳 ONU // HIPOCRISIA // CINISMO

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Secretário-geral da ONU aponta para possível crime de guerra em Dnipro. Moscovo rejeita qualquer responsabilidade.

O número de mortes do míssil russo em Dnipro ascende a 40.
© VITALII MATOKHA/AFP

O secretário-geral da ONU condenou o ataque com mísseis russos a um edifício de apartamentos na cidade ucraniana de Dnipro, que causou pelo menos 40 mortos, como um possível crime de guerra.

Enquanto o Kremlin rejeita a autoria do mesmo, Kiev prepara uma operação de charme na cimeira de Davos, com o objectivo de conseguir o maior apoio possível para o esforço de guerra.

“Um ataque atingiu um edifício residencial em Dnipro no sábado à noite, num dos ataques mais mortíferos na Ucrânia desde o início da invasão russa em Fevereiro passado”, disse Stephanie Tremblay, porta-voz de António Guterres.

“O secretário-geral condenou este ataque, dizendo que este era mais um exemplo de suspeita de violação das leis da guerra”, prosseguiu. Tremblay disse ainda que a coordenadora das Nações Unidas na Ucrânia, Denise Brown, “apelou a uma investigação eficaz dos suspeitos de crimes de guerra e à adequada acusação dos suspeitos” do ataque em Dnipro que conta com três crianças entre as vítimas mortais e 29 desaparecidos.

Moscovo rejeitou qualquer responsabilidade, tendo insinuado que foram os sistemas de defesa aérea ucranianos a causar o desastre, dando gás a uma teoria sem provas que circula nas redes sociais. “As forças armadas russas não atingem edifícios residenciais ou infra-estruturas sociais. Atacam alvos militares”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.

Uma equipa de ministros e funcionários ucranianos chefiados pela primeira-dama Olena Zelenska deslocou-se ao Fórum Económico Mundial na cidade suíça de Davos para fazer pressão no sentido de uma maior ajuda ocidental e entrega de armas com características diferentes das que Kiev possui.

“É por isso que estou aqui”, disse o presidente da câmara da capital ucraniana Vitali Klitschko quando questionado sobre a necessidade de mais ajuda. “É por isso que é muito importante falar directamente. É muito importante ter uma ligação pessoal”.

A invasão russa da Ucrânia é um dos maiores temas da cimeira deste ano, que arrancou formalmente na segunda-feira à noite. A reunião anual de Davos, nos Alpes suíços, reúne centenas de chefes de governo, ministros e milhares de líderes empresariais, com a presença amanhã do secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg.

Zelenska vai falar esta terça-feira numa das sessões de abertura, enquanto o seu marido Volodymyr Zelensky vai comunicar por videoconferência em eventos à margem do fórum na quarta-feira e na quinta-feira.

Davos precede a importante reunião dos aliados, na sexta-feira, na base de Ramstein, Alemanha, sobre mais meios a disponibilizar à Ucrânia e a sua coordenação.

Diário de Notícias
DN/AFP
17 Janeiro 2023 — 00:11



 

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