Lavrov acusa ocidente de querer impor “solução final” à Rússia

 

– Este, é outro putinofantoche russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 que ainda não percebeu ou faz-de-conta que não percebe nada do que o “patrão” fez e continua a fazer em ordem à invasão da Ucrânia, um país soberano que apenas ele (país) e o seu Povo podem e devem decidir do seu caminho e destino a seguir! Foi a rússianazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 que invadiu a Ucrânia, não foi a Ucrânia que invadiu a rússianazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺! Foi e continua a ser a rússianazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 que assassina milhares de civis desde crianças a idosos! Foi e continua a ser a rússianazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 que bombardeia alvos civis e destrói escolas, maternidades, hospitais, residências civis, infra-estruturas de electricidade, gás e água a fim de MATAR o povo ucraniano! E vem este sociopata putinofantoche acusar o Ocidente de estar a confrontar a rússianazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺? O Ocidente apenas está a ajudar a Ucrânia a defender-se de um invasor assassino e terrorista, apoiado por mercenários pró-russosnazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺! O tentar comparar o genocídio nazi-alemão do povo russo, com o apoio do Ocidente à Ucrânia, pode ser invertido no genocídio nazi-russo à Ucrânia! Todo o restante palavreado são meras fakenews para consumo interno dos russos que ainda acreditam nestes nazis! Aliás, países com regimes de partido único, de ditaduras repressivas, NUNCA poderiam ser aceites na ONU e muito menos com direito a VETO, sob pena de esta organização estar implicitamente de acordo com esses regimes terroristas.

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO PÁRIA, TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, GENOCIDA, VIOLADOR 🇷🇺

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦,
NÃO É DOS RUSSONAZIS
🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

O ministro dos Negócios Estrangeiros russo considera que o ocidente quer impor uma estratégia semelhante à imposta pelo regime nazi para exterminar os judeus.

O chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, acusou esta quarta-feira o ocidente em geral e os Estados Unidos em particular de pretenderem impor uma “solução final” à Rússia, comparável à imposta pelo regime nazi para exterminar os judeus.

“À semelhança de Napoleão que mobilizou quase toda a Europa contra o Império russo, como Hitler mobilizou e conquistou a maioria dos países europeus para os lançar contra a União Soviética, hoje os Estados Unidos promoveram uma coligação” contra Moscovo, declarou Lavrov no decurso da sua conferência de início do ano, onde efectuou um balanço do ano findo e assinalou os objectivos para 2023.

Para o ministro russo, cujo país invadiu a Ucrânia há cerca de um ano depois de ter anexado a península da Crimeia em 2014, o objectivo ocidental é semelhante: “A mesma ‘solução final’ para a questão russa. Tal como Hitler pretendia resolver a questão judia, agora os dirigentes ocidentais (…) dizem sem ambiguidade que a Rússia deve registar uma derrota estratégica”, acrescentou.

O ministro dos Negócios Estrangeiros russo insistiu que a coligação “fomentada pelos norte-americanos com praticamente todos os países europeus, que formam parte da NATO e da União Europeia, promove uma guerra” contra a Rússia “com o mesmo objectivo, a solução definitiva da questão russa”.

Assegurou ainda que “esta guerra vai terminar algum dia” e que a Rússia “defenderá a sua verdade”, para assinalar que os futuros desenvolvimentos dependerão “das conclusões que a Europa extrair”.

Neste contexto, Lavrov também reafirmou que Moscovo está disposto a analisar qualquer “proposta séria” de negociações proveniente do ocidente para resolver o conflito ucraniano.

“Ainda não vimos uma proposta séria, mas estaremos prontos a estudá-las e tomar decisões”, prosseguiu, apesar de excluir qualquer diálogo com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

“Entendemos o pensamento nas capitais ocidentais segundo o qual ‘não podemos falar da Ucrânia sem a Ucrânia’ (…) mas de qualquer forma é o ocidente quem decide”, sublinhou.

Em paralelo, Lavrov considerou “absurdo” o plano de paz de dez pontos apresentado pelo Presidente ucraniano na cimeira do G20 em Novembro passado, que também exige a retirada das tropas russas e a recuperação da integridade territorial da Ucrânia.

“Eles [os ocidentais] proibiram Zelensky de chegar a um acordo com a Rússia em finais de Março quando o acordo estava quase preparado. O ocidente decidiu que ainda não era o momento e agora também dizem que é necessário entregar mais armas, esgotar mais a Federação russa”, disse.

“Assim, esse palavreado do ocidente de que estão dispostos [a negociar] não é mais que mentiras”, considerou.

A Rússia, afirmou ainda, marcou presença com a Ucrânia em Istambul em Março de 2022 e estava disposta a chegar a um acordo sobre garantias de segurança para a Ucrânia através do respeito do seu estatuto neutral, a renúncia do país è sua aspiração expressa na Constituição de se converter num membro da NATO.

“A Ucrânia recebeu instruções de que era demasiado cedo para o fazer”, alegou Lavrov.

“A nossa posição é bem conhecida, mas falar com ocidente apenas sobre a Ucrânia não teria sentido. O ocidente utiliza a Ucrânia para destruir o sistema de segurança euro-atlântico que se baseava no princípio do consenso, a segurança indivisível e a resolução dos problemas mediante a cooperação e o diálogo”, frisou.

E reafirmou que a Rússia tem “objectivos concretos e não imaginários” na guerra da Ucrânia, determinados por “interesses fundamentais da segurança do país”.

“Na Ucrânia, à semelhança de qualquer outro território fronteiriço com a Rússia, não devem existir infra-estruturas militares que representem uma ameaça directa”, reiterou.

Desta forma, o responsável pela diplomacia russa voltou ainda a exigir a retirada de toda a “infra-estrutura militar” existente na Ucrânia e os países fronteiriços e que “ameaçam directamente” Moscovo, e ainda o fim das “discriminações” contra as populações russófonas da Ucrânia.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro de 2022 pela Rússia na Ucrânia causou até agora a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,9 milhões para países europeus –, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia — foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

Relações Moscovo-Pequim “atravessam o melhor momento da história”

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, disse que as relações de Moscovo com a China atravessam “o melhor momento da sua história”, apesar de alegadas tentativas do ocidente em distanciar os dois países.

“Perguntam-nos se temos provas de que o ocidente tenta de alguma forma gerar discórdias nas nossas relações. Não é sequer necessário procurar essas provas porque são de acesso livre”, afirmou o chefe da diplomacia russa no decurso da sua conferência de início do ano onde efectuou um balanço do ano findo e assinalou os objectivos para 2023.

Lavrov proclamou que estão votadas ao fracasso as aspirações do ocidente de vencer a Rússia na Ucrânia e, em consequência, “permitir” que Moscovo se torne num aliado na sua luta contra a China.

“As nossas relações com a República Popular da China atravessam o melhor momento da sua história”, disse.

O ministro dos Negócios Estrangeiros russo recordou que os presidentes da Rússia e da China, Vladimir Putin e Xi Jinping, assinalaram os termos desta relação em Fevereiro de 2022, quanto o líder russo visitou o seu vizinho asiático.

“Recordam como em dado momento os nossos amigos chineses descreveram esta relação, ao indicaram que não é uma aliança, não é uma união, mas em muitos sentidos é muito mais que uma união”, disse.

O chefe da diplomacia russa assinalou que “as estratégias aprovadas pelos Estados Unidos, as doutrinas de segurança e as declarações conjuntas da NATO e da UE mencionam quer a Rússia quer a China”.

“Um pequeno detalhe: a nós consideram-nos uma ameaça imediata que é necessário acabar de imediato, enquanto consideram a China um desafio a longo prazo, o mais importante e grave, de carácter sistémico”, acrescentou.

O ministro dos Negócios Estrangeiros russo assinalou que os Estados Unidos “não conseguem apenas com as suas próprias forças” impor o objectivo de dominação global e a contenção da Rússia e da China, “e por isso o que agora fazem é uma mobilização parcial, ou mesmo total, do ocidente”.

“É mais uma confirmação de que compreendem estar a perder as suas forças para enfrentar a tendência objectiva e histórica da emergência de um mundo multipolar”, argumentou.

Por esse motivo, adiantou que o ocidente continuará a procurar situações destinadas a irritar Pequim.

“A China compreende perfeitamente a doutrina ocidental de ‘primeiro a Rússia e depois a China’ e sabe que não é uma invenção”, disse, após recordar que no ocidente “já marcaram as suas posições em relação a Taiwan, totalmente inaceitáveis para a China e para o direito internacional”.

Lavrov indicou que o ocidente “procura novas possibilidades concretas para “irritar” a China também no Tibete, em Xinjiang, em Hong Kong, e por isso a China percebe que continuar a fazer parte do sistema ocidental, depender totalmente do ocidente, representa riscos muito graves”.

Em simultâneo, e no decurso da conferência de imprensa anual, Lavrov também sublinhou que as relações entre a Rússia e os países da América Latina estão no auge e que Moscovo valoriza a história bilateral com muitos Estados e a sua solidariedade em iniciativas internacionais.

“As relações com a América Latina estão no auge. Criámos mecanismos de coordenação de orientações”, disse Lavrov, numa referência particular à interacção no formato Rússia-CELAC, a comunidade de Estados latino-americanos e caribenhos.

Nesse sentido, acrescentou que representantes de Moscovo e de quatro países desta comunidade se reuniram por diversas ocasiões no passado, apesar de o surto da pandemia de covid-19 ter prejudicado esse fluxo.

“Renovaremos em breve essa cooperação”, prometeu.

O chefe da diplomacia russa sublinhou ainda que na região latino-americana existem países com que a Rússia coopera “há muito tempo”.

Em particular, destacou os laços com Cuba, Venezuela e Nicarágua, e acrescentou que Moscovo valoriza as relações bilaterais com esses e outros países e a sua solidariedade nos fóruns internacionais.

“Argentina, México, Bolívia, Peru… estamos interessados em cooperar”, prosseguiu o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, ao destacar que as exportações para a América Latina aumentaram 10% em 2022.

Diário de Notícias
DN/Lusa
18 Janeiro 2023 — 14:56

 



 

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