736: Responsável pelo grupo Wagner nega envolvimento em execução brutal

“… “Os funcionários da Wagner distinguem-se pela sua excelente disciplina e estrita adesão aos padrões internacionais e regras de comportamento social globalmente aceites”, acrescenta o chefe desta organização conhecida pelos seus métodos violentos.” 🙂

A cartilha destes russonazis ☠️卐☠️ é igual em todo o lado, seja no Kremlin, seja na horda de mercenários assassinos que servem o ayatollah terrorista russonazi putineiro.

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RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /GRUPO WAGNER/ASSASSINOS

O caso começou com a publicação de um vídeo, transmitido por contas Wagner nas redes sociais próximas do grupo de mercenários, de um homem acusado de ter-se rendido às forças ucranianas antes de ser recapturado pelos russos.

Vladimir Putin e Evgueni Prigozhin, empresário que fundou o Grupo Wagner
© Alexey DRUZHININ / SPUTNIK / AFP

O responsável pelo grupo russo de mercenários Wagner negou esta terça-feira qualquer envolvimento na execução brutal de um suposto membro da sua organização acusado de deserção na Ucrânia, depois de ter saudado a morte do homem.

O caso começou com a publicação de um vídeo, transmitido por contas Wagner nas redes sociais próximas do grupo de mercenários, de um homem acusado de ter-se rendido às forças ucranianas antes de ser recapturado pelos russos.

Vê-se o homem, que se apresenta como Evgueni Nuzhin, ser morto de forma particularmente brutal, com o crânio golpeado com uma marreta.

Numa primeira mensagem publicada no domingo, o líder do grupo Wagner, Evgueni Prigozhin, empresário próximo ao Kremlin, elogiou o “trabalho magnífico”, qualificando o homem morto como “um cão”.

Posteriormente, num comunicado de imprensa publicado esta terça-feira, Prigozhin nega qualquer envolvimento do seu grupo na execução e aponta os serviços secretos norte-americanos como responsáveis, sem fundamentar as suas acusações.

“É da responsabilidade dos serviços de informação dos Estados Unidos, que sequestram pessoas, incluindo cidadãos russos, em todo o mundo”, disse Prigozhin, pedindo aos procuradores russos que abram uma investigação.

“Os funcionários da Wagner distinguem-se pela sua excelente disciplina e estrita adesão aos padrões internacionais e regras de comportamento social globalmente aceites”, acrescenta o chefe desta organização conhecida pelos seus métodos violentos.

A organização não-governamental (ONG) russa Gulagu.net, especializada na defesa de detidos, afirmou que Evgueni Nuzhin era um preso que tinha sido recrutado num estabelecimento prisional russo para lutar na Ucrânia.

Evgueni Prigozhin é acusado de ter visitado prisões na Rússia para recrutar presos, em troca de penas reduzidas.

Desde 2014, o grupo Wagner é acusado de servir aos interesses do regime do Presidente russo, Vladimir Putin, e de cometer abusos em várias zonas de conflito, incluindo a Síria e em países africanos.

O jornal de investigação russo Novaya Gazeta publicou, com suporte de vídeo, que os homens de Wagner espancaram um prisioneiro na Síria com marretas em 2017, para depois o decapitar e queimar.

Em Setembro, Evgueni Prigozhin, de 61 anos, admitiu ter fundado a Wagner após anos negando o facto.

Na semana passada, o empresário russo também se gabou de ter realizado operações de influência eleitoral nos Estados Unidos.

Diário de Notícias
DN/Lusa
15 Novembro 2022 — 10:35



 

735: Ucrânia: Rússia acusada de enviar prisioneiros africanos para a frente de combate

– Os russonazis ☠️卐☠️ estão à rasca com homens, equipamentos, armas e munições, depois enviam a carne para canhão que não pertencem à raça deles para combaterem sem possuírem treino de combate.

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RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /AFRICANOS/CARNE PARA CANHÃO

Zâmbia anunciou a morte de um dos seus cidadãos, Lemekhani Nathan Nyirenda, de 23 anos, “que morreu em 22 de setembro de 2022 na Ucrânia”, enquanto deveria estar preso numa prisão na Rússia.

© Olga MALTSEVA / AFP

A Ucrânia acusou esta terça-feira a Rússia de enviar prisioneiros africanos no país para a frente de guerra, após um estudante zambiano morrer em combate, enquanto alegadamente cumpria pena numa prisão perto da capital russa.

“Putin está a enviar cidadãos africanos presos na Rússia para a guerra na Ucrânia”, denunciou na rede social Twitter o porta-voz da diplomacia ucraniana, Oleg Nikolenko.

Na segunda-feira, a Zâmbia anunciou a morte de um dos seus cidadãos, Lemekhani Nathan Nyirenda, de 23 anos, “que morreu em 22 de Setembro de 2022 na Ucrânia”, enquanto deveria estar preso numa prisão na Rússia.

A Zâmbia disse que pediu à Rússia uma explicação “sobre as circunstâncias em que um cidadão zambiano, que cumpria pena de prisão em Moscovo, poderia ter sido recrutado para lutar na Ucrânia e ter perdido a vida”.

“Estamos no processo de esclarecer essa questão (…), claro, esclarecendo todas as circunstâncias”, afirmou o vice-chanceler russo, Mikhail Bogdanov, segundo a agência de notícias estatal Ria Novosti.

“Os africanos não devem morrer pelas ambições imperiais doentias de Putin”, frisou Nikolenko, na terça-feira.

O chefe do grupo paramilitar Wagner, Yevgueni Prigojine, com fama de ser próximo de Vladimir Putin, é acusado pela Ucrânia de enviar milhares de combatentes recrutados directamente das prisões russas para a frente de combate, contra promessas de um grande salário e um perdão.

Lemekhani Nathan Nyirenda foi considerado culpado de violar a lei russa em Abril de 2020, de acordo com o Governo da Zâmbia, que não deu mais detalhes na segunda-feira sobre o caso.

Este estudante de engenharia nuclear foi condenado a nove anos e seis meses de prisão e estava a cumprir a pena numa prisão de segurança média nos arredores de Moscovo.

Muitos prisioneiros de guerra capturados pelas forças russas e ucranianas, como parte do conflito na Ucrânia, estão a ser submetidos a tortura e maus-tratos, incluindo choques eléctricos, alertou esta terça-feira a Organização das Nações Unidas.

Diário de Notícias
DN/Lusa
15 Novembro 2022 — 13:32