Bielorrússia fala em “situação complexa” com forças nos países vizinhos

 

– Estes montesdemerda 💩💩💩 russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 podem fazer o que muito bem entenderem mas acusam os outros (inimigos) se fizerem o mesmo que eles! FDS!!! 🖕 🖕

… Moscovo e Minsk decidiram formar uma força regional conjunta e a Rússia enviou mais tropas para a Bielorrússia recentemente, mas disse que participam apenas em exercícios militares regulares.

Os putinofantoches também afirmaram o ano passado que não iriam invadir a Ucrânia! Mas ainda existe gente que acredita nestes terroristas assassinos?

🇧🇾 BIELORRÚSSIA // 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 RUSSONAZIS //
🇺🇦 UCRÂNIA

O Presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, alertou hoje para uma “situação complexa” na fronteira do país, com a concentração de cerca de 23.500 militares da Ucrânia e de Estados-membros da União Europeia (UE).

“A peculiaridade deste ano é que, como nunca antes, a situação em torno da Bielorrússia é complexa”, disse Lukashenko durante uma reunião com representantes do Conselho de Segurança, do exército e do Serviço de Guarda de Fronteiras (SBC) do país, citado pela agência oficial Belta.

Lukashenko, o principal aliado da Rússia na guerra na Ucrânia, disse que a protecção da fronteira bielorrussa envolve também a “polícia e as autoridades locais”, além de uma força própria, segundo a agência espanhola EFE.

Referiu ainda o apoio dado por unidades das forças armadas, depois de ter ouvido um relatório do presidente do Comité de Fronteiras do Estado, tenente-general Anatoli Lappo, sobre a situação fronteiriça.

“As formações militares mais numerosas estão concentradas na Ucrânia, 17.200, e na Polónia, 3.700”, disse o SBC no relatório, segundo o portal “SB Bielorus Today”, citado pela agência russa TASS.

O comité fronteiriço referiu que os países vizinhos continuam a construir uma “cortina de ferro” ao longo da fronteira bielorrussa, “não só a partir de estruturas e barreiras de engenharia estacionárias, mas também de campos minados no sul”.

A Bielorrússia tem uma fronteira de cerca de 3.600 quilómetros (km) de extensão que partilha com cinco países: Rússia (1.312 km), Ucrânia (1.111 km), Lituânia (640 km), Polónia (375 km) e Letónia (161 km).

O SBC disse que “mais de 980 km de barreiras de engenharia de vários tipos foram erguidos” desde 01 de Janeiro, dos quais 553 km pela Lituânia, 202 km pela Polónia, 141 km pela Ucrânia e 86 km pela Letónia.

Polónia, Letónia e Lituânia são membros da UE e da NATO (sigla em inglês da Organização do Tratado do Atlântico Norte), organizações a que a Ucrânia pediu a adesão.

A possibilidade de a Ucrânia aderir à NATO foi uma das razões citadas pela Rússia para ter invadido o país, exactamente há 11 meses.

A força fronteiriça informou também Lukashenko de que o território bielorrusso tem sido alvo de reconhecimento aéreo por ‘drones’ (aeronaves não tripuladas), com o registo de 463 voos desde a invasão da Ucrânia.

Num encontro que manteve em Minsk com o chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, na quinta-feira, Lukashenko acusou o Ocidente de tentar utilizar a Ucrânia contra a Bielorrússia e disse estar “agradavelmente surpreendido” com a resistência de Kiev a essas pressões.

“Conhece as intenções dos nossos vizinhos ocidentais, não apenas as da Ucrânia. Eles estão a tentar usar a Ucrânia contra a Bielorrússia”, disse a Lavrov, segundo uma transcrição disponibilizada no ‘site’ da Presidência bielorrussa.

“Mas o que me surpreende, e surpreende agradavelmente, é que a Ucrânia tem conseguido resistir até agora. Ainda não se envolveu em provocações contra a Bielorrússia, embora seja activamente encorajada pelos nossos vizinhos ocidentais”, acrescentou.

A Ucrânia tem manifestado o receio de que a Rússia use a Bielorrússia para atacar o país pelo norte.

Moscovo e Minsk decidiram formar uma força regional conjunta e a Rússia enviou mais tropas para a Bielorrússia recentemente, mas disse que participam apenas em exercícios militares regulares.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
23/01/23 13:27
por Lusa



 

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145: Putin ressalta importância do reconhecimento do genocídio soviético na invasão nazi

 

– Um sociopata demente mental nazi em estado terminal, a falar do genocídio nazi sobre o povo soviético. Estes russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 nem possuem a mínima noção do que dizem e vomitam a toda a hora! O que chamar ao genocídio do povo Ucraniano pela invasão do seu país pelos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 putinofantoches? O que chamar à destruição das infra-estruturas de electricidade, gás e água pelos bombardeamentos dos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 putinofantoches? O que chamar aos bombardeamentos cobardes de residências civis, supermercados, escolas, lares, maternidades, etc. pelos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 putinofantoches? O que chamar à tortura e ao assassínio premeditado e programado de civis de todas as idades desde crianças a idosos pelos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 putinofantoches? O QUE CHAMAR A TODOS  ESTES FILHOS DA PUTINA 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 merdosos? Este putinofantoche pretende ressuscitar a “glória” do império da antiga URSS, embora muitas das ex-repúblicas “socialistas” soviéticas sejam hoje países independentes e soberanos como a Ucrânia. O partido nazi alemão do Adolfo Hitler também se designava de “socialista”: (Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães – Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei). Não difere absolutamente nada do regime nazi soviético de partido único e ditadura terrorista! Este animal, esta Besta do Leste, está completamente louco ao mencionar o genocídio nazi alemão contra o povo soviético quando está a fazer o mesmo ao povo ucraniano!

🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 RUSSONAZIS // URSS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 // PUTINOFANTOCHE 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 // ANEDOTAS

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“O reconhecimento do genocídio cometido contra a população civil da União Soviética é extraordinariamente importante”, disse Vladimir Putin.

O Presidente da Rússia ressaltou esta quarta-feira a importância do reconhecimento do genocídio da população soviética durante a invasão nazi, nas celebrações do 80.º aniversário do fim do cerco a Leninegrado, que provocou mais de um milhão de mortos.

“O reconhecimento do genocídio cometido contra a população civil da União Soviética é extraordinariamente importante”, disse Vladimir Putin em São Petersburgo (que na Segunda Guerra Mundial se chamava Leninegrado) diante de veteranos de guerra e de representantes de organizações patrióticas, citado pela agência oficial de notícias TASS.

Putin recordou que o Tribunal Militar Internacional de Nuremberga, que julgou criminosos de guerra nazis, abordou esta questão “em geral”, mas que, depois, “nem sequer foi possível apresentar ou examinar provas desse genocídio”.

“Recentemente, na ONU, um documento condenando a ‘heroização’ do nazismo foi colocado a votação e 50 países votaram contra. Quem pode opor-se ao reconhecimento da ‘heroização’ do nazismo como criminosa?”, perguntou o Presidente russo.

“Isto não é apenas amnésia”, acrescentou o líder do Kremlin, argumentando que se trata de “transferir a pressão política para a Rússia”.

“Para quê? Para manter uma frente comum de pressão contra o nosso país a partir da actual conjuntura política. Neste sentido, infelizmente pouco está a mudar. E isto significa que temos de defender consistentemente a verdade histórica”, sublinhou o Presidente russo.

Putin lembrou que, no cerco a Leninegrado, de 08 de Setembro de 1941 a 27 de Janeiro de 1944, “muitos países europeus participaram e cometeram crimes militares”.

“Nunca falamos deles antes por causa de uma certa tolerância e para não estragar o clima das relações com muitos países”, acrescentou, indicando, porém, que o mesmo cenário ocorreu noutras frentes, como com a “Divisão Azul” (espanhola) em Estalinegrado, que marcou um ponto de viragem na Segunda Guerra Mundial, em que as tropas alemãs sofreram um forte revés na campanha militar.

“Em todo o caso, aqui, na frente de Leninegrado, durante o bloqueio, houve participantes de muitos países “, acrescentou.

Ao início da manhã, o Presidente russo iniciou os actos comemorativos da ruptura do bloqueio de Leninegrado com a deposição de uma coroa de flores no memorial de guerra na chamada “Praça Neva”, nas margens do rio homónimo, onde o seu pai lutou.

Putin colocou um buquê de flores vermelhas com uma fita de luto preta, permaneceu em silêncio e curvou-se diante do monumento, após o que seguiu para São Petersburgo para participar noutros eventos comemorativos alusivos à data.

Como o próprio Putin relatou em várias ocasiões, o seu pai, também Vladimir, lutou na “Praça Neva”, onde foi gravemente ferido e salvo por um companheiro.

A mãe permaneceu em Leninegrado durante todo o cerco à cidade, de 08 de Setembro de 1941 a 27 de Janeiro de 1944, em que morreu mais de um milhão de pessoas, incluindo o irmão mais velho de Putin, Viktor, vítima de difteria dez anos antes de nascer o Presidente russo.

Cerca de 20 mil pessoas tombaram em defesa da cidade e outras 10 mil morreram sob as bombas, mas foi a fome e o inverno, com temperaturas de 40 graus abaixo de zero, que mais estragos causaram entre os habitantes.

Embora o levantamento total do bloqueio tenha ocorrido a 27 de Janeiro de 1944, as tropas soviéticas juntaram-se por terra 11 dias antes, razão pela qual o fim do cerco é lembrado a 18 de Janeiro.

Putin também colocou uma coroa de flores junto ao monumento da Pátria e das valas comuns do Cemitério Memorial Piskaryov, tendo ainda visitado o Museu de Defesa e Bloqueio de Leninegrado.

Diário de Notícias
DN/Lusa
18 Janeiro 2023 — 13:00

 




 

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141: Rússia exigiu respeito pelos Direitos Humanos dos ucranianos na ONU

 

– Tinha de existir (mais uma) anedota dos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 terroristas assassinos em ordem ao que eles diariamente praticam na invasão que fizeram à Ucrânia, país soberano, com a desculpa esfarrapada de “desnazificação”. Quem precisa de ser desnazificado, com a máxima urgência, são todos os putinofantoches russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 terroristas! Têm tido a complacência do cinismo e hipocrisia do “Ocidente” que deveria ter resolvido a situação logo no início desta guerra genocida, esmagando o imperialismo nazi soviético e as Bestas do Leste. O QUE FAZEM PAÍSES NAZIS TERRORISTAS NA ONU?

RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 // ONU // PUTINOFANTOCHES // TERRORISTAS

published in: 3 semanas 

Declarações dos russos foram prontamente rebatidas e criticadas por vários embaixadores de países ocidentais, como do Reino Unidos, França, Albânia ou Estados Unidos.

O embaixador russo junto da ONU, Vasily Nebenzya
© EPA/JUSTIN LANE

A Rússia foi esta terça-feira acusada de “cinismo” no Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU), após convocar uma reunião para denunciar alegadas violações dos Direitos Humanos e religiosos dos cidadãos ucranianos ortodoxos por parte de Kiev.

Numa reunião do Conselho de Segurança sobre o tema “Ameaças à Paz e Segurança Internacional”, convocada pela Rússia, o presidente do departamento de Relações Externas da Igreja do Patriarcado de Moscovo, Volokolamsk Anthony, afirmou estar “muito preocupado com as violações dos Direitos Humanos e Constitucionais dos crentes ortodoxos na Ucrânia”.

“Estão a ser levadas a cabo tentativas de destruir a igreja ortodoxa na Ucrânia por parte de lideranças ucranianas. (…) Repressões políticas contra bispos da igreja ortodoxa ucraniana são o culminar de uma política repressiva religiosa das autoridades ucranianas, cujo objectivo final é o controlo total da vida religiosa da sociedade por parte do Estado, o que é anticonstitucional”, disse Anthony, apoiado pelo embaixador russo junto da ONU, Vasily Nebenzya.

Contudo, as declarações dos russos foram prontamente rebatidas e criticadas por vários embaixadores de países ocidentais, como do Reino Unidos, França, Albânia ou Estados Unidos, que acusaram Moscovo de cinismo.

“Se a Rússia se preocupasse com os direitos dos ucranianos não teria lançado esta invasão ilegal sem sentido, uma invasão que o próprio líder ortodoxo russo apoiou. A Rússia apenas nos está a tentar distrair dos seus próprios actos”, argumentou o diplomata do Reino Unido James Kariuki.

Já o representante permanente da França junto à ONU, Nicolas de Rivière, afirmou que a convocatória desta reunião por Vasily Nebenzya trata-se de “mais uma tentativa de distrair” o Conselho de Segurança, “algo que Moscovo já vem fazendo há quase um ano”.

“Esta é mais uma tentativa cínica de desinformação, disfarçada pela alegada defesa de liberdade religiosa, quando a própria Rússia não deu descanso à população ucraniana durante as recentes festividades ortodoxas”, disse Rivière.

Durante a reunião, também a secretária-geral adjunta das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Ilze Brands Kehris, fez um ponto da situação em solo ucraniano, afirmando que o ataque armado da Russia contra a Ucrânia “trouxeram as formas mais graves de violações dos Direitos Humanos e do direito humanitário internacional para o quotidiano do povo ucraniano”.

Entre a série de preocupações e violações que a ONU documentou desde o início desta guerra, Kehris disse que a Organização está “preocupa com as restrições à liberdade religiosa e à liberdade de associação em toda a Ucrânia, tanto no território controlado pelo Governo, quanto no território ocupado pela Federação Russa”.

“Embora as tensões entre as comunidades ortodoxas na Ucrânia existam há décadas, elas se deterioraram após o ataque armado da Federação Russa contra a Ucrânia e houve alguns desenvolvimentos recentes preocupantes”, afirmou.

Em Novembro e Dezembro, segundo a representante da ONU, o serviço de segurança da Ucrânia realizou buscas em instalações e locais de culto da Igreja Ortodoxa Ucraniana.

Pelo menos três clérigos enfrentam acusações criminais, inclusive por traição e negação da agressão armada da Rússia contra a Ucrânia, frisou a secretária-geral adjunta.

“Instamos as autoridades ucranianas a garantir que tais buscas em instalações e locais de culto estejam em total conformidade com o direito internacional, que sejam concedidos direitos a um julgamento justo para aqueles que enfrentam acusações criminais e que quaisquer sanções criminais sejam compatíveis com os direitos de liberdade de opinião, expressão e religião”, frisou.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro de 2022 pela Rússia na Ucrânia causou até agora a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,9 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 7.031 civis mortos e 11.327 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
17 Janeiro 2023 — 23:03

 



 

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64: Funcionários de escola negam que ataque russo tenha matado 600 militares ucranianos

 

– A propaganda nazi dos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 tem de se manter activa para continuar a enganar o povo russo e os pró-russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺. Mas a realidade é outra… As tropas ucranianas não se comparam aos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 cobardolas que assassinam civis de todas as idades e rebentam com escolas, hospitais, maternidades, infra-estruturas, creches, etc., porque não possuem capacidade para lutarem com a “heroicidade” que o putinofantoche 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 reclama!

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, VIOLADOR 🇷🇺

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦,
NÃO É DOS RUSSONAZIS
🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

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Responsável de uma escola no leste da Ucrânia refere que apenas se verificaram danos nas janelas e salas de aula.

© Sameer Al-DOUMY / AFP

A responsável de uma escola no leste da Ucrânia rejeitou esta segunda-feira as alegações da Rússia de que matou ali centenas de soldados ucranianos num ataque com mísseis, dizendo que apenas se verificaram danos nas janelas e salas de aula.

A Rússia nomeou especificamente a escola profissional de Kramatorsk como alvo de um ataque, sábado, em que os seus mísseis teriam atingido duas bases temporárias que albergavam 1300 soldados ucranianos na cidade, matando 600.

Os repórteres da Associated Press que visitaram o local viram um edifício de quatro andares com a maioria das janelas rebentadas, mas sem sinais de presença militar ucraniana nem de baixas.

Lá dentro, funcionários estavam a limpar destroços, a varrer vidros partidos e a atirar móveis partidos para uma cratera feita pelo rebentamento de mísseis na rua.

Yana Pristupa, directora-adjunta da escola, contestou as alegações de Moscovo de que teria atacado e atingido ali uma base e concentração de tropas ucranianas.

“Ninguém viu uma única mancha de sangue em lado nenhum”, garantiu nas declarações à AP, explicando ainda que a escola tinha, antes da guerra, mais de 300 alunos, mas a maioria das aulas passaram a ser ‘online’ devido aos ataques russos.

As autoridades ucranianas tinham já negado, no domingo, as alegações russas de que Kiev tinha perdido um grande número de soldados neste ataque.

O Ministério da Defesa da Rússia reivindicou sábado ter matado mais de 600 soldados ucranianos numa “operação de represália” ao ataque do Ano Novo contra as forças russas em Makiivka, leste da Ucrânia, que provocou a morte de 89 militares.

O ataque a Makiivka, na disputada região de Donetsk, é considerado um dos maiores reveses das forças russas desde o início da invasão da Ucrânia, a ponto de o regime de Moscovo, que confirmou 89 baixas, embora a Ucrânia estima que o número de vítimas seja muito maior, falando de centenas.

Durante a guerra, ambos os lados têm afirmado regularmente ter matado centenas de soldados uns dos outros em ataques. As alegações raramente podem ser verificadas independentemente por causa dos combates.

A ofensiva militar da Rússia na Ucrânia começou há quase um ano e a ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.919 civis mortos e 11.075 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Os ataques causaram também o deslocamento, dentro e para fora da Ucrânia, de mais de 14 milhões de pessoas, numa crise de refugiados que a ONU classifica como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com o envio de armamento e ajuda económica e humanitária à Ucrânia e a imposição de sanções políticas e económicas sem precedentes a Moscovo.

Diário de Notícias
DN/Lusa
09 Janeiro 2023 — 13:31

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦



 

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Ex-secretária de Estado do Turismo Rita Marques considera “legítimo” regresso ao privado

 

– Esta situação é bem demonstrativa do estado de podridão em que se encontra a política, os políticos, a pseudo-justiça e a falta de carácter de toda esta gente. Neste particular, a “justiça” é bem clara quando diz: ““os titulares de cargos políticos de natureza executiva não podem exercer, pelo período de três anos contado a partir da data da cessação do respectivo mandato, funções em empresas privadas (…) relativamente às quais se tenha verificado uma intervenção directa do titular de cargo político”“. Bem clara esta lei.

🇵🇹 TRAFULHICES // CARGOS POLÍTICOS // REBALDARIA

published in: 4 semanas 

Rita Marques vai ser administradora do grupo The Fladgate Partnership, com responsabilidades na divisão de hotéis e do turismo. Enquanto secretária de Estado concedeu a esta empresa o estatuto definitivo de utilidade turística.

© Gerardo Santos / Global Imagens

A ex-secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços Rita Marques classificou o regresso ao sector privado como “legítimo”, apesar de passar a gerir uma empresa à qual concedeu um benefício há menos de um ano.

O jornal Observador noticiou este sábado que, apesar de a lei prever um período de nojo de três anos, Rita Marques, que deixou o Governo há pouco mais de um mês, vai agora administrar a The Fladgate Partnership, que detém a WOW, uma empresa à qual, enquanto secretária de Estado, concedeu o estatuto definitivo de utilidade turística.

O semanário Expresso, na sua edição ‘online’ avançou este domingo que, à SIC Notícias, a ex-governante afirmou igualmente estar “absolutamente segura das decisões tomadas enquanto secretária de Estado” e também “das que toma na esfera privada desde que deixou o Governo”.

De acordo com a lei “os titulares de cargos políticos de natureza executiva não podem exercer, pelo período de três anos contado a partir da data da cessação do respectivo mandato, funções em empresas privadas (…) relativamente às quais se tenha verificado uma intervenção directa do titular de cargo político”.

Rita Marques vai ser administradora do grupo The Fladgate Partnership, com responsabilidades na divisão de hotéis e do turismo.

Na nota divulgada pela empresa, indica-se que, “depois de terminar funções como secretária de Estado do Turismo no período de 2019-2022, Rita Marques assume agora funções como administradora da The Fladgate Partnership, com a responsabilidade sobre a divisão dos Hotéis e do Turismo, ficando à frente da gestão de importantes unidades como o WOW, o quarteirão cultural de Gaia”.

A ex-governante assume, “a partir do dia 16 de Janeiro, funções como membro do Conselho de Administração da The Fladgate Partnership com a responsabilidade sobre a divisão dos Hotéis e do Turismo”, disse a empresa, detalhando que “a cargo de Rita Marques vai ficar a direcção do WOW, o quarteirão cultural de Gaia, as caves da Taylor’s e da Fonseca, o hotel The Yeatman, o Vintage House no Douro, o Hotel da Estrela e o Palacete Chafariz d’El Rei em Lisboa, ainda o Museu do Vitral, o Ferry no rio Douro e os 20 restaurantes do grupo”.

Além disso, “a juntar a esta carteira, estará também o novo hotel de luxo, que nascerá em Vila Nova de Gaia no final de 2024, e as lojas na baixa portuense”.

“Estou muito entusiasmada por me juntar à grande equipa da The Fladgate Partnership. O vinho do Porto é o mais antigo embaixador de Portugal.

Estou certa de que construiremos excelentes oportunidades para continuarmos a valorizar o vinho do Porto, promovendo a redescoberta da cidade do Porto e da região do Douro, enquanto destinos vínicos e culturais de excelência”, declarou Rita Marques, citada na mesma nota.

Por sua vez, Adrian Bridge, presidente executivo (CEO) do grupo disse que “é uma grande honra integrar Rita Marques no grupo Fladgate Partnership, beneficiando do conhecimento e da experiência nas áreas da gestão de negócio e do turismo.

Este reforço vem alavancar a forte aposta na área do turismo, no qual o grupo tem vindo e vai continuar a investir e que é uma boa sustentação para o negócio principal, o vinho do Porto”.

A The Fladgate Partnership é uma holding que possui negócios no vinho do Porto, turismo e distribuição, sendo que “a empresa fundadora do grupo é a Taylor’s, que data de 1692”.

“Em 2001 adquire a Croft, fundada em 1588, que já celebrou o seu 430º aniversário. Com as suas outras casas (Fonseca e Krohn), é líder na produção de categorias especiais de vinho do Porto, que vende em mais de 105 países”, recordou o grupo.

A empresa entrou mais recentemente na área do turismo, destacando a criação do The Yeatman Hotel, inaugurado em 2010.

“Também é proprietária do Vintage House Hotel, no Pinhão”, bem como do WOW, (World of Wine) uma “iniciativa que visa transformar a zona histórica de Vila Nova de Gaia com um quarteirão cultural de sete museus, doze restaurantes e bares, uma escola de vinho e várias lojas”.

Diário de Notícias
DN/Lusa
08 Janeiro 2023 — 09:36



 

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