256: O palco que continua sem reunir consenso. Nem com o Vaticano

 

🇵🇹 LISBOA // CML // SUMPTUOSIDADE // JMJ 2023

O altar-palco continua no centro da polémica e o Vaticano já se demarcou afirmando que não interferiu nas decisões relacionadas com a infra-estrutura.

O valor do altar-palco da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) – 4,2 milhões de euros – tem provocado tal polémica que o Vaticano já se demarcou do tema, afirmando que não interferiu em nenhuma decisão relacionada com este assunto.

O porta-voz do Vaticano, Matteo Bruni afirmou que “a organização do evento é local” e que por isso qualquer decisão relacionada com os custos cabe à Câmara de Lisboa.

O presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, após uma visita à sede da fundação organizadora da JMJ, escusou-se a comentar o valor do palco, que ascende quase aos cinco milhões de euros, e acredita que esta polémica não mancha “de forma nenhuma” o país.

“Não vejo nenhuma contestação social à realização da JMJ, vejo um grande júbilo em todo o país desde que foi anunciado pelo Papa Francisco que esta JMJ se realizava em Lisboa”, frisou.

O Bloco de Esquerda e a Iniciativa Liberal criticaram os valores divulgados, enquanto o CDS relativizou a situação e comparou-os com a indemnização a Alexandra Reis ou ao investimento na Web Summit.

Catarina Martins criticou “os milhões” de investimento da JMJ e a “absoluta opacidade” da forma como são decididos.

“O que está a acontecer podia ter sido evitado? Sim. E o choque que tem com os números só acontece porque se andou a esconder os números até agora”, disse a coordenadora do Bloco de Esquerda.

A Iniciativa Liberal (IL) questionou se a JMJ não será a “Jornada Mundial do Esbanjamento”, considerando os valores envolvidos, apesar de não colocar em causa a sua realização.

Para a concelhia de Lisboa da IL “a falta de organização e planeamento está à vista de todos e por isso, agora, à última da hora, andam a correr e a fazer sucessivos ajustes directos de vários milhões de euros”.

A concelhia do partido criticou ainda o “passa-culpas entre os vários envolvidos no projecto”. Durante o dia de quinta-feira o Presidente da República afirmou que não tinha conhecimento sobre o valor do palco.

O presidente da Fundação JMJ e bispo auxiliar de Lisboa, Américo Aguiar, também afirmou que apenas teve conhecimento do valor quando o viu na comunicação social e que “o magoou”.

No entanto, garantiu que da parte da Fundação serão feitos todos os esforços para diminuir os custos com esta estrutura.

A IL refere que “não põe em causa a realização do evento” e lembra que, a bem da imagem da cidade, “é necessário garantir o sucesso deste evento, mas apela a que todos os envolvidos tenham a noção de que este evento se realiza em Portugal”.

O presidente do CDS, Nuno Melo, relativizou os cinco milhões para a “infra-estrutura” usada pela Papa na JMJ. “Eu acho extraordinário que de repente ninguém sabe de nada. Não tenho nenhum tipo de problema em falar do tema. Em primeiro lugar não é um palco, é uma infra-estrutura. Acho muito bem que seja notícia, não desvalorizo a circunstância”, disse Nuno Melo.

No entanto, segundo o líder do CDP-PP está a falar-se de “cinco milhões gastos numa infra-estrutura que o Papa vai utilizar no acolhimento de mais de um milhão de jovens em todo o mundo, durante seis dias e que depois será utilizada em ocasiões futuras, multiplicando-se em receitas” em Portugal.

O bispo auxiliar Lisboa reforçou novamente que vai reunir-se com a Câmara de Lisboa , a Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU), e eventualmente a Mota Engil, empresa responsável pelo projecto, para entender o que é ou não essencial para o palco.

Os custos com a Jornada Mundial da Juventude já ascendem aos 160 milhões de euros, com 80 milhões a serem da responsabilidades do Estado e das autarquias, e os outros 80 milhões da responsabilidade da Igreja, que ainda não revelou qual será o orçamento final.

sara.a.santos@dn.pt

Diário de Notícias
Sara Azevedo Santos
27 Janeiro 2023 — 22:53



 

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255: O altar-palco que a Igreja propôs para o Parque Eduardo VII e que a CML rejeitou

 

– Um país pobre como Portugal a gastar milhões de €uros com altares-palcos para um evento essencialmente religioso (católico), onde os políticos intervenientes se “esqueceram” que Portugal é uma sociedade laica onde cada um tem a liberdade de professar a religião que melhor se adapte às suas convicções e que não tem de gastar estas verbas astronómicas ao fim que se destinam, separando igreja da política e onde existem tantos mendigos, sem-abrigo, famílias com privações sócio-económicas, etc. Considero isto uma autêntica leviandade e uma afronta a quem luta diariamente pela sua sobrevivência sem ajudas de ninguém!

🇵🇹 LISBOA // ALTARES-PALCOS // JMJ 2023 // CUSTOS

O altar do Parque Eduardo VII tem um custo estimado de cerca de dois milhões de euros.

Observador

Observador

O Observador divulgou esta sexta-feira a imagem daquele que poderá ser o segundo palco da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), no parque Eduardo VII, em Lisboa.

Segundo a SIC, a proposta da imagem que está a ser avançada, um palco de grandes dimensões com uma longa escadaria e várias torres brancas, foi rejeitado por quatro vezes pela Câmara de Lisboa, não só pelo tamanho da estrutura mas também por causa do preço. Contudo, ainda nada está adjudicado.

O altar do Parque Eduardo VII, refira-se, tem um custo estimado de cerca de dois milhões de euros.

Face aos custos do primeiro palco, no Parque Tejo, o Presidente da República já havia alertado sobre este segundo palco, tendo pedido um “altarzinho”.

Deverá ser neste local que será dado o pontapé de saída da Jornada Mundial da Juventude em Lisboa, a 1 de Agosto, com a missa presidida pelo Cardeal Patriarca de Lisboa.

A Jornada Mundial da Juventude, considerada o maior acontecimento da Igreja Católica, vai realizar-se este ano em Lisboa, entre 01 e 06 de Agosto, sendo esperadas cerca de 1,5 milhões de pessoas.

As principais cerimónias da jornada decorrem no Parque Tejo, a norte do Parque das Nações, na margem ribeirinha do Tejo, em terrenos dos concelhos de Lisboa e Loures.

Este evento nasceu por iniciativa do Papa João Paulo II, após o sucesso do encontro promovido em 1985, em Roma, no Ano Internacional da Juventude.

Diário de Notícias
DN
27 Janeiro 2023 — 23:22



 

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Sá Fernandes: “Fiquei surpreendido. Esta solução é muito mais cara”

 

– Uns dizem que outros sabem; os outros que sabem dizem que desconhecem… O habitual neste país de conhecimentos e desconhecimentos…

🇵🇹 LISBOA // JMJ 2023 // ALTAR-PALCO

O coordenador do grupo de projecto para a Jornada Mundial da Juventude revela que tinha deixado uma versão do altar que “as pessoas não gostaram” e houve uma segunda versão que “não exigia mais fundações”. “E, de repente, aparece esta”, diz.

CM Lisboa
Projecto do altar-palco das Jornadas Mundiais da Juventude em Lisboa.

José Sá Fernandes, coordenador do grupo de projecto para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), disse esta quinta-feira ter ficado surpreendido com o valor previsto para a construção do altar-palco, garantindo que existiam soluções “mais baratas.”

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jornada mundial da juventude lisboa 2023. Moedas assume investimentos com expectativa de “retorno enorme”

Em declarações à agência Lusa, o antigo vereador dos Espaços Verdes da Câmara Municipal de Lisboa assegurou que a autarquia, agora presidida por Carlos Moedas (PSD), tinha à sua disposição projectos para o palco-altar no Parque Tejo-Trancão a preços mais reduzidos do que os 5,3 milhões de euros (valor já com IVA) previstos para a construção da infra-estrutura.

“A versão que nós tínhamos deixado do altar, as pessoas não gostaram. Estão no seu direito. Há uma segunda versão que foi feita pela SRU [Sociedade de Reabilitação Urbana] que não exigia mais fundações. E, de repente, aparece esta, que exige fundações. E, portanto, fiquei surpreendido porque a solução é muito mais cara”, apontou.

Nesse sentido, o coordenador da JMJ negou as declarações feitas esta manhã pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, que afirmou aos jornalistas ter “começado do zero” na preparação do evento, tendo dito ainda à SIC que desconhecia outros projectos.

“Quando dizem que não foi feito nada no passado, bom, foi feita a coisa mais importante que era lançar um concurso público para esta empreitada. Esta empreitada já previa a plataforma onde ia assentar o palco.

Ou seja, a plataforma dos tais cinco mil metros quadrados para suportar o altar”, afirmou José Sá Fernandes, insistindo que existiam “estudos prévios para as coisas”, mas foi escolhida “outra solução”.

“Portanto, o problema está sempre na solução”, sublinhou.

José Sá Fernandes manifestou também dúvidas relativamente à viabilidade da reutilização futura do palco para outros eventos, uma vez que apenas “um quinto poderá ser aproveitado”.

“Eu acho que pode ser reutilizado, mas para aí um quinto. Tem que se retirar e redimensionar a pala. Isso tem um custo. Mas, ficar só lá em cima também fica muito alto. Depende do que se quer. Eu não sei, pois nada foi dito sobre essa matéria”, apontou.

Apesar destas críticas, o coordenador da JMJ ressalvou que cabe a cada uma das entidades envolvidas no processo (câmaras de Lisboa e de Loures, Governo e Igreja) “cumprir as tarefas que lhe estão destinadas”.

“O que eu quero é que isto corra tudo bem. E que a gente consiga articular as coisas. Eu sou coordenador da Jornada da parte do Estado e, portanto, as minhas tarefas são as que dizem respeito ao Estado. A Câmara Municipal [de Lisboa] faz as suas, a Câmara de Loures faz as suas tarefas e o coordenador do evento é a Igreja”, sintetizou.

Relativamente às empreitadas da responsabilidade do Governo que já foram ou serão lançadas, José Sá Fernandes destacou a aquisição de serviços para a elaboração do plano de mobilidade e transportes, uma empreitada para a colocação de ecrãs, luz e som e a instalação de casas de banho.

Estão, igualmente, previstas a adjudicação de contratos para o aluguer de tendas e para a fiscalização de obras.

O investimento no altar-palco para a JMJ, obra que “foi adjudicada por 4,24 milhões de euros (mais IVA)”, somando-se ainda a esse valor “1,06 milhões de euros para as fundações indirectas da cobertura”, segundo a informação disponibilizada no Portal Base da Contratação Pública, tem motivado muitas críticas.

O Presidente da República afirmou hoje esperar que as cerimónias da Jornada Mundial da Juventude em Portugal respeitem o período actual e a “visão simples, pobre, não triunfalista” do papa Francisco.

“Ele próprio é o exemplo de uma forma de ser e de pensar que, mesmo que não estivéssemos em guerra e mesmo que não estivéssemos na situação social em que nos encontramos, convida à simplicidade”, defendeu Marcelo Rebelo de Sousa.

Também hoje, o presidente da Câmara de Lisboa disse assumir “com muito gosto” os investimentos do município na Jornada Mundial da Juventude, reiterando o compromisso de “investir até 35 milhões de euros”, com a expectativa de “um retorno enorme”.

Na quarta-feira, em conferência de imprensa no Parque Tejo, o vice-presidente da Câmara de Lisboa, Filipe Anacoreta Correia, justificou o investimento no altar-palco da Jornada Mundial da Juventude com as necessidades do evento e as características do terreno, sublinhando que a estrutura poderá receber 2.000 pessoas e continuará depois a ser utilizada.

Nesse dia, à noite, a Fundação Jornada Mundial da Juventude defendeu que todas as infra-estruturas para o evento “devem ter em mente a dimensão do encontro”, que deve acolher um milhão de peregrinos, e comprometeu-se a divulgar os custos do evento.

Também na quarta-feira, o Chega entregou um requerimento na Assembleia da República para ouvir o presidente da Câmara de Lisboa sobre os investimentos no âmbito da Jornada Mundial da Juventude, considerando que se levantam “questões legítimas”.

A Jornada Mundial da Juventude, considerada o maior acontecimento da Igreja Católica, vai realizar-se este ano em Lisboa, entre 01 e 06 de Agosto, sendo esperadas cerca de 1,5 milhões de pessoas.

As principais cerimónias da jornada decorrem no Parque Tejo, a norte do Parque das Nações, na margem ribeirinha do Tejo, em terrenos dos concelhos de Lisboa e Loures.

As jornadas nasceram por iniciativa do Papa João Paulo II, após o sucesso do encontro promovido em 1985, em Roma, no Ano Internacional da Juventude.

Diário de Notícias
DN/Lusa
26 Janeiro 2023 — 17:37



 

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219: Altar da discórdia. Moedas culpa Igreja pelo custo do palco da JMJ. Marcelo pede explicações

 

– Ó Moedas, então agora a culpa é da igreja? jesus cristo que segundo reza a bíblia andava humildemente vestido e calçado, não vai gostar destes luxos faraónicos…

🇵🇹 CML // ALTAR-PALCO // DISCÓRDIA

Autarca de Lisboa garante que a estrutura foi pensada com o intuito de uma utilização futura, para além da Jornada Mundial da Juventude. 

António Cotrim / Lusa
Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa

Desde que a notícia do preço do altar-palco para as Jornadas Mundiais da Juventude, agendadas para o início de Julho em Lisboa, se tornou público que os diferentes responsáveis políticos se desdobraram em declarações na tentativa de justificar os 4,2 milhões de euros.

A verba, noticiou ontem o Observador, resulta de um ajuste-directo acordado entre a Câmara de Lisboa e a Mota Engil, havendo ainda mais cerca de um milhão de euros, destinadas às fundações da estrutura .

Num primeiro momento, Carlos Moedas justificou o preço da estrutura com a possibilidade de esta vir a ser usada em eventos futuros na capital.

“Queremos que esse palco, essa infra-estrutura, fique para o futuro e que muitas dessas infra-estruturas fiquem para o futuro. Eu sabia que isto ia ser muito caro, que era um investimento muito grande para a cidade”, justificou o autarca.

“Não podemos como cidade, como país, não acolher o Papa, respeitando aquilo que é a regra de um evento que nunca se fez em Portugal. Qualquer comparação de preço, qualquer comparação de custos não se consegue comparar, porque nunca tivemos algo desta dimensão“, disse Moedas, aludindo às comparações que muitos meios e comunicação faziam face ao preço do altar usado pelo papa Bento XVI aquando da sua visita a Portugal em 2010, que custou entre 200 e 300 mil euros.

De seguida, Carlos Moedas responsabilizou a Igreja Católica pelo preço da estrutura, em função das suas especificidades.

“As especificações daquele palco foram definidas em reuniões que tivemos com a Jornada Mundial da Juventude, com a Igreja e com a Santa Sé [Vaticano]. Nós estamos na Câmara a executar essas especificações para um palco de 1,5 milhões de pessoas”, lembrou o presidente da Câmara.

Já sobre a atribuição da obra à Mota Engil, garantiu que foram consultados “variadíssimos promotores“. “Consultámos preços que eram o dobro desse preço e fomos reduzindo o preço até encontrar aquele que fazia mais barato…

isto foi feito com total transparência“, explicou. “Aquilo que eu pedi aos engenheiros e arquitectos é que, desde início, essa infra-estrutura pudesse ficar para o futuro.”

Marcelo “gostaria de ouvir mais explicações”

Também o Presidente da República, que ao longo de todo o processo de preparação para o acolhimento das Jornadas se mostrou muito interventivo, se pronunciou sobre o assunto, dizendo que “gostaria de ouvir mais explicações” sobre o preço da estrutura. “Quem está a preparar esses projectos tem de dar a razão de ser desses projectos”, disse Marcelo Rebelo de Sousa.

Precisamente, o Chefe de Estado disse querer ter mais informações sobre a “intervenção das entidades públicas” e o seu “financiamento”. “Eu gostaria de ouvir mais as explicações para depois me pronunciar”.

“Por aquilo que percebi apenas é o custo de uma das componentes”, afirmou Marcelo, dizendo que gostaria de ser informado dos “custos totais“.

– Até ver e se não existirem “derrapagens” na obra, o total investido será de € 6.172.000 (seis milhões cento e setenta e dois mil euros), altar-palco + IVA + fundações da cobertura.

Mais tarde, Marcelo Rebelo de Sousa, embalado pela justificação de Moedas, sugeriu que a estrutura poderia ser usada, por exemplo, na Web Summit.

“O presidente da Câmara avançou com ideias em termos estruturais para o futuro e aproveitamento do espaço para o futuro mas multi-funcional, para outro tipo de eventos.”

Para o Presidente da República, o evento tecnológico “implica estruturas relativamente permanentes”, pelo que “pode ser que seja uma solução“.

Na passada quinta-feira, a Câmara Municipal de Lisboa aprovou a contratação de um empréstimo de médio e longo prazo, até ao montante de 15,3 milhões de euros, para financiar investimentos no âmbito da JMJ.

Ana Rita Moutinho // ZAP
25 Janeiro, 2023



 

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215: Primeira imagem do altar do Papa que vai custar 4,2 milhões de euros à Câmara de Lisboa

 

– Se bem percebi (ou não?) pelo texto abaixo, esta coisa vai custar: altar-palco € 4,2 milhões + IVA € 966.000 + fundações indirectas da cobertura € 1.06 milhões. Ou seja, o total investido será de € 6.172.000 (seis milhões cento e setenta e dois mil). País rico este Portugal dos pequeninos…

🇵🇹 C.M.L. // ALTAR-PALCO // JMJ 2023

Projecto do palco milionário foi mostrado na conferência de imprensa desta manhã, onde esteve presente o vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Filipe Anacoreta Correia.

Jornada Mundial da Juventude

Foi revelada esta quarta-feira a primeira imagem do altar-palco onde o Papa Francisco vai presidir às celebrações finais da Jornada Mundial da Juventude 2023.

O projecto do palco milionário foi mostrado na conferência de imprensa desta manhã, onde esteve presente o vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Filipe Anacoreta Correia, a falar sobre o plano de investimentos da autarquia para a JMJ.

Ao que o DN apurou, já terão sido confirmados pedidos por parte de promotores de eventos internacionais para usar o palco-altar para eventos de grande dimensão no futuro.

A construção do palco foi alvo de críticas depois de ter vindo a público que obra vai custar 4,2 milhões de euros à Câmara de Lisboa, por ajuste directo.

Segundo a informação disponibilizada no Portal Base da contratação pública, “a construção foi adjudicada por 4,24 milhões de euros (mais IVA)”, somando-se a esse valor “1,06 milhões de euros para as fundações indirectas da cobertura”.

Diário de Notícias
DN
25 Janeiro 2023 — 12:45



 

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