874: Site do Parlamento Europeu alvo de ciber-ataque

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🇷🇺SMERTʹ RUSONAZAM🇷🇺

 

TERRORISMO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /CIBER-ATAQUE/PARLAMENTO EUROPEU

Ciber-ataque acontece no dia em que a instituição aprovou uma resolução em que reconhece a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo.

A página de Internet do Parlamento Europeu foi esta quarta-feira alvo de um ciber-ataque, no dia em que a instituição aprovou uma resolução em que reconhece a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo, confirmou fonte oficial.

Fonte da assembleia europeia disse à agência Lusa que “o site do Parlamento Europeu foi alvo de um ciber-ataque”, levando a que a página da Internet da instituição esteja inacessível.

O porta-voz do Parlamento Europeu, Jaume Duch, escreveu na rede social Twitter que “a disponibilidade do site do Parlamento Europeu está actualmente afectada por elevados níveis de tráfego de rede externa”, garantindo tratar-se de um “ataque” cibernético.

A presidente da instituição, Roberta Metsola, acusou através do Twitter um grupo ligado à Presidência russa (Kremlin), de ter cometido “um ciber-ataque sofisticado” e respondeu escrevendo “Glória à Ucrânia”.

“O Parlamento está a ser alvo de um ciber-ataque sofisticado. Um grupo pró-Kremlin reivindicou a responsabilidade, [mas] os nossos peritos em tecnologias de informação estão a combatê-lo e a proteger os nossos sistemas”, referiu Roberta Metsola.

“Isto, depois de termos proclamado a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo”, lembrou a responsável.

E adiantou: “A minha resposta é ‘Slava Ukraini [Glória à Ucrânia]'”.

Outra fonte do Parlamento Europeu, sob a condição de anonimato, disse que o ataque informático foi o “mais sofisticado da história recente” contra a instituição.

O eurodeputado do Partido Pirata Europeu, Mikulas Peksa, disse que “há relatos de que o grupo de hackers pró-Rússia Killnet reivindicou a responsabilidade pelo ataque”. “Se isso for verdade, este é um ataque maciço à democracia europeia e que exigirá mais acções”, afirmou.

Nos últimos meses, a Killnet reivindicou ataques a sites do governo dos EUA e disse que tomou medidas contra outros países que se opõem à invasão da Ucrânia pela Rússia.

O eurodeputado alemão Rasmus Andresen disse ainda não saber se o ataque está relacionado com a resolução sobre a Rússia, mas insistiu que os sistemas do parlamento “não estão suficientemente preparados”.

“Espero que os acontecimentos de hoje nos levem a proteger melhor nossos dados e as nossas democracias, porque certamente não será a última vez que seremos vítimas de tais ataques”, afirmou.

O anúncio surge no dia em que o Parlamento Europeu aprovou uma resolução em que reconhece a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo, apresentada pelo grupo político dos Conservadores e Reformistas Europeus (centro-direita).

Os eurodeputados aprovaram, na sessão plenária em Estrasburgo (França), uma resolução que denuncia como “actos de terror e crimes de guerra” os ataques de Moscovo à Ucrânia, nomeadamente a alvos e infra-estruturas civis, informou a instituição em comunicado.

Assim, o Parlamento Europeu classifica a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo que “utiliza métodos de terrorismo”, apelando ainda à adopção de um nono pacote de sanções a Moscovo.

A resolução foi aprovada por 494 votos a favor, 58 contra e 44 abstenções.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
23 Novembro 2022 — 17:11



 

686: Rússia proíbe entrada de navios estrangeiros no mar de Azov

– O ayatollah terrorista russonazi putineiro ☠️卐☠️ como não tem capacidade para ganhar a guerra que ele próprio iniciou, pensando que a anexação da Ucrânia ao território russonazi ☠️卐☠️ eram favas contadas, vale-se destas “traquinices” de cobardolas insano e psicopata, para tentar mostrar aos seus súbditos russonazis ☠️卐☠️ que não perdeu (ainda) a guerra! Este tipo padece de demência mental bastante acentuada e é um perigo acrescido para a Paz mundial. Ele e toda a seita terrorista ☠️卐☠️ que o acompanha.

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI IZ UKRAINY

UCRÂNIA/PORTOS UCRANIANOS/IMPEDIMENTOS

Os portos ucranianos de Mariupol e Berdyansk, entre a península da Crimeia, que Moscovo anexou em 2014 e a Rússia, situam-se neste mar.

Navio com cereais ucranianos em Istambul. Estreito do Bósforo é a entrada para o mar Negro, onde o estreito de Kerch leva ao mar de Azov e aos portos de Mariupol e Berdyansk.
© EPA/ERDEM SAHIN

O Ministério dos Transportes turco informou este sábado que as autoridades russas proibiram a entrada no Mar de Azov de navios carregados no exterior.

Os portos ucranianos de Mariupol e Berdyansk, entre a península da Crimeia, que Moscovo anexou em 2014 e a Rússia, situam-se no mar de Azov.

Numa mensagem na rede social Twitter e citando a administração marítima russa, a autoridade turca que tutela o tráfego marítimo afirma que “é proibida a transferência para o norte de navios carregados fora do território russo”.

O Mar de Azov, cuja entrada é o estreito de Kerch localizado na parte nordeste do Mar Negro, cuja entrada é controlada pela Turquia através do estreito do Bósforo, em Istambul.

O estreito de Kerch é atravessado por uma ponte que liga a Rússia à Crimeia e que foi substancialmente danificada há várias semanas por uma explosão de que Moscovo culpa a Ucrânia.

No Mar de Azov estão os portos ucranianos de Mariupol e Berdyansk, controlados pela Rússia após a invasão da Ucrânia iniciada em 24 de Fevereiro.

Diário de Notícias
DN/Lusa
12 Novembro 2022 — 20:45



 

571: As 30 recomendações da Nature para acabar com a covid-19 como ameaça de saúde pública

SAÚDE PÚBLICA/AMEAÇAS/COVID-19

Reforçar os cuidados primários, maior atenção à long covid e o desenvolvimento de vacinas contra as variantes entre as recomendações consideradas prioritárias pelos especialistas da revista científica Nature.

Reforçar os cuidados primários, maior atenção à long covid e o desenvolvimento de vacinas contra as variantes são algumas das cerca de 30 recomendações consideradas prioritárias por especialistas para acabar com a covid-19 enquanto ameaça de saúde pública.

Publicadas pela revista científica Nature, estas “recomendações prioritárias para acabar com a covid-19 como ameaça de saúde pública” foram definidas por um painel científico multidisciplinar, abrangendo as áreas dos sistemas de saúde, da prevenção, da comunicação, das desigualdades da pandemia, do tratamento e da vacinação.

No capítulo dos sistemas de saúde, os especialistas consideram que os governos devem “remover as barreiras económicas” no acesso aos testes de despiste da covid-19, aos equipamentos de protecção individual e aos tratamentos.

“Para reduzir o fardo nos hospitais, os cuidados primários devem ser reforçados para incluir a testagem, o rastreio de contactos, a monitorização de sintomas leves e a vacinação”, avança a Nature.

Além disso, as políticas de saúde pública “devem ter melhor em conta o potencial impacto a longo prazo da propagação descontrolada da covid-19”, tendo em conta as incertezas que ainda persistem sobre a prevalência, severidade e duração da long covid em pessoas que recuperaram da infecção inicial pelo coronavírus.

“Porque o mercado global não satisfaz a procura de vacinas e tratamentos, os países e as regiões devem considerar reformas legislativas e regulatórias para resolver estas falhas”, que podem passar pela nacionalização de capacidade de produção e por negociar acordos internacionais e regionais de fornecimento, avançam ainda as recomendações compiladas pela revista científica.

Quanto à prevenção, a Nature adianta que, para acabar com a ameaça de saúde pública provocada pela covid-19, a prevenção da transmissão do SARS-CoV-2 nos locais de trabalho, nas escolas e nos centros de comércio “deve permanecer como uma alta prioridade”, reflectida nas orientações das autoridades de saúde e suportada em medidas concretas.

As recomendações na área da comunicação indicam que os líderes comunitários, os peritos científicos e as autoridades de saúde pública devem colaborar no desenvolvimento de mensagens para “construir e melhorar a confiança” individual, utilizando meios de acesso à informação adequados por parte dos diferentes grupos de pessoas.

“As autoridades e profissionais de saúde pública devem combater informações falsas proactivamente através de mensagens claras, directas e que sejam limpas de jargão científico desnecessário”, avança.

Quanto às desigualdades da pandemia, o painel de peritos recomenda que os países de rendimento elevado reorientem as vacinas contra a covid-19 para abastecer os países com baixas taxas de vacinação e acesso inadequado às doses.

“Além dos actuais esforços para a equidade de vacinas, os governos e as organizações de saúde internacionais devem-se coordenar melhor para tornar os testes e os tratamentos da covid-19 acessíveis a todas as pessoas de todos os países”, avançam as recomendações.

Na área dos tratamentos e cuidados de saúde, a Nature aconselha uma colaboração multi-sectorial para “acelerar o desenvolvimento de novas terapias para todas as fases” da doença, mas também que seja dada prioridade ao financiamento da investigação do diagnóstico e tratamento da `long covid”.

Quanto à vacinação, os peritos defendem que o financiamento dos governos, de filantropos e da indústria “deve incluir um foco no desenvolvimento de vacinas que garantam uma protecção duradoura contra as múltiplas variantes do SARS-CoV-2”.

“A mensagem da vacinação deve explicar claramente a eficácia e as limitações das actuais vacinas na prevenção da transmissão do SARS-CoV-2 e na redução da severidade da covid-19”, é a outra das recomendações relativa à imunização.

Diário de Notícias
DN/Lusa
03 Novembro 2022 — 16:12