145: Putin ressalta importância do reconhecimento do genocídio soviético na invasão nazi

 

– Um sociopata demente mental nazi em estado terminal, a falar do genocídio nazi sobre o povo soviético. Estes russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 nem possuem a mínima noção do que dizem e vomitam a toda a hora! O que chamar ao genocídio do povo Ucraniano pela invasão do seu país pelos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 putinofantoches? O que chamar à destruição das infra-estruturas de electricidade, gás e água pelos bombardeamentos dos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 putinofantoches? O que chamar aos bombardeamentos cobardes de residências civis, supermercados, escolas, lares, maternidades, etc. pelos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 putinofantoches? O que chamar à tortura e ao assassínio premeditado e programado de civis de todas as idades desde crianças a idosos pelos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 putinofantoches? O QUE CHAMAR A TODOS  ESTES FILHOS DA PUTINA 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 merdosos? Este putinofantoche pretende ressuscitar a “glória” do império da antiga URSS, embora muitas das ex-repúblicas “socialistas” soviéticas sejam hoje países independentes e soberanos como a Ucrânia. O partido nazi alemão do Adolfo Hitler também se designava de “socialista”: (Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães – Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei). Não difere absolutamente nada do regime nazi soviético de partido único e ditadura terrorista! Este animal, esta Besta do Leste, está completamente louco ao mencionar o genocídio nazi alemão contra o povo soviético quando está a fazer o mesmo ao povo ucraniano!

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“O reconhecimento do genocídio cometido contra a população civil da União Soviética é extraordinariamente importante”, disse Vladimir Putin.

O Presidente da Rússia ressaltou esta quarta-feira a importância do reconhecimento do genocídio da população soviética durante a invasão nazi, nas celebrações do 80.º aniversário do fim do cerco a Leninegrado, que provocou mais de um milhão de mortos.

“O reconhecimento do genocídio cometido contra a população civil da União Soviética é extraordinariamente importante”, disse Vladimir Putin em São Petersburgo (que na Segunda Guerra Mundial se chamava Leninegrado) diante de veteranos de guerra e de representantes de organizações patrióticas, citado pela agência oficial de notícias TASS.

Putin recordou que o Tribunal Militar Internacional de Nuremberga, que julgou criminosos de guerra nazis, abordou esta questão “em geral”, mas que, depois, “nem sequer foi possível apresentar ou examinar provas desse genocídio”.

“Recentemente, na ONU, um documento condenando a ‘heroização’ do nazismo foi colocado a votação e 50 países votaram contra. Quem pode opor-se ao reconhecimento da ‘heroização’ do nazismo como criminosa?”, perguntou o Presidente russo.

“Isto não é apenas amnésia”, acrescentou o líder do Kremlin, argumentando que se trata de “transferir a pressão política para a Rússia”.

“Para quê? Para manter uma frente comum de pressão contra o nosso país a partir da actual conjuntura política. Neste sentido, infelizmente pouco está a mudar. E isto significa que temos de defender consistentemente a verdade histórica”, sublinhou o Presidente russo.

Putin lembrou que, no cerco a Leninegrado, de 08 de Setembro de 1941 a 27 de Janeiro de 1944, “muitos países europeus participaram e cometeram crimes militares”.

“Nunca falamos deles antes por causa de uma certa tolerância e para não estragar o clima das relações com muitos países”, acrescentou, indicando, porém, que o mesmo cenário ocorreu noutras frentes, como com a “Divisão Azul” (espanhola) em Estalinegrado, que marcou um ponto de viragem na Segunda Guerra Mundial, em que as tropas alemãs sofreram um forte revés na campanha militar.

“Em todo o caso, aqui, na frente de Leninegrado, durante o bloqueio, houve participantes de muitos países “, acrescentou.

Ao início da manhã, o Presidente russo iniciou os actos comemorativos da ruptura do bloqueio de Leninegrado com a deposição de uma coroa de flores no memorial de guerra na chamada “Praça Neva”, nas margens do rio homónimo, onde o seu pai lutou.

Putin colocou um buquê de flores vermelhas com uma fita de luto preta, permaneceu em silêncio e curvou-se diante do monumento, após o que seguiu para São Petersburgo para participar noutros eventos comemorativos alusivos à data.

Como o próprio Putin relatou em várias ocasiões, o seu pai, também Vladimir, lutou na “Praça Neva”, onde foi gravemente ferido e salvo por um companheiro.

A mãe permaneceu em Leninegrado durante todo o cerco à cidade, de 08 de Setembro de 1941 a 27 de Janeiro de 1944, em que morreu mais de um milhão de pessoas, incluindo o irmão mais velho de Putin, Viktor, vítima de difteria dez anos antes de nascer o Presidente russo.

Cerca de 20 mil pessoas tombaram em defesa da cidade e outras 10 mil morreram sob as bombas, mas foi a fome e o inverno, com temperaturas de 40 graus abaixo de zero, que mais estragos causaram entre os habitantes.

Embora o levantamento total do bloqueio tenha ocorrido a 27 de Janeiro de 1944, as tropas soviéticas juntaram-se por terra 11 dias antes, razão pela qual o fim do cerco é lembrado a 18 de Janeiro.

Putin também colocou uma coroa de flores junto ao monumento da Pátria e das valas comuns do Cemitério Memorial Piskaryov, tendo ainda visitado o Museu de Defesa e Bloqueio de Leninegrado.

Diário de Notícias
DN/Lusa
18 Janeiro 2023 — 13:00

 




 

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