543: 120 mil apoios a famílias foram rejeitados devido ao IBAN

APOIOS ÀS FAMÍLIAS/RECUSAS/IBAN/AT

Autoridade Tributária e Aduaneira

A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) já processou mais de quatro milhões de pagamentos do apoio extraordinário às famílias, cerca de 85% do total, havendo 120 mil que foram rejeitados por terem IBAN inválido no Portal das Finanças.

Estes dados foram divulgados hoje pelo Ministério das Finanças que, em comunicado, precisa que após os 4.020.641 pagamentos de apoios já processados, a primeira fase de transferências “terminará com o processamento de mais cerca de 700 mil pagamentos, que se encontra em curso”.

Os mais de quatro milhões de pagamentos já efectuados correspondem a cerca de 85% dos apoios extraordinários previstos serem pagos pela AT.

O ministério liderado por Fernando Medina adianta também haver ainda cerca de 120 mil ordens de pagamento “que foram rejeitadas por terem IBAN inválidos no Portal das Finanças”.

Estes 120 mil agora observados são menos do que as rejeições registadas quando teve início esta operação, refere o comunicado, precisando que “até agora, já foram actualizados cerca de 2,1 milhões de IBAN no Portal das Finanças, desde início de Setembro”.

A rejeição não significa que as pessoas em causa não venham a receber o apoio uma vez que, tal como já foi referido, a AT continuará “a fazer sucessivas tentativas de transferência destes apoios extraordinários ao rendimento ao longo dos próximos seis meses”.

Desta forma, os contribuintes que ainda não o fizeram deverão verificar e/ou actualizar o seu IBAN no cadastro do Portal das Finanças.

Numa nova nota informativa publicada no Portal das Finanças é explicado que a AT disponibiliza aos contribuintes, “há largos anos, a possibilidade de registarem um IBAN associado ao seu registo/NIF, que fica registado na informação cadastral do contribuinte, sendo relevante na sua relação financeira com a AT”.

É o que sucede quando, por exemplo, uma pessoa abre actividade e tem de indicar um IBAN para associar aos recibos verdes que emite.

“Adicionalmente, e exclusivamente para efeitos de recebimento de reembolso de IRS, os contribuintes podem indicar na declaração de IRS um outro IBAN” para receber o reembolso do IRS, sendo este apenas utilizado para o pagamento do apoio quando o contribuinte “não tenha nenhum IBAN associado ao seu NIF ou o IBAN não se encontre no estado de ‘Confirmado’”.

Em causa está o apoio extraordinário de 125 euros a todas as pessoas residentes em território nacional, que tenham declarado rendimentos brutos anuais até 37.800, na declaração de rendimentos Modelo 3 de IRS relativa a 2021 e de 50 euros por pessoa considerada dependente “identificada na declaração, independentemente dos rendimentos obtidos pelos responsáveis ‘parentais’ ou pelo próprio dependente”.

Já nos casos em que a pessoa está na condição de pensionista ou é beneficiária de prestações sociais, o apoio é pago pela Segurança Social.

ZAP //Lusa
31 Outubro, 2022



 

535: Vendeu a sua casa em 2021? Pode não ter direito aos 125 euros do Governo

SOCIEDADE/HABITAÇÃO/APOIO ÀS FAMÍLIAS

Segundo o Executivo, “os rendimentos de mais-valias são tratados do mesmo modo que os restantes, como sejam, os rendimentos do trabalho dependente”.

Quem vendeu a sua casa no ano passado arrisca-se a não receber o apoio extraordinário de 125 euros. Isto porque – e dependendo do valor da venda e das mais-valias – “os rendimentos de mais-valias são tratados do mesmo modo que os restantes, como sejam, os rendimentos do trabalho dependente”, esclarece o Governo.

A notícia é avançada pelo Negócios, depois de casos em que contribuintes cujo salário não atinge 37.800 euros de rendimento bruto anual (e que teriam direito ao subsídio) se terem apercebido que não o iriam receber.

Diário de Notícias
Dinheiro Vivo
31 Outubro 2022 — 09:20



 

513: Milhares excluídos do apoio apesar de entregarem IRS

– “… O Ministério das Finanças não respondeu às questões do Dinheiro Vivo sobre o universo de agregados negativamente afectados por este critério.” Eles (a governança), estão-se completamente borrifando para os desempregados sem rendimentos, a (sobre)viverem ou à custa de familiares – os que ainda conseguem ajudar -, ou passam à condição de sem-abrigo! O sorrisinho tótó do ministro das finanças é bem definido para a “preocupação” que ele tem para os desclassificados deste país!

“APOIO” ÀS FAMÍLIAS/IRS/GOVERNO/FISCO

Fisco recusa atribuir os 125 euros a contribuintes sem rendimentos e que não estão inscritos no centro de emprego. Deco critica violação do princípio da igualdade.

A ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho, e o ministro das Finanças, Fernando Medina
© DR

Milhares de contribuintes sem rendimentos no ano de 2021 mas que, ainda assim, entregaram a declaração de IRS estão excluídos do apoio de 125 euros a atribuir pela Autoridade Tributária (AT), no âmbito do conjunto de medidas implementadas pelo governo para ajudar as famílias a suportar os custos da inflação elevada.

Estes agregados também não terão direito ao cheque por via da Segurança Social, porque não estão inscritos no centro de emprego nem são titulares de prestações sociais.

O Ministério das Finanças não respondeu às questões do Dinheiro Vivo sobre o universo de agregados negativamente afectados por este critério.

Porém, e segundo as mais recentes estatísticas da Autoridade Tributária, que se reportam a 2020, existiam mais de 736 mil contribuintes no escalão mais baixo de rendimentos, isto é, entre zero e cinco mil euros brutos anuais, pelo que é possível deduzir que milhares tenham apresentado a declaração de IRS sem qualquer tipo de rendimento.

A decisão do Fisco de excluir do apoio contribuintes sem rendimentos declarados em 2021 apanhou completamente de surpresa milhares de famílias quando consultaram o Portal das Finanças para verificarem se eram ou não elegíveis para o pagamento do cheque.

“O decreto-lei que cria os apoios e as declarações do governo sobre este subsídio não foram claros”, critica Marta Canas, especialista em Direito Fiscal da Deco (Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor).

Ao Dinheiro Vivo, a fiscalista destaca que “o diploma prevê a atribuição do apoio a quem tenha declarado, em sede de IRS, rendimentos brutos até 37 800 euros anuais ou 2700 euros brutos mensais, não clarificando se uma pessoa sem rendimentos tem ou não direito”.

Nesta situação, e segundo casos que chegaram ao Dinheiro Vivo, estão sobretudo domésticas que optaram pela tributação conjunta com o marido. Ou seja, “entregaram a declaração de IRS e, por isso, também são sujeitos passivos do imposto”, esclarece ao Dinheiro Vivo o fiscalista João Espanha, da sociedade de advogados Espanha&Associados.

Diário de Notícias
Salomé Pinto
29 Outubro 2022 — 00:15



 

503: Fisco diz não haver evidência de eliminação ou adulteração dos IBAN

“… A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) diz não haver “evidência de qualquer eliminação ou adulteração dos IBAN” constantes do cadastro do Portal das Finanças, referindo contudo que podem existir situações que inviabilizem a transferência do apoio às famílias.” INCRÍVEL!, FANTÁSTICO! ASSUSTADOR! Depois de não sei quantas centenas de queixas de contribuintes verem os seus IBANS modificados, a AT vem com este blá-blá-blá inconcebível! Será mesmo possível ou o 1 de Abril veio antecipado?

FINANÇAS/IBANS/APOIO ÀS FAMÍLIAS

Em causa estão as reclamações de contribuintes que denunciaram os IBAN foram alterados sem consentimento sendo que não receberam apoio de 125 euros.

A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) diz não haver “evidência de qualquer eliminação ou adulteração dos IBAN” constantes do cadastro do Portal das Finanças, referindo contudo que podem existir situações que inviabilizem a transferência do apoio às famílias.

“De acordo com a informação prestada pela AT [Autoridade Tributária e Aduaneira], não existe evidência de qualquer eliminação ou adulteração dos IBAN [número da conta bancária] constantes do cadastro do Portal das Finanças”, disse fonte oficial do Ministério das Finanças, em resposta à Lusa sobre o facto de ao Portal da Queixa estarem a chegar reclamações de pessoas que dizem que o IBAN foi alterado após terem confirmado os dados para receberem o apoio extraordinário.

A mesma fonte precisa ter sido “reportado que a funcionalidade de registo do IBAN no cadastro do Portal das Finanças está a funcionar com normalidade e sem nenhum constrangimento”.

A AT alerta, contudo, que possam verificar-se situações em que o contribuinte não tenha registado nenhum IBAN no cadastro do Portal das Finanças, tenha efectuado esse registo com um IBAN que já não utiliza (eventualmente por encerramento da conta bancária em causa) ou tenha entretanto indicado um IBAN diferente especificamente para efeitos de reembolso de IRS.

“Em todas estas situações, e de modo a garantir um pagamento tão célere quanto possível do apoio extraordinário em causa, os contribuintes devem consultar e actualizar a informação do IBAN directamente no Portal das Finanças”, refere a mesma fonte oficial.

Numa nota à imprensa divulgada esta quarta-feira, o Portal da Queixa diz estar a receber “várias reclamações de pessoas que dizem não ter recebido o apoio extraordinário por causa de problemas com o IBAN”, acrescentando que “o motivo das queixas registadas é o mesmo: após terem confirmado os dados, viram o IBAN alterado sem serem informados”.

Na resposta à Lusa, o Ministério das Finanças refere que o IBAN registado no cadastro do Portal das Finanças “é individual e está directamente associado ao contribuinte em causa, sendo um elemento relevante no âmbito da relação financeira com a AT e utilizado para diversas das finalidades fiscais”, como por exemplo reembolsos de IVA para trabalhadores independentes e outras restituições de imposto.

Já o IBAN indicado na declaração de IRS é facultado tendo em vista o recebimento do eventual reembolso de IRS.

Na semana passada a AT iniciou o pagamento do apoio de 125 euros a todas as pessoas residentes em território nacional, que tenham declarado rendimentos brutos anuais até 37.800, na declaração de rendimentos Modelo 3 de IRS relativa a 2021 e de 50 euros por pessoa considerada dependente “identificada na declaração, independentemente dos rendimentos obtidos pelos responsáveis ‘parentais’ ou pelo próprio dependente”.

Já nos casos em que a pessoa está na condição de pensionista ou é beneficiária de prestações sociais, o apoio é pago pela Segurança Social.

Ainda assim, refere a mesma resposta do Ministério das Finanças, e nos casos em que os contribuintes não tenham qualquer IBAN válido no cadastro do Portal das Finanças “a transferência dos apoios será ordenada para o IBAN alternativo que constar da declaração de IRS do agregado familiar relativo a 2021”.

Caso o contribuinte assim o entenda, poderá sempre pedir esclarecimentos ou a resolução de situações concretas usando, para o efeito, os canais de atendimentos disponibilizados pela AT, nomeadamente o e-balcão ou o Centro de Atendimento Telefónico (217 206 707).

Diário de Notícias
DN/Lusa
27 Outubro 2022 — 19:51



 

497: Milionários dos vistos gold estão a receber o apoio do Estado de 125 euros

“… não tem em conta os rendimentos de capital na avaliação de elegibilidade para este apoio de 125 euros. “Uma lacuna que dá margem para que milioná­rios, estrangeiros ou nacionais, sejam abrangidos pela medida”. Autêntica infâmia para quem está DESEMPREGADO de longa duração, sem qualquer tipo de apoios sociais, subsídios, RSI, etc.! NEGA-SE o RSI a um trabalhador com mais de TRINTA ANOS de descontos e pagamento de impostos ao Estado, para continuar encher a pança a esta escumalha! É esta a amostra da “justiça” social deste país com uma governança que continua a enriquecer os ricos e a empobrecer os pobres! VERGONHA…!!!

INFÂMIA… VERGONHA…NOJO…

Terão sido detectados, pelo menos, mais de duas dezenas de casos em que o apoio do Estado para combater os efeitos da inflação, emitido pela Segurança Social, foi atribuído a cidadãos estrangeiros abrangidos pelo regime de vistos gold.

© Unsplash

O apoio do Estado de 125 euros, emitido pela Segurança Social (SS), destinado a atenuar os efeitos da inflação na vida de quem tem mais dificuldades, terá sido entregue a titulares de vistos gold, noticia esta sexta-feira o jornal Expresso.

Os 125 euros terão sido entregues, segundo o semanário, através de cheques, a cidadãos estrangeiros com elevados rendimentos de capital, mas com poucos ou nenhuns rendimentos de trabalho declarado no nosso país.

Terão sido detectados, pelo menos, mais de duas dezenas de casos em que o apoio do Estado anti-inflação foi atribuído a cidadãos estrangeiros abrangidos pelos Vistos Gold.

O jornal escreve que “teve acesso a um conjunto de cheques (no valor de 125 euros) relativos ao apoio anti-inflação, emitidos pela SS na passada segunda-feira, a cidadãos estrangeiros abrangidos pelo regime de Autorização de Residência para Actividade de Investimento (ARI), conhecido como visto gold”.

Ouvidos pelo Expresso, fiscalistas referem que na base deste pagamento estará uma lacuna no “desenho da medida” que não tem em conta os rendimentos de capital na avaliação de elegibilidade para este apoio de 125 euros. “Uma lacuna que dá margem para que milioná­rios, estrangeiros ou nacionais, sejam abrangidos pela medida, refere a publicação.

A fiscalista Joana Cunha d’Almeida disse, em declarações ao jornal, que “trata-se de uma brecha na lei que o legislador deveria ter acautelado”.

Questionados pelo Expresso sobre esta situação, os Ministérios do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e o das Finanças afirmaram que a “atribuição do apoio extraordinário segue os critérios definidos nos diplomas legais”, que “atendem, em termos gerais, ao nível de rendimentos dos contribuintes residentes em Portugal declarados perante a AT e o ISS [Instituto da Segurança Social], bem como à titularidade de determinadas prestações sociais (subsídio de desemprego ou rendimento social de inserção)”.

Ainda esta semana, a SIC Notícias noticiou que a Segurança Social enviou 33 vales, no valor de 125 euros cada, para um apartamento, em Lisboa. A habitação em causa tem estado arrendada nos últimos anos, mas nunca a tantos inquilinos. O senhorio terá recebido, no total, 4.125 euros.

O proprietário, que herdou o imóvel há pouco tempo, contou que a mãe tinha feito há cerca de quatro anos um contrato de arrendamento a um imigrante, mas não mais que isso, concluindo-se, por isso, que não se justifica o número de vales recebidos naquela morada.

Outro caso reportado relativo ao apoio dos 125 euros é o que está relacionado com o IBAN de quem é elegível para receber esta ajuda do Estado.

O Portal da Queixa recebeu “inúmeras reclamações” de contribuintes indignados que denunciaram que o IBAN foi alterado sem consentimento no Portal das Finanças e que por isso não receberam o apoio extraordinário de 125 euros.

Embora os apoios extraordinários a titulares de rendimentos e de prestações sociais das famílias (de 125 euros), jovens e crianças (de 50 euros), lançados no âmbito do programa Famílias Primeiro, tivessem começado a ser pagos pela Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) e pela Segurança Social no dia 20 de Outubro, a maioria dos queixosos alegou que o IBAN presente nos dados pessoais não pertencia a nenhuma conta bancária, e que o mesmo foi alterado sem o seu consentimento.

A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) disse, entretanto, não haver “evidência de qualquer eliminação ou adulteração dos IBAN” constantes do cadastro do Portal das Finanças, referindo contudo que podem existir situações que inviabilizem a transferência do apoio às famílias.

“De acordo com a informação prestada pela AT [Autoridade Tributária e Aduaneira], não existe evidência de qualquer eliminação ou adulteração dos IBAN [número da conta bancária] constantes do cadastro do Portal das Finanças”, disse fonte oficial do Ministério das Finanças, em resposta à Lusa sobre o facto de ao Portal da Queixa estarem a chegar reclamações de pessoas que dizem que o IBAN foi alterado após terem confirmado os dados para receberem o apoio extraordinário.

Diário de Notícias
DN
28 Outubro 2022 — 09:16



 

Segurança Social enviou (por engano) 33 ‘cheques’ de 125€ para a mesma morada

– Em contrapartida, a “segurança” social NEGA o RSI a uma desempregada há mais de seis anos por despedimento colectivo, depois de mais de TRINTA ANOS de pagamentos de impostos ao Estado e descontos para a SS, sem qualquer rendimento porque terminaram os seus subsídios de desemprego! É esta a “segurança” que a segurança social pratica socialmente.

SEGURANÇA SOCIAL/125€/33 ENGANOS…

Caso aconteceu em Lisboa.

© Shutterstock

A Segurança Social enviou 33 ‘cheques’ de 125 euros para a mesma morada, por engano, no âmbito dos apoios extraordinários que começaram a ser pagos no início desta semana. A notícia, refira-se, é avançada pela SIC Notícias, dando conta que o caso aconteceu em Lisboa.

Os pagamentos por parte da Segurança Social começaram a ser feitos no início desta semana e o Notícias ao Minuto já pediu, inclusive, um balanço ao Ministério do Trabalho. Contudo, e apesar da insistência, ainda não foi possível obter uma resposta.

Um morador lisboeta, que não quis ser identificado, deu conta de 33 vales postais na sua caixa de correio, para 33 pessoas diferentes. Cada um no valor de 125 euros.

Na prática, foram enviados mais de quatro mil euros para a mesma morada.

O proprietário herdou o imóvel “há pouco” e diz ter conhecimento de um contrato de arrendamento a um imigrante, realizado há quatro anos.

“É difícil num T2 morarem aqui 33 pessoas, não é?”, questionou o proprietário que recebeu as cartas, adiantando que há “algo de estranho” neste caso.

“Esta morada se calhar, provavelmente, era usada para outros fins, para registar várias pessoas que viessem do estrangeiro”, acrescentou. O proprietário diz que viu a caixa de correio “arrombada várias vezes”.

Os destinatários dos cheques podem já não estar em Portugal.

O apoio de 125 euros começou a ser pago na segunda-feira pela Segurança Social a quem recebe algumas prestações sociais, abrangendo 1,6 milhões de beneficiários, segundo o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Em causa está o apoio de 125 euros e de 50 euros por descendente, criado pelo Governo com o objectivo de mitigar o impacto da inflação.

Nos casos de beneficiários de algumas prestações sociais, o apoio é pago pela Segurança Social e, no caso de titulares de rendimentos, é efectuado pela Autoridade Tributária e Aduaneira (AT).

Entre os beneficiários de prestações sociais com direito ao apoio estão as pessoas que recebem subsídio de desemprego, subsídio social de desemprego, subsídios de doença, Rendimento Social de Inserção (RSI), prestação social para a inclusão, Complemento Solidário para Idosos (CSI) e subsídio de apoio ao cuidador informal principal.

Notícias ao Minuto
27/10/22 15:28



 

480: Apoio de 125 euros. Contribuintes indignados denunciam que IBAN foi alterado sem consentimento

– Infelizmente em Portugal a culpa morre sempre solteira. Protegem-se os fortes e carrega-se nos mais fracos. Os IBANS não se auto-modificam por si mesmos! Não é necessário ter-se um canudo em economia ou finanças tributárias para saber que os IBANS são colocados pelos detentores dos respectivos registos pessoais. Se os números foram alterados, alguém com acesso a estes registos fê-lo com segundas intenções.

APOIO 125€/FINANÇAS/CONTRIBUINTES

Os contribuintes “apontam falhas de segurança à Autoridade Tributária e exigem respostas”.

O Portal da Queixa continua a receber “inúmeras reclamações” de contribuintes indignados que denunciam que o IBAN foi alterado sem consentimento no Portal das Finanças e que por isso não receberam o apoio extraordinário de 125 euros.

Os contribuintes “apontam falhas de segurança à Autoridade Tributária e exigem respostas”, indica um comunicado enviado às redacções.

Embora os apoios extraordinários a titulares de rendimentos e de prestações sociais das famílias (de 125 euros), jovens e crianças (de 50 euros), lançados no âmbito do programa Famílias Primeiro, tivessem começado a ser pagos pela Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) e pela Segurança Social no dia 20 de Outubro, a maioria dos queixosos alega que o IBAN presente nos dados pessoais não pertence a nenhuma conta bancária, e que o mesmo foi alterado sem o seu consentimento.

“Não consigo entender como uma entidade estatal, que supostamente se gaba de zelar pelos contribuintes, está constantemente a alterar os dados pessoais que deveriam ser privados.

Como é possível falarem em que só é permitida a alteração após confirmação do titular da conta, mas colocam lá uma que nunca tive ou vi? Hoje verifiquei que tinha o IBAN de alguém de Lisboa quando nem lá vivo ou vivi”, denunciou o contribuinte Júlio Mendes, citado pela nota enviada às redacções.

“É inadmissível verificar que o meu IBAN foi adulterado no portal da AT. Isto subentende-se que alguém terá acedido aos meus dados pessoais o que é inadmissível.

O meu IBAN é o mesmo há mais de 20 anos e nunca houve qualquer tipo de alteração, e por isso pretendo uma explicação para o facto de agora que estão a dar o suposto apoio extraordinário, estes dados, como se por acaso se alteraram sozinhos”, queixou-se, por sua vez, a contribuinte Andreia Henriques.

Recorde-se que para se certificar que o IBAN é o correcto basta aceder ao portal das Finanças, entrar na opção “IBAN-ACTUALIZAR” e proceder à alteração para o número correto.

Segundo a análise do Portal da Queixa, há ainda o caso de pessoas que confirmaram os dados como é solicitado e, mesmo assim, depararam-se com um IBAN aleatório.

“Há mais de 15 anos que o meu IBAN no site das Finanças é o mesmo. Desde que no seguimento do apoio dos 125€ foi solicitado que houvesse a confirmação do IBAN, já tive que confirmar o meu IBAN por 3 vezes.

Das 3 vezes submeti o IBAN correcto – e devido às queixas que tem havido – vou com regularidade à página confirmar e, cada vez que lá chego, deparo-me com um outro IBAN que nada tem haver comigo.

Já é uma vergonha quem tem o IBAN nas finanças ter que o confirmar, agora depois de confirmado aparecer outro IBAN é uma vergonha maior”, reportou o contribuinte Fábio Garcia.

De acordo com a Autoridade Tributária, cerca de 320 mil transferências não foram processadas, uma vez que consta um IBAN inválido no Portal das Finanças. Ou seja, apenas 87% das transferências ordenadas foram bem-sucedidas.

Para o caso dos que se aperceberam de que era necessário fazer a actualização do IBAN no portal das Finanças, haverá várias tentativas de pagamento durante seis meses.

Diário de Notícias
DN
25 Outubro 2022 — 19:44



 

473: “Cheque” de 125 euros: Segurança Social paga a partir de amanhã

APOIO/SEGURANÇA SOCIAL/125,00 €/PAGAMENTO

A Segurança Social (SS) vai começar a fazer o pagamento dos apoios extraordinários já a partir desta segunda-feira, dia 24 de Outubro aos beneficiários em Portugal Continental.

Se ainda não recebeu via Autoridade Tributária, talvez o pagamento seja via SS. Veja se cumpre os requisitos.

125 euros pagos a trabalhadores que não tenham entregue IRS em 2021

É já amanhã que a SS vai começar a pagar o apoio extraordinário aos Portugueses. Segundo a informação, o apoio de 125 euros será pago a trabalhadores que não tenham entregue IRS relativo ao ano de 2021 ou para beneficiários que recebem prestações sociais. 

Relativamente ao apoio de 50 euros, irão receber os beneficiários de abono de família e os  menores de 18 anos que estejam registados em agregados na Segurança Social.

O pagamento é feito preferencialmente por transferência bancária. Caso não seja possível proceder ao pagamento por IBAN, será feito por vale postal.

Pode consultar o valor que vai receber acedendo à Segurança Social Directa, menu Posição Actual > Valores a receber > Apoio Extraordinário efeitos inflação.

O ministro das Finanças, Fernando Medina, indicou recentemente que os apoios extraordinários para fazer face à inflação já chegaram a 3,8 milhões de portugueses, totalizando 1.123 milhões de euros.

Tal como referido, a Segurança Social, começará a efectuar o pagamento dos 125 euros na próxima segunda-feira, abrangendo 1,6 milhões de beneficiários, nomeadamente pessoas que recebem prestações sociais como o rendimento social de inserção ou o subsídio de desemprego.

Pplware
Autor: Pedro Pinto
23 Out 2022



 

463: Cheque de 125 euros? “Fenómeno” estranho a acontecer com o IBAN

  Infelizmente existem muitos acéfalos neste país que se dedicam a comentar as mais descabidas posições pessoais pelos fóruns e sites na Internet. De estupidez, de ignorância, de falácia. Nada mais que isso. E depois, existe a CENSURA PRÉVIA de comentários válidos que deixam de sair on-line. É o regresso aos tempos da ditadura fascista de Salazar e do Lápis Azul, embora se auto-proclamem de “democratas”.

FINANÇAS/APOIO/125,00 €/IBAN

O seu IBAN também desapareceu? Como temos vindo a acompanhar, ontem começaram as primeiras transferências de 125 euros do Governo para os portugueses. No total, cerca de 5 milhões de portugueses irão receber um apoio extraordinário que chegará às contas nos próximos dias.

No entanto, há um “fenómeno” estranho a acontecer com o IBAN. O que se está a passar?

O seu IBAN também desapareceu?

Como informámos ontem, a “correria” aos bancos, levou a que muitos deles deixassem de fornecer serviço. A enorme quantidade de acessos dos portugueses funcionou quase como um ataque de negação de serviço de larga escala.

Além disso, segundo revela a SIC, têm surgido queixas dos contribuintes sobre o pagamento do apoio extraordinário. Há quem diga que o IBAN que tinha no Portal das Finanças foi alterado sem autorização e para um que é desconhecido.

Nas dezenas de e-mails que chegaram e continuam a chegar à SIC, há casos de quem já tinha confirmado o IBAN há praticamente um mês e que agora, ao regressar ao portal, depara-se com parcelas de informação em branco e com o NIB aleatório que não lhe pertence.

Também há casos em que há semanas os dados estavam lá e agora os campos do IBAN tenham voltado a ficar em branco. Muitos portugueses também têm-se queixado através das redes sociais.

Os primeiros 500 mil pagamentos já foram processados esta quinta-feira. O governo prevê ter o processo terminado até ao final do mês.

De salientar ainda que quem não entregou IRS ou estiver a receber prestações sociais também vai receber, mas o pagamento nesses casos é feito pela segurança social.

De relembrar que no caso do “cheque” de 125 euros, o contribuinte deve ter rendimentos brutos anuais inferiores a 37.800 euros ou 2.700 euros por mês (a 14 meses).

O apoio de 50 euros por filho é universal para todos os dependentes até aos 24 anos. As medidas são individuais, ou seja, pode haver um casal em que um receba menos de  2.700 euros por mês e nesse caso terá acesso aos apoios.

Pplware
Autor: Pedro Pinto
21 Out 2022



 

454: Apoio de 125 euros chega esta quinta-feira a 500 mil pessoas

– Diz o ditado: mais vale cair em graça do que ser engraçado. Estou fora. Nem caí em graça, nem sou engraçado. A minha filha Vera, desempregada há mais de seis anos, sem subsídio de desemprego, negado pela “Segurança” Social a atribuição do RSI porque o pai (eu) é um gajo com uma fortuna incalculável que tem de andar a contar os cêntimos para que eles estiquem até ao próximo recebimento. O problema é que estes “economistas” de vão de escada, apenas fazem contas ao RECEBER e “esquecem” do A PAGAR como se renda de casa, água, luz, gás, alimentação, farmácia, IRS, etc., fossem todos de borla! Quando eu for grande, também quero ser “economista”!

SOCIEDADE/APOIO 125€

Estima-se que o processamento da medida ficará concluído em 10 dias.

O apoio de 125 euros vai chegar esta quinta-feira a 500 mil pessoas, anunciou esta terça-feira o ministro das Finanças, Fernando Medina, estimando que o processamento da medida fique concluído em 10 dias.

“Os primeiros 500 mil beneficiários vão receber já os 125 euros nesta quinta-feira”, disse Fernando Medina à margem de um encontro organizado pelo International Club of Portugal, detalhando que o ritmo diário será de 500 mil pagamentos por dia.

“A partir desta quinta cerca de 500 mil processamentos serão feitos por dia o que nos faz pensar que em 10 dias teremos o processamento efectuado”, afirmou o governante.

Em causa está um apoio de 125 euros pago a adultos não pensionistas com rendimentos mensais inferiores a 2.700 euros.

Diário de Notícias
DN/Lusa
18 Outubro 2022 — 16:08