1053: Nova ajuda militar da Alemanha à Ucrânia. Ambulâncias e tanques a caminho

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🇩🇪 ALEMANHA // APOIO // TANQUES  // AMBULÂNCIAS

A Alemanha ainda irá fornecer às tropas ucranianas “sete tanques antiaéreos e 100 mil kits de primeiros socorros”.

© Reuters

A Alemanha está a apoiar a Ucrânia com o fornecimento de equipamentos e armas para combater as tropas russas.

Nos últimos dias, a Ucrânia recebeu “três tanques Beaver para instalação de pontes, oito drones não tripulados, 12 veículos de protecção de fronteira, 4.000 sacos-cama, peças de reposição para helicópteros Mi-24 e 30 ambulâncias”, avança o governo alemão, em comunicado.

No âmbito do novo lote de ajuda militar, a Alemanha ainda irá fornecer às tropas ucranianas “sete tanques antiaéreos e 100 mil kits de primeiros socorros”.

Recorde-se que, na terça-feira, o chanceler alemão, Olaf Scholz, anunciou que vai oferecer 350 geradores e assistência financeira para a reparação de infra-estruturas energéticas no valor de 56 milhões de euros.

A NATO já tinha referido que planeia enviar tanques de guerra para a Ucrânia para dar vantagem militar ao país contra as forças russas, principalmente durante os rigorosos meses de inverno.

A Ucrânia também tem pedido repetidamente aos principais fabricantes de armas da NATO que lhes forneçam tanques de última geração, à medida que procuram consolidar os ganhos conseguidos em contra-ofensivas nos últimos meses.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
02/12/22 08:45
por Daniela Carrilho



 

996: Ucrânia recebe sistema francês de rockets de longo alcance

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🇫🇷 FRANÇA / UCRÂNIA / APOIO / ARMAMENTO

Sistema fornecido pela França pretende fortificar o armamento da Ucrânia face à invasão russa.

© EPA/RUSSIAN DEFENCE MINISTRY PRESS SERVICE

A Ucrânia anunciou esta terça-feira ter recebido de França um sistema de lançamento de rockets múltiplos, que serão acrescentados ao arsenal de artilharia de longo alcance utilizado na guerra contra as forças russas.

“A LRU de França chegou à Ucrânia! O exército ucraniano é agora ainda mais poderoso”, escreveu o Ministro da Defesa, Oleksiy Reznikov, na rede social Twitter.

A LRU fornecida pela França é a quarta variedade de sistema sofisticado de lançamento de rockets (MLRS) – após HIMARS, M270 e MARS II – a ser fornecida à Ucrânia para ajudar Kiev a combater a invasão russa.

O sistema tem um alcance de cerca de 70 quilómetros.

Nos últimos meses, a Ucrânia tem vindo a utilizar os sistemas fornecidos pelo Ocidente para atingir postos de comando e depósitos de munições mais profundos em território controlado pela Rússia do que o seu próprio arsenal permitiria.

Kiev está a pedir mais armas de longo alcance para sustentar o progresso no campo de batalha e sistemas de defesa aérea para evitar ondas de ataques russos.

Há duas semanas, o Ministro do Exército francês, Sebastien Lecornu, anunciou a entrega de duas LRU francesas à Ucrânia, numa entrevista ao Le Journal du Dimanche.

Lecornu afirmou que a França iria também enviar duas baterias de sistemas de defesa aérea Crotale e estava “a analisar um pedido da Ucrânia para radares que são cruciais para detectar ataques a montante”.

A França está a planear ainda treinar 2.000 dos 15.000 soldados que a UE prometeu treinar.

Diário de Notícias
DN/AFP
29 Novembro 2022 — 16:39



 

995: Ucrânia na NATO volta a ser tema, mas Kiev pede ajuda imediata

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🇺🇦 UCRÂNIA / NATO / AJUDA / INVASÃO RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

Chefes da diplomacia da aliança discutem em Bucareste como continuar a ajudar os ucranianos. Ao lembrar a política de porta aberta, Stoltenberg pisca o olho à Geórgia e Ucrânia.

Jens Stoltenberg, secretário-geral da NATO.
© EPA/ROBERT GHEMENT

Ao primeiro dia do encontro dos ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO, em Bucareste, vários países anunciaram mais medidas de apoio à Ucrânia, e o secretário-geral voltou a trazer para a mesa a adesão daquele país. No entanto, para o chefe da diplomacia ucraniana, o momento é de tomar decisões o quanto antes.

“A última vez que fui convidado para a reunião ministerial da NATO, vim com três palavras, “armas, armas e armas”. E desde então muito tem sido feito. Hoje, tenho palavras diferentes, que são “mais rápido, mais rápido e mais rápido””, disse Dmytro Kuleba.

“Quando tivermos transformadores e geradores, podemos restaurar o nosso sistema, a nossa rede de energia, e proporcionar às pessoas condições de vida decentes,

Quando tivermos sistemas de defesa aérea, seremos capazes de proteger esta infra-estrutura contra os próximos ataques de mísseis russos. Em resumo, Patriots e transformadores é o que a Ucrânia mais precisa”, disse em referência ao sistema de defesa anti-míssil Patriot norte-americano.

Na conferência de imprensa, o secretário-geral da Aliança Atlântica reconheceu que esse era um dos assuntos em discussão, no entanto preferiu destacar outro aspecto, o de que os sistemas que a Ucrânia recebe se mantenham funcionais e com munições.

Há dias, o New York Times noticiava que cerca de um terço dos 350 obuses doados pelos países ocidentais estão fora de serviço, sendo que a manutenção e reparação das peças de artilharia é feita na Polónia.

“Um dos enormes desafios que enfrentamos agora, relacionados com alguns dos sistemas avançados de defesa aérea como o NASAMS, ou o IRIS-T alemão, que são sistemas avançados de defesa aérea, é não só estarmos a fornecê-los, mas também a assegurar que fornecemos as munições e peças sobressalentes necessárias para garantir que esses sistemas estão a funcionar eficazmente”, disse Jens Stoltenberg.

Ao apelo ucraniano para assistência às infra-estruturas, a Alemanha respondeu com o envio de 350 geradores e um total de 56 milhões de euros só para o sector da energia.

Por seu lado, os EUA informaram que vão ajudar com 53 milhões de dólares em transformadores e outros equipamentos para restabelecer o sistema energético do país, atingido pelos mísseis russos nas últimas semanas.

Enquanto os ministros prosseguem hoje a reunião e limam arestas quanto à assistência militar, em especial no campo das defesas antiaéreas, o secretário-geral voltou a dizer que a NATO mantém a política de porta aberta, num piscar de olhos à Ucrânia e à Geórgia.

Em Março, o presidente Volodymyr Zelensky disse que o seu país não iria tornar-se num país membro da aliança militar, numa aparente concessão a Moscovo. Agora, o tema volta à tona, embora nenhum passo vá ser dado nesse sentido enquanto o país estiver ocupado e em guerra.

“Estamos a discutir como reforçar ainda mais a nossa parceria com a Ucrânia e também ajudá-los a avançar para a adesão”, disse Stoltenberg. “Estamos a discutir como podemos reforçar ainda mais a parceria política, excepto a adesão, e há diferentes formas de o fazer, através de reuniões mais frequentes e de discussões mais substantivas”, concluiu.

cesar.avo@dn.pt

Diário de Notícias
César Avó
29 Novembro 2022 — 23:05



 

987: EUA ajudam reconstrução energética da Ucrânia. Envio de munições de longo alcance em cima da mesa

– Esse buraco devia estar no meio do kremlin…

EUA / UCRÂNIA / MUNIÇÕES / APOIO

Os Estados Unidos vão fornecer novas ajudas à Ucrânia com o objectivo de ajudar o país a repor a electricidade após os múltiplos ataques russos às principais infra-estruturas energética. Actualmente, os ucranianos enfrentam semanas de temperaturas negativas e “apagões” generalizados, assim como recursos limitados para fazer frente ao frio.

Vasiliy Zhlobsky / EPA

Os Estados Unidos vão fornecer novas ajudas à Ucrânia com o objectivo de ajudar o país a repor a electricidade após os múltiplos ataques russos às principais infra-estruturas energética.

Actualmente, os ucranianos enfrentam semanas de temperaturas negativas e “apagões” generalizados, assim como recursos limitados para fazer frente ao frio.

Altos funcionários norte-americanos explicaram à agência France-Presse que a ajuda financeira em causa será “substancial“, com os detalhes a serem avançados hoje por Antony Blinken, secretário de Estado norte-americano, actualmente em Bucareste para a reunião dos Negócios Estrangeiros da NATO.

A mesma fonte da Administração Biden, também sob anonimato, lembrou que os Estados Unidos da América já enviou 1.100 milhões de dólares (cerca de 1.000 milhões de euros) para energia na Ucrânia e na Moldova.

Segundo o Jornal de Notícias, a ajuda insere-se na perspectiva de uma conferência internacional de doadores em “apoio à resistência civil ucraniana“, que terá lugar a 13 de Dezembro em França.

“O que os russos estão a fazer é visar especificamente as centrais transformadoras de alta tensão” e não apenas as próprias centrais eléctricas, para desorganizar toda a cadeia desde a produção até à distribuição, explicou outro responsável norte-americano.

De acordo com Volodymyr Zelensky, as forças russas bombardearam 30 povoações na região de Kherson, no sul da Ucrânia, cerca de 258 vezes ao longo da última semana.

As tropas russas retiraram-se da margem oeste do rio Dniepre no início do mês, apesar de continuarem a bombardear cidades e vilas, nomeadamente a cidade de Kherson, desde novas localizações.

Envio de munições de longo alcance discutido na reunião da NATO

Como referido, os ministros dos Negócios Estrangeiros dos estados-membros estão reunidos a partir de hoje em Bucareste para discutir novos apoios à Ucrânia e a outros países que “enfrentem a pressão russa em muitas formas diferentes”. Em causa estão também ameaças a países como a Geórgia, Moldávia e Bósnia, procurando formas de a contrariar.

“Pela primeira vez, a reunião será igualmente dedicada às questões de defesa da Ucrânia, nomeadamente novas armas, munições, equipamento militar, e ao sistema energético do país”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiro da Ucrânia, Dmytro Kuleba.

De acordo com o secretário-geral da NATO, será feito um apelo para que os aliados prestem apoio através do chamado pacote de assistência integral, através do qual a organização tem fornecido, entre outras coisas, combustível, material médico, equipamento de inverno e bloqueadores de drones.

Outra das questões a ser resolvida na reunião tem que ver com o pedido de Kiev para que a aliança envie armas de longo alcance, uma opção que até agora tem sido negada pelos aliados.

A Reuters avançou que a reunião desta semana poderá marcar uma mudança de paradigma, caso os Estados Unidos da América confirmem que vão fornecer foguetes equipados com o sistema GLSDB (uma bomba de pequeno diâmetro lançada em superfície).

ZAP //
29 Novembro, 2022



 

EUA vão atribuir ajuda “substancial” para a infra-estrutura energética

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UCRÂNIA / EUA / INFRA-ESTRUTURA ENERGÉTICA /APOIO

Os Estados Unidos preparam-se para anunciar uma ajuda financeira “substancial” à Ucrânia, para ajudar o país a lidar com os danos causados pelos ataques russos às infra-estruturas energéticas, revelaram esta segunda-feira altos funcionários norte-americanos à agência France-Presse (AFP).

© Diego Herrera Carcedo/Anadolu Agency via Getty Images

O apoio será detalhado hoje pelo secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, que chegou na segunda-feira a Bucareste para participar na reunião de ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO.

Altos funcionários dos EUA referiram que o apoio “será substancial e não será o último”, embora não tenham detalhado quando o valor exacto.

As mesmas fontes, que falaram sob condição de anonimato, lembraram que o Governo liderado por Joe Biden já destinou 1.100 milhões de dólares (cerca de 1.000 milhões de euros) para energia na Ucrânia e na Moldova.

A ajuda insere-se na perspectiva de uma conferência internacional de doadores em “apoio à resistência civil ucraniana”, que terá lugar em 13 de Dezembro em França, acrescentaram.

A Rússia tem promovido, desde o início de Outubro, uma vaga de ataques em massa de mísseis contra a infra-estrutura de energia em toda a Ucrânia.

Segundo dados citados pelo Governo ucraniano, entre 25% e 30% deste tipo de infra-estruturas ficou danificada.

“O que os russos estão a fazer é visar especificamente as centrais transformadoras de alta tensão” e não apenas as próprias centrais eléctricas, para desorganizar toda a cadeia desde a produção até à distribuição, explicou um dos responsáveis norte-americano.

Esta reunião do Conselho do Atlântico Norte, principal organismo de decisão política da NATO, ao nível dos ministros dos Negócios Estrangeiros, vai decorrer entre hoje e quarta-feira no Palácio do Parlamento na capital da Roménia e contará com a presença do ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, para debater as necessidades mais urgentes deste país e o apoio da NATO a longo prazo.

Além da guerra na Ucrânia, os ministros farão um balanço da adesão da Finlândia e da Suécia, já ratificada por 28 dos 30 países membros, mas que continua suspensa à espera do ‘sinal verde’ da Turquia e da Hungria, e discutirão a crescente ameaça representada pela China.

A Alemanha, que preside o G7, convocou por sua vez para a tarde de hoje uma reunião à margem da NATO sobre a crise energética provocada pela guerra na Ucrânia, durante a qual os Estados Unidos vão apelar aos restantes países para reforçarem a sua ajuda nesta área, segundo uma das autoridades norte-americanas.

A Roménia, assim como a vizinha Moldova, foi duramente atingida pela guerra e cerca de 2 milhões de pessoas passaram por estes países em fuga da Ucrânia. Actualmente, Bucareste abriga cerca de 80.000 refugiados, segundo dados citados por Washington.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
29/11/22 06:49
por Lusa



 

974: Reunião da NATO em Bucareste pode levar munições de longo alcance para Kiev

NATO / REUNIÃO / BUCARESTE /UCRÂNIA

Munição sueco-norte-americana pode atingir alvos a 150 quilómetros, mas não chegará antes da primavera.

Reunião da NATO decorre no palácio do Parlamento, em Bucareste.
© EPA/Robert Ghement

Os ministros dos Negócios Estrangeiros dos estados-membros da NATO reúnem-se a partir de hoje em Bucareste para discutir o apoio à Ucrânia e a outros países que “enfrentam a pressão russa em muitas formas diferentes”, horas depois de a maior delegação de chefes da diplomacia europeia, de sete países, visitar Kiev. Em Zaporíjia, a administração ocupante nega estar iminente a retirada da central nuclear.

No palácio do Parlamento da Roménia, um edifício que simboliza como poucos os devaneios megalómanos de um ditador, no caso de Ceausescu, os aliados da Aliança Atlântica vão debater como ajudar a Ucrânia, mas também outros países como a Geórgia, Moldávia e Bósnia, a contrariar a agressão russa, no primeiro caso, e a ameaça, no segundo.

“Pela primeira vez, a reunião será igualmente dedicada às questões de defesa da Ucrânia, nomeadamente novas armas, munições, equipamento militar, e ao sistema energético do país”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiro da Ucrânia, Dmytro Kuleba, que vai estar presente no encontro.

O secretário-geral da NATO explicara dias antes que iria apelar para os aliados prestarem mais apoio através do chamado pacote de assistência integral, através do qual a organização tem fornecido combustível, material médico, equipamento de inverno e bloqueadores de drones.

Jens Stoltenberg disse também que, a longo prazo, a aliança militar vai ajudar a Ucrânia na transição do equipamento, treino e doutrina soviéticos para a NATO.

Antes ainda do reforço de defesas antiaéreas, Kiev pede há muito poder de fogo de maior alcance, algo que até agora tem sido negado pelos aliados. Segundo a Reuters, pode ser anunciado na cimeira uma mudança de paradigma, caso os Estados Unidos confirmem que vão fornecer foguetes equipados com o sistema GLSDB (que significa bomba de pequeno diâmetro lançada em superfície).

Produzido em conjunto pela sueca SAAB e a norte-americana Boeing, é lançado em foguetes amplamente disponíveis em stock, e tem um alcance de 150 quilómetros, mais do dobro do que o exército ucraniano tem à disposição para usar nos sistemas de foguete de lançamento múltiplo, caso do HIMARS.

No entanto, caso se confirme este anúncio, não é de esperar que o sistema entre em acção antes da primavera.

O palácio de Bucareste vai também ser palco de uma reunião trilateral entre os chefes da diplomacia da Turquia, Suécia e Finlândia. Ancara está a usar a ratificação parlamentar da admissão dos países nórdicos como moeda de troca para Estocolmo tomar medidas face a grupos curdos aí radicados e que são vistos pelo poder turco como terroristas.

“O processo está a avançar positivamente, mas ainda há medidas a tomar. Na verdade, a Suécia é o país que precisa de tomar mais medidas”, disse o ministro Mevlut Cavusoglu.

Na Zaporíjia ocupada, as autoridades russas negaram que os soldados estejam a retirar-se da central nuclear, tal como foi sugerido pela empresa estatal ucraniana que a gere.

O director-geral da Energoatom disse haver indicações de que as forças russas poderiam estar a preparar-se para deixar as instalações capturadas em Março.

cesar.avo@dn.pt

Diário de Notícias
César Avó
28 Novembro 2022 — 23:38



 

909: Alemanha e França prometem ajudar Kiev até ao fim do conflito

– Eu só leio que todo o mundo ajuda Kiev e os ucranianos, mas o putinocrata assassino terrorista russonazi ☠️卐☠️ continua impávido, sereno e impunemente a bombardear, destruir, assassinar civis inocentes, sem qualquer peso de consciência – que não a tem. Para quando uma resposta de força bruta contra este terrorista e os seus terroristas da seita?

🇷🇺 UBIYTSA! 🇷🇺

🇷🇺 SMERTʹ RUSONAZAM 🇷🇺

FRANÇA/ALEMANHA/APOIO/UCRÂNIA

Olaf Scholz indicou que a Alemanha e a França estão a trabalhar para ajudar a Ucrânia a “reconstruir as suas infra-estruturas energéticas”, parcialmente destruídas.

Primeira-ministra francesa, Elisabeth Borne, e o chanceler alemão, Olaf Scholz
© EPA/FILIP SINGER

A Alemanha e a França comprometeram-se esta sexta-feira a apoiar a Ucrânia até ao fim do conflito desencadeado pela invasão russa, numa declaração feita pelos respectivos chefes de Governo após uma reunião em Berlim.

“Desde o primeiro dia desta brutal guerra, os nossos dois países têm dado um apoio inabalável à Ucrânia… estamos, chanceler, totalmente alinhados: continuaremos a fazê-lo, apoiaremos a Ucrânia até ao fim deste conflito”, disse a primeira-ministra francesa, Elisabeth Borne.

O chanceler alemão, Olaf Scholz, acrescentou que “a Rússia deve pôr fim a esta guerra e retirar as suas tropas imediatamente”.

“A política russa de terror através de bombas contra infra-estruturas civis na Ucrânia tem de acabar”, sublinhou o chefe do Governo alemão.

Olaf Scholz indicou que a Alemanha e a França estão a trabalhar para ajudar a Ucrânia a “reconstruir as suas infra-estruturas energéticas”, parcialmente destruídas.

Enfrentando já temperaturas próximas de zero, quase metade dos residentes de Kiev continuavam sem electricidade esta sexta-feira, dois dias depois dos ataques russos terem voltado a visar infra-estruturas críticas.

A estratégia de Moscovo de bombardear instalações energéticas, seguida desde Outubro num cenário de recuos militares, constitui “crime de guerra” para os aliados ocidentais da Ucrânia e foi qualificada como um “crime contra a humanidade” pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Novembro 2022 — 17:26



 

Geórgia diz que ataques a infra-estruturas na Ucrânia são “crimes de guerra”

🇷🇺 UBIYTSA! 🇷🇺

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GEÓRGIA/ACUSAÇÃO/CRIMES DE GUERRA/RUSSONAZIS ☠️卐☠️

A Presidente da Geórgia garantiu que Tbilisi continuará a dar apoio “firme” à Ucrânia.

Salomé Zurabishvili, presidente da Geórgia
© EPA/IRAKLI GEDENIDZE / POOL

A Presidente da Geórgia, Salomé Zurabishvili, assegurou esta sexta-feira que os ataques russos contra infra-estruturas de energia na Ucrânia são “crimes de guerra” que estão a provocar uma crise humanitária.

“Estes são crimes de guerra inaceitáveis, visando a população civil”, declarou Zurabishvili na rede social Twitter.

A Presidente georgiana garantiu que Tbilisi continuará a dar apoio “firme” à Ucrânia.

Salomé Zurabishvili acrescentou que os ataques russos causam uma crise que afecta milhões de ucranianos.

A Geórgia apoia a Ucrânia em todas as plataformas internacionais e acolheu cerca de 30.000 refugiados daquele país.

Ao mesmo tempo, o país caucasiano não impôs sanções a Moscovo, argumentando que isso teria sérias consequências para a economia da Geórgia.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Novembro 2022 — 10:24




 

NATO destaca “início horrível do inverno” na Ucrânia e promete ajuda

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NATO/UCRÂNIA/INVERNO/APOIO

Jens Stoltenberg, secretário-geral da NATO, disse que a Europa vive “tempos difíceis”, mas deixou um alerta: “Se deixarmos Putin ganhar, a Europa pagará um preço muito mais elevado durante muitos anos”.

Jens Stoltenberg, secretário-geral da NATO
© EPA/STEPHANIE LECOCQ

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), Jens Stoltenberg, admitiu esta sexta-feira o “início horrível do inverno” na Ucrânia devido à escalada de ataques russos, prometendo apoio às autoridades ucranianas “o tempo que for necessário”.

“O presidente [russo, Vladimir] Putin está a falhar na Ucrânia e está a responder com mais brutalidade [com] vagas de ataques deliberados de mísseis contra cidades e infra-estruturas civis, privando os ucranianos de calor, luz e comida. Este é um início horrível do inverno para a Ucrânia”, disse Jens Stoltenberg, em conferência de imprensa em Bruxelas.

Falando à imprensa dias antes de ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO se reunirem na Roménia, na terça-feira e quarta-feira, o responsável admitiu que “estes são também tempos difíceis para o resto da Europa e em todo o mundo com o aumento dos preços da energia e dos alimentos”.

“Sim, estamos todos a pagar um preço pela guerra da Rússia contra a Ucrânia, mas o preço que pagamos não se compara ao preço que os ucranianos pagam e, se deixarmos Putin ganhar, a Europa pagará um preço muito mais elevado durante muitos anos”, avisou Jens Stoltenberg.

De acordo com o líder da Aliança Atlântica, “se Putin e outros líderes autoritários virem que a força é recompensada, usarão novamente a força para alcançar os objectivos que tornarão o mundo mais perigoso e todos mais vulneráveis”.

“Portanto, é do nosso interesse em termos de segurança apoiar a Ucrânia”, adiantou Jens Stoltenberg, prometendo que a NATO “continuará a apoiar a Ucrânia durante o tempo que for necessário”.

“Não iremos recuar”, garantiu ainda.

Na próxima terça-feira e quarta-feira, decorre em Bucareste, capital da Roménia, uma reunião do Conselho do Atlântico Norte, principal organismo de decisão política da NATO, ao nível dos ministros dos Negócios Estrangeiros, que estará centrada na guerra da Ucrânia causada pela invasão russa.

A guerra na Ucrânia foi desencadeada pela Rússia em 24 de Fevereiro deste ano, quando invadiu o país vizinho.

O conflito mergulhou a Europa naquela que é considerada como a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Novembro 2022 — 10:51



 

813: Sunak reafirma apoio e Zelensky vê no Reino Unido papel para a paz 

UCRÂNIA/INGLATERRA/APOIO

Primeiro-ministro britânico anuncia mais um pacote de ajuda, agora de defesa antiaérea. Presidente ucraniano diz que a sua fórmula de paz passa pela actuação de Londres.

Ao lado de Volodymyr Zelensky, Rishi Sunak prestou homenagem aos mortos na guerra.
© EPA/GABINETE DE IMPRENSA DA PRESIDÊNCIA DA UCRÂNIA

Os chefes de governo têm mudado no Reino Unido com uma frequência tal que Rishi Sunak é o terceiro em funções desde a invasão da Rússia à Ucrânia. Na sua visita a Kiev, o britânico assegurou a continuidade da política de apoio aos ucranianos, com o anúncio de um novo pacote de assistência militar, o qual se soma aos de outros países.

E numa altura em que tanto se fala de negociações de paz, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky disse que o Reino Unido pode vir a ter um papel nesse campo.

“É com um sentimento de profunda humildade que estou consigo no seu país. A coragem do povo ucraniano é uma inspiração para o mundo”, disse Sunak ao anfitrião. “Nos próximos anos contaremos aos nossos netos a vossa história, como um povo orgulhoso e soberano se ergueu perante uma terrível investida, como lutaram, como se sacrificaram, como prevaleceram”, continuou.

O Reino Unido tem sido um dos mais resolutos aliados, tendo o anterior primeiro-ministro Boris Johnson visitado Kiev em duas ocasiões. Já Liz Truss fê-lo dias antes da invasão russa, enquanto chefe da diplomacia. Apesar de ter sido anunciado que iria deslocar-se à capital ucraniana, acabou por demitir-se de primeira-ministra sem concretizar a viagem.

Sunak recebido por Zelensky à chegada ao palácio presidencial.
© EPA/GABINETE DE IMPRENSA DA PRESIDÊNCIA DA UCRÂNIA

Agora Rishi Sunak terá acalmado os mais inquietos. “Estou aqui para dizer que o Reino Unido continuará a estar convosco até que a Ucrânia tenha alcançado a paz e a segurança de que necessita e merece”, disse.

O líder britânico não se ficou pelas palavras de ocasião e anunciou um pacote de defesa aérea no valor de 50 milhões de libras, que inclui 125 armas antiaéreas e dezenas de radares e tecnologia para combater os drones fornecidos à Rússia pelo Irão. No início do mês, Londres anunciara o envio de mais de mil mísseis antiaéreos.

Este anúncio de Sunak junta-se a outros recentes. A Alemanha informou que já entregou 30 viaturas blindadas Gepard, especializadas no combate antiaéreo; a Suécia aprovou o nono pacote de ajuda militar, o mais elevado de sempre (272 milhões de euros, mais do que a totalidade dos anteriores), e que inclui sistemas de defesa aérea, veículos e munições.

Também a Espanha, pela voz da ministra da Defesa Margarita Robles, revelou que na próxima semana será feita uma entrega “importante”, mas por razões de segurança não detalhou.

Enquanto o chefe de gabinete de Zelensky, Andriy Yermak, repetia que só com a retirada das tropas russas é que pode haver lugar a conversações, o presidente admitiu que o tema foi falado com Sunak, ao elogiar a sua fórmula de paz.

“Uma das vantagens é a oportunidade para os nossos parceiros mostrarem liderança na aplicação dos pontos da fórmula. Foi com base nisto que discutimos as possibilidades do Reino Unido de se tornar um co-criador da paz na Ucrânia e em toda a Europa”, disse.

437. Segundo dados provisórios da Procuradoria-Geral ucraniana, 1.274 crianças foram atingidas pelas forças russas desde 24 de Fevereiro, tendo 437 morrido. Nos dois dias anteriores foram mortas quatro, sendo uma delas um bebé de quatro meses.

No campo diplomático surgiram reacções diversas a anúncios de Kiev e de Varsóvia. No primeiro caso, o ex-embaixador da Ucrânia em Berlim, Andriy Melnyk, foi nomeado vice-ministro dos Negócios Estrangeiros.

Melnyk, que desempenhou o cargo na capital alemã durante sete anos, foi uma figura controversa, primeiro por ter liderado uma campanha bem-sucedida de denúncia contra a corrente pró-russa na Alemanha, e no fim por ter defendido, em declarações televisivas, a figura ultranacionalista de Stepan Bandera (que combateu nazis e soviéticos, e também considerado responsável pelo massacre de polacos e judeus). Mais tarde, o diplomata justificou as declarações como explicação de que Bandera é respeitado nalgumas partes do país.

Na Polónia, a declaração de que o ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, é persona non grata, e em consequência fica impedido de participar na reunião da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), levou Moscovo a classificar o ato de “provocação”.

Varsóvia negou a entrada de Lavrov tendo alegado que a delegação russa “não deve incluir pessoas visadas por sanções da União Europeia após a agressão ilegal da Rússia contra a Ucrânia em 24 de Fevereiro”.

Para o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Varsóvia “não só se desacredita, mas também inflige danos irreparáveis à autoridade de toda a organização” ao tomar uma decisão “destrutiva” que empurra a OSCE “para o abismo”. Os chefes da diplomacia dos 57 países da OSCE realizam a reunião anual nos primeiros dias de Dezembro em Lodz.

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Diário de Notícias
César Avó
19 Novembro 2022 — 22:32