858: Ucrânia com apagões de energia até Março

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI IZ UKRAINY

Organização Mundial de Saúde alertou para as milhões de vidas ucranianas em risco, destacando que que o sistema de saúde do país “atravessa os seus dias mais negros”.

Sergey Dolzhenko / EPA

– Pena esta imagem não ser a de uma rua de Moscovo…

Serguei Kovalenko, director da empresa de energia Yasno, a maior a operar em Kiev, antecipou esta segunda-feira um cenário negro para os habitantes da cidade que, perante os sucessivos ataques que o país tem sofrido por parte das forças russas, terão de enfrentar apagões sucessivos talvez até Março do próximo ano.

De acordo com o responsável, milhões de pessoas poderão ficar sem electricidade ou água ao longo dos próximos meses (ou mais frios), pelo que terão que recorrer a formas alternativas para garantir o seu aquecimento.

Ainda assim, garantiu, os funcionários da empresa estão a acelerar as reparações, de forma a minimizar os impactos junto da população.

O dia de ontem ficou ainda marcado pela entrada em vigor de novas restrições relacionadas com a distribuição de electricidade, o que resultou na desconexão de mais de 950 mil clientes.

Também a empresa estatal Ukrenergo anunciou novos apagões para esta terça-feira, em linha com o que tem acontecido no país nas últimas semanas.

Perante estas limitações no aquecimento das casas e da população, a Organização Mundial de Saúde alertou para as milhões de vidas ucranianas em risco, destacando que que o sistema de saúde do país “atravessa os seus dias mais negros até ao momento”.

De acordo com Hans Kluge, director regional do organismo para a Europa, as temperaturas em algumas regiões do país podem chegar aos -20º, deixando a população “no limiar da sobrevivência“.

ZAP //
22 Novembro, 2022



 

524: Organizações pedem eliminação das caldeiras e esquentadores a gás

  Tudo muito lindo mas estas organizações pagam os custos da substituição (equipamentos e instalação) das caldeiras ou esquentadores a gás? Numa altura em que existe recessão económica, em que milhares de pessoas sobrevivem com enormes dificuldades financeiras vêm estes “anjinhos” proporem esta coisa? Vão bugiar!

SOCIEDADE/AQUECIMENTO/FANTASIAS/UTOPIAS

Mais de 20 organizações fizeram um apelo à Comissão Europeia para que seja acelerado o processo de substituição progressiva destas tecnologias a gás por outras limpas.

© Fernando Timóteo

Mais de 20 organizações ambientalistas, fornecedores de energia, fabricantes de bombas de calor e produtores de energia solar, apelaram à Comissão Europeia que acelere a eliminação progressiva das caldeiras e esquentadores a gás, substituindo-os por tecnologias limpas.

Segundo um comunicado da associação Zero, na quinta-feira, as organizações enviaram uma carta à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e ao vice-presidente executivo Frans Timmermans, exigindo a “eliminação progressiva” das caldeiras e esquentadores a gás ou outros combustíveis fósseis e a sua “substituição generalizada” por tecnologias bombas de calor, equipamentos a energia solar e, nos locais onde existe, aquecimento urbano central com base em renováveis.

“Em maio passado, a Comissão Europeia anunciou que iria fazê-lo até 2029, como medida do plano REPowerEU, para reduzir a dependência do bloco do gás russo, mas os signatários da carta defendem que deve ser fixada para isso uma data anterior”, explica a Zero no comunicado.

A associação lembra ainda um estudo do Gabinete Europeu do Ambiente, que conclui que uma supressão gradual atempada das caldeiras e esquentadores a gás “pouparia 8% das importações de gás na União Europeia (UE) e evitaria um aumento a longo prazo” da factura energética.

O presidente da Zero, Francisco Ferreira, a propósito da cimeira da ONU sobre o clima (COP26), que decorre entre 31 de Outubro e 12 de Novembro, em Glasgow, declarou como “crucial” antecipar a retirada dos combustíveis fósseis, porque muitos dos equipamentos têm um longo tempo de vida, e intervir proibindo nomeadamente a venda de caldeiras a gás, eventualmente já em 2025.

Diário de Notícias
DN/Lusa
30 Outubro 2022 — 11:09