Kherson continua “vulnerável” a bombardeamentos russos

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ORCS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺/TERRORISTAS/ASSASSINOS/MERCENÁRIOS NAZIS/KHERSON

Os russos retiraram da cidade a 11 de Novembro, mas continuam a atacá-la diariamente. Só no domingo foram 54 bombardeamentos.

© Getty Images

Os ataques a Kherson continuam a acumular-se, mesmo após a retirada russa da cidade que ocupou durante nove meses. Segundo o Ministério da Defesa do Reino Unido, no relatório publicado esta segunda-feira, a cidade foi bombardeada 54 vezes no domingo, um novo máximo para a região.

No relatório matinal publicado diariamente pelos serviços secretos britânicos, através do Twitter, é referido que, só na passada quinta-feira, foram mortas dez pessoas devido aos ataques russos.

Para o Reino Unido. Kherson está “vulnerável porque continua ao alcance da maioria dos sistemas de artilharia russos, agora a disparar a partir da margem este do Rio Dnipro, atrás de linhas defensivas recentemente consolidadas”.

“Muitos dos danos estão provavelmente a ser infligidos em Kherson pelo uso de muitos lançadores de ‘rockets’, principalmente por sistemas BM-21 Grad”, acrescenta o relatório.

Também esta manhã, a organização norte-americana Institute for the Study of War (ISW, do inglês ‘Institute for the Study of War’) apontou para as posições defensivas russas em Kherson, considerando que os russos “claramente percepcionam que as forças ucranianas podem atravessar o Rio Dnipro e conduzir operações contra-ofensivas a leste de Kherson, possivelmente ameaçando todas as linhas críticas de comunicação desde a Crimeia ao território russo”.

Segundo apurou o ISW, e que também tem sido alertado por outras organizações internacionais, as forças invasoras estão a “cavar trincheiras e áreas de concentração”, acreditando que a contra-ofensiva em direcção à Crimeia surgirá eventualmente.

A cidade de Kherson esteve sob controlo russo durante praticamente nove meses de guerra, após ser tomada nos primeiros dias da invasão. Os ucranianos conseguiram finalmente libertar a cidade a 11 de Novembro, após a retirada russa e, desde então, têm sido descobertas mais valas comuns e câmaras de tortura, sinais da presença da opressão russa na região.

As condições de vida na cidade continuam muito difíceis, com o acesso a luz e água potável a ser muito escasso, apesar dos esforços das forças ucranianas em restaurar as infra-estruturas críticas na área.

O conflito na Ucrânia já fez quase 6.600 mortos civis, segundo os dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

No entanto, a entidade adverte que o real número de mortos poderá ser muito superior, devido às dificuldades em contabilizar os mortos em zonas sitiadas ou ocupadas pelos russos, como em Mariupol, por exemplo, onde se estima que tenham morrido milhares de pessoas.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
28/11/22 07:57
por Hélio Carvalho



 

746: Dois mísseis russos atingem território polaco e matam duas pessoas, dizem EUA

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TERRORISMO/ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /UCRÂNIA/BOMBARDEAMENTOS

O primeiro-ministro da Polónia, Mateusz Morawiecki, convocou uma reunião urgente do Comité para Assuntos de Segurança e Defesa Nacional, afirmou o porta-voz do governo, Piotr Müller, no Twitter.

Um membro dos serviços de inteligência norte-americanos avançou esta terça-feira que dois mísseis russos atravessaram a fronteira da Ucrânia com a Polónia, matando pelo menos duas pessoas nesse país, membro da NATO. © Reuters

Müller não referiu o que será discutido pelo comité, mas os órgãos de comunicação polacos estão a avançar que a reunião está relacionada com a explosão na fronteira da Polónia com a Ucrânia.

Está igualmente a decorrer uma reunião do Conselho de Segurança Nacional polaco.

Enquanto isso, estão a ser divulgadas na Internet imagens de destroços e de um veículo capotado no local, perto da cidade polaca de Przewodow.

O Pentágono declarou entretanto que ainda não pode confirmar as informações sobre os dois mísseis.

O Pentágono disse ainda que os EUA farão todos os esforços para proteger a Polónia caso se tenha realmente tratado de um ataque por parte da Rússia. “Estamos muito confiantes em quaisquer medidas de protecção que tenhamos de tomar”, frisou Patrick Ryder, porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, em conferência de imprensa esta tarde.

O Pentágono declarou ainda que aguarda que os parceiros ucranianos forneçam actualizações sobre o que está a acontecer no terreno. Nessa altura haverá uma “discussão robusta sobre as necessidades de segurança da Ucrânia”, adiantou Ryder.

Mísseis atingiram Polónia na mesma altura em que Ucrânia foi atingida.

Esta terça-feira, a Rússia bombardeou cidades e instalações de energia por toda a Ucrânia, incluindo em Lviv, cidade no oeste do país que fica perto da Polónia.

Os mísseis atingiram a cidade polaca na mesma altura em que o oeste da Ucrânia foi também atingido.

As autoridades húngaras também convocaram o seu Conselho de Defesa, anunciou o porta-voz do Governo, Zoltan Kovacs. “Em resposta à interrupção do fornecimento de petróleo através do oleoduto Druzhba e ao ataque com mísseis no território da Polónia, o primeiro-ministro Viktor Orban convocou o Conselho de Defesa da Hungria”, escreveu no Twitter.

Já o ministro da Defesa da Letónia, Artis Pabriks, escreveu no Twitter que “o criminoso regime russo disparou mísseis que atingiram não apenas os civis ucranianos, mas também o território da NATO na Polónia”.

“A Letónia apoia totalmente os amigos polacos e condena este crime”, acrescentou, dando as condolências as “irmãos de armas polacos”.

Moldávia com cortes de energia em todo o país

De acordo com a Força Aérea ucraniana, a Rússia disparou esta terça-feira sobre as infra-estruturas de produção de energia eléctrica de várias regiões ucranianas “cerca de” 100 mísseis, causando cortes de electricidade, além de ter atingido igualmente zonas residenciais e feito pelo menos um morto na capital ucraniana, Kiev.

Mais de sete milhões de habitações da Ucrânia estão sem electricidade após os novos bombardeamentos russos.

A Moldávia registou hoje “enormes cortes de electricidade em todo o país”, depois de os ataques militares russos às infra-estruturas energéticas da Ucrânia terem deitado abaixo um importante cabo de energia que alimenta a nação, indicou um responsável.

“Na sequência do bombardeamento russo ao sistema de produção de energia eléctrica ucraniano, na última hora, um dos cabos eléctricos que assegura o fornecimento de electricidade ao nosso país foi desligado”, declarou o ministro moldavo das Infra-estruturas, Andrei Spinu, num comunicado.

MSN Notícias
RTP RTP
15.11.2022 às 18:58



 

664: Kremlin considera Kherson como região russa, apesar da retirada militar

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RETIRADA DOS ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /UCRÂNIA/KHERSON

O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov recusou-se a comentar a decisão dos comandantes militares sobre Kherson, depois da sua retirada e acrescentou que a presidência russa “não lamenta” a grande cerimónia organizada para a anexação das quatro cidades.

© EPA/STANISLAV KOZLIUK

A região ucraniana de Kherson, incluindo a capital com o mesmo nome, continua a fazer parte da Rússia, apesar da retirada das tropas russas devido à contra-ofensiva das forças de Kiev, declarou esta sexta-feira o Kremlin (Presidência).

A região de Kherson “é um assunto da Federação Russa”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, citado pela agência francesa AFP.

“Não pode haver mudança”, acrescentou Peskov, no primeiro comentário da Presidência russa sobre a retirada das suas forças de Kherson, que foi concluída hoje.

“Às 5:00, hora de Moscovo [2:00 em Lisboa], foi concluída a redistribuição das tropas russas para a margem esquerda do rio Dniepre”, disse o Ministério da Defesa russo, assegurando que a operação decorreu sem registo de vítimas.

A agência Ukrinform noticiou esta quarta-feira, com a publicação de uma fotografia, que “patriotas ucranianos” içaram a bandeira da Ucrânia na Praça da Liberdade, no centro de Kherson, segundo a agência espanhola EFE.

As autoridades ucranianas têm apelado para a prudência por receio de que o anúncio da retirada possa ser uma estratégia para atrair as suas tropas para uma armadilha.

Sete meses depois de ter invadido a Ucrânia, a Rússia anexou Kherson (sul) em 30 de Setembro, juntamente com as regiões de Zaporijia (sudeste) e as de Donetsk e Lugansk, que constituem o Donbass (leste).

A anexação das quatro regiões, que correspondem a 18 por cento do território da Ucrânia, foi considerada ilegal por Kiev e pela generalidade da comunidade internacional.

Peskov acrescentou que a presidência russa “não lamenta” a grande cerimónia organizada para a anexação realizada em Setembro.

A Rússia já tinha anexado a península ucraniana da Crimeia em 2014.

Kherson foi ocupada pelo exército russo pouco depois de ter invadido a Ucrânia, em 24 de Fevereiro.

A cidade de Kherson era mesmo a única capital regional ucraniana conquistada pelas tropas russas em quase nove meses de guerra.

Nos últimos meses, as forças ucranianas lançaram uma contra-ofensiva em várias zonas do país, que forçaram à retirada das tropas russas de Kherson.

A contra-ofensiva foi possível com o fornecimento de armamento a Kiev pelos seus aliados ocidentais, incluindo o sistema de lançamento de foguetes de alta precisão Himars.

Com as novas armas, as forças ucranianas destruíram linhas de abastecimento russas, o que terá forçado o exército de Moscovo a retirar-se de Kherson.

Peskov recusou-se a comentar a decisão dos comandantes militares sobre Kherson, um novo revés na campanha militar ordenada pelo Presidente Vladimir Putin.

O anúncio da retirada de Kherson vem juntar-se à da região de Kharkiv (nordeste), em Setembro, e ao falhanço da conquista de outras regiões mais a norte, incluindo a da capital, Kiev.

A retirada é ainda mais significativa depois de Putin ter ordenado, em 21 de Setembro, a mobilização de 300.000 reservistas para consolidar as linhas russas em dificuldade perante a contra-ofensiva ucraniana.

Putin também tinha avisado que Moscovo iria defender o que agora considera o seu território “por todos os meios”, incluindo a possibilidade de utilização de armas nucleares, por estar em causa uma ameaça à integridade territorial da Rússia, do ponto de vista russo.

Diário de Notícias
DN/Lusa
11 Novembro 2022 — 11:29



 

135: Quanto e como poupar? Saiba o que fazer para evitar subida de 30€ na conta do gás

– Resumindo o blá-blã-blá da notícia: o mar bate na rocha e quem se lixa é sempre o mexilhão… E lixados andam, cada vez mais, os “mexilhões” com pensões de reforma de miséria, os desempregados sem qualquer tipo de ajuda da “segurança” social, etc., etc., etc..A governança também se está lixando para quem mais necessita de apoios, os políticos idem, ibidem e Portugal é um país lindo de morrer… na penúria!!!

SOCIEDADE/AUMENTOS DESMESURADOS/GÁS E ELECTRICIDADE

O governo anunciou nesta semana medidas para reduzir o impacto da escalada de preços da energia, depois de EDP e Galp terem anunciado aumentos brutais na factura do gás. Mas quem quer fugir aos novos custos tem de pedir. E também é assim na Bilha Solidária. Entenda como funciona o mercado e o que tem de fazer para reduzir o impacto no seu bolso.

© João Silva/Global Imagens

Quanto posso poupar na conta se voltar à tarifa regulada do gás?
A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) faz a simulação. Um casal com dois filhos e sem aquecimento central, com um consumo de 292 metros cúbicos anuais de gás, que estivesse no mercado regulado, pagava 23,41 euros por mês. Se fosse cliente da EDP Comercial já desembolsaria 28,10 euros, na Galp Power 56,16 euros e na Iberdrola a factura chegaria aos 69,37 euros. Com o aumento previsto na EDP a rondar os 30 euros a mais a partir de Outubro, os preços no mercado livre subiriam para, pelo menos, 60 euros. Ainda que esteja previsto um aumento também no mercado regulado, este limita-se a 3,9%, pelo que estar no mercado regulado pode representar uma poupança de quatro a 46 euros mensais face ao que pagaria no mercado liberalizado, dependendo do operador.

E o que tenho de fazer para voltar ao mercado regulado? E paga-se a mudança?
O governo decidiu levantar as restrições legais aplicadas à tarifa regulada do gás (que impede quem aderiu ao mercado livre de reverter a decisão) para evitar que famílias e pequenos negociantes — que tenham um consumo anual até 10 mil metros cúbicos de gás — sejam impactadas com aumentos de 150% na sua factura. Assim, qualquer consumidor poderá transitar do mercado liberalizado para o regulado quando quiser, sem qualquer encargo adicional. De acordo com a ERSE, existem hoje 12 comercializadores de último recurso para o gás natural, isto é, com tarifa regulada. No caso da electricidade, existem 13. Ora, no mercado liberalizado o número de fornecedores pode ser cinco vezes maior. Para regressar à tarifa regulada, com o governo a garantir que o preço praticado é inferior ao que se verifica no mercado liberalizado, o consumidor deve pesquisar que serviço se adequa mais às suas condições (há simuladores na ERSE e na Deco que podem ajudar) e tem de celebrar um novo contrato com um comercializador de último recurso. Será a nova empresa fornecedora a tratar da transição com o antigo comercializador. A mudança pode levar até três semanas a concretizar-se, mas não haverá quaisquer encargos adicionais. E também não há risco de ficar sem acesso ao gás em casa durante o processo de troca de fornecedor.

O que distingue a tarifa regulada dos preços praticados no mercado liberalizado?
No mercado regulado, os preços da energia a cobrar aos consumidores são fixados pelo regulador, enquanto no mercado liberalizado, embora existam regras a cumprir, cada comercializador decide quanto cobra ao consumidor pela energia. Desde 2013, pelo menos, que os consumidores têm sido incentivados a aderir ao mercado liberalizado, com o argumento de que mais concorrência gera uma baixa de preços. E quem saía não podia voltar, tanto no gás como na electricidade. Em 2018, essa regra foi alterada para a luz, após proposta do PCP, mas continuava a ser irreversível no gás. Com os custos da energia a dispararem nos mercados internacionais, os preços no consumidor estão a subir em flecha. Daí que o governo, agora, permita o regresso ao mercado regulado, onde os preços praticados são mais baixos. Essa excepção só durará, porém, por um ano.

Como escolher um novo comercializador?
A ERSE aconselha o uso do simulador do regulador para uma escolha informada. O simulador da ERSE reúne todas as ofertas comerciais disponíveis para os consumidores de electricidade com potência contratada até 41,4 kilovoltampere (kVA), para baixa tensão normal, e de gás natural com consumos anuais até 10 000 metros cúbicos, para baixa pressão (BP). “Como os preços das ofertas comerciais no mercado liberalizado dependem, em parte, das tarifas aprovadas anualmente pela ERSE, como é o caso das tarifas de acesso às redes, aconselha-se o consumidor a fazer, pelo menos, duas simulações de preços por ano. Dado o calendário de aprovação das tarifas da ERSE, recomenda-se o final de Janeiro, para a electricidade, e o final de Outubro, para o gás natural”, sugere ainda o regulador.

Quando podem os consumidores mudar para a tarifa regulada?
A partir de 1 de Outubro pode escolher livremente em qual dos mercados quer estar, de acordo com o anúncio do ministro do Ambiente e Acção Climática, Duarte Cordeiro. Actualmente são 227 mil os consumidores que se mantêm na tarifa regulada do gás natural, de acordo com dados da ERSE. Ou seja, cerca de 97,7% dos consumidores portugueses estão hoje no mercado liberalizado do gás.

E quem tem gás de bilha, tem algum apoio?
O governo prolongou também o Programa Bilha Solidária, que prevê um apoio de dez euros por família, mas também aqui é preciso ver se tem direito e fazer o pedido de adesão. O programa que o governo apresentou para ajudar as famílias mais pobres a reduzir o impacto da escalada de preços no gás, devia ter chegado a mais de 800 mil consumidores, mas ficou-se por 8 mil. Demasiada burocracia e falta de informação e divulgação foram as razões encontradas pela Deco para o apoio não ter chegado a quem dele precisava. Agora, o governo promete simplificar o acesso.

E mudar compensa de certeza?
O preço definido pela ERSE mantém-se bastante abaixo dos valores do mercado liberalizado, mas apenas no gás. Na electricidade, é no mercado livre que estão as melhores ofertas. Pelo que quem tem contratos combinados de luz e gás pode acabar por perder no custo da luz o que poupa com a mudança no do gás. Convém fazer as simulações antes de decidir. Com J.P.

​​​​​​​jose.rodrigues@dinheirovivo.pt

Diário de Notícias
José Varela Rodrigues
28 Agosto 2022 — 07:00