1044: Ataques russos em 7 regiões da Ucrânia. Há três civis mortos em Kherson

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Os ataques russos voltaram, na quinta-feira, a danificar o fornecimento de energia eléctrica em Kherson. Esta sexta-feira, os alvos foram as áreas residenciais e civis.

© Getty Images

Três pessoas morreram e sete ficaram feridas, nas últimas 24 horas, resultado de vários bombardeamentos russos na região de Kherson, no sul da Ucrânia.

“Os ocupantes russos bombardearam o território da região de Kherson 42 vezes. O inimigo ataca intencionalmente a infra-estrutura civil da região e mata civis”, refere o governador regional, Yaroslav Yanushevych, na rede social Telegram, acrescentando que há vítimas a declarar na sequência deste ataque.

“Há vítimas entre a população civil – mataram três pessoas e sete residentes da região ficaram feridos em vários graus de gravidade”, afirmou.

Yanushevych disse ainda que as tropas russas se focaram em “vasculhar as áreas residenciais de Kherson”, atingindo prédios e apartamentos com mísseis.

Херсонська область. Інформація щодо ворожих обстрілів за минулу добу 1 грудня.

Російські окупанти 42 рази обстріляли територію Херсонщини. Ворог цілеспрямовано атакує цивільну інфраструктуру області та вбиває мирних жителів.

Херсонський район – росіяни продовжують гатити по житлових кварталах Херсона, ворожі снаряди поцілили в приватні та багатоквартирні будинки. Також ворог обстріляв такі населені пункти району: Понятівку, Токарівку, Інгулець, Молодіжне, Дніпровське, Дар’ївку, Янтарне, Іванівку, Микільське, Зеленівку, Музиківку та територію поблизу Степанівки.

Бериславський район – російські окупанти обстріляли Новоолександрівку, Золоту Балку, Республіканець, Українку, Гаврилівку та Качкарівку.

На жаль, через російські обстріли є жертви серед цивільного населення. Рашисти вбили 3 людей, ще 7 жителів Херсонщини отримали поранення різного ступеня тяжкості.

De acordo com o The Kyiv Independent, também foram registados ataques a áreas civis nas regiões de Donetsk, Kharkiv, Zaporíjia, Dnipropetrovsk, Sumy e Luhansk. Há feridos e danos a registar em várias infra-estruturas.

Recorde-se que, na quinta-feira, os ataques russos voltaram a danificar gravemente o fornecimento de energia eléctrica em Kherson, a cidade recentemente libertada pelos ucranianos que foi controlada pela Rússia durante quase nove meses.

O governador da região revelou que “a tensão na rede eléctrica desapareceu”. “Isto aconteceu devido ao forte bombardeamento da cidade pelos invasores russos. A empresa de energia está a trabalhar para eliminar o problema”, garantiu.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
02/12/22 11:06
por Notícias ao Minuto



 

1028: Ucrânia: Borrell defende criação de tribunal especial para crimes de guerra russos

– Na óptica psicopata demencial destes russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺, só eles é que possuem legitimidade para fazerem o que muito bem entenderem. Só tenho pena de não caírem umas bojardas valentes sobre Moscovo e S. Petersburgo…

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Rússia já disse que ideia não terá “nenhuma legitimidade”.

© EPA/STEPHANIE LECOCQ

O chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, defendeu esta quinta-feira, em Lodz, centro da Polónia, a criação de um tribunal especial para julgar os crimes de guerra na Ucrânia ideia que a Rússia já respondeu que não terá “nenhuma legitimidade”.

Em declarações à imprensa à margem da 29.ª cimeira ministerial da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), Borrell sublinhou que a União Europeia (UE) vai desbloquear uma contribuição adicional de 1.000 milhões de euros para apoiar Kiev.

O Alto Representante para os Assuntos Exteriores e Política de Segurança dos 27 condenou a “violação da lei e dos princípios da UE”, aludindo à invasão russa da Ucrânia, em 24 de Fevereiro, adiantando que a proposta que vai ser estudada pelos Estados membros da OSCE.

Para “criar uma nova ordem de segurança na Europa”, Borrell garantiu que colocará sobre a mesa “primeiro na UE”, e, depois, noutros países, “a proposta de apoiar o Ministério Público ucraniano” a acumular provas de crimes de guerra cometidos pela Rússia e a criação de um tribunal especial para lidar com esses crimes.

“A Rússia está a transformar o inverno numa arma, com a destruição das infra-estruturas civis na Ucrânia e, por isso, tem de pagar a reconstrução”, sublinhou.

Borrell lembrou que a UE congelou fundos do Banco Central da Rússia e de oligarcas russos, recursos que poderiam ser usados para reconstruir a Ucrânia.

“Apreendemos mais de 20.000 milhões de euros de oligarcas e pessoas do sul da Rússia, e controlamos cerca de 300.000 milhões de euros em recursos financeiros do Banco Central da Rússia. Esse dinheiro deve ser utilizado para a reconstrução da Ucrânia”, frisou Borrell.

Varsóvia, que este ano ocupa a presidência rotativa da OSCE, que conta com 57 membros, entre eles a Rússia e a Ucrânia, recusou a entrada do ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, decisão que Moscovo considerou como “uma provocação”, ficando o Kremlin representado pelo embaixador na organização.

Nas declarações aos jornalistas, e repetindo o que já afirmara na reunião da OSCE, o chefe da diplomacia europeia denunciou veementemente a agressão da Rússia à Ucrânia, considerando que constituiu uma violação do direito internacional e dos princípios da própria organização.

“A Rússia trouxe a guerra para a Europa, minou a carta da ONU e falhou em cumprir as obrigações internacionais”, frisou, acrescentando que a Europa e o mundo “precisam de uma nova ordem de segurança na Europa”.

“A Rússia destruiu completamente a [ordem internacional] que tínhamos”, sustentou, razão pela qual anunciou a proposta para “apoiar o Tribunal Penal Internacional para crimes de guerra russos” na Ucrânia,

A Rússia, por sua vez, denunciou as tentativas do Ocidente para se apropriar dos fundos soberanos russos com a desculpa do conflito ucraniano e recusou a ideia de um tribunal para julgar crimes de guerra russos na Ucrânia, considerando que não terá “nenhuma legitimidade”.

“No que diz respeito a essas tentativas de criar tribunais, elas não terão legitimidade. Não as aceitamos. Condenamo-las”, disse aos jornalistas o porta-voz presidencial russo, Dmitry Peskov, que adiantou que a Rússia está, ela própria a realizar uma “investigação intensiva e pormenorizada de todos os crimes do regime de Kiev”.

“É um trabalho diário, que é feito praticamente hora a hora”, frisou Peskov, que destacou a importância de juntar a essas investigações os “dados sobre os crimes cometidos pelo regime desde 2014”, aos quais, “infelizmente, não houve uma reacção crítica do Ocidente”.

A ofensiva militar lançada em 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

Até quarta-feira, a ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
01 Dezembro 2022 — 12:26



 

Ucrânia. “Milhões em risco de temperaturas mortais” após ataques

– A propaganda russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 não pode escamotear factos e realidades. Estes terroristas assassinos têm de ser julgados e punidos com a máxima severidade. Não estamos na Idade Média – onde eles pensam estar -, para se tentar conquistar territórios soberanos, livres e independentes! Esta choldra de psicopatas dementes mentais, tem de ser erradicada pois são um perigo para a Paz no Mundo e para a Humanidade.

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A ONU alertou esta quarta-feira que o início do inverno na Ucrânia origina novas dimensões na crise humanitária, pois deixa milhões em risco de temperaturas mortais devido aos ataques a residências e infra-estruturas de energia.

© Danylo Antoniuk/Anadolu Agency via Getty Images

“O início do inverno traz novas dimensões à crise humanitária, pois ataques e danos a residências deixam milhões em risco de temperaturas mortais que podem cair abaixo dos 20 graus centígrados negativos”, realçou, num comunicado, o Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários da ONU (OCHA).

Esta agência das Nações Unidas lembrou que em Novembro começaram a cair os primeiros nevões, depois de novos ataques contra infra-estruturas de energia que causaram “‘blackouts’ generalizados e interrupções no aquecimento e no abastecimento de água”.

“Apesar das reparações em andamento, em 28 de Novembro, o sistema de energia ucraniano conseguiu cobrir apenas 70% da procura. Como consequência, a população em todas as regiões do país sofre constantes quebras de energia, afectando também o acesso da população à água e ao aquecimento, já que o sistema de bombeamento precisa de energia eléctrica para funcionar”, destacou a agência no relatório.

A situação é mais crítica no oeste e na capital ucraniana, Kiev, a mais afectada pelos últimos ataques às infra-estruturas energéticas.

Mas em Mykolaiv, no sul, por exemplo, a estação que bombeava água foi atingida apenas uma semana depois de ter sido consertada, depois de ter sido atingida pela primeira vez em Abril deixando, desde então, todas as 250 mil pessoas sem água canalizada.

Em Kherson, no sul da Ucrânia, a interrupção dos serviços públicos e a falta de bens essenciais vitais continuam a impor enormes desafios à população, tal como outras áreas onde a Ucrânia recuperou recentemente o controlo às forças russas.

“Os trabalhadores humanitários continuam a trabalhar contra o relógio para apoiar as pessoas com serviços e mantimentos para o inverno, bem como para levar a tão necessária ajuda às áreas retomadas pela Ucrânia”, sublinhou o OCHA.

As organizações humanitárias estão ainda a fornecer geradores em coordenação com as autoridades para garantir o fornecimento de energia em instalações críticas, como hospitais, escolas e pontos de aquecimento.

No relatório sobre a situação humanitária, este organismo identifica 17,7 milhões de pessoas em necessidade, sendo que até 29 de Novembro o OCHA chegou a 13,5 milhões.

Cerca de 9,3 milhões de pessoas têm necessidade de bens alimentares, sendo que entre 31 de Outubro e 14 de Novembro, 19 organismos entregaram alimentos suficientes para as necessidades de 1,4 milhões de pessoas em todas as 24 regiões ucranianas e na capital.

No entanto, os trabalhadores humanitários “continuam a receber relatórios sobre proprietários de gado na região de Khersonska que são incapazes de pastar os seus animais devido a minas terrestres e contaminação por munições não detonadas”.

Sobre o financiamento, o OCHA indica que angariou 3.200 milhões de dólares (cerca de 3.000 milhões de euros) dos 4.300 milhões de dólares (cerca de 4.150 milhões de euros) que necessitam as organizações humanitárias.

Quanto a necessidades de saúde, o OCHA estima que cerca de 14,5 milhões de pessoas na Ucrânia precisem de assistência médica, com a situação a ser “particularmente crítica nas áreas das regiões de Donetsk, Kharkivska e Khersonska”, onde Kiev recuperou o controlo nos últimos meses.

Cerca de 6,5 milhões de ucranianos foram deslocados internamente, enquanto os países europeus receberam 7,89 milhões de refugiados.

O relatório aponta ainda que segundo dados do sistema de vigilância da Organização Mundial da Saúde (OMS) para ataques aos cuidados de saúde, até 24 de Novembro registaram-se 703 ataques contra estas infra-estruturas, 70 ocorridos nas últimas duas semanas. No total, estes ataques causaram pelo menos 100 mortos e 129 feridos.

O OCHA estima também que cerca de 3,4 milhões de crianças ucranianas precisem de intervenções de protecção infantil.

“Há uma grande necessidade de serviços de apoio psico-social para crianças, mas poucas organizações podem fornecê-los. Os cortes de electricidade afectam negativamente as actividades de protecção infantil dos parceiros, pois nem todos os locais têm geradores disponíveis”, refere o organismo no relatório.

A ofensiva militar lançada pela Rússia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
01/12/22 00:05
por Lusa



 

Ataques? “Vingança” russa; Zaporíjia atingida por mísseis

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O presidente da ucraniano, Volodymyr Zelensky, reiterou, na terça-feira, que a Rússia está a levar a cabo uma “vingança” contra a Ucrânia, face às derrotas militares impostas por Kyiv.

© Getty Images

Na verdade, o responsável revelou que, numa semana, Moscovo disparou centenas de vezes contra localidades da zona de Kherson, atingindo tanto edifícios residenciais, como infra-estruturas civis.

Por seu turno, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Riabkov, explicou que a Rússia adiou as conversações com os Estados Unidos sobre o desarmamento nuclear devido à “falta de vontade” de Washington de ter em consideração as prioridades de Moscovo.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
30/11/22 07:45
por Notícias ao Minuto



 

1002: Rússia não vai acalmar enquanto tiver mísseis, diz Zelensky

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A Rússia não “acalmará” no seu ataque à Ucrânia enquanto tiver mísseis, disse o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, indicando que os ataques continuam por todo o país.

Oleg Petrasyuk / EPAO Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky

Como avançou esta terça-feira o Independent, Zelenksy indicou aos ucranianos para se prepararem para lidar com mais frio e escuridão nos próximos meses, à medida que Moscovo ataca as infra-estruturas energéticas do país.

O líder ucraniano comentou ainda que “os terroristas estão a planear novas ataques”. “Sabemos disso. E enquanto tiverem mísseis, infelizmente, não se vão acalmar”, “, acrescentou na segunda-feira, durante o seu discurso diário habitual.

Segundo Zelensky, na última semana, as forças russas bombardearam 258 vezes 30 colonatos na região sul da Ucrânia.

Os militares ucranianos informaram igualmente que a Rússia manteve bombardeamentos em Bakhmut e Avdiivka, na província de Donetsk, e a norte bombardearam Kupiansk e Lyman, zonas recapturadas recentemente por Kiev.

Apesar da ameaça de apagões energéticos, Kiev planeia colocar árvores de Natal, sem luzes, em toda a cidade.

As declarações de Zelensky precederam uma reunião da NATO em Bucareste, na Roménia, onde a aliança militar reafirmou o seu apoio à Ucrânia. Jens Stoltenberg, o secretário-geral da organização, indicou que esta permaneceria com Kiev durante o “tempo que for preciso”. “Não recuaremos”, sublinhou.

ZAP //
29 Novembro, 2022



 

977: Governo ucraniano revela que forças russas já dispararam 16 mil mísseis

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As Forças Armadas russas já lançaram 16 mil ataques com mísseis contra a Ucrânia desde o início do conflito, que começou há mais de nove meses, a maioria contra alvos civis, revelou hoje o ministro da Defesa ucraniano, Oleksii Reznikov.

© Reuters

Segundo o mais recente balanço fornecido pelo responsável pela pasta de Defesa na Ucrânia, a grande maioria das ofensivas russas, pelo menos 12.300 dos ataques, teve como alvo áreas urbanas e localidades em território ucraniano.

O ministro da Defesa ucraniano sublinhou, com base nestes dados, que cerca de 97% dos ataques russos atingiram alvos civis.

De todos os ataques com mísseis, cerca de 500 foram direccionados contra instalações militares, outros 250 contra infra-estruturas de transporte e mais de 220 foram direccionados contra instalações energéticas.

“A Ucrânia vencerá e levará os criminosos de guerra à justiça”, referiu ainda Oleksii Reznikov, citado pela agência de notícias ucraniana UNIAN.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao Minuto Lusa // Notícias ao Minuto
28/11/22 21:05
por Lusa



 

Kherson continua “vulnerável” a bombardeamentos russos

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Os russos retiraram da cidade a 11 de Novembro, mas continuam a atacá-la diariamente. Só no domingo foram 54 bombardeamentos.

© Getty Images

Os ataques a Kherson continuam a acumular-se, mesmo após a retirada russa da cidade que ocupou durante nove meses. Segundo o Ministério da Defesa do Reino Unido, no relatório publicado esta segunda-feira, a cidade foi bombardeada 54 vezes no domingo, um novo máximo para a região.

No relatório matinal publicado diariamente pelos serviços secretos britânicos, através do Twitter, é referido que, só na passada quinta-feira, foram mortas dez pessoas devido aos ataques russos.

Para o Reino Unido. Kherson está “vulnerável porque continua ao alcance da maioria dos sistemas de artilharia russos, agora a disparar a partir da margem este do Rio Dnipro, atrás de linhas defensivas recentemente consolidadas”.

“Muitos dos danos estão provavelmente a ser infligidos em Kherson pelo uso de muitos lançadores de ‘rockets’, principalmente por sistemas BM-21 Grad”, acrescenta o relatório.

Também esta manhã, a organização norte-americana Institute for the Study of War (ISW, do inglês ‘Institute for the Study of War’) apontou para as posições defensivas russas em Kherson, considerando que os russos “claramente percepcionam que as forças ucranianas podem atravessar o Rio Dnipro e conduzir operações contra-ofensivas a leste de Kherson, possivelmente ameaçando todas as linhas críticas de comunicação desde a Crimeia ao território russo”.

Segundo apurou o ISW, e que também tem sido alertado por outras organizações internacionais, as forças invasoras estão a “cavar trincheiras e áreas de concentração”, acreditando que a contra-ofensiva em direcção à Crimeia surgirá eventualmente.

A cidade de Kherson esteve sob controlo russo durante praticamente nove meses de guerra, após ser tomada nos primeiros dias da invasão. Os ucranianos conseguiram finalmente libertar a cidade a 11 de Novembro, após a retirada russa e, desde então, têm sido descobertas mais valas comuns e câmaras de tortura, sinais da presença da opressão russa na região.

As condições de vida na cidade continuam muito difíceis, com o acesso a luz e água potável a ser muito escasso, apesar dos esforços das forças ucranianas em restaurar as infra-estruturas críticas na área.

O conflito na Ucrânia já fez quase 6.600 mortos civis, segundo os dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

No entanto, a entidade adverte que o real número de mortos poderá ser muito superior, devido às dificuldades em contabilizar os mortos em zonas sitiadas ou ocupadas pelos russos, como em Mariupol, por exemplo, onde se estima que tenham morrido milhares de pessoas.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
28/11/22 07:57
por Hélio Carvalho



 

954: 3% dos ataques a instalações militares; 87 mil russos mortos

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A neve deverá voltar a cair em Kyiv a partir deste domingo, com as temperaturas a cair abaixo dos 0ºC quer de dia, quer de noite, numa altura em que milhões de pessoas permanecem sem electricidade ou aquecimento.

© Chris McGrath/Getty Images

As autoridades ucranianas denunciaram também ter havido pelo menos 13 feridos em novos ataques com mísseis russos em Dinpro, no sul do país.

Além de Dnipro, também a pequena cidade de Chasiv, na região de Donetsk, no leste da Ucrânia, foi atacada este fim de semana.

Naquela cidade, sob controlo ucraniano, foi atingido um edifício de apartamentos, tendo três pessoas ficado feridas, segundo o governador militar da região, Pavlo Kirilenko.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
08:16 – 27/11/22



 

953: Kherson bombardeada 54 vezes; Russos preparam linha defensiva

– Os filhos da Putina, os putinofantoches terroristas, assassinos, mercenários, não descansam enquanto não destruírem totalmente a Ucrânia. Para quando umas valentes bojardas de “alta precisão” sobre Moscovo e S. Petersburgo?

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As dificuldades energéticas dos ucranianos começam a ser debeladas, depois de um período em que o fornecimento eléctrico esteve suspenso para milhões de pessoas devido aos ataques a infra-estruturas críticas, especialmente em Kyiv. Segundo as autoridades na capital da Ucrânia, a maioria dos residentes voltou a ter água e luz, mas em muitas zonas do país os habitantes estão a sentir o impacto de um doloroso inverno, sem as condições de anos anteriores.

© Getty Images

Segundo o ministério da Defesa do Reino Unido, o foco da guerra continua a ser em Kherson.

Os russos retiraram da cidade a 11 de Novembro, depois de terem ocupado Kherson durante toda a guerra mas, dizem os britânicos, a cidade continua a ser muito atacada – só no domingo foram registados 54 bombardeamentos.

Outro local ocupado pelas forças russas é Zaporíjia, mas a Ucrânia acredita que não será por muito tempo. No domingo, a empresa estatal de energia nuclear, a Energoatom, anunciou que “há sinais” de uma retirada russa.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
28/11/22 07:58



 

Electricidade restaurada em Kherson; Russos “pagarão”

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UCRÂNIA/ELECTRICIDADE/RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺/ASSASSINOS/ESTADO TERRORISTA

Após nove meses de guerra, a Ucrânia enfrenta agora problemas no fornecimento de electricidade, com Kyiv a ordenar a proibição de exportar lenha do país, de forma a assegurar o aquecimento face a um inverno que se prevê difícil, e a União Europeia a garantir que está a trabalhar para ajudar.

© Reuters

Já alguns consideram que estes ataques contra as infra-estruturas essenciais da Ucrânia são um sinal do “desespero” do presidente da Rússia, Vladimir Putin, tal como declarou o ministro da Defesa britânico, Ben Wallace.

Ontem, Putin reuniu-se com mães de soldados russos, momento que aproveitou para pedir que não acreditem nas “mentiras” sobre a operação militar. No mesmo dia, a diplomacia russa disse rejeitar a doutrina de declarar certos países como “estados terroristas”.

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26/11/22 07:42