Santos Silva diz que “ninguém quer pôr em causa território” da Rússia

– Quando se pretende esclarecer um demente psicopata assassino terrorista, não existem palavras que entrem num cérebro em avançado estado de decomposição. O czar imperialista putineiro não passa de um demente mental bem como todos os que giram à sua volta e possuem a mesma demência.

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O presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, reafirmou hoje o apoio à “justa luta do povo ucraniano” e sublinhou que as autoridades russas devem considerar que ninguém quer pôr em causa a integridade territorial do seu país.

O presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, reafirmou hoje o apoio à “justa luta do povo ucraniano” e sublinhou que as autoridades russas devem considerar que ninguém quer pôr em causa a integridade territorial do seu país. © Global Imagens

“Há um ponto que deve ser muito claro para todos, incluindo as autoridades russas: ninguém quer invadir a Rússia, nem quer pôr em causa a independência da Rússia, ninguém quer pôr em causa a integridade territorial da Rússia, ninguém quer atentar contra a liberdade do povo russo”, disse.

Augusto Santos Silva, que falava à margem de uma sessão solene no parlamento da Madeira, no Funchal, reagia assim ao anuncio feito hoje pelo ministro da Defesa da Rússia sobre a mobilização de 300 mil reservistas, depois de o presidente russo, Vladimir Putin, ter também anunciado uma “mobilização parcial” dos cidadãos, numa altura em que a guerra na Ucrânia está quase a completar sete meses.

“O que nós queremos é que termine a invasão da Ucrânia, a perturbação ou a negação da integridade territorial da Ucrânia, e o que queremos é que a liberdade a soberania do povo ucraniano sejam respeitadas – é isto que está em causa neste conflito”, disse Augusto Santos Silva.

O presidente da Assembleia da República afirmou que devem ser criadas condições para que a diplomacia substitua as armas na solução do problema, mas considerou que para isso acontecer “é muito importante que o invasor se retire do território que ocupou”.

“Por isso, apoiamos a justa luta do povo ucraniano para a defesa da sua pátria, da sua independência e da sua integridade territorial”, declarou.

Ao anunciar a mobilização de 300 mil reservistas, o ministro da Defesa da Rússia reconheceu que o país perdeu 5.937 soldados durante a campanha na Ucrânia iniciada em 24 de Fevereiro.

O anúncio de “mobilização parcial” dos russos em idade de combater abre caminho para uma escalada no conflito na Ucrânia.

MSN Notícias
Notícias ao Minuto/Lusa
21.09.2022