1044: Ataques russos em 7 regiões da Ucrânia. Há três civis mortos em Kherson

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🇺🇦 UCRÂNIA  / KHERSON  / ATAQUES / RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

Os ataques russos voltaram, na quinta-feira, a danificar o fornecimento de energia eléctrica em Kherson. Esta sexta-feira, os alvos foram as áreas residenciais e civis.

© Getty Images

Três pessoas morreram e sete ficaram feridas, nas últimas 24 horas, resultado de vários bombardeamentos russos na região de Kherson, no sul da Ucrânia.

“Os ocupantes russos bombardearam o território da região de Kherson 42 vezes. O inimigo ataca intencionalmente a infra-estrutura civil da região e mata civis”, refere o governador regional, Yaroslav Yanushevych, na rede social Telegram, acrescentando que há vítimas a declarar na sequência deste ataque.

“Há vítimas entre a população civil – mataram três pessoas e sete residentes da região ficaram feridos em vários graus de gravidade”, afirmou.

Yanushevych disse ainda que as tropas russas se focaram em “vasculhar as áreas residenciais de Kherson”, atingindo prédios e apartamentos com mísseis.

Херсонська область. Інформація щодо ворожих обстрілів за минулу добу 1 грудня.

Російські окупанти 42 рази обстріляли територію Херсонщини. Ворог цілеспрямовано атакує цивільну інфраструктуру області та вбиває мирних жителів.

Херсонський район – росіяни продовжують гатити по житлових кварталах Херсона, ворожі снаряди поцілили в приватні та багатоквартирні будинки. Також ворог обстріляв такі населені пункти району: Понятівку, Токарівку, Інгулець, Молодіжне, Дніпровське, Дар’ївку, Янтарне, Іванівку, Микільське, Зеленівку, Музиківку та територію поблизу Степанівки.

Бериславський район – російські окупанти обстріляли Новоолександрівку, Золоту Балку, Республіканець, Українку, Гаврилівку та Качкарівку.

На жаль, через російські обстріли є жертви серед цивільного населення. Рашисти вбили 3 людей, ще 7 жителів Херсонщини отримали поранення різного ступеня тяжкості.

De acordo com o The Kyiv Independent, também foram registados ataques a áreas civis nas regiões de Donetsk, Kharkiv, Zaporíjia, Dnipropetrovsk, Sumy e Luhansk. Há feridos e danos a registar em várias infra-estruturas.

Recorde-se que, na quinta-feira, os ataques russos voltaram a danificar gravemente o fornecimento de energia eléctrica em Kherson, a cidade recentemente libertada pelos ucranianos que foi controlada pela Rússia durante quase nove meses.

O governador da região revelou que “a tensão na rede eléctrica desapareceu”. “Isto aconteceu devido ao forte bombardeamento da cidade pelos invasores russos. A empresa de energia está a trabalhar para eliminar o problema”, garantiu.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
02/12/22 11:06
por Notícias ao Minuto



 

Kherson continua “vulnerável” a bombardeamentos russos

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Os russos retiraram da cidade a 11 de Novembro, mas continuam a atacá-la diariamente. Só no domingo foram 54 bombardeamentos.

© Getty Images

Os ataques a Kherson continuam a acumular-se, mesmo após a retirada russa da cidade que ocupou durante nove meses. Segundo o Ministério da Defesa do Reino Unido, no relatório publicado esta segunda-feira, a cidade foi bombardeada 54 vezes no domingo, um novo máximo para a região.

No relatório matinal publicado diariamente pelos serviços secretos britânicos, através do Twitter, é referido que, só na passada quinta-feira, foram mortas dez pessoas devido aos ataques russos.

Para o Reino Unido. Kherson está “vulnerável porque continua ao alcance da maioria dos sistemas de artilharia russos, agora a disparar a partir da margem este do Rio Dnipro, atrás de linhas defensivas recentemente consolidadas”.

“Muitos dos danos estão provavelmente a ser infligidos em Kherson pelo uso de muitos lançadores de ‘rockets’, principalmente por sistemas BM-21 Grad”, acrescenta o relatório.

Também esta manhã, a organização norte-americana Institute for the Study of War (ISW, do inglês ‘Institute for the Study of War’) apontou para as posições defensivas russas em Kherson, considerando que os russos “claramente percepcionam que as forças ucranianas podem atravessar o Rio Dnipro e conduzir operações contra-ofensivas a leste de Kherson, possivelmente ameaçando todas as linhas críticas de comunicação desde a Crimeia ao território russo”.

Segundo apurou o ISW, e que também tem sido alertado por outras organizações internacionais, as forças invasoras estão a “cavar trincheiras e áreas de concentração”, acreditando que a contra-ofensiva em direcção à Crimeia surgirá eventualmente.

A cidade de Kherson esteve sob controlo russo durante praticamente nove meses de guerra, após ser tomada nos primeiros dias da invasão. Os ucranianos conseguiram finalmente libertar a cidade a 11 de Novembro, após a retirada russa e, desde então, têm sido descobertas mais valas comuns e câmaras de tortura, sinais da presença da opressão russa na região.

As condições de vida na cidade continuam muito difíceis, com o acesso a luz e água potável a ser muito escasso, apesar dos esforços das forças ucranianas em restaurar as infra-estruturas críticas na área.

O conflito na Ucrânia já fez quase 6.600 mortos civis, segundo os dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

No entanto, a entidade adverte que o real número de mortos poderá ser muito superior, devido às dificuldades em contabilizar os mortos em zonas sitiadas ou ocupadas pelos russos, como em Mariupol, por exemplo, onde se estima que tenham morrido milhares de pessoas.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
28/11/22 07:57
por Hélio Carvalho



 

953: Kherson bombardeada 54 vezes; Russos preparam linha defensiva

– Os filhos da Putina, os putinofantoches terroristas, assassinos, mercenários, não descansam enquanto não destruírem totalmente a Ucrânia. Para quando umas valentes bojardas de “alta precisão” sobre Moscovo e S. Petersburgo?

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UCRÂNIA/KHERSON/BOMBARDEAMENTOS/RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

As dificuldades energéticas dos ucranianos começam a ser debeladas, depois de um período em que o fornecimento eléctrico esteve suspenso para milhões de pessoas devido aos ataques a infra-estruturas críticas, especialmente em Kyiv. Segundo as autoridades na capital da Ucrânia, a maioria dos residentes voltou a ter água e luz, mas em muitas zonas do país os habitantes estão a sentir o impacto de um doloroso inverno, sem as condições de anos anteriores.

© Getty Images

Segundo o ministério da Defesa do Reino Unido, o foco da guerra continua a ser em Kherson.

Os russos retiraram da cidade a 11 de Novembro, depois de terem ocupado Kherson durante toda a guerra mas, dizem os britânicos, a cidade continua a ser muito atacada – só no domingo foram registados 54 bombardeamentos.

Outro local ocupado pelas forças russas é Zaporíjia, mas a Ucrânia acredita que não será por muito tempo. No domingo, a empresa estatal de energia nuclear, a Energoatom, anunciou que “há sinais” de uma retirada russa.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
28/11/22 07:58



 

898: Hospital de Zaporíjia alvo de ataques russos durante a noite

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TERRORISMO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /PUTINOCRATAS

Não há feridos a registar na sequência dos bombardeamentos.

© Reprodução/ Telegram Oleksandr Starukh

Um hospital da cidade ucraniana de Zaporíjia foi alvo de novos ataques da Rússia durante a noite de quinta-feira.

“O inimigo atacou novamente os subúrbios de Zaporíjia. Desta vez, os mísseis chegaram perto do hospital. Felizmente, as pessoas não ficaram feridas, o mesmo não pode ser dito sobre o edifício. Dezenas de janelas partidas”, informa o governador da região, Oleksandr Starukh, numa publicação na rede social Telegram.

O governante revelou ainda que, após o ataque à unidade hospitalar, “o inimigo destruiu um posto de gasolina”, sem registo de vítimas.

“O dia está apenas a começar. Cuide-se!”, alerta Starukh.

A Rússia tem estado imparável no que diz respeito a novos ataques contra o território ucraniano. Uma série de explosões foram ouvidas, na quarta-feira, nas regiões de Mykolaiv, Dnipropetrovsk, Lviv e Kyiv, provocando pelo menos três mortos e nove feridos.

No mesmo dia, a Rússia atingiu uma maternidade na região de Zaporíjia, num ataque que matou um bebé recém-nascido e o país foi declarado como “estado patrocinador do terrorismo” pelo Parlamento Europeu.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao Minuto Notícias ao Minuto
25/11/22 08:21
com Lusa




 

Putin ordena envio de mais armamento “de qualidade” ao Exército russo

– Canalha terrorista assassino russonazi ☠️卐☠️ , pena não te cair em cima da careca um míssil teleguiado de alta precisão!

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TERRORISMO/ASSASSINO/ORC RUSSONAZI ☠️卐☠️ PUTINOCRATA

Os serviços de informações norte-americano e britânico indicam desde há alguns meses que o Exército russo enfrenta escassez de efectivos, armamento e munições.

Putin ordena envio de mais armamento “de qualidade” ao Exército russo © Mikhail Metzel

O Presidente russo, Vladimir Putin, ordenou esta quinta-feira o fornecimento de mais armamento “de qualidade” às tropas que combatem na Ucrânia, quando se cumprem nove meses do início da campanha militar desencadeada por Moscovo.

“É importante não apenas aumentar o volume e a variedade dos fornecimentos, mas também melhorar a sua qualidade”, disse Putin durante uma reunião do Conselho Coordenador destinado a garantir as necessidades das Forças Armadas.

Putin pediu a melhoria do funcionamento do mecanismo de comunicação entre os militares, os produtores e os fabricantes, com o objectivo de introduzir correcções nos pedidos quando seja necessário.

Não há necessidade de introduzir medidas extraordinárias. Mas temos de pôr em marcha um trabalho preciso, de qualidade, bem coordenado. Isso é sempre útil, mas neste caso é simplesmente necessário garantir oportunamente tudo o que seja necessário para as nossas Forças Armadas durante a operação militar especial”, indicou, utilizando a designação dada pelo Kremlin à invasão da Ucrânia.

Neste sentido, considerou que os soldados no terreno devem receber o armamento e equipamento em datas e quantidades previamente determinadas.

Os serviços de informações norte-americano e britânico indicam desde há alguns meses que o Exército russo enfrenta escassez de efectivos, armamento e munições na Ucrânia.

O secretário da Defesa norte-americano, Lloyd Austin, considerou na quarta-feira que a Rússia enfrenta uma “penúria significativa” de munições para a sua artilharia, em grande medida devido aos problemas logísticos que enfrenta e que poderão limitar no futuro as suas operações no terreno.

Austin também garantiu que as tropas russas possuem cada vez manos mísseis de precisão e que a sua indústria de Defesa enfrenta graves dificuldades para fabricar com rapidez novo armamento teleguiado.

Diversos peritos europeus citados por diversos ‘media’ têm considerado que a retirada russa do terço norte da região de Kherson foi motivada, mais que o avanço do inimigo ou problemas de abastecimento, pela escassez de munições, que apenas chegariam para mais um mês de combates.

No caso dos mísseis de cruzeiro Iskander, que provocaram elevados danos na infra-estrutura militar e civil ucraniana, a Rússia apenas disporia de mais 120 unidades.

Perante a impossibilidade de garantir avanços significativos no campo de batalha, o Exército russo optou por desencadear bombardeamentos massivos contra a infra-estrutura energética ucraniana e quando se aproxima o inverno, com Kiev a pedir ao ocidente o urgente envio de baterias antiaéreas.

MSN Notícias
SIC Notícias SIC Notícias
Lusa
24.11.2022




 

888: Três centrais nucleares religadas à rede eléctrica ucraniana

🇷🇺 SMERTʹ RUSONAZAM 🇷🇺

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A Rússia disparou mais de 70 mísseis de cruzeiro contra a Ucrânia na quarta-feira. Segundo o Ministério da Energia, estes ataques deixaram sem electricidade “a grande maioria dos consumidores” do país.

A central nuclear de Zaporíjia, em Enerhodar.
© STRINGER/AFP

As três centrais nucleares ucranianas sob controlo de Kiev foram esta quinta-feira religadas à rede eléctrica, depois de a conexão ter sido interrompida na quarta-feira, após ataques massivos da Rússia, anunciou o Ministério da Energia ucraniano.

“Após os bombardeamentos massivos de quarta-feira, os trabalhadores do sector da energia conseguiram (…) religar três centrais nucleares à rede eléctrica durante a manhã” de hoje, declarou o ministério na rede social Telegram, acrescentando que estas instalações devem começar a fornecer electricidade “até a noite de hoje”.

As centrais nucleares em causa são Khmelnytsky e Rivne (oeste) e a de Pivdennooukraïnsk (sul), que foram desligadas pelo sistema de proteção automática após os ataques russos que atingiram várias infra-estruturas eléctricas ucranianas.

“Se não houver novos ataques, conseguiremos reduzir consideravelmente a falta [de electricidade] no sistema energético até ao final do dia”, referiu o ministro da Energia ucraniano, Guerman Galouchtchenko, citado no comunicado do seu ministério.

Em todo o país, “a situação em geral é difícil”, mas em algumas regiões “o fornecimento de electricidade já aumentou”, garantiu Galushchenko, sublinhando ainda que “as infra-estruturas críticas em todo o país” podem ser religadas à rede eléctrica.

O autarca de Kiev, Vitaly Klitschko, anunciou no Telegram que cerca de “70 por cento da capital permaneceu sem electricidade na manhã de hoje”.

O abastecimento de água, interrompido na quarta-feira em quase toda a cidade após os cortes de energia, foi restabelecido nos bairros situados na margem esquerda do rio Dnieper, precisou o autarca. Klitschko espera que o resto de Kiev seja abastecida com água durante o dia desta quinta-feira..

A Rússia disparou mais de 70 mísseis de cruzeiro contra a Ucrânia na quarta-feira, aprofundando a crise energética após semanas de bombardeamentos que atingiram particularmente a infra-estrutura de energia.

Segundo o Ministério da Energia, estes ataques deixaram sem electricidade “a grande maioria dos consumidores” do país, que contava com cerca de 40 milhões de habitantes antes do início da invasão russa lançada a 24 de Fevereiro.

Diário de Notícias
DN/Lusa
24 Novembro 2022 — 11:53



 

Ucrânia: Zelensky denuncia à ONU “crime contra a humanidade”

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TERRORISMO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /UCRÂNIA/ZELENSKY

Presidente ucraniano diz que “vários milhões de pessoas sem abastecimento de energia, sem aquecimento e sem água”, num contexto de “temperaturas abaixo de zero”.

© EPA/UKRAINIAN PRESIDENTIAL PRESS SERVICE

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, denunciou esta quarta-feira à ONU o ataque da Rússia à infra-estrutura energética do país, o que classificou como um “crime contra a humanidade”.

“Com temperaturas abaixo de zero, vários milhões de pessoas sem abastecimento de energia, sem aquecimento e sem água, trata-se, obviamente, de um crime contra a humanidade”, afirmou Zelensky, que falava, por vídeo, ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, no âmbito de uma reunião de emergência que o próprio solicitou.

Novos ataques russos na Ucrânia fizeram 30 vítimas civis, entre mortos e feridos, e deixaram esta quarta-feira milhões de pessoas sem electricidade, acesso a água e aquecimento, quando se registam já temperaturas negativas nalgumas regiões, segundo as Nações Unidas.

Um balanço feito pelo Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA, na sigla em inglês) indica que a escalada de ataques deixou completamente sem electricidade regiões como Lviv, no oeste, Zaporijia e Odessa, no sul, e Chernihiv, no norte.

Os apagões estão também a afectar grandes partes das regiões centrais de Vinnytsya e Dnipro, Khmelnitsk, mais a oeste, Kharkiv e Sumi no nordeste, Mykolaiv no sul e a capital, Kiev.

Os ataques atingiram, além de infra-estruturas, edifícios residenciais em Kiev e nas cidades de Chabany e Vyshhorod, nos arredores da capital, e as autoridades confirmaram que pelo menos 30 civis foram mortos ou feridos nas três localidades.

Diário de Notícias
DN/Lusa
24 Novembro 2022 — 00:00



 

ONU anuncia “explosões poderosas” na central nuclear de Zaporijia

– Estranho é o vídeo abaixo ter sido publicado no Kadyrov’s Telegram channel, um assassino russonazi ☠️卐☠️ nacionalista tchetcheno!

UCRÂNIA/INVASÃO/ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ZAPORIJIA

De acordo com Rafael Grossi, chefe da agência atómica da ONU, anuncia que “as notícias… são extremamente perturbadoras”. Russos falam de bombardeamentos ucranianos.

© EPA/HANNIBAL HANSCHKE

A central nuclear de Zaporijia, na Ucrânia, foi bombardeada, de acordo com várias agências noticiosas russas e confirmadas já pelos agentes da ONU especializados em energia nuclear.

As explosões nas imediações da central nuclear de Zaporijia, registadas entre a noite de sábado e esta manhã são “extremamente perturbadoras”, segundo informações de agentes da ONU citados pela Sky News.

Rafael Grossi, chefe da agência atómica da ONU, já veio entretanto dizer que se trataram de “explosões poderosas”, naquilo que parecia ser um novo bombardeamento à central nuclear. “As notícias… são extremamente perturbadoras.

As explosões registaram-se no local desta grande central nuclear, o que é completamente inaceitável”, sublinhou Grossi, num comunicado por escrito, acrescentando que os danos causados em edifícios, sistemas e equipamentos “não foram críticos” até ao momento.

A Rússia já acusou as forças ucranianas de terem realizado novos bombardeamentos contra a central nuclear, garantindo que o nível de radiação permanece “em conformidade com a norma”.

“O regime de Kiev não para as provocações para criar a ameaça de um desastre na central nuclear de Zaporijia”, a maior da Europa e militarmente ocupada pela Rússia, afirmaram os militares russos em comunicado.

A agência noticiosa estatal russa Tass avança que projécteis ucranianos caíram perto de um local de armazenamento da central, mas não estavam a ser detectadas emissões radioactivas.

Renat Karchaa, operador russo da empresa de energia nuclear Rosenergoatom, disse que se registaram 15 disparos nas instalações da central, de acordo com Tass.

A central nuclear de Zaporijia – a maior central nuclear da Europa – está sob ocupação russa desde Março, mas continua a ser operada pelas forças ucranianas.

Troca de acusações

Pouco depois de Moscovo ter acusado Kiev de atacar o local, a agência nuclear ucraniana acusou a Rússia de bombardear a central nuclear de Zaporijia.

“Na manhã de 20 de Novembro de 2022 [este domingo], como resultado de numerosos bombardeamentos russos, pelo menos 12 ataques foram registados no local da central nuclear de Zaporizjia”, afirma a Energoatom, operadora estatal das centrais nucleares da Ucrânia, citada pela AFP.

A Energoatom acusa os russos de “mais uma vez organizarem chantagem nuclear e colocarem o mundo inteiro em risco”.

Diário de Notícias
DN/Lusa
20 Novembro 2022 — 11:51



 

Ucrânia: “Dimensão da tortura” em Kherson é pior do que em outras regiões

– Próprio de um regime nazi. Esses russonazis ☠️卐☠️ só param quando começarem a cair uns mísseis de “alta precisão” sobre Moscovo… Numa guerra deste tipo, em que o invasor russonazi ☠️卐☠️ e os seus mercenários invadem um país soberano, bombardeia estruturas críticas, assassina milhares de civis inocentes de todas as idades, não há que ter contemplações de qualquer género. Ferro neles!

TERRORISMO/UCRÂNIA/KHERSON/RUSSONAZIS ☠️卐☠️

“Nunca vi uma tal escala e visitei pessoalmente todos os centros de tortura nas diferentes regiões da Ucrânia. A dimensão é simplesmente terrível”, afirmou Dmytro Lubinets, comissário dos direitos humanos do parlamento ucraniano.

Ponte destruída em Kherson.
© EPA/OLEG PETRASYUK

O comissário dos direitos humanos do parlamento ucraniano, Dmytro Lubinets, manifestou-se hoje chocado com a “dimensão da tortura” durante a ocupação russa na região de Kherson, que agora se revela.

Numa declaração emitida na televisão, Lubinets disse que as descobertas feitas pelas forças ucranianas após terem retomado parte da região são diferentes das encontradas nas regiões de Kiev ou Kharkov, onde foram descobertas numerosas valas comuns.

“Nunca vi uma tal escala e visitei pessoalmente todos os centros de tortura nas diferentes regiões da Ucrânia. A dimensão é simplesmente terrível”, sublinhou.

Segundo Lubinets, as investigações demonstraram que as forças russas torturaram prisioneiros ucranianos com choques eléctricos, espancaram-nos com barras de ferro, partiram ossos e, por vezes, executaram-nos.

O Ministro do Interior ucraniano, Denys Monastyrskyi, anunciou que já foram exumados nas áreas recuperadas de Kherson os corpos de 63 pessoas com sinais de tortura.

“É necessário ter em conta que a procura só agora começou”, acrescentou o ministro, citado pela agência noticiosa Interfax, sublinhando ser provável que muitos mais locais de tortura e valas sejam encontrados.

Monastyrskyi acentuou que 11 centros de detenção operados pelos russos durante o período em que controlavam a parte de Kherson agora recuperada foram descobertos e que quatro deles mostram vestígios de tortura de prisioneiros, incluindo civis.

A parte ocidental da província de ​​​​​​​Kherson, a oeste do rio Dnipro, ocupada em Março pelas tropas russas, foi recuperada pelas forças ucranianas em 11 de Novembro.

Diário de Notícias
DN/Lusa
18 Novembro 2022 — 00:07



 

658: Ataque a edifício residencial em Mykolaiv faz pelo menos seis mortos

– O que esta escumalha terrorista russonazi ☠️卐☠️ estava a precisar era de uma Little Boy sobre Moscovo para lhes passar a tosse… Cobardolas merdosos que estando a levar nos cornos da contra-ofensiva ucraniana, têm de dar de frosques e vingam-se na população! Já chega de tantos assassínios de civis de todas as idades e de destruição de infra-estruturas civis!

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🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

TERRORISMO/ASSASSINOS/ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️

O presidente ucraniano lamentou o ataque russo ao edifício de cinco andares na cidade de Mykolaiv, no sul do país. “A Rússia não desiste das suas tácticas desprezíveis”, afirmou.

© Twitter Nexta TV

Pelo menos seis pessoas morreram esta sexta-feira na sequência de um ataque russo a um prédio residencial na cidade de Mykolaiv, no sul do país, perto da linha de frente, indicaram as autoridades ucranianas.

O governador regional de Mykolaiv , Vitaliy Kim, tinha revelado inicialmente que o ataque a um edifício de cinco andares tinha feito quatro vítimas mortais.

“A resposta cínica do estado terrorista aos nossos sucessos na frente. Um ataque a um edifício residencial de cinco andares. Destruído do 5º ao 1º andar. Infelizmente há mortos e feridos”, lamentou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, indicando que estão a decorrer as operações de resgate.

Para Zelensky, “a Rússia não desiste das suas tácticas desprezíveis”. “Não vamos desistir da nossa luta. Os ocupantes serão responsabilizados por todos os crimes contra a Ucrânia e os ucranianos”, escreveu nas redes sociais.

Diário de Notícias
DN/AFP
11 Novembro 2022 — 08:43