274: 21,7% da população da UE em risco de pobreza ou exclusão social

– Não é de espantar a taxa de pobreza e exclusão social em Portugal, quando a carga fiscal é desmesurada face aos rendimentos auferidos por trabalhadores e pensionistas, face ao desemprego existente e à extrema falta de apoios sócio-económicos a quem deixou de receber qualquer tipo de subsídio para sobreviver e pagar as suas despesas, atirando-as para uma miséria apenas salva por quem ainda possui familiares que os ajudem e exclusão social devido a todos os factores acima mencionados, além da plena falta de solidariedade de “amigos” através de palavras de conforto, coragem, apoio psicológico que levam a um completo desequilíbrio da saúde mental de quem se encontra nestas situações.

UE/POBREZA/EXCLUSÃO SOCIAL

A Roménia (34%), a Bulgária (32%), Grécia e Espanha (28% cada) foram os Estados-membros com maiores taxas de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social em 2021. Portugal em oitavo.

© Ludovic Marin / AFP

Em 2021, 21,7% da população da União Europeia (UE) estava em risco de pobreza ou exclusão social, uma ligeira subida face aos 21,6% do ano anterior, segundo dados divulgados esta quinta-feira pelo Eurostat.

Por outro lado, das 95,4 milhões de pessoas na UE (94,8 milhões em 2020) em risco de pobreza, cerca de 5,9 milhões (1,3% do total da população da UE) vivia em agregados expostos simultaneamente aos três riscos de pobreza e exclusão social: risco de pobreza, ou vivendo em agregados com intensidade laboral ‘per capita’ muito reduzida ou em situação de privação material e social severa.

Em 2021, 73,7 milhões de pessoas na UE corriam risco de pobreza, 27 milhões estavam em situação de privação material ou social severa e 29,3 milhões viviam em agregados com baixa intensidade laboral.

A Roménia (34%), a Bulgária (32%), Grécia e Espanha (28% cada) foram os Estados-membros com maiores taxas de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social.

Em contraste, as menores taxas de pessoas em risco foram registadas na República Checa (11%), Eslovénia (13%) e Finlândia (14%).

Em Portugal, havia em 2021 22,4% de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social (20,0% em 2020), a oitava maior taxa entre os Estados-membros e acima da média da UE (21,7%).

Diário de Notícias
DN/Lusa
15 Setembro 2022 — 11:07



 

218: Pensões mais baixas não terão aumento extraordinário em 2023

– Sim, sr. ministro! Boa, sr. ministro! A rapaziada pensionista/reformada de baixas e miseráveis pensões, não precisa de aumentos, porra! Gastam tudo nos copos, nas discotecas, nas viagens de férias a paraísos terrestres, em cruzeiros de luxo! Para quê mais aumentos? O que a rapaziada pensionista/reformada de baixas e miseráveis pensões precisa, é de morrer para não continuar a sofrer os desmandos dos políticos que têm (des)governado Portugal! Ó Medina, queres trocar comigo os teus rendimentos? É que estou a sentir-me a fazer aplicação militar quando tinha de rastejar na lama, debaixo de arame farpado ou nos treinos de sobrevivência antes de ir para a guerra!!!

MORTE ECONÓMICA DOS PENSIONISTAS/REFORMADOS

As pensões de valor mais baixo não vão ter em 2023 o aumento extraordinário que aconteceu ao longo destes últimos anos, disse hoje o ministro das Finanças, Fernando Medina.

Ministro Fernando Medina explica as medidas do plano de resposta ao aumento de preços

Ministro Fernando Medina explica as medidas do plano de resposta ao aumento de preços © Fornecido por Lusa

“O que acontecerá em 2023 é um aumento regular das pensões”, afirmou Fernando Medina, que está hoje, juntamente com os ministros do Trabalho, Ambiente e Infra-estruturas, a detalhar o pacote de medidas de apoio aos rendimentos das famílias para atenuar os efeitos da inflação, estimado em 2.400 milhões de euros em termos de impacto na despesa, aprovado esta segunda-feira em Conselho de Ministros.

Fernando Medina respondia a uma questão sobre se, com as medidas dirigidas aos pensionistas previstas neste pacote, estes terão em 2023 o aumento extraordinário até 10 euros.

“Nos outros anos, como a própria palavra indica, foram aumentos extraordinários”, disse o governante.

O pacote de medidas agora aprovado pelo Governo contempla o pagamento, em Outubro, de um valor extra equivalente a meia pensão e chegará a 2,7 milhões de pensionistas, a que se somará uma actualização, a aplicar no início de 2023, que vai oscilar entre os 4,43% e os 3,53% consoante o valor da pensão.

LT/AAT // CSJ
Lusa
Lucília Tiago
06.09.2022