257: Putin equipara ucranianos a nazis no dia da memória do Holocausto

 

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦

NÃO É DOS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

A UCRÂNIA FOI INVADIDA POR TROPAS E MERCENÁRIOS RUSSONAZIS

– Putinofantoche, um puro ariano russonazi a classificar os ucranianos de neonazis, é obra! Isto, quando o grupo wagneriano oficialmente integrado nas tropas russonazis, tem nazis nas suas hostes terroristas assassinas. Não existe qualquer tipo de moral para os russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 fantoches do kremlin cagarem 💩💩💩 constantemente propaganda fakenews das suas matracas para consumo interno. Além do mais, o Exército Vermelho era composto por uma maioria de soldados russos, mas também das outras nacionalidades. A contribuição dos ucranianos é estimada entre 4,5 milhões e 7 milhões de militares entre um total de 34 milhões durante a Grande Guerra Patriótica, o nome dado por Moscovo à Segunda Guerra Mundial.

HOLOCAUSTO // 🇵🇱 POLÓNIA // RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

Na mesma declaração em que insulta os ucranianos, líder russo realça a importância de não esquecer as lições da história. “Provocação indigna”, comentou a MNE francesa.

Sobreviventes de campos de concentração nazis e seus familiares depositam flores junto do “muro da morte” de Auschwitz.
© EPA/Zbigniew Meissner

Vladimir Putin continua a interpretar a história à sua maneira, ao comparar os crimes do regime nazi a alegados crimes praticados por Kiev, enquanto fez prédica sobre as lições a reter do passado, desta vez por ocasião do dia da memória do Holocausto.

A data também foi assinalada pelo líder ucraniano, num dia marcado pela intensificação de combates no leste do país.

O presidente da Ucrânia exortou o mundo a unir-se contra a “indiferença” e o “ódio” por ocasião do dia da memória do Holocausto, que comemora a libertação do campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau – construído pela Alemanha nazi na Polónia – pelo Exército Vermelho. “Hoje, como sempre, a Ucrânia honra a memória de milhões de vítimas do Holocausto.

Sabemos e recordamos que a indiferença mata juntamente com o ódio”, disse Volodymyr Zelensky, que tem ascendência judaica, numa declaração em vídeo.

O líder ucraniano não misturou a data com a guerra no seu país, ao contrário do homólogo russo. Putin repetiu a alegação de que neonazis estão a cometer crimes na Ucrânia, uma das suas justificações para escalar a guerra por procuração iniciada em 2014 para a invasão, em Fevereiro do ano passado. “Isto é evidenciado pelos crimes contra civis, limpeza étnica e acções punitivas organizadas por neonazis na Ucrânia.

É contra esse mal que os nossos soldados combatem corajosamente”, disse Putin numa declaração em que ainda fez um apelo à memória: “Esquecer as lições da história leva à repetição de tragédias terríveis.”

No 78.º aniversário da libertação de Auschwitz pelos militares soviéticos, Putin advertiu ainda que “qualquer tentativa de rever as contribuições” da Rússia para a “Grande Vitória equivalem na realidade a justificar os crimes do nazismo e a abrir o caminho para o renascimento da sua ideologia mortífera”.

A política do regime de Putin em exaltar os feitos da União Soviética ganhou novas dimensões com o início da “operação militar especial”, com Moscovo a apelar ao orgulho patriótico e a não perder qualquer oportunidade para pintar os órgãos eleitos em Kiev como ilegítimos e criminosos.

Nesse contexto, chegou a dizer que a população do Donbass, no leste do país, estava a ser vítima de um genocídio por ser russófona. E ao lançar a invasão em Fevereiro disse que um dos objectivos era a “desnazificação” da Ucrânia.

Em Moscovo, a ausência da cerimónia em Auschwitz é vista como uma “humilhação” pelo rabino-chefe.

A data foi comemorada no antigo campo de extermínio com a presença de políticos polacos, o embaixador dos Estados Unidos em Varsóvia e o marido da vice-presidente Kamala Harris, Douglas Emhoff, além de sobreviventes e familiares.

No entanto, devido à ofensiva na Ucrânia, o Museu de Auschwitz não convidou representantes russos para a cerimónia. “A Rússia vai precisar de uma auto-avaliação extremamente longa e muito profunda após este conflito a fim de poder regressar às reuniões do mundo civilizado”, disse à AFP o porta-voz do museu Piotr Sawicki.

Também a essa agência, o rabino-chefe da Rússia, Berel Lazar, que na véspera fora recebido por Putin, mostrou-se indignado. “Isto é claramente uma humilhação porque conhecemos e recordamos perfeitamente o papel do Exército Vermelho na libertação de Auschwitz e na vitória sobre o nazismo. Estes jogos políticos não têm lugar no dia do Holocausto”, criticou Lazar.

O Exército Vermelho era composto por uma maioria de soldados russos, mas também das outras nacionalidades. A contribuição dos ucranianos é estimada entre 4,5 milhões e 7 milhões de militares entre um total de 34 milhões durante a Grande Guerra Patriótica, o nome dado por Moscovo à Segunda Guerra Mundial.

De visita à Roménia depois de ter estado na Ucrânia e na Moldávia, a ministra dos Negócios Estrangeiros francesa resumiu a posição europeia às declarações de Putin. “É uma provocação indigna num dia como o de hoje”, comentou Catherine Colonna.

Ataque antes dos reforços

No terreno, as forças russas estão a intensificar as operações ofensivas em particular na região de Donetsk, onde continua a tentativa de assalto a Bakhmut, e agora também a Vuhledar, a sul.

Na sua mensagem diária, Zelensky reconheceu a situação “extremamente grave” em Donetsk, tendo dito ainda que as forças russas não estavam apenas a atacar as posições ucranianas, mas também a destruir as cidades e aldeias à sua volta.

Segundo o analista militar britânico Sean Bell, em comentários à Sky News, a Rússia procura “ganhar alguma dinâmica”antes de os tanques ocidentais estarem ao serviço de Kiev.

A este propósito, o primeiro-ministro polaco Mateusz Morawiecki disse que o seu país vai enviar 60 tanques adicionais aos 14 Leopard 2 já anunciados.

Os parceiros tinham comprometido no envio de pelo menos 105 tanques, número que já foi excedido, mas que está muito aquém dos “300 a 500 que a Ucrânia precisa agora”, segundo uma avaliação de Zelensky em entrevista à Sky.

cesar.avo@dn.pt

Diário de Notícias
César Avó
27 Janeiro 2023 — 22:41



 

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220: Rússia excluída de comemorações da libertação de Auschwitz

 

🇷🇺 A RÚSSIA ☠️卐☠️ É UM ESTADO PÁRIA, TERRORISTA, ASSASSINO, LADRÃO, GENOCIDA, VIOLADOR 🇷🇺

AUSCHWITZ // COMEMORAÇÕES // EXCLUSÃO RUSSONAZIS

No dia da invasão da Ucrânia pela Rússia, o museu classificou a ofensiva russa como “um ato de barbárie” que “será julgado pela história” e “os seus autores pelo Tribunal Internacional de Justiça”.

Campo de Concentração de Auschwitz
© JANEK SKARZYNSKI / AFP

A Rússia não foi convidada para as comemorações do 78.º aniversário da libertação, pelo Exército Vermelho, do campo de morte nazi de Auschwitz-Birkenau, devido à invasão e guerra russas na Ucrânia, anunciou esta quarta-feira o museu do local.

Tendo em conta a agressão a uma Ucrânia livre e independente, os representantes da Federação da Rússia não foram convidados para participar na comemoração do aniversário da libertação de Auschwitz deste ano“, que decorrerá na próxima sexta-feira, disse o porta-voz do museu, Piotr Sawicki, citado pela agência de notícias francesa AFP.

Até agora, a Rússia sempre participou nas cerimónias que se realizam anualmente a 27 de Janeiro, discursando o seu representante sempre na cerimónia principal.

O director do museu, Piotr Cywinski, considerou “evidente” que não podia “assinar qualquer carta ao embaixador russo em tom de convite” no contexto da guerra russa na Ucrânia, iniciada a 24 de Fevereiro de 2022, há quase um ano.

“Espero que isso mude no futuro, mas temos um longo caminho a percorrer (…). A Rússia precisará de um período extremamente longo e de uma introspecção muito profunda após este conflito, para voltar aos salões do mundo civilizado“, declarou, citado pela agência polaca PAP.

Construído na Polónia ocupada durante a Segunda Guerra Mundial, Auschwitz-Birkenau é o símbolo do genocídio perpetrado pela Alemanha nazi de seis milhões de judeus europeus, um milhão dos quais foi morto naquele campo entre 1940 e 1945, juntamente com mais de 100 mil não-judeus.

Este campo onde cerca de 80.000 polacos não-judeus, 25.000 ciganos e 20.000 soldados soviéticos foram também mortos foi libertado pelo Exército Vermelho a 27 de Janeiro de 1945

Diário de Notícias
DN/Lusa
25 Janeiro 2023 — 18:51



 

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