“A lei internacional é inexorável. A Crimeia é território da Ucrânia”

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UCRÂNIA/CRIMEIA É UCRANIANA/LEI INTERNACIONAL

Na óptica do responsável, “qualquer tentativa do ladrão russo de chamar ‘alienação’ ao regresso de um objecto ao dono ucraniano é legalmente nula”.

© Getty Images

O conselheiro presidencial ucraniano, Mykhailo Podolyak, ecoou as palavras do chefe de Estado da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, considerando, esta sexta-feira, que a “Crimeia é território da Ucrânia”, argumentando que “a lei internacional é inexorável”.

“A lei internacional é inexorável. A Crimeia é território da Ucrânia. Qualquer tentativa do ladrão russo de chamar ‘alienação’ ao regresso de um objecto ao dono ucraniano é legalmente nula.

A Rússia vai perder ao se aperceber de que roubar territórios é uma ofensa criminal. Sem prescrição…“, alertou, na rede social Twitter.

A mais recente menção da libertação da Crimeia, anexada por Moscovo em 2014, foi, também, proferida esta sexta-feira, pelo presidente ucraniano. Em entrevista ao Financial Times, Volodymyr Zelenksy reiterou que Kyiv pretende recuperar não só Donetsk e Lugansk, regiões que têm vindo a ser comandadas por separatistas russos, como também a Crimeia.

Temos de reaver os nossos territórios… Acredito que o campo de batalha é o caminho quando não há diplomacia“, considerou, salientando que compreende que “todos estejam confusos sobre o que vai acontecer à Crimeia”.

Se alguém estiver disposto a oferecer-nos uma solução para reaver a Crimeia sem uso da força, sou a favor“, salientou.

Contudo, o responsável foi taxativo: “Se a solução não incluir a Crimeia, não vale a pena desperdiçar tempo“, disse, reforçando que a paz só chegará à Ucrânia se também a região da Crimeia regressar a mãos ucranianas.

De notar que a Rússia anunciou, a 18 de Novembro, estar a construir fortificações na península da Crimeia, na sequência da ofensiva ucraniana na região Kherson.

Dias mais tarde, a 22 de Novembro, Moscovo disse estar em “alerta máximo“, após um ataque levado a cabo pelas forças ucranianas em  Sebastopol, na Crimeia.

Lançada a 24 de Fevereiro, a ofensiva militar russa na Ucrânia já causou a fuga de mais de 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, segundo os mais recentes dados da Organização das Nações Unidas (ONU), que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão, justificada pelo presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia, foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição a Moscovo de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
16:43 – 25/11/22
por Daniela Filipe



 

860: Crimeia, que Ucrânia sonha recuperar até ao fim do ano, alvo de ataques de drones

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– Façam o mesmo a esses russonazis ☠️卐☠️ o mesmo que eles fazem aos ucranianos. Metralha em cima deles! A Crimeia é ucraniana não é russa, foi ocupada pelos russonazis ☠️卐☠️ putinocratas ilegalmente.

CRIMEIA/UCRÂNIA/ATAQUES/DRONES

Autoridades pró-russas da península dizem que ataques foram travados e não houve danos nas infra-estruturas. Na sexta-feira, admitiram estar a fortificar a região, após a retirada das forças de Moscovo da cidade de Kherson.

Voluntários distribuem comida em Kherson. Recuperação do controlo desta cidade faz ucranianos acreditar na reconquista da Crimeia.
© EPA

A península da Crimeia, sob controlo russo desde 2014, foi esta terça-feira alvo de ataques com drones, obrigando à intervenção da defesa antiaérea, revelou o governador da região administrativa de Sebastopol escolhido pelo Kremlin, Mikhail Razvozhayev.

Pelo menos dois dos drones foram destruídos, indicou no Telegram, explicando que não tinham sido atingidas infra-estruturas civis e apelando à população para que “fique calma”.

No sábado, em entrevista à Sky News, o vice-ministro da Defesa ucraniano, Volodymyr Havrylov, mostrou-se confiante de que a Ucrânia recuperará o controlo da Crimeia até ao final do ano – e que a guerra terminará até ao final da primavera.

Razvozhayev, que apontou o dedo aos “nazis ucranianos” e disse que as forças russas estão em “alerta máximo”, indicou que o alvo dos ataques com drones era a central termoeléctrica de Balaklava – próxima de Sebastopol, porto que acolhe a frota russa do Mar Negro. Segundo o governador, também foi travado um ataque com três drones ao largo desta cidade.

Moscovo acusou Kiev de atacar Sebastopol no final de Outubro, usando estes veículos aéreos e marítimos controlados à distância. Na altura, a Rússia suspendeu temporariamente a participação no acordo que permite a exportação dos cereais ucranianos.

No passado, o ex-presidente russo, Dmitri Medvedev, actual número dois do Conselho de Segurança da Rússia, defendeu que um ataque ucraniano à Crimeia desencadearia o “Dia do Juízo Final”.

A península, anexada ilegalmente em 2014, já foi alvo de ataques espectaculares – incluindo à ponte do estreito de Kerch que faz a ligação com a Rússia. Kiev tem negado sempre a responsabilidade.

Após a retirada das forças de Moscovo de Kherson, a única capital regional que tinham conseguido conquistar logo após a invasão há quase nove meses, as autoridades pró-russas da Crimeia admitiram estar a fortificar a península.

“Trabalhos de fortificação estão a ser empreendidos no território da Crimeia sob o meu controlo com o objectivo de garantir a segurança de todos os habitantes”, disse na sexta-feira o governador nomeado pelo Kremlin, Sergei Aksyonov.

Durante uma visita do vice-ministro da Defesa ucraniano ao Reino Unido, a Sky News perguntou-lhe se o sucesso em Kherson fazia com que outros objectivos parecessem mais prováveis, como a reconquista da Crimeia: “É apenas uma questão de tempo e, claro, gostaríamos que fosse o mais rapidamente possível”, indicou Havrylov, mostrando-se convencido de que as forças ucranianas podem estar na Crimeia “no final de Dezembro”.

O vice-ministro acredita que a guerra pode acabar no final da primavera, deixando claro que a sociedade ucraniana está unida em levar o conflito até ao fim. “Todos sabem que qualquer atraso ou conflito congelado é apenas a continuação desta guerra contra a existência da Ucrânia enquanto nação”, afirmou ao canal britânico.

Buscas em mosteiros

Um mosteiro do século XI em Kiev, sede de um ramo da igreja ortodoxa ucraniana que esteva sob a jurisdição de Moscovo mas que cortou relações com a Rússia após a invasão, foi esta terça-feira alvo de buscas por parte dos serviços de segurança da Ucrânia (SBU).

As autoridades de Kiev suspeitam que possa ter ligações a agentes russos, com o Kremlin a denunciar nestas buscas o último capítulo da “guerra” dos ucranianos contra a igreja russa.

Em comunicado, o SBU indicou que o Mosteiro de Kiev-Petchersk (património da Humanidade da UNESCO) foi alvo de “medidas de contra inteligência” que visam “combater as actividades subversivas dos serviços de segurança russos na Ucrânia”.

O objectivo é impedir que o local se torne no “centro do mundo russos” ou que seja usado por “grupos de inteligência e sabotagem” e para armazenar armas. Outros mosteiros foram também alvo das mesmas buscas, não tendo sido divulgados os resultados das operações.

A Igreja Ortodoxa Russa criticou estas buscas, falando de um “ato de intimidação” e dizendo que “como muitos outros casos de perseguição de fiéis na Ucrânia desde 2014” irá “quase de certeza passar despercebido pelos que se apelidam de comunidade internacional de Direitos Humanos”.

O líder da Igreja Ortodoxa Russa, o patriarca Kirill, tem sido uma das vozes de apoio às acções militares de Moscovo na Ucrânia.

A Rússia perdeu várias paróquias ucranianas em 2019, num cisma desencadeado pela anexação da Crimeia e o apoio aos separatistas na região do Donbass, mas algumas igrejas tinham ficado ainda sob a jurisdição e Moscovo. Isso mudou após a invasão.

Frio como “arma de destruição maciça”

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse esta terça-feira que a Rússia está a tentar usar o frio como “arma de destruição maciça” ao atingir infra-estruturas de energia.

“Para sobreviver este inverno e impedir que a Rússia transforme o frio num instrumento de terror e submissão, precisamos de muitas coisas”, referiu numa mensagem enviada a um encontro de autarcas franceses, citada pela AFP.

Zelensky apelou ao envio de geradores, além de material de apoio às operações de desminagem e equipamento para os serviços de emergência ucranianos.

A Organização Mundial de Saúde disse que este é o “inverno da sobrevivência” na Ucrânia, após os ataques russos continuados às infra-estruturas.

susana.f.salvador@dn.pt

Diário de Notícias
Susana Salvador
22 Novembro 2022 — 23:09



 

831: Kiev prepara-se para retomar a Crimeia

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UCRÂNIA/INVASÃO/GUERRA/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /CRIMEIA/OCUPAÇÃO

A Rússia não pediu directamente à Ucrânia uma trégua instantânea na guerra, esclareceu este sábado um assessor de topo do presidente ucraniano, após Volodymyr Zelensky ter dito a uma audiência no Fórum Internacional de Segurança de Halifax que Kiev rejeitou a preferência da Rússia por uma “curta trégua”.

Kiev prepara-se para retomar a Crimeia © TVI24

O comentário de Zelensky deixou em aberto a questão sobre se Moscovo fez, de facto, o pedido à administração ucraniana. Algo que Andriy Yermak, que dirige o gabinete presidencial ucraniano, declarou não ter acontecido.

Durante uma conferência de imprensa, Yermak afirmou que o Kremlin não propôs a referida trégua ao governo ucraniano. “Não [tivemos] qualquer pedido oficial do lado russo sobre algumas conversas, algumas negociações”, disse.

A afirmação surge durante um período sensível na brutal guerra que já decorre há nove meses. De acordo com o jornal Politico, altos funcionários dos EUA e da Europa estão a tentar convencer a Ucrânia a chegar a uma solução pacífica para o conflito que a Rússia iniciou. Até agora, a Ucrânia rejeitou esses apelos, dizendo que qualquer tentativa de negociações agora beneficiaria mais Moscovo do que Kiev.

De facto, Yermak sinalizou uma próxima campanha militar na Crimeia, a península que a Rússia afirmou anexar em 2014, embora não confirmasse uma linha temporal exacta para o seu início. “Esta guerra, ela continua”, disse , acrescentando que “tem a certeza” que uma campanha para retomar a Crimeia irá acontecer.

No início de sábado, o vice-ministro ucraniano da Defesa Volodymyr Havrylov disse à Sky News que as tropas ucranianas estariam na Crimeia em Dezembro e que a guerra terminaria na próxima primavera.

MSN Notícias
TVI TVI
CNN Portugal
20.11.2022 às 18:34

785: Ucrânia: Rússia inicia fortificação da Península da Crimeia

– Façam aos putinocratas russonazis ☠️卐☠️ o mesmo que eles estão a fazer à Ucrânia desde Fevereiro: BOMBARDEIEM essas “fortificações” e dêem-lhes do mesmo veneno que estão a instilar aos ucranianos. A Crimeia ocupada pertence à Ucrânia, por isso, há que expulsar de lá os invasores russonazis ☠️卐☠️

UCRÂNIA/CRIMEIA/OCUPAÇÃO/RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Decisão das autoridades locais, controladas por Moscovo, ocorre na sequência da contra ofensiva das Forças Armadas de Kiev na região de Kherson, vizinha da Península da Crimeia.

© STRINGER / AFP

A Rússia anunciou esta sexta-feira que está a construir fortificações na península da Crimeia, invadida em 2014, na sequência da ofensiva ucraniana na região Kherson.

“Os trabalhos de fortificação estão a ser realizados e controlados por mim, no território da Crimeia, para garantir a segurança dos habitantes (da Península da Crimeia)”, disse Serguei Akasionov, governador instalado por Moscovo na região ucraniana invadida e anexada por Moscovo em 2014.

A decisão das autoridades locais, controladas por Moscovo, ocorre na sequência da contra ofensiva das Forças Armadas de Kiev na região de Kherson, vizinha da Península da Crimeia.

Diário de Notícias
DN/Lusa
18 Novembro 2022 — 10:21