1044: Ataques russos em 7 regiões da Ucrânia. Há três civis mortos em Kherson

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Os ataques russos voltaram, na quinta-feira, a danificar o fornecimento de energia eléctrica em Kherson. Esta sexta-feira, os alvos foram as áreas residenciais e civis.

© Getty Images

Três pessoas morreram e sete ficaram feridas, nas últimas 24 horas, resultado de vários bombardeamentos russos na região de Kherson, no sul da Ucrânia.

“Os ocupantes russos bombardearam o território da região de Kherson 42 vezes. O inimigo ataca intencionalmente a infra-estrutura civil da região e mata civis”, refere o governador regional, Yaroslav Yanushevych, na rede social Telegram, acrescentando que há vítimas a declarar na sequência deste ataque.

“Há vítimas entre a população civil – mataram três pessoas e sete residentes da região ficaram feridos em vários graus de gravidade”, afirmou.

Yanushevych disse ainda que as tropas russas se focaram em “vasculhar as áreas residenciais de Kherson”, atingindo prédios e apartamentos com mísseis.

Херсонська область. Інформація щодо ворожих обстрілів за минулу добу 1 грудня.

Російські окупанти 42 рази обстріляли територію Херсонщини. Ворог цілеспрямовано атакує цивільну інфраструктуру області та вбиває мирних жителів.

Херсонський район – росіяни продовжують гатити по житлових кварталах Херсона, ворожі снаряди поцілили в приватні та багатоквартирні будинки. Також ворог обстріляв такі населені пункти району: Понятівку, Токарівку, Інгулець, Молодіжне, Дніпровське, Дар’ївку, Янтарне, Іванівку, Микільське, Зеленівку, Музиківку та територію поблизу Степанівки.

Бериславський район – російські окупанти обстріляли Новоолександрівку, Золоту Балку, Республіканець, Українку, Гаврилівку та Качкарівку.

На жаль, через російські обстріли є жертви серед цивільного населення. Рашисти вбили 3 людей, ще 7 жителів Херсонщини отримали поранення різного ступеня тяжкості.

De acordo com o The Kyiv Independent, também foram registados ataques a áreas civis nas regiões de Donetsk, Kharkiv, Zaporíjia, Dnipropetrovsk, Sumy e Luhansk. Há feridos e danos a registar em várias infra-estruturas.

Recorde-se que, na quinta-feira, os ataques russos voltaram a danificar gravemente o fornecimento de energia eléctrica em Kherson, a cidade recentemente libertada pelos ucranianos que foi controlada pela Rússia durante quase nove meses.

O governador da região revelou que “a tensão na rede eléctrica desapareceu”. “Isto aconteceu devido ao forte bombardeamento da cidade pelos invasores russos. A empresa de energia está a trabalhar para eliminar o problema”, garantiu.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
02/12/22 11:06
por Notícias ao Minuto



 

1036: Lavrov defende ataques às infra-estruturas, um crime de guerra segundo a ONU

– Este gajo é outro demente psicopata em estado terminal. Diz ele, o psicopata, que “centrais eléctricas ajudam a “matar russos””. E a destruição dessas centrais eléctricas, pelos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺, que levam electricidade às populações e que ajudam a matar civis inocentes? Esta escumalha causa-me o mais profundo desprezo e nojo absoluto. Nem têm noção do que dizem! A puta da Stolichnaya é lixada!

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ORCS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / LAVROV / DESTRUIÇÃO / ASSASSÍNIOS

Ministro dos Negócios Estrangeiros alega que centrais eléctricas ajudam a “matar russos” e compara a situação nos territórios ucranianos a Estalinegrado.

Lavrov é chefe da diplomacia de Putin desde 2004.
© EPA/MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS DA RÚSSIA

Impedido pelo governo polaco de participar na conferência ministerial da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), que decorre até esta sexta-feira em Lodz, o chefe da diplomacia russo dedicou uma conferência de imprensa a alvejar a Ucrânia, o Ocidente e até o Papa Francisco, justificou os ataques às infra-estruturas energéticas e comparou a situação que se vive em território ucraniano à Batalha de Estalinegrado.

Sergei Lavrov justificou os ataques russos a centrais eléctricas e outras infra-estruturas civis, alegando que estas “fornecem potencial de combate às Forças Armadas da Ucrânia, aos batalhões nacionalistas, e delas depende a entrega de uma grande quantidade de armas com as quais o Ocidente está a inundar a Ucrânia para matar russos”.

Uma explicação pouco clara, mas sem dúvida ao arrepio das leis da guerra. “Temos de salientar que dirigir intencionalmente ataques contra civis e alvos civis, ou seja, alvos que não são objectivos militares, equivale a um crime de guerra”, disse a porta-voz do gabinete do alto comissário para os Direitos Humanos da ONU, Ravina Shamdasani, quando a Rússia começou, em 10 de Outubro, a onda de ataques à rede de produção de energia.

O porta-voz do MNE ucraniano respondeu às declarações do ministro russo acenando com o tribunal de crimes de guerra, cuja criação havia sido defendida na véspera pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

“Será que Lavrov vai negar a sua participação nos crimes do regime de Putin no tribunal internacional, ou vai admitir a culpa de imediato, para não sofrer durante muito tempo?”, escreveu Oleg Nikolenko.

No mesmo dia em que Lavrov se mostrou favorável à destruição do sector energético da Ucrânia, a cidade de Kherson voltou a ficar sem electricidade devido a ataques da outra margem do Dniepre.

Os serviços da empresa eléctrica haviam retomado o fornecimento da corrente a 20% da cidade, libertada no passado dia 11, mas agora voltou ao ponto zero. Além destas pessoas, há seis dias cerca de seis milhões de ucranianos estavam sem acesso a electricidade, tinha dito o presidente Zelensky.

Ainda perante os jornalistas, Lavrov não se deteve e defendeu igualmente os ataques do Exército russo em regiões que Moscovo disse ter anexado, como Kherson ou Zaporíjia, traçando uma comparação com Estalinegrado.

“Era também nosso território e lá derrotámos de tal forma os alemães que eles fugiram”, disse. A cidade que hoje se chama Volgogrado foi arrasada numa das batalhas mais mortíferas da Segunda Guerra Mundial.

O ministro há mais anos no mesmo cargo no regime de Putin negou que a estratégia de bombardeamento de infra-estruturas tenha como objectivo levar Kiev à mesa de negociações.

“Nunca pedimos negociações.” No entanto, caso essas se materializassem, o Ocidente teria de aceder à exigência de que todos os países a leste da Alemanha teriam de abandonar a NATO.

Lavrov deixou ainda palavras de censura ao pontífice. Francisco havia dito em entrevista que as minorias tchetchena e buriate são “as mais cruéis” entre os soldados na Ucrânia, ao que o ministro russo aproveitou para dizer que o “Papa fez declarações incompreensíveis e nada cristãs”.

E ainda…

Mais cartas armadilhadas

A polícia espanhola está a investigar uma série de correspondência armadilhada enviada a diversos altos cargos políticos, incluindo ao primeiro-ministro Pedro Sánchez, à ministra da Defesa Margarita Robles e à Embaixada dos EUA, semelhante à que explodiu na embaixada ucraniana, ferindo um funcionário de uma empresa de segurança.

Dos cinco pacotes, quatro foram detonados de forma controlada e um foi neutralizado, o que permitiu recuperar todo o seu conteúdo para análise.

A Justiça anunciou ter alargado a investigação inicial de um possível delito de terrorismo – a carta enviada à Embaixada da Ucrânia -, para cobrir todos os outros incidentes.

Xi e Modi apelam para a paz

O presidente chinês e o primeiro-ministro indiano, que não condenam a invasão russa, fizeram apelos à paz, em declarações separadas. “Resolver a crise ucraniana através de meios políticos é do maior interesse da Europa e do interesse comum de todos os países da Eurásia”, disse Xi Jinping num encontro com o presidente do Conselho Europeu Charles Michel.

O belga, por sua vez, voltou a instar Xi a “usar a sua influência” junto de Vladimir Putin. “Hoje não precisamos lutar pela nossa sobrevivência, o nosso tempo não deveria ser o da guerra”, escreveu Narendra Modi num artigo ao assumir a presidência do G20.

Sanções à indústria dos mísseis

O ministro ucraniano dos Negócios Estrangeiros pediu ao alto-representante da UE que inclua a indústria russa de mísseis no futuro pacote de sanções, após os bombardeamentos terem danificado as infra-estruturas energéticas da Ucrânia. O encontro entre Dmytro Kuleba e Josep Borrell decorreu à margem de uma reunião da OSCE, em Lodz, Polónia.

Nova troca de prisioneiros

Após mais uma troca de 50 prisioneiros de guerra, ocorrida na quinta-feira, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky disse que o número de “heróis” postos em liberdade se cifra agora em 1319. “Não vamos parar enquanto não recuperarmos todos os nossos”, proclamou.

cesar.avo@dn.pt

Diário de Notícias
César Avó
01 Dezembro 2022 — 23:06



 

Putin é “um monstro”. Zelenska apela por “justiça” contra crimes sexuais

– O putinofantoche faz jus à sua condição de puro nazi ariano!

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A primeira-dama ucraniana reiterou que o regime de Vladimir Putin está a usar a violência sexual como “arma” na Ucrânia, urgindo o governo de Rishi Sunak a ajudar o país a “encontrar e a castigar quem levou a cabo crimes de guerra”.

© Getty Images

Depois de ter apelado junto do parlamento britânico para que o Reino Unido lidere os esforços para fazer a Rússia enfrentar um tribunal internacional pelos alegados crimes de guerra cometidos durante a invasão da Ucrânia, a primeira-dama ucraniana, Olena Zelenska, acusou o presidente russo de ser “um monstro”, com o qual espera nunca ter de “falar directamente”.

Em declarações à Sky News, Zelenska reiterou que o regime de Vladimir Putin está a usar a violência sexual como “arma” na Ucrânia, urgindo o governo de Rishi Sunak a ajudar o país a “encontrar e a castigar quem levou a cabo crimes de guerra”.

“Até termos justiça, não nos sentiremos seguros”, disse.

Segundo a primeira-ministra, a vítima mais nova de abusos sexuais por parte das tropas de Moscovo tem apenas quatro anos, ao passo que a mais velha tem 85 anos.

Zelenska reconheceu que o caminho para uma pena por parte do Tribunal Penal Internacional será uma “batalha”, uma vez que apenas duas pessoas foram condenadas por violações nos últimos 20 anos. Contudo, assegurou que as vítimas, aliadas com a Ucrânia, conseguirão “justiça”.

A primeira-dama foi mais longe, acusando Putin de ser “um monstro”, com o qual espera nunca ter de “falar directamente”.

“Não quero estar nessa posição”, disse, considerando que a figura do chefe de Estado russo é um colectivo que tem de ser punido.

“Penso que não é apenas Putin enquanto pessoa. Estamos a falar de um colectivo e todo esse colectivo tem de ser castigado”, complementou.

Questionada quanto ao impacto do conflito na sua vida familiar, Zelenska confessou que, por vezes, sente que os filhos se “adaptam mais depressa do que os adultos”, ainda que as figuras de Estado da Ucrânia procurem “comportar-se de forma a que não se preocupem e que saibam que está tudo bem”.

“Sinto que estamos a fazer a coisa certa. O meu trabalho é mantê-los a salvo. Infelizmente, neste momento, há sirenes a tocar em Kyiv”, lamentou.

Apesar de as crianças não verem Volodymyr Zelensky frequentemente, Zelenska assegurou que, nesses momentos, tentam “aproveitar todos os minutos”.

“Mas, claro, ansiamos por um período em que não temos de contar os minutos até todos termos de ir em direcções diferentes”, confessou.

Recorde-se que a primeira-dama ucraniana esteve de visita ao Reino Unido, onde fez uma intervenção na Conferência sobre a Prevenção da Violência Sexual em Conflitos, na terça-feira.

Lançada a 24 de Fevereiro, a ofensiva russa na Ucrânia já causou a fuga de mais de 13 milhões de pessoas, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A entidade confirmou ainda que já morreram 6.655 civis desde o início da guerra e 10.368 ficaram feridos, sublinhando, contudo, que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
30/11/22 08:38
por Notícias ao Minuto



 

975: ONG que ganhou Nobel da Paz 2022 documenta 31 casos de tortura em Kherson

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A organização não governamental (ONG) ucraniana Centre for Civil Liberties (CGS), galardoada com o prémio Nobel da Paz 2022, documentou recentemente 31 casos de tortura perpetrados pelo Exército russo Kherson, elevando o número total nacional para 300.

© Getty Images

“Até agora, documentámos 300 casos de tortura em todo o país e 31 na região de Kherson”, disse hoje à agência de notícias EFE a directora-executiva do CGS, Oleksandra Romantsova.

Romantsova espera que esses 300 documentados de tortura, executados desde a invasão russa da Ucrânia em 24 de Fevereiro, cheguem ao Tribunal Penal Internacional (TPI) “em alguns anos”.

“Precisamos de informações pessoais dos autores dos crimes, pois é necessária que a acusação seja pessoal”, diz sobre o processo de documentação — não de investigação criminal — que a CGS já iniciou.

“Todos os casos de tortura irão para o TPI, espero que todos”, disse a activista, de Nicolaiev, cidade próxima de Kherson, recentemente libertada pelo Exército ucraniano.

A CGS também tem conhecimento de mais 10.000 crianças ucranianas separadas das suas famílias e “deslocadas à força”, um número fornecido à organização humanitária pelo Provedor de Justiça.

“Sabemos os nomes”, disse Romantsova sobre essas crianças, embora reconhecendo que ainda não sabe quantos menores perderam os seus pais durante a guerras e a ocupação, já que não há estatísticas oficiais.

Quanto aos abusos sexuais, existe uma linha telefónica em todo o país e foram denunciados 30 casos, enquanto o procurador-geral abriu inquérito a nove deles.

“Ninguém fala sobre esses crimes. Vamos saber quando a guerra acabar e as pessoas se sentirem mais seguras”, disse a activista ucraniana.

Relativamente ao total de desaparecidos, a CGS considera o número oficial de 50 mil casos, um estatuto que, segundo a mesma, deve ser qualificado, porque sabe que muitos se encontram na Rússia.

Ao todo, o banco de dados do CGS dá hoje um total 26.000 crimes de guerra, o que faz a sua directora-executiva falar em “genocídio” contra o povo ucraniano.

De acordo com Romantsova, são crimes de guerra sistemáticos que “estão a acontecer em todos os lugares e seguem o mesmo padrão”.

O procurador-geral considera que estes crimes de guerra já ascendem a 50.000, sem incluir as estatísticas de Kherson, algo que leva Romantsova a prever um número muito superior.

“Quando os novos dados forem revelados, não espero menos de 200.000 casos [de crimes de guerra] no total”, diz.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
28/11/22 23:55
por Lusa



 

Mais de 40 casos de violência sexual na Ucrânia são “ponta do icebergue”

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A justiça ucraniana já iniciou mais de 40 processos criminais por violência sexual cometidos durante a invasão russa iniciada em Fevereiro, mas isto é apenas “a ponta do icebergue”, afirmou em Londres hoje a primeira-dama da Ucrânia, Olena Zelenska.

© Getty Images

Numa intervenção hoje na Conferência sobre a Prevenção da Violência Sexual em Conflitos, Zelenska revelou que a Procuradoria-Geral da Justiça da Ucrânia está a fazer “um excelente trabalho na coordenação já da investigação deste tipo de crimes”.

“Mais de 40 processos criminais sobre violência sexual cometida durante a guerra em larga escala iniciada pelos russos” já foram iniciados, acrescentou a esposa do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, admitindo que este número “é apenas a ponta do icebergue”.

“O número real é muito mais alto, e agora estabelecer o número é impossível porque ninguém que enfrentou estes crimes horríveis quer denunciar. (…) Infelizmente, as sobreviventes permanecem muitas vezes em silêncio.

Mas quando estiverem prontas para falar, temos de assegurar de que têm acesso a assistência jurídica profissional gratuita e a qualquer tipo de apoio de que possam necessitar”, defendeu.

Olena Zelenska disse estar a ser preparado, em cooperação com o Fundo Mundial de Sobreviventes, um programa provisório para garantir a compensação das vítimas a longo prazo.

“Esta é uma mensagem para todos os russos: vocês vão pagar durante anos por cada pessoa que tenha sido sujeita a estes crimes”, garantiu.

A primeira-dama ucraniana falava na abertura da conferência, que reúne representantes de cerca de 70 países hoje e terça-feira na capital britânica para discutir formas de combater este tipo de crimes em países como a Ucrânia, Etiópia ou Colômbia.

A prémio Nobel da Paz de 2018, Nadia Murad, iraquiana que foi escrava sexual do grupo terrorista Estado Islâmico (EI), afirmou que “a resposta internacional não tem sido adequada” e que a comunidade internacional não deu prioridade à violência sexual.

“Por vezes parece mais fácil falar das limitações da política e dos recursos em vez de nos concentrarmos no que podemos fazer. E acredito que a comunidade internacional pode fazer mais”, declarou.

O procurador do Tribunal Penal Internacional (TPI), Karim Khan, admitiu ser necessário “encontrar formas de falar menos e fazer mais”.

“Os crimes sexuais baseados no género não são apenas alegações de violação ou violência sexual, não apenas contra raparigas e mulheres e rapazes e homens, mas abrangem uma variedade de crimes, incluindo a perseguição do género. Estamos a tentar tirar as políticas do papel e implementá-las no TPI de forma mais eficaz”, garantiu.

Na abertura da conferência, o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, James Cleverly, anunciou um novo pacote de financiamento de até 12,5 milhões de libras (14,5 milhões de euros) para ajudar vítimas a ajudar vítimas de violência sexual a processar os responsáveis.

O Reino Unido vai também dar separadamente 3,45 milhões de libras (quatro milhões de euros) para o Fundo de População da ONU, destinado a combater a Violência Baseada no Género na Ucrânia.

Notícias ao MinutoLusa
28/11/22 14:47
por Lusa



 

953: Kherson bombardeada 54 vezes; Russos preparam linha defensiva

– Os filhos da Putina, os putinofantoches terroristas, assassinos, mercenários, não descansam enquanto não destruírem totalmente a Ucrânia. Para quando umas valentes bojardas de “alta precisão” sobre Moscovo e S. Petersburgo?

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As dificuldades energéticas dos ucranianos começam a ser debeladas, depois de um período em que o fornecimento eléctrico esteve suspenso para milhões de pessoas devido aos ataques a infra-estruturas críticas, especialmente em Kyiv. Segundo as autoridades na capital da Ucrânia, a maioria dos residentes voltou a ter água e luz, mas em muitas zonas do país os habitantes estão a sentir o impacto de um doloroso inverno, sem as condições de anos anteriores.

© Getty Images

Segundo o ministério da Defesa do Reino Unido, o foco da guerra continua a ser em Kherson.

Os russos retiraram da cidade a 11 de Novembro, depois de terem ocupado Kherson durante toda a guerra mas, dizem os britânicos, a cidade continua a ser muito atacada – só no domingo foram registados 54 bombardeamentos.

Outro local ocupado pelas forças russas é Zaporíjia, mas a Ucrânia acredita que não será por muito tempo. No domingo, a empresa estatal de energia nuclear, a Energoatom, anunciou que “há sinais” de uma retirada russa.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
28/11/22 07:58



 

Ucrânia: Zelensky denuncia à ONU “crime contra a humanidade”

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Presidente ucraniano diz que “vários milhões de pessoas sem abastecimento de energia, sem aquecimento e sem água”, num contexto de “temperaturas abaixo de zero”.

© EPA/UKRAINIAN PRESIDENTIAL PRESS SERVICE

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, denunciou esta quarta-feira à ONU o ataque da Rússia à infra-estrutura energética do país, o que classificou como um “crime contra a humanidade”.

“Com temperaturas abaixo de zero, vários milhões de pessoas sem abastecimento de energia, sem aquecimento e sem água, trata-se, obviamente, de um crime contra a humanidade”, afirmou Zelensky, que falava, por vídeo, ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, no âmbito de uma reunião de emergência que o próprio solicitou.

Novos ataques russos na Ucrânia fizeram 30 vítimas civis, entre mortos e feridos, e deixaram esta quarta-feira milhões de pessoas sem electricidade, acesso a água e aquecimento, quando se registam já temperaturas negativas nalgumas regiões, segundo as Nações Unidas.

Um balanço feito pelo Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA, na sigla em inglês) indica que a escalada de ataques deixou completamente sem electricidade regiões como Lviv, no oeste, Zaporijia e Odessa, no sul, e Chernihiv, no norte.

Os apagões estão também a afectar grandes partes das regiões centrais de Vinnytsya e Dnipro, Khmelnitsk, mais a oeste, Kharkiv e Sumi no nordeste, Mykolaiv no sul e a capital, Kiev.

Os ataques atingiram, além de infra-estruturas, edifícios residenciais em Kiev e nas cidades de Chabany e Vyshhorod, nos arredores da capital, e as autoridades confirmaram que pelo menos 30 civis foram mortos ou feridos nas três localidades.

Diário de Notícias
DN/Lusa
24 Novembro 2022 — 00:00



 

869: Ataque russo contra maternidade de Zaporijia causou a morte a um bebé

– Esta invasão russonazi ☠️卐☠️ à Ucrânia, com a ajuda de mercenários assassinos, os ataques e bombardeamentos a residências civis e infra-estruturas, o assassínio premeditado destes criminosos putinocratas, apenas demonstram os animais psicopatas que eles são, não olhando a nada nem a ninguém. A escumalha que apoia e aplaude estes animais são iguais a eles em tudo. Para estes terroristas nazis ☠️卐☠️, matar crianças ou idosos é a mesma coisa que tomar o pequeno almoço no palácio presidencial do kremlin.

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“O inimigo decidiu mais uma vez realizar através do terror e do assassinato o que não conseguiu fazer em nove meses”, declarou o presidente ucraniano após o ataque russo a uma maternidade na região de Zaporijia.

Ataque russo a uma maternidade na região de Zaporijia. Um bebé morreu
Foto Twitter do serviço estatal da Ucrânia de emergência

Um bebé morreu na sequência de um ataque russo numa maternidade na região ucraniana de Zaporijia, anexada por Moscovo, disseram esta quarta-feira os serviços de socorro de Kiev através das redes sociais.

Foto Twitter do serviço estatal da Ucrânia de emergência

“Na noite de 23 de Novembro, na cidade de Vilniansk, na região de Zaporijia, um edifício de dois andares onde funcionava uma maternidade foi destruído por um ataque com roquetes”, afirmou um socorrista numa mensagem difundida pelas redes sociais.

Foto Twitter do serviço estatal da Ucrânia de emergência

“Na sequência do ataque, um bebé, nascido em 2022 morreu”, acrescentou.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, acusou a Rússia de “terror e morte”, referindo-se directamente ao ataque que atingiu a maternidade.

“O inimigo decidiu mais uma vez realizar através do terror e do assassinato o que não conseguiu fazer em nove meses”, desde a invasão de 24 de Fevereiro, afirmou Zelensky.

Diário de Notícias
DN/Lusa
23 Novembro 2022 — 08:23



 

868: Kiev contabiliza a morte de 438 crianças pelos russos desde Fevereiro

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TERRORISMO/ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /UCRÂNIA/ASSASSINOS

A última baixa entre as crianças ucranianas ocorreu nas últimas horas. Um bebé morreu na sequência de um ataque russo numa maternidade na região ucraniana de Zaporijia.

© EPA/OLEG PETRASYUK

O exército russo causou a morte a pelo menos 438 crianças na Ucrânia desde que começou a invasão, a 24 de Fevereiro, disse hoje a Procuradoria-Geral ucraniana através da rede de mensagens Telegram.

“Até à manhã de 23 de Novembro de 2022 [hoje], mais de 1.279 crianças foram afectadas na Ucrânia na sequência da agressão armada de grande escala da Federação da Rússia”, indicou a Procuradoria.

De acordo com a mesma fonte, “438 menores foram assassinados e 841 ficaram feridos”.

A Procuradoria refere ainda que os números não são definitivos porque ainda se realizam trabalhos no sentido de se determinar o número real de baixas nas áreas onde as “hostilidades” continuam.

Os procuradores ucranianos não podem confirmar se as mortes ocorreram nos territórios que permanecem ocupados ou se aconteceram em zonas recentemente reconquistadas.

A última baixa entre as crianças ucranianas ocorreu nas últimas horas.

Um bebé morreu na sequência de um ataque russo numa maternidade na região ucraniana de Zaporijia, anexada por Moscovo, disseram hoje os serviços de socorro de Kiev através das redes sociais.

“Na noite de 23 de Novembro, na cidade de Vilniansk, na região de Zaporijia, um edifício de dois andares onde funcionava uma maternidade foi destruído por um ataque com roquetes”, afirmou um socorrista numa mensagem difundida pelas redes sociais.

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, acusou a Rússia de “terror e morte”, referindo-se directamente ao ataque que atingiu a maternidade.

“O inimigo decidiu mais uma vez realizar através do terror e do assassinato o que não conseguiu fazer em nove meses”, desde a invasão de 24 de Fevereiro, afirmou Zelensky.

Diário de Notícias
Lusa/DN
23 Novembro 2022 — 09:47



 

823: Ucrânia já registou 47 mil potenciais crimes de guerra

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Porta-voz da Comissão Política da Assembleia Parlamentar da NATO disse que será adoptada uma resolução que defende “o estabelecimento de um tribunal internacional para investigar e julgar o crime de agressão cometido pela Rússia nesta guerra contra a Ucrânia”.

© EPA/STR

– Moscovo devia ficar assim para sentirem “in loco“, o que é destruição e morte provocada pelos russonazis ☠️卐☠️ putinocratas.

O procurador-geral da Ucrânia, Andriy Kostin, disse este domingo que estão registados 47 mil potenciais crimes de guerra no país e reivindicou um tribunal internacional especial para investigar e julgar “o crime de agressão” da Rússia.

“Não há dúvida de que a extensão dos crimes cometidos pelo exército russo” desde 24 de Fevereiro, quando iniciou o ataque militar à Ucrânia, “é simultaneamente brutal e colossal”, afirmou Andriy Kostin, numa intervenção por videoconferência desde Kiev, na 68.ª sessão anual da Assembleia Parlamentar da NATO, que decorre em Madrid.

O procurador disse que as autoridades ucranianas, com o apoio de peritos e entidades internacionais, têm até agora “47.000 incidentes registados como crimes de guerra”, que englobam tortura, assassinatos, agressões sexuais ou deslocações e transporte forçados de populações “à escala massiva”, com destino ao que poderão vir a ser considerados “campos de concentração”.

Andriy Kostin destacou que a Rússia tem na Ucrânia uma estratégia de ataque contra civis, com 8.000 mortos não militares, incluindo 400 crianças, identificados até agora.

O procurador lembrou “a chuva de mísseis sobre cidades ucranianas” e infra-estruturas críticas das últimas semanas, que considerou “actos de terror e de intimidação contra a população civil”, com destruição de casas e outras infra-estruturas vitais para os ucranianos, como centrais energéticas.

Andriy Kostin afirmou que várias regiões da Ucrânia, como a capital, Kiev, estão já com temperaturas negativas e estão criadas “situações humanitárias severas para o inverno”, questionando como poderá a população sobreviver nestas circunstâncias, sem energia ou aquecimento, e considerou que também nesta dimensão estão em causa crimes de guerra da Rússia.

“As nossas necessidades, as nossas reivindicações e os nossos apelos são bastante simples. Precisamos de parar esta guerra o mais depressa possível para libertar o nossos território e restaurar a nossa soberania e a nossa integridade territorial.

E precisamos de garantir justiça às vítimas e sobreviventes das atrocidades cometidas pela Federação Russa, precisamos de pôr um fim à impunidade da Rússia”, disse o procurador-geral ucraniano.

Reparação aos ucranianos

Andriy Kostin, apelou à comunidade internacional “para apoiar o estabelecimento de um tribunal para o crime de agressão, para julgar os cérebros do crime” nomeadamente, o Presidente russo e chefe supremo das forças armadas da Rússia, Vladimir Putin, e “toda a elite russa” envolvida.

O crime de agressão também deve ser julgado por ser “o ponto de partida, que precede todos os outros crimes de guerra”, defendeu.

O procurador insistiu também na necessidade de garantir “a reparação” e compensação aos ucranianos pela destruição do país e das “propriedades dos civis”, através da confiscação de bens de russos.

“A Europa não testemunhou esta destruição desde a II Guerra Mundial” e devem ser adotados novos “mecanismos internacionais para confiscar os bens dos autores”, defendeu, alertando como, ao abrigo do direito internacional, tem sido difícil executar decisões nesse sentido, como algumas ditadas por instâncias como o Tribunal Penal Internacional, o Tribunal Internacional de Justiça ou o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.

No final da intervenção de Andriy Kostin, um porta-voz da Comissão Política da Assembleia Parlamentar da NATO disse que será adoptada uma resolução neste encontro de Madrid que defende “o estabelecimento de um tribunal internacional para investigar e julgar o crime de agressão cometido pela Rússia nesta guerra contra a Ucrânia”.

A sessão deste ano da Assembleia Parlamentar da NATO (Organização do Tratado o Atlântico Norte, a aliança militar entre países europeus e norte-americanos) termina na segunda-feira, com um plenário em haverá uma intervenção do Presidente da Ucrânia, por videoconferência.

A Assembleia Parlamentar da NATO integra 269 deputados dos 30 países da Aliança e outros 100 membros de estados parceiros.

Diário de Notícias
DN/Lusa
20 Novembro 2022 — 11:21