133: Guterres condena ataque e Kiev inicia operação de charme em Davos

 

– O que é preciso mais para classificar TODOS os ataques, bombardeamentos, assassínios de civis de todas as idades, destruição de infra-estruturas de electricidade, gás e água, escolas, maternidades, hospitais, supermercados, etc., como CRIMES DE GUERRA praticados pelos putinofantoches terroristas russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺? Que a Ucrânia fique reduzida a pó? Que os seus habitantes sejam dizimados? Que esses animais, autênticas Bestas do Leste, possam continuar a bombardear, assassinar, destruir, sem que ninguém mexa uma palha para acabar com este GENOCÍDIO? Tristes figuras fazem estes dirigentes do “Ocidente” neste espectáculo dantesco de morte e destruição! Mais vale darem um abraço ao russonazi terrorista putinofantoche 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 e entregar-lhe a Ucrânia! Topa-se que a destruição mostrada na imagem abaixo é de alvos militares!  “”As forças armadas russas não atingem edifícios residenciais ou infra-estruturas sociais. Atacam alvos militares”, disse o animal russonazi terrorista assassino 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 , porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.”

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦

🇺🇳 ONU // HIPOCRISIA // CINISMO

published in: 3 semanas 

Secretário-geral da ONU aponta para possível crime de guerra em Dnipro. Moscovo rejeita qualquer responsabilidade.

O número de mortes do míssil russo em Dnipro ascende a 40.
© VITALII MATOKHA/AFP

O secretário-geral da ONU condenou o ataque com mísseis russos a um edifício de apartamentos na cidade ucraniana de Dnipro, que causou pelo menos 40 mortos, como um possível crime de guerra.

Enquanto o Kremlin rejeita a autoria do mesmo, Kiev prepara uma operação de charme na cimeira de Davos, com o objectivo de conseguir o maior apoio possível para o esforço de guerra.

“Um ataque atingiu um edifício residencial em Dnipro no sábado à noite, num dos ataques mais mortíferos na Ucrânia desde o início da invasão russa em Fevereiro passado”, disse Stephanie Tremblay, porta-voz de António Guterres.

“O secretário-geral condenou este ataque, dizendo que este era mais um exemplo de suspeita de violação das leis da guerra”, prosseguiu. Tremblay disse ainda que a coordenadora das Nações Unidas na Ucrânia, Denise Brown, “apelou a uma investigação eficaz dos suspeitos de crimes de guerra e à adequada acusação dos suspeitos” do ataque em Dnipro que conta com três crianças entre as vítimas mortais e 29 desaparecidos.

Moscovo rejeitou qualquer responsabilidade, tendo insinuado que foram os sistemas de defesa aérea ucranianos a causar o desastre, dando gás a uma teoria sem provas que circula nas redes sociais. “As forças armadas russas não atingem edifícios residenciais ou infra-estruturas sociais. Atacam alvos militares”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.

Uma equipa de ministros e funcionários ucranianos chefiados pela primeira-dama Olena Zelenska deslocou-se ao Fórum Económico Mundial na cidade suíça de Davos para fazer pressão no sentido de uma maior ajuda ocidental e entrega de armas com características diferentes das que Kiev possui.

“É por isso que estou aqui”, disse o presidente da câmara da capital ucraniana Vitali Klitschko quando questionado sobre a necessidade de mais ajuda. “É por isso que é muito importante falar directamente. É muito importante ter uma ligação pessoal”.

A invasão russa da Ucrânia é um dos maiores temas da cimeira deste ano, que arrancou formalmente na segunda-feira à noite. A reunião anual de Davos, nos Alpes suíços, reúne centenas de chefes de governo, ministros e milhares de líderes empresariais, com a presença amanhã do secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg.

Zelenska vai falar esta terça-feira numa das sessões de abertura, enquanto o seu marido Volodymyr Zelensky vai comunicar por videoconferência em eventos à margem do fórum na quarta-feira e na quinta-feira.

Davos precede a importante reunião dos aliados, na sexta-feira, na base de Ramstein, Alemanha, sobre mais meios a disponibilizar à Ucrânia e a sua coordenação.

Diário de Notícias
DN/AFP
17 Janeiro 2023 — 00:11



 

 15 total views

Doentes “morreram ou ficaram mutilados”. Investigadas denúncias no Amadora-Sintra

 

🇵🇹 SAÚDE PÚBLICA // NEGLIGÊNCIAS // HOSPITAL AMADORA-SINTRA

published in: 3 semanas 

Mais de 20 doentes operados no Hospital Fernando Fonseca “morreram ou ficaram mutilados”, alegadamente por má prática da equipa cirúrgica.

Mais de 20 doentes operados no Hospital Fernando Fonseca “morreram ou ficaram mutilados”, alegadamente por má prática da equipa cirúrgica, segundo uma denúncia feita por dois cirurgiões da unidade e que está a ser investigada, noticia esta sexta-feira o Expresso.

Segundo o jornal, que escreve que a denúncia foi enviada à Ordem dos Médicos (OM), os casos remontam ao ano passado e foram comunicados à direcção clínica do Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) no início de Outubro (17 doentes) e no final de Novembro (cinco situações).

A OM foi informada sobre as suspeitas por correio electrónico e já nomeou peritos para analisarem a situação, refere o Expresso.

Na missiva enviada à Ordem, segundo o Expresso, um dos cirurgiões escreve que é seu “dever ético, profissional, pessoal, de cidadania alertar para que existem situações de prejuízo de vida e qualidade de vida graves, com mortalidade e mutilações desnecessárias, evitáveis, que resultam de uma prestação de cuidados ao doente cirúrgico que não coincide com a leges artis.

Diz igualmente que a “denúncia não se centra num médico em particular, mas sim numa situação sistémica”.

Além das alegadas “mortalidade e morbilidade injustificadas”, os médicos referem outras situações de suposta negligência.

Numa das denúncias feitas aos responsáveis clínicos do hospital – explica o jornal – outro cirurgião diz que a estes casos se somam “muitos outros, embora de gravidade significativamente menor, com doentes ‘perdidos’ no serviço (de cirurgia geral), avaliados por jovens médicos voluntariosos, mas inexperientes, que, embora estejam a dar o seu melhor, pouco ou nada são corrigidos ou orientados”.

“A mortalidade não esperada não pode ser entendida como consequência óbvia do quadro clínico e uma fatalidade da responsabilidade do doente ou do equipamento utilizado, mas antes a consequência das opções de quem assume e define a estratégia em cada momento”, refere o clínico, sublinhando que “é essa estratégia que deve ser questionada e reformulada, não o doente.”

O Expresso, que teve acesso a um documento que descreve algumas situações, refere o caso de um doente com cerca de 60 anos operado ao baço sem ter indicação para a cirurgia programada e que morreu “exsanguinado, com perto de 15 transfusões”, logo após a intervenção, ou outro, de outro doente também com perto de 60 anos, operado ao pâncreas por suspeitas de tumor que não existia.

Outras situações apontadas incluem casos de doentes submetidos a cirurgia oncológica que acaba por revelar que não tinham cancro e de um “doente que fez radioterapia e não tinha tumor”.

Ao jornal, a administração do hospital confirma que “recebeu, a 6 de Outubro de 2022, uma denúncia escrita de alegados indícios de más práticas no Serviço de Cirurgia Geral” e garante que “de imediato deliberou a abertura de um processo de inquérito para o apuramento dos factos e eventuais responsabilidades”.

Na resposta, o hospital diz ainda que solicitou “ao bastonário da Ordem dos Médicos a nomeação de instrutores externos do Colégio da Especialidade de Cirurgia Geral para garantir a necessária idoneidade e imparcialidade do processo de averiguações sobre as denúncias recepcionadas”.

Acrescenta ainda que a denúncia recebida “foi comunicada à Inspecção-Geral das Actividades em Saúde” (IGAS), assim como todas as medidas adoptadas.

Segundo o hospital, “a 26 de Outubro de 2022, a Ordem dos Médicos indicou um médico perito para abertura de ‘procedimento de inquérito prévio’, que decorre” e, após o contacto do jornal, a administração “reforçou por escrito, junto da Ordem, a muita urgência inerente a este processo, submetendo um pedido para reforço da equipa para a conclusão do inquérito a tempo”, refere a noticia.

O Expresso acrescenta ainda que a IGAS confirmou a abertura de “um processo de natureza disciplinar para apurar os factos e aguarda resultados das investigações realizadas”.

Diário de Notícias
DN/Lusa
13 Janeiro 2023 — 11:02



 

 12 total views