1036: Lavrov defende ataques às infra-estruturas, um crime de guerra segundo a ONU

– Este gajo é outro demente psicopata em estado terminal. Diz ele, o psicopata, que “centrais eléctricas ajudam a “matar russos””. E a destruição dessas centrais eléctricas, pelos russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺, que levam electricidade às populações e que ajudam a matar civis inocentes? Esta escumalha causa-me o mais profundo desprezo e nojo absoluto. Nem têm noção do que dizem! A puta da Stolichnaya é lixada!

🇷🇺 RUSONAZSʹKI VBYVTSI 🇷🇺

🇷🇺 RÚSSIA – ESTADO TERRORISTA 🇷🇺

ORCS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / LAVROV / DESTRUIÇÃO / ASSASSÍNIOS

Ministro dos Negócios Estrangeiros alega que centrais eléctricas ajudam a “matar russos” e compara a situação nos territórios ucranianos a Estalinegrado.

Lavrov é chefe da diplomacia de Putin desde 2004.
© EPA/MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS DA RÚSSIA

Impedido pelo governo polaco de participar na conferência ministerial da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), que decorre até esta sexta-feira em Lodz, o chefe da diplomacia russo dedicou uma conferência de imprensa a alvejar a Ucrânia, o Ocidente e até o Papa Francisco, justificou os ataques às infra-estruturas energéticas e comparou a situação que se vive em território ucraniano à Batalha de Estalinegrado.

Sergei Lavrov justificou os ataques russos a centrais eléctricas e outras infra-estruturas civis, alegando que estas “fornecem potencial de combate às Forças Armadas da Ucrânia, aos batalhões nacionalistas, e delas depende a entrega de uma grande quantidade de armas com as quais o Ocidente está a inundar a Ucrânia para matar russos”.

Uma explicação pouco clara, mas sem dúvida ao arrepio das leis da guerra. “Temos de salientar que dirigir intencionalmente ataques contra civis e alvos civis, ou seja, alvos que não são objectivos militares, equivale a um crime de guerra”, disse a porta-voz do gabinete do alto comissário para os Direitos Humanos da ONU, Ravina Shamdasani, quando a Rússia começou, em 10 de Outubro, a onda de ataques à rede de produção de energia.

O porta-voz do MNE ucraniano respondeu às declarações do ministro russo acenando com o tribunal de crimes de guerra, cuja criação havia sido defendida na véspera pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

“Será que Lavrov vai negar a sua participação nos crimes do regime de Putin no tribunal internacional, ou vai admitir a culpa de imediato, para não sofrer durante muito tempo?”, escreveu Oleg Nikolenko.

No mesmo dia em que Lavrov se mostrou favorável à destruição do sector energético da Ucrânia, a cidade de Kherson voltou a ficar sem electricidade devido a ataques da outra margem do Dniepre.

Os serviços da empresa eléctrica haviam retomado o fornecimento da corrente a 20% da cidade, libertada no passado dia 11, mas agora voltou ao ponto zero. Além destas pessoas, há seis dias cerca de seis milhões de ucranianos estavam sem acesso a electricidade, tinha dito o presidente Zelensky.

Ainda perante os jornalistas, Lavrov não se deteve e defendeu igualmente os ataques do Exército russo em regiões que Moscovo disse ter anexado, como Kherson ou Zaporíjia, traçando uma comparação com Estalinegrado.

“Era também nosso território e lá derrotámos de tal forma os alemães que eles fugiram”, disse. A cidade que hoje se chama Volgogrado foi arrasada numa das batalhas mais mortíferas da Segunda Guerra Mundial.

O ministro há mais anos no mesmo cargo no regime de Putin negou que a estratégia de bombardeamento de infra-estruturas tenha como objectivo levar Kiev à mesa de negociações.

“Nunca pedimos negociações.” No entanto, caso essas se materializassem, o Ocidente teria de aceder à exigência de que todos os países a leste da Alemanha teriam de abandonar a NATO.

Lavrov deixou ainda palavras de censura ao pontífice. Francisco havia dito em entrevista que as minorias tchetchena e buriate são “as mais cruéis” entre os soldados na Ucrânia, ao que o ministro russo aproveitou para dizer que o “Papa fez declarações incompreensíveis e nada cristãs”.

E ainda…

Mais cartas armadilhadas

A polícia espanhola está a investigar uma série de correspondência armadilhada enviada a diversos altos cargos políticos, incluindo ao primeiro-ministro Pedro Sánchez, à ministra da Defesa Margarita Robles e à Embaixada dos EUA, semelhante à que explodiu na embaixada ucraniana, ferindo um funcionário de uma empresa de segurança.

Dos cinco pacotes, quatro foram detonados de forma controlada e um foi neutralizado, o que permitiu recuperar todo o seu conteúdo para análise.

A Justiça anunciou ter alargado a investigação inicial de um possível delito de terrorismo – a carta enviada à Embaixada da Ucrânia -, para cobrir todos os outros incidentes.

Xi e Modi apelam para a paz

O presidente chinês e o primeiro-ministro indiano, que não condenam a invasão russa, fizeram apelos à paz, em declarações separadas. “Resolver a crise ucraniana através de meios políticos é do maior interesse da Europa e do interesse comum de todos os países da Eurásia”, disse Xi Jinping num encontro com o presidente do Conselho Europeu Charles Michel.

O belga, por sua vez, voltou a instar Xi a “usar a sua influência” junto de Vladimir Putin. “Hoje não precisamos lutar pela nossa sobrevivência, o nosso tempo não deveria ser o da guerra”, escreveu Narendra Modi num artigo ao assumir a presidência do G20.

Sanções à indústria dos mísseis

O ministro ucraniano dos Negócios Estrangeiros pediu ao alto-representante da UE que inclua a indústria russa de mísseis no futuro pacote de sanções, após os bombardeamentos terem danificado as infra-estruturas energéticas da Ucrânia. O encontro entre Dmytro Kuleba e Josep Borrell decorreu à margem de uma reunião da OSCE, em Lodz, Polónia.

Nova troca de prisioneiros

Após mais uma troca de 50 prisioneiros de guerra, ocorrida na quinta-feira, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky disse que o número de “heróis” postos em liberdade se cifra agora em 1319. “Não vamos parar enquanto não recuperarmos todos os nossos”, proclamou.

cesar.avo@dn.pt

Diário de Notícias
César Avó
01 Dezembro 2022 — 23:06



 

752: Entre espancamentos e electrocussões, o cativeiro de um ucraniano na ocupação russa de Kherson

– Dirão os russonazis ☠️卐☠️ Lavrov, Peskov, Medvedev, Prighozin & companhia, que tudo isto é mentira, culpando o ocidente satânico de falsas informações. Os presos dos russonazis ☠️卐☠️ até são tratados com carinho, humanismo, blá, blá, blá…

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI IZ UKRAINY

TERRORISMO/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ASSASSINOS

Anatoli Stozki foi preso duas vezes pelas forças russas e na segunda foi espancado de tal forma que chegou a urinar sangue.

Foto International Observers Ukraine

Foto International Observers Ukraine

Detido duas vezes em Kherson, cidade no sul da Ucrânia que esteve sob ocupação russa durante oito meses, Anatoli Stozki relatou à AFP os interrogatórios a que foi submetido pelos serviços russos e pró-russos, pontuados por espancamentos e choques eléctricos.

Anatoli que, armado com uma metralhadora, entrou numa unidade da força de defesa territorial ucraniana a 24 de Fevereiro, no início da invasão russa, estava em Kherson a 2 de Março quando as forças de Moscovo entraram na cidade. Ele foi ordenado a ficar em casa com a sua arma e aguardar instruções.

“Depois de duas ou três semanas, os russos encontraram a lista daqueles que havíamos recrutados para a defesa territorial e começaram a prender-nos”, contou a repórteres da AFP na sua casa no centro da cidade, alguns dias depois da libertação de Kherson, a 11 de Novembro.

A 25 de Abril, “eles chegaram”. “Eu estava com a minha esposa e a minha filha de 3 anos. Dei-lhes a minha arma porque ameaçaram matar a minha família”, explicou.

Anatoli Stozki foi então levado, encapuçado, para o que acredita ser uma esquadra de polícia próxima. Foi colocado numa cela e “amarrado a uma cadeira”.

“Três ou quatro pessoas interrogaram-me. Bateram-me com um bastão e colocaram uma pistola, ou uma espingarda na minha cabeça. Bateram dos dois lados da cabeça, em cima e nas orelhas, mas não deixaram marcas”, disse.

Segundo ele, homens encapuçados – dos serviços de segurança russos – questionaram-no sobre a sua arma. “Eles perguntaram-me onde é que eu a consegui, quem me a deu e por que não a entreguei” depois de os russos terem entrado na cidade.

Ficaram com o seu passaporte, tiraram as suas impressões digitais e amostras de ADN e disseram que agora estava numa base de dados, que deveria ficar na cidade e colaborar com os russos.

Foi libertado a 4 de Maio, na rua, com a cabeça tapada.

Coberto de hematomas

“Quando cheguei a casa, estava coberto de hematomas”, contou Anatoli. “Pensei em sair da cidade, mas tive medo”, acrescentou.

Em vez disso, enviou a sua esposa e filha para um posto de controlo em Zaporizhzhia, 300 quilómetros a nordeste de Kherson.

Foi então preso pela segunda vez a 6 de Julho. Desta vez, por homens do Ministério da Segurança do Estado da República Popular de Donetsk, região anexada por Moscovo no final de Setembro.

“Vieram à minha casa e disseram-me: ‘sabemos que já foi preso, mas o interrogatório foi incompleto. Agora vai dizer-nos quem conhece e onde estão os depósitos de armas'”, relatou.

“Nos primeiros cinco ou seis dias espancaram-me. À noite, não me deixavam dormir. A cada duas horas, entravam na minha cela e obrigavam-me a levantar e a dizer o meu nome.

Ficava algemado a um cano”, afirmou. Cada vez que os seus captores entravam na cela, devia colocar um saco na cabeça para não os ver. Um dia, foi levado para outra cela para interrogatório.

Descargas eléctricas

“Amarraram as minhas mãos e pés, atiraram-me ao chão e electrocutar-me”, relatou Anatoli, acreditando que foi electrocutado com “um dispositivo especial, porque a energia vinha de uma caixa”.

Segundo ele, raramente era permitido ir à casa de banho. Urinava em garrafas vazias entregues na cela.

“Durante as duas primeiras semanas eu urinava sangue. Os meus rins estavam em mau estado. Nas celas havia buracos na parede, e eu conseguia comunicar-me com outros presos. Isso permitiu-me não perder a minha sanidade”, acrescentou, especificando que era alimentado uma vez a cada três dias.

No final, foi libertado a 20 de agosto, após um mês e meio de detenção. Não voltou para casa e escondeu-se com parentes, temendo ser preso novamente. Perdeu 25 quilos durante o cativeiro.

Segundo ele, o segundo local de detenção foi um antigo prédio comercial no centro da cidade. De lá, podia ver as bandeiras do Japão, dos Estados Unidos e da Ucrânia caídas no chão na entrada. O prédio de quatro andares está localizado na rua Pylypa Orlyk.

Os jornalistas da AFP tentaram entrar, sem sucesso, porque “está a decorrer uma investigação”, disseram no acesso ao local.

“Pensei em suicídio”, comentou Anatoli, que completou 50 anos na prisão. “Mas pensar na minha família me deu forças para suportar tudo isso”, desabafou.

Diário de Notícias
DN/AFP
16 Novembro 2022 — 17:33



 

138: Kiev denuncia 379 crianças mortas e 733 feridas por ataques russos

– Adolf Hitler não fez melhor que este nazi terrorista zoviético está a fazer a um país soberano que apenas se defende conforme pode e com a ajuda do Ocidente. A injecção atrás da orelha causa graves perturbações psicológicas a quem a levou.

GUERRA/UCRÂNIA/GENOCÍDIO/TERRORISMO ZOVIÉTICO

A maioria das vítimas infantis, contando mortes e ferimentos, foi registada na região de Donetsk.

© EPA/SERGEY KOZLOV

A Procuradoria para a Infância da Ucrânia denunciou este domingo que, pelo menos, 379 crianças morreram e cerca de 733 ficaram feridas em ataques realizados pela Rússia desde o início da invasão da Ucrânia, no final de Fevereiro.

A maioria das vítimas infantis, contando mortes e ferimentos, foi registada na região de Donetsk, com 388; Kharkov, com 202; a região da capital, Kiev, com 116; Chernigov (68); região de Lugansk (61); Kherson (55); Mikolaiv (67); Zaporijia (44); Sumy (17) e Zhytomyr (15).

O Ministério Público denunciou que os ataques russos também destruíram 2.328 estabelecimentos de ensino, das quais 289 ficaram completamente destruídos.

De acordo com o mais recente balanço do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, divulgado na passada segunda-feira, quase 5.600 civis ucranianos morreram e quase 7.900 ficaram feridos como resultado da invasão russa.

Nesse mesmo balanço, a ONU contabilizou 362 crianças mortas e 610 feridas, desde o início da guerra, mas tanto as Nações Unidas como o Ministério Público ucraniano temem que esses dados sejam inferiores aos números reais, dada a dificuldade de coligir informações durante o conflito.

A ofensiva militar lançada em 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de quase 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e quase sete milhões para os países vizinhos -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções em todos os sectores, da banca à energia e ao desporto.

Diário de Notícias
DN / Lusa
28 Agosto 2022 — 19:27

120: Propaganda pró-guerra do Kremlin está a perder eficácia: um quarto dos telespectadores russos desligou a televisão

– Parece que os russos estão finalmente a perceberem a finalidade que levou o filho da Putina a invadir a Ucrânia, um país soberano, causando um genocídio terrorista à mais larga escala. Por cá, as injecções atrás da orelha ainda estão em prazo de validade…

GUERRA/INVASÃO ZOVIÉTICA

Um novo estudo conclui que as audiências da televisão estatal estão a cair a pique. Moscovo continua a divulgar propaganda pró-guerra através das emissões televisivas

O Kremlin depende dos ‘media’ estatais para moldar a opinião pública © DIMITAR DILKOFF

A propaganda pró-guerra do Kremlin parece estar a entediar os telespectadores russos e um quarto da audiência já desliga a televisão, mostra um estudo citado pelo jornal britânico “The Telegraph”.

O “Moscow Times” revela uma investigação do centro independente Rosmir. O estudo apurou que apenas 65% dos entrevistados afirmaram que neste momento assistiam à programação das televisões estatais russas, um número bastante abaixo dos 86% registados no início da guerra.

O Kremlin depende dos ‘media’ estatais para moldar a opinião pública na Rússia. Os programas de notícias e análises produzidos pelo Estado nos canais de TV Channel-1, Rossiya-1 e NT, ligados ao governo, transmitem propaganda e os principais apresentadores, como o favorito do Kremlin, Vladimir Solovyov, tornaram-se nomes conhecidos.

Todos os analistas e comentadores que aparecem na televisão estatal russa são pró-Kremlin e a favor da guerra. A emissão não abre espaço a debate e as críticas, quando surgem, são no sentido de que o Kremlin está a ser demasiado brando com a Ucrânia.

Alguns “peritos” ouvidos – professores, jornalistas ou militares aposentados – também são a favor de que se bombardeiem outros países pelo seu apoio à Ucrânia.

Moscovo nunca teve de manter o seu controlo sobre a programação televisiva durante um período tão prolongado e a “receita” parece estar esgotada.

Sondagens mostram decréscimo do apoio à guerra

Com menos pessoas a assistirem aos canais que difundem propaganda, o apoio à guerra poderá diminuir e há já sinais desse fenómeno. A simpatia para com a “causa” do Kremlin pode ter diminuído à medida que a vida na Rússia se tornou mais difícil, como resultado das sanções ocidentais.

De acordo com o “Telegraph”, um estudo também nota que o número de pessoas que jantam em restaurantes de Moscovo caiu para os mínimos de cinco meses, já que os produtos encareceram.

Os cinemas também alertaram que, sem maiores apoios estatais, podem fechar, porque Hollywood já não distribui os seus sucessos de bilheteira.

MSN Notícias
Expresso
24.08.2022