937: Avanço russo no centro de Donetsk é improvável

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦
🇺🇦 UKRAYINA NE ROSIYSʹKA 🇺🇦

🇺🇦 UKRAINA – NE ROSSIYA 🇺🇦
🇺🇦 HEROYAM SLAVA 🇺🇦

🇬🇧 DROP ALL RUSONAZI ORCS ☠️卐☠️ FROM UKRAINE
🇺🇦 VYHNITʹ Z UKRAYINY VSIKH RUSONAZIVSʹKYKH ORKOV ☠️卐☠️
🇷🇺 VYBROSITE VSEKH ORKOV RUSONAZI ☠️卐☠️ IZ UKRAINY

UCRÂNIA/DONETSK/RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

As forças russas sofreram baixas pesadas durante os combates na província de Donetsk, razão pela qual é improvável que consigam avançar naquela região, de acordo com o Ministério da Defesa do Reino Unido.

“Esta área continua fortemente contestada, provavelmente em parte porque a Rússia avalia que a área tem potencial como ponto de partida para um futuro grande avanço ao norte para capturar o restante do Oblast de Donetsk, controlado pela Ucrânia.

No entanto, é improvável que a Rússia consiga concentrar forças de qualidade suficientes para alcançar um avanço operacional”, lê-se no mais recente relatório.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
Tomásia Sousa
27.11.2022


No Facebook não se pode falar mal da Besta de Leste, um russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 terrorista, assassino e psicopata demente!



 

Cerca de 100 ataques russos “repelidos” em Donetsk em 24 horas

ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ATAQUES/BOMBARDEAMENTOS

O presidente ucraniano realçou o trabalho dos serviços ucranianos para restaurar o fornecimento de energia eléctrico, que continua sob enormes dificuldades.

O presidente ucraniano realçou o trabalho dos serviços ucranianos para restaurar o fornecimento de energia eléctrico, que continua sob enormes dificuldades. © Getty Images

O presidente ucraniano contou esta sexta-feira que as forças ucranianas conseguiram repelir cerca de cem ataques russos na região de Donetsk, só durante o dia de ontem.

No seu discurso nocturno habitual, publicado nas redes sociais, Volodymyr Zelensky disse que “a luta continua na região de Donetsk”, onde “não houve aliviar de hostilidades nem descanso”.

“Cerca de cem ataques russos foram repelidos na região de Donetsk ontem [17 de Novembro]. Todos os guerreiros que estão a segurar o Donbass são verdadeiros heróis”, disse Zelensky.

A região de Donetsk é uma das mais contestadas entre ucranianos e russos. Apesar do presidente russo Vladimir Putin ter declarado a anexação da região, com a benesse das autoridades da auto-proclamada república separatista de Donetsk, os russos não controlam a totalidade do território e têm sido empurrados para leste pela renovada contra-ofensiva ucraniana (à semelhança do que acontece também em Lugansk, Zaporíjia e Kherson).

Destacando a luta nas linhas da frente em Kharkiv, Suny e Bakhmut, Zelensky elogiou o trabalho das forças ucranianas. “Em nenhum ponto da linha da frente desistimos para o inimigo. Respondemos em todo o lado, mantemos posições em todo o lado. Estamos a preparar sucessos futuros em certas áreas”, vincou.

Zelensky também abordou as enormes dificuldades energéticas da Ucrânia – devido ao bombardeamentos russos em infra-estruturas energéticas críticas, mais de 10 milhões de ucranianos não tem electricidade e os grandes centros urbanos assistem a apagões constantes, o que tem deixado a população e as autoridades preocupadas com a chegada do inverno.

O presidente ucraniano reconheceu os problemas e deu conta de avanços positivos na matéria, especialmente na cidade recentemente libertada de Kherson.

“Durante todo o dia, o staff trabalhou para restaurar as capacidades técnicas do fornecimento eléctrico e, por isso, hoje já vimos muitos menos apagões de emergência. A situação difícil com o fornecimento de energia persiste em 17 regiões e na capital”, explicou, salientando que a situação de Kyiv é “muito difícil”.

Mas em Kherson, os trabalhos estão a surtir efeito e “enquanto a electricidade é reposta na cidade, as pessoas podem carregar os seus telemóveis, aquecer-se, beber chá e pedir ajuda. Também providenciamos serviços de comunicações”, acrescentou.

O conflito na Ucrânia já fez mais de 6.500 mortos civis, segundo os dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos. No entanto, a entidade adverte que o real número de mortos poderá ser muito superior, devido às dificuldades em contabilizar os mortos em zonas sitiadas ou ocupadas pelos russos, como em Mariupol, por exemplo, onde se estima que tenham morrido milhares de pessoas.

MSN Notícias
Hélio Carvalho
18.11.2022 às 22:26
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