734: Autoridade de ocupação russa deixa Nova Kakhovka, na região de Kherson

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RUSSONZIS ☠️卐☠️ /NOVA KAKHOVKA/RETIRADA

Funcionários da administração pública de Nova Kakhovka, instituições estaduais e municipais deixaram a cidade e foram realojados para lugares seguros.

© Olga MALTSEVA / AFP

As autoridades de ocupação russas anunciaram esta terça-feira que estão a retirar-se da cidade de Nova Kakhovka, acusando as forças de Kiev de bombardear esta cidade localizada no sul da Ucrânia, perto de uma barragem hidroeléctrica estratégica.

“Funcionários da administração pública de Nova Kakhovka, instituições estaduais e municipais deixaram a cidade e foram realojados para lugares seguros”, disse a autoridade instalada em Moscovo no Telegram.

A reconquista de Kherson (sul), a única capital regional que as tropas de Moscovo conseguiram controlar, desferiu um golpe significativo na ofensiva de Vladimir Putin.

Durante uma visita a Kherson, Zelensky disse que a libertação da cidade é “o começo do fim da guerra”.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.557 civis mortos e 10.074 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/AFP
15 Novembro 2022 — 13:24




 

Zelensky celebra após retirada russa: “Kherson é nossa, do nosso povo”

“… Cidade do sul do país desocupada pelas forças russas, que citaram a superioridade numérica do inimigo para justificar a retirada.”

Os cobardolas ORCS russonazis ☠️卐☠️ não possuindo capacidade técnica e militar para derrubar e vergar os bravos soldados ucranianos, FOGEM desculpando-se com uma “retirada”… Em contrapartida, estes cobardolas assassinos, matam civis de todas as idades e destroem infra-estruturas necessárias à sobrevivência do Povo ucraniano! É assim que estes merdas se vangloriam de feitos militares, acusando os invadidos, que apenas se estão a defender do invasor russonazi, de “terroristas”. Propaganda já por demais conhecida da velha URSS.

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UCRÂNIA/KHERSON/FUGA DOS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Cidade do sul do país desocupada pelas forças russas, que citaram a superioridade numérica do inimigo para justificar a retirada.

Pessoas celebram na Praça Maidan, em Kiev, a libertação de Kherson.
© Genya SAVILOV / AFP

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou esta sexta-feira nas redes sociais que a cidade de Kherson, no sul do país, era novamente do povo ucraniano, depois de a Rússia ter anunciado que havia concluído uma retirada do centro regional.

“Kherson é nossa, do nosso povo”, escreveu no Telegram ao lado de um emoji da bandeira da Ucrânia e imagens de vídeo amador que pareciam mostrar tropas ucranianas a reunir-se com moradores da cidade.

“A população de Kherson nunca desistiu”, acrescentou. “Hoje é um dia histórico!”, proclamou Zelensky.

Mais de 30.000 soldados russos passaram para a margem esquerda do Rio Dniepre, que divide a região de Kherson, no sul da Ucrânia, anunciou esta sexta-feira o Ministério da Defesa em Moscovo.

“No total, mais de 30.000 militares russos e quase 5.000 unidades de armamento e veículos militares foram retirados” da margem ocidental do rio, disse o ministério russo, citado pelas agências francesa AFP e espanhola EFE.

O ministério acrescentou que as suas tropas não deixaram nada para trás, nem mesmo carros e equipamento avariado.

© EPA/SERGEY DOLZHENKO

A operação deveu-se ao avanço das tropas ucranianas, que entraram esta sexta-feira na cidade de Kherson, a capital da região com o mesmo nome.

A Rússia citou a superioridade numérica do inimigo para justificar a retirada.

Disse também que se deveu à necessidade de enviar parte deste contingente para outras zonas da frente, o Donbass (Donetsk e Lugansk, no leste) ou Zaporijia (sudeste).

Kherson, Zaporijia, Donetsk e Lugansk são as quatro regiões ucranianas anexadas pela Rússia em 30 de Setembro, numa decisão considerada ilegal por Kiev e pela generalidade da comunidade internacional.

A cidade de Kherson, onde as tropas russas entraram poucos dias depois da invasão (24 de Fevereiro), era a única capital regional ucraniana conquistada pela Rússia em quase nove meses de guerra.

No início de Setembro, Kiev lançou um ataque-surpresa na região de Kharkiv (nordeste) e reivindicou, desde então, a reconquista de importantes centros logísticos, como Izium, Kupiansk e Lyman (leste).

A retirada foi anunciada pelo comandante russo na Ucrânia, general Serguei Surovikin, na quarta-feira, e foi considerada a maior derrota sofrida desde o início da ofensiva militar no país vizinho.

O revés é ainda mais significativo por ocorrer menos de dois meses depois de o líder russo, Vladimir Putin, ter ordenado a mobilização de 300.000 reservistas para consolidar as tropas em dificuldade perante a contra-ofensiva ucraniana.

A retirada de Kherson foi apoiada por figuras altamente críticas da estratégia do exército russo na Ucrânia, como o líder tchetcheno, Ramzan Kadyrov, mas mal recebida por especialistas próximos do Kremlin (Presidência).

“A rendição de Kherson é a maior derrota geopolítica da Rússia desde o desmembramento da União Soviética”, considerou Serguei Markov, antigo conselheiro de Putin, citado pelas agências espanhola EFE e norte-americana AP.

Apesar da retirada, o Kremlin afirmou esta sexta-feira que Kherson continua a ser uma região da Federação Russa.

“É um assunto da Federação Russa. Não pode haver mudança”, disse o porta-voz presidencial, Dmitri Peskov.

Ao anunciar a mobilização dos reservistas, Putin avisou que a Rússia usaria todos os meios para defender a sua integridade territorial, numa referência à possibilidade de utilização de armas nucleares.

Na perspectiva da Moscovo, as quatro regiões agora anexadas e a península ucraniana da Crimeia, anexada em 2014, fazem parte do território da Federação Russa.

Diário de Notícias
DN/AFP
11 Novembro 2022 — 18:45