752: Entre espancamentos e electrocussões, o cativeiro de um ucraniano na ocupação russa de Kherson

– Dirão os russonazis ☠️卐☠️ Lavrov, Peskov, Medvedev, Prighozin & companhia, que tudo isto é mentira, culpando o ocidente satânico de falsas informações. Os presos dos russonazis ☠️卐☠️ até são tratados com carinho, humanismo, blá, blá, blá…

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TERRORISMO/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /ASSASSINOS

Anatoli Stozki foi preso duas vezes pelas forças russas e na segunda foi espancado de tal forma que chegou a urinar sangue.

Foto International Observers Ukraine

Foto International Observers Ukraine

Detido duas vezes em Kherson, cidade no sul da Ucrânia que esteve sob ocupação russa durante oito meses, Anatoli Stozki relatou à AFP os interrogatórios a que foi submetido pelos serviços russos e pró-russos, pontuados por espancamentos e choques eléctricos.

Anatoli que, armado com uma metralhadora, entrou numa unidade da força de defesa territorial ucraniana a 24 de Fevereiro, no início da invasão russa, estava em Kherson a 2 de Março quando as forças de Moscovo entraram na cidade. Ele foi ordenado a ficar em casa com a sua arma e aguardar instruções.

“Depois de duas ou três semanas, os russos encontraram a lista daqueles que havíamos recrutados para a defesa territorial e começaram a prender-nos”, contou a repórteres da AFP na sua casa no centro da cidade, alguns dias depois da libertação de Kherson, a 11 de Novembro.

A 25 de Abril, “eles chegaram”. “Eu estava com a minha esposa e a minha filha de 3 anos. Dei-lhes a minha arma porque ameaçaram matar a minha família”, explicou.

Anatoli Stozki foi então levado, encapuçado, para o que acredita ser uma esquadra de polícia próxima. Foi colocado numa cela e “amarrado a uma cadeira”.

“Três ou quatro pessoas interrogaram-me. Bateram-me com um bastão e colocaram uma pistola, ou uma espingarda na minha cabeça. Bateram dos dois lados da cabeça, em cima e nas orelhas, mas não deixaram marcas”, disse.

Segundo ele, homens encapuçados – dos serviços de segurança russos – questionaram-no sobre a sua arma. “Eles perguntaram-me onde é que eu a consegui, quem me a deu e por que não a entreguei” depois de os russos terem entrado na cidade.

Ficaram com o seu passaporte, tiraram as suas impressões digitais e amostras de ADN e disseram que agora estava numa base de dados, que deveria ficar na cidade e colaborar com os russos.

Foi libertado a 4 de Maio, na rua, com a cabeça tapada.

Coberto de hematomas

“Quando cheguei a casa, estava coberto de hematomas”, contou Anatoli. “Pensei em sair da cidade, mas tive medo”, acrescentou.

Em vez disso, enviou a sua esposa e filha para um posto de controlo em Zaporizhzhia, 300 quilómetros a nordeste de Kherson.

Foi então preso pela segunda vez a 6 de Julho. Desta vez, por homens do Ministério da Segurança do Estado da República Popular de Donetsk, região anexada por Moscovo no final de Setembro.

“Vieram à minha casa e disseram-me: ‘sabemos que já foi preso, mas o interrogatório foi incompleto. Agora vai dizer-nos quem conhece e onde estão os depósitos de armas'”, relatou.

“Nos primeiros cinco ou seis dias espancaram-me. À noite, não me deixavam dormir. A cada duas horas, entravam na minha cela e obrigavam-me a levantar e a dizer o meu nome.

Ficava algemado a um cano”, afirmou. Cada vez que os seus captores entravam na cela, devia colocar um saco na cabeça para não os ver. Um dia, foi levado para outra cela para interrogatório.

Descargas eléctricas

“Amarraram as minhas mãos e pés, atiraram-me ao chão e electrocutar-me”, relatou Anatoli, acreditando que foi electrocutado com “um dispositivo especial, porque a energia vinha de uma caixa”.

Segundo ele, raramente era permitido ir à casa de banho. Urinava em garrafas vazias entregues na cela.

“Durante as duas primeiras semanas eu urinava sangue. Os meus rins estavam em mau estado. Nas celas havia buracos na parede, e eu conseguia comunicar-me com outros presos. Isso permitiu-me não perder a minha sanidade”, acrescentou, especificando que era alimentado uma vez a cada três dias.

No final, foi libertado a 20 de agosto, após um mês e meio de detenção. Não voltou para casa e escondeu-se com parentes, temendo ser preso novamente. Perdeu 25 quilos durante o cativeiro.

Segundo ele, o segundo local de detenção foi um antigo prédio comercial no centro da cidade. De lá, podia ver as bandeiras do Japão, dos Estados Unidos e da Ucrânia caídas no chão na entrada. O prédio de quatro andares está localizado na rua Pylypa Orlyk.

Os jornalistas da AFP tentaram entrar, sem sucesso, porque “está a decorrer uma investigação”, disseram no acesso ao local.

“Pensei em suicídio”, comentou Anatoli, que completou 50 anos na prisão. “Mas pensar na minha família me deu forças para suportar tudo isso”, desabafou.

Diário de Notícias
DN/AFP
16 Novembro 2022 — 17:33



 

736: Responsável pelo grupo Wagner nega envolvimento em execução brutal

“… “Os funcionários da Wagner distinguem-se pela sua excelente disciplina e estrita adesão aos padrões internacionais e regras de comportamento social globalmente aceites”, acrescenta o chefe desta organização conhecida pelos seus métodos violentos.” 🙂

A cartilha destes russonazis ☠️卐☠️ é igual em todo o lado, seja no Kremlin, seja na horda de mercenários assassinos que servem o ayatollah terrorista russonazi putineiro.

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RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /GRUPO WAGNER/ASSASSINOS

O caso começou com a publicação de um vídeo, transmitido por contas Wagner nas redes sociais próximas do grupo de mercenários, de um homem acusado de ter-se rendido às forças ucranianas antes de ser recapturado pelos russos.

Vladimir Putin e Evgueni Prigozhin, empresário que fundou o Grupo Wagner
© Alexey DRUZHININ / SPUTNIK / AFP

O responsável pelo grupo russo de mercenários Wagner negou esta terça-feira qualquer envolvimento na execução brutal de um suposto membro da sua organização acusado de deserção na Ucrânia, depois de ter saudado a morte do homem.

O caso começou com a publicação de um vídeo, transmitido por contas Wagner nas redes sociais próximas do grupo de mercenários, de um homem acusado de ter-se rendido às forças ucranianas antes de ser recapturado pelos russos.

Vê-se o homem, que se apresenta como Evgueni Nuzhin, ser morto de forma particularmente brutal, com o crânio golpeado com uma marreta.

Numa primeira mensagem publicada no domingo, o líder do grupo Wagner, Evgueni Prigozhin, empresário próximo ao Kremlin, elogiou o “trabalho magnífico”, qualificando o homem morto como “um cão”.

Posteriormente, num comunicado de imprensa publicado esta terça-feira, Prigozhin nega qualquer envolvimento do seu grupo na execução e aponta os serviços secretos norte-americanos como responsáveis, sem fundamentar as suas acusações.

“É da responsabilidade dos serviços de informação dos Estados Unidos, que sequestram pessoas, incluindo cidadãos russos, em todo o mundo”, disse Prigozhin, pedindo aos procuradores russos que abram uma investigação.

“Os funcionários da Wagner distinguem-se pela sua excelente disciplina e estrita adesão aos padrões internacionais e regras de comportamento social globalmente aceites”, acrescenta o chefe desta organização conhecida pelos seus métodos violentos.

A organização não-governamental (ONG) russa Gulagu.net, especializada na defesa de detidos, afirmou que Evgueni Nuzhin era um preso que tinha sido recrutado num estabelecimento prisional russo para lutar na Ucrânia.

Evgueni Prigozhin é acusado de ter visitado prisões na Rússia para recrutar presos, em troca de penas reduzidas.

Desde 2014, o grupo Wagner é acusado de servir aos interesses do regime do Presidente russo, Vladimir Putin, e de cometer abusos em várias zonas de conflito, incluindo a Síria e em países africanos.

O jornal de investigação russo Novaya Gazeta publicou, com suporte de vídeo, que os homens de Wagner espancaram um prisioneiro na Síria com marretas em 2017, para depois o decapitar e queimar.

Em Setembro, Evgueni Prigozhin, de 61 anos, admitiu ter fundado a Wagner após anos negando o facto.

Na semana passada, o empresário russo também se gabou de ter realizado operações de influência eleitoral nos Estados Unidos.

Diário de Notícias
DN/Lusa
15 Novembro 2022 — 10:35



 

733: Guerra na Ucrânia: chefe de grupo mercenário russo ironiza vídeo que mostra assassinato brutal de desertor

Tu e outros ORCS russonazis ☠️卐☠️ como tu é que precisavam desse “tratamento”.

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RUSSONAZI ☠️卐☠️ /Yevgeny Prigozhin/GRUPO ASSASSINOS WAGNER

“Uma morte de cão para um cachorro.”

É com essas palavras que o chefe do grupo militar privado russo Wagner defende um vídeo brutal que supostamente mostra a morte de um de seus mercenários enviados para lutar na Ucrânia – que tinha desertado e mudado de lado em Setembro.

A filmagem do assassinato foi postada no fim de semana em um canal do Telegram afiliado ao grupo Wagner, o Gray Zone. A BBC não conseguiu verificar de forma independente a autenticidade do vídeo.

Aviso: este artigo contém detalhes que podem ser sensíveis para alguns leitores

As imagens mostram o que parece ser a execução sumária de Yevgeny Nuzhin, um homem de 55 anos condenado por assassinato na Rússia e recrutado na prisão em Agosto para lutar pelos russos na Ucrânia.

Esse grupo de ex-prisioneiros havia sido enviado no mesmo mês de Agosto para a região ocupada de Luhansk, no leste ucraniano, onde foram distribuídos em esquadrões de combate.

Nuzhin foi capturado pelos ucranianos em Setembro, e deu detalhes de sua rendição em uma entrevista a um jornalista ucraniano.

Ele disse que tinha sido recrutado pessoalmente pelo chefe do grupo mercenário, mas que sua intenção era se entregar assim que chegasse ao palco dos combates.

O mercenário afirmou que fora contratado com a promessa de perdão total de sua pena, um salário e compensação para sua família em caso de morte em combate. A razão dada para o recrutamento foi que “a pátria está em perigo”.

Segundo Nuzhin, os esquadrões eram “bucha de canhão” e qualquer ato de desobediência significaria execução sumária.

Em determinado momento, ele foi designado para retirar cadáveres de soldados mortos. Foi durante uma dessas operações que Nuzhin conseguiu escapar e se render.

Yevgeny Prigozhin, chefe do grupo mercenário Wagner © Getty Images

Mas ele aparece no vídeo postado no Telegram contando que, em 11 de Novembro, foi atacado em Kiev (não está claro como ele andava pela capital ucraniana se era prisioneiro), perdeu a consciência e acordou no porão onde estava sendo realizada a filmagem.

Logo depois disso, um homem não identificado aparece no vídeo atacando Nuzhin com uma marreta. Este cai no chão e é espancado até a morte.

‘Excelente trabalho’

O chefe do grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, um aliado do presidente russo Vladimir Putin, disse em um comunicado que Nuzhin “traiu seu povo, traiu seus companheiros”.

Ele sarcasticamente descreve o vídeo como “excelente trabalho bem dirigido que pode ser assistido de uma só vez”.

“Acho que o nome do filme é ‘Uma morte de cão para um cachorro'”, disse Prigozhin.

Já o Kremlin tentou se distanciar do vídeo. O porta-voz Dmitry Peskov afirmou que o assunto “não é da nossa conta”.

Prigozhin é um ex-dono de restaurante e um colaborador próximo de Putin.

Ele montou o grupo Wagner, uma empresa de recrutamento de mercenários, em 2014 — mas só reconheceu publicamente o fato em Setembro passado.

O grupo apareceu pela primeira vez em 2014 no leste da Ucrânia, no início do conflito entre forças ucranianas e grupos pró-Rússia russos no Donbas. Desde então, o Wagner esteve envolvido em combates na Síria e em vários países africanos.

Desde a invasão da Ucrânia em Fevereiro, vários de seus membros foram acusados ​​de cometer crimes de guerra.

Em Setembro, Prigozhin foi visto recrutando condenados para o grupo de mercenários em uma prisão russa.

MSN Notícias
BBC News BBC News
15.11.2022



 

710: Soldado russo executado à marretada pelo Grupo Wagner. Zelensky visitou Kherson esta manhã

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RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /GRUPO WAGNER/ASSASSINOS

O Grupo Wagner consiste numa empresa militar privada russa com fortes ligações ao governo do país, tendo células em várias regiões do mundo.

Sergey Dolzhenko/EPA
Volodymyr Zelensky

O Grupo Wagner divulgou nas últimas horas um vídeo onde é possível ver Yevgeny Nuzhin, soldado russo que acabou por se entregar às tropas ucranianas, a ser assassinado por via de uma marreta que lhe esmaga a cabeça. As imagens foram divulgadas no Telegram pelo Grey Zone, um site ligado ao grupo, com o título “Punição de um traidor”.

Segundo o Observador, quando Nuzhin se juntou à milícia, em Setembro, os seus planos já eram claros: entregar-se aos opositores e, posteriormente, lutar contra os russos.

A história e a confissão foram até gravadas para um programa de televisão ucraniano e, agora, incluídas no vídeo divulgado. Nele é ainda possível ver as últimas palavras do homem. “Chamo-me Yevgeny Nuzhin, e nasci em 1967”.

Não é claro como é que o homem voltou ao controlo do Grupo Wagner, especulando-se que tal possa ter ocorrido no decorrer de uma troca de prisioneiros de guerra. Yevgeny Nuzhin terá sido originalmente detido, na Rússia, em 1999, por assassino.

Já o Grupo Wagner consiste numa empresa militar privada russa com fortes ligações ao governo do país, tendo células em várias regiões do mundo, nomeadamente no leste da Ucrânia (Donbass), Síria e África.

Há ainda quem especule que a organização pertence ao Departamento Central de Inteligência das Forças Armadas Russas, sendo utilizado como apoio não oficial nos conflitos em que a Rússia está envolvida.

A sua associação ao neonazismo é frequente, assim, como o seu papel para encobrir baixas e custos financeiros nos conflitos em que a Rússia participa.

No que respeita às movimentações no terreno, o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou ontem que o exército russo fez “as mesmas atrocidades” em Kherson que em outras regiões do país durante a sua ocupação, e afirmou que já foram documentados “mais de 400 crimes de guerra russos”.

Na habitual intervenção diária ao país, Zelensky afirmou que o exército russo “deixou para trás as mesmas atrocidades que em outras regiões onde conseguiu entrar” e que “os investigadores já documentaram mais de 400 crimes de guerra russos e estão a ser encontrados corpos de civis e soldados“.

“Vamos encontrar e levar à justiça todos os assassinos. Sem dúvida”, garantiu.

Volodymyr Zelensky adiantou que as autoridades ucranianas estão a recuperar as comunicações, a Internet e a televisão, e estão a fazer “todo o possível para restabelecer as capacidades técnicas normais de fornecimento de electricidade e água, o mais rapidamente possível”, acrescentou.

“A região de Kherson ainda é muito perigosa. Em primeiro lugar, existem minas. Infelizmente, um dos nossos sapadores foi morto e outros quatro ficaram feridos enquanto limpavam as minas”, advertiu ainda o Presidente ucraniano. Horas mais tarde soube-se que o grupo de quatro pessoas consistia numa família, da qual fazia parte uma criança de 11 anos.

Apesar dos avisos, o presidente ucraniano visitou Kherson esta manhã, felicitando as tropas que participaram na operação de reconquista da cidade.

Zelensky referiu igualmente no seu discurso que os combates na região de Donetsk são tão intensos quanto nos dias anteriores. “O nível de ataques russos não está a diminuir”, sublinhou.

ZAP //
14 Novembro, 2022