Ucrânia detém ‘traidor’ que libertou prisioneiros de Kherson

UCRÂNIA/KHERSON/PRISIONEIROS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

O guarda prisional terá deixado os presos russos fugir antes da retirada do exército russo e fingido que não sabia o que se estava a passar. O homem enfrenta agora uma pena de prisão perpétua.

Os vestígios de um míssil russo numa vila na região de Kherson.
© EPA/OLEG PETRASYUK

Investigadores ucranianos disseram esta terça-feira que um guarda da prisão na cidade recentemente libertada de Kherson é suspeito de cometer traição por libertar prisioneiros antes da retirada do exército russo.

No dia 11 de Novembro, o exército russo retirou as suas forças da cidade de Kherson, no sul, num grande revés numa das regiões que o presidente Vladimir Putin afirmou ter anexado.

Na terça-feira, o State Bureau of Investigation (SBI) da Ucrânia disse que um oficial encarregado da segurança numa prisão local colaborou com as forças russas e permitiu que os presos fugissem antes da retirada da Rússia.

“O SBI deteve um traidor da prisão de Kherson, que libertou prisioneiros antes da libertação da cidade”, afirmou em comunicado. “No dia em que Kherson foi libertada dos ocupantes, o funcionário da prisão fingiu não perceber a fuga dos presos e não tomou nenhuma providência para impedi-la.” Ele próprio não teve tempo de escapar e foi detido, acrescentou o SBI.

O ex-funcionário é suspeito de cometer o crime de traição ao Estado e pode receber uma pena de prisão perpétua.

Na semana passada, a Ucrânia disse ter detido um militar russo a vestir roupas civis na cidade de Kherson recapturada, que fingia ser um local, mas depois admitiu ser um soldado profissional.

Autoridades ucranianas e testemunhas dizem que as tropas russas deixaram um rasto de miséria e destruição após a retirada de Kherson.

Na segunda-feira, as autoridades de Kiev disseram que quatro locais de tortura russos foram descobertos na cidade.

Diário de Notícias
DN/AFP
22 Novembro 2022 — 13:17



 

734: Autoridade de ocupação russa deixa Nova Kakhovka, na região de Kherson

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RUSSONZIS ☠️卐☠️ /NOVA KAKHOVKA/RETIRADA

Funcionários da administração pública de Nova Kakhovka, instituições estaduais e municipais deixaram a cidade e foram realojados para lugares seguros.

© Olga MALTSEVA / AFP

As autoridades de ocupação russas anunciaram esta terça-feira que estão a retirar-se da cidade de Nova Kakhovka, acusando as forças de Kiev de bombardear esta cidade localizada no sul da Ucrânia, perto de uma barragem hidroeléctrica estratégica.

“Funcionários da administração pública de Nova Kakhovka, instituições estaduais e municipais deixaram a cidade e foram realojados para lugares seguros”, disse a autoridade instalada em Moscovo no Telegram.

A reconquista de Kherson (sul), a única capital regional que as tropas de Moscovo conseguiram controlar, desferiu um golpe significativo na ofensiva de Vladimir Putin.

Durante uma visita a Kherson, Zelensky disse que a libertação da cidade é “o começo do fim da guerra”.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.557 civis mortos e 10.074 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/AFP
15 Novembro 2022 — 13:24




 

Zelensky diz que Rússia destruiu “toda a infra-estrutura crucial” em Kherson

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UCRÂNIA/KHERSON/INFRA-ESTRUTURAS/DESTRUIÇÃO/RUSSONAZIS ☠️卐☠️

O presidente ucraniano denuncia ainda que “todas as instalações importantes da cidade e da região estão minadas”.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na cidade de Kherson, que Kiev recuperou às forças de Moscovo
© EPA/OLEG PETRASYUK

A Rússia destruiu “toda a infra-estrutura crucial” na cidade de Kherson, recapturada das forças de Moscovo na semana passada pelo Exército ucraniano, disse na noite desta segunda-feira o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.

“Na véspera do inverno, os ocupantes russos destruíram absolutamente toda a infra-estrutura crítica. (…) Todas as instalações importantes da cidade e da região estão minadas”, disse o chefe de Estado no seu discurso nocturno habitual após visitar Kherson.

De acordo com Zelensky, não há electricidade, comunicações, Internet e televisão.

“Os ocupantes destruíram tudo sozinhos — de propósito. Esta é a sua operação especial”, observou.

“É isso que a bandeira russa significa — devastação total”, acrescentou, prometendo um regresso à vida normal.

A empresa nacional ucraniana Ukrenergo informou que a Rússia destruiu a principal infra-estrutura de energia que abastece toda a margem direita da região de Kherson e uma parte significativa da região de Mykolaiv.

“A maior parte da região libertada de Kherson está sem electricidade desde 6 de Novembro. Estamos a fazer o nosso melhor para fornecer electricidade à pessoas o mais rápido possível”, disse o presidente da Ukrenergo, Volodymyr Kudrytsky.

A reconquista de Kherson (sul), a única capital regional que as tropas de Moscovo conseguiram controlar, desferiu um golpe significativo na ofensiva de Vladimir Putin.

Durante uma visita a Kherson, Zelensky disse que a libertação da cidade é “o começo do fim da guerra”.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.557 civis mortos e 10.074 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
14 Novembro 2022 — 23:37



 

Zelensky diz que atrocidades russas em Kherson são “as mesmas” que noutras regiões

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ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /UCRÂNIA/KHERSON/ATROCIDADES

“Os investigadores já documentaram mais de 400 crimes de guerra russos, os corpos de tanto civis como pessoal militar estão a ser encontrados”, indicou o presidente.

Uma imagem do vídeo com a declaração do presidente.
© DR/Facebook Zelensky

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse este domingo que os militares de Kiev descobriram provas das atrocidades russas na região de Kherson semelhantes às descobertas noutras localidades da Ucrânia previamente ocupadas por Moscovo.

“Na região de Kherson, o exército russo deixou para trás as mesmas atrocidades que noutras regiões do nosso país onde conseguiu entrar”, disse na sua intervenção diária, publicada nas redes sociais, sem dar contudo mais pormenores.

Após a retirada russa de localidades como Bucha ou Izium, foram encontrados indícios de massacres e valas comuns.

“Os investigadores já documentaram mais de 400 crimes de guerra russos, os corpos de tanto civis como pessoal militar estão a ser encontrados”, indicou o presidente, não sendo claro se está a referir-se apenas a Kherson.

“Vamos encontrar e trazer à justiça cada assassino, sem dúvida”, prometeu.

“A detenção dos soldados russos e dos mercenários que foram deixados para trás neste território e a neutralização dos sabotadores está a acontecer”, indicou.

O presidente diz que está a ser feito tudo para recuperar a electricidade, a água e a Internet na região, que os russos abandonaram na semana passada. Mas Zelensky avisa que “a situação em Kherson ainda é muito perigosa”, referindo, por exemplo, as minas.

Diário de Notícias
DN
13 Novembro 2022 — 21:18



 

697: Kremlin quer tirar passaporte a cidadãos que critiquem a guerra

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ORCS/DITADURA RUSSONAZI ☠️卐☠️

O presidente russo, Vladimir Putin, vai propor uma medida que permitirá que as autoridades do país retirem o passaporte a cidadãos que não nasceram na Rússia, por críticas ao governo e à guerra na Ucrânia.

Segundo a agência de notícias independente russa Meduza, citada pela Sky News, a notícia surge depois da retirada dos russos de Kherson, com o Kremlin a querer apontar o dedo a cidadãos ucranianos que receberam passaportes russos durante a ocupação. A Meduza diz que a medida quer criminalizar a “descredibilização do exército russo, espalhar notícias falsas e participar em atividades de organização indesejável”.

Notícias ao Minuto
Hélio Carvalho
13.11.2022



 

692: Kiev restabelece poder em Kherson e o exército começa a desminar a cidade

– A prova mais que provada da propaganda russonazi ☠️卐☠️ em que se afirmava, durante o referendo ilegal, que 90% da população de Kherson pretendia a anexação à Rússia! Vêem-se os tais 90%!

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UCRÂNIA/KHERSON/LIBERTAÇÃO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Os ucranianos celebraram, no sábado, a retirada das tropas russas de Kherson. E as autoridades de Kiev adiantaram que o exército ucraniano está a registar crimes cometidos pelos russos, para restabelecer o poder em toda a região.

Ucranianos celebram retirada das tropas russas de Kherson © OLEKSANDR GIMANOV/AFP or licensors

Kherson era uma das quatro regiões da Ucrânia que o Presidente russo Vladimir Putin afirmou ter anexado em Setembro. Mas semanas depois, a retirada russa da cidade reforçou a resistência ucraniana depois de quase nove meses de combate.

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse no sábado que as forças ucranianas tinham estabelecido o controlo de 60 assentamentos na região de Kherson. Agradeceu também às tropas que ajudaram a reconquistar a cidade.

A televisão pública russa mostrou imagens residentes de Nova Kakhovka, na região de Kherson, escondidos em abrigos durante os bombardeamentos. Antes de fugirem de Kherson, os ocupantes russos destruíram todas as infra-estruturas críticas: comunicações, abastecimento de água, aquecimento e electricidade.

MSN Notícias
Euronews Português Euronews Português
Patricia Tavares
13.11.2022



 

691: Guerra na Ucrânia: como retirada russa de Kherson pode abalar imagem de Putin

– Cantaste de galo e não conseguiste galar… 🙂

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UCRÂNIA/GUERRA/INVASÃO ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Como a mensagem mudou.

Vladimir Putin comemorou anexação declarada de regiões ucranianas em Setembro © Getty Images

Logo depois que a Rússia invadiu a Ucrânia, os apresentadores de programas de TV aqui estavam prevendo com confiança que em poucos dias as tropas russas estariam marchando por Kiev.

Isso foi há quase nove meses.

Esta semana, os mesmos apresentadores anunciaram a “difícil decisão” do Exército de retirar as forças russas de Kherson – a única capital regional ucraniana que a Rússia conseguiu capturar e ocupar desde a invasão do país em 24 de Fevereiro.

Apenas seis semanas atrás, o presidente Vladimir Putin afirmou ter anexado a região de Kherson, juntamente com outros três territórios ucranianos, insistindo que eles seriam parte da Rússia para sempre.

“Eu queria que nossa bandeira estivesse hasteada em Kiev em Março”, disse o âncora Vladimir Solovyov aos telespectadores de seu programa.

É exactamente assim que o Kremlin está tentando retratar tudo isso: culpando o Ocidente. A mensagem da média estatal russa é que, na Ucrânia, a Rússia está enfrentando o poder combinado dos Estados Unidos, Reino Unido, União Europeia e NATO.

Em outras palavras, os contratempos no campo de batalha não são culpa do Kremlin, mas obra de inimigos externos.

Há outra mensagem também: não critique o Exército russo ou o presidente da Rússia pelo que deu errado na Ucrânia. Em vez disso, cumpra seu dever e junte-se à luta.

É um conselho que, por enquanto, vozes russas proeminentes e poderosas parecem estar seguindo.

O líder tchetcheno, Ramzan Kadyrov, e Yevgeny Prigozhin, fundador do grupo mercenário Wagner, têm criticado abertamente a liderança militar russa. Mas sobre a retirada de Kherson, ambos postaram mensagens de apoio ao comandante russo na Ucrânia, o general Surovikin, que havia recomendado a retirada.

O mesmo não pode ser dito dos blogueiros militares russos pró-guerra. Eles estão escrevendo mensagens raivosas, como:

“Nunca esquecerei esse assassinato das esperanças da Rússia. Essa traição ficará gravada em meu coração por séculos.” – Zastavny.

“Esta é uma enorme derrota geopolítica para Putin e a Rússia… o Ministério da Defesa perdeu a confiança da sociedade há muito tempo… agora, a confiança no presidente vai desaparecer.” – Zloi Zhurnalist.

Não se o Kremlin puder evitar, porque tem se esforçado para distanciar o presidente Putin da retirada, sabendo que muitos na Rússia a verão como um revés militar e um golpe duro contra o prestígio russo.

No início desta semana, foram os generais que anunciaram que as forças russas seriam retiradas de parte da região de Kherson.

A TV russa mostrou o ministro da Defesa, Sergei Shoigu, emitindo a ordem, após consultas com o general Surovikin. Putin não estava à vista em lugar algum.

O general Surovikin (esq.) disse que a retirada, ordenada pelo ministro da Defesa (dir,) foi uma decisão difícil © Ministério da Defesa da Rússia

“O ministro da Defesa tomou a decisão, não tenho nada a dizer sobre isso”, disse o porta-voz de Putin, Dmitry Peskov, a jornalistas na sexta-feira (11/11). O Kremlin está deixando os militares assumirem a responsabilidade pela retirada. Ou pelo menos tentando.

Mas foi Putin que ordenou a invasão da Ucrânia. O que ele chama de “operação militar especial” foi ideia dele. Distanciar-se de qualquer aspecto ligado à invasão não será fácil.

Há um perigo aqui para Vladimir Putin, mas que antecede a retirada de Kherson. Os acontecimentos dos últimos nove meses correm o risco de mudar a forma como o presidente é visto em casa: não tanto pelo público russo, mas – crucialmente – pela elite russa, pelas pessoas ao seu redor, pelas pessoas no poder.

Durante anos, eles viram Putin como um mestre estrategista, como alguém que sempre consegue sair por cima… como um vencedor. Eles o viram como o eixo central do sistema do qual fazem parte e que foi construído em torno dele.

Vitórias, no entanto, estão em falta desde 24 de Fevereiro. A invasão de Vladimir Putin não saiu conforme o planeado.

Não só resultou em morte e destruição na Ucrânia, mas perdas militares significativas para seu próprio exército. Ele havia prometido que apenas “soldados profissionais” lutariam, mas depois convocou centenas de milhares de cidadãos para as Forças Armadas para participar da guerra.

Os custos económicos para a Rússia também foram consideráveis.

O Kremlin costumava retratar Vladimir Putin como o “sr. Estabilidade” na Rússia. Isso se tornou muito mais difícil de concretizar.

– Texto originalmente publicado em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63611690

MSN Notícias

BBC News BBC News
12.11.2022 às 23:13



 

686: Rússia proíbe entrada de navios estrangeiros no mar de Azov

– O ayatollah terrorista russonazi putineiro ☠️卐☠️ como não tem capacidade para ganhar a guerra que ele próprio iniciou, pensando que a anexação da Ucrânia ao território russonazi ☠️卐☠️ eram favas contadas, vale-se destas “traquinices” de cobardolas insano e psicopata, para tentar mostrar aos seus súbditos russonazis ☠️卐☠️ que não perdeu (ainda) a guerra! Este tipo padece de demência mental bastante acentuada e é um perigo acrescido para a Paz mundial. Ele e toda a seita terrorista ☠️卐☠️ que o acompanha.

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UCRÂNIA/PORTOS UCRANIANOS/IMPEDIMENTOS

Os portos ucranianos de Mariupol e Berdyansk, entre a península da Crimeia, que Moscovo anexou em 2014 e a Rússia, situam-se neste mar.

Navio com cereais ucranianos em Istambul. Estreito do Bósforo é a entrada para o mar Negro, onde o estreito de Kerch leva ao mar de Azov e aos portos de Mariupol e Berdyansk.
© EPA/ERDEM SAHIN

O Ministério dos Transportes turco informou este sábado que as autoridades russas proibiram a entrada no Mar de Azov de navios carregados no exterior.

Os portos ucranianos de Mariupol e Berdyansk, entre a península da Crimeia, que Moscovo anexou em 2014 e a Rússia, situam-se no mar de Azov.

Numa mensagem na rede social Twitter e citando a administração marítima russa, a autoridade turca que tutela o tráfego marítimo afirma que “é proibida a transferência para o norte de navios carregados fora do território russo”.

O Mar de Azov, cuja entrada é o estreito de Kerch localizado na parte nordeste do Mar Negro, cuja entrada é controlada pela Turquia através do estreito do Bósforo, em Istambul.

O estreito de Kerch é atravessado por uma ponte que liga a Rússia à Crimeia e que foi substancialmente danificada há várias semanas por uma explosão de que Moscovo culpa a Ucrânia.

No Mar de Azov estão os portos ucranianos de Mariupol e Berdyansk, controlados pela Rússia após a invasão da Ucrânia iniciada em 24 de Fevereiro.

Diário de Notícias
DN/Lusa
12 Novembro 2022 — 20:45



 

681: Ucrânia reconquista Kherson. Um dia histórico, uma “humilhação para Putin”, um ponto de viragem

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UCRÂNIA/KHERSON/LIBERDADE

Após a retirada das tropas russas da cidade ucraniana de Kherson esta sexta-feira, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, celebrou o que chamou de “um dia histórico”.

ZAP // Gerashchenko / Twitter

Pela primeira vez em mais de oito meses, esta sexta-feira, as tropas ucranianas voltaram a hastear bandeiras nacionais em Kherson.

A cidade, com cerca de 300 mil habitantes, tinha sido tomada pelas tropas russas quase no início da invasão do território, a 3 de Março.

Kherson é nossa“, escreveu Zelensky no seu canal no Telegram. Na mensagem, o presidente ucraniano confirmou que unidades especiais das Forças Armadas ucranianas já estavam na cidade após a saída de Moscovo.

Fotos tiradas na cidade mostram centenas de ucranianos nas ruas a comemorar a retirada russa.

Num vídeo verificado pela BBC, habitantes da cidade são vistos a agitar bandeiras e a cantar em homenagem aos soldados ucranianos: “Glória à Ucrânia! Glória aos Heróis!, Glória às Forças Armadas da Ucrânia!”.

Anteriormente, o Ministério da Defesa russo já tinha anunciado que cerca de 30.000 dos seus homens tinham deixado a região de Kherson em direcção à margem leste do rio Dnipro.

A cidade foi a única grande capital regional capturada por Moscovo desde o início da invasão, em Fevereiro.

Humilhação para Putin

Embora o governo russo não use a palavra “retirada”, o abandono de Kherson pelas suas tropas é visto por muitos analistas como “um revés humilhante” para os planos de Vladimir Putin.

O ministro da Defesa britânico, Ben Wallace, descreveu este sábado a retirada de Kherson como “outro fracasso estratégico” para Moscovo, e reiterou o apoio do Reino Unido à Ucrânia.

“A retirada da Rússia de Kherson marca outro fracasso estratégico. Em Fevereiro, a Rússia não conseguiu alcançar nenhum dos seus principais objectivos, excepto Kherson”, disse Wallace, em nota de imprensa citada pela agência  EFE.

Andrei Goryanov, director da delegação da BBC em Moscovo, recorda que há apenas um mês Putin tinha proclamado que este território permaneceria “para sempre” na Rússia.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, nega no entanto que a reconquista de Kherson pelos ucranianos seja uma humilhação para Putin.

“Há muitos especialistas diferentes — uns dizem isso, outros dizem outras coisas. Não queremos comentar nenhuma das declarações, disse Peskov aos jornalistas que o questionaram sobre o tema. “A operação militar especial continua“.

Mas, até agora, Kherson tinha sido fundamental para a estratégia de Moscovo na Ucrânia.

A ocupação da cidade permitiu que a Rússia tivesse acesso terrestre do continente à península da Crimeia, controlo que o Kremlin pretendia usar para alcançar as cidades ocidentais de Odessa e Nikolaiev para isolar a Ucrânia do Mar Negro.

Mas os avanços militares ucranianos no sul, somados a operações como as que levaram ao naufrágio do Moskva, principal navio da frota russa do Mar Negro, expuseram as deficiências e a má preparação do Exército de Putin.

Graças a mísseis HIMARS fabricados nos EUA, as tropas ucranianas também conseguiram destruir as pontes que ligam as duas margens do rio Dnipro, o que cortou o fornecimento de munições e suprimentos para os soldados russos.

“As tropas russas em Kherson morreriam de fome se ficassem lá mais tempo“, diz Goryanov, para quem a retirada “era inevitável e apenas uma questão de tempo”.

No entanto, como explica o enviado especial da BBC na Ucrânia, Jeremy Bowen, também é possível que, em termos estritamente militares, esta retirada seja a “coisa mais sensata que os russos fizeram desde o início da guerra”.

Ao deixar a sua posição no oeste da cidade, que já estava a tornar-se insustentável, para reorganizar as tropas do outro lado do rio, os russos podem na realidade ter complicado uma eventual ofensiva ucraniana, diz Bowen.

A margem leste do Dnipro está fortificada desde a barragem de Nova Kakhovka até ao Mar Negro, como mostram imagens de satélite — as quais revelam também que as tropas russas cavaram mais de 160 quilómetros de defesas ao longo do rio e terão construido bunkers de betão para defender essa margem do rio.

A imprensa ucraniana comparou essas fortificações à “Muralha do Atlântico“, criada pelos nazis para tentar impedir os desembarques aliados durante a 2ª Guerra Mundial.

O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, considera que a Rússia está sob pressão e afirmou que a retirada russa é “mais uma vitória” para os ucranianos.

Mas a retirada das tropas não está isenta de perigo, advertiu Mijailo Podoliak, conselheiro do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky.

Em primeiro lugar, as forças russas podem ter minado a cidade e deixado armadilhas para as tropas ucranianas que entram no território.

Ao sair da margem oeste do rio, as tropas russas também “evacuaram”, muitas vezes à força, um grande número de civis. Dessa forma, a Rússia pode agora, segundo Podoliak, bombardear Kherson sem piedade.

Além disso, recorda o conselheiro, sempre que a Rússia sofreu um revés militar, a sua resposta foi punir ainda mais a população. Assim, ataques com mísseis e drones poderiam dificultar ainda mais o inverno para os ucranianos.

Na quarta-feira, Zelensky assegurou que estava a agir “com muito cuidado, sem emoção, sem riscos desnecessários, com o objectivo de libertar todas os territórios de modo a que as perdas sejam as menores possíveis“.

Ponto de viragem

A cidade de Kherson, que antes da guerra tinha uma população de 380.000 habitantes, “é a porta de entrada para a Crimeia“, explica Marina Miron, investigadora de Estudos de Defesa do Kings College de Londres, à BBC.

“Recuperar Kherson pode facilitar o caminho para a reconquista da Crimeia, algo que a Ucrânia procura alcançar nesta guerra.”

A retirada de Kherson tem, segundo Andrei Goryanov, “um enorme impacto militar, simbólico e político“.

Além do efeito desmoralizador que a derrota impõe sobre as tropas russas, a retirada de Kherson e a construção de uma nova linha de defesa contra um eventual ataque à península da Crimeia muda o curso do conflito: a partir de agora, torna-se uma guerra de defesa para a Rússia.

Simbolicamente, Kherson também representa um fracasso para Moscovo: após oito meses de guerra, as forças russas não conseguiram mostrar resultados significativos.

Mas o impacto político é, segundo o correspondente russo da BBC, muito mais severo. “O regime de Putin é baseado na ideia da Rússia como uma super-potência. A derrota significativa contra um país muito menor coloca toda essa ideia em xeque”, explica Goryanov.

Como consequência, o presidente russo tem recebido críticas da ala mais dura do seu regime e, cada vez mais, a palavra “negociações” é ouvida com frequência entre os russos.

A Ucrânia, por sua vez, já disse que não está pronta para negociar até que a Rússia se retire de todos os territórios ocupados — e pague uma indemnização pelos danos causados pela invasão do país.

ZAP // BBC
12 Novembro, 2022


 

678: Pró-russos escolhem capital regional provisória após perderem Kherson

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UCRÂNIA/ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /NOVA CAPITAL REGIONAL

As autoridades pró russas estão concentradas em Henichesk, que foi escolhida como capital administrativa provisória da região.

© EPA/HANNIBAL HANSCHKE

As autoridades pró russas de ocupação na Ucrânia escolheram a cidade portuária de Henichesk, na margem sul do Rio Dniepre, como capital provisória da região ucraniana de Kherson, noticiou este sábado a agência oficial russa TASS.

A cidade de Kherson é a capital da região com o mesmo nome, mas foi reocupada pelas forcas de Kiev na sexta-feira, após a retirada das tropas russas para a margem esquerda do Rio Dniepre.

“Hoje, a capital administrativa provisória da região de Kherson é Henichesk. Todas as principais autoridades estão aí concentradas”, disse Alexander Fomin, da administração pró-russa à TASS, que usa a transliteração do nome russo da cidade ucraniana.

As tropas russas ocuparam Henichesk em 27 de Fevereiro deste ano, quatro dias depois de terem invadido a Ucrânia.

A cidade tem o mesmo nome de um estreito que liga o sistema de lagoas que separa a Crimeia do resto da Ucrânia com o Mar de Azov.

Em Outubro, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinou um decreto que criou 20 administrações militares na região de Kherson, incluindo em Henichesk, de acordo com a agência Ukrinform.

Kherson é uma das quatro regiões anexadas pela Rússia desde que invadiu a Ucrânia, juntamente com Zaporijia (sudeste), Donetsk e Lugansk (leste).

A Rússia já tinha anexado a península ucraniana da Crimeia (sul) em 2014. A Ucrânia e a generalidade da comunidade internacional consideram as anexações ilegais.

A TASS lembrou que a ordem de retirada foi dada pelo ministro da Defesa, Serguei Shoigu, em 09 de Novembro, por sugestão do comandante das tropas russas na Ucrânia, general Serguei Surovikin.

Segundo Surovikin, “a decisão de retirar as forças está ligada, entre outras coisas, à ameaça de isolamento do grupo devido à inundação dos territórios abaixo da central hidroeléctrica de Kakhovskaya”, noticiou a agência oficial.

Mais de 115.000 civis foram também transferidos da margem direita do Dniepre, onde se situa a cidade de Kherson, para a margem esquerda, disse também o general russo.

A cidade de Kherson era a única capital regional ucraniana controlada pelas tropas de Moscovo.

A sua reconquista é considerada como uma das vitórias mais significativas de Kiev e uma humilhação para Moscovo.

A reconquista foi possível com o armamento que as forças armadas da Ucrânia receberam dos seus aliados ocidentais, que lhes permitiu lançar uma contra-ofensiva no sul e no leste há cerca de dois meses.

A guerra na Ucrânia, em curso há quase nove meses, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Desconhece-se o número de baixas civis e militares, mas diversas fontes, incluindo a ONU, têm alertado que será elevado.

Diário de Notícias
DN/Lusa
12 Novembro 2022 — 11:17