“Crime de agressão”. Von der Leyen propõe “tribunal especializado” para julgar a Rússia

🇺🇦 UCRÂNIA / UNIÃO EUROPEIA / RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / JULGAMENTO

Ursula von der Leyen afirma que a União Europeia dispõe dos meios para fazer a Rússia pagar financeiramente.

© EPA/DUMITRU DORU

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, propôs esta quarta-feira a criação de um tribunal especializado para julgar a Rússia pelo “crime de agressão” à Ucrânia.

O tribunal deve funcionar em paralelo com o TPI. E, deve também ajudar a definir as compensações financeiras pela destruição causada na Ucrânia, que Bruxelas calcula em 600 mil milhões de euros.

Von der Leyen considera que “a agressão a um Estado Soberano” e os “crimes horríveis praticados pela Rússia na Ucrânia” não devem ficar impunes.

“Estamos a propor a criação de um tribunal especializado, apoiado pelas nações unidas, para investigar e acusar a Rússia do crime de agressão”, anunciou a presidente da Comissão Europeia, prometendo bater-se pelo “mais amplo apoio possível” na comunidade internacional.

A presidente da Comissão Europeia entende que a Rússia deve também pagar financeiramente pela devastação provocada na Ucrânia.

“Os estragos sofridos pela Ucrânia estão calculados em 600 mil milhões de euros”, afirmou. “A Rússia e os seus oligarcas tem de compensar a Ucrânia pelos estragos e cobrir os custos da reconstrução do país”, defendeu Von der Leyen, assegurando que a União Europeia dispõe dos meios para actuar a nível financeiro.

“Bloqueámos 300 mil milhões de euros das reservas do Banco Central da Rússia. E, congelámos 19 mil milhões de euros de oligarcas russos. No curto prazo, podemos criar com os nossos parceiros uma estrutura para gerir estes fundos e para os investir e usaremos os rendimentos para a Ucrânia”, afirmou a presidente do executivo comunitário, perspectivando que “quando forem levantadas as sanções, este dinheiro deva ser usado e assim a Rússia pagará a total compensação”.

Diário de Notícias
João Francisco Guerreiro, em Bruxelas
30 Novembro 2022 — 08:57



 

Ataques a infra-estruturas da Ucrânia mostram “desespero” de Putin

– Além do desespero do putinofantoche não conseguir avanços no terreno, com tropas constituídas por carne para canhão, sem experiência militar, enviando para a morte milhares de jovens, o desespero destes russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 leva-os a já nem saberem o que dizem para tentarem enganar não o Ocidente satânico mas o povo russo que vive na ignorância e na mentira porque não tem acesso às notícias da realidade. “A Rússia afirma visar apenas infra-estruturas militares e atribui os cortes de energia aos disparos das defesas aéreas ucranianas.” É… os ucranianos disparam mísseis contra eles próprios ou então são mísseis com efeito boomerang… Até onde chega tanta estupidez,,,!

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ATAQUES RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 /ESTADO TERRORISTA/UCRÂNIA/INFRA-ESTRUTURAS

Na óptica de Ben Wallace, o chefe de Estado russo pretende “esconder” os seus falhanços militares.

© Reuters

O ministro da Defesa britânico, Ben Wallace, considerou, esta sexta-feira, que os ataques recentes por parte das forças russas contra as infra-estruturas essenciais da Ucrânia são um sinal do “desespero” do presidente russo, Vladimir Putin, que pretende “esconder” os seus falhanços militares.

De visita a Glasgow, na Escócia, o responsável apontou que, face aos ataques à rede eléctrica da Ucrânia, os cidadãos devem “seguir em frente e continuar a expulsar a Rússia”.

Na frente civil, precisam de proteger a infra-estrutura nacional que Putin está a atacar deliberadamente, na esperança de destruir a sua economia, para que sofram muito durante o inverno”, disse, citado pelo The Independent.

Wallace salientou ainda a ilegalidade destes ataques, reforçando que, em parte, estas acções do presidente russo mostram o “desespero de que o [seu] exército não está a ser bem sucedido”, dando como exemplo a retirada da cidade de Kherson, que representou uma grande derrota para Moscovo.

Por isso, para esconder [os fracassos], Putin tem tentado fazer explodir a infra-estrutura civil”, disse.

Ainda assim, o ministro avisou que o Kremlin não deve ser subestimado, uma vez que, neste momento, “a Rússia é um país que não se importa com a sua população e que envia homens jovens para a sua morte”, o que continuará a fazer.

O responsável rematou, por isso, considerar ser “muito, muito importante continuar a mostrar o nosso compromisso, apoio e solidariedade a nível internacional para com a Ucrânia”.

Também esta sexta-feira, o presidente russo reuniu-se com mais de uma dúzia de mães de soldados que lutam na Ucrânia, dizendo às que perderam os seus filhos que tanto ele, como toda a liderança russa sentem o seu sofrimento. Além disso, apelou para que não confiem naquilo que lêem na Internet, uma vez que “há todo tipo de falsificação, engano, mentira”.

De notar ainda que quase metade dos habitantes de Kyiv continuavam, esta sexta-feira, sem electricidade, e dois terços sem aquecimento, dois dias depois dos ataques russos terem voltado a visar infra-estruturas críticas, numa altura em que as temperaturas negativas chegam à região.

A estratégia de Moscovo de bombardear instalações energéticas, seguida desde Outubro num cenário de recuos militares, é considerada “crime de guerra” pelos aliados ocidentais da Ucrânia e qualificada como um “crime contra a humanidade” pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

A Rússia, por seu lado, afirma visar apenas infra-estruturas militares e atribui os cortes de energia aos disparos das defesas aéreas ucranianas.

Lançada a 24 de Fevereiro, a ofensiva militar russa na Ucrânia já causou a fuga de mais de 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, segundo os mais recentes dados da Organização das Nações Unidas (ONU), que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

De acordo com a entidade, já morreram 6.595 civis desde o brotar do conflito, que feriu 10.189 pessoas, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao Minuto Notícias ao Minuto
25/11/22 23:56
por Daniela Filipe



 

Russos “pagarão” por Holodomor e pelos “crimes de hoje”

– Em 1930 o russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 Estaline promoveu o GENOCÍDIO DA FOME (Holodomor), assassinando mais de 3,5 milhões de ucranianos. Em 2022, outro russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 chamado Putin, está a promover outro genocídio, assassinando milhares de ucranianos. A história repete-se não fosse a rússia um regime nazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺.

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🇷🇺 HOLODOMOR (GENOCÍDIO PELA FOME) 🇷🇺

🇷🇺 URSS – ESTALINE 1930 🇷🇺

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TERRORISMO/RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 /HOLODOMOR/GENOCÍDIO PELA FOME

Fome da era soviética matou milhões de ucranianos.

© Getty Images

O chefe da administração presidencial da Ucrânia, Andriy Yermak, afirmou, este sábado, que a Rússia irá pagar “por todas as vítimas” do Holodomor e responder “pelo crimes” cometidos actualmente.

“Os russos pagarão por todas as vítimas do Holodomor e responderão pelos crimes de hoje”, escreveu Andriy Yermak, no Telegram, segundo cita a Reuters.

Sublinhe-se que o Holodomor, que em ucraniano significa exterminação pela fome, refere-se à fome causada por Estaline há 90 anos na Ucrânia, quando ordenou que as colheitas fossem confiscadas em nome da colectivização das terras.

O flagelo, também conhecido como ‘A Grande Fome’ ou ‘A Fome-Terror’, fez, entre 1932 e 1933, cerca de 3,5 milhões de vítimas ucranianas.

O dia memorial anual da Ucrânia para as vítimas do Holodomor assinala-se este sábado, 26 de Novembro.
Notícias ao Minuto Notícias ao Minuto
26/11/22 11:34
por Notícias ao Minuto




 

898: Hospital de Zaporíjia alvo de ataques russos durante a noite

🇷🇺 UBIYTSA! 🇷🇺

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TERRORISMO/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️ /PUTINOCRATAS

Não há feridos a registar na sequência dos bombardeamentos.

© Reprodução/ Telegram Oleksandr Starukh

Um hospital da cidade ucraniana de Zaporíjia foi alvo de novos ataques da Rússia durante a noite de quinta-feira.

“O inimigo atacou novamente os subúrbios de Zaporíjia. Desta vez, os mísseis chegaram perto do hospital. Felizmente, as pessoas não ficaram feridas, o mesmo não pode ser dito sobre o edifício. Dezenas de janelas partidas”, informa o governador da região, Oleksandr Starukh, numa publicação na rede social Telegram.

O governante revelou ainda que, após o ataque à unidade hospitalar, “o inimigo destruiu um posto de gasolina”, sem registo de vítimas.

“O dia está apenas a começar. Cuide-se!”, alerta Starukh.

A Rússia tem estado imparável no que diz respeito a novos ataques contra o território ucraniano. Uma série de explosões foram ouvidas, na quarta-feira, nas regiões de Mykolaiv, Dnipropetrovsk, Lviv e Kyiv, provocando pelo menos três mortos e nove feridos.

No mesmo dia, a Rússia atingiu uma maternidade na região de Zaporíjia, num ataque que matou um bebé recém-nascido e o país foi declarado como “estado patrocinador do terrorismo” pelo Parlamento Europeu.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao Minuto Notícias ao Minuto
25/11/22 08:21
com Lusa




 

“Incitamento ao genocídio”. Kuleba quer “propaganda russa” banida da UE

UCRÂNIA/PROPAGANDA RUSSONAZI ☠️卐☠️ /GENOCÍDIO

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dymtro Kuleba, recorreu à rede social Twitter para acusar a televisão estatal russa de  “incitamento ao genocídio” contra os ucranianos.

A posição apresentada pelo governante ucraniano surge depois de um excerto de um programa da televisão estatal russa, partilhado online, mostrar o apresentador, Roman Babayan, a explicar que os militares do país “começaram agora a atacar as infra-estruturas de gás” de toda a Ucrânia.

Em causa está uma afirmação que levou o político russo Boris Chernyshov a argumentar que os ataques eram simplesmente “retaliatórios” e uma “expressão do santo ódio” dos russos face a Kyiv.

Referindo-se aos ucranianos, o legislador disse ainda que eles “ficarão sentados sem gás, sem luz e sem mais nada” ao longo deste inverno, e rematou: “Eles têm de congelar e apodrecer ali”.

Estas afirmações levaram Dymtro Kuleba a defender que a “propaganda estatal russa na UE e noutros locais deve ser totalmente banida”.

Notícias ao Minuto
Ema Gil Pires
20.11.2022



 

Santos Silva diz que “ninguém quer pôr em causa território” da Rússia

– Quando se pretende esclarecer um demente psicopata assassino terrorista, não existem palavras que entrem num cérebro em avançado estado de decomposição. O czar imperialista putineiro não passa de um demente mental bem como todos os que giram à sua volta e possuem a mesma demência.

INVASÃO/GUERRA/UCRÂNIA/UNIÃO ZOVIÉTICA

O presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, reafirmou hoje o apoio à “justa luta do povo ucraniano” e sublinhou que as autoridades russas devem considerar que ninguém quer pôr em causa a integridade territorial do seu país.

O presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, reafirmou hoje o apoio à “justa luta do povo ucraniano” e sublinhou que as autoridades russas devem considerar que ninguém quer pôr em causa a integridade territorial do seu país. © Global Imagens

“Há um ponto que deve ser muito claro para todos, incluindo as autoridades russas: ninguém quer invadir a Rússia, nem quer pôr em causa a independência da Rússia, ninguém quer pôr em causa a integridade territorial da Rússia, ninguém quer atentar contra a liberdade do povo russo”, disse.

Augusto Santos Silva, que falava à margem de uma sessão solene no parlamento da Madeira, no Funchal, reagia assim ao anuncio feito hoje pelo ministro da Defesa da Rússia sobre a mobilização de 300 mil reservistas, depois de o presidente russo, Vladimir Putin, ter também anunciado uma “mobilização parcial” dos cidadãos, numa altura em que a guerra na Ucrânia está quase a completar sete meses.

“O que nós queremos é que termine a invasão da Ucrânia, a perturbação ou a negação da integridade territorial da Ucrânia, e o que queremos é que a liberdade a soberania do povo ucraniano sejam respeitadas – é isto que está em causa neste conflito”, disse Augusto Santos Silva.

O presidente da Assembleia da República afirmou que devem ser criadas condições para que a diplomacia substitua as armas na solução do problema, mas considerou que para isso acontecer “é muito importante que o invasor se retire do território que ocupou”.

“Por isso, apoiamos a justa luta do povo ucraniano para a defesa da sua pátria, da sua independência e da sua integridade territorial”, declarou.

Ao anunciar a mobilização de 300 mil reservistas, o ministro da Defesa da Rússia reconheceu que o país perdeu 5.937 soldados durante a campanha na Ucrânia iniciada em 24 de Fevereiro.

O anúncio de “mobilização parcial” dos russos em idade de combater abre caminho para uma escalada no conflito na Ucrânia.

MSN Notícias
Notícias ao Minuto/Lusa
21.09.2022



 

138: Kiev denuncia 379 crianças mortas e 733 feridas por ataques russos

– Adolf Hitler não fez melhor que este nazi terrorista zoviético está a fazer a um país soberano que apenas se defende conforme pode e com a ajuda do Ocidente. A injecção atrás da orelha causa graves perturbações psicológicas a quem a levou.

GUERRA/UCRÂNIA/GENOCÍDIO/TERRORISMO ZOVIÉTICO

A maioria das vítimas infantis, contando mortes e ferimentos, foi registada na região de Donetsk.

© EPA/SERGEY KOZLOV

A Procuradoria para a Infância da Ucrânia denunciou este domingo que, pelo menos, 379 crianças morreram e cerca de 733 ficaram feridas em ataques realizados pela Rússia desde o início da invasão da Ucrânia, no final de Fevereiro.

A maioria das vítimas infantis, contando mortes e ferimentos, foi registada na região de Donetsk, com 388; Kharkov, com 202; a região da capital, Kiev, com 116; Chernigov (68); região de Lugansk (61); Kherson (55); Mikolaiv (67); Zaporijia (44); Sumy (17) e Zhytomyr (15).

O Ministério Público denunciou que os ataques russos também destruíram 2.328 estabelecimentos de ensino, das quais 289 ficaram completamente destruídos.

De acordo com o mais recente balanço do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, divulgado na passada segunda-feira, quase 5.600 civis ucranianos morreram e quase 7.900 ficaram feridos como resultado da invasão russa.

Nesse mesmo balanço, a ONU contabilizou 362 crianças mortas e 610 feridas, desde o início da guerra, mas tanto as Nações Unidas como o Ministério Público ucraniano temem que esses dados sejam inferiores aos números reais, dada a dificuldade de coligir informações durante o conflito.

A ofensiva militar lançada em 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de quase 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e quase sete milhões para os países vizinhos -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções em todos os sectores, da banca à energia e ao desporto.

Diário de Notícias
DN / Lusa
28 Agosto 2022 — 19:27