259: Kremlin: Putin está a perdoar ladrões e assassinos para combaterem na Ucrânia

 

🇺🇦 A UCRÂNIA É DOS UCRANIANOS 🇺🇦

NÃO É DOS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

A UCRÂNIA FOI INVADIDA POR TROPAS E MERCENÁRIOS RUSSONAZIS

🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 RUSSONAZIS // ASSASSINOS // WAGNER // MERCENÁRIOS

O Kremlin finalmente admitiu que o Presidente russo Vladimir Putin está a perdoar condenados que concordaram em lutar com o grupo Wagner na guerra da Ucrânia.

Esta sexta-feira, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que o perdão aos condenados é realizado de acordo com a lei russa, avançou a agência TASS.

De acordo com o Business Insider, vários relatos indicam que os reclusos foram informados de que serão perdoados após seis meses de luta ao lado dos mercenários do Wagner, um grupo liderado por Yevgeny Prigoshin.

Algumas das sentenças são graves. Segundo um recente investigação da agência Reuters, alguns dos reclusos destacados foram condenados por assassinato e outros por roubo.

A lei russa prevê que só o Presidente tem autoridade para conceder indultos, mas até à declaração de Peskov o Kremlin tinha mantido silêncio sobre a forma como o grupo Wagner estava a obter perdões para os seus recrutas.

A notícia chega um dia após o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos ter classificado o Wagner como uma organização criminosa, estando o grupo associado a numerosos relatos de violações dos direitos humanos em diversos conflitos.

O papel que os reclusos estão a desempenhar na guerra veio à tona após Prigozhin ter sido foi filmado numa prisão a tentar recrutar prisioneiros. “Ninguém volta a ficar atrás das grades”, terá prometido na altura.

“Se servirem seis meses, estão livres”, terá explicado, indicando que seriam considerados homens entre os 22 e os 50 anos de idade. “Se chegarem à Ucrânia e decidirem, no primeiro dia, ‘estou num sítio onde não quero estar’, são designados desertores e segue-se uma execução pelo pelotão de fuzilamento”, referiu.

O vídeo, que circulou no Telegram, confirmou os relatos sobre visitas do grupo a prisões em várias regiões russas para recrutar reclusos.

A 17 de Janeiro, Prigozhin declarou que uma quarta vaga de prisioneiros, que tinham completado os seus contratos com o grupo, tinha recebido o perdão.

Um antigo comandante do Wagner, Andrei Medvedev, que escapou do grupo e fugiu recentemente para a Noruega, descreveu como os reclusos são utilizados como “carne para canhão”.

Em Outubro, a activista russa dos direitos humanos Olga Romanova disse que mais de 20 mil prisioneiros tinham sido enviados para a guerra e que os elementos do Wagner tinham sido recrutados em colónias penais na Rússia e na zona dos Urais.

A activista referiu ainda que, em Agosto, estavam a ser recrutados prisioneiros que estavam em prisão preventiva e que ainda não tinham ido a julgamento.

ZAP //
27 Janeiro, 2023



 

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213: Cruéis e descartáveis: relatório secreto revela táticas brutais do Grupo Wagner na Ucrânia (e porque são uma ameaça única)

 

_ Este grupo wagner. como muitos pró-russos, não passam de nazis certificados, começando pelo regime nazi kremliano dos putinofantoches.

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RUSSONAZIS // GRUPO MERCENÁRIOS WAGNER // TERRORISTAS

Os combatentes do Grupo Wagner tornaram-se na infantaria descartável da ofensiva russa no leste da Ucrânia, mas um documento dos serviços secretos ucranianos, obtido pela CNN, mostra o quão eficazes têm sido em redor da cidade de Bakhmut – e quão difícil é lutar com eles.

Cruéis e descartáveis: relatório secreto revela tácticas brutais do Grupo Wagner na Ucrânia (e porque são uma ameaça única) © TVI24

O Grupo Wagner é uma empresa militar privada, também conhecidos como mercenários, dirigida pelo oligarca russo Yevgeny Prigozhin, que tem sido muito visto na linha da frente nas últimas semanas – e sempre rápido a reivindicar o crédito pelos avanços russos.

Os combatentes do grupo estiveram fortemente envolvidos na tomada de Soledar, a alguns quilómetros a nordeste de Bakhmut, e noutras áreas ao redor da cidade.

O relatório ucraniano – datado de Dezembro – conclui que o Grupo Wagner representa uma ameaça única em combate de proximidade, como o combate urbano, mesmo sofrendo baixas extraordinárias. “A morte de milhares de soldados da Wagner não interessa à sociedade russa”, afirma o documento.

“Os grupos de ataque não se retiram sem uma ordem. A retirada não autorizada de uma equipa ou sem serem feridos é punível com execução no local.”

Os telefonemas interceptados pela inteligência ucraniana e partilhados com a CNN indicam também uma atitude impiedosa no campo de batalha. Num deles, ouve-se um soldado falar de outro que tentou render-se aos ucranianos.

Os wagnerianos apanharam-no e cortaram-lhe os testículos”, diz.

A CNN não conseguiu autenticar de forma independente a chamada, que alegadamente terá tido lugar em Novembro.

Yevgeny Prigozhin afirmou na semana passada que o Grupo Wagner era, provavelmente, “o exército mais experiente do mundo”. Créditos: AP © Fornecido por TVI

Os combatentes feridos do Grupo Wagner são muitas vezes deixados no campo de batalha durante horas, de acordo com a análise ucraniana. “A infantaria não está autorizada a transportar os feridos para fora do campo de batalha, uma vez que a sua tarefa principal é continuar o ataque até que o objectivo seja alcançado. Se o ataque falhar, a retirada só é permitida de noite.”

Apesar de uma indiferença brutal pelas baixas – demonstrada pelo próprio Prigozhin – o relatório diz que as tácticas do grupo “são as únicas eficazes para as tropas mobilizadas mal treinadas que constituem a maioria das forças terrestres russas”.

O documento sugere mesmo que o exército russo pode estar a adaptar as suas tácticas para se tornar mais parecido com o Grupo Wagner: “Em vez dos clássicos grupos tácticos de batalhão das Forças Armadas russas, são propostas unidades de ataque.”

Isto seria uma mudança significativa na tradicional dependência russa de grandes unidades mecanizadas.

No terreno, de acordo com os telefonemas interceptados pelos serviços secretos ucranianos, algumas tropas mobilizadas dizem estar a pensar mudar para o Grupo Wagner. Numa dessas chamadas, um soldado compara o Grupo Wagner com a sua unidade e afirma: “É como o céu e a terra. Por isso, se é para ser f….., é melhor ser f….. lá.”

O estilo de guerra do Grupo Wagner

O relatório ucraniano diz que o Grupo Wagner emprega as suas forças em grupos móveis de cerca de uma dúzia ou menos, utilizando lançadores de granadas (RPG) e explorando a capacidade de vigilância em tempo real dos drones, que o relatório descreve como “elemento chave”.

Outra ferramenta ao serviço dos mercenários da Wagner é a utilização de equipamentos de comunicação da Motorola, de acordo com o documento.

A Motorola, empresa de telecomunicações norte-americana, garantiu à CNN que suspendeu todas as vendas para a Rússia e encerrou as suas operações no país.

Os condenados – dezenas de milhares recrutados pela Wagner – formam frequentemente a primeira linha de ataque e sofrem as baixas mais pesadas – até 80%, de acordo com o documento.

Seguem-se os combatentes mais experientes, com equipamento de visão nocturna e câmaras térmicas.

Também para os ucranianos os drones são fundamentais para evitar que as suas trincheiras sejam atacadas. O relatório dá conta de um incidente em Dezembro no qual um drone avistou uma unidade Wagner a avançar, permitindo que as defesas ucranianas a eliminassem antes de esta conseguir lançar granadas.

Se uma unidade Wagner conseguir tomar uma posição, o apoio da artilharia permite-lhes cavar trincheiras e consolidar os seus ganhos, mas essas trincheiras são muito vulneráveis a ataques em terreno aberto.

E mais uma vez – de acordo com as ligações interceptadas – a coordenação entre as equipas da Wagner e os militares russos é muitas vezes inexistente. Numa das chamadas – mais uma vez não autenticada pela CNN – um soldado disse ao seu pai que a sua unidade tinha levado, por engano, um veículo Wagner.

Prigozhin insistiu repetidamente que os seus combatentes foram responsáveis, na última semana, pela captura da cidade de Soledar e das povoações próximas, os primeiros ganhos russos em meses. “Nenhuma outra unidade para além da Wagner esteve envolvida no ataque a Soledar”, sublinhou.

O desempenho da Wagner é a forma de Prigozhin poder conseguir mais recursos e é fundamental na sua batalha contínua contra a teoria militar russa, que diz ser inepta e podre.

Segundo os serviços secretos britânicos, o chefe do Estado-maior militar russo, Valery Gerasimov, deu ordens para que os soldados russos fossem mais bem preparados. Prigozhin respondeu que “a guerra é dos diligentes e corajosos, não dos penteadinhos”.

Sede do Grupo Wagner em São Petersburgo, na Rússia. Créditos: Maksim Konstantinov/SOPA Images/SIPA/AP © Fornecido por TVI

Comentando as novas direcções de Gerasimov, o Ministério da Defesa do Reino Unido disse na segunda-feira que “a força russa continua a enfrentar um impasse operacional e pesadas baixas”.

“A prioridade que Gerasimov dá a ordens consideradas menores é susceptível de confirmar os receios dos seus muitos cépticos na Rússia”.

Gerasimov foi nomeado o comandante geral da “operação militar especial” da Rússia na Ucrânia no início do mês, após crescentes críticas ao progresso vacilante de Moscovo.

E enquanto o Ministério da Defesa russo apresentar um resultado abaixo do esperado, Prigozhin irá morder nos seus calcanhares e exigir mais recursos para a Wagner.

O grupo parece também ser capaz de obter armas por outros meios. Autoridades norte-americanas disseram na semana passada que a Wagner tinha obtido armas da Coreia do Norte. “No mês passado, a Coreia do Norte entregou foguetes e mísseis à Rússia para utilização da Wagner”, disse o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, John Kirby.

O novo Rasputin?

Prigozhin não tem falta de ambição. Ao apresentar-se em Soledar na semana passada, afirmou que a Wagner era provavelmente “o exército mais experiente do mundo”.

Disse também que as suas forças já tinham vários sistemas de lançamento de mísseis, as próprias defesas antiaéreas e artilharia.

Prigozhin fez ainda uma comparação subtil entre a Wagner e a rigidez de comando do exército russo, dizendo que “todos os que estão no terreno são ouvidos”. “Os comandantes consultam os combatentes, e a liderança da Wagner consulta os comandantes. É por isso que o Grupo Wagner avançou e continuará a avançar.”

Há dois meses, Andrei Kolesnikov, do Carnegie Endowment for International Peace, um think-thank de política externa, comparou a crescente influência de Prigozhin à de Grigori Rasputin na corte do czar Nicolau II. “Putin precisa de eficácia militar a qualquer custo”, disse à Current Time TV.

“Há um carisma diabólico em [Prigozhin] e, de certa forma, esse carisma pode competir com o de Putin. Mas Putin agora precisa dele.”

Rasputin, figura mística, tratou o filho do czar que tinha hemofilia, uma doença no sangue que causa hemorragias. Prigozhin respondeu à comparação, segundo uma declaração divulgada pela empresa do oligarca, a Concord, no último fim de semana.

“Infelizmente, eu não estanco sangue. Eu sangro os inimigos da nossa pátria. E não por actos divinos, mas por contacto directo com eles.”

TVI
CNN
MSN Notícias
25.01.2023



 

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193: Ucrânia: Grupo Wagner já perdeu cerca de 40 mil presidiários recrutados

 

– O Yevgeny Prigozhin (patrão dos mercenários terroristas assassinos do grupo russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 wagner) e grande amigo do putinofantoche da laia dele, que vá distribuir cachorros quentes (a especialidade dele) à linha da frente, aos criminosos presidiários que andou a recrutar pelas prisões russas e que estão a morrer aos cachos.

🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 GRUPO MERCENÁRIO DE ASSASSINOS RUSSONAZIS WAGNER // MORTOS

Apenas 10 mil presidiários estão a lutar na frente de combate, anunciou a organização russa de direitos dos prisioneiros Rus Sidiaschaya.

© Olga MALTSEVA / AFP

Cerca de 40.000 presidiários recrutados pelo grupo mercenário Wagner morreram, desertaram, foram feridos ou foram presos na Ucrânia, informou esta segunda-feira a organização russa de direitos dos prisioneiros Rus Sidiaschaya (RS).

“Cerca de 10.000 (presidiários) estão a lutar na frente de combate, já que o resto foi morto, ferido, desaparecido, desertou ou entregou-se”, disse Olga Románova, directora da RS.

De acordo com esta organização, as deserções nas fileiras dos mercenários, que levaram consigo as armas fornecidas pelo seu grupo, começaram em massa depois do verão.

Segundo Románova, a maioria destes mercenários fugiu da frente ucraniana em direcção à Rússia, como ficou provado por alguns incidentes entre a polícia e os condenados recrutados.

Ao justificar o recrutamento nas prisões russas, o líder do Grupo Wagner, Yevgueni Prigojine, respondeu que é melhor serem mercenários ou condenados a lutar na Ucrânia do que os filhos dos russos que os criticam.

A Casa Branca informou na sexta-feira que os Estados Unidos imporão novas sanções contra o Grupo Wagner, por causa do seu envolvimento no conflito na Ucrânia, pelo que passará a ser considerada “organização criminosa transnacional”.

O porta-voz do Conselho de Segurança da Casa Branca, John Kirby, disse que os EUA também sancionarão aqueles que apoiam esse grupo em “vários continentes”.

Prigojine reagiu ao anúncio das sanções dos EUA dizendo que “finalmente, Wagner e os EUA serão colegas”.

“As nossas relações a partir de agora podem ser definidas como ‘disputas entre clãs criminosos'”, explicou o líder do grupo de mercenários.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro de 2022 pela Rússia na Ucrânia causou até agora a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e quase oito milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

Diário de Notícias
DN/Lusa
23 Janeiro 2023 — 19:38



 

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