Rede em Kherson atacada; Eficácia de ataques russos “mitigada”

🇷🇺 UBIYTSY! 🇷🇺

 

UCRÂNIA / KHERSON / ATAQUES RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

Milhões de ucranianos continuam a ser afectados pelos cortes e falhas no fornecimento de luz e água, devido aos ataques russos a infra-estruturas críticas. Cerca de seis milhões de pessoas não têm electricidade e as forças ucranianas temem mais ataques a estas infra-estruturas, o que poderá complicar ainda mais um inverno que será muito frio para a população.

© Metin Aktas/Anadolu Agency via Getty Images

A Comissão Europeia anunciou na quarta-feira que vai propor um tribunal a ser criado especificamente para investigar os alegados crimes de guerra russos. Ursula von der Leyen garantiu que irá procurar o maior consenso internacional possível para aprovar a ideia.

E do outro lado do Atlântico, os Estados Unidos acederam aos pedidos do governo ucraniano para enviar armamento mais avançado. Na quarta-feira, o Pentágono anunciou que vai dar um contrato de 1,2 mil milhões de dólares em sistemas de mísseis, que ainda serão construídos, mas não avançou nada sobre os mísseis Patriot pedidos por Kyiv.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
01/12/22 07:55
por Notícias ao Minuto



 

1015: Estudante zambiano morto na Ucrânia era mercenário do Grupo Wagner

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RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / MERCENÁRIOS / GRUPO WAGNER / TERRORISTAS

O estudante zambiano que tinha estado a cumprir uma pena de prisão na Rússia e morreu a lutar ao lado das tropas russas na Ucrânia, trabalhava com o grupo mercenário russo Wagner, afirmou o seu líder.

© REUTERS/Leah Millis

O chefe do Grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, publicou, na terça-feira, uma mensagem numa rede social russa chamada VKontake que o estudante Lemekhane Nyireda, de 23 anos de idade, “morreu como herói”.

Prigozhin disse ter perguntado ao estudante preso por que queria juntar-se à luta, dada a grande probabilidade de este ser morto, e que o cidadão zambiano respondeu: “Vocês, russos, ajudaram-nos a nós, africanos, a conquistar a independência durante muitos anos.

Quando foi difícil para nós, estenderam-nos a mão e continuam a fazê-lo agora. O mínimo que eu podia fazer, provavelmente, para pagar as nossas dívidas era ir para a guerra convosco”.

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Zâmbia, Stanley Kakubo, disse no início deste mês que funcionários russos tinham comunicado ao Governo zambiano a morte de Nyireda, que era um estudante financiado pelo Governo, antes de ser condenado na Rússia por crimes não especificados, em Abril de 2020.

O ministro afirmou que a Embaixada da Zâmbia em Moscovo afirmou que Nyirenda morreu em 22 de Setembro e que os seus restos mortais tinham sido transportados para a cidade fronteiriça russa de Rostov antes do repatriamento para a Zâmbia.

Antes da sua sentença de prisão, Nyirenda estava a estudar engenharia nuclear no Instituto de Física de Engenharia de Moscovo. O estudante encontrava-se a cumprir uma pena de aproximadamente nove anos numa prisão nos arredores de Moscovo, de acordo com o Governo zambiano.

Segundo várias fontes, a Rússia – desesperada por mais mão-de-obra para apoiar aquilo a que o Kremlin chama uma “operação militar especial” na Ucrânia – ofereceu liberdade aos condenados se estes se juntassem à luta.

A Rússia recorreu ao Grupo Wagner – cujo chefe é apontado como um aliado próximo do Presidente, Vladimir Putin – em vários conflitos armados em todo o mundo.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
30/11/22 16:13
por Lusa



 

“Crime de agressão”. Von der Leyen propõe “tribunal especializado” para julgar a Rússia

🇺🇦 UCRÂNIA / UNIÃO EUROPEIA / RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / JULGAMENTO

Ursula von der Leyen afirma que a União Europeia dispõe dos meios para fazer a Rússia pagar financeiramente.

© EPA/DUMITRU DORU

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, propôs esta quarta-feira a criação de um tribunal especializado para julgar a Rússia pelo “crime de agressão” à Ucrânia.

O tribunal deve funcionar em paralelo com o TPI. E, deve também ajudar a definir as compensações financeiras pela destruição causada na Ucrânia, que Bruxelas calcula em 600 mil milhões de euros.

Von der Leyen considera que “a agressão a um Estado Soberano” e os “crimes horríveis praticados pela Rússia na Ucrânia” não devem ficar impunes.

“Estamos a propor a criação de um tribunal especializado, apoiado pelas nações unidas, para investigar e acusar a Rússia do crime de agressão”, anunciou a presidente da Comissão Europeia, prometendo bater-se pelo “mais amplo apoio possível” na comunidade internacional.

A presidente da Comissão Europeia entende que a Rússia deve também pagar financeiramente pela devastação provocada na Ucrânia.

“Os estragos sofridos pela Ucrânia estão calculados em 600 mil milhões de euros”, afirmou. “A Rússia e os seus oligarcas tem de compensar a Ucrânia pelos estragos e cobrir os custos da reconstrução do país”, defendeu Von der Leyen, assegurando que a União Europeia dispõe dos meios para actuar a nível financeiro.

“Bloqueámos 300 mil milhões de euros das reservas do Banco Central da Rússia. E, congelámos 19 mil milhões de euros de oligarcas russos. No curto prazo, podemos criar com os nossos parceiros uma estrutura para gerir estes fundos e para os investir e usaremos os rendimentos para a Ucrânia”, afirmou a presidente do executivo comunitário, perspectivando que “quando forem levantadas as sanções, este dinheiro deva ser usado e assim a Rússia pagará a total compensação”.

Diário de Notícias
João Francisco Guerreiro, em Bruxelas
30 Novembro 2022 — 08:57



 

949: Mães russas lançam petição contra a Guerra na Ucrânia

– Pela ditadura putinofantoche, este grupo de mães passam a ser consideradas “hostis” ao regime ou “agentes estrangeiros”. Mais um lote de pessoas a ir de “cana”…

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MÃES RUSSAS/PETIÇÃO/CONTRA RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

As mulheres acusam ainda Moscovo de enviar os filhos da Rússia “para a morte” sem equipamentos de adequados.

© EPA/ROMAN PILIPEY

Um grupo de mães de soldados russos juntou-se a um grupo ativista para lançar uma petição online onde exigem a retirada das tropas de Moscovo da Ucrânia.

A campanha, organizada pelo grupo Russian Feminist Anti-War Resistance, foi lançada este domingo para coincidir com o Dia das Mães na Rússia. A petição tinha mais de 1.500 assinaturas este domingo.

“A chamada “operação militar especial” vai para nove meses, trazendo destruição, luto, sangue e lágrimas. Tudo o que acontece na Ucrânia e preocupa os nossos corações na Rússia.

Independentemente de nossa nacionalidade, religião ou condição social, nós – as mães da Rússia – estamos unidos num desejo: viver em paz e harmonia, criar nossos filhos sob um ambiente pacífico e sem temer por seu futuro”, pode ler-se na petição publicada no site www.change.org.

As mulheres acusam ainda Moscovo de enviar os filhos da Rússia “para a morte” sem equipamentos adequados: “Compram tudo às suas próprias custas, até coletes à prova de balas.

Quem vai sustentar as famílias que perderam o seu ganha-pão? Nós sabemos a resposta – todas essas dificuldades serão um fardo adicional sobre os ombros já sobrecarregados das mães!”

Esta não é a primeira vez que as mães de soldados recrutados apelam ao fim da invasão da Ucrânia, que aconteceu no dia 24 de Fevereiro, e se queixam de ser obrigadas a pedidos humilhantes junto das administrações municipais para saber dos filhos.

“Somos contra a participação de nossos filhos, irmãos, maridos, pais. É seu dever proteger os direitos e liberdades de mães e filhos. Não deve fechar os olhos a tudo isso”, pede a petição.

Diário de Notícias
DN
27 Novembro 2022 — 23:56



 

946: Quem beneficia com a chegada do “general inverno” ao campo de batalha na Ucrânia?

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UCRÂNIA/GENERAL INVERNO/RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺

Chamam-lhe o “General Inverno” pela forma implacável como destruiu alguns dos exércitos mais temidos da história. De Napoleão, à poderosa máquina de guerra Nazi, todos sentiram na pele os terrores do frio do leste da Europa, que agora está prestes abater-se sobre os exércitos da Rússia e da Ucrânia.

Milhões de refugiados, hipotermia, sabotagem e muita, muita artilharia são alguns dos cenários que devemos esperar para o inverno no campo de batalha.

Quem beneficia com a chegada do “general inverno” ao campo de batalha na Ucrânia? © TVI24

Já caíram as primeiras neves na Ucrânia e com isso surgem novos problemas para os militares que combatem no país. Se actualmente as operações militares parecem estar paradas, isso deve-se ao facto de a Ucrânia estar a acabar de atravessar o período que é conhecido como Rasputitsa, em que a chuva transforma o terreno em lamaçal e torna parte das estradas e dos percursos intransitáveis.

Agora, o chão coberto de neve é um obstáculo traiçoeiro para os militares que operam no terreno. Minas que precisavam ser cuidadosamente enterradas e dissimuladas, podem agora ser colocadas de forma imperceptível debaixo da neve, obrigando os soldados a cuidados mais acrescidos.

Além disso, a mudança da cor da paisagem, que fica completamente pintada de branco, faz com que os padrões camuflados com tons de floresta se tornem bem visíveis para o adversário, tornando-se alvos mais visíveis para os drones inimigos.

“As circunstâncias criadas pelo clima fazem com que se torne impossível uma guerra com avanços significativos no terreno. Por isso, a guerra com o “General Inverno” facilita muito o grupo que está entrincheirado, que consegue identificar o inimigo e o abater com mais facilidade”, explica o professor catedrático José Filipe Pinto.

Depois de vários meses de manobras defensivas, o exército ucraniano iniciou uma contra-ofensiva, reconquistando milhares de quilómetros quadrados.

Em alguns dos casos sem precisar de lutar rua a rua, como aconteceu em Kherson, onde o exército russo se viu obrigado a retirar para posições defensivas mais favoráveis do outro lado da margem do rio Dniepre, depois de a Ucrânia ter destruído as pontes que permitiam o reabastecimento da região.

E, neste momento, com a chegada do frio, são os militares russos que estão entrincheirados, o que lhes pode vir a dar uma forte vantagem.

Mas os especialistas acreditam que ambos os lados estão cientes das dificuldades do combate no inverno, com os soldados nas suas trincheiras e com as equipas de artilharia a tentar descobrir e bombardear posições inimigas.

Numa região onde as temperaturas podem atingir os 30 graus negativos, a própria necessidade de se manter aquecido pode revelar-se um gesto fatal, com os rastos de fumo das fogueiras a denunciar as posições ao inimigo.

Soldados ucranianos a utilizar o camuflado de inverno (Mykola Tys/Getty Images) © Fornecido por TVI

“Actualmente o Inverno é um aliado da Rússia e permitiu aos seus soldados entrincheirarem-se.  Mas a sensação térmica vai baixar muito naquela zona, com a neve a passar a gelo. O rigor do inverno prejudica a Ucrânia, que vinha a conquistar vários sucessos no campo de batalha” acrescenta.

Apesar de tudo, a Ucrânia diz estar preparada para a guerra no inverno. Os aliados ocidentais enviaram centenas de milhares de uniformes, botas e outros equipamentos próprios para o combate no frio. Em Setembro, vários países da NATO enviaram centenas de milhares de casacos, calças, botas e luvas próprias para o combate no árctico.

O próprio líder da aliança Atlântica, Jens Stoltenberg deixou a promessa de que vai fazer tudo para que a Ucrânia possa “conduzir operações significativas durante o inverno e continuar a fornecer tudo, desde combustível, roupas de inverno, tendas a sistemas avançados de armamento”.

O mesmo não é certo por parte do lado russo, de onde surgem múltiplos relatos de que os mais de 300 mil civis mobilizados estão a ser obrigados a comprar equipamentos com dinheiro do seu próprio bolso.

O porta-voz do Pentágono, Patrick Ryder, aponta ainda que os severos problemas logísticos que a Rússia tem experienciado devem agravar-se com a chegada do frio.

Seth Jones, vice-presidente do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, acredita que o período de inverno deve ficar marcado pela elevada actividade de sabotagem atrás das linhas inimigas, com forças especiais ucranianas e agentes infiltrados a tentar causar o caos.

“Os ucranianos vão continuar a avançar com ataques de sabotagem e subversão nas linhas russas com assassinatos direccionados e sabotagem contra áreas controladas pela Rússia dentro da Ucrânia”, disse ao The New York Times.

Mas guerra na Ucrânia é híbrida e não se resume só aos avanços e recuos dos exércitos. Se por um lado, o exército ucraniano demonstra estar preparado do ponto de vista logístico para fazer frente ao rigor do inverno, o mesmo não se pode dizer da população ucraniana.

Com um clima tão hostil, a ausência de luz eléctrica, água e gás para o aquecimento pode revelar-se uma combinação mortífera.

Estação eléctrica em Chernóbil, na Ucrânia (Sergei Supinsky / Getty Images) © Fornecido por TVI

E essa parece mesmo ser a estratégia de Vladimir Putin, que desde o início do mês de Setembro tem destruído sistematicamente as infra-estruturas críticas ucranianas, com particular foco na capacidade de produção e armazenamento de energia.

A situação é de tal forma grave que, após o ataque da última quarta-feira, mais de metade da infra-estrutura eléctrica do país está inoperacional. Além disso, este equipamento remonta à era soviética e é difícil de restaurar e substituir.

“Não é na derrota do exército ucraniano que Putin está a apostar. O presidente russo está a apostar na incapacidade de resistência da população ucraniana perante condições completamente adversas”, esclarece o José Filipe Pinto.

A situação pode acabar por precipitar o país para uma catástrofe humanitária ainda mais severa, obrigando milhões de ucranianos a migrar para a União Europeia, em busca de calor. Hans Henri. P Kluge, director regional da Organização Mundial da Saúde na Ucrânia, admite que o número de refugiados pode chegar aos três milhões.

O objectivo é pressionar os aliados dos ucranianos, para que, após receberem milhões de refugiados, pressionem Zelensky a sentar-se na mesa de negociações e acorde um cessar-fogo com Putin. É a utilização dos refugiados enquanto arma política.

“Ao tornar a Ucrânia inabitável no inverno, eles estão a enviar potencialmente milhões de ucranianos para a Europa. Isso colocaria pressão sob os governos europeus.

A esperança é que a Europa, por sua vez, pressione Kiev”, explica o antigo comandante do exército norte-americano na Europa, o tenente-general Ben Hodges, numa entrevista citada na imprensa.

Ceder à estratégia russa pode acabar por ser mortal. Para a Rússia, um cessar-fogo seria uma pausa operacional recebida com agrado, numa altura em que o exército de Moscovo se vê obrigado a “tomar decisões difíceis” e a retirar de regiões que anexou ilegalmente com pompa e circunstância.

Segundo o Royal United Services Institute (RUSI), um think tank de Defesa britânico, tal pausa serviria apenas para recuperar e fortalecer as posições conquistadas.

Carro de combate ucraniano junto a um prédio na localidade de Avdiivka, a norte de Donetsk (Aleksey Filippov / AFP) © Fornecido por TVI

E, a julgar pelas declarações de Jens Stoltenberg, parece ser com essa noção que os parceiros da Ucrânia operam. O líder da NATO disse que ainda que “muitas guerras acabam com negociações”, o que acaba por acontecer nesse processo “depende do que acontece no campo de batalha”. Por isso, acrescenta, não haverá “paz duradoura” na Ucrânia caso a Rússia vença o conflito.

“Para a Ucrânia, as condições de inverno vão dificultar a logística das operações convencionais, enquanto a falta de vegetação e cobertura vão tornar os avanços dos blindados mais arriscados.

Para a Rússia, com soldados desmoralizados e posições defensivas mal preparadas, é provável que o inverno veja uma nova queda no moral”, antevêem os analistas do RUSI.

MSN Notícias

TVI TVI
João Guerreiro Rodrigues
26.11.2022


No Facebook não se pode falar mal da Besta de Leste, um russonazi 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 terrorista, assassino e psicopata demente!


 

878: Ucrânia: Pentágono diz que Rússia regista falta de munições, Moscovo desmente

– Falta de munições? Os russonazis ☠️卐☠️ ? Só hoje foram SETENTA MÍSSEIS sobre Kiev e outras cidades, uma maternidade atingida e um bebé MORTO! Perguntem aos fornecedores deles (Irão e Koreia do Norte), como vai o negócio! Deixem eles continuarem a ASSASSINAR, a DESTRUIR, quando já não existir um ucraniano vivo, é que vão agir? Falta de 🍅🍅

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TERRORISMO/ASSASSÍNIOS/ORCS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

“Os russos enfrentam problemas logísticos desde o início” da invasão da Ucrânia, e “ainda estão numa situação fragilizada com a logística”, declarou o ministro da Defesa norte-americano

A Rússia regista uma “penúria significativa” de munições para a sua artilharia e que poderão limitar no futuro as suas operações na Ucrânia, afirmou esta quarta-feira o ministro da Defesa norte-americano Lloyd Austin, e apesar dos desmentidos de Moscovo.

“Os russos enfrentam problemas logísticos desde o início” da invasão da Ucrânia, e “ainda estão numa situação fragilizada com a logística”, declarou Austin a um grupo de jornalistas a bordo de um avião militar.

“[Os russos] registam uma penúria significativa de mísseis de artilharia”, em particular pelo facto de Kiev ter destruído diversas reservas de munições russas”, precisou o chefe do Pentágono.

A Rússia tem utilizado com frequência a sua artilharia desde o início da guerra, disparando numerosos rockets em direcção às forças ucranianas antes de se movimentarem no terreno.

“Para este género de operação, são necessárias numerosas munições. Não estou seguro de que [os russos] possuam as suficientes para permitir este género de situações no futuro”, acrescentou Austin.

O chefe do Pentágono precisou que as reservas russas de mísseis de precisão foram “significativamente reduzidas” nos nove meses de guerra, e que Moscovo não terá capacidade de as substituir rapidamente devido às sanções económicas impostas à Rússia, em particular os microprocessadores.

Em paralelo, e através de uma mensagem no Telegram, o vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitri Medvedev, assegurou que, ao contrário das expectativas dos “inimigos”, o país possui suficientes reservas de armamentos para prosseguir os ataques.

“Os inimigos continuam a contar cuidadosamente os nossos lançamentos e as nossas reservas [de armamento]. Deveriam estar mais bem informados e não aguardar por uma escassez dos nossos recursos”, disse.

“Vai prosseguir. Existem [munições] em quantidade suficiente para todos!”, ironizou.

Medvedev disse ter visitado uma companhia estatal russa onde abordou “um aumento do fornecimento de armamento de alta precisão para as Forças armadas russas”, tendo ainda divulgado um vídeo no interior do complexo junto a bombas e torpedos, indicou a agência oficial russa TASS.

Esta empresa, fundada em 1969, é uma das maiores da Rússia na produção de torpedos e bombas.

Esta quarta-feira, a Rússia disparou cerca de 70 mísseis de cruzeiro sobre diversas regiões da Ucrânia, tendo sido abatidos 51 segundo o Exército ucraniano, apesar destes bombardeamentos terem provocado importantes cortes no fornecimento de energia.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus –, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia — foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.595 civis mortos e 10.189 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Diário de Notícias
DN/Lusa
23 Novembro 2022 — 18:58



 

873: Rússia lança mais de 70 mísseis. Três mortos em Kiev, cortes de água e luz

– Ó senhora embaixadora, não basta os EUA estarem com a Ucrânia! É preciso de IMEDIATO, começarem a bombardear Moscovo e S. Petersburgo! Os ucranianos estão a servir de carne para canhão sem que exista qualquer tipo de represália contra os nazis! Esta merda já está a cheirar mais que mal! Quando é que começam a mandar umas bojardas de “alta precisão” para aterrarem em Moscovo e S. Petersburgo (para começar…) ??? Estes FDP enquanto elas não começarem a cair-lhes em cima da cornadura, não param! Isto é a retaliação russonazi ☠️卐☠️ sobre a decisão do Parlamento Europeu ter considerado – e bem – os russonazis ☠️卐☠️ como estado terrorista!

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Há relatos que indicam cortes de energia no norte e no centro de Kiev na sequência do mais recente ataque russo. Foram ainda reportadas explosões em Lviv e Kremenchuk.

© SERGEI SUPINSKY/AFP

As forças russas lançaram esta quarta-feira mais de 70 mísseis e atingiram várias cidades, incluindo a capital da Ucrânia, Kiev, disseram as autoridades ucranianas.

Foram danificadas infra-estruturas críticas, nomeadamente na capital, naquele que é o mais recente ataque de uma série que provocou apagões em todo o país, isto numa altura em que descem as temperaturas. Pelo menos três pessoas morreram em Kiev.

“O inimigo está a lançar ataques com mísseis contra a infra-estrutura crítica na cidade de Kiev. Fiquem em abrigos até ao fim do alerta aéreo”, disse o município nas redes sociais, com o presidente da Câmara, Vitali Klitschko, a revelar que infra-estrutura crítica foi atingida.

“Como resultado do ataque, um prédio residencial de dois andares foi danificado. Três pessoas morreram e seis ficaram feridas”, disse a administração militar da cidade numa mensagem divulgada na rede social Telegram.

Há cortes de energia no norte e no centro de Kiev. Também há falhas no abastecimento de água na cidade.

Devido a esta nova série de ataques russos, “o abastecimento de água foi suspenso em Kiev”, disse Vitali Klitschko nas redes sociais. “Toda” a região circundante de Kiev ficou sem energia, avançou também o governador regional, Oleksiy Kuleba.

Estão a ser reportados outros ataques das forças de Moscovo nas regiões de Mykolaiv e Dnipropetrovsk, mas também em Lviv e Kremenchuk, na região de Poltava, segundo o jornal britânico The Guardian. Cortes de energia estão a ser relatados um pouco por todo o país.

A cidade de Lviv, no oeste, ficou completamente sem energia, disse o presidente da autarquia.

“Toda a cidade está sem energia. Estamos a aguardar informações adicionais de especialistas em energia”, disse o autarca Andriy Sadovyi nas redes sociais, alertando que também pode haver interrupções no abastecimento de água da cidade.

Perante esta nova série de ataques das forças russas, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia voltou a reforçar a necessidade do país em ter “todos os sistemas de defesa aérea o mais rápido possível”.

Dmytro Kuleba escreveu na rede social Twitter que a Rússia está a “celebrar” o reconhecimento, por parte do Parlamento Europeu, de que é “um Estado terrorista”, com o lançamento de “novos mísseis contra a capital da Ucrânia e outras cidades”.

Mykhailo Podolyak, assessor do gabinete do presidente da Ucrânia, declarou esta quarta-feira, nas redes sociais, que está em curso um novo “ataque maciço” às infra-estruturas críticas do país.

Três centrais nucleares desligadas da rede

Todas as três centrais nucleares ainda sob controlo ucraniano foram desligadas da rede eléctrica, disse a operadora nuclear da Ucrânia, devido aos novos ataques aéreos russos que atingiram o país.

A Energoatom disse em comunicado que os ataques activaram protocolos de emergência nas centrais nucleares de Rivnenska, Pivdennoukrainska e Khmelnytska e que “como resultado… todos os reactores foram automaticamente desligados” da rede eléctrica, informou a empresa nas redes sociais.

Apagões na vizinha Moldávia devido aos ataques russos contra a Ucrânia

A Moldávia anunciou que o país estava a enfrentar apagões generalizados como resultado de uma nova onda de ataques russos às infra-estruturas de energia na vizinha Ucrânia.

“Como resultado dos bombardeamentos da Rússia no sistema de energia ucraniano, na última hora tivemos apagões de electricidade em todo o país. A [empresa] Moldelectrica está a trabalhar para restabelecer o fornecimento de electricidade”, escreveu o vice-primeiro-ministro da Moldávia, Andrei Spinu, no Facebook.

A embaixadora dos EUA em Kiev afirmou que Moscovo está a “punir a Ucrânia por ousar ser livre” ao lançar novos ataques “cruéis” em todo o país.

Numa mensagem divulgada nas redes sociais, Bridget A. Brink destaca a “força do povo ucraniano” e diz que irá falhar “a tentativa da Rússia de dominar a Ucrânia, mergulhando-a no frio e na escuridão”. A diplomata norte-americana reforça que os EUA estão com a Ucrânia.

Em actualização

Diário de Notícias
DN/AFP
23 Novembro 2022 — 15:06



 

860: Crimeia, que Ucrânia sonha recuperar até ao fim do ano, alvo de ataques de drones

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– Façam o mesmo a esses russonazis ☠️卐☠️ o mesmo que eles fazem aos ucranianos. Metralha em cima deles! A Crimeia é ucraniana não é russa, foi ocupada pelos russonazis ☠️卐☠️ putinocratas ilegalmente.

CRIMEIA/UCRÂNIA/ATAQUES/DRONES

Autoridades pró-russas da península dizem que ataques foram travados e não houve danos nas infra-estruturas. Na sexta-feira, admitiram estar a fortificar a região, após a retirada das forças de Moscovo da cidade de Kherson.

Voluntários distribuem comida em Kherson. Recuperação do controlo desta cidade faz ucranianos acreditar na reconquista da Crimeia.
© EPA

A península da Crimeia, sob controlo russo desde 2014, foi esta terça-feira alvo de ataques com drones, obrigando à intervenção da defesa antiaérea, revelou o governador da região administrativa de Sebastopol escolhido pelo Kremlin, Mikhail Razvozhayev.

Pelo menos dois dos drones foram destruídos, indicou no Telegram, explicando que não tinham sido atingidas infra-estruturas civis e apelando à população para que “fique calma”.

No sábado, em entrevista à Sky News, o vice-ministro da Defesa ucraniano, Volodymyr Havrylov, mostrou-se confiante de que a Ucrânia recuperará o controlo da Crimeia até ao final do ano – e que a guerra terminará até ao final da primavera.

Razvozhayev, que apontou o dedo aos “nazis ucranianos” e disse que as forças russas estão em “alerta máximo”, indicou que o alvo dos ataques com drones era a central termoeléctrica de Balaklava – próxima de Sebastopol, porto que acolhe a frota russa do Mar Negro. Segundo o governador, também foi travado um ataque com três drones ao largo desta cidade.

Moscovo acusou Kiev de atacar Sebastopol no final de Outubro, usando estes veículos aéreos e marítimos controlados à distância. Na altura, a Rússia suspendeu temporariamente a participação no acordo que permite a exportação dos cereais ucranianos.

No passado, o ex-presidente russo, Dmitri Medvedev, actual número dois do Conselho de Segurança da Rússia, defendeu que um ataque ucraniano à Crimeia desencadearia o “Dia do Juízo Final”.

A península, anexada ilegalmente em 2014, já foi alvo de ataques espectaculares – incluindo à ponte do estreito de Kerch que faz a ligação com a Rússia. Kiev tem negado sempre a responsabilidade.

Após a retirada das forças de Moscovo de Kherson, a única capital regional que tinham conseguido conquistar logo após a invasão há quase nove meses, as autoridades pró-russas da Crimeia admitiram estar a fortificar a península.

“Trabalhos de fortificação estão a ser empreendidos no território da Crimeia sob o meu controlo com o objectivo de garantir a segurança de todos os habitantes”, disse na sexta-feira o governador nomeado pelo Kremlin, Sergei Aksyonov.

Durante uma visita do vice-ministro da Defesa ucraniano ao Reino Unido, a Sky News perguntou-lhe se o sucesso em Kherson fazia com que outros objectivos parecessem mais prováveis, como a reconquista da Crimeia: “É apenas uma questão de tempo e, claro, gostaríamos que fosse o mais rapidamente possível”, indicou Havrylov, mostrando-se convencido de que as forças ucranianas podem estar na Crimeia “no final de Dezembro”.

O vice-ministro acredita que a guerra pode acabar no final da primavera, deixando claro que a sociedade ucraniana está unida em levar o conflito até ao fim. “Todos sabem que qualquer atraso ou conflito congelado é apenas a continuação desta guerra contra a existência da Ucrânia enquanto nação”, afirmou ao canal britânico.

Buscas em mosteiros

Um mosteiro do século XI em Kiev, sede de um ramo da igreja ortodoxa ucraniana que esteva sob a jurisdição de Moscovo mas que cortou relações com a Rússia após a invasão, foi esta terça-feira alvo de buscas por parte dos serviços de segurança da Ucrânia (SBU).

As autoridades de Kiev suspeitam que possa ter ligações a agentes russos, com o Kremlin a denunciar nestas buscas o último capítulo da “guerra” dos ucranianos contra a igreja russa.

Em comunicado, o SBU indicou que o Mosteiro de Kiev-Petchersk (património da Humanidade da UNESCO) foi alvo de “medidas de contra inteligência” que visam “combater as actividades subversivas dos serviços de segurança russos na Ucrânia”.

O objectivo é impedir que o local se torne no “centro do mundo russos” ou que seja usado por “grupos de inteligência e sabotagem” e para armazenar armas. Outros mosteiros foram também alvo das mesmas buscas, não tendo sido divulgados os resultados das operações.

A Igreja Ortodoxa Russa criticou estas buscas, falando de um “ato de intimidação” e dizendo que “como muitos outros casos de perseguição de fiéis na Ucrânia desde 2014” irá “quase de certeza passar despercebido pelos que se apelidam de comunidade internacional de Direitos Humanos”.

O líder da Igreja Ortodoxa Russa, o patriarca Kirill, tem sido uma das vozes de apoio às acções militares de Moscovo na Ucrânia.

A Rússia perdeu várias paróquias ucranianas em 2019, num cisma desencadeado pela anexação da Crimeia e o apoio aos separatistas na região do Donbass, mas algumas igrejas tinham ficado ainda sob a jurisdição e Moscovo. Isso mudou após a invasão.

Frio como “arma de destruição maciça”

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse esta terça-feira que a Rússia está a tentar usar o frio como “arma de destruição maciça” ao atingir infra-estruturas de energia.

“Para sobreviver este inverno e impedir que a Rússia transforme o frio num instrumento de terror e submissão, precisamos de muitas coisas”, referiu numa mensagem enviada a um encontro de autarcas franceses, citada pela AFP.

Zelensky apelou ao envio de geradores, além de material de apoio às operações de desminagem e equipamento para os serviços de emergência ucranianos.

A Organização Mundial de Saúde disse que este é o “inverno da sobrevivência” na Ucrânia, após os ataques russos continuados às infra-estruturas.

susana.f.salvador@dn.pt

Diário de Notícias
Susana Salvador
22 Novembro 2022 — 23:09



 

Ucrânia detém ‘traidor’ que libertou prisioneiros de Kherson

UCRÂNIA/KHERSON/PRISIONEIROS RUSSONAZIS ☠️卐☠️

O guarda prisional terá deixado os presos russos fugir antes da retirada do exército russo e fingido que não sabia o que se estava a passar. O homem enfrenta agora uma pena de prisão perpétua.

Os vestígios de um míssil russo numa vila na região de Kherson.
© EPA/OLEG PETRASYUK

Investigadores ucranianos disseram esta terça-feira que um guarda da prisão na cidade recentemente libertada de Kherson é suspeito de cometer traição por libertar prisioneiros antes da retirada do exército russo.

No dia 11 de Novembro, o exército russo retirou as suas forças da cidade de Kherson, no sul, num grande revés numa das regiões que o presidente Vladimir Putin afirmou ter anexado.

Na terça-feira, o State Bureau of Investigation (SBI) da Ucrânia disse que um oficial encarregado da segurança numa prisão local colaborou com as forças russas e permitiu que os presos fugissem antes da retirada da Rússia.

“O SBI deteve um traidor da prisão de Kherson, que libertou prisioneiros antes da libertação da cidade”, afirmou em comunicado. “No dia em que Kherson foi libertada dos ocupantes, o funcionário da prisão fingiu não perceber a fuga dos presos e não tomou nenhuma providência para impedi-la.” Ele próprio não teve tempo de escapar e foi detido, acrescentou o SBI.

O ex-funcionário é suspeito de cometer o crime de traição ao Estado e pode receber uma pena de prisão perpétua.

Na semana passada, a Ucrânia disse ter detido um militar russo a vestir roupas civis na cidade de Kherson recapturada, que fingia ser um local, mas depois admitiu ser um soldado profissional.

Autoridades ucranianas e testemunhas dizem que as tropas russas deixaram um rasto de miséria e destruição após a retirada de Kherson.

Na segunda-feira, as autoridades de Kiev disseram que quatro locais de tortura russos foram descobertos na cidade.

Diário de Notícias
DN/AFP
22 Novembro 2022 — 13:17



 

846: “Ucrânia chega à Crimeia em Dezembro e guerra termina na primavera”

🇺🇦 SLAVA UKRAYINI 🇺🇦

UCRÂNIA/GUERRA/INVASÃO/ORCS/RUSSONAZIS ☠️卐☠️

Volodymyr Havrylov, adjunto do ministro ucraniano da Defesa, acredita que a Crimeia pode ser libertada em Dezembro e a guerra terminar até à primavera.

Roman Pilipey / EPA

“Existe um fenómeno chamado cisne negro, um evento imprevisto, que ninguém espera. Acho que a Rússia pode enfrentar um cisne negro dentro do país, dentro da Rússia, e pode contribuir para o nosso sucesso na Crimeia.

Há também opções militares, com algum tipo de combinação de forças, recursos e algo mais. Podemos entrar na Crimeia, por exemplo, até ao final de Dezembro. É possível? É possível. Não está excluído que assim seja”, disse o major-general na reserva à Sky News.

Para Havrylov, o “cisne negro” seria a queda do Presidente da Rússia, Vladimir Putin. “Desaparecer fisicamente ou politicamente”, explicou, acrescentando que esse desaparecimento poderia estar ligado a questões no seu círculo interno, ao descontentamento da população russa ou a uma mistura de vários factores.

O responsável disse ainda que Kiev negociará com a Rússia quando esta sair dos territórios ocupados, Crimeia incluída. “Há uma decisão dentro da sociedade ucraniana de que iremos até o fim (…) As pessoas pagaram com muito sangue, com muito esforço o que já conseguimos”, referiu.

Havrylov considera que uma pausa no conflito dará vantagem à Rússia, que poderia reordenar as tropas e atacar a Ucrânia com mais força. “É por isso que não temos o direito de parar. Temos de avançar”, sublinhou.

“Sinto que no final da primavera esta guerra terminará”, apontou, afirmando, contudo, que é necessário estar preparado para diferentes cenários, inclusive para uma guerra longa.

Taísa Pagno // ZAP
21 Novembro, 2022