845: Portugal está entre os países onde o preço dos alimentos mais supera a inflação geral

INFLAÇÃO/PREÇOS/CABAZ ALIMENTAR

Na última semana, um cabaz de bens alimentares essenciais custava, em Portugal, 209,98 euros, mais 26 euros do que no início do Fevereiro.

Portugal figura entre os países da União Europeia em que a inflação dos bens alimentares superou a taxa de inflação geral, de acordo com uma estimativa feita pelo jornal espanhol Cinco Días. A diferença, entre os meses de maio e Agosto, foi de 4,84%.

Portugal só foi ultrapassado pela Alemanha e pela Suécia, onde as diferenças se situaram, respectivamente, nos 7,27% e nos 5,24%. Já no que respeita à media da Zona Euro, fixou-se nos 2,58%.

Tal como lembra o jornal Público, na semana passada, o Eurostat divulgou dados que revelam que os bens alimentares aumentaram 16,2%, em Outubro, em Portugal.

Novamente, acima da Zona Euro. É ainda possível estabelecer comparações com o mesmo período do ano passado, quando os alimentos estavam 8,8% mais baratos.

Segundo a mesma fonte, na última semana, um cabaz de bens alimentares essenciais custava, em Portugal, 209,98 euros, mais 26 euros do que no início do Fevereiro, isto é, antes do conflito armado na Ucrânia. Feitas as contas pela Deco Proteste, estamos perante uma subida de 14,35% no custo do cabaz.

Se se considerar os alimentos que compõem o cabaz, foram os lacticínios e a carne os produtos que mais aumentaram, com subidas na ordem dos 21,01% e 20,08%.

No campo oposto, dos aumentos menos significativos, estão os da fruta, os dos legumes, os das mercearias, os do peixe e congelados. Apesar de nas últimas semanas se ter assistido a uma diminuição dos custos, o valor máximo do cabaz alimentar foi atingido em Outubro, fixando-se nos 214,30 euros.

ZAP //
21 Novembro, 2022



 

406: Actualização dos escalões de IRS vai penalizar quem tiver aumentos salariais

IMPOSTOS/IRS/GOVERNO

António Pedro Santos / Lusa
O ministro das Finanças, Fernando Medina.

As alterações nos escalões do IRS previstas para 2023 vão penalizar os contribuintes que tiverem aumentos salariais, que vão perder poder de compra, tendo em conta a taxa de inflação.

No próximo ano, quem tiver aumentos salariais semelhantes à taxa de inflação registada em 2022 vai perder poder de compra. Isto porque esse aumento será penalizado pela actualização dos escalões do IRS em 5,1% no próximo ano.

A actualização é inferior à taxa de inflação, não apenas à deste ano (7,2%), mas também à que o Governo prevê para o próximo ano (7,4%).

Assim, tendo em conta os valores actuais e os previstos pelo Governo, os aumentos salariais iguais à taxa de inflação acabarão por ser penalizados no IRS em 2023.

Já os salários até 1.000 euros vão ter um alívio fiscal no próximo ano.

Actualização tinha de ser de 18%

Simulações da Deloitte mostram que, mantendo a ideia do aumento das remunerações em 5,1%, em linha com as mexidas no IRS, o Governo teria de actualizar os escalões “na vizinhança de 18%” para haver “um aumento da remuneração líquida aproximado ao aumento dos preços”, como cita o Jornal de Negócios.

A consultora teve em conta os valores avançados pelo Governo, no âmbito da discussão da proposta de Orçamento de Estado para 2023( OE2023).

“Se aumentarmos os salários em 5,1% e os escalões em igual percentagem, temos um aumento do rendimento líquido em 5,1%, mas isso só acontece assim porque assumimos que as deduções também aumentam 5,1%“, aponta ao Negócios o especialista da Deloitte Ricardo Reis. Se isso não acontecer, o aumento líquido não será de 5,1%, constata.

O Governo ainda não indicou se haverá, ou não alterações nas deduções em sede de IRS. Será preciso esperar pela entrega da proposta final de OE2023, na próxima segunda-feira, para saber.

  ZAP //
8 Outubro, 2022



 

372: Rendimentos anuais isentos de IRS sobem para 10.500 euros em 2024

– Senhora ministra do Trabalho, eu troco consigo os meus rendimentos e as minhas despesas para saber, ao vivo, a cores e no corpo, o que custa (sobre)viver neste país sem qualquer tipo de ajuda! Conversa da treta, aliás, a única que todos os políticos, sem excepção, sabem falar…

GOVERNO/IRS/ESCALÕES/2024

Mexida reflecte aumento do salário mínimo para 750 euros em 2023 proposto pelo governo. Descida do IRC para empresas também deverá ser discutida com parceiros sociais.

Ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho, reúne-se esta quarta-feira com patrões e sindicatos.
© LUSA

A manter-se o aumento do salário mínimo, proposto pelo governo, de 705 para 750 euros em 2023, o mínimo de existência, isto é, o patamar até ao qual os portugueses estão isentos de IRS, vai disparar 630 euros, de 9.870 para 10.500 euros anuais, em 2024, ano em que é liquidado o imposto relativo aos rendimentos de 2023. Significa que, daqui por dois anos, cerca de 2,5 milhões de trabalhadores (ou um quarto da população) estão livres de pagar IRS.

Mexidas fiscais para não penalizar subidas salariais, e descidas do IRC como contrapartida para as empresas que valorizem os colaboradores, serão algumas das matérias que o executivo deverá apresentar esta quarta-feira a patrões e sindicatos, no âmbito do Acordo de Competitividade e Rendimentos, em sede de Concertação Social.

Em relação à evolução da remuneração mínima garantida e tendo em conta uma inflação galopante, que poderá atingir este ano 7,7%, segundo o Conselho das Finanças Públicas, o governo até poder ir além dos 750 euros para o próximo ano, como reivindicam UGT e CGTP.

E, nesse caso, o mínimo de existência também subiria. Segundo o Código do IRS, este tecto é obtido pela aplicação desta fórmula: 1,5 x 14 x o valor do IAS, que está nos 443,2 euros. Contudo, a mesma lei diz que o mínimo de existência nunca pode ser inferior ao salário mínimo vezes 14 meses. Como a remuneração mínima é superior e tem subido mais do que o IAS, utiliza-se então esse referencial.

Por exemplo, se o governo aplicar os 7,7% de aumento no salário mínimo, este valor subiria para 759 euros, mais nove euros do que o previsto, o que elevaria o mínimo de existência para 10.629,9 euros. A UGT até poderá aceitar, uma vez que o secretário-geral da confederação sindical, Mário Mourão, já afirmou, em entrevista ao DN/TSF, que a “linha vermelha para subir rendimentos não pode ser inferior a 7%”. Mas a CGTP é muito mais ambiciosa e exige um aumento de quase 95 euros, para os 800 euros, já em 2023.

Independentemente da evolução do salário mínimo para o próximo ano, o Ministério das Finanças deverá realizar alterações cirúrgicas ao mínimo de existência já este ano e com efeitos em 2023, nomeadamente, para evitar uma penalização dos pensionistas isentos de IRS e que por via do bónus de mais meia reforma que vão receber em Outubro poderão ter de pagar imposto no próximo ano.

À Lusa, o Ministério das Finanças adiantou que “o governo encontra-se a ultimar a proposta de alteração a este mecanismo, devendo a mesma ser apresentada em breve. Esta proposta evitará que existam casos de aumento bruto de rendimentos que não correspondam a aumentos líquidos”, designadamente rendimentos próximos do salário mínimo nacional”.

Daqui por dois anos, cerca de 2,5 milhões de portugueses (ou um quarto da população) estão livres do pagamento do IRS.

Do lado das confederações patronais, o governo vai ser pressionado a baixar a carga fiscal, sobretudo o IRC. António Saraiva, presidente da CIP – Confederação Empresarial de Portugal, mostrou-se confiante com uma redução transversal do imposto de 21% para 19% depois de o ministro da Economia, António Costa Silva, ter admitido uma baixa global do IRC.

Mas, dias depois, o Ministério das Finanças deu sinais de que o governo fala a uma só voz e essa vai no sentido de beneficiar fiscalmente as empresas que aumentem salários e reinvistam os lucros, de acordo com as Grandes Opções do Plano do governo para 2022-2026, a que o DN/DV teve acesso.

Para a Confederação do Comércio e Serviços (CCP), a redução transversal do IRC não é uma prioridade, até porque nem 40% das empresas pagam esse imposto, tal como o DN/DV já noticiou.

O presidente da CCP, João Vieira Lopes, revela que “o tecido empresarial português é constituído essencialmente por micro e pequenas empresas que não têm lucros para serem tributados”. Vieira Lopes defende antes “uma diminuição ou mesmo o fim das tributações autónomas” que incidem sobre os gastos das empresas, como automóveis ou despesas de representação.

“A contribuição do governo tem de incluir desagravamentos fiscais transversais a todas as empresas e consumidores, porque só assim aumenta o rendimento líquido”. Vieira Lopes alerta ainda que o Acordo de Competitividade e Rendimentos deve ter em conta não só a produtividade e a inflação mas também a evolução da economia, que deverá retrair nos próximos anos”.

O Conselho das Finanças Públicas melhorou as perspectivas de crescimento do PIB para este ano, para 6,7%, mas cortou as do próximo ano, prevendo agora uma forte desaceleração de 1,2%.

A menos de 15 dias da entrega da proposta do Orçamento do Estado (OE) para 2023, parceiros sociais e governo sentam-se à mesa para dar o pontapé de saída das negociações para um pacto social que eleve não só o salário mínimo, mas também os vencimentos médios, e como contrapartida preveja um alívio fiscal para os empregadores.

O Acordo não deverá ficar fechado antes do OE, mas as reuniões com os parceiros sociais deverão já dar sinais ao executivo sobre as medidas adoptar na proposta orçamental.

Salomé Pinto é jornalista do Dinheiro Vivo

Diário de Notícias
Salomé Pinto
28 Setembro 2022 — 00:15



 

347: Apoio de 125 euros será pago a partir de 20 de Outubro

– Porquê a partir de 20 de Outubro e não nas datas em que a SS (dia 8) e a CGA (dia 19) pagam as pensões de reforma? Isto faz-me recordar a disparidade entre as instituições SS e CGA nas datas dos pagamentos das pensões: a SS se o dia 8 calhar a um sábado, paga apenas na segunda-feira seguinte, se calhar a um Domingo, a mesma coisa, a um Feriado, no dia útil seguinte; a CGA se o dia 19 calhar a um sábado/Domingo e Feriado, paga sempre no dia útil anterior.

APOIO EXCEPCIONAL/125 EUROS/INFLAÇÃO

Em causa está o apoio excepcional aos rendimentos que será de 125 euros por titular adulto e de 50 euros por dependente até aos 24 anos de idade.

© Leonardo Negrão / Global Imagens

Os apoios de 125 euros e de 50 euros às famílias anunciados pelo Governo no pacote de medidas para compensar o impacto do aumento dos preços serão pagos por transferência bancária a partir de 20 de Outubro.

A data é avançada numa nota do Ministério das Finanças enviada à Lusa e integra uma portaria que deverá ser publicada esta segunda-feira em Diário da República.

“Os apoios extraordinários às famílias, jovens e crianças serão pagos por transferência bancária a partir do dia 20 de Outubro”, pode ler-se na nota do gabinete liderado pelo ministro Fernando Medina.

Em causa está o apoio excepcional aos rendimentos que será de 125 euros por titular adulto e de 50 euros por dependente até aos 24 anos de idade (inclusivamente), ou sem limite de idade no caso dos dependentes por incapacidade.

“De modo a simplificar e agilizar a operacionalização deste apoio determinou-se que a respectiva atribuição não carece de qualquer adesão por parte dos cidadãos, sendo automática”, refere o Ministério das Finanças.

Caso não seja possível avançar com o pagamento do apoio no dia 20 de Outubro “por insuficiência de informação ou invalidade do IBAN, a Autoridade Tributária repetirá mensalmente as transferências durante meio ano”, acrescenta o gabinete.

O ministério diz que, desta forma, permite-se “que as pessoas não sejam prejudicadas, podendo actualizar o IBAN no Portal das Finanças posteriormente de modo a salvaguardar o recebimento do apoio”.

A portaria que será publicada em Diário da República estabelece ainda que os bolseiros passam a estar expressamente abrangidos pelo apoio extraordinário de 125 euros sempre que paguem seguro social.

Já quem receba complemento excepcional a pensionistas (que corresponde a metade do valor da pensão) inferior a 125 euros, receberá posteriormente a diferença a título de apoio extraordinário.

Por exemplo, um pensionista com uma pensão de 200 euros terá direito a um complemento excepcional de 100 euros e receberá depois mais 25 euros.

O pacote de apoios às famílias para mitigar o impacto da inflação foi anunciado pelo Governo em 05 de Setembro e terá um custo global de 2,4 mil milhões de euros, de acordo com o executivo.

O apoio aos rendimentos é atribuído aos residentes com rendimento até 2.700 euros brutos por mês, sendo também abrangidos beneficiários de determinadas prestações sociais.

Este apoio excepcional aos rendimentos custará cerca de 840 milhões de euros e deverá abranger perto de 5,8 milhões de pessoas, segundo o Governo.

Já o complemento para pensionistas deverá chegar a 2,7 milhões de pensionistas da Segurança Social e da Caixa Geral de Aposentações e tem um custo associado de cerca de 1.000 milhões de euros em 2022.

Diário de Notícias
DN/Lusa
26 Setembro 2022 — 07:13



 

142: Material escolar está 16,5% mais caro este ano do que em 2021

“… Para os pais e encarregados de educação, a braços com uma inflação elevadíssima e perda de poder de compra, o cenário não se afigura nem risonho nem de poupança.”

SOCIEDADE/MATERIAL ESCOLAR

Análise do KuantoKusta revela que um cabaz com artigos escolares custa mais 15 euros em comparação com Agosto do ano passado. A subida da inflação já se sente nestes produtos.

Procura de material de escolar está a acontecer mais cedo este ano, segundo o kuantoKusta.
© Paulo Spranger / Global Imagens

Aproxima-se a passos largos o regresso à escola de milhares de estudantes portugueses. No entanto, e antes do início das aulas, é preciso comprar toda uma parafernália de material para este ano lectivo.

Para os pais e encarregados de educação, a braços com uma inflação elevadíssima e perda de poder de compra, o cenário não se afigura nem risonho nem de poupança.

E isto porque um cabaz de material escolar básico está 15 euros mais caro, quando comparado com o mês de Agosto de 2021. Este valor representa um aumento de 16,54% relativamente ao período homólogo, revelou ao DN/Dinheiro Vivo, o KuantoKusta.

Segundo a análise do comparador de preços online, em Agosto do ano passado, um cabaz para um aluno de segundo ciclo, contendo lápis e esferográficas, cadernos, mochila, estojo e calculadora científica, custava 92,12 euros. Em Agosto deste ano, o mesmo cabaz custa 107,36 euros, ou seja, mais 15,24 euros do que no ano passado (ver infografia).

O KuantoKusta analisou, ainda, os preços dos artigos mais procurados dentro de cada categoria e descobriu que as maiores subidas verificaram-se nos estojos (+42,86%), nos cadernos A4 (+26,54%) e nas mochilas (+10,81%). Já os lápis e as esferográficas seleccionados pelo marketplace foram os artigos que não sofreram qualquer alteração.

A empresa diz que “a inflação e o aumento dos custos de muitos materiais impactaram os preços de artigos como lapiseiras e minas (com uma subida média de preço de 205%), papel A4 (+160%), furadores e agrafadores (+115%) e lápis, afias e borrachas (+105%)”. Já as mochilas escolares, as calculadoras e os estojos conseguiram uma descida do preço médio.

Apesar do pico de compra destes artigos acontecer nas segunda e terceira semanas de Setembro (entre os dias 13 e 23 desse mês em 2021), no início do corrente mês a procura por material escolar e artigos de escritório já se fazia sentir.

O KuantoKusta verificou que a maior procura dos consumidores foi mesmo por material escolar, que cresceu 93,5%. Dentro desta categoria destacam-se os cadernos (+187,5%) e mochilas escolares (+287,5%).

Por estarmos num ano atípico, o director comercial do KuantoKusta, André Duarte, diz que existem vários factores que podem explicar o comportamento dos consumidores. “A variação da inflação tem uma influência directa na capacidade de as lojas acompanharem o ritmo de campanhas e promoções de anos anteriores.

Por outro lado, os consumidores perderam poder de compra e têm mais interesse em comparar preços e fazer compras informadas, pela necessidade de esticar o orçamento”. O responsável adiantou ainda que existe um maior número de pesquisas por produtos de baixo valor, como material de escrita.

Por seu turno, Ricardo Pereira, director de marketing do KuantoKusta, aconselha as famílias a anteciparem algumas compras, “por forma a evitar possíveis aumentos de preços, fruto da inflação”.

Poupar nos manuais escolares

No regresso à escola é preciso contar também com os manuais escolares. Para os alunos do ensino público, a gratuitidade dos livros já não é novidade, sendo até possível reutilizá-los e, segundo dados do Ministério da Educação citados pela Lusa, dos mais de cinco milhões de manuais escolares distribuídos no passado ano lectivo pelos alunos do ensino obrigatório, foram reutilizados, até ao início de Agosto, 2,3 milhões. O que corresponde “a uma percentagem de cerca de 65% dos manuais a reutilizar”.

Mas, para os pais cujos educandos frequentem o ensino privado, esta situação não se coloca, a menos que a escola dos filhos o faça por iniciativa própria. Para colmatar essa lacuna, a livraria online Book in Loop vende manuais escolares usados, bem como material escolar usado e calculadoras gráficas recondicionadas.

“Num primeiro momento, a Book in Loop foi responsável por garantir a reutilização de manuais escolares e alimentar um sistema circular que pudesse aliviar as famílias dos custos avultados associados à compra de livros”, contou Manuel Tovar, co-fundador da The Loop Co.

Os livros eram comprados por 20% do preço de venda ao público (PVP), recondicionados e depois vendidos com 60% de desconto. O que permitia uma poupança combinada de 80% às famílias.

Ao longo dos anos a Book in Loop – que nasceu em 2016 – orgulha-se de ter dado uma nova vida a mais de 300 mil livros em Portugal e ajudado as famílias portuguesas a pouparem cerca de três milhões de euros.

Actualmente, são sobretudo famílias do ensino privado ou adeptos de modelos mais sustentáveis quem mais recorre à compra destes manuais escolares.

“A reutilização de manuais escolares tem vindo a ganhar adeptos nos últimos anos e essa opção deve-se, maioritariamente, à poupança que representa para as famílias portuguesas. O custo de aquisição de materiais novos todos os anos consegue ser insuportável e, por vezes, desnecessário, pois um livro bem estimado pode ser aproveitado por uma série de alunos”, reforça Manuel Tovar, referindo que, actualmente, a aquisição de manuais escolares em segunda mão permite poupar 50% em relação ao PVP de mercado.

“Igualmente nas calculadoras gráficas, podem poupar mais de 50% nestes equipamentos electrónicos, devidamente testados e certificados”, assegura.

monica.costa@dinheirovivo.pt

Diário de Notícias
Mónica Costa
29 Agosto 2022 — 00:01