Ataques? “Vingança” russa; Zaporíjia atingida por mísseis

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ORCS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / ZAPORIJIA / ATAQUES / MÍSSEIS

O presidente da ucraniano, Volodymyr Zelensky, reiterou, na terça-feira, que a Rússia está a levar a cabo uma “vingança” contra a Ucrânia, face às derrotas militares impostas por Kyiv.

© Getty Images

Na verdade, o responsável revelou que, numa semana, Moscovo disparou centenas de vezes contra localidades da zona de Kherson, atingindo tanto edifícios residenciais, como infra-estruturas civis.

Por seu turno, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Riabkov, explicou que a Rússia adiou as conversações com os Estados Unidos sobre o desarmamento nuclear devido à “falta de vontade” de Washington de ter em consideração as prioridades de Moscovo.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
30/11/22 07:45
por Notícias ao Minuto



 

Quatro meses de prisão para russo por fazer ‘drone’ sobrevoar Noruega

– Estes ORCS russonazis 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 são todos uns “santinhos” armados em “turistas” que andam a lançar drones para capturarem imagens da “natureza”… Se isto se passasse na união zoviética a cantiga era outra…

🇳🇴 NORUEGA / RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / TURISTAS / DRONES

Um tribunal da Noruega condenou hoje um turista russo a 120 dias de prisão efectiva por violar as sanções impostas à Rússia após a invasão da Ucrânia e colocar ‘drones’ (aeronaves não tripuladas) a voar no país nórdico.

© iStock

A sentença exclui que o homem tenha realizado acções de espionagem, mas considera que a proibição imposta a cidadãos e empresas russos de usar aeronaves para sobrevoar território norueguês se aplica a todos os casos, independentemente do seu propósito.

O indivíduo — identificado pela imprensa norueguesa como Vitaly Alexandrovich Rustanovich, de 50 anos e que também tem passaporte israelita — foi detido a 11 de Outubro em Storskog, no norte do país, quando regressava de carro à Rússia, e lhe foram confiscados discos rígidos e ‘drones’.

No julgamento, o cidadão russo explicou que tinha viajado até à Noruega para ajudar um amigo que arrenda cabanas, produzindo material fotográfico e videográfico da natureza.

Rustanovich, que se encontra em prisão preventiva desde a sua detenção, admitiu os factos, mas declarou-se inocente, garantindo que desconhecia a proibição e sublinhando que não tinha filmado nada de comprometedor.

Vários cidadãos russos foram detidos nos últimos meses por colocar ‘drones’ em voo sobre o território norueguês, sob a acusação de infringir as sanções impostas a Moscovo pela União Europeia (UE), de que a Noruega não faz parte, mas à maioria das quais se juntou, depois da ofensiva russa lançada na Ucrânia a 24 de Fevereiro deste ano e ainda em curso.

Um deles, um cidadão russo de 34 anos que abandonou a Rússia para escapar à mobilização para o exército, foi na passada quarta-feira condenado a 90 dias de prisão efectiva por ter colocado “várias vezes” no ar um ‘drone’ no sul do país, apesar de só ter fotografado e filmado paisagens.

Particularmente atenta à segurança das suas instalações de produção de energia, a Noruega, agora o principal fornecedor de gás natural da Europa, incluiu a utilização de ‘drones’ nessa proibição de sobrevoo do seu espaço aéreo.

Os casos despertaram críticas de juristas noruegueses, bem como das autoridades russas, que na segunda-feira convocaram o embaixador do país escandinavo em Moscovo para expressar o seu protesto.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo transmitiu a Robert Kvile a natureza “inaceitável” de tais detenções, que Moscovo classificou como “politicamente motivadas” e não tendo “nada que ver com os princípios de uma justiça justa e imparcial”.

A Rússia instou ainda as autoridades norueguesas a “pôr fim a essas acções russófobas e à perseguição de cidadãos russos com base na sua nacionalidade”.

“O nosso embaixador aproveitou esta oportunidade para informar [a Rússia] da legislação norueguesa em matéria de sanções”, indicou na segunda-feira um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Oslo, Lars Gjemble, comentando a convocação do diplomata.

“Ele também abordou os casos em curso nos tribunais noruegueses. A reunião realizou-se num ambiente positivo”, acrescentou.

O encontro ocorreu na véspera do início, hoje, em Tromsø (norte da Noruega), de outro julgamento envolvendo Andreï Iakunin, filho do ex-director da empresa gestora da rede ferroviária russa RZhD, Vladimir Iakunin, considerado próximo do Presidente russo, Vladimir Putin.

De nacionalidade anglo-russa, ele é acusado de ter colocado no ar um ‘drone’ e ter feito gravações em Svalbard, durante uma viagem de iate em volta desse arquipélago situado num ponto estratégico, em pleno coração do Árctico.

O seu advogado tenciona invocar a sua nacionalidade britânica para conseguir que seja ilibado.

No mês passado, a embaixada da Rússia em Oslo tinha já criticado a “psicose” que se apoderou, na sua opinião, da Noruega, Estado-membro da NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental) com o qual a Rússia partilha uma fronteira de 198 quilómetros de comprimento.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
29/11/22 14:47
por Lusa



 

992: MNE ucraniano reuniu-se com homólogos da NATO apesar do veto húngaro

– Ainda não consegui entender o porquê da Hungria, chefiada por um nacionalista de extrema-direita (fascista) – Viktor Orbán – ter direito a veto…

UCRÂNIA / NATO / REUNIÃO / BUCARESTE

O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Dmytro Kuleba, reuniu-se hoje em Bucareste com os seus homólogos da NATO apesar do veto húngaro, que desde 2017 impede a presença formal da Ucrânia em reuniões da organização militar aliada.

© Getty

De acordo com um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros ucraniano, consistiu numa “reunião informal” e paralela ao encontro da NATO que decorre hoje e quarta-feira na capital romena, com o objectivo de contornar o veto húngaro, informou o jornal digital European Pravda.

“Como sabem, a Hungria tem bloqueado desde 2017 as reuniões da Comissão Ucrânia-NATO acima do nível de embaixadores”, assinalou Oleh Nikolenko, porta-voz da diplomacia de Kiev.

“Para superar o veto húngaro, o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, organizou uma reunião separada para os ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO e da Ucrânia”, acrescentou.

Kuleba e os restantes participantes abordaram a assistência militar adicional à Ucrânia e a reparação das infra-estruturas energéticas do país na sequência dos ataques russos.

No decurso da sua visita a Bucareste, o chefe da diplomacia ucraniana também tem previsto um conjunto de reuniões bilaterais.

Nikolenko sublinhou ser incorrecto falar de “alteração” do bloqueio húngaro, pelo facto de esta decisão nunca ter sido interrompida.

As reuniões anteriores foram também efectuadas através de formatos especiais para contornar o veto húngaro.

No entanto, no início de Março, a Ucrânia juntou-se ao Centro de excelência de ciberdefesa cooperativa da NATO (CCDCOE), uma decisão que também tinha sido vetada pela Hungria. Budapeste retirou posteriormente o seu veto na sequência da invasão russa.

Em declarações em Bucareste, Dmytro Kuleba pediu hoje um apoio dos Aliados “mais rápido, mais rápido, mais rápido”, salientando a importância para o país de geradores e sistemas de defesa aérea.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
29/11/22 16:49
por Lusa



 

Zelenska no Reino Unido: “Menina mais nova violada tinha quatro anos”

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ORCS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / ZELENSKA / VIOLAÇÕES / REINO UNIDO

A primeira-dama ucraniana, Olena Zelenska, falou esta terça-feira no parlamento inglês, sobre violência sexual durante a guerra.

© Getty Images

A primeira-dama ucraniana, Olena Zelenska, falou esta terça-feira no parlamento inglês,  em Westminster, sobre violência sexual durante a guerra na Ucrânia, referindo que “a menina mais nova violada pelas forças russas tinha quatro anos”.

“Precisamos de justiça, viemos ter convosco por justiça”, referiu Zelenska, acrescentando que não se sabe ao certo quantas pessoas já foram vítimas de tortura.

De acordo com a primeira-dama, “é preciso punir aqueles que são culpados dos crimes contra a humanidade e arranjar uma solução para punir [os crimes]”.

Os russos estão a tentar “transformar em horror” os dias e noites da Ucrânia com mísseis em massa e ataques de drones, alertou Zelenska, referindo que mais de 20 milhões de ucranianos ficaram sem electricidade, água e aquecimento como resultado dos ataques de mísseis russos, “alguns durante mais de 30 horas”. “Os médicos estão a operar às escuras”, contou a primeira-dama ucraniana.

A primeira-dama da Ucrânia destacou ainda que a Rússia usou “violência sistemática” em muitas cidades e vilas ocupadas na Ucrânia.

Já foram identificados milhares de crimes cometidos pelas forças russas, incluindo violência sexual. “A menina mais nova violada pelas forças russas tinha quatro anos” e o sobrevivente mais velho tinha 85 anos”, sublinhou na sua intervenção em Westminster.

No discurso dirigido aos deputados britânicos, Olena Zelenska pediu ainda ajuda ao Reino Unido para criar um tribunal especial para responsabilizar a Rússia pelos “crimes de guerra e terror”.

“Estamos a ouvir sirenes todos os dias. São idênticas aquelas ouvidas pelas gerações britânicas. Vocês não se renderam e nós também não o faremos”, rematou.

Depois de a Rússia ter invadido a Ucrânia a 24 de Fevereiro, Olena Zelenska passou meses escondida em locais secretos com os filhos. Começou a aparecer a 8 de maio – Dia da Mãe – quando se juntou à primeira-dama dos EUA, Jill Biden, num abrigo para refugiados em Lviv, na Ucrânia.

Tanto o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky como a primeira-dama, Olena Zelenska têm discursado em vários parlamentos do mundo, em forma de apelo ao mundo para combate e sensibilização ao terror que se vive no país.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
29/11/22 16:41
por Notícias ao Minuto



 

989: Autoridades ucranianas investigam locais de alegada tortura em Kherson

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ORCS RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / TORTURA / KHERSON / UCRÂNIA

Os ucranianos acusam os russos de torturar civis na periferia da cidade recentemente libertada, à semelhança do que já foi encontrado e confirmado em outros locais, como Bucha e Izium.

© Getty Images

As autoridades ucranianas estão a investigar alegadas denúncias de tortura por parte de civis na cidade de Kherson, que os russos ocuparam durante quase nove meses até a sua libertação este mês.

Segundo avança esta terça-feira a Associated Press (AP), a polícia ucraniana já encontrou cinco locais de alegada tortura na cidade, e outros quatro na região com o mesmo nome.

Cinco pessoas contaram à agência de notícias norte-americana que foram torturadas, agredidas, presas, interrogadas e electrocutadas em câmaras fechadas, e questionadas sobre possíveis ligações às forças armadas ucranianas.

Os relatos são, para especialistas em direitos humanos consultados pela AP, apenas a ponta do icebergue no que diz respeito a abusos de direitos humanos pelas forças russas em Kherson.

“Durante meses temos recebido informações sobre tortura e outro tipo de repressão de civis. Tenho medo das descobertas horríveis em Kherson ainda por fazer”, disse à AP a activista Oleksandra Matviichuk, directora do Centro de Liberdades Cívicas ucraniano, organização que foi uma das condecoradas com o Prémio Nobel da Paz de 2022.

A polícia ucraniana alega ter encontrado provas para mais de 460 crimes de guerra cometidos pelos russos em Kherson. Segundo Andrii Kovanyi, porta-voz da polícia de Kherson, a tortura levada a cabo pelos russos terá ocorrido e duas esquadras, numa cadeia, uma prisão e uma clínica privada, onde foram encontrados bastões de borracha, bastões de basebol e uma máquina usada para aplicar choques eléctricos.

As autoridades admitem ainda que está a ser difícil trabalhar nestas alegações, já que todos os dias surgem novos relatos sobre possível tortura contra civis, e o sistema judicial está sobrecarregado.

As histórias ouvidas em Kherson são semelhantes a outros locais de tortura, descobertos durante a contra-ofensiva ucraniana em várias partes do país, nomeadamente em Izium, na região de Donetsk.

Foram também encontradas valas comuns na periferia da cidade de Kherson, outra prática que tem sido comum pelos soldados russos em zonas ocupadas.

As primeiras valas foram encontradas em Bucha, depois da retirada das forças invasoras da região de Kyiv, e foram visitadas por vários líderes europeus que condenaram as forças russas e acusaram-nas de crimes contra a humanidade.

O conflito na Ucrânia já fez quase 6.600 mortos civis, segundo os dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos. No entanto, a entidade adverte que o real número de mortos poderá ser muito superior, devido às dificuldades em contabilizar os mortos em zonas sitiadas ou ocupadas pelos russos, como em Mariupol, por exemplo, onde se estima que tenham morrido milhares de pessoas.

Notícias ao Minuto Notícias ao Minuto
29/11/22 09:35
por Notícias ao Minuto



 

988: Polícia checa investiga 49 pessoas por apoio público à Rússia

🇨🇿 REP. CHECA / INVESTIGAÇÃO / APOIOS

A polícia da República Checa está a investigar 49 pessoas por apoiarem publicamente a Rússia na guerra contra a Ucrânia, uma ofensa prevista no código penal, informou hoje a estação de rádio pública IRozhlas.

© Reuters

Só este mês, foram denunciados à polícia 86 casos de notório apoio à invasão russa à Ucrânia ou celebração da morte de ucranianos, que levaram a polícia a abrir investigação em 57 por cento dos casos, disse o porta-voz da polícia checa, Ondrej Moravcík, à estação de rádio.

O artigo 365.º do código penal checo estabelece que quem aprovar publicamente um crime cometido ou elogiar abertamente os autores do crime será punido com um ano de prisão.

Outro artigo pune com pena de entre um e cinco anos o apoio ou a propagação de movimentos e correntes que visem manifestamente a opressão de direitos e liberdades ou proclamem o ódio nacional, racial, religioso ou de classe.

Mostrar simpatia por esses movimentos e correntes é punível no sistema penal checo com penas de prisão de entre seis meses e três anos.

O procurador-geral do Estado alertou, em 26 de Fevereiro, dois dias após a invasão russa da Ucrânia, para as penas previstas no código penal para estes actos.

Desde então, o número total de casos relacionados com a Ucrânia investigados pela polícia aumentou para 1.000, estando actualmente pendentes 300.

As frases de apoio à Rússia foram ouvidas em três protestos registados em Setembro contra o actual Governo de coligação checo (centro-direita), o que levou o primeiro-ministro, o conservador Petr Fiala, a denunciar os organizadores como “pró-russos”.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
29/11/22 10:36
por Lusa



 

Podolyak pede ao Ocidente que se levante “tabu” em torno de armas

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UCRÂNIA / INVASÃO RUSSONAZI 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / ARMAS

“Impunidade gera arbitrariedade”, considerou o conselheiro presidencial da Ucrânia.

© Getty Images

O conselheiro presidencial ucraniano, Mykhailo Podolyak, referiu-se, esta segunda-feira, aos ataques russos contra as infra-estruturas críticas do país para pedir armas mais avançadas aos países aliados da Ucrânia.

Através de uma publicação divulgada no Twitter, o conselheiro do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, considerou que estes ataques, que têm deixado “milhões de ucranianos sem luz e água”, têm de “levantar o tabu” em torno do fornecimento de armas.

“Cada ataque da Federação Russa em infra-estruturas críticas para deixar milhões de ucranianos sem luz e água tem de levantar o ‘tabu’ sobre tipos modernos de suprimentos de armas de aliados”, começou por escrever.

“A impunidade gera arbitrariedade. O agressor deve sentir o preço de cada próximo passo”, defendeu.

Recorde-se que a invasão russa à Ucrânia teve início a 24 de Fevereiro, tendo sido condenada, desde então, pela comunidade internacional. Os pedidos da Ucrânia para que o Ocidente envie armamento ao país têm sido uma constante.

Notícias ao MinutoNotícias ao Minuto
28/11/22 10:28
por Notícias ao Minuto



 

977: Governo ucraniano revela que forças russas já dispararam 16 mil mísseis

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As Forças Armadas russas já lançaram 16 mil ataques com mísseis contra a Ucrânia desde o início do conflito, que começou há mais de nove meses, a maioria contra alvos civis, revelou hoje o ministro da Defesa ucraniano, Oleksii Reznikov.

© Reuters

Segundo o mais recente balanço fornecido pelo responsável pela pasta de Defesa na Ucrânia, a grande maioria das ofensivas russas, pelo menos 12.300 dos ataques, teve como alvo áreas urbanas e localidades em território ucraniano.

O ministro da Defesa ucraniano sublinhou, com base nestes dados, que cerca de 97% dos ataques russos atingiram alvos civis.

De todos os ataques com mísseis, cerca de 500 foram direccionados contra instalações militares, outros 250 contra infra-estruturas de transporte e mais de 220 foram direccionados contra instalações energéticas.

“A Ucrânia vencerá e levará os criminosos de guerra à justiça”, referiu ainda Oleksii Reznikov, citado pela agência de notícias ucraniana UNIAN.

A ofensiva militar lançada a 24 de Fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Notícias ao Minuto Lusa // Notícias ao Minuto
28/11/22 21:05
por Lusa



 

975: ONG que ganhou Nobel da Paz 2022 documenta 31 casos de tortura em Kherson

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A organização não governamental (ONG) ucraniana Centre for Civil Liberties (CGS), galardoada com o prémio Nobel da Paz 2022, documentou recentemente 31 casos de tortura perpetrados pelo Exército russo Kherson, elevando o número total nacional para 300.

© Getty Images

“Até agora, documentámos 300 casos de tortura em todo o país e 31 na região de Kherson”, disse hoje à agência de notícias EFE a directora-executiva do CGS, Oleksandra Romantsova.

Romantsova espera que esses 300 documentados de tortura, executados desde a invasão russa da Ucrânia em 24 de Fevereiro, cheguem ao Tribunal Penal Internacional (TPI) “em alguns anos”.

“Precisamos de informações pessoais dos autores dos crimes, pois é necessária que a acusação seja pessoal”, diz sobre o processo de documentação — não de investigação criminal — que a CGS já iniciou.

“Todos os casos de tortura irão para o TPI, espero que todos”, disse a activista, de Nicolaiev, cidade próxima de Kherson, recentemente libertada pelo Exército ucraniano.

A CGS também tem conhecimento de mais 10.000 crianças ucranianas separadas das suas famílias e “deslocadas à força”, um número fornecido à organização humanitária pelo Provedor de Justiça.

“Sabemos os nomes”, disse Romantsova sobre essas crianças, embora reconhecendo que ainda não sabe quantos menores perderam os seus pais durante a guerras e a ocupação, já que não há estatísticas oficiais.

Quanto aos abusos sexuais, existe uma linha telefónica em todo o país e foram denunciados 30 casos, enquanto o procurador-geral abriu inquérito a nove deles.

“Ninguém fala sobre esses crimes. Vamos saber quando a guerra acabar e as pessoas se sentirem mais seguras”, disse a activista ucraniana.

Relativamente ao total de desaparecidos, a CGS considera o número oficial de 50 mil casos, um estatuto que, segundo a mesma, deve ser qualificado, porque sabe que muitos se encontram na Rússia.

Ao todo, o banco de dados do CGS dá hoje um total 26.000 crimes de guerra, o que faz a sua directora-executiva falar em “genocídio” contra o povo ucraniano.

De acordo com Romantsova, são crimes de guerra sistemáticos que “estão a acontecer em todos os lugares e seguem o mesmo padrão”.

O procurador-geral considera que estes crimes de guerra já ascendem a 50.000, sem incluir as estatísticas de Kherson, algo que leva Romantsova a prever um número muito superior.

“Quando os novos dados forem revelados, não espero menos de 200.000 casos [de crimes de guerra] no total”, diz.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
28/11/22 23:55
por Lusa



 

971: Rússia adia reunião com EUA sobre armas nucleares sem justificar

– CUIDADO COM ESSES GAJOS…!!!

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RUSSONAZIS 🇷🇺☠️卐☠️🇷🇺 / NUCLEAR  / EUA / CANCELAMENTO

A Rússia adiou hoje uma reunião com os Estados Unidos sobre o controlo de armas nucleares sem indicar um motivo, anunciou a embaixada norte-americana em Moscovo.

© Getty

O adiamento foi confirmado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia.

“A sessão da comissão de consulta bilateral anteriormente prevista para 29 de Novembro a 06 de Dezembro no Cairo sobre o Tratado START Rússia-EUA não terá lugar nestas datas”, disse a diplomacia russa, sem dar razões para o adiamento.

O ministério liderado por Serguei Lavrov acrescentou que as consultas ocorrerão numa “data posterior”, segundo a agência espanhola EFE.

A embaixada dos Estados Unidos em Moscovo informou o diário russo Kommersant de que “o lado russo adiou unilateralmente a reunião e disse que iria propor novas datas”.

A reunião tinha sido anunciada pelo vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Riabkov, após uma reunião, em Ancara, em 14 de Novembro, entre o director do Serviço de Informações Externas russo, Serguei Naryshkin, e o director da CIA, William Burns.

Durante a reunião, os dois responsáveis pelos serviços secretos da Rússia e dos Estados Unidos discutiram o risco nuclear crescente e as tensões internacionais decorrentes da intervenção militar russa na Ucrânia.

Os Estados Unidos suspenderam o diálogo sobre controlo de armas na sequência da invasão russa da Ucrânia, que Moscovo lançou em 24 de Fevereiro deste ano.

Em Agosto, a Rússia informou Washington da sua decisão de proibir as inspecções ‘in loco’ dos Estados Unidos ao seu arsenal de armas nucleares.

Moscovo alegou dificuldades em fazer as suas inspecções nos Estados Unidos devido às sanções ocidentais sobre autorizações de sobrevoo e vistos para os seus funcionários, decretadas em retaliação pela invasão da Ucrânia.

Em Fevereiro de 2021, o Presidente russo, Vladimir Putin, e o seu homólogo norte-americano, Joe Biden, prorrogaram por cinco anos o último tratado de desarmamento nuclear entre as duas potências, assinado em 2010.

O novo START, que inclui especificamente um sistema de inspecção dos arsenais, consistia em reduzir o número de ogivas nucleares em 30 por cento, para 1.550 por país.

O tratado também limitou a 700 o número de mísseis balísticos intercontinentais utilizados em submarinos e bombardeiros estratégicos equipados para armas nucleares.

Reduziu ainda para 800 o número de lançadores de mísseis intercontinentais em submarinos e bombardeiros estratégicos com armamento nuclear.

A Rússia ameaçou usar armas nucleares se for posta em causa a sua integridade territorial, conforme o protocolo em vigor no país sobre o recurso a este tipo de armamento.

Essa possibilidade foi reafirmada por Putin quando declarou a anexação das regiões ucranianas de Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia, em 30 de Setembro.

A Rússia já tinha anexado a península ucraniana da Crimeia em 2014.

A Ucrânia e a generalidade da comunidade internacional não reconhecem a soberania russa nas regiões anexadas.

Notícias ao MinutoLusa // Notícias ao Minuto
28/11/22 16:18
por Lusa